A Índia receberá um submarino nuclear russo da classe ”Akula-II, em setembro de 2009, equipando sua marinha com uma máquina de guerra subaquática silenciosa e letal, a fim de reforçar sua capacidade de combate em águas azuis.
O submarino, batizado como INS Chakra, foi arrendado por 10 anos com opção de compra, e vai ajudar a Índia a preencher o lacuna provocada pelos atrasos no projeto do seu próprio submarino nuclear de ataque.
Três tripulações indianas para o submarino nuclear já foram treinadas no centro de formação em Sosnovy Bor, perto de St. Petersburg.
Este centro também será utilizado para a formação das tripulações dos submarinos nucleares indianos ATV, projeto atualmente em fase avançada de desenvolvimento.
Apesar de algumas fontes terem dito que a Índia financiou a conclusão da construção de um submarino projeto 971 “Shchuka B” (codinome “Akula” na OTAN), no valor de US$ 650 milhões, em acordo assinado em 2004 como parte do pacote Gorshkov, o custo de locação do Chakra não foi revelado.
O “Akula” é o mais silencioso submarino de ataque russo e foi batizado Chakra como seu antecessor. Em janeiro de 1988, o submarino nuclear K-43 do projeto 670 (codinome “Charlie” na OTAN), foi arrendado pela Marinha Indiana e rebatizado como INS Chakra, operando até março de 1991, quando sob a pressão intensa dos EUA, o presidente soviético Mikhail Gorbachev se recusou a prorrogar o arrendamento.
Embora os submarinos classe “Akula-II” possam ser equipados com mísseis de cruzeiro nucleares Kh-55 Granat com raio de ação de 3.000km, da mesma classe do Tomahawk americano, a versão indiana será armada com mísseis antinavio 3M-54 Klub, com 300km de alcance, já que armas com alcances superiores a esse não podem ser exportados pela Rússia, devido a acordos de controle de armas, pois a mesma é signatária do tratado MTCR.
NOTA DO BLOG: Será que o Brasil poderia seguir o mesmo caminho da Índia, alugando um submarino nuclear para treinar tripulações e formar doutrina operacional, enquanto o nosso não fica pronto? E qual país teria interesse em nos prestar tal serviço?


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Quem do seleto grupo de países possuidores de submersíveis nucleares se prestaria a esse negócio ? Por certo a contrapartida seria inevitavelmente uma promissória com valor de face referente à aquisição de tecnologia do arrendatário quando da produção local. Se, conforme os boatos, nosso parceiro nessa empreitada será a França, estaria ela disposta a arrendar-nos algum SSN ? Teria algum vaso disponível para isso ? E, sinceramente, não acredito que o Alto Comando Naval tenha isso em mente, conquanto fosse-nos mais útil, e mais dissuasório, que nosso atual Nae…
A França está substituindo os seus subs nucleares, ela poderia nos arrendar um dos subs que pretende substituir, eles são os menores subs nucleares do mundo, exatamente como o Brasil quer, mas para isso a MB tem adquirir o Marlin ou o Scórpene.
Do jeito que vao as coisas nas FAAS do Brasil,so vai haver sub nuclear no dia de Sao Nunca,de tarde e se nao estiver chuvendo. Tao decepcionado estou,que praticamente ja desisti de seguir as noticias da MB neste blog. Quando volto,vejo que tao poucas sao as novidades da MB que o administrador do blog comecou a encher de noticias de marinhas de outros paises. Claro,se nao fosse assim,so com a MB o blog ficaria vazio. Hoje uma compra de 2 helicopteros,daqui a um mes um radar,etc… Nao ha marinha no Brasil,nao. E guarda costeira,e olhe la.
O que é que a Índia tem que o Brasil não tem? Nosso pais é mais rico do que a Índia, porém…
É João, a coisa anda desesperadora mesmo. Nesta década ainda não incorporamos nada de novo na nossa marinha, apenas refugos que os outros não querem mais. Uma lástima.
O que será que vão anunciar em 7 de setembro que não poderiam ter anunciado a um, dois ou mais anos atráz?
Um abraço a todos (e nas próximas eleições vamos votor em canditados engajados com as forças armadas. O Éneias queria a bomba atômica, mas não foi levado a sério).
É uma comédia, achar que a MB, à maneira que é vista hoje e nos últimos quinze anos, seja capaz de sustentar um programa de construção de SSN crível. Arrendar um SSN da França? Com que verbas? As poucas disponíveis servem para fazer o mínimo necessário, como é feito hoje. Poder de dissuasão em águas azuis? Proteção e vigilância da plataforma continental? Temos uma MB de fachada, muitíssimo aquém das nossas necessidades mínimas. Aguarda-se ansiosamente revelações bombásticas para o 7 de Setembro próximo, como se fossemos entrar subitamente para o Éden das Marinhas de primeiro mundo. Como já foi dito, lentamente estamos obtendo uma MB Guarda Costeira, e olhe lá.
Infelizmente, não acredito no tal plano elaborado pelo “gênio” Mangabeira Unger – que, aliás, nunca antes tinha se dedicado ao estudo de assuntos de defesa…
O tal plano é mais uma “esperteza” do atual desgoverno, com o intuito de enrolar as FFAA e fingir que vai fazer algo pelo setor. A lógica é evidente:
- Ganha-se um ano, correspondente às “discussões”;
- Apresenta-se um plano que tem horizonte de longo prazo;
- No tal plano, apresenta-se um conjunto de medidas que precisarão de aprovação do Congresso;
- Como o Congresso está paralisado em função das eleições municipais, a aprovação das medidas fica para 2009;
- Se forem aprovadas pelo Congresso, as medidas só poderão ser implementadas a partir de 2010;
- 2010 é ano eleitoral e a quadrilha pode alegar que medidas “tão importantes” não devem ser tomadas em fim de desgoverno;
- Como resultado, a “implementação” do plano fica para o próximo governo, que poderá alegar que precisa de um novo plano “mais adequado” do que o do desgoverno que passou.
E assim vamos, rapaziada. Brasil: país do futuro do pretérito.
Recomendo a leitura da entrevista do ministro Mangabeira Unger onde ele fala sobre os critérios que nortearão a reformna e a modernização de nossa FAAs. Ela está na revista TEcnologia e Defesa nº114,nas bancas.
Brincadeira hein? um Akula(tubarão em russo)??
é de deixar o quiexo caído….
Sobre alugar, porque a França não o faz???????
ops. queixo..
Exato caríssimo Mauro, emendo que o Plano Estratégico de Defesa (PED) venha para organizar, planejar, otimizar investimentos e diminuir custos, dando eficiência e modernidade às nossas Forças Armadas.
Agora, pra quem quer ficar discutindo qual navio é mais bonito, nada do que se fizer serve mesmo..
Sds.
PED ou equivalente
Olá senhores! Eu também li a entrevista do ministro Mangabeira. Acho muito válido uma nova visão da defesa nacional, principalmente quando finalmente se discute desvincular do orçamento das forças armadas às despesas com pessoal (tanto da ativa como os pensionistas). Outros pontos favoráveis seria discussão com a sociedade sobre o papel da defesa e segurança publica para o bem de todos (inclusive com o fomento da indústria nacional). Agora discordo profundamente em tornar as forças armadas um programa social para primeiro emprego de jovens. Senhores a maior parte do contingente das forças armadas é formada por conscritos. Jovens que ao completarem 18 anos ingressam no serviço militar obrigatório por um período que hoje não supera 10 meses. Os senhores acham que em 10 meses é possível formar um marinheiro militar com condições de operar os atuais sistemas de nossas embarcações de guerra? Não gostei da proposta de temos soldados e marinheiros eventuais (um mínimo de preparo) como um programa social. Sou cético com essa força, que ao meu ponto de vista é inspirada na força civil que Hugo Chaves está armando na Venezuela. Por sinal algo que tem muita inspiração na Juventude Hitlerista.
Quando ao tópico em si, acho que devemos questionar um provável programa de transferência de tecnologias de submarinos nucleares de ataque com a França. Se a questão é desenho de casco (!?) os Russos que detém os recordes de profundidade e resistência do casco. Quero lembrar que até hoje não tivemos as contra partidas das aquisições do Airbus (AEROLULA) e dos Mirage 2000. A Índia está estipulando em 50% de off set. Se essa regra fosse aplicada aqui só no AEROLULA teríamos em torno de 15 milhões de dólares de credito com a França.
Um abraço
Como ilustração do tópico, gostaria de dizer que o submarino chinês que apareceu repentinamente ao lado de uma Força Tarefa dos EUA tem o desenho de casco baseado nos projetos Russos. Muita gente por aí comenta que os submarinos com esse desenho são muito mais ruidosos que os ocidentais… Não acredito que a Força Tarefa estivesse com todos os sonares desligados quando ocorreu isso. Portanto temos que ter cuidado com propaganda… Uma vez ouvi uma palestra sobre propaganda, um mestre do assunto, ironizava com a seguinte afirmação: “A quantidade de propaganda de um determinado produto é inversamente proporcional à qualidade desse produto”.
concordo com o Mauro…
Sera que a Russia não teria mais algum para alugar?, acho que seria até mais vantajoso para ele alugar essas belonaves do que ficar mantendo as, é de se recordar que nos ultimos anos a Marinha Russa desativou mais de 100 submarinos nucleares
Mauro, achei a entrevista do ministro Mangabeira muito reveladora sobre as opções que estão sendo analisadas no âmbito do Plano Estratégico de Defesa. No que diz respeito ao Exército, por exemplo, está claríssima a opção em transformá-lo numa grande força de deslocamento rápido. Na FAB, o impasse gira entre a adoção de um caça de 4ª geração ou o desembarque direto no de 5ª. Na MB, é clara a opção pela priorização da negação do uso do mar, mas ele não deixa claro se vai haver aumento do número de submarinos ou se tsrabalha apenas com a perspectiva de reposição das unidades atuais. Pela entrevista, não me senti informado sobre o que vai ser das capacidades de controle de área marítima e de projeção de poder, ambas citadas por ele como carentes de desenvolvimjento, apesar a priorização da arma submarina.Vi, na minha leitura, uma certa confusão aí.Que talvez não exista e tenha sido apenas fruto de uma leitura apressada.
Não dá para acreditar no Mangabeira Unger. Ao meu ver, estão empurrando o assunto Defesa como se este não fosse um problema nacional. É o velho revanchismo desses ex-guerrilheiros de meia tigela, que na hora que o pau come, sai em debandada, para décadas depois se encostar no governo, pedindo pensão vitalícia…
Concordo com o Pedro Rocha
“A capacidade receptiva das massas é limitada e sua compreensão escassa…”
Paul Joseph Goebbels
[Ministro da propaganda de Hitler]
Será que o Mangabeira, que nunca foi um guerrilheiro, está se deixando usar como o pessoal aí de cima está sugerindo. Será que ele deixaria de lecionar numa universidade de grande prestígio internacional, para gastar sua energia e inteligência com uma grande empulhação? Difícil de acreditar.
dificil mas não impossível… usando atéa pasta dele, será que ele não esta pensando mais à frente ??pois seu nome ficará em evidência por algum tempo e ele pode postular a um cargo majoritário no futuro. em se tratando de Brasil tudo é possível.
Faço a seguinte proposta: vamos ficar, todos, no essencial. A MB que pode emergir em setembro estará à altura das necessidades do país.O que voces acham da opção que o Mangabeira Unger está fazendo pela teoria do desenvolvimento desigual e comparado?
Bem, amanhã também pode como não pode chover, não?
o suba da foto tá numa ferrugem que dá gosto de ver! ou é uma pintura especial?
Olá! Senhor André, ampliei a foto e notei que é reflexo do sol… Estaríamos perdidos se cascos de submarinos nucleares oxidasse dessa forma. Senhores eu gostaria de lembrar que o ministro Mangabeira caiu de pára-quedas nessa pasta que fora criada para acomodá-lo no governo. O Brasil é a terra dos antagonismos, o ministro Mangabeira e o ministro Jobim estão em nítida sobreposição. Eu particularmente acredito que as partes aproveitáveis da entrevista foram redigidas pelos comandantes das Forças, como o Senhor Mauro descreveu. Continuo cético quanto ao rumo da política de defesa nacional. Na entrevista foi apresentado um resumo do currículo do ministro Mangabeira, com trabalhos teóricos muito interessantes em áreas sociais, porém nada concreto quanto à geopolítica contemporânea.
desculpe Pedro Rocha, mas não é reflexo do sol não… é ferrugem brava mesmo.
Chávez fará uma viagem a Moscou e visitará também outros países da Europa entre 22 e 26 de Julho.
Caracas está interessada em adquirir sistemas de defesa anti-aéreos e submarinos à Bielorrússia e ao Irão.
Já imaginaram se ele resolve fazer como a Índia !?
A India está entre a china e o paquistão,de guerras recentes,
com isto,se arma para se defender,só pode ser isto.
Digamos que aqui existam pessoas no MinDef que em setembro
de 2008 queiram iniciar algo que incremente a segurança do
pais.Como será no proximo governo?Quem sabe o atual governo
criasse procedimentos legais que continuassem a politica de defesa.
Isto facilitaria futuras decisões.
O Brasil parece que domina a tecnologia de propulsão nuclear. Mas um sub para sobreviver não basta ser independente do ar e poder ficar 10 anos sem se reabastecer. O fato de não precisar vir à superfície é só um detalhe. Outras tecnologias são importantes. Tecnologias sensíveis e críticas, difíceis de serem dividas por quem as possui.
Temos que ter tecnologia para fazer um casco resistente à submersão profunda e para que este casco não produza ruídos e tenha uma boa hidrodinámica, para a cobertura antiecóica, para o sistema de suporte de vida, para os sensores de casco, de mastro e rebocados, para os sistemas de redução de ruído do sistema propulsor, para os hélices de alta performance e silenciosas (anticavitação), para o sistema de armamento, para os sistemas de navegação inercial, para as comunicações, para os sistemas de defesa rebocados e ejetados, etc.
Para desenvolvermos ou absorver estas tecnologias ainda vai levar uns 10 anos no mínimo.Mais uns 10 para bater a quilha. Mais uns 10 no mínimo para construí-lo e pronto. Lá pelo ano 2040 teremos nosso sub.
Esta conversa dos nosso políticos sobre o reequipamento das forças armadas é conversa pra boi dormir e acalmar os críticos e os militares.
Já vi este filme e a gente morre no final.
Correção: “Para desenvolvermos ou absorvermos estas tecnologias ainda vão levar uns 10 anos no mínimo”
Eu particularmente acho que o Brasil investiria melhor seu dinheiro nos subs convencionais e na tecnologia AIP.
Se nossos submarinos operarem em nossa costa, sob a proteção dos navios de superfície e da cobertura aérea fornecida pelo continente não seria vital a energia nuclear como fator de dissuasão.
Posso estar enganado, mas devido à tecnologia envolvida em um sistema de propulsão nuclear eficiente para um submarino de ataque do ponto de vista da discrição acho que o sistema híbrido núclear/elétrico seria mais vantajoso, fácil de projetar e mais barato.
acredito…junto com o NAe VIKRAMADITYA formará a “espinha dorsal” da marinha dos hadji…
Será que a entrevista do ministro Mangabeira sobre as ídéias que nortearão o redirecionamento das Forças Armadas é tão insignifcante que não mereceu nenhum comentário quanto ao conteúdo? Que pena?
Andre, Rocha e Roberto, será que vcs não estão confundindo ferrugem com pintura anti-ferrugem, de cor avermelhada, que aparece com o desgaste da camada final de pintura?
mas não é estranho ela estar tão pronunciada ?? e o verniz naval é incolor…
Os submarinos russos costumam ser recobertos por uma camada antiecóica à base de borracha. Eles não têm seu casco metálico exposto. Talvez seja o que pareça ser ferrugem.
O que acham?
É, deve ser um produto especial como falou os srs Bosco e Nunão. Aquela luz solar(parece por do sol) tambem deve ser enganadora.
E a aparência de ferrugem está presente na vela e no sonar rebocado do mesmo lado e com a mesma inclinação. Deve ser um efeito óptico devido ao reflexo com o ambiente.
Olá senhores! Senhor Mauro, eu acredito que estejamos entendendo de forma adversa o que o ministro Mangabeira disse em sua entrevista. Continuo mantendo que afirmei anteriormente. Veja as palavras dele “… ter um SERVIÇO SOCIAL acessório ao serviço militar obrigatório, que seria prestado por aqueles que não prestassem o serviço militar, no qual os jovens receberiam um TREINAMENTO MILITAR RUDIMENTAR e passariam a compor uma força de reserva capaz de ser utilizada em CIRCUNSTÂNCIAS EMERGENCIAIS…”. Serviço social, treinamento militar rudimentar e circunstâncias emergenciais (?). Agradeço à divina providencia que essas “perolas”, do ministro Mangabeira, sejam consideradas apenas hipóteses. Quero lembrar a todos os senhores que essa hipótese não é uma idéia original do ministro, o atual presidente em sua campanha para o primeiro mandato, discursava sobre essa hipótese como uma das soluções para o desemprego. Se não me engano houve uma tentativa, porém logo cancelada em virtude da falta crônica de recursos para as Forças Armadas. Acredito que todos aqui sabem que o serviço militar obrigatório está reduzido há muito menos de um ano, como era antigamente. Hoje os soldados e marinheiros ficam menos tempo de serviço por falta de rancho, acreditem. O ministro Mangabeira só aceitou a entrevista com ressalvas (não tratar do FX2 muito menos do acordo sobre o PAK 50), ou seja, o ministro recebeu antecipadamente as perguntas, portanto tinha suas respostas na “ponta da língua”. Uma revista especializada queria entrevistar o ministro sobre o acordo com a Rússia, porém o ministro negou-se veementemente falar sobre isso. O senhor Mangabeira colocou o sério Brigadeiro Saito numa encrenca, pois coube ao Brigadeiro explicar que era um simples protocolo de intenções. Senhores guardem bem essas palavras: Protocolo de Intenções, pois será isso a tônica da Defesa e Segurança Nacional. Em tempo, o ministro deveria contratar os instrutores dos traficantes, pois em instalações precárias (morros e favelas) conseguem treinar, grande eficiência, um jovem no manejo de modernos fuzis e outros armamentos de uso exclusivo das forças armadas (risos). Acho que agora os senhores entendem por que escrevo ministro com m minúsculo… Se lembrarem, eu também escrevi senador e presidente.
Prezado Pedro, o atual governo é mestre em propaganda e pirotecnia, já se vão 6 anos de bobagens e pouca realização, com nenhuma reforma em qualquer campo de atuação. Agora em 07.09 falam em estabelecer um plaenjamento, como “nunca antes na história..”. Faltam apenas dois anos para seu término, e o contigenciamento de verbas continua. Em nada difere de outros governos no passado.
Prezado Pedro, leia a entrevista do comandante da MB publicada aqui, leia a notcia no DEFESANET sobre os helos de ataque da FAB e o que pensam os oficiais da aeronautica de uma eventual tentativa de serem empurrados goela abaixo pra algum projeto derivado de cougar. Veja a grande sacada do comandante da MB hoje, que ao comentar a palhaçada da IV frota; ele aproveitou o gancho, e disse: porque vcs não liberam as verbas que a MB precisa? a essa pergunta dele, ninguem respondeu. vamos ver. Mas aqui tudo que o governo diz é “plausível” pra alguns, ainda bem que não é pra todos.
Senhor Douglas, fui ao site da Defesa para ver a matéria porem deparei com a seguinte manchete de hoje “Avibras dispensa 350 funcionários”. Sim senhores a Avibras pediu falência! Um detalhe cruel desse fato a empresa possui uma encomenda da Malásia no valor de R$ 300 milhões que está travada (a espera de homologação) pelo governo Brasileiro. Num momento que o ministro Mangabeira fica externando hipóteses, 350 pais de família estão desempregados. Espero que a mídia, não só a especializada, cobre dos ministros Jobim e Mangabeira, bem como do chefe deles sobre deixar uma empresa altamente estratégica para o país (Astros, Fila, Fibra Ótica, etc.) fechar as portas com uma carteira de pedidos de R$ 300 milhões. Quanto aos Super Pumas, eu particularmente não os acho ideais para as nossas Forças Armadas, porem sou pragmático: Qualquer coisa é melhor que nada, mas também nessa aquisição só existe de concreto um protocolo de intenções (eu sei que foi assinado um memorando de entendimento, questão de semântica). Esse memorando se for realizado gerar pendências judiciais, pois como já havia falado qualquer fabricante de helicópteros montaria uma fabrica em qualquer lugar do Brasil se tivesse uma carteira fechada de 50 unidades. Por sinal a Helibras só não faliu graças ao governo de Minas Gerais.
quais são as dúvidas Mauro? O tamanho do Japão? Essa é a dúvida? Ou as contrapartidas comerciais de russos e suecos, todas na área cívil? é isso que tá te incomodando? A realidade é ruim, apesar de vc querer elogiar o atual governo. Não dá Mauro. Tua pretensa imparcialidade vai pro ralo cada vez que vc diz que o Mangabeira disse alguma coisa “´plausível”. O informação da Avibras dispensa comentarios sobre a “plausibilidade’ do governo. O BNDES tá financiando metrô em caracas, mas não existe capital pra financiar a industria de defesa aqui. O atual governo se equipara aos passados em materia de pelanejamento de defesa. não fez nada.
A frota chinesa de submarinos convencionais tem 55 cascos, em 2007 soment 5 destes foram vistos ao mar por + de 30 dias.
Então dá p/ ter uma boa e real idéia da falta de prontidão da PLAN e não o incidente citado.
Posteriormente ao incidente parcialmente citado, um BG americano transitando pelo Estreito de Formosa, chegou a parar em pleno oceano; p/ ver se o sub chines que os acompanhava se mancava e sumia…
O que? Outra “Varig”, a empresa que não podia falir por causa de exdruxolos e inconfessáveis interesses????
Não!!!
Se a Avibrás não tem como se manter dentro de seu modelo de negócios, que vá á falencia!!!
Não é problema do Brasil, esta que vá ao mercado, procure um sócio, se reestruture e assunto encerrado, não é função do governo socorrer-la, mas do mercado.
Ao governo brasileiro cabe zelar pelo cumprimento estrito da lei de falencia, assistir aos trabalhadores afetados e tomar providencias qnto a exterirização do know how desta empresa do segmento de defesa, será que a falencia de Engesa, Bernadini e Biselli não ensinou nada ao Executivo e as Forças Armadas???
Imbel e Engepron, teriam de ser chamadas em um primeiro momento p/ assumirem o acervo técnico e não permitir o ocorrido qndo da falencia da Engesa.
Empresário brasileiro tem mania de embolsar o lucro e pretender socializar o prejuizo, a Avibrás que vá ao mercado!!!
Oooooopppssss!!! Passou um erro:
“…qnto a exterirização do know how desta empresa…”
O correto é “exteriorização”
Grato!
Mauro, estamos criando factóides??? Parece-me quem cria factóides é o governo, não? Estou adorando seu comentário sobre o fato do Japão ser ou não ser miúdo. Olha o mapa, eles, menores que Minas Gerais, têm 101 P-3, nós, por ora, não temos nenhum, talvez tenhamos 7/8 em 5 anos. Mesmo em uma região sem guerra iminente é pouquíssimo. Teu ódio contra a minha pessoa é impressionante.
Mauro, Sobre seu último comentário. OK. Temos opiniões diferentes, não faça disso um cavalo de batalha. Enquanto nós ficamos aqui dando cabeçada, a MB vai sendo sucateada.
Sobre a Avibras, tambem sou contra por dinheiro publico lá a fundo perdido. Mas cadê a politica de defesa? Se houvesse politica haveria encomenda. O BNDES poderia triangular isso. Financiaria a aquisição para as FA. Se financia órgãos venezuelanos com 1,5 bi para o metrô de Caracas, porque não pode fianciar 1,5 bi para recuperar-se os A-4 da MB e A-1 da FAB? ou umas 3 fragatas novas, ou 6 corvetas, ou 5 subs avançados. com 1,5 bi/2 bi dá pra executar um projeto desses.
Senhores,posso estar enganado,mas a Avibras pediu concordata,
que hoje tem outro nome,ela tem dividas,mas tem encomenda
em carteira que a permite funcionar para se equilibrar.
Senhor Mauro, segundo o Código Civil e a Lei das Sociedades Anônimas, quando uma empresa não consegue honrar seus compromissos, essa pode solicitar sua recuperação judicial. Uma forma de seus controladores continuarem na direção da empresa, bem como evitar que seja decretada a sua falência (fechar as portas em definitivo, vender o que for possível para saldar compromissos). Uma sobre vida, um fôlego a mais. No Código Civil anterior as duas situações eram chamadas de Falência, sendo que primeira tinha o preciosismo de ser denominada Moratória Pré Falimentar. Infelizmente havia muitas falências fraudulentas. Buscando coibir essa situação o novo Código Civil determina que uma empresa só possa solicitar recuperação se for decretada por um juiz, por isso recuperação judicial. O juiz analisará a situação da Avibrás, se o magistrado entender que a empresa não tem mais recuperação decretará a falência da Avibrás. Como acho que nesse blog tenho direito de expressar o que penso, analise friamente à situação financeira da Avibrás e já me antecipei… Vai falir. Senhores vocês não imaginam como eu queria está errado, não imaginam como eu queria que isso fosse um factóide. Senhores como contribuinte, bem consciente disso, não queria de forma alguma dinheiro do erário na Avibrás, porém os produtos da Avibrás são essenciais para Forças Armadas Brasileiras. Por exemplo, o ASTROS sempre foi considerado superior ao MLRS estadunidense, palavras dos próprios estadunidenses, ainda é o estado da arte em artilharia de foguetes. Preenche com louvor uma lacuna na Artilharia do Exercito como dos Fuzileiros, mas só compramos o suficiente para equipar um grupo. Por que não fazer uma encomenda de mais um grupo? O melhor por que não dar a garantia que o governo da Malásia está pedindo para o governo Brasileiro? Senhor Mauro é esse fato lastimável que o senhor está chamando de factóide, a Avibrás num esforço sobre humano conseguiu fechar essa exportação de 300 milhões, a única coisa que quer é uma carta de garantia do Brasil. Lembro ao senhor que a empresa possuía 1000 empregados e até o momento dispensou 350. Senhor Mauro gostaria muito de não utilizar esse democrático blog para polemizar, porém eu tenho todo o direito de criticar os ministros com m minúsculo. Quando surgiu nesse tópico o nome do ministro Mangabeira, vi uma oportunidade de trazer para todos os senhores a miríade de besteiras que o ilustre pára-quedista está lançando na mídia. Sei que não sou senhor da verdade, porém realmente são besteiras haja visto o que vai ocorrer com a Avibrás. O ministro Mangabeira sonha com suas paginas amarelas na Veja… Vai disputar com o Millor Fernandes, pobre Millor uma luta desigual (risos).
Com a Avibrás já eramos mediocres….
Sem a Avibrás somos uma b@#*& em matéria de defesa.
A próxima vítima será a MB.
Isto que estamos “elaborando” um plano nacional para a Ind. Bélica e de Defesa, imagine se não estivéssemos.
É o fim da picada. E ainda querem um assento permanente no “Coseil du Securité” da ONU. Seria melhor aspirarem ao cargo de faxineiro.
Sds.
Pedro Rocha,
Sempre ouvi isto do Astros ser superior ao MLRS.
É pura patriotada. Igual dizer que o Osório era melhor que o M1.
Depende! Tudo depende!
Qualquer sistema apresenta coisas boas e coisas ruins. Vantagens e desvantagens.
O MLRS por exemplo dispara foguetes guiados (mísseis), dotados de submunição guiada e inteligente, possui maior mobilidade tática “fora de estrada” por ter esteiras, controle de tiro superior inclusive GPS e mapas digitais, sistema de comunicação mais eficiente com data link, capacidade autônomo de remuniciamento e “foguetes” com maior alcance no caso do TACMS
O Astros possui melhor mobilidade estratégica por ser mais leve, foguetes de tecnologia menos complexa e mais barata (o que é uma vantagem), maior variedade de foguetes que vão de 20 a 90 kms, maior quantidade de foguetes e tempo de menor, o que o deixa mais qualificado para situações em que a precisão não seja o forte e sim a saturação. Já o sistema americano é focado na precisão.
Algumas das “falhas” do MLRS foram sanadas no HIMARS que é uma versão sobre rodas mais leve e mais facilmente aerotransportada.
Ou seja, tudo nos conformes. O Astros é ótimo para países do 3° mundo e o MLRS e o HIMARS é ótimo para as superpotências. Cada qual no seu cada qual. Isto não quer dizer que o Astros não seja bom e que não mereça elogios por parte dos senhores da guerra da grande nação do norte.
Sds.
Mudando de pato pra ganso.
Hoje fui dar uma olhadinha no site da Mectron que projeta, projeta, projeta, e não fabrica o Piranha, o MSS 1, o MAR 1, entre outros.
Eu, com a minha modéstia, acredito que uma empresa que se dispõe a fabricar mísseis seja de alta tecnologia. O mínimo que se espera de uma empresa destas é que tenha um site pelo menos “atrativo”. Não é o caso da Mectron. Ela não da a mínima para sua imagem na internet. Como vai vender míssil para alguém? Como alguém vai botar o traseiro rosado na reta comprando um míssil de alta tecnologia de uma empresa que não atualiza seu site digamos desde, desde, desde uns 10 anos.
Lá nem fala do MAR 1. Esqueceram de atualizar o site e não tem nem um desenhozinho do MAR 1. Os únicos mísseis “fabricados” de acordo com o site é o antitanque e o ar-ar.
Será que eles tão mesmo projetando estes mísseis? Estas coisas vão voar algum dia?
Como é que ainda tem gente no Brasil que acredita que vamos construir submarino nuclear?
O Brasil e suas ilusões. Já projetamos e íamos começar a fabricar um míssil anti-navio (barracuda), um míssil guiado por fibra óptica, um missíl de cruzeiro que ia por no chinelo o Tomahawk e ia ser lançado pelo Astros, uma imitação do Roland, um piranha de lançamento do solo com booster para aumentar o alcance, e por aí vai. Já viajamos na maionese demais e nada virou.
Temos que dar graças a Deus pelos nossos militares que apesar de tudo conseguem adquirir Erix, Bills, Milans, Iglas, Mistrals, Sea Wolfs, Aspides, Exocets, Sea Skuas, Tigerfishs, Mk48, Mk45, Pyton, Sidewinders, R530, R550 e Derbys.
Correção:
Desculpem pelo Mk45. O correto é Mk 46.
Só acho que o Brasil deveria ser um incentivador e maior parceiro da industria de defesa nacional, como exemplo o Brasil opera uma quantidade pequena de lançadores Astros. Vem ensaiando compras e modernizações que nunca saem do papel qual industria cresce só com mercado externo. Investir no mercado de defesa no Brasil só se for de “carro de luxo blindado” como a Mectron vai investir em mísseis( Um web designer é acessível) se um piloto da baixa sem disparar um míssil!!!!! Toda e qualquer critica na minha opinião deve ser feita ao nossos governantes, parlamentares e a nos mesmos que os elegemos!!
Concordo com você Lobim.
Devemos encarar o fato que no Brasil a industria belica e de defesa esta na falencia,como sempre. Se deixaram a Motopecas,a Bernadini e a Engesa falir,o que podemos esperar da Avibras? A Embraer so existe ainda gracas aos motores ingleses e encomendas do exterior. Vide a Avibras,que tambem continua existindo gracas as encomendas e apoio do EXTERIOR. Nao gracas a #@%%&* de governo que temos no Brasil,hoje e sempre. Como diz Lobim,carro blindado ,encomendas e projetos modernos so para tomar conta de VIP,mesmo. Conselho de Seguranca da ONU? HAHA!! Isso vai acontecer na epoca que o Brasil botar um astronauta em Marte. Ate la vamos ficar a cargo da faxina,mesmo.
Olha, o que devemos é deixar de lado essas questões politicas.Devemos sim é procurar novos parceiros que estejam interessados em cooperarção mutua e conjunta com nossas forças armadas.Os americanos e os franceses são tudo farinha do mesmo saco.Eles(os americanos)nunca estiverão interessados em repassar tecnologia para paises como o nosso. Temos sim é que deixarmos de sermos covardes e medrosos, e parar de penssar pequeno, se quizermos ser respeitados.A solução a meu ver seria,em carater de médio prazo,umconsórcio com as empresas e o governo de Moscou, com a condição de repasse de tecnologia. Para que dessa forma,nossos tecnicos possam em fim treinar nossos jovens engenheiros, a produzir por nóis mesmos os armamentos e equipamentos que almejamoos como potencia.
Sobre a entrevista do sr. Unger, que acabo de ler:
1) em nenhum momento ele se compromete com projetos específicos e muito menos indica as fontes de recursos necessárias para implementar o que está sendo discutivo;
2) todas, literalmente todas, as suas assertivas são genéricas;
3) o sr. Unger dá a entender claramente que não serão anunciadas compras de equipamentos em 7 de setembro de 2008;
4) a idéia de “um grande debate” sobre política de defesa gerada pelo PED é simplesmente MENTIROSA, pois esse plano vem sendo elaborado sem consulta à sociedade;
5) a questão da transferência de tecnologia a partir de compras de equipamento no exterior é uma grande FALÁCIA, pois o próprio sr. Unger admite que nenhuma tecnologia sensível nos será repassada;
Paro por aqui. Somente o fato de se tratar de um plano que não trata dos recursos para a sua implementação é para mim motivo suficiente para confirmar o que eu já suspeitava: o PED é mais uma grande FARSA desse desgoverno.
[...] que se sofreu um acidente no Oceano Pacífico no dia 8/11, matando 20 e ferindo outras 22 pessoas, estava sendo preparado para a Marinha da Índia. Não se sabe ainda se depois do acidente, o negócio será interrompido ou adiado. A Índia [...]
Não é ferrugem, é veludo vermelho que os subs soviéticos usam para despistar.