Chegada do HMS Liverpool a Santos

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    Como antecipado pelo BlogNaval, hoje de manhã chegou a Santos o contratorpedeiro Liverpool (D 92), de Sua Majestade. O navio é um Type 42 Batch 2, armado com mísseis Sea Dart (que aparecem em vermelho na proa), de defesa antiaérea de área. As fotos são do shipspotter Silvio Roberto Smera.

    NOTA DO BLOG: Dois Type 42 foram afundados na Guerra das Malvinas. O navio líder da classe, HMS Sheffield (D80), foi atingido mortalmente por um míssil Exocet AM39, lançado por um jato Super Étendard da Armada Argentina. Observar os CIWS Vulcan Phalanx de 20mm instalados à meia-nau, no HMS Liverpool, para garantir que a história não se repita.
    O HMS Coventry (D118), foi afundado por bombas, num ataque realizado por jatos A-4 Skyhawk.

    Ironicamente, os únicos dois Type 42 exportados o foram para a Armada Argentina (ARA Hercules, ainda na ativa e ARA Santissima Trinidad, desativado em 2005); quando a Guerra de 1982 começou, os argentinos conheciam todas as vulnerabilidades do navio e sabiam como atacá-lo.

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    23 COMMENTS

    1. Bom é uma belonavi de impor respeito apesar de ser antiga
      mas será que alguem pode mata uma curiosidade minha
      um navio desse porte nao seria um otima aquisição para a MB ?
      um abraço a todos

    2. Já passou o tempo do Brasil comprar esses navios. A época ideal foi quando a Armada Argentina colocou os Type 42 dela à venda, depois da Guerra das Malvinas, porque não recebia mais peças de reposição da Inglaterra.
      No final da década de 80, a Argentina ofereceu-os ao mercado internacional, por 250 milhões de dolares cada um, e quase foram comprados pela Turquia.

    3. Não, foi pro Armazém 25, bem atrás do Black Rover (exatamente olhando por fora no centro do terminal dos bunecos (passageiros).

      Engraçado que como o black rover, mudeu de ponto no ultimo momento.

      Ele está completamente escondido de quem vê pela avenida, apenas dá pra ver a ponta dos mastros.

      MO

    4. Seria loucura comprar algum. Nem a Royal Navy está tendo dinheiro para fazer a manutenção do sistema Sea Dart, por isso está removendo o míssil de alguns navios.
      Aqui, teríamos o navio, mas sem mísseis para operar.

    5. Para quem tem CT Pará operacional sem ASROC, ter um desses sem Sea Dart é lucro.
      Mas calma… Sete de setembro vão anunciar a aquisição de uns doze AEGIS… … … … (da Revell).

    6. Srs…
      Esta classe ainda tem a estrutura de alumínio, ou já foi substituída por outra mais resistente á incêndios ???

    7. Quando colocaram à venda eram novinhos, menos de 10 anos de uso. Hoje estão com mais de 30, são da mesma época dos Type42 Batch 1 da RN, assim como das nossas Mk10. Só um está em uso, o Hercules, transformado em transporte rápido ou algo do gênero com hangar super ampliado para SH3. Ficou estranhíssima. O outro está definitivamente encostado. Há décadas o Sea Dart não está mais operacional.

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