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N/T Lorena BR - PPTA

Foto:Rafael Ferreira Viva, Santos/SP - Atracado Terminal da Alamoa, pier 2 - 29.04.06

Classe 46 - Londrina

Brasão do navio

D a t a s

Batimento de Quilha (Keel Laid): 2 de outubro de 1989 (2nd October 1989)

Lançamento (Launch): 6 de outubro de 1994 (6th october 1994)

Incorporação (Delivered): 20 de agosto de 1996 (20th August 1996)

C a r a c t e r í s t i c a s (Main Particulars)

Nome (Name): Lorena BR

Nomes Anteriores (Former Names): Lorena, 1997

Prefixo (Call Sign): PPTA

IMO nr: 8617055

Estaleiro construtor (Builder/hull number): Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, RJ, casco nr. 318 (Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, RJ, hull nr. 318).

Dimensões (/dimensions): 185,00 m de comprimento total (loa); 176,00 m de comprimento entre perpendiculares (lbp); 29,00 m de boca (breadth); 12,92 m de calado (draft); 17,00 m de pontal (depth); 146,95 m de distância do passadiço à proa (distance between bridge wing and bow); 38,08 m Distância do passadiço à popa (distance between bridge wing and stern); 4,20 m de borda livre (free board).

Deslocamento (Displacement): 55.100 tons.

Porte Bruto (Dwt): 44.783 tons

Toneladas Brutas/Liquidas (Grt/Nrt): 23.669 tons/13.130 tons

Navio Leve (Light Ship): 10.846 tons

Equipamentos para manuseio de carga (Cargo Gear): Guindastes eletro-hidráulicos - 2 x 10 tons (Cranes - eletro-hydraulic - 2 x 10 tons)

Tanques de Carga (Cargo tanks): 9 + 2 slops capazes de levarem carga também (9 + 2 slops suitable to receive cargo)

Tanques de Óleo Combustivel (HFO Tanks):  2 - Capacidade (Capacity): 800 m3

Tanques de Óleo diesel (MDO Tanks): ? - Capacidade (Capacity): ? m3

Tanques de Óleo lubrificante (Lub oil tanks): ? - Capacidade (Capacity): ? litros (liters)

Tanques de Lastro (Ballast Tanks): 12 - Capacidade (Capacity): 18.442 m3

Tanques de Água Potável (Fresh water tanks):  ? - Capacidade (Capacity): ? tons

Motor Principal (Main Engine): 1 motor B&W de 5 cilindros tipo 5L50MC de 7.430 bhp de potência x 123 rpm (1 engine B&W 5cy type 5L50MC -7.430 bhp x 123 rpm).

Motores Auxiliares (Auxiliary Engines):  MAN/B&W type 8T23L-H4E de 714 Kw x 720 rpm

Consumo de Combustível (Hfo Consuption): 23,3 tons x 24 hrs (MCP) + 29,5 tons (Boiler)

Caldeiras (Boilers): 2 tipo aqua-tubular 

Destilador de Água (Water Generator): tipo Atlas - capacidade de produção diária (Daily capacity): 16,5 m3

 Raio de Ação (Endurance): 15.000 nm

Velocidade (Speed): 13,7 nós (Knots)

Equipamentos de Navegação (Navigation Equipaments): 

Agulha magnética (Magnenetic compass): Coester
Agulha giroscópica (Gyro compass): C.PLATH
Registrador de rumos (Autopilot): SEMCO
Radiogoniômetro (Radiogoniometer): JRC 
Odômetro (Odometer): Sinrad
Ecobatímetro (Echo sounder): Coester
RADAR-ARPA (Radar/Arpa system): SPERRY
GPS (Gps):  1 x JRC, 1 x FURUNO 

Equipamentos do navio (Ships Equipment):

Ferros (Anchor): 2 + 1 sobressalente tipo Patente - 5 tons cada (2 + 1 spare Patent type - 5 tons each)
Comprimento das amarras em quarteladas (Lenght between schakles): 11
Guinchos (Handling Winches): 4
Molinetes (Mooring Winches): 2
Baleeiras (Life boats): 1 - Free fall type
Balsas infláveis (Inflable boats): 5
Turcos: 3 (tipo roller)
Bóias salva-vidas (life rafts): 14
Extintores de incêndio (Fire Portable Equipaments): Espuma (foam): 14; CO2: 20; Pó quimico (Chemical powder): 31
Postos de incêndio (Fire stations): 49

Equipamentos de Amarração (Mooring Equipment):
Cabos de aço (
Steel ropes): ?
Cabos de fibra sintética
(Nylon ropes): ?
Cabo de reboque
(Towing line): Tipo Arame (Wire) - Comprimento (lenght): 200 mts x Diâmetro (Diameter): 12"

Navios da classe (class units):

Navio (Vessel) Estaleiro (Yard) Casco (Hull) Ano (Year) IMO Prefixo (Call Sign)
LONDRINA Caneco 317 12.94 8617043 PPST
LORENA, LORENA BR Caneco 318 08.96 8617055 PPTA

H i s t ó r i c o (History)

- O navio tanque LORENA foi a segunda unidade de uma série de dois navios encomendados em 1986 pelo armador Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás/Frota Nacional de Petroleiros - Fronape, ao estaleiro Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, RJ, para serem utilizados em rotas de cabotagem.

Sua construção foi conturbada, devido a processo falimentar do estaleiro construtor, o que fez com que o mesmo abandonasse o contrato de compromisso assumido com a Petrobrás, sendo o navio praticamente entregue em julho de 1996, sem estar totalmente pronto, ainda sem condições de habitabilidade e operacionalidade. Então delegada à sua primeira guarnição a missão de preparar o navio para o tráfego, ou seja, a navegar e operar efetivamente. Sob este  grande desafio assumiu o seu comando o CLC Mauro Tavares de Paula, seu primeiro Comandante.

 O navio foi batizado em homenagem à cidade de Lorena,  Estado de São Paulo e foi registrado no porto do Rio de Janeiro.

(The tanker LORENA was the 2nd unity of a serie of two vessels ordered on 1986 to Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, by Petroleo Brasileiro S.A. - Petrobras/Frota Nacional de Petroleiros - Fronape, to be used in coastal trade.

 Her building was problematic due to shipyard bankrupt process before the end of her construction. Petrobras was forced to take over the vessel on july of 1996, without vessel be completed, fitted and  consequently ready for trade. To granted vessel will become full opertional, Petrobras delegate this hard job to her first crew. Under this hard duty the Capitain CLC Mauro Tavares de Paula was nominated her first Captain.

She was was named in homage to City of Lorena, São Paulo State and her port of register was Rio de Janeiro.)

N/T Lorena

 Primeira Guarnição/First brazilian crew:

Nome/Name

Função/Rank

CLC Mauro Tavares de Paula

Comandante/Captain

CCB Raimundo Nonato de Castro Mello

Imediato/Chief Officer

1ON André Luiz Santos Ribeiro

1o Piloto/2nd Officer

2ON Wilson Esguersoni Martins

2o Piloto/2nd Officer

BBD Paulo Vitorino da Silva

Bombeador/Pumpman

CTR Ademir Euclides da Silva

Contramestre/Bosun

MNC Sebastião Jorge de Souza

Marinheiro de convés/AB

MNC Pedro Vitório

Marinheiro de convés/AB

MNC Carlos João Mariano

Marinheiro de convés/AB

MOC Ernesto da Silva Neto

Moço de convés/OS

OSM Armínio de Brito Resende

Chefe de Máquinas/Chief Engineer

1OM Waldiney dos Santos Souza

1o Maquinista/1st Engineeer

2OM Edson Virgínio Alves Júnior

2o Maquinista/2nd Engineer

2OM José Maria Cruz Lima

2o Maquinista/2nd Engineer

2OM Renato Luiz de Alcântara

2o Maquinista/2nd Engineer

ELT Francisco de Paula Matos Filho

Eletrecista/Eletrician

MEC Delmiro Soares dos Santos

Mecânico/Fitter

MNM Jerônimo Canuto Teixeira

Marinheiro de Máquinas/Oiler

MNM Walter Miranda de Jesus

Marinheiro de Máquinas/Oiler

MNM Luiz Carlos da Luz

Moço de Máquinas/Wiper

ASD Ademir Rodrigues Py

Enfermeiro/Male Nurse

CZA Mário Lézio de Almeida Martins

1o Cozinheiro/Chief Cook

CZA João Barbosa da Silva

2o Cozinheiro/2nd Cook

TAA Almir Luiz dos Santos

Taifeiro/Steward

 

Joseph Mc Millian - Flags of the World Website

 

Descrição do navio (Ships description)

  O N/T LORENA é um navio tanque para transporte de petróleo (80oC) e produtos escuros, de casco duplo, lastro segregado, superestrutura e praça de máquinas a ré. O navio está subdividido em 9 tanques de carga, 2 tanques de sobras (que podem levar carga), 10 tanques de lastro laterais em “L”, tanques de colisão de vante e ré, casa de bombas e praça de máquinas. A superestrutura de acomodações foi projetada com 5 conveses  para 28 tripulantes e 8 extra-rol totalizando 36 pessoas 

A estrutura do navio em aço soldado, cavername longitudinal na região dos tanques de carga e transversal na proa, popa e praça de máquinas, foi construída de acordo com as regras e regulamentos do “Bureau Veritas”. O casco é de aço naval comum exceto as longitudinais que são de aço de alta resistência “AH36”.

O casco externo é protegido por sistema de corrente impressa. As caixas de mar e tanques de lastro possuem anodos de zinco dimensionados para um período de 4 anos.

 

O fundo dos tanques de carga recebe proteção catódica por anodos de zinco para 4 anos. Estes anodos foram instalados para evitar a corrosão galvânica do fundo causada pelas serpentinas de aquecimento (quando a carga tem água).

Sistema de carga, lastro, drenagem e limpeza

O sistema de carga foi projetado para o transporte de 2 produtos simultaneamente em duas segregações de aproximadamente 50% da capacidade cada uma. Foi projetado para permitir o carregamento do navio em 10 horas (através de drop lines) e a descarga em 20 horas, incluindo a drenagem total e a limpeza de tanques (COW) de acordo com requisitos da IMO.

O sistema permite a limpeza de 1 tanque com aquecimento ou 2 tanques, simultaneamente, a frio. A bomba de dreno executa a drenagem dos tanques, redes e casa de bombas e descarrega para a tomada de carga através de rede independente de 100mm. A existência de pocetos na aspiração dos tanques de carga permite atingir um volume residual inferior a 890 litros por tanque.

 

Este complexo sistema é composto pelos seguintes equipamentos: 04 Turbo-bombas de carga fundido centrifugado de 300mm no interior dos tanques e casa de bombas; 02 Redes de aço comum no convés principal de 450mm; 01 Bomba alternativa à vapor para drenagem de 60 m3 /hr x 110 mca; 02 Edutores para limpeza de tanques de 120 m3/hr x 32 mca; 02 Máquinas de limpeza fixas por tanque, tipo não programável, de 45 m3/hr x 8 bar; 01 Aquecedor de limpeza de tanques de 150 m3/hr e elevação de temperatura de 70o C; 08 Máquinas de limpeza portátil de 30 m3/hr x 8 bar.

 

O sistema de lastro segregado foi projetado para permitir o deslastro incluindo a drenagem dos tanques em 10 horas e consta dos seguintes equipamentos: 02 Bombas de lastro elétricas, com duas velocidades e 1200m3/h x 21mca e 900m3/h x 45mca + 02 Edutores de lastro de 200m3/h x 22mca

Sistema de aquecimento e manutenção da temperatura dos tanques de carga

Os tanques de carga possuem serpentinas de aquecimento de latão-alumínio dimensionadas para elevar a temperatura de 60o a 80o em 96 horas.

Para o controle desta operação foram previstos sensores de temperatura remotos, no CCC, para leitura da temperatura em 3 posições dos tanques de carga.  

 

Luiz Gustavo Cruz Henriques da Silva

Sistema de supervisão das operações de carga e lastro

O navio possui um centro de controle de carga no convés do tombadilho permitindo a supervisão centralizada das operações de carga e lastro.

Ali estão localizados: 

·        Painel de comando de válvulas;

·        Painel de comando das bombas de carga, lastro e dreno;

·        Painel de indicação e alarme de níveis, temperaturas, pressões dos tanques de carga e nível dos tanques de lastro;

·        Painel de controle do sistema de gás inerte;

·        Painel de monitoração da concentração de óleo na água descarregada de tanques de carga; e

·        Calculador de esforce on-line.

 

Sistema de gás inerte e desgaseificação de tanques

 

O gás inerte é obtido a partir de gases de combustão coletados na descarga das caldeiras, lavados e resfriados por água salgada na torre de unidade de tratamento. O sistema foi concebido para partida manual, operação automática e supervisão centralizada no painel mímico do gás inerte no CCC. Possui dois ventiladores, cada um a 100% da capacidade da torre de tratamento (6500m3/h).

O gás inerte é distribuído para os tanques de carga através de um selo de convés do tipo semi-seco, entrando nos tanques através de bicos de insuflamento e escapando através de postes de ventilação para cada tanque.

A ventilação dos tanques pode ser efetuada através dos ventiladores de gás inerte aspirando ar atmosférico ou através de exaustores portáteis a vapor existentes a bordo (total de 8). A ventilação de todos os tanques de carga com os exaustores portáteis é efetuada em 10 horas.

 

Sistema de supervisão dos tanques de carga e lastro

 

        Este sistema fornecido pela AUTRÔNICA consta de: 

·        Indicador de nível dos tanques de carga tipo radar;

·        Sensor de nível muito alto dos tanques de carga tipo capacitativo;

·        Indicador de nível dos tanques de lastro tipo eletro-pneumático;

·        Indicador de temperatura dos tanques de carga (PT100);

·        Indicação de pressão dos tanques de carga;

·        Unidade central de processamento e alarmes;

·        Calculador de esforços com sistemas ON e OFF LINE; e

·        3 indicadores portáteis para uso no convés.

 

A confiabilidade do sistema é garantida pela escolha de 1 único subfornecedor que se responsabiliza pela integração das partes 

 

Manutenção e controle da pressão dos tanques de carga

 

A operação de carga e descarga foi concebida para ser realizada com os tanques fechados.

A segurança da operação é feita pelas válvulas de pressão e vácuo PRES-VAC dimensionadas para uma vazão de 1300m3/h mais 25% para evolução gasosa, o que corresponde a uma capacidade de alívio de 1625m3/h.

Existe ainda, na linha de gás inerte, um ruptor de pressão e vácuo e indicadores da pressão em cada tanque de carga. Equipamentos portáteis de sondagem, deteção de interface, amostragem e medidor de temperatura, para uso em tanques com atmosfera de gás inerte pressurizado, também encontram-se disponíveis.

   

Sistema VECS

 

O sistema controlador da emissão de vapores da carga para a atmosfera instalado no navio utiliza a rede de gás inerte  como coletor, e possui quatro tomadas para conexão à rede do terminal junto às tomadas de carga à meia-nau. O painel de alarmes e monitoração do VECS está instalado no CCC.

 

Sistema de prevenção contra poluição por óleo

 

O navio possui sistemas certificados de controle de poluição por óleo na Praça de Máquinas e na área de carga.

O deslastro de tanques de carga e slops é monitorado por um sistema AEG OILY S1000 MARK C. O deslastro pode ser feito pelas bombas de carga ou dreno.

O lastro dos tanques de carga só será feito em condições atmosféricas adversas, ou quando da limpeza dos tanques de carga com água.

 

Equipamento de convés

 

Dois guindastes de carga, eletro-hidráulicos, a meia-nau facilitam as operações de conexão e desconexão de mangotes. São projetados para uma SWL de 10 toneladas em condições de porto e de 8 toneladas no caso de operação em monobóias. 

Dois guindastes de provisões, eletro-hidráulicos, nos bordos da chaminé atendem o recebimento de provisões e peças para a Praça de Máquinas. São projetados para uma SWL de 5 toneladas. Dois molinetes a vapor, cada um com uma coroa, dois tambores e uma saia estão arranjados no convés do castelo. Dois guinchos de amarração a vapor, com um tambor e uma saia estão arranjados no convés principal  Dois guinchos de amarração a vapor, com dois tambores e uma saia estão arranjados no convés principal No convés do castelo, na linha de centro, está arranjado um mordente para amarração em monobóia conforme requerido pelas normas da OCIMF. 

 

Adicionalmente  dois mordentes do tipo “tongue tipe” para SEL 200 toneladas estão arranjados no convés do castelo.

O sistema de reboque de emergência (notação ETA) é composto de 1 guincho para recolhimento, 1 batente para fixação do cabo de reboque de emergência e caixa de fibra de vidro com bóias e cabos arranjados no convés do tombadilho. No castelo de proa, alinhada com o mordente para amarração em monobóia, está localizada uma caixa com amarra para o reboque de emergência.

 

Sistema de combate à incêndio

 

 O navio possui instalações fixas e portáteis de combate à incêndio conforme regras do SOLAS e DPC, aprovadas pela sociedade Classificadora Bureau Veritas.

 

As instalações de Combate a Incêndio são:

 

a) CO2 para alagamento dos seguintes compartimentos: 

·        Praça de Máquinas;

·        Compartimento de Purificadores;

·        Centro de Controle de Máquinas;

·        Caixão de ar de lavagem do MCP;

·        Casa de Bombas; e

·        Paiol de tintas.

 

b) Espuma: 

·        Convés principal exposto;

·        Região das caldeiras; e

·        Casa de bombas.

 

c) Água do mar: 

·        Praça de máquinas;

·        Convés exposto;

·        Superestrutura; e

·        Casa de bombas.

 

A moto-bomba de incêndio de emergência é do tipo eletro-hidráulica, localizada no convés principal no compartimento das unidades hidráulicas, com bomba de sucção no tanque de lastro no. 5 BB.

O sistema de espuma utiliza a bomba de incêndio/serviços gerais e uma bomba de concentrado de espuma permitindo uma operação simples e segura.

O combate ao incêndio está centralizado na Estação de Combate a Incêndio, situada no convés principal, onde encontram-se os painéis de comando dos sistemas de detecção de incêndio, combate à incêndio, fechamento de dampers e válvulas de óleo combustível e parada de equipamentos elétricos.

 

 

Equipamento de abandono

 

É composto de uma embarcação salva vida para 40 pessoas (tipo free fall), quatro balsas infláveis para 20 pessoas, um bote de resgate para 8 pessoas a BE da superestrutura e uma balsa para 6 pessoas no castelo compõem o equipamento principal de abandono, permitindo o atendimento às regras concernentes e à segurança da tripulação no caso de uma fatalidade. Das quatro balsas inflamáveis para 20 pessoas, duas localizadas a BE possuem turco para resgate.

O uso de turco com acionamento elétrico para o bote de resgate e eletro-hidráulico para a baleeira, garante uma operação segura de recolhimento das embarcações.

O bote de resgate foi concebido para facilitar o resgate de pessoas no mar. A legislação permite o uso da baleeira como bote de resgate. A colocação de um bote de resgate independente foi motivada pela facilidade de arriar e suspender desta embarcação.

 

1997

- O navio é renomeado LORENA BR. 

- É agraciado com o premio Fronape "Imprescindível Segurança no Mar - 1997".

(- Vessel renamed LORENA BR.) 

(- Awarded with Fronape "Safety and Security at Sea" )

1998

- É agraciado com o premio Fronape "Navio 1000 - 1998".

(- Awarded with Fronape "Navio 1000 - 1998".)

1999

- É novamente agraciado com o premio Fronape "Navio 1000 - 1999".

(- Awarded again with Fronape "Navio 1000 - 1999".)

2000

- Renomeado LORENA BR

(- Renamed LORENA BR.)

- Agraciado pela Fronape com  o Certificado de Mérito com 1 estrela a estrela corresponde a 360 dias de serviço sem acidente com afastamento a bordo.

(- Awarded by Fronape with Merit Certificate - 1 star. each star is regarding one year without accidents.)

2001

O gerenciamento do navio é transferdo para Petrobras Transporte S.A. - Transpetro, Rio de Janeiro, RJ.

(- Petrobras transfer vessel management to Petrobras Transporte S.A. - Transpetro, Rio de Janeiro, RJ.)

Luiz Gustavo Cruz Henriques da Silva

- Agraciado pela Fronape com  o Certificado de Mérito com 2 estrelas, pelo segundo ano consecutivo sem acidentes com afastamento

(- Awarded by Fronape with Merit Certificate-  2 stars.)

2002

Fatos alcançados pelo navio no ano:

· índice operacional de 100% desde sua entrega ao tráfego;

· rumando para o quarto ano sem acidentes no trabalho;

· índice zero de poluição;

· navegou mais de 350.000 milhas náuticas (ou 16,2 voltas em torno da Terra);

· transportou até então cerca de 550.000 toneladas métricas de óleo, sem jamais ter saído do tráfego, cumprindo todas as programações para o qual foi nomeado;

· obtenção junto com a Transpetro o Certificado de Gerenciamento de Segurança e o de Gerenciamento Ambiental.

- 16 de março - Completou seu terceiro anos sem acidentes de trabalho.

Metas Alcançadas ( até 2002)

Recorde de 1095 dias sem acidentes de trabalho (16/03/02);

Índice zero em acidentes de poluição;

Índice zero em acidentes de navegação e grandes avarias;

Índice de Pronto a Operar (IPO): 100% desde sua entrega;

Primeiro navio da Frota a quebrar a barreira dos 800 pontos nas Auditorias Navio 1000;

Primeiro navio a receber o Certificado do Código ISM  pela Gerência;

Primeiro navio da frota a renovar o Certificado do Código ISM;

Margem bruta de contribuição em 2001 – 54,09%.

2005

Assume o posto de Imediato a 1ON Hildelene Lobato Bahia (CIABA Turma de 2000), a primeira mulher a assumir o posto de Imediato em um navio mercante nacional

(- The 1st Oddicer Hildelene Lobato Bahia was promoted and take the funcios of Chief Officer, becomimg the first woman to be Chief Officer on board of a brazilian merchant ship.)

Jornal Transpetro - Ano 5 - br 81 - Julho 2008 -pag 3

2006

 - Agosto - Docado para  manutenção geral no Rio de Janeiro

(- August - Drydocked at Rio de Janeiro.)

Lorena BR Docado no Rio de Janeiro - Yuri H. Nousiainen - 19.08.06

R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

Comandante

Período

CLC Mauro Tavares de Paula - Primeiro Comandante

??/07/97 à ??/??/??

CLC Edvaldo A.F. Costa

??/??/?? à ??/??/??

CLC Carlos Alberto Torres

??/??/?? à ??/??/??

CLC José Menezes Filho

??/??/?? à ??/??/??

CLC Jadir J. G. Casartelli

??/??/?? à ??/??/??

CLC José Luiz Gonçalves Torres

??/??/?? à ??/??/??

CLC Paulo Roberto dos Santos Almeida

??/??/?? à ??/??/??

CLC José Luiz M. da Silva

??/??/?? à ??/??/??

CLC Anselmo Torres de Oliveira

??/??/?? à ??/??/??

CLC Gilberto Maciel da Silva

??/??/?? - ??/??/??

CLC Mauro Tavares de Paula

14/11/03 à ??/??/??

CLC Mauro Tavares de Paula

2008

 

I m a g e n s

lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_fundeado.jpg (22268 bytes) (1) lorena_br_ml_020300.jpg (47419 bytes) (2) lorena_br_ml_020300_2.jpg (49256 bytes) (3) lorena_br_ml_270200_2.jpg (48326 bytes) (4) lorena_br_ml_270200_3.jpg (46834 bytes) (5)   lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_14_crane_manifold.jpg (66578 bytes) (6) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_2.jpg (30809 bytes) (7) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_4.jpg (58053 bytes) (8) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_6_detalhe_proa.jpg (57936 bytes) (9) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_passadico.jpg (35252 bytes) (10)  lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_8_repetidora_radar.jpg (30417 bytes) (11) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_12_conves.jpg (49650 bytes) (12) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_13_conves.jpg (46716 bytes) (13) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_conves.jpg (65299 bytes) (14) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_5.jpg (32089 bytes) (15)   lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_11_navegando.jpg (33831 bytes) (16) lorena_luizgustavoceuzhenriquesdasilva_3.jpg (49171 bytes) (17) (18) (19) (20) (21) (22) (23)  (24)

 

Fotos (1, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17) - PON Luiz Gustavo Cruz Henriques da Silva - 2002 ( Com detalhe especial à foto nr. 7 aonde aparece pintado na lateral do passadiço de BB o Prêmio Fronape de qualidade e as fotos 11 e 12 mostrando seu passadiço)

Fotos (2, 3 e 24) Marcelo Lopes, Santos, SP - Suspendendo do Terminal da Alemoa - 02.03.00

Fotos (4 e 5) - Marcelo Lopes - Santos, SP - Atracado no Terminal da alemoa, pier nr. 2 - 27.02.00

Foto 18: Edson Lima Lucas - Rio de Janeiro/RJ

Foto (19-20): Silvio Roberto Smera - Santos SP - 2.12.05 - 28.04.06

Foto (21): Rafael Ferreira Viva - Santos/SP - 29.04.06

Foto (22-23): Felipe Carvajal - Salvador/BA - n oard of M/T Cabo Pilar - 21.03.07

F o n t e s (Sources):

-  Register of Ships - 1997/1998, - Lloyds Register of Shipping, Londres, Inglaterra.

-  Register of Ships - 1993/1994, - Lloyds Register of Shipping, Londres, Inglaterra.

- Marcelo Machado Lopes da Silva - Arquivos Pessoais - Santos, SP

- Lloyds Maritime In teligence Unity: http://www.lloydsmiu.com/lmiu/index.htm

- Brazilian Ships Through the Years - Part 5 - Tankers - John Sins, Spijkenisse, Holand, May, 2007

- Lloyds Fairplay Internet Ships Register - www.ships-register.com

- CLC José Menezes Filho - Transpetro - INGER - Rio de Janeiro, RJ

- 1ON Luiz Gustavo Cruz Henriques da Silva - Anotações Pessoais - (Personal Files)

Nosso agradecimento ao CLC Gilberto Maciel da Silva pelo consentimento na liberação das informações enviadas para o site.