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1822 - NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS - Hoje |
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F Constituição - F 42 Classe Niterói Mk 10
"Urso"
D a t a s
Batimento
de Quilha: 13 de março de 1974
C a r a c t e r í s t i c a s
Deslocamento:
3.200 ton (padrão), 3.800 ton
(carregado). Eletricidade: 4 geradores diesel de 1.000 kw cada. Velocidade: máxima de 30.5 nós. Raio
de ação: 1.300 milhas náuticas
a 28 nós (turbinas Olympus) ou 4.200 a 19 nós (4 motores diesel). Sistema
de Dados Táticos: CAAIS, com Link 11. Código Internacional de Chamada: PWCO Tripulação: 209 homens, sendo 22 oficiais e 187 praças. Obs:Características da época da incorporação.
H i s t ó r i c o
A Fragata Constituição - F 42, é o terceiro navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil. A Constituição foi a quarta de uma série de 6 fragatas da classe Niterói ordenadas em 20 de setembro de 1970 como parte do Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes da Marinha. Foi a terceira unidade da classe Niterói a ser construída pela Vosper Thornycroft Ltd., em Woolston, Hampshire, Inglaterra. Teve sua quilha batida em 13 de março de 1974. Foi lançada e batizada em 15 de abril de 1976, tendo como Madrinha a Sra. Stella de Oliveira Campos, esposa do Embaixador do Brasil na Inglaterra Dr. Roberto de Oliveira Campos. Entre 31 de outubro e 15 de dezembro, realizou suas primeiras saídas para o mar a fim de realizar a provas de casco, maquinas e sistemas a cargo do estaleiro construtor. Nessa ocasião foram navegadas 3.175.5 milhas e feitos 14.5 dias de mar. Em 10 de março, iniciou as provas finais de aceitação. Depois de realizar as provas de mar, foi aceita e incorporada em 31 de março de 1978. Naquela oportunidade, assumiu o comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Heitor Alves Barreira Júnior.
A oficialidade do recebimento da Constituição foi a seguinte:
- CMG Heitor Alves Barreira Júnior - Comandante
- CT Paulo Marques de Oliveira
1978
Em 6 de abril, suspendeu do cais do Ocean Terminal, em Southampton, para seus primeiros dias de mar a serviço da Marinha do Brasil, iniciando o Treinamento de Segurança no Mar, tendo percorrido, no seu primeiro Termo de Viagem, 2.244,2 milhas, em 8,0 dias de mar. Na seqüência foram realizados os testes de pós-aceitação, intensificando o adestramento da tripulação.
Em 18 de outubro, foi lançado um míssil Exocet, o primeiro a ser disparado por um navio da Marinha do Brasil.
1979
Em 10 de janeiro, foi iniciada a Viagem de Southampton para o Rio de Janeiro, onde chegou em 2 de fevereiro, trazendo a bordo sua primeira tripulação com 136 homens e um "urso", presente recebido na despedida na Inglaterra. Na chegada ao Rio de Janeiro foi recebida por uma Parada Naval da Esquadra presidida pelo Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Geraldo de Azevedo Henning, além do sobrevôo de 21 helicópteros da ForAerNav. A Constituição trouxe da Inglaterra o Wasp N-7041, que foi desembarcado e entregue ao 1º esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-1).
Em 20 de março, foi realizado a bordo da Constituição o primeiro pouso de uma aeronave SAH-11 Lynx do 1º Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1) a bordo de uma fragata da classe Niterói, sendo também o primeiro pouso noturno. A aeronave era tripulada pelo CF Carlos Frederico Vasconcellos da Silva (ComEsqdHA-1), CC Carlos Villas Boas Vasconcellos, piloto inglês Mr. J.G. Morton e o 3º SG-MV Clério Nascimento da Silva.
Em outubro, participou da UNITAS XX, sua primeira comissão operativa.
1980
Em abril, tendo a bordo o Comandante em Chefe da Esquadra (ComemCh), Vice-Almirante Paulo de Bonoso Duarte Pinto, capitaneou um Grupo-Tarefa composto também pelos CTs Alagoas - D 36, Mariz e Barros - D 26, Sergipe - D 35 e Santa Catarina - D 32, que realizou exercícios de apoio de fogo naval, inaugurando a nova Raia de Tiro da Ilha de Alcatrazes, próximo a São Sebastião, litoral de São Paulo.
Entre 27 e 30 de junho, participou da Operação FRATERNO II realizada na costa argentina em conjunto com navios da Armada Argentina. Além da Constituição, integravam o GT brasileiro a F Defensora - F 41 e o S Tonelero - S 21. O GT argentino era comporto pelas Cv ARA Drummond - P 1, Cv ARA Guerrico - P 2 e o S ARA San Luis - S 32. Foram visitados os portos de Mar del Plata e Puerto Belgrano (Argentina) e Montevideo (Uruguai). Durante o exercício de tiro antiaéreo abateu um Drone com o seu canhão de 4.5 pol.
Em setembro, realizou o teste FTE-492, realizando a Avaliação Operacional do canhão de 4.5 pol. Merecendo a seguinte mensagem do do ComenCh: "Cumprimento o navio pelo sucesso obtido no teste FT-492 conduzido na raia de tiro de Alcatrazes, realizando 13 corridas, num total de 205 disparos, com porcentagem de acerto excelente. Tal resultado, inédito na MB, demonstra o elevado grau de adestramento e preparo técnico do navio. Bravo Zulu !".
Entre 18 e 23 de dezembro, realizou exercício de apoio de fogo naval na raia de tiro de Alcatrazes-SP, integrando a FT-120 que era comandada pelo VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto, ComenCh. Durante essa comissão o navio atingiu a pontuação máxima "100 pontos !". Além do ComenCh, estavam a bordo da Constituição o AE Fernando Ernesto Carneiro Ribeiro, ComOpNav e o CA Hugo Stoffel, ComForF.
1981
Entre os dias 19 de março e 1º de abril, participou da Operação FASEX II realizada na área marítima compreendida entre Salvador-BA e Santos-SP, integrando uma FT sob o comando do ComenCh, VA Paulo de Bonoso Duarte Pinto. A FT era composta também pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pela F Defensora - F 41, pelos CT Mariz e Barros - D 26, Piauí - D 31, Santa Catarina - D 32, Sergipe - D 35 e Rio Grande do Norte - D 37, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Na ocasião foi realizado um desfile naval pelos navios da FT em homenagem ao ComenCh que foi promovido ao posto de Almirante de Esquadra durante essa comissão.
Em 29 de junho, recebeu visita de cortesia do ex-Presidente da Republica Emílio Garrastazu Médici, em companhia do AE Adalberto de Barros Nunes e do Gen. Carlos Alberto Fontoura, respectivamente, Ministros da Marinha e do SNI durante seu governo. Na oportunidade foram recebidos pelo Comandante de Operações Navais e pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra. A Constituição suspendeu do AMRJ demandando ao litoral norte do Rio de Janeiro, onde realizou exercícios com a F Independência - F 44, causando ótima impressão aos ilustres visitantes.
Entre 2 e 20 de agosto, participou da Operação UNITAS XXII, realizada na costa do norte e nordeste do Brasil, integrando o GT 138.2, sob o comando do VA Wilson Mourão dos Santos. O GT 138.2 era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11, F Niterói - F 40 e Independência - F 44, pelos CT Sergipe - D 35, Alagoas - D 36 (capitânia), Rio Grande do Norte - D 37 e Espírito Santo - D 38, pelos S Goiás - S 15 e Riachuelo - S 22, NT Marajó - G 27, NO Belmonte - G 24, e pelos NV Araçatuba - M 18 e Albardão - M 20, além de helicópteros do HU-1 e HS-1. Essa UNITAS contou com a participação de unidades da Marinha da Venezuela, além da Norte-Americana. O GT norte-americano era composto pelos CT USS Stump - DD 978 (capitânia), USS Dahlgren - DDG 43, USS Barney - DDG 6, USS Steinaker - DD 862 e USS Vogelsand - DD 863, pelas F USS Koelsch - FF 1049 e USS Capodanno - FF 1093, NT USS Marias - T-AO 57, NDD USS Plymouth Rock - LSD 29, SNA USS Thomas Jefferson - SSN 618 e o Cutter USCGC Steadfast - WMEC 623. O GT venezuelano era composto pela F ARV Alte. Brion - F 22 e pelo S ARV Picuá - S 22. Durante exercício de tiro com os CT USS Stump - DD 978 e USS Dahlgren - DDG 43 e a F USS Capodanno - FF 1093 na Raia de Tiro de Alcatrazes, conseguiu pela quarta vez consecutiva o grau máximo no exercícios, alcançando 100 pontos, recebendo o "Bravo Zulu" do ComForF.
Em novembro, participou da Operação INOPINEX 81, integrando a Força-Tarefa 10, sob o comando do VA Arthur Ricart da Costa, visitando o porto de Santos-SP.
1982
Entre 5 e 15 de janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX/82, integrando a Força-Tarefa 10 composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Niterói - F 40 e Independência - F 44, pelos CT Alagoas - D 36, Rio Grande do Norte - D 37 e Maranhão - D 33, NT Marajó - G 27, e pelos S Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22. Foi visitado o porto de Santos-SP.
Na segunda quinzena de maio, participou da Operação NORDESTEX 82, realizada no litoral do nordeste, sob o comando do VA Hugo Stoffel, ComForF. Também participaram as F Liberal - F 43, Independência - F 44 e Niterói - F 40, além de Navios-Varredores, Corvetas e aeronaves do COMAT - Comando Aerotático da FAB. Foram visitados os portos de Salvador-BA e Recife-PE.
1984
Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 84/TROPICALEX I/84, realizada nas águas do nordeste, integrando a FT-10, na ocasião sob o comando do ComenCh, VA Luiz Leal Ferreira. A FT-10 era composta pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); as F Niterói – F 40 e Independência – F 44; os CT Maranhão – D 33, Mariz e Barros – D 26, Marcílio Dias – D 25, Alagoas – D 36, Espírito Santo – D 38, Sergipe – D 35 e Santa Catarina – D 32; pelo NTrT Ary Parreiras – G 21; NT Marajó – G 27; NO Belmonte – G 24 e o S Ceará – S 14, além dos NV Atalaia – M 17 e Anhatomirim – M 16 como navios isolados.
Em maio, participou da Operação TEMPEREX I/84, realizada no litoral sul, integrando um FT composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora - F 41 e União - F 45; CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros - D 26, Santa Catarina - D 32, Maranhão - D 33, Sergipe - D 35 e Alagoas - D 36; S Ceará - S 14 e Amazonas - S 16 e o NTrT Ary Parreiras - G 21.
Em julho e agosto, realizou a comissão ao Caribe, formando Grupo-Tarefa com a CT Marcilio Dias - D 25, sob o comando do CMG Paulo Augusto Garcia Dumont. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE, Fortaleza-CE, Cabo Orange-AP e La Guaira (Venezuela), e realizados exercícios com a Marinha da Venezuela.
Em setembro, integrando o GT 91.9 participou da Operação Pré-UNITAS realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, sendo visitado o porto de Santos-SP. O GT era integrado pela F Defensora - F 41 e União - F 45, os CT Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37 e o S Amazonas - S 16, além de cinco helicópteros da ForAerNav.
1985
Em março, representou a Marinha nas solenidades dos 50 Anos do Porto de Paranaguá.
Em junho, recebeu a visita de parlamentares da Comissão de Segurança Nacional e Relações Exteriores.
Até 30 de agosto de 1985 a Constituição já tinha atingido as marcas expressivas de 480,0 dias de mar, 114.379 milhas navegadas, 90 comissões, 1202 pousos a bordo e duas comissões no exterior.
Em outubro, participou da Operação UNITAS XXVI, realizada entre Santos e Salvador. A FT brasileira foi comandada na 1ª fase pelo CA Edson Ferraciu e na 2ª fase pelo CA Gothardo de Miranda e Silva, sendo composta pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pela F Independência - F 44, pelos CT Marcilio Dias - D 25, Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37, pelo S Riachuelo - S 22, e o NT Marajó - G 27. A FT norte-americana, comandada pelo CA (USN) Richard C. Ulstick era composta pelos CT USS Stump - DD 978 (capitânia), USS Claude V. Ricketts - DDG 5, pela F USS Joseph Hewes - FF 1078, NDCC USS Saginaw - LST 1188, NT Milwaukee – AOR 2, pelo SNA USS Shark - SSN 591. O GT uruguaio comandado pelo CMG José Tomas, Comandante da Divisão de Escolta da Marinha Uruguaia, era composto pelo CTE ROU 18 de Julio - DE 3, além de aeronaves P-3C Orion do Esquadrão de Patrulha VP 23 “Seahawks” da USN.
Entre 1º e 17 de dezembro, integrou o GT que realizou a Operação PINGÜIM, na área marítima entre o Rio de Janeiro e Rio Grande-RS. O GT era composto pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), pelas F Defensora – F 41, Liberal - F 43 e União - F 45, os CT Mato Grosso - D 34, Sergipe - D 35, Piauí - D 31, Rio Grande do Norte - D 37, Espírito Santo - D 38, Santa Catarina - D 32 e Alagoas - D 36, os S Amazonas - S 16, Tonelero - S 21 e Riachuelo - S 22, o NT Marajó - G 27, NSS Gastão Moutinho - K 10 e o NO Belmonte - G 24. Também participaram do exercício aeronaves da ForAerNav e da FAB.
Em dezembro, foi laureada com a Distinção de Segurança de Aviação da Marinha, pela postura profissional de sua equipe de "Manobra e Crash" que atingiu a marca de mais de 1200 pousos a bordo sem qualquer tipo de acidente aéreo.
1986
Foram substituídas as agulhas giroscópicas Sperry Mk-19 pelas Mk-29.
Entre os dias 3 e 7 de julho, visitou a porto de New York, participando das comemorações da Semana da Independência Americana e do Centenário da Estatua da Liberdade. No dia 4, foi realizada International Naval Review-86, na qual sua guarnição, saudou, em postos de continência, o Presidente dos EUA, Ronald Reagan, que passou em revista 33 navios de guerra de vários países, a bordo do Encouraçado USS Iowa - BB 61. Nos dias 5 e 6, a Fragata ficou aberta a visitação publica. Partindo de New York, o navio seguiu para San Domingos (Republica Dominicana).
Em novembro, participou da Operação UNITAS XXVII, integrando Força-Tarefa constituída pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia), a F Niterói - F 40, os CT Sergipe - D 35, Espírito Santo - D 38 e Rio Grande do Norte - D 37, o NT Marajó - G 27 e o S Riachuelo - S 22. Participaram pela Marinha dos EUA, os CT USS Hayler - DD 997, USS Lawrence - DDG 4, F USS John L. Hall - FFG 32, NDCC USS Boulder - LST 1190 e o SNA USS Scamp - SSN 588.
1987
Foi submetida a um PNR.
Em dezembro, participou da Operação DRAGÃO XXIII, sob o comando do ComenCh, AE Mario César Flores, junto com o NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia), F Niterói – F 40, Defensora – F 41, Independência – F 44 e União – F 45; CT Marcilio Dias - D 25, Mariz e Barros – D 26, Piauí – D 31, Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35 e Espírito Santo – D 38; NTrT Custódio de Mello – G 20 e Soares Dutra – G 22; NO Belmonte – G 24; NDCC Duque de Caxias – G 26 e Garcia D’Ávila – G 28; S Riachuelo – S 22; AvApCo Almirante Hess – U 30; EDCG Guaraparí – L 10, Tambaú – L 11 e Camboriú – L 12, além de diversas unidades do CFN e da ForAerNav.
Em 13 de dezembro, participou junto com a F Independência - F 44, das comemorações do Dia do Marinheiro e 180 anos do nascimento do Almirante Tamandaré, em Rio Grande.
1988
Em janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 88/TROPICALEX I/88 realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e Alagoas, integrando a Força-Tarefa 10, sob o comando do ComenCh, Vice-Almirante José do Cabo Teixeira de Carvalho. Participaram da operação o NAeL Minas Gerais - A 11, as F Niterói - F 40 e Independência - F 44, os CT Marcilio Dias - D 25, Maranhão - D 33, Piauí - D 31, Sergipe - D 35 e Espírito Santo - D 38, o NDCC Duque de Caxias - G 26, o NTrT Custodio de Mello - G 20, o NT Marajó - G 27 e os S Humaitá - S 20, S Riachuelo - S 21 e S Goiás - S 15. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE.
Entre 4 e ? de abril, participou da Operação TEMPEREX-I/88, integrando a FT-48 sob o comando do ComenCh, VA José do Cabo Teixeira de Carvalho. Também participaram dessa comissão o NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia); F Niterói – F 40, Defensora – F 41 e União – F 45; CT Marcilio Dias – D 25, Mariz e Barros – D 26, Sergipe – D 35 e Mato Grosso – D 34; NT Marajó – G 27 e os S Humaitá – S 20 e Goiás – S 15.
Entre 27 de junho e 25 de agosto, participou da Operação CARIBE/88, integrando o Grupo-Tarefa sob o comando do ComemCh, VA José do Cabo Teixeira de Carvalho. O GT também era composto pelo NAeL Minas Gerais – A 11 (capitânia), F Defensora – F 41; CT Marcilio Dias – D 25 e Mato Grosso – D 34; NT Marajó – G 27 e o S Riachuelo – S 22, além de aeronaves da FAB e da ForAerNav. Essa comissão do tipo “ENDURANCE”, serviu para aprimorar o adestramento da Esquadra, realizar exercícios com unidades navais das Marinhas da Colômbia e EUA, exercer ação de presença e estreitar os laços de amizade com as nações amigas na região. Foram visitados os portos de Salvador-BA, Recife-PE, Fortaleza-CE, San Juan (Puerto Rico), Cartagena (Colômbia) e La Guairá (Venezuela). No regresso ao Rio de Janeiro, foi realizada uma Parada Naval em homenagem ao VA Cabo Teixeira, que se despedia do Comando-em-Chefe da Esquadra.
Realizou Ciclo de Adestramento Completo, com o apoio do Centro e Apoio de Sistemas Navais (CASOP), recém estabelecido.
1989
Em 31 de agosto, acompanhada pelas F Niterói - F 40 e Defensora - F 41, acompanhou os primeiros disparos reais de mísseis ar-superfície Sea Skua realizados por um helicóptero Lynx contra o casco do ex-CT Santa Catarina - D 32, usado como alvo para o exercício.
Em outubro, participou de uma Parada Naval durante a Operação PRESIDENTEX, em homenagem ao Presidente da Republica, José Sarney, embarcado no NAeL Minas Gerais – A 11. Dessa Parada também participaram as F Niterói – F 40, Defensora – F 41, Liberal – F 43, Independência – F 44 e União – F 45; CT Maranhão – D 33, Mato Grosso – D 34, Sergipe – D 35, Alagoas – D 36, Rio Grande do Norte – D 37, Espírito Santo – D 38, Marcilio Dias – D 25 e Mariz e Barros – D 26; NTrT Custodio de Mello – G 20, Ary Parreiras – G 21 e Soares Dutra – G 22; NT Marajó – G 27; NE Brasil – U 27; NSS Gastão Moutinho – K 10 e os S Goiás – S 15 e Amazonas – S 16, que emergiram a bombordo do Minas Gerais.
1990
Participou da Operação ADEREX-I/90, quando inclusive lançou um míssil MM38 Exocet.
Participou da Operação TROPICALEX-I/90.
Em 5 de maio, na recepção ao Presidente da República, Fernando Collor de Mello na Base Naval do Rio de Janeiro, executou as salvas devidas, enquanto as guarnições das BNRJ e BACS, e dos navios nelas atracadas, o saudaram em postos de continência. Mais tarde, ainda no dia 5, recebeu o Presidente da República, transladado por lancha, vindo do S Tupí - S 30, sendo recebido no portaló pelo Ministro da Marinha, AE Mário César Flores e pelo Comandante, CMG Mário Ubirajara Hofke. Assistiu lançamento de foguetes BOROC e SBAT-70, além de procedimentos de ataque executados por um GT formado também pelo NAeL Minas Gerais- A 11, CT Alagoas - D 36 e Pará - D 27 e o NT Marajó - G 27. Ao final do dia, o Presidente foi transladado para o NAeL Minas Gerais, por helicóptero.
Na manhã do dia 6 de maio, o Presidente da Republica, embarcado no NAeL Minas Gerais, foi homenageado por uma Parada Naval da qual participaram o CT Alagoas - D 36 e Pará - D 27, Cv Inhaúma - V 30, NT Marajó - G 27 e o S Tonelero - S 21.
Entre 13 de julho e 4 de agosto, participou da Operação TROPICALEX-II/90, integrando a Força-Tarefa 78 sob o comando do ComemCh, VA Jelcias Baptista da Silva Castro. A FT-78 era formada pelo NAeL Minas Gerais - A 11 (capitânia),F Independência - F 44 e União - F 45, CT Paraíba - D 28, Marcilio Dias - D 25, Sergipe - D 35, Alagoas - D 36 e Rio Grande do Norte - D 37, NT Marajó - G 27, e os S Amazonas - S 16 e Tonelero - S 21. Também participaram helicópteros da ForAerNav, aviões P-16 do 1º GAE da FAB, navios do 1º, 2º e 3º Distritos Navais, além do S Tupi - S 30, em sua primeira participação em uma operação da Esquadra. Os navios da FT-78 visitaram os portos de Salvador-BA, Maceió-AL, Recife-PE e Cabedelo-PB.
Em junho, participou da Operação ADEREX-II/90, junto com as F Niterói - F 40, Constituição - F 42, Liberal - F 43 e Independência - F 44 e o S Tonelero - S 21, tendo visitado o porto de Vitória-ES.
Participou da Operação PRESIDENTEX.
Em 19 de dezembro, durante a Operação PESQUISEX, atingiu a marca dos 1.000 dias de mar.
1992
Em novembro, integrando um Grupo-Tarefa sob o comando do Comandante do 1º Esquadrão de Contratorpedeiros, composto também pela F Independência - F 44, CT Mariz e Barros - D 26 e o S Riachuelo - S 22, participou da Operação FRATERNO XII, que foi realizada na área marítima entre Mar del Plata e Puerto Belgrano, com um Grupo-Tarefa argentino sob o comando do Comandante da 1ª Divisão de Corvetas, constituído da F ARA Heroina - D 12 (capitania), Cv ARA Rosales - F 42 e Guerrico - F 32, e o S ARA Santa Cruz - S 41. Foi visitado o porto de Mar del Plata (Argentina)..
1994
Entre 5 de julho e 5 de agosto, tomou parte na Operação TORDESILHAS, formando o Grupo-Tarefa TORDESILHAS, com navios das Marinhas de Portugal, Espanha, Argentina e Venezuela, reunindo-se, no dia 26 de julho, a 90 milhas ao largo de Belém-PA, com as Fragatas NRP Sacadura Cabral - F 483 e NRP Baptista de Andrade - F 486 (Portugal), SPS Infanta Cristina - F 34 e SPS Infanta Helena - F 33 (Espanha), ARA Espiro - F 43 (Argentina) e o NDCC ARV Esequibo - T 62 (Venezuela), como parte das comemorações do V Centenário do Tratado do Tordesilhas. Foram visitados, pelos navios do GT, os portos de Lisboa (Portugal), Las Palmas-Ilhas Canárias (Espanha), Mindelo (Cabo Verde) e Salvador-BA.
1996
Em 4 de março, foi criado o Comando do 1º Esquadrão de Fragatas (ComEsqdF-1) ao qual passou a ser subordinada.
1997
Entre 5 e 7 de setembro, constituindo um GT com o CT Paraíba - D 28, participou da Operação BOGATUN II com o Navio-Tanque chileno Araucano, realizada a cerca de 200 milhas a leste da costa de Cabo Frio. Destacou-se a faina de transferência no mar, da Constituição para o Araucano, de bóia de pesquisa cientifica da Marinha Chilena, que fora recolhida à deriva no litoral do Rio Grande do Sul.
No período de 20 a 24 de outubro, participou da Operação ADEFASEX, realizada na costa do Rio de Janeiro, integrando o Grupo-Tarefa 710.2, sob o comando do Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, composto também pelas F Dodsworth - F 47 (capitania), Bosisio - F 48, Defensora - F 41 e União - F 45, CT Paraíba - D 28, Cv Frontin - V 33 e NT Marajó - G 27. Nessa comissão, ainda foram realizados exercícios e testes dos sensores de defesa aérea das F Dodsworth e Bosisio.
1998
Entre 24 e 28 de junho, acompanhada da Defensora – F 41, participou da Operação VENBRAS 98, realizada no Caribe em conjunto com a Marinha Venezuelana. O GT brasileiro foi comandado pelo CMG Pedro Gomes dos Santos. Foram visitados os portos de La Guaira e Puerto La Cruz.
2001
Entre 15 de janeiro e 16 de fevereiro, realizou Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento (CIAsA), tendo visitado o porto de Santos-SP.
Em 31 de janeiro, passou a subordinação do Comando do 1º Esquadrão de Escolta (ComEsqdE-1), criado pelo Decreto n.º 3682 de 06/12/2000, o mesmo que extinguiu o ComEsqdF-1.
2002
Entre 10 e 23 de março, realizou comissão, na área marítima entre o Rio e São Paulo, integrando um GT sob o comando do Contra-Almirante Tibério César Menezes Ferreira e capitaneado pelo NAe São Paulo - A 12. Em 15 de março, realizou com o apoio dos meios do NAe São Paulo o resgate dos 25 tripulantes do pesqueiro "Ferreira IV" que afundou no litoral próximo a Lage de Santos. Foi visitado o porto de Santos-SP.
Entre 16 e 26 de abril, participou da Operação ADEREX II/02, realizada na área marítima entre o Rio de Janeiro e São Paulo, acompanhada da F Dodsworth - F 47 (capitânia), F União - F 45, NDD Rio de Janeiro - G 31, CT Pernambuco - D 30 e o S Tapajó - S 33. Esses navios integravam o GT 804.2, sob o comando do comandante da 2.ª Divisão da Esquadra (Com2ªDivE) Contra-Almirante Ricardo Sérgio Paes Rios. Foi visitado o porto de Santos.
Entre 10 e 20 de setembro, realizou Operação TEMPEREX 02 no trecho Rio-Santos, integrando a Força-Tarefa 809 comandada pelo Vice-Almirante Euclides Duncan Janot de Mattos, ComenCh. A FT-809 era integrada pelo NAe São Paulo – A 12, pelas F Niterói - F 40, União – F 45, Dodsworth – F 47, Rademaker – F 49, CT Pernambuco – D 30 e os NT Marajó – G 27 e Almirante Gastão Motta – G 23.
Entre 14 e 24 de outubro, teve inicio a Operação UNITAS XLIII, realizada no trecho Rio de Janeiro – Salvador. Além da Constituição, participaram pela MB as F Bosísio – F 48 e União – F 45, o NT Almirante Gastão Motta – G 23, os S Timbira – S 32 e Tapajó – S 33, e forças distritais; pela Armada Argentina a F ARA La Argentina – D 11, a Cv ARA Rosales – P 42, NTr ARA Bahia San Blás – B 4 e o S ARA San Juan - S 42; pela Armada do Uruguai o CTE Montevideo - ROU 3; pela Armada da Venezuela o NT ARV Ciudad Bolívar - T 81; pela Armada da Espanha as F SMS Baleares – F 71 e SMS Reina Sofía – F 84 e pela USN o C USS Thomas S. Gates – CG 51 e a F USS Simpsom – FFG 56. Na ultima hora foi cancelada a participação do S ARA San Juan - S 42, que permaneceu no Rio de Janeiro.
Entre 28 de outubro e 1º de novembro, participou da Operação FRATERNO XXI, realizada em águas brasileiras entre Salvador e o Rio de Janeiro em conjunto com a Armada Argentina. Participaram pelo Brasil além da Constituição – F 42, a F Bosisio – F 48, NDD Ceara – G 30, o NT Marajó – G 27 e S Tapajó – S 33, além de uma Cia de Fuzileiros do Btl Paissandú, um Grupo de ComAnf, um DestacMEC e aeronaves da ForAerNav. Pela ARA participaram a F ARA La Argentina – D 11, a Cv ARA Rosales – P 42, NTr Bahia de San Blas – B 4 e o S. ARA San Juan – S 42, uma Cia do BIM 2, e um Destacamento do Tatico Buzo. Durante a FRATERNO XXI, foi realizada pela primeira vez uma Operação Anfíbia Combinada em território brasileiro entre as duas marinhas.
2003
Entre 14 e 29 de janeiro, participou da Operação ASPIRANTEX 03, junto com o NAe São Paulo – A 12 (capitania), F União – F 45, F Rademaker – F 49, CT Pernambuco – D 30, NDD Ceará - G 30, NT Alte. Gastão Motta – G 23 e o S Tapajó – S 33. Escalou no porto de Fortaleza-CE.
Em 10 de setembro, partiu do Rio integrando um GT com as F Dodsword - F 47, Bosísio - F 48 e União - F 45, para realizar exercícios no litoral entre o Rio de Janeiro e Espírito Santo. Foi visitado o porto de Vitória-ES. Na madrugada desse dia a cerca de 15 milhas ao sul da Ilha Rasa, o Super Lynx - N 4007 sofreu uma pane vindo a colidir levemente com o convôo e depois caindo ao mar vindo a afundar. Foram resgatados o co-piloto e o fiel da aeronave. Os destroços da aeronave com o corpo do piloto, CT Danilo Guedes Ramos , foi resgatado dias mais tarde pelo Navio de Apoio fretado da PETROBRAS “Seaway Harrier”.
2004
Em março, Iniciou o Programa de Modernização - ModFrag. O canhão Vickers de 4.5 pol da popa foi retirado e será instalado na Cv Barroso - V 34.
Em junho, o navio ainda estava no inicio do seu processo de modernização, com seus compartimentos sendo preparados para receber os novos equipamentos. A previsão para o termino dos trabalhos era então dezembro de 2005.
2006
Em 24 de fevereiro, concluiu os últimos testes de aceitação dos seus sistemas, retornando ao setor operativo. Assim foi concluído o Programa de Modernização das Fragatas classe Niterói.
Entre 9 e 13 de março, esteve em Santos-SP.
Entre 30 de junho e 3 de julho, esteve em Santos-SP, junto com a Cv Frontin - V33.
Entre 31 de julho e 17 de agosto, participou da Operação ADEREX-II/06, que se realizou na área marítima entre São Paulo e o Espírito Santo, integrando Grupo-Tarefa composta também pelas F Niterói – F 40, Independência – F 44, Rademaker – F 49, CT Pará – D 27, Cv Frontin – V 33, NSS Felinto Perry – K 11 e o S Tapajó – S 33. A comissão foi acompanhada pelo Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Álvaro Luiz Pinto, o Chefe do Estado-Maior da Esquadra, Contra-Almirante João Arthur do Carmo Hildebrandt, o Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Francisco Antônio de Magalhães Laranjeira e o Comandante da 2ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Rodrigo Otávio Fernandes de Hônkis, também Comandante do Grupo-Tarefa.
Foram visitados os portos de Santos-SP, entre os dias 04 e 07/08, com exceção da Frontin e do Tapajó, e Vitória-ES , entre os dias 11 e 14/08.
Entre 9 e 14 de outubro, participou da Operação FRATERNO XXV, que nesta edição foi realizada em águas argentinas, entre Puerto Belgrano e Necochea, integrando o Grupo-Tarefa 709.5, que incluía ainda a F Rademaker - F 49, o NDD Ceará - G 30 e o S Tamoio - S 31. O GT brasileiro, sob o comando do Comandante do 1º Esquadrão de Escolta, CMG Rodolfo Henrique de Saboya, partiu do Rio de Janeiro em 26 de setembro, e escalou em Rio Grande de 29/09 a 02/10. O Grupo-Tarefa argentino, foi formado pela F ARA La Argentina - D 11, CT ARA Hercules - D 1, Cv ARA Parker - F 44 e Gómez Roca - F 46, NApLog ARA Patagônia - B 1, NA ARA Teniente Olivieri - A 2 e ARA Punta Alta - Q 63 e o S ARA Salta - S 31.e aeronaves da ANA, sob o comandado do Comandante da Division de Corbetas, Capitan-de-Navio Leandro Ramón Gurina. Foi visitada a Base Naval de Puerto Belgrano, de onde partiu no dia 17, destacando-se do GT na manhã do dia 20, seguindo para Itajaí.
Depois de participar da Operação FRATERNO XXV, seguiu para Itajaí-SC, de onde suspendeu no dia 25 de outubro, após alguns dias de escala para o descanso da tripulação, para participar da Operação ATLASUR VI. Chegou a Montevideo em 28 de outubro. A ATLASUR foi realizada na costa uruguaia entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. Além da Constituição, participaram da Operação, formando a Força-Tarefa 19, sob o comando do Contra-Almirante (ROU) Hugo Vigliettio, pela Marinha da África do Sul a F SAS Isandlwana; pela Armada do Uruguai, a F ROU Montevideo – ROU 3, o NApLog ROU General Artigas, NV ROU Temerário – ROU 31, ROU Fortuna – ROU 33 e ROU Audaz – ROU 34, NPa ROU XV de Noviembre – ROU 6 e o RbAM ROU Maldonado; pela Armada Argentina, a Cv ARA Robinson – F 45.
R e l a ç ã o d e C o m a n d a n t e s
I m a g e n s
B i b l i o g r a f i a
- Baker III, A.D. Combat Fleets of the World 1998-1999. Annapolis, MD: Naval Institute Press, 1998.
- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.74-75.
- NOMAR - Notícias da Marinha, Rio de Janeiro, SRPM, n.º 443, mai. 1980; n.º 448, out. 1980; n.º 451, jan. 1981; n.º 454, abr. 1981; n.º 457, jul. 1981; n.º 458, ago. 1981; n.º 459, set. 1981; n.º 462, dez. 1981; n.º 463, jan. 1982; n.º 467, mai. 1982; n.º 496, out. 1984; n.º 503, jul. 1985; n.º 507, nov. 1985; n.º 509, jan. 1986; n.º 517, set. 1986; n.º 520, dez. 1986; n.º 533, jan. 1988; n.º 534, fev. 1988; n.º 535, mar. 1988; n.º 537, mai. 1988; n.º 539b, jul. 1988; n.º 542, out. 1988; n.º 556, dez. 1989; n.º 561, mai. 1990; n.º 564, ago. 1990; n.º 566, out. 1990; n.º 570, fev. 1991; n.º 597, jan. 1993; n.º 620, ago. 1994; n.º 623, set. 1994; n.º 666, nov. 1997; n.º 667, dez. 1997; n.º 727, nov. 2002; n.º 728, dez. 2002.
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- Revista Segurança & Defesa, Rio de Janeiro, Contec Editora, N.º7/1985.
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- Revista Passadiço - Publicação do Centro de Adestramento Almirante Marques Leão. Niterói, Niterói, RJ, n.º 21, Ano XIV, 2001.
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- Site Porto Gente - www.portogente.com.br
- ALIDE - Agência Linha de Defesa. |
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