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 No dia 15 de fevereiro, ocorreu o Batimento da Quilha do Navio-Patrulha (NPa) Miramar, em cerimônia presidida pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pires Ramos, nas dependências do Estaleiro Ilha S.A.(EISA), no Rio de Janeiro. É o terceiro Navio-Patrulha da série de cinco navios contratados pela Diretoria de Engenharia Naval a esse Estaleiro.

Os dois primeiros navios da classe, encomendados ao estaleiro INACE, o NPa Macaé e o NPa Macau, já foram incorporados à Marinha e terão como sede as cidades do Rio de Janeiro e de Natal, respectivamente.

O NPa Miramar será o 5º Navio-Patrulha da Classe Macaé. Os navios desta Classe recebem nomes de localidades litorâneas, iniciadas com a letra “M”, obedecendo a localização dentro da região dos Comandos Distritais onde irão operar, no caso, o 3ºDistrito Naval.

Esses navios se destinam ao patrulhamento das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), devendo executar diversas tarefas, dentre elas a de, em situação de conflito, efetuar a vigilância e defesa do litoral, de áreas marítimas costeiras e das plataformas de exploração/explotação de petróleo no mar e contribuir para defesa de porto; e, em situação de paz, promover a fiscalização que vise ao resguardo dos recursos do Mar Territorial, Zona Contígua e Zona Econômica Exclusiva (ZEE), de repressão às atividades ilícitas (pesca ilegal, contrabando, narcotráfico e poluição do meio ambiente marinho), contribuir para a segurança das instalações costeiras e das plataformas marítimas contra ações de sabotagem e realizar operações de busca e salvamento na área de responsabilidade do Brasil.

O EISA – Estaleiro Ilha S/A venceu a licitação para a construção do segundo lote de Navios-Patrulha, ao qual se integra o NPa Miramar, se comprometendo, com isso, a investir na sua capacitação tecnológica para construir navios militares, gerando empregos e contribuindo para o fortalecimento da industria de material de defesa.

O NPa Miramar faz parte de uma série de 27 navios a serem construídos a partir do projeto desenvolvido pela empresa francesa “Constructions Mécaniques de Normandie” – CMN, e possuem as seguintes características:

  • Comprimento total: 54,20 m;
  • Boca moldada: 8,00 m;
  • Calado máximo: 2,48 m;
  • Deslocamento carregado: 500 t;
  • Velocidade máxima mantida: 21 nós;
  • Tripulação: 35 + acomodações extras para 8; e
  • Armamento: 1 canhão de 40 mm e 2 metralhadoras de 20 mm.
 

Uma cópia do telegrama que anuncia a rendição Argentina será leiloada no dia 3 de abril

 

Uma cópia do telegrama enviado pelo general de divisão britânico Jeremy Moore informando sobre a rendição da Argentina na guerra das Malvinas, em 1982, será leiloado pela casa Bonhams no dia 3 de abril – um dia depois do 30º aniversário do início do conflito.

A venda do documento histórico, de valor estimado entre 2.000 e 3.000 libras (3.150 e 4.700 dólares), está sendo anunciada em meio a uma escalada no clima de tensão entre Londres e Buenos Aires pela posse deste arquipélago do Atlântico Sul, sob domínio britânico, mas com soberania reivindicada pela nação sul-americana.

Moore, comandante das forças terrestres britânicas durante a guerra das Malvinas (Falklands para os britânicos), enviou a mensagem à agência de inteligência encarregada das comunicações (GCHQ, nas siglas em inglês) no dia 14 de junho de 1982, pouco depois de receber a rendição do comandante das tropas argentinas e governador militar das Malvinas, Mario Menéndez.

“Em Port Stanley às 9 da noite, hora das Ilhas Falkland, deste 14 de junho de 1982, o general de brigada Menendes rendeu-se e me entregou todas as forças argentinas no leste e oeste das Falklands”, diz o texto divulgado nesta quarta-feira pela casa de leilões.

“Os preparativos estão em curso para reunir os homens que voltam para a Argentina, recolher suas armas e equipamentos (…)”, acrescenta.

“As Ilhas Falkland estão mais uma vez sob o governo desejado por seus habitantes. Deus salve a rainha”, conclui o telex assinado “JJ Moore”.

FONTE: Band.com.br/AFP

 

O subsolo marinho de Fernando de Noronha será mapeado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), que prepara uma expedição prevista para começar em abril. O estudo faz parte do programa de Geologia Marinha, voltado a avaliar o potencial mineral e científico da Plataforma Continental Jurídica Brasileira. Além de atualizar os dados da área acima da superfície, o levantamento vai detalhar, pela primeira vez, as formações geológicas da parte submersa.

A batimetria (medição da profundidade) já foi realizada através de de uma inovadora tecnologia a laser. “Também serão realizados mergulhos em pontos estratégicos para coletar amostras de rochas e sedimentos do fundo do mar”, explica a geóloga Hortência Maria Barboza de Assis, da Superintendência Regional de Recife, que coordena a pesquisa.

De acordo com a geóloga, os pesquisadores vão fotografar e gravar imagens do fundo do oceano para compreender melhor os processos morfodinâmicos.”Os resultados desses estudos irão servir de base para aprimoramento de políticas de desenvolvimento sustentável da região”, avalia. O projeto foi aprovado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

FONTE: Pernambuco.com

A DCNS francesa conseguiu sua primeira exportação de OPVs “Gowind”. A Malásia está comprando 6 navios, ao preço de US$ 471 milhões cada. O país vai receber um navio daqui a cinco anos e depois um navio a cada seis meses.

Deu certo a estratégia da DCNS de construir um navio por conta própria e colocá-lo à disposição da Marinha Francesa para testes de mar de 18 a 36 meses. Funcionou com a Malásia.

O projeto básico da classe Gowind pode ser usado para navios de 1.100 a 4.000 toneladas. O OPV que está em serviço com a Marinha Francesa desloca 1.100 t e tem tripulação de 60 militares. É armado com um canhão de 30mm automático (mas pode ser armado até com um canhão de 76mm), duas metralhadoras de 12,7mm e canhão de água.

O navio tem um casco com design “stealth”, tem uma rampa traseira para operação de botes de borracha para missões de abordagem, é equipado com sensores com visibilidade de 360 graus e um sistema de combate otimizado para missões de patrulha costeira, anti-contrabando e anti-pirataria. O OPV pode ficar no mar por três semanas seguidas.

As Gowinds da Malásia serão corvetas de 2.400 t armadas com canhão de 57mm, mísseis antiaéreos, torpedos antissubmarino e poderão operar um helicóptero EC725. Terão velocidade de 26 nós.

FONTE: StrategyPage

SAIBA MAIS:

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Esquadrão HU-2 apoia o BOPE

No dia 10 de fevereiro o 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2) foi acionado para cumprir a missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) no Estado do Rio de Janeiro, após decretada o início da greve dos Policiais Militares e Bombeiros do Estado.

O HU-2 prontamente enviou o UH-14 Super Puma N-7074 (Pégasus 74), armado com a metralhadora lateral MAG 7,62 mm, a fim de cumprir o transporte de uma equipe do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) para a região norte do Estado do Rio de Janeiro.

O deputado Roberto Santiago (PSD-SP) pediu ao Ministério da Defesa explicações sobre a compra de três navios de patrulha oceânica que foram encomendados à empresa britânica BAE Systems por Trinidad e Tobago, mas como país desistiu da compra devido à crise mundial, foram adquiridos pelo Brasil.

Santiago quer saber detalhes da compra, de súbito, pelo governo ao valor de mais de US$ 100 milhões.

FONTE: iG

Passagem de Comando do CIAAN

No dia 13 de janeiro, foi realizada a Passagem de Comando do Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval Almirante José Maria do Amaral Oliveira, quando assumiu o Comando o Capitão-de-Mar-e-Guerra Arthur Mendes de Oliveira.

O evento foi presidido pelo Exmo. Sr. Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Victor Cardoso Gomes, e prestigiada pelos Comandantes das Organizações Militares sediadas no Complexo Aeronaval, convidados civis e militares, além de alguns ex-comandantes do CIAAN.

NOTA de EDITOR: Desejamos ao Comte. Mendes muito sucesso e ao Comte. Sicca, nosso agradecimento pelo apoio dado durante o seu período de Comando.

O Navio Polar (NPo) Almirante Maximiano, sob o comando do Capitão-de-Mar-e-Guerra Newton Calvoso Pinto Homem, atracou no Porto de Punta Arenas (Chile), no dia 30 de janeiro, finalizando mais uma etapa da Operação “Antártica XXX” (OPERANTAR XXX).

No período de 30 de janeiro a 2 de fevereiro, quando o navio permaneceu atracado, foram realizados o reabastecimento de combustível e gêneros e o embarque de material e pesquisadores que farão parte dos projetos a serem desenvolvidos na próxima etapa da OPERANTAR.

Durante a fase que se encerrou, o navio empregou toda sua capacidade de apoio ao lançamento de projetos em áreas bem diversas de pesquisa, tais como: geologia e análise de solos nas ilhas ao largo do Mar de Weddell, arqueologia e antropologia da presença humana na Ilha Livingston, monitoramento e coleta de macroalgas na região das Shettland do Sul e reabastecimento da Estação Antártica Comandante Ferraz, operada pela Marinha do Brasil.

Como medida protocolar e com o propósito de realizar intercâmbio científico, foram visitadas bases científicas que outros países mantêm na região, entre elas da Bulgária, do Chile e da Espanha.

Em seu atual roteiro, o navio percorreu cerca de 2.200 milhas náuticas (aproximadamente 4.100 km) em 27 dias de mar, promovendo atividades nas Ilhas Rei George, Livingston e Deception. Por fim, pela primeira vez nesta comissão, alcançou o Mar de Weddell, onde realizou atividades nas Ilhas Seymour e Paulet, como também na Península Antártica.

No dia 2 de fevereiro, o navio desatracou, novamente, rumo ao Continente Antártico, iniciando mais uma fase da OPERANTAR XXX, que durará 14 dias.

Não vai haver uma nova guerra, afirma veterano das Malvinas

Presidente de associação, porém, diz que Argentina e Reino Unido “brincam com tragédia”

Sylvia Colombo

“Não vai haver uma nova guerra, mas é muito ruim ver como ambos os governos, o da Argentina e o do Reino Unido, estão brincando com a nossa tragédia.”

Assim resume a atual tensão pela soberania das Malvinas o veterano Juan Carlos Ianuzzo. O oficial aposentado da Marinha participou do desembarque argentino nas ilhas em 2 de abril de 1982 e hoje é secretario administrativo da Associação de Veteranos de Guerra das Malvinas.

“Essa troca de farpas é só retórica, ninguém quer ir de novo para a guerra. Nem nós, que temos certeza de que as Malvinas são argentinas.”

Ianuzzo se refere à escalada de tensão entre os dois países nas últimas semanas. A Argentina levou, na última sexta-feira, uma reclamação às Nações Unidas pelo que considera uma “militarização” da região do Atlântico Sul. O governo argentino se refere às recentes movimentações inglesas na área.

O Reino Unido decidiu deslocar um poderoso barco de guerra e enviou o príncipe William ao arquipélago, para fazer exercícios militares como piloto de helicóptero.
A chegada do herdeiro real causou reação forte na Argentina. Por meio da Chancelaria, o governo repudiou que William estivesse nas ilhas com uniforme militar, e não como um chefe de Estado.

Na semana retrasada, o Reino Unido divulgou que um submarino se somaria às forças de defesa das ilhas. Atualmente, na base militar de Mount Pleasant existem mais de 2.000 soldados britânicos.

A Argentina exige que a determinação da ONU para que os dois países dialoguem sobre a soberania das ilhas seja cumprida. O Reino Unido não aceita negociar, pois respeita o princípio de autodeterminação dos “kelpers”.

Nos últimos meses, os argentinos ganharam o apoio dos outros países do Mercosul e do Caribe.

FONTE: Folha de São Paulo

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A Marinha Brasileira aprovou o envio na próxima terça-feira de um novo contingente de militares para atuar, em conjunto com as Nações Unidas, na missão de paz no Líbano.

A missão é ajudar, juntamente com embarcações de mais cinco países, na patrulha das águas territoriais libanesas, de forma a evitar a entrada de material bélico e outros produtos proibidos.

O contra-almirante Wagner Lopes de Moraes Zamith explicou à Agência Brasil que entre os objetivos da missão está o de «ajudar o governo libanês a evitar a entrada de armas ilegais pelas fronteiras e restabelecer a soberania a sul do território, onde as invasões por parte de Israel são mais frequentes».

Além de garantir a estabilidade necessária para o governo libanês consolidar a democracia no país, Zamith destaca que a missão também mostra a importância geopolítica do Brasil na região: «Isso projeta o Brasil como um país envolvido em operações de manutenção de paz. Hoje somos o 12.º país em termos de contribuição de tropas e material para missões de paz.

FONTE: Agência Brasil

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Foi realizada no dia 18 de janeiro de 2012, no auditório do ComForAerNav, a aula inaugural para o Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais (CAAVO) da Turma 2012. Proferida pelo Vice-Almirante Liseo Zampronio, Diretor de Obras Civis da Marinha e Ex-Comandante da Força Aeronaval, teve como Tema: “Aviação Naval: passado, presente e futuro”.

A cerimônia foi presidida pelo Exmo. Sr. Comandante da Força Aeronaval, Contra-Almirante Victor Cardoso Gomes, e contou com a presença do Exmo. Sr. Diretor do Instituto de Estudos do Mar, Almirante Paulo Moreira, Contra-Almirante Renato Rodrigues de Aguiar Freire, dos Comandantes das Organizações Militares do Complexo Aeronaval, dos instrutores do 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) e dos 26 (vinte e seis) Oficiais-Alunos, futuros Aviadores Navais.

Pelo menos US $ 12,8 bilhões em fundos de construção naval farão parte do orçamento de Defesa da administração Obama, para o ano fiscal de 2013, de acordo com um documento do Pentágono preparado para o briefing de notícias de 13 de fevereiro:

  • Financiamento para começar a construção do navio-aeródromo John F. Kennedy (CVN 79), o segundo da classe “Ford” (CVN 78).
  • Dois submarinos nucleares de ataque SSN 774 “Virginia”.
  • Dois destróieres Aegis DDG 51 Arleigh Burke-classe Flight IIA.
  • Quatro Littoral Combat Ship (LCS), divididos igualmente entre ambos os tipos.
  • Um Joint High Speed Vessel (JHSV).

FONTE: Defensenews

NOTA DO PODER NAVAL: Que decadência é essa?

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A Esquadra realizou, no dia 1º de fevereiro, um exercício de Incidente de Proteção Marítima, nas proximidades da Ilha Rasa, no Rio de Janeiro. O propósito do evento foi adestrar um grupamento operativo e avaliar seu desempenho na tarefa de abordar uma plataforma com suspeita de estar dominada por elementos adversos. Para isso, foi infiltrado um destacamento de mergulhadores de combate, empregando helicóptero e embarcação de rápida reação.

A condução do exercício ficou a cargo do Comandante do Grupo-Tarefa da Operação “Aspirantex”, Contra-Almirante Carlos Augusto de Moura Resende. Além dos meios da Operação, participaram um helicóptero UH-14 Super Puma (HU-2) e um destacamento de Mergulhadores de Combate, embarcado na aeronave, e em uma Lancha “Hurricane”, de casco semirrígido. A Base Naval do Rio de Janeiro apoiou o evento, servindo de base para as operações da aeronave.

O cenário criado para o exercício foi o sequestro de um navio mercante estrangeiro, simulado pelo Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Sabóia. Na ação, um grupo terrorista, que buscava chamar a atenção da comunidade internacional sobre a situação precária de seu país, explorado economicamente pelas grandes potências, demonstrava insatisfação com a presença de forças militares estrangeiras nas costas e território de seu país, e ameaçavam detonar um artefato explosivo embarcado, caso as tropas e meios não fossem retirados imediatamente.

Primeiramente, a infiltração do Grupo Especial de Retomada e Resgate dos Mergulhadores de Combate (GERRMeC) foi realizada por militares que estavam na lancha e subiram pelo costado do navio em movimento e, posteriormente, pelo helicóptero UH-14 (Pegasus), de onde desceram por meio de “Fast Rope”. O assalto foi um sucesso, o “navio mercante” foi libertado e os “sequestradores” presos.

Ainda durante a ação, a Lancha “Hurricane” acompanhou o “navio Mercante”, provendo apoio aproximado à retomada. A Corveta Barroso participou como Unidade de Superfície de Apoio de Fogo, estando pronta para empregar, simuladamente, seu armamento, para neutralização do navio.

O exercício foi proveitoso em diversos aspectos e uma oportunidade de familiarizar os meios da Esquadra com os documentos que regulam o assunto, inclusive a legislação internacional. O Grupamento de Mergulhadores de Combate pôde aprimorar o adestramento de suas equipes em retomada de plataforma, em uma situação bem próxima da realidade. Também foi uma oportunidade para realizar uma demonstração deste tipo de operação para os Aspirantes da Escola Naval, embarcados nos navios da Operação.

O Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer; o Comandante-em-Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Wilson Barbosa Guerra; e o Chefe do Estado-Maior da Esquadra, Contra-Almirante Paulo Ricardo Médici, estavam a bordo do Navio de Desembarque de Carros de Combate Almirante Saboia, acompanhando e avaliando o exercício.

Declaração foi feita pelo vice-almirante Mark Fox neste domingo

 

O vice-almirante Mark Fox, comandante da Marinha dos Estados Unidos no Golfo Pérsico, declarou neste domingo no Bahrein que a capacidade militar do Irã é levada a sério, mas as que as forças norte-americanas estão preparadas para “confrontar qualquer agressão iraniana” na região.

Fox disse a jornalistas reunidos na sede da Quinta Frota da Marinha dos EUA, em Manama, que foi desenvolvida “uma ampla gama de opções potenciais a serem apresentadas ao presidente” norte-americano, Barack Obama, e “hoje a Marinha está preparada para confrontar qualquer ação hostil por parte do Irã”.

Em meio a uma escalada na tensão entre Washington e Terrã, o Irã tem ameaçado interromper o fluxo de navios pelo estreito de Ormuz, por onde passa um elevado porcentual da produção de petróleo do Golfo Pérsico. As informações são da Associated Press.

FONTE: Agência Estado

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Salvando almas – 2

 

Imagem do RbAM classe Sotomoyo ARA ‘Chiriguano’ (A 7), em Puerto Belgrano, Argentina, 1981,  tirada a partir do RbAM ‘Smit London’, que estava no porto para rebocar o cruzador classe Brooklyn ARA ‘Nueve de Julio’ (C 5), ex USS ‘Boise’ (CL 47) para desmanche em Brownsville, TX, EUA ( O ‘Barroso‘ argentino).

O Chiriguano, ex USS ATA 227 foi adquirido pela ARA em 1947, classificado como RbAM ARA Chiriguano (Q 15). Posteriormente substituido seu indicativo visual por (A 25). Em 1966 foi reclassificado como Aviso , recebendo o indicativo A 7.

Após dar baixa do serviço ativo foi utilizado como alvo em disparo de MM40 realizado pelo CT ARA ‘Almirante Brown’ (D 10) no dia 16 de outubro de 1996.

Videos do lançamento pelo Almirante Brown disponivel abaixo (Youtube):

A classe Sotomoyo é forte nas memorias de alguns membros antigos do Poder naval, em especial o RbAM ‘Tridente’  (R 22)

FONTO: Henk Ros via Shippingnewsclippings 038 dated 07-02-2012

 

‘Desafio Poder Naval’ 22

Onde foi construído e para que serve esse estranho navio?

Colaborou: Eduardo Câmara (autor do livro “A Construção Naval Militar Brasileira no Século XX” – mas já adiantamos que não se trata de um navio de construção brasileira)

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Marinha russa ganhará novo porta-aviões

Até 2014, será projetado na Rússia um novo porta-aviões cuja construção terá início após 2020, informou o Comandante da Marinha, Almirante Vladimir Vyssotski. Segundo o comandante russo, trata-se de uma embarcação capacitada para cumprir um amplo leque de missões em praticamente todos os meios. O único porta-aviões atualmente a serviço da Marinha russa é o Almirante Kuznetsov, construído em 1985 e que será modernizado entre 2012 e 2017.

FONTE: Diário da Rússia

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