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Chile: base naval foi duramente atingida pelo terremoto

Diversos navios foram avariados e dois submarinos podem não voltar mais a operar

vinheta-destaqueA Marinha do Chile, através da Dirección de Comunicaciones de la Armada, informou que o violento terremoto que abalou boa parte do país no dia 27 de fevereiro último, seguido de um evento do tipo Tsunami, afetou seriamente as instalações da Base Naval de Talcahuano, a principal base daquele país, e o estaleiro ASMAR, onde algumas unidades estavam em reparos.

Três pessoas morreram no desastre dentro da base. Boa parte das casas dos militares que moravam ali foi afetada e cerca de 100 delas sofreram danos graves.

SaarIV-chilena-terremotoOs dois diques secos sofreram graves danos estruturais e quatro diques flutuantes foram atingidos. O dique flutuante ARD recebeu o impacto de uma escolta já desativada (poderia ser o Cochrane da classe County ou uma Leander) depois que as amarras da mesma se soltaram.

A esquadra principal não foi atingida, pois lançou-se ao mar. Dois submarinos da classe Scorpene (Higgins” y “Carrera) e um Tipo 209 (Thompson) deixaram a base um pouco  antes do desastre, mas o Carrera foi sacudido por uma onda e atingiu o leito marinho com violência, voltando à superfície logo em seguida. Seus danos não puderam ser avaliados no momento.

Menos sorte tiveram dois subarinos que estavam no dique seco. O outro Tipo 209 do Chile (Simpson) e mais um 209 da Marinha do Equador (Shyri) que estavam recebendo modernizações foram duramente castigados e ambos  podem ter recebido danos que inviabilizem seu reparo.

BaseTahc.1Também foi noticiado que pelo menos uma FAC da classe Saar IV recebeu danos e diversas outras embarcações menores e rebocadores da Marinha tenham sido danificados.

O centro de comunicações da base desapareceu. Perderam-se diversos laboratórios. Algumas estimativas preliminares dão conta de que os reparos às instalações custariam perto de um bilhão de dólares e a reconstrução levaria vários anos.

A Marinha ainda enviou 300 fuzileiros navais a Talcahuano para reforçar a segurança na cidade, onde também foram registrados saques de mercados e lojas.

ASMAR

Na imagem acima aparece o Base Naval e o estaleiro ASMAR. Bem no canto inferior esquerdo da foto existe um contratorpedeiro classe County e uma fragata classe Leander. Possívelmente são as duas que se soltaram e atingiram o dique flutuante.

Huáscar

O navio histórico Huáscar, capturado pelo Chile em 1879 durante a Guerra do Pacífico, também foi deslocado de sua posição original, mas não informados danos maiores a esta histórica embarcação.

FONTE: Marinha do Chile e Agências Internacionais

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‘Xat’ do Poder Naval

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Harriers de volta ao ‘Ark Royal’

Harriers pousam no Ark Royal - foto RN

Nas fotos divulgadas no início do mês pela Royal Navy (Marinha Real), o navio aeródromo britânico HMS Ark Royal recebe 6 jatos Harrier GR9 da Ala Naval de Ataque (Naval Strike Wing – NSW), no dia primeiro de março. As aeronaves permanecerão embarcadas pelas três primeiras semanas deste mês, em conjunto com helicópteros, fomando o Grupo Aéreo de asas fixas e rotativas na fase de treinamento operacional no mar (Operational Sea Training) do navio. Os helicópteros são modelos Merlin e Lynx dos esquadrões 814 e 815.

A fase de treinamento está sendo realizada no Mar do Norte, e conta com a colaboração de elementos da equipe de aviação do HMS Illustrious, o outro navio-aeródromo britânico em serviço (vale lembrar que o terceiro da classe, o HMS Invincible, está na reserva, e atualmente os britânicos mantém os dois restantes em revezamento: enquanto um opera, o outro faz manutenção).

Os Harriers GR9 (versão especializada em ataque do jato de decolagem curta e pouso vertical – STOVL, operados tanto pela RAF – Força Aérea Real quanto pela RN, como Joint Force Harrier) serão embarcados também para o Exercício Joint Warrior, programado para abril, e para o exercício multinacional Auriga, agendado para o meio do ano. Essas oportunidades serão aproveitadas não só para requalificação dos pilotos em pousos tanto diurnos quanto noturnos, mas para praticar missões que requerem voos operacionais a baixa altitude, emprego de armas e reconhecimento a média altitude.

Harriers no Ark Royal - foto RN

Harrier decola do Ark Royal - foto RN

FONTE / FOTOS: Royal Navy

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Women’s Glee Club no Rio

vinheta-destaqueO Coral feminino da Academia Naval dos Estados Unidos, WOMEN’S GLEE CLUB, irá realizar apresentações na cidade do Rio de Janeiro no mês de março. O Coral foi fundado em 1976, quando as mulheres entraram para a Academia Naval americana. Elas já se apresentaram em diversos locais, como Flórida, Califórnia, Londres, Texas e Roma. O repertório inclui músicas clássicas, folclóricas, sacras, populares e musicais da Broadway.
Em 2009, o coral apresentou o concerto “We are One”, nas escadarias do Lincoln Memorial, nos Estados Unidos, para um público de meio milhão de pessoas e televisionado em rede nacional . Também se apresentou na cerimônia Oficial dedicada às vítimas do 11 de setembro, no Memorial do Pentágono.
A programação de apresentações segue abaixo:

  • Dia 13 de março sábado, às 17:00
    Local: Clube Naval Piraquê
    Entrada franca para sócios e convidados
  • Dia 14 de março, domingo, às 16h
    Local: Igreja da Candelária
  • Dia 14 de março, domingo, às 18:10
    Local: Forte de Copacabana
    Entrada franca para militares
  • Dia 15 de março, segunda-feira, às 20h
    Local: Teatro Municipal de Niterói
    Entrada franca. As senhas serão distribuídas 30 minutos antes.
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HMS ‘Astute’: o primeiro mergulho

HMS Astute - emersão após primeiro mergulho - foto RN

Na sexta-feira passada, 5 de março, a Royal Navy (Marinha Real) divulgou fotos de provas de mar que estão sendo realizadas pelo HMS Astute, o primeiro de uma nova classe de submarinos nucleares de ataque britânicos. Na foto acima, de 18 de fevereiro, o submarino é visto emergindo em área de exercício da Escócia, após realizar seu primeiro mergulho (foto abaixo). A  RN não informou mais detalhes sobre o mergulho e esta nova série de provas, apenas que foram iniciadas com a saída do submarino da base de Clyde Faslane, em 16 de fevereiro, e que contam com o apoio do HMS Montrose (fragata Tipo 23).

HMS Astute - primeiro mergulho - foto RN

FONTE / FOTOS: Royal Navy

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Incorporado o 55° destróier da classe ‘Arleigh Burke’

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A Marinha dos EUA incorporou no dia 06.03 seu 55° navio da classe ‘Arleigh Burke’, o USS Dewey (DDG 105).

O mais novo destróier dotado do sistema de combate Aegis custou cerca de US$ 1 bilhão e é capaz de realizar missões contra alvos aéreos, de superfície e submarinos.

O navio, que tem uma tripulação de 276 oficiais e praças, desloca 9.200 toneladas carregado, tem 155m de comprimento e 18m de boca. É propulsado por 4 turbinas à gás LM2500.

O USS Dewey ficará baseado em San Diego.

Arleigh Burke Flight IIA

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Você conhece esse navio?

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Esse é o Contratorpedeiro de Escolta USS Bradley (DE 1041), reclassificado como Fragata (FF 1041) em 1975.

Poucos, a não ser os mais aficionados, sabem que a Bradley foi a primeira unidade a receber o BPMDS (Basic Point Missile Defense System), na forma de protótipo. O BPMDS é a primeira versão do sistema de lançamento de mísseis Sea Sparrow, versão superfície-ar embarcada do já famoso Sparrow. O sistema foi instalado no navio em fevereiro de 1967 e submetido a testes entre maio e setembro, quando foi desembarcado.

O BPMDS tornou-se o sistema padrão de defesa antiaérea dos porta-aviões de ataque (classes Enteprise, Saratoga, Kitty Hawk/John F. Kennedy e Nimitz), dos navios de assalto anfíbio e de comando (classes Iwo Jima, Tarawa e Blue Ridge) e nas fragatas da classe Knox, no lugar do Sea Chaparral (cancelado) antes dos navios receberem o Phalanx Mk-15.

Veja mais fotos do navio quando ainda servia a U.S. Navy na página do Pernambuco (D 30)/USS Bradley (FF 1041) no NGB.

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Venezuela recebe primeiro BVL da Navantia

BVL-foto-24horas

O estaleiro espanhol Navantia entregou na última semana o primeiro de quatro navios de vigilância marítima (Buques de Vigilancia del Litoral-BVL) a ‘Armada Bolivariana de Venezuela’.

O navio, batizado com o nome indígena “Guaicamacuto”, tem o porte de corveta (1.500 toneladas) e é comparável ao futuro NaPaOc da Marinha do Brasil, cujo program prevê a construção de cinco unidades.

FONTE/FOTO: ADN/24 horas

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Futuro NaPaOc da MB

Três projetos que podem se encaixar nos requisitos da MB para o Navio de Patrulha Oceânico. Qual deles deve ganhar a concorrência?

ThyssenKrupp Sentinel

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Navantia OPV 99m

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Fincantieri Comandante Cigala Fulgosi

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Marinha entrega primeira lancha-escola

vinheta-clipping-navalA Marinha do Brasil entrega ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) as duas primeiras “lanchas-escola” desenvolvidas especialmente para o programa “Caminho da Escola”, que tem como objetivo, renovar a frota de veículos escolares do país, garantir mais conforto e segurança aos estudantes e contribuir para o acesso e a permanência na escola dos alunos de educação básica das redes públicas que moram na zona rural. A solenidade será realizada na Base Naval de Val-de-Cães, às 15 horas. No total, a Marinha vai construir 600 lanchas para o transporte dos estudantes das áreas ribeirinhas, usando a infraestrutura das bases navais de Belém, Natal e Salvador. Em 2010, 180 embarcações devem ser distribuídas para municípios da região.

As lanchas-escola estão sendo produzidas pela Marinha especificamente para o transporte dos estudantes. Assim, levou-se em consideração a idade e as necessidades desse público durante o trajeto casa-escola-casa. Construídas em alumínio naval, com 7,3m de comprimento, as lanchas-escola incluem itens de segurança, como coletes salva-vidas, extintor de incêndio, sirene, luzes de navegação, rádio comunicador e defensas. Podem transportar até 20 alunos, incluído um lugar para portador de necessidades especiais.

Essas lanchas serão entregues antecipadamente ao FNDE para que tenha início a primeira pesquisa nacional sobre transporte escolar aquaviário. Promovido pelo Fundo e desenvolvido pela Universidade de Brasília, o levantamento vai apontar a realidade vivida pelos estudantes das cidades ribeirinhas da Amazônia na hora de ir para a escola. Também vai identificar as rotas fluviais utilizadas na região, o número de alunos transportados em embarcações, as condições técnicas desses barcos, o tempo gasto e a expectativa de pais e alunos, autoridades municipais e comunidades ribeirinhas.

Durante três meses, os pesquisadores do Centro Interdisciplinar de Estudos de Transportes (Ceftru) da UnB percorrerão cinco mil quilômetros pelos rios Guamá, Tapajós, Amazonas e Solimões, entre Belém (PA) e Tefé (AM), analisando pelo menos 65 rotas percorridas por alunos que moram em áreas ribeirinhas para chegar às salas de aula.

Segundo a assessoria do FNDE, o barco “Natureza” parte de Belém nesta segunda-feira, com a meta inicial de testar duas lanchas desenvolvidas pela Marinha para o programa Caminho da Escola. As duas embarcações são o modelo para as lanchas que devem ser distribuídas para o transporte dos estudantes. Além de testar os barcos, a pesquisa vai apontar sua adequação e verificar se há necessidade de ajustes.

Segundo o coordenador-geral dos programas de transporte escolar do FNDE, José Maria Rodrigues de Souza, serão estudadas as condições em 16 municípios. “Percorreremos quatro rotas bastante diferenciadas em cada município, para termos uma visão completa da situação”, diz. “Ao unirmos os resultados desse levantamento com o do ônibus escolar rural, teremos conhecimento mais profundo para servir de base às políticas públicas a serem desenvolvidas pelo governo federal nesta área”.

Para a professora do programa de pós-graduação em transportes da Universidade de Brasília, Yaeko Yamashita, as pesquisas do transporte aquaviário e do ônibus escolar integram a perspectiva maior do FNDE de buscar parceria com a UnB para identificar e caracterizar os aspectos sociais, econômicos e culturais do transporte escolar rural, aproximando necessidades e propostas de soluções técnicas para a gestão do transporte, fundamentais para garantir o acesso ao ensino, a inclusão e a redução das desigualdades sociais. Hoje, a cerimônia de entrega das lanchas contará com a presença do presidente do FNDE, Daniel Balaban, do comandante do 4º Distrito Naval, vice-almirante Rodrigo Otávio Fernandes de Hônkis, do diretor de engenharia naval da Marinha, contra-almirante Francisco Roberto Portella Deiana, e do diretor de Administração e Tecnologia do FNDE, José Carlos Freitas.

FONTE: Diário do Pará

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Vale a pena ver e ouvir de novo

Vídeo promocional da Marinha da Austrália

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O Poder Naval na História do Brasil

O Poder Naval na formação do Brasil

vinheta-destaqueO Museu Naval, situado em um prédio centenário na Rua Dom Manuel, no Centro do Rio de Janeiro, apresenta a exposição permanente “O Poder Naval na Formação do Brasil”, que ocupa sete salas do pavimento térreo.

O tema destaca a participação do Poder Naval na História do Brasil, a importância que teve na formação do País e nos dias atuais. O descobrimento, a colonização e a maioria das invasões e ameaças vieram do mar. Daí a importância da História Naval brasileira, ainda tão pouco conhecida.

Diversos objetos importantes fazem parte do acervo exposto: modelos navais (maquetes de navios), obras de arte, canhões resgatados de navios naufragados, figuras de proa, medalhas, entre outros objetos.

Tudo isso é mostrado aos visitantes através dos fatos históricos, numa linguagem e contexto contemporâneos, empregando-se também recursos interativos de som e imagem.

Pátio D'Armas Museu Naval RJ

No Pátio d’Armas destaca-se o móbile “Aves dos Mares do Brasil”, com 52 pássaros, idealizado para ocupar o vão central do prédio de três andares. No local, pode-se conhecer 12 espécies de aves que sobrevoam os mares do Brasil.

Ao percorrer o Pátio d’Armas, o visitante também poderá “pisar” em uma mina utilizada na Segunda Guerra Mundial ou num torpedo B-57 de 1894. Esses exemplares estão em grandes vitrines construídas no piso.

Pátio d'Armas Museu Naval RJ 2

No segundo andar do prédio são realizadas exposições temporárias; há também uma Sala de Educação, para receber turmas de escolas. O Museu ainda conta com um auditório, no terceiro andar, para eventos.

O Museu Naval está localizado na Rua Dom Manuel, 15, Centro (próximo à Praça XV), Rio de Janeiro. E funciona de terça a domingo, das 12h às 17h. Entrada Franca.

Mais informações (21) 2233-9165 ou (21) 2104-6851.

Museu Naval 1

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