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1822 - NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS - Hoje |
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NV Anhatomirim - M 16 Classe Schültze
D a t a s
Batimento
de Quilha: ?
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
241 ton (padrão), 280 ton (carregado). Combustível: 22 tons. Eletricidade: um gerador de 120 Kw e um gerador de 340 Kw para uso nas operações de varredura. Velocidade: máxima de 24 nós. Raio
de ação: 710 milhas a 20 nós. Equipamentos: equipamento para realizar varredura mecânica, magnética e acústica. Código
Internacional de Chamada: PWIM
(PXIM)
H i s t ó r i c o
O Navio Varredor Anhatomirim - M 16, ordenado em abril de 1969, é o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem a uma ilha homônima(1) no litoral de Santa Catarina, onde foi erguida no século XVII a Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim. Foi construído no estaleiro Abeking & Rasmussen, em Lemwerder, na ex-Alemanha Ocidental, seguindo o projeto original da classe Schültze (Klasse 340/341) que estava entrando em serviço na Marinha Alemã naquela época. Foi lançado ao mar em 4 de novembro de 1970, e incorporado em 30 de novembro de 1971. Em 31 de agosto de 1971, assumiu o comando o Capitão-Tenente Jorge Carvalho Lopes.
1972
Em dezembro, chegou a Base Naval de Aratu, junto com o NV Aratu - M 15, sendo incorporado ao Esquadrão de Minagem e Varredura.
1975
O Esquadrão de Minagem e Varredura teve sua subordinação mudada da Esquadra para o Comando do 2º Distrito Naval.
1977
O Esquadrão de Minagem e Varredura teve sua denominação alterada para Força de Minagem e Varredura.
Em 9 de setembro, com o Presidente da Republica, General Ernesto Geisel, embarcado na F Niterói – F 40, participou da revista naval em sua homenagem, junto com o CT Pará – D 27 e Alagoas – D 36, Cv Purus – V 23 e Caboclo – V 19, NV Aratu – M 15, Atalaia – M 17, Araçatuba – M 18 e Albardão – M 20, e aos NA Javari – U 18 e Juruá – U 19.
Participou da Operação DRAGÃO XIII, realizada na Baía de Cabrália, litoral sul da Bahia, comandada pelo VA Fernando Ernesto Carneiro Ribeiro, ComenCh. Também participaram, os CT Mariz e Barros, Marcilio Dias, Espirito Santo, Maranhão e Rio Grande do Norte, NTrT Ary Parreiras e Soares Dutra, NDCC Duque de Caxias e Garcia D'Ávila, S Amazonas e Riachuelo, NV Abrolhos, Albardão e Aratu, NO Belmonte e Cv Purus, além dos várias unidades dos fuzileiros navais e aeronavais.
1980
Em abril, participou da Operação APERIBÊ, realizada pelo Comando do 2º Distrito Naval (Com2ºDN). A manobra consistia em um exercício de defesa das instalações portuárias e plataformas marítimas da Petrobras no litoral sergipano, e contou também com a participação da Cv Caboclo - V 19 e Purus – V 23, dos NA Javari - U 18 e Juruá - U 19 do Grupamento Naval do Leste (GruNLeste), e dos NV Aratu – M 15 da Força de Minagem e Varredura (ForMinVar). A Purus em companhia do Rebocador "Subauna" da Petrobrás, representou a força inimiga nesse exercício.
1981
Entre 14 e 21 de dezembro de 1981, integrando um GT composto pelos NV Aratu - M 15, Araçatuba - M 18 e Albardão - M 20, realizou na área marítima entre Salvador e Ilhéus a Operação CENTENARIO IV.
1982
Participou da Operação COSTEIREX-NORDESTE 82 realizada ao longo do litoral de Alagoas e no porto de Maceió. Também tomaram parte na operação, as Cv Purus, Forte de Coimbra e Ipiranga, os NaPaCo Poti e Pirajá, e os NV Aratu e Araçatuba, além de tropas dos Grupamentos de Fuzileiros Navais de Salvador-BA e Natal-RN, helicópteros da Força Aeronaval (ForAerNav) e membros do Grupo de Mergulhadores de Combate (GruMec), num total de aproximadamente 600 homens.
Participou de um GT composto também pelos NV Albardão, Atalaia, Abrolhos e Araçatuba, na realização de exercícios de varredura na área de Ilhéus-BA.
1983
Entre 20 de junho e 1º de julho de 1983, participou como navio escoteiro da Operação TEMPEREX II/83, realizada entre a Ilha de Alcatrazes e Salvador-BA, junto com unidades da FT-61, que era comandada pelo ComemCh VA Henrique Sabóia. A FT-61 era composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), às F Defensora - F 41, Independência - F 44 e União - F 45, os CT Piauí - D 31, Alagoas - D 36, Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38. Também participaram como navios escoteiros o RbAM Triunfo - R 23 do 1º DN e os NV Aratu - M 15 e Abrolhos - M 19 da ForMinVar.
1984
Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 84/TROPICALEX I/84, realizada nas águas do nordeste, em apoio a FT-10, na ocasião sob o comando do ComenCh, VA Luiz Leal Ferreira. A FT-10 era composta pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); as F Niterói – F 40, Constituição – F 42 e Independência – F 44; os CT Maranhão – D 33, Mariz e Barros – D 26, Marcílio Dias – D 25, Alagoas – D 36, Espírito Santo – D 38, Sergipe – D 35 e Santa Catarina – D 32; pelo NTrT Ary Parreiras – G 21; NT Marajó – G 27; NO Belmonte – G 24; e o S Ceará – S 14, além do NV Atalaia – M 17 como navio isolado.
1985
Em fevereiro e março, participou de exercícios de contraminagem integrando um GT composto pelos NV Aratu - M 15, Araçatuba - M 18, Abrolhos - M 19 e Albardão - M 20. Foi visitado o porto de Recife-PE.
1987
Entre 23 de junho e 12 de julho, participou da Operação COSTEIREX-NE/87, incluindo patrulha, contramedidas de minas e fainas marinheiras. A operação foi realizada na área marítima entre Salvador e Fortaleza, e dela participaram também os NV Aratu – M 15 (capitânia) e Abrolhos – M 19 da ForMinVar e da Cv Caboclo – V 19, do Grupamento Naval do Nordeste.
1988
Entre 25 e 31 de maio, em GT com os NV Araçatuba – M 18 e Albardão – M 20, participou da Operação ADEVAREX I/88, realizada entre Salvador e Maceió.
1999
Em 30 de novembro, completou 28 anos de serviço, tendo atingido as marcas de 168.000 milhas navegadas e 1067 dias de mar.
R e l a ç ã o d e C o m a n d a n t e s
I m a g e n s
B i b l i o g r a f i a
- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.24.
- Baker III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD: Naval Institute Press, 1998.
- NOMAR - Noticias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 412, out. 1977; n.º 414, dez. 1977; n.º 443, mai. 1980; n.º 463, jan. 1982; n.º 482, ago. 1983; n.º 501, mar. 1985; n.º 530, out. 1987; n.º 539b, jul. 1988; n.º 692, dez. 1999; n.º 716, nov. 2001.
- Revista Tecnologia & Defesa, São Paulo, Editora Aquarius, N.º 11, fevereiro de 1984. (1) Guarujá nome que em tupi-guarani significa "aranha pequena". |
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