Homenagem aos mortos da Marinha em guerra

COMANDO DO 1º DISTRITO NAVAL

SEÇÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL 
 
“NOTA À IMPRENSA” 
 

Rio de Janeiro, 10 de julho de 2008. 
 
Como ocorre todos os anos no mês de julho, serão realizadas duas solenidades em memória aos integrantes da Marinha do Brasil e da Marinha Mercante Brasileira que perderam a vida em operações de guerra. Essas homenagens têm o propósito de exaltar o exemplo de coragem, determinação, desprendimento e dedicação que os marinheiros, fuzileiros e tripulantes dos navios brasileiros mortos em combate deixaram para as gerações futuras.

No dia 15 de julho, às 10h, a Marinha do Brasil, o Clube Naval e a Sociedade Amigos da Marinha – Rio de Janeiro farão uma Missa Solene, celebrada pelo Capelão-Chefe da Marinha do Brasil, Capitão-de-Mar-e-Guerra (Capelão-Naval) Nelson Dendena, na Igreja Nossa Senhora da Candelária.

No dia 17 de julho, às 10:30h, acontecerá a Cerimônia de Aposição Floral no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, que será presidida pelo Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Aurélio Ribeiro da Silva Filho. Nesse mesmo horário, veteranos de guerra lançarão flores no mar, nas proximidades de Copacabana, a bordo do Navio-Patrulha “Guajará”. 

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3 Comentários to “Homenagem aos mortos da Marinha em guerra”

  1. José da Silva disse:

    Mauro,

    Voce pode ter certeza que eu sou uma das pessoas que defende com mais fervor essa ideia. Não tenho nada contra os nomes citados acima, mesmo porque são nomes que ja foram usados em navios com muita historia, o problema é que são usados com muita frequencia, sem um tempo entre os navos. Isso fica ainda pior quando além do nome sao utilizados os mesmos indicativos, ou os mesmos nomes com os mesmos indicativos.

    Exemplo no final dos anos setenta começaram a dar baixa os nossos mais antigos “P” da classe Fletcher: Pará – D 27, Paraíba – D 28, Paraná – D 29 e Pernambuco – D 30, em um pouco menos de 10 anos, entraram em serviço as Garcia com os mesmos nomes e os mesmos indicativos. São nomes tradicionais entre as nossas escoltas, mas poderiam ter, pelo menos, indicativos diferentes.

    Fiquei particularmente muito feliz, quando apareceram nomes novos como Almirante Gastão Motta, Rademaker, Bosisio, Dodsworth e outros poucos usados, nunca usados ou com um bom espaço no tempo como Greenhalgh, Jaceguai, Inhauma, Frontin, Julio de Noronha etc.

    Outro exemplo o Navio Balizador Comandante Varella, um exemplo de navio da DHN que recebeu o nome de um oficial hidrografo falecido em serviço.

  2. Paulo Costa disse:

    Os fuzileiros navais tem um monumento proprio que reverencia,
    os seus mortos,inclusive quando foram a mando do nosso rei
    D Jõao sexto,tomar a guiana francesa em 1808.
    Somente nòs temos aqui na AL os Reais Fuzeiros….

  3. scarllete disse:

    Bom… eu achei muito legal essa homenagem aos mortos da marinha…Eu gostaria até de participar mais morro em salvador não da …. Vamos ao que enteressa , visitei esse site por que estava à procura de dados sobre meu Avô que era torneleiro , pois ele morreu quando eu completei um ano, só pra saber mais… se algum poder mim ajudar seria otimo.

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