Portugues - NAVIOS MERCANTES BRASILEIROS - English
N/T Lorena BR - PPTA
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Foto:Rafael Ferreira Viva, Santos/SP - Atracado Terminal da Alamoa, pier 2 - 29.04.06
Classe 46 - Londrina

Brasão do navio
D a t a s
Batimento de Quilha (Keel Laid): 2 de outubro de 1989 (2nd October 1989)
Lançamento (Launch): 6 de outubro de 1994 (6th october 1994)
Incorporação (Delivered): 20 de agosto de 1996 (20th August 1996)
C a r a c t e r í s t i c a s (Main Particulars)
Nome (Name): Lorena BR
Nomes Anteriores (Former Names): Lorena, 1997
Prefixo (Call Sign): PPTA
IMO nr: 8617055
Estaleiro construtor (Builder/hull number): Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, RJ, casco nr. 318 (Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, RJ, hull nr. 318).
Dimensões (/dimensions): 185,00 m de comprimento total (loa); 176,00 m de comprimento entre perpendiculares (lbp); 29,00 m de boca (breadth); 12,92 m de calado (draft); 17,00 m de pontal (depth); 146,95 m de distância do passadiço à proa (distance between bridge wing and bow); 38,08 m Distância do passadiço à popa (distance between bridge wing and stern); 4,20 m de borda livre (free board).
Deslocamento (Displacement): 55.100 tons.
Porte Bruto (Dwt): 44.783 tons
Toneladas Brutas/Liquidas (Grt/Nrt): 23.669 tons/13.130 tons
Navio Leve (Light Ship): 10.846 tons
Equipamentos para manuseio de carga (Cargo Gear): Guindastes eletro-hidráulicos - 2 x 10 tons (Cranes - eletro-hydraulic - 2 x 10 tons)
Tanques de Carga (Cargo tanks): 9 + 2 slops capazes de levarem carga também (9 + 2 slops suitable to receive cargo)
Tanques de Óleo Combustivel (HFO Tanks): 2 - Capacidade (Capacity): 800 m3
Tanques de Óleo diesel (MDO Tanks): ? - Capacidade (Capacity): ? m3
Tanques de Óleo lubrificante (Lub oil tanks): ? - Capacidade (Capacity): ? litros (liters)
Tanques de Lastro (Ballast Tanks): 12 - Capacidade (Capacity): 18.442 m3
Tanques de Água Potável (Fresh water tanks): ? - Capacidade (Capacity): ? tons
Motor Principal (Main Engine): 1 motor B&W de 5 cilindros tipo 5L50MC de 7.430 bhp de potência x 123 rpm (1 engine B&W 5cy type 5L50MC -7.430 bhp x 123 rpm).
Motores Auxiliares (Auxiliary Engines): MAN/B&W type 8T23L-H4E de 714 Kw x 720 rpm
Consumo de Combustível (Hfo Consuption): 23,3 tons x 24 hrs (MCP) + 29,5 tons (Boiler)
Caldeiras (Boilers): 2 tipo aqua-tubular
Destilador de Água (Water Generator): tipo Atlas - capacidade de produção diária (Daily capacity): 16,5 m3
Raio de Ação (Endurance): 15.000 nm
Velocidade (Speed): 13,7 nós (Knots)
Equipamentos de Navegação (Navigation Equipaments):
Agulha magnética (Magnenetic compass): Coester
Agulha giroscópica (Gyro compass): C.PLATH
Registrador de rumos (Autopilot): SEMCO
Radiogoniômetro (Radiogoniometer): JRC
Odômetro (Odometer): Sinrad
Ecobatímetro (Echo sounder): Coester
RADAR-ARPA (Radar/Arpa system): SPERRY
GPS (Gps): 1 x JRC, 1 x FURUNO
Equipamentos do navio (Ships Equipment):
Ferros (Anchor): 2 + 1 sobressalente tipo
Patente - 5 tons cada (2 + 1 spare Patent type - 5 tons each)
Comprimento das amarras em quarteladas (Lenght between
schakles): 11
Guinchos (Handling Winches): 4
Molinetes (Mooring Winches): 2
Baleeiras (Life boats): 1 - Free fall type
Balsas infláveis (Inflable boats): 5
Turcos: 3 (tipo roller)
Bóias salva-vidas (life rafts): 14
Extintores de incêndio (Fire Portable Equipaments): Espuma (foam): 14;
CO2: 20; Pó quimico (Chemical powder): 31
Postos de incêndio (Fire stations): 49
Equipamentos de Amarração
(Mooring
Equipment):
Cabos de aço (Steel ropes): ?
Cabos de fibra sintética
(Nylon ropes): ?
Cabo de reboque
(Towing line): Tipo Arame
(Wire)
- Comprimento
(lenght): 200
mts x Diâmetro
(Diameter): 12"
Navios da classe (class units):
| Navio (Vessel) | Estaleiro (Yard) | Casco (Hull) | Ano (Year) | IMO | Prefixo (Call Sign) |
| LONDRINA | Caneco | 317 | 12.94 | 8617043 | PPST |
| LORENA, LORENA BR | Caneco | 318 | 08.96 | 8617055 | PPTA |
H i s t ó r i c o (History)
- O navio tanque LORENA foi a segunda unidade de uma série de dois navios encomendados em 1986 pelo armador Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobrás/Frota Nacional de Petroleiros - Fronape, ao estaleiro Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, RJ, para serem utilizados em rotas de cabotagem.
Sua construção foi conturbada, devido a processo falimentar do estaleiro construtor, o que fez com que o mesmo abandonasse o contrato de compromisso assumido com a Petrobrás, sendo o navio praticamente entregue em julho de 1996, sem estar totalmente pronto, ainda sem condições de habitabilidade e operacionalidade. Então delegada à sua primeira guarnição a missão de preparar o navio para o tráfego, ou seja, a navegar e operar efetivamente. Sob este grande desafio assumiu o seu comando o CLC Mauro Tavares de Paula, seu primeiro Comandante.
O navio foi batizado em homenagem à cidade de Lorena, Estado de São Paulo e foi registrado no porto do Rio de Janeiro.
(The tanker LORENA was the 2nd unity of a serie of two vessels ordered on 1986 to Industrias Reunidas Caneco S.A., Rio de Janeiro, by Petroleo Brasileiro S.A. - Petrobras/Frota Nacional de Petroleiros - Fronape, to be used in coastal trade.
Her building was problematic due to shipyard bankrupt process before the end of her construction. Petrobras was forced to take over the vessel on july of 1996, without vessel be completed, fitted and consequently ready for trade. To granted vessel will become full opertional, Petrobras delegate this hard job to her first crew. Under this hard duty the Capitain CLC Mauro Tavares de Paula was nominated her first Captain.
She was was named in homage to City of Lorena, São Paulo State and her port of register was Rio de Janeiro.)
N/T Lorena
Primeira Guarnição/First brazilian crew:
|
Nome/Name |
Função/Rank |
|
CLC Mauro Tavares de Paula |
Comandante/Captain |
|
CCB Raimundo Nonato de Castro Mello |
Imediato/Chief Officer |
|
1ON André Luiz Santos Ribeiro |
1o Piloto/2nd Officer |
|
2ON Wilson Esguersoni Martins |
2o Piloto/2nd Officer |
|
BBD Paulo Vitorino da Silva |
Bombeador/Pumpman |
|
CTR Ademir Euclides da Silva |
Contramestre/Bosun |
|
MNC Sebastião Jorge de Souza |
Marinheiro de convés/AB |
|
MNC Pedro Vitório |
Marinheiro de convés/AB |
|
MNC Carlos João Mariano |
Marinheiro de convés/AB |
|
MOC Ernesto da Silva Neto |
Moço de convés/OS |
|
OSM Armínio de Brito Resende |
Chefe de Máquinas/Chief Engineer |
|
1OM Waldiney dos Santos Souza |
1o Maquinista/1st Engineeer |
|
2OM Edson Virgínio Alves Júnior |
2o Maquinista/2nd Engineer |
|
2OM José Maria Cruz Lima |
2o Maquinista/2nd Engineer |
|
2OM Renato Luiz de Alcântara |
2o Maquinista/2nd Engineer |
|
ELT Francisco de Paula Matos Filho |
Eletrecista/Eletrician |
|
MEC Delmiro Soares dos Santos |
Mecânico/Fitter |
|
MNM Jerônimo Canuto Teixeira |
Marinheiro de Máquinas/Oiler |
|
MNM Walter Miranda de Jesus |
Marinheiro de Máquinas/Oiler |
|
MNM Luiz Carlos da Luz |
Moço de Máquinas/Wiper |
|
ASD Ademir Rodrigues Py |
Enfermeiro/Male Nurse |
|
CZA Mário Lézio de Almeida Martins |
1o Cozinheiro/Chief Cook |
|
CZA João Barbosa da Silva |
2o Cozinheiro/2nd Cook |
|
TAA Almir Luiz dos Santos |
Taifeiro/Steward |

Joseph Mc Millian - Flags of the World Website
Descrição do navio (Ships description)
A
estrutura do navio em aço soldado, cavername longitudinal na região dos
tanques de carga e transversal na proa, popa e praça de máquinas, foi construída
de acordo com as regras e regulamentos do “Bureau Veritas”. O casco é de aço
naval comum exceto as longitudinais que são de aço de alta resistência
“AH36”.
O
casco externo é protegido por sistema de corrente impressa. As caixas de mar e
tanques de lastro possuem anodos de zinco dimensionados para um período de 4
anos.
O
fundo dos tanques de carga recebe proteção catódica por anodos de zinco para
4 anos. Estes anodos foram instalados para evitar a corrosão galvânica do
fundo causada pelas serpentinas de aquecimento (quando a carga tem água).
O
sistema de carga foi projetado para o transporte de 2 produtos simultaneamente
em duas segregações de aproximadamente 50% da capacidade cada uma. Foi
projetado para permitir o carregamento do navio em 10 horas (através de drop
lines) e a descarga em 20 horas, incluindo a drenagem total e a limpeza de
tanques (COW) de acordo com requisitos da IMO.
O sistema permite a limpeza de 1 tanque com aquecimento ou 2 tanques, simultaneamente, a frio. A bomba de dreno executa a drenagem dos tanques, redes e casa de bombas e descarrega para a tomada de carga através de rede independente de 100mm. A existência de pocetos na aspiração dos tanques de carga permite atingir um volume residual inferior a 890 litros por tanque.
Este complexo sistema é composto pelos seguintes equipamentos: 04 Turbo-bombas de carga fundido centrifugado de 300mm no interior dos tanques e casa de bombas; 02 Redes de aço comum no convés principal de 450mm; 01 Bomba alternativa à vapor para drenagem de 60 m3 /hr x 110 mca; 02 Edutores para limpeza de tanques de 120 m3/hr x 32 mca; 02 Máquinas de limpeza fixas por tanque, tipo não programável, de 45 m3/hr x 8 bar; 01 Aquecedor de limpeza de tanques de 150 m3/hr e elevação de temperatura de 70o C; 08 Máquinas de limpeza portátil de 30 m3/hr x 8 bar.
O sistema de lastro segregado foi projetado para permitir o deslastro incluindo a drenagem dos tanques em 10 horas e consta dos seguintes equipamentos: 02 Bombas de lastro elétricas, com duas velocidades e 1200m3/h x 21mca e 900m3/h x 45mca + 02 Edutores de lastro de 200m3/h x 22mca
Os
tanques de carga possuem serpentinas de aquecimento de latão-alumínio
dimensionadas para elevar a temperatura de 60o a 80o em 96
horas.
Para
o controle desta operação foram previstos sensores de temperatura remotos, no
CCC, para leitura da temperatura em 3 posições dos tanques de carga.
Luiz Gustavo Cruz Henriques da Silva
O
navio possui um centro de controle de carga no convés do tombadilho permitindo
a supervisão centralizada das operações de carga e lastro.
Ali estão localizados:
·
Painel de comando de válvulas;
·
Painel de comando das bombas de
carga, lastro e dreno;
·
Painel de indicação e alarme
de níveis, temperaturas, pressões dos tanques de carga e nível dos tanques de
lastro;
·
Painel de controle do sistema
de gás inerte;
·
Painel de monitoração da
concentração de óleo na água descarregada de tanques de carga; e
·
Calculador de esforce on-line.
Sistema
de gás inerte e desgaseificação de tanques
O
gás inerte é obtido a partir de gases de combustão coletados na descarga das
caldeiras, lavados e resfriados por água salgada na torre de unidade de
tratamento. O sistema foi concebido para partida manual, operação automática
e supervisão centralizada no painel mímico do gás inerte no CCC. Possui dois
ventiladores, cada um a 100% da capacidade da torre de tratamento (6500m3/h).
O
gás inerte é distribuído para os tanques de carga através de um selo de convés
do tipo semi-seco, entrando nos tanques através de bicos de insuflamento e
escapando através de postes de ventilação para cada tanque.
A
ventilação dos tanques pode ser efetuada através dos ventiladores de gás
inerte aspirando ar atmosférico ou através de exaustores portáteis a vapor
existentes a bordo (total de 8). A ventilação de todos os tanques de carga com
os exaustores portáteis é efetuada em 10 horas.
Sistema
de supervisão dos tanques de carga e lastro
Este sistema fornecido pela AUTRÔNICA consta de:
·
Indicador de nível dos tanques
de carga tipo radar;
·
Sensor de nível muito alto dos
tanques de carga tipo capacitativo;
·
Indicador de nível dos tanques
de lastro tipo eletro-pneumático;
·
Indicador de temperatura dos
tanques de carga (PT100);
·
Indicação de pressão dos
tanques de carga;
·
Unidade central de
processamento e alarmes;
·
Calculador de esforços com
sistemas ON e OFF LINE; e
·
3 indicadores portáteis para
uso no convés.
A
confiabilidade do sistema é garantida pela escolha de 1 único subfornecedor
que se responsabiliza pela integração das partes
Manutenção
e controle da pressão dos tanques de carga
A
operação de carga e descarga foi concebida para ser realizada com os tanques
fechados.
A
segurança da operação é feita pelas válvulas de pressão e vácuo PRES-VAC
dimensionadas para uma vazão de 1300m3/h mais 25% para evolução gasosa, o que
corresponde a uma capacidade de alívio de 1625m3/h.
Existe
ainda, na linha de gás inerte, um ruptor de pressão e vácuo e indicadores da
pressão em cada tanque de carga. Equipamentos portáteis de sondagem, deteção
de interface, amostragem e medidor de temperatura, para uso em tanques com
atmosfera de gás inerte pressurizado, também encontram-se disponíveis.
Sistema
VECS
O
sistema controlador da emissão de vapores da carga para a atmosfera instalado
no navio utiliza a rede de gás inerte como
coletor, e possui quatro tomadas para conexão à rede do terminal junto às
tomadas de carga à meia-nau. O
painel de alarmes e monitoração do VECS está instalado no CCC.
Sistema
de prevenção contra poluição por óleo
O
navio possui sistemas certificados de controle de poluição por óleo na Praça
de Máquinas e na área de carga.
O
deslastro de tanques de carga e slops é monitorado por um sistema AEG OILY
S1000 MARK C. O deslastro pode ser feito pelas bombas de carga ou dreno.
O
lastro dos tanques de carga só será feito em condições atmosféricas
adversas, ou quando da limpeza dos tanques de carga com água.
Equipamento
de convés
Dois guindastes de carga, eletro-hidráulicos, a meia-nau facilitam as operações de conexão e desconexão de mangotes. São projetados para uma SWL de 10 toneladas em condições de porto e de 8 toneladas no caso de operação em monobóias.
Dois guindastes de provisões, eletro-hidráulicos, nos bordos da chaminé atendem o recebimento de provisões e peças para a Praça de Máquinas. São projetados para uma SWL de 5 toneladas. Dois molinetes a vapor, cada um com uma coroa, dois tambores e uma saia estão arranjados no convés do castelo. Dois guinchos de amarração a vapor, com um tambor e uma saia estão arranjados no convés principal Dois guinchos de amarração a vapor, com dois tambores e uma saia estão arranjados no convés principal No convés do castelo, na linha de centro, está arranjado um mordente para amarração em monobóia conforme requerido pelas normas da OCIMF.
Adicionalmente
dois mordentes do tipo “tongue tipe” para SEL 200 toneladas estão
arranjados no convés do castelo.
O
sistema de reboque de emergência (notação ETA) é composto de 1 guincho para
recolhimento, 1 batente para fixação do cabo de reboque de emergência e caixa
de fibra de vidro com bóias e cabos arranjados no convés do tombadilho. No
castelo de proa, alinhada com o mordente para amarração em monobóia, está
localizada uma caixa com amarra para o reboque de emergência.
Sistema
de combate à incêndio
O
navio possui instalações fixas e portáteis de combate à incêndio conforme
regras do SOLAS e DPC, aprovadas pela sociedade Classificadora Bureau Veritas.
As
instalações de Combate a Incêndio são:
a) CO2 para alagamento dos seguintes compartimentos:
·
Praça de Máquinas;
·
Compartimento de Purificadores;
·
Centro de Controle de Máquinas;
·
Caixão de ar de lavagem do MCP;
·
Casa de Bombas; e
·
Paiol de tintas.
b) Espuma:
·
Convés principal exposto;
·
Região das caldeiras; e
·
Casa de bombas.
c) Água do mar:
·
Praça de máquinas;
·
Convés exposto;
·
Superestrutura; e
·
Casa de bombas.
A
moto-bomba de incêndio de emergência é do tipo eletro-hidráulica, localizada
no convés principal no compartimento das unidades hidráulicas, com bomba de
sucção no tanque de lastro no. 5 BB.
O
sistema de espuma utiliza a bomba de incêndio/serviços gerais e uma bomba de
concentrado de espuma permitindo uma operação simples e segura.
O
combate ao incêndio está centralizado na Estação de Combate a Incêndio,
situada no convés principal, onde encontram-se os painéis de comando dos
sistemas de detecção de incêndio, combate à incêndio, fechamento de dampers
e válvulas de óleo combustível e parada de equipamentos elétricos.
Equipamento
de abandono
É
composto de uma embarcação salva vida para 40 pessoas (tipo free fall), quatro
balsas infláveis para 20 pessoas, um bote de resgate para 8 pessoas a BE da
superestrutura e uma balsa para 6 pessoas no castelo compõem o equipamento
principal de abandono, permitindo o atendimento às regras concernentes e à
segurança da tripulação no caso de uma fatalidade. Das quatro balsas inflamáveis
para 20 pessoas, duas localizadas a BE possuem turco para resgate.
O
uso de turco com acionamento elétrico para o bote de resgate e eletro-hidráulico
para a baleeira, garante uma operação segura de recolhimento das embarcações.
O bote de resgate foi concebido para facilitar o resgate de pessoas no mar. A legislação permite o uso da baleeira como bote de resgate. A colocação de um bote de resgate independente foi motivada pela facilidade de arriar e suspender desta embarcação.
1997
- É agraciado com o premio Fronape "Imprescindível Segurança no Mar - 1997".
(- Vessel renamed LORENA BR.)
(- Awarded with Fronape "Safety and Security at Sea" )
1998
- É agraciado com o premio Fronape "Navio 1000 - 1998".
(- Awarded with Fronape "Navio 1000 - 1998".)
1999
- É novamente agraciado com o premio Fronape "Navio 1000 - 1999".
(- Awarded again with Fronape "Navio 1000 - 1999".)
2000
- Renomeado LORENA BR
(- Renamed LORENA BR.)
- Agraciado pela Fronape com o Certificado de Mérito com 1 estrela a estrela corresponde a 360 dias de serviço sem acidente com afastamento a bordo.
(- Awarded by Fronape with Merit Certificate - 1 star. each star is regarding one year without accidents.)
2001
O gerenciamento do navio é transferdo para Petrobras Transporte S.A. - Transpetro, Rio de Janeiro, RJ.
(- Petrobras transfer vessel management to Petrobras Transporte S.A. - Transpetro, Rio de Janeiro, RJ.)

Luiz Gustavo Cruz Henriques da Silva
- Agraciado pela Fronape com o Certificado de Mérito com 2 estrelas, pelo segundo ano consecutivo sem acidentes com afastamento
(- Awarded by Fronape with Merit Certificate- 2 stars.)
2002
Fatos alcançados pelo navio no ano:
·
índice operacional de 100% desde sua entrega ao tráfego;
·
rumando para o quarto ano sem acidentes no trabalho;
·
índice zero de poluição;
·
navegou mais de 350.000 milhas náuticas (ou 16,2 voltas em torno da Terra);
·
transportou até então cerca de 550.000 toneladas métricas de óleo, sem
jamais ter saído do tráfego, cumprindo todas as programações para o qual foi
nomeado;
- 16 de março - Completou seu terceiro anos sem acidentes de trabalho.
Metas Alcançadas ( até 2002)
•Recorde
de 1095 dias sem acidentes de trabalho (16/03/02);
•Índice
zero em acidentes de poluição;
•Índice
zero em acidentes de navegação e grandes avarias;
•Índice
de Pronto a Operar (IPO): 100% desde sua entrega;
•Primeiro
navio da Frota a quebrar a barreira dos 800 pontos nas Auditorias Navio 1000;
•Primeiro
navio a receber o Certificado do Código ISM
pela Gerência;
•Primeiro
navio da frota a renovar o Certificado do Código ISM;
•Margem
bruta de contribuição em 2001 – 54,09%.
2005
Assume o posto de Imediato a 1ON Hildelene Lobato Bahia (CIABA Turma de 2000), a primeira mulher a assumir o posto de Imediato em um navio mercante nacional
(- The 1st Oddicer Hildelene Lobato Bahia was promoted and take the funcios of Chief Officer, becomimg the first woman to be Chief Officer on board of a brazilian merchant ship.)
Jornal Transpetro - Ano 5 - br 81 - Julho 2008 -pag 3
2006
- Agosto - Docado para manutenção geral no Rio de Janeiro
(- August - Drydocked at Rio de Janeiro.)
Lorena BR Docado no Rio de Janeiro - Yuri H. Nousiainen - 19.08.06
R e l a ç ã o d e C o m a n d a n t e s
Comandante |
Período |
|
CLC Mauro Tavares de Paula - Primeiro Comandante |
??/07/97 à ??/??/?? |
|
CLC Edvaldo A.F. Costa
|
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC Carlos Alberto Torres |
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC
José Menezes Filho |
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC
Jadir J. G. Casartelli |
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC
José Luiz Gonçalves
Torres |
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC
Paulo Roberto dos Santos Almeida |
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC
José Luiz M. da Silva |
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC
Anselmo Torres de Oliveira |
??/??/?? à ??/??/?? |
|
CLC
Gilberto Maciel da Silva |
??/??/?? - ??/??/?? |
|
CLC Mauro Tavares de Paula |
14/11/03 à ??/??/?? |
|
CLC Mauro Tavares de Paula |
2008 |
I m a g e n s
(1)
(2)
(3)
(4)
(5)
(6)
(7)
(8)
(9)
(10)
(11)
(12)
(13)
(14)
(15)
(16)
(17)
(18)
(19)
(20)
(21)
(22)
(23)
(24)
Fotos (1, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14,
15, 16, 17) - PON Luiz Gustavo Cruz
Henriques da Silva - 2002 ( Com detalhe especial à foto nr. 7 aonde aparece
pintado na lateral do passadiço de BB o Prêmio Fronape de qualidade e as fotos 11 e
12 mostrando seu passadiço)
Fotos (2, 3 e 24) Marcelo Lopes, Santos, SP - Suspendendo do Terminal da Alemoa - 02.03.00
Fotos (4 e 5) - Marcelo Lopes - Santos, SP - Atracado no Terminal da alemoa, pier nr. 2 - 27.02.00
Foto 18: Edson Lima Lucas - Rio de Janeiro/RJ
Foto (19-20): Silvio Roberto Smera - Santos SP - 2.12.05 - 28.04.06
Foto (21): Rafael Ferreira Viva - Santos/SP - 29.04.06
Foto (22-23): Felipe Carvajal - Salvador/BA - n oard of M/T Cabo Pilar - 21.03.07
F o n t e s (Sources):
- Register of Ships - 1997/1998, - Lloyds Register of Shipping, Londres, Inglaterra.
- Register of Ships - 1993/1994, - Lloyds Register of Shipping, Londres, Inglaterra.
- Marcelo Machado Lopes da Silva - Arquivos Pessoais - Santos, SP
- Lloyds Maritime In teligence Unity: http://www.lloydsmiu.com/lmiu/index.htm
- Brazilian Ships Through the Years - Part 5 - Tankers - John Sins, Spijkenisse, Holand, May, 2007
- Lloyds Fairplay Internet Ships Register - www.ships-register.com
- CLC José Menezes Filho - Transpetro - INGER - Rio de Janeiro, RJ
- 1ON Luiz
Gustavo Cruz Henriques da Silva
Nosso agradecimento ao
CLC Gilberto Maciel da Silva pelo consentimento na liberação das informações
enviadas para o site.