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Em correlação ao assunto Falklands/Malvinas segue imagem da fragata tipo 23 HMS Montrose (F 236) fundeada em Port William, próximo a Port Stanley, Ilhas Falklands.

A Montrose será substituída como navio estação na patrulha do Atlântico Sul pelo CT tipo 45 HMS ‘Dauntless’ (D 33).

FOTO: Peter Tukker, a bordo do M/S ‘Veendam’ – Holland America Line

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SYLVIA COLOMBO
ENVIADA ESPECIAL ÀS ILHAS MALVINAS

O príncipe William chegou ontem à base militar de Mount Pleasant, nas ilhas Malvinas (Falklands em inglês), dependência britânica que a Argentina reivindica.
O membro da família real está em missão militar e viaja como um oficial comum, sem regalias ou segurança.

Os jornalistas foram mantidos do lado de fora da pista onde o avião desceu, e o príncipe não tem eventos oficiais na agenda. Nas próximas seis semanas, ele realizará tarefas de resgate como piloto de helicóptero e dormirá e fará as refeições nos alojamentos dos soldados.

A visita ocorre a dois meses do aniversário de 30 anos da Guerra das Malvinas e em meio a uma escalada da tensão entre britânicos e argentinos.

Foi considerada como uma provocação pelo governo argentino. Em Buenos Aires, houve protestos contra a visita do herdeiro real.
“É impressionante como é possível distorcer acontecimentos por meio do discurso político. O governo argentino anda dizendo coisas incríveis nos últimos tempos”, disse à Folha Daniel Biggs, membro da força de segurança local.

Biggs é um “kelper” (habitante das ilhas), nascido um ano após a guerra. “Minha geração tem uma visão ponderada do conflito, mas os mais jovens estão ficando muito irritados e agressivos com relação aos argentinos.”

A chegada de William é comemorada pelos locais. “É importante marcar posição quando estamos sendo outra vez ameaçados”, diz a escocesa Gwen Smith.
Stanley, a capital, encheu-se de bandeiras britânicas nos últimos dias. Nos monumentos aos mortos em combate, as pessoas deixam flores e mensagens.

A Guerra das Malvinas durou de 2 de abril a 14 de junho de 1982, quando os argentinos foram derrotados.
Durante os anos do presidente Carlos Menem (1989-1999), houve tentativas de reaproximação com relação ao arquipélago. Mas, desde que os Kirchner estão no poder (2003), as ilhas voltaram a ser reivindicadas pelo governo argentino em fóruns globais.

FONTE: Folha de São Paulo

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O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) constituído por representantes da Marinha do Brasil, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) se reuniu novamente esta tarde para avaliar as ações realizadas até o momento, com relação ao vazamento de óleo ocorrido na Bacia de Santos.

O helicóptero embarcado na Fragata Niterói realizou dois sobrevoos hoje, nos quais foram avistadas manchas dispersas, bastante reduzidas em relação ao dia de ontem, deslocando-se para sudoeste, afastando a possibilidade de o óleo alcançar o litoral. As condições do mar na área, com ondas de 2,5 a 3 metros e ventos de 17 a 27 nós, tem contribuído para a dispersão das manchas.
Fiscais da ANP estiveram a bordo do FPWSO Dynamic Producer e recolheram informações que servirão de subsídios para a apuração das causas do incidente.

O IBAMA também esteve a bordo e analisará a atuação da Petrobras na resposta ao vazamento. A partir dessa avaliação, será estudada a possibilidade de aplicação de sanções administrativas.

Peritos da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro já efetuaram a coleta de dados no Navio-Plataforma, que instruirá o Inquérito instaurado para apurar o incidente.
Seis embarcações da Petrobras continuam realizando ações de resposta, por meio de dispersão mecânica com jatos d’água.
A Marinha do Brasil permanece com um navio e uma aeronave 24 horas na área.

DIVULGAÇÃO: Comando de Operações Navais

No  período de 03 a 05 e de 09 a 12 de fevereiro, estará atracado no Porto de Fortaleza o Navio-Patrulha “GRAÚNA”, comandado pelo Capitão-Tenente Thiago Montilla Tavares de Almeida. O Navio estará aberto à visitação pública nos dias 04 e 05 / 11 e 12 de fevereiro no horário de 14h às 17h horas.

O Navio-Patrulha “GRAÚNA” foi construído pela Companhia Comércio e Navegação – Estaleiro Mauá em Niterói – RJ em continuação ao Programa de Reaparelhamento da Marinha, sendo o segundo Navio-Patrulha da Classe “GRAJAÚ”, tendo sido lançado ao mar em 10 de novembro de 1993.

Atualmente, o Navio-Patrulha “GRAÚNA” está subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Nordeste, com sede em Natal – RN, e desenvolve tarefas de patrulha e controle de área marítima, fiscalização dos recursos e das atividades de pesquisa no Mar Territorial, Zona Contígua e na Zona Econômica Exclusiva e Controle e Segurança das Plataformas de Petróleo no mar. Anteriormente ao Navio-Patrulha “GRAÚNA”, a Marinha do Brasil teve apenas um navio com este nome. Construído por Jeffersonville Boat & Machine Co. – Jeffersonville – New York em 1942, o USS Patrol Craft 561 foi incorporado à Marinha Brasileira em 06 de dezembro de 1943, com o nome de Caça-Submarinhos “GRAÚNA”, tendo operado durante a Segunda Guerra Mundial realizando escoltas de comboios de Navios Mercantes  e Patrulhas Anti-submarinos pela Costa Brasileira.

Suas principais características são:

COMPRIMENTO TOTAL ………….. 46,50 m

BOCA ……………………………………      7,50 m

CALADO ………………………………..    2,29 m

DESLOCAMENTO ……………………  217 ton

VELOCIDADE DE CRUZEIRO ……    12 nós

VELOCIDADE MÁXIMA ……………. 24,3 nós

RAIO DE AÇÃO ……………………….  2.200 milhas

ARMAMENTO ………………………….1 Canhão Bofors 40mm

2 Metralhadoras Oerlikon 20 mm

TRIPULAÇÃO…………………………..  30 militares.

 

O Navio possui dois eixos e respectivos hélices de passo fixo, dois motores “MTU” Diesel Turbocarregados, com 16 cilindros em “V”, sistema de partida elétrica e potência de 2.540 hp. O Navio possui ainda os seguintes recursos de Controle de Avarias:

  • Uma rede de água salgada suprida por duas bombas centrifugas;
  • Um sistema de borrifo automático instalado no paiol de munição;
  • Bombas portáteis para combater incêndios e esgotar compartimentos;
  • Sistema de detecção de incêndio, com sensores de fumaça e temperatura; e
  • Sistema fixo de gás HALON para praça de máquinas e compartimento do gerador de emergência.

DIVULGAÇÃO: Comando do 3º Distrito Naval

SAIBA MAIS: Conheça mais sobre a história do navio-patrulha Graúna no site Navios de Guerra Brasileiros, clicando aqui.

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Durante os dias 18 e 19 de janeiro, foi realizada, na sede do Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos da América, em Miami, na Flórida, a Reunião das Nações Componentes da Operação “Panamax-2012”, primeira de uma série de atividades programadas.

A operação é um exercício multinacional, existente desde 2005, focado na segurança do Canal do Panamá e região adjacente contra novas ameaças. O Brasil vem participando da “Panamax” desde 2006, com observadores, meios navais e aeronavais ou compondo Estados-Maiores.

Para o ano de 2012, o Comandante da Marinha do Brasil, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, aceitou o convite do USSOUTHCOM (Comando Conjunto das Forças Armadas dos Estados Unidos da América para o Atlântico Sul) para atuar como Combined Forces Maritime Component Command (CFMCC), ou seja, Comandante de todo o Componente de Forças Marítimas Combinadas.

A “Panamax-2012” contará com a participação do Comando de Operações Navais e do Comando-em-Chefe da Esquadra, sendo o CFMCC exercido pelo Comandante da 2ª Divisão da Esquadra. O exercício será conduzido no período de 6 a 17 de agosto deste ano, como Jogo de Guerra, com meios navais e aeronavais simulados.

Esta é a primeira vez que os Estados Unidos da América deixam de desempenhar essa função, atribuindo ao Brasil a responsabilidade de Comandar uma Força cujo Estado-Maior e as Forças-Tarefas adjudicadas serão compostos por representantes de 16 países, em um total de 320 integrantes.

FONTE: Marinha do Brasil

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NOTA À IMPRENSA CONJUNTA

GRUPO DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO

Rio de Janeiro, 1 de fevereiro de 2012.

VAZAMENTO DE ÓLEO NA BACIA DE SANTOS

O Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) constituído por representantes da Marinha do Brasil, da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) se reuniu hoje às 15h para avaliar as ações realizadas até o momento, com relação ao vazamento de óleo ocorrido na Bacia de Santos.

O helicóptero embarcado na Fragata Niterói realizou dois sobrevoos hoje, nos quais foram avistadas manchas dispersas, em uma área aproximada de 70 km², deslocando-se para sudoeste, confirmando a indicação de baixa possibilidade do óleo alcançar o continente.
A ANP abriu processo administrativo para apurar as causas do incidente. Pela manhã, enviou uma equipe a bordo do FPWSO Dynamic Producer para dar inicio às investigações.

Três navios da Petrobras continuam realizando ações de resposta, por meio de dispersão mecânica com jatos d’água. A Marinha do Brasil permanece com um navio 24 horas na área do incidente.

FONTE: Comando de Operações Navais

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Sobre o vazamento de óleo na Bacia de Santos que ocorreu ontem, 31 de janeiro, a Marinha do Brasil informa que um helicóptero decolou da Fragata Niterói e realizou sobrevoo da área do incidente hoje, das 06h50 às 08h30.

Durante o sobrevôo, foram avistadas manchas dispersas, em uma área aproximada de 70 km², compostas de uma fina camada de óleo, deslocando-se para sudoeste, confirmando a indicação de baixa possibilidade do óleo alcançar o continente. Na ocasião, foi possível acompanhar o trabalho de três embarcações da Petrobras que realizam ações de resposta à emergência.
O Grupo de Acompanhamento instituído pela Marinha continua monitorando e avaliando este incidente, mantendo um navio 24 horas na área.

A Capitania dos Portos do Rio de Janeiro instaurou o Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação para apurar as causas do incidente, com prazo de conclusão de até 90 dias.

FONTE: Comando de Operações Navais

Ontem, dia 31 de janeiro de 2012, com a vitória do caça Rafale no Programa MMRCA da Índia, o site Poder Aéreo bateu recorde de acessos durante o dia. Para saber mais detalhes, clique aqui.

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Malvinas ou Falklands?

Aula de geografia. A professora mostra o mapa da América do Sul para os alunos. Ao falar da Argentina, comenta que existe um arquipélago em disputa com o Reino Unido. Como deveríamos chamar: Malvinas ou Falkland? A resposta a essa questão indicará a preferência não apenas da professora, mas de todos que se manifestem sobre o tema.

Por Gilberto Rodrigues *

Em 2012, completam-se 30 anos da Guerra das Malvinas/Falkland. Uma guerra que a ditadura argentina perdeu para o governo conservador britânico de Margareth Tatcher, a Dama de Ferro. Para os argentinos, um capítulo triste e vergonhoso de sua história. Para os britânicos, ao som de “We are the champions” (Nós somos os vencedores), do Queen, um momento de afirmação de sua soberania sobre as ilhas e de seu poderio militar, em plena Guerra Fria.

Passadas três décadas, a Argentina segue reivindicando com barulho a soberania sobre as Ilhas Malvinas (“Las Malvinas son Argentinas”) e os britânicos continuam fleumáticos e impassíveis nas Ilhas Falkland. Porém, fatos novos entram em cena e estãoalterando o equilíbrio de forças políticas e diplomáticas nesse embate.

Os países da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), sob a liderança do Brasil, não querem que nenhum país de fora da região faça exercícios militares no Atlântico Sul. O Reino Unido não apenas teima em manter suas naves bélicas como anunciou que irá explorar petróleo no território marítimo das ilhas. Em razão disso, a Unasul passou a declarar apoio à Argentina em seu pleito. Mais: Argentina e Uruguai proibiram qualquer empresa que explore petróleo nas Malvinas de utilizar os seus portos e de atuar no país.

Já os habitantes das ilhas preferem ficar com os britânicos e reagem indignados à política de Buenos Aires, mas a Casa Rosada afirma que todos nas Ilhas são manipulados pela Corte de St. James. Não há dúvida de que está em curso a maior estratégia de defesa coletiva contra a soberania britânica sobre as Malvinas/Falkland até hoje vista. Não à toa, o Chanceler William Hague veio ao Brasil em busca de apoio à posição britânica, preparando futura visita do Príncipe William. Por enquanto, Malvinas/Falkland permanece como a dupla expressão dos mapas isentos.

* Gilberto Rodrigues é professor do curso de Relações Internacionais da Faculdade Santa Marcelina, foi professor visitante da Universidade de Notre Dame (EUA), doutor em Relações Internacionais pela PUC-SP, mestre pela Universidad para La Paz (ONU/Costa Rica) e pós-graduado pela Universidade de Uppsala (Suécia).

FONTE: Portal Vermelho

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Decisão da Grã-Bretanha de levar destróier a arquipélago em litígio busca ‘militarizar o conflito’, acusa chancelaria argentina

 

MARINA GUIMARÃES, CORRESPONDENTE / BUENOS AIRES

A dois meses do aniversário de 30 anos da Guerra das Malvinas, o governo britânico emitiu ontem um novo sinal de endurecimento na disputa com a Argentina pela soberania sobre o arquipélago. O Ministério de Defesa de Londres informou que enviará às ilhas do Atlântico Sul um de seus navios de guerra mais modernos, o destróier HMS Dauntless. Em nota, o governo argentino acusou a Grã-Bretanha de “militarizar o conflito”.

“A República Argentina rejeita a tentativa britânica de militarizar um conflito sobre o qual as Nações Unidas já decidiram, em diversas oportunidades, e indicaram que ambas as nações devem resolver a questão em negociações bilaterais”, protestou o Ministério das Relações Exteriores de Buenos Aires em nota oficial. A mensagem diz que as ações britânicas têm o “objetivo de distrair a atenção pública das políticas econômicas de ajustes num contexto interno de crise estrutural e alto desemprego”.

O governo de Cristina Kirchner também criticou a chegada do príncipe William ao arquipélago, onde o herdeiro do trono deverá passar por treinamento militar. Ele é copiloto de helicóptero do Exército britânico. “O povo argentino lamenta que o herdeiro real desembarque no solo pátrio com o uniforme do conquistador e não com a sabedoria de estadista que trabalha a serviço da paz e do diálogo entre as nações.”

O navio da Marinha britânica vai substituir a fragata HMS Montrose, que patrulha as águas das Falklands – como os britânicos chamam as Malvinas. De acordo com o porta-voz da Marinha Real, Simon Smith, a troca já estava programada. “A Marinha tem mantido uma presença contínua no Atlântico Sul por vários anos e o envio do HMS Dauntless foi planejado tempos atrás”, disse Smith à BBC. Segundo o porta-voz, trata-se de um “movimento de rotina”.

A decisão de reforçar o poder naval no arquipélago disputado ocorre num momento especialmente delicado. Em dezembro, os países-membros do Mercosul concordaram em proibir que embarcações com a bandeira das Malvinas atraquem em portos sul-americanos. O Brasil promete levar a sério a medida.

“O governo britânico outorga uma grande importância ao aniversário dos 30 anos da guerra com a Argentina, no dia 2 de abril, e o envio do destróier é parte da decisão do Conselho de Defesa de fortalecer a defesa das ilhas”, disse ao Estado o analista Jorge Castro, diretor do Instituto de Planejamento Estratégico de Buenos Aires.

“O Conselho de Defesa britânico já descartou a possibilidade de uma ação militar da Argentina, não só por falta de capacidade e logística, mas também porque não há intenção do governo argentino de partir para a guerra. O que estão dizendo com esse gesto é que o conflito está instalado”, analisou Castro. Ele ponderou que o apoio do Mercosul à Argentina mudou o cenário de modo favorável aos argentinos, que tentam retomar o diálogo direto com o governo britânico sobre a posse do território.

A Grã-Bretanha rejeita negociar a soberania do arquipélago e afirma ser favorável à autodeterminação da população local, os kelpers – colonos britânicos trazidos no século 19.

Castro afirma que o apoio brasileiro é central para a Argentina. “A relação com o Brasil é uma prioridade do governo britânico e a mudança de posição brasileira sobre o acesso aos portos mostra que a Argentina tem aliados importantes”, destacou.

No dia 18, em visita ao Brasil, o chanceler britânico, William Hague, reiterou a seu colega brasileiro, Antonio Patriota, que a posição britânica em relação à ilha não vai mudar.

A guerra entre Argentina e Grã-Bretanha pela posse das Malvinas teve início em 2 de abril de 1982 e terminou em 14 de junho do mesmo ano, com o saldo de 255 militares britânicos e mais de 650 argentinos mortos.

FONTE: Estadão

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Em dezembro de 2011, a Base Naval de Val-de-Cães (BNVC) enviou à Capitania Fluvial do Rio Paraná uma Lancha de Ação Rápida (LAR) especial, projetada e construída pela BNVC, em Belém (PA), para operar no Lago de Itaipu e nos rios que limitam as fronteiras do Brasil com a Argentina e Paraguai.

A LAR é dotada de cabine com blindagem balística em fibra de polietileno de alta performance, mais eficiente na proteção contra disparos de pistolas e fuzis, o que permite total segurança para o patrão e mais seis passageiros.

Nas provas de mar, a embarcação alcançou velocidades acima de 35 nós, em perfeitas condições de estabilidade e manobrabilidade. A LAR especial, com capacidade operacional adaptada à região em que vai atuar, será de grande importância para colaborar nas ações conjuntas entre a Marinha do Brasil e as forças de segurança que atuam na tríplice fronteira.

FONTE: Nomar

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