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Canhoneira
Fluvial Amapá
Classe
Acre
D
a t a s
Batimento
de Quilha: ?
Lançamento: 1904
Incorporação: ?
Baixa: 12 de fevereiro de 1917
C
a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
110 ton. e 200 ton. (carregado)
Dimensões:
36.57 m de comprimento, 6.09 m de boca, 1.70 de pontal e 0.60 m de calado.
Blindagem:
?
Propulsão:
2 máquinas gerando 300 hp.
Velocidade:
máxima de 11 nós.
Raio
de ação: ?
Armamento:
1 obuseiro Armstrong de 87 mm (3.4 pol./15 libras), 1 canhão
de 6 libras e 4 metralhadoras Maxins.
Tripulação:
30 homens.
H
i s t ó r i c o
A Canhoneira
Fluvial Amapá, foi o primeiro navio a ostentar esse nome na Marinha
do Brasil em homenagem ao território setentrional brasileiro,
e ao rio e lago dos mesmo nomes localizados no Pará. Foi construída
pela Yarrow, em Poplar, Inglaterra e armada no Arsenal de Marinha do
Pará, assim como suas irmãs de classe Acre, Juruá
e Missões.
1913
Na madrugada
do dia 15 de junho, durante o bombardeio em terra, esta canhoneira suspendeu
ferro, a fim de mudar o fundeadouro da Canhoneira Juruá, não
chegando a realizar esta manobra por haver recebido ordem em contrario,
quando estava com o cabo de reboque já passado.
No dia
24 de junho fez experiência de velocidade com os propulsores.
Em 6 de
julho, suspendeu do porto de Manaus, para exercícios em divisão
com as Canhoneiras Acre e Juruá e o Aviso Teffé, escalando
em Itacoatiara de 7 de julho a 4 de setembro, quando retornou para Manaus
onde chegou no dia 5.
Em 23
de setembro, partiu de Manaus em Divisão com a Canhoneira Acre
e os Avisos Teffé e Jutahy, para exercícios. Escalou em
Itacoatiara, Obidos e Santarém, de onde saiu em 30 de setembro,
chegando a Belém do Pará em 3 de outubro.
Encontrava-se
em estado regular.
1917
Deu baixa
pelo Aviso n.º 582 de 12 de fevereiro de 1917, junto com a Canhoneira
Juruá.
A
oficialidade da baixa da Canhoneira Amapá foi a seguinte:
- CT ? – Comandante
- 1º Ten. ? – Imediato
- 1º Ten. Engº. Maquinista ? - Chefe de Maquinas
R
e l a ç ã o d e C o m a n d a n
t e s
Não
disponível no momento
I
m a g e n s

B
i b l i o g r a f i a
- Mendonça,
Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios
da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.18-19.
- Relatório
do Ano de 1913, apresentado ao Presidente da Republica dos Estados Unidos
do Brasil pelo Ministro da Marinha Alexandrino Faria de Alencar em abril
de 1914.
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