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Chegada dos navios da ADEREX-I/2008

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Estivemos hoje,  (25 de julho de 2008), no Deck do Pescador, na Ponta da Praia em Santos-SP, para fotografar e filmar a chegada da força-tarefa da MB que realiza a operação ADEREX-I/2008.
A foto acima mostra a corveta Inhaúma (V30) manobrando entre as bóias de sinalização. Notar a inclinação do navio mesmo navegando em águas abrigadas e com pouca velocidade.
Abaixo, os outros navios capturados pelas lentes do shipspotter Guilherme Secatto.
Em próximo post, publicaremos as fotos dos outros navios e um vídeo.

dsc06074.JPG

dsc06080.JPG

dsc06085.JPG

50 COMMENTS

  1. Aquelas bóias são sodas mesmo. Pq não tem foto dos outros perto delas na mesma situação?
    Só clicaram a Inhaúma lá?

  2. Alguem falou algo parecido em relação a CV Camaquan …

    MO

    Agora serio, ela ja em aguas abrigadas ainda balançava, em uma outra foto (3/4 de popa – BB) fiquei surpreso com o balanço dela em relação a posição dela no canal, aonde normalmente não acontece isso

  3. Os entendidos que me corrijam, porque eu não entendo nada disso, mas sempre achei as Inhaúmas meio desproporcionais. Muito altas para pouco calado e boca estreita.

    Eu costumo chamás-las de semi-submersíveis. É uma nova classe de navios criados pela MB. Em mar um pouco revolto elas andam parcialmente submersas (pelos menos a proa).

    Leo

  4. Bem coerente Leo, por que sera que esta balançaando tanto, sera algum defeito ? Como do casco quando foram construidas ?

    Quem sabe……………

  5. É ……….. são um projeto ruim. todos nós sabemos. A pergunta que fica é: e a Barroso????? Dizem que corrigiram a questão da proa… e o equilíbrio??? A questão final é: Há dinheiro pra desenvolvermos uma evolução das Inhaúma/Barroso???? Se não, melhor focarmos umas type 22, e uma esquadra de OHP revisadas e atualizadas com AA e AS de ponta. Não faria mal nenhum.

  6. Os perfecccionistas alemães também erraram na classe Koln, portanto,nada de conclusões vira-latistas por conta das nossas bravas Inhauma

  7. A Inhauma tá balançando mais que a Adhemar de Barros…hehehe Eu teria medo dela fazendo o mesmo trajeto de VC pra Santos!!!

    Projeto ruim e um novo, never again…pelo menos com essas verbas que ninguem vê. Sou mais umas T22 e 23 mesmo…infelizmente, essa é nossa realidade.

  8. A regra do centro de gravidade é também válida para navios?

    Pena que houve erros de projeto. Mas acho que a falta de verba veio a calhar. Já imaginaram terem, conforme programado, construído 12 com o mesmo problema!?

    Mas o curioso na foto é a aparente tranquilidade dos marinheiros sobre a “cabine de comando”. Desculpem mas não sei o nome correto!

  9. Corrigindo:

    A regra do centro de gravidade (((é também válida))) funciona para navios da mesma forma como funciona em veiculos terrestres?

  10. Senhores.
    Vamos fazer uma rápida reflexão em tudo o que foi dito acima e pensar um pouco. Naquele ponto em baixa velocidade, todos os navios tendem a ficar meio “bobos”, adernando um pouco devida a falta de velocidade e claro, em função da maré reinante naquele instante. Então apenas para comprar um “pouquinho”, vejam que tamanho não é documento.

    CORVETA
    BNS INHAÚMA V-30
    Deslocamento (toneladas): 2.000-padrão / 2.100-plena carga.

    DESTROYER
    USS FARRAGUT
    9,200 tons full load (Flight IIA)

    Repararam na DIFERENÇA ENTRE DESLOCAMENTOS?

    Agora vejam esta foto feita durante a Parada Naval do dia do trabalho no Rio de Janeiro em que o mar estava parado.
    Agora reflitam e repensem seus comentários sobre a Inhaúma. Coitada, vive pagando o pato! 🙂

    http://i67.photobucket.com/albums/h311/luizpadilha/unitas49_571.jpg

  11. Seria um AB um fiasco? O que para muitos é um senhor navio, estará condenado por estar adernado naquela foto?
    Virou lixo? Um erro de projeto?

    Claro que não, apenas quis mostrar que nem sempre imagem é tudo.

    E agora José?

  12. Santa Falácia, Batman!
    Reduzir a comparação entre dois eventos distintos a meras fotos, esquecendo ou apenas inferindo as inúmeras outras variáveis, fere a lógica.

  13. Também acho que só as fotos não revelam coisa alguma. Quando vi a da nossa corveta Inhaúma, lembrei imediatamente do USS Farragut que parece estar indo a pique na frente de Copacabana. Nada a ver!!!!!

  14. Srs…
    Esta “ardenação” é proposital, já estava no cálculo do projeto. É um ardil…pois se num combate ela for atingida de “raspão” ela ardena “x” graus para parecer estar, para o inimigo, mortalmente ferida, o comandante manda queimar uns colchões no convés para fazer fumaça…(igual num filme….) e não ser mais alvejada..hahahahahahahahahahahahahahaha…
    Bricadeiras á parte…..eu sempre gostei das nossas corvetas, mesmo sabendo dos problemas, acredito que elas são uma importante ferramenta na paz na guerra…
    Fui…

  15. A diferença é que a Inhaúma é ruim até em velocidades maiores:
    http://www.naval.com.br/dossie/Barroso/jaceguai2.JPG
    http://www.naval.com.br/dossie/Barroso/jaceguai3.JPG

    O mastro principal da V30 devia ser treliçado como pensado originalmente. A estrutura inteiriça como ficou tem um efeito de “vela”.

    A Marinha teve que adicionar lastro nas Inhaúma, porque o efeito “joão bobo” foi notado desde o início.

    O DFM fica tentando defender o indefensável…

  16. hehehehehe, pode ser mesmo uma tática. o missil acerta mas não penetra, pois ela aderna e………..

    Brincadeiras a parte, é claro que ela não é um projeto maravilhoso, mas é sodas ficarem sacaneando um navio só por uma foto.

  17. Pelo que eu sei, as V30 no projeto original tinham 980t., somente com canhao de 76 mm., depois a marinha passou para 1.250t. para colocar o Vickers 114,5mm, depois “reprojetaram” para colocar o Bofors 40 mm. e o hangar, que nao tinha no original. O navio era para substituir as Imperial Marinheiro, em numero de 16, no fim queriam que substituissem os Allen M. Summer e Gearing com 12 unidades e chegou ao final com 5.

  18. Fundo do balde, me diz uma coisa o AB balanca atracado quando passa qualquer coisa do lado, emsm de pequeno porte ?

    Jorge: o pessoal esta em cima do tijupá, sobre o “passadiço” o local que vc identificou como “cabine de comando”

    Fundo do balde: Conheço um careta que fez uma foto da sas do passadiço de um Burke a mais de 30 nós guinanado, se fosse uma CV possivelmente eria molhado o topete

    Pena que vc não oconhece, ele tevem uitas experiencias para um mortal comum como nos não militar A bordo de Burkes (uns tres se nao me engano), eel poderia te falar mais sobre a estabilidade destes navios

    Moriah: A Adhemar de Barros num joga tanto assim não, veja a relação loa x boca x calado dela, sei lah nunca senti ela adernar

    piores são as Valongo , pilões, estas são punk !!!!

    MO

  19. Republica, Aqueles problemas foram somente corrigidos na Barroso, E se tivesse alguem no conve naquele momento concertinha teria ido nadar quando a proa inundou.
    Saudações

  20. MO eu sei que os Burkes tem melhor estabilidade. O que eu queria saber, é porque não fotografaram os outros navios no mesmo ponto, com as bóias para podermos ver se os outros iriam ou não adernar daquele jeito.
    Simples assim.

  21. mas fotografaram, EU (digo (EU) nao vi todas as fotos as molecada tem mania de passar uma indo outra vindo apenas. Vou encontrar o Bruno daquia pouco e vou ver se consigo

    Ele ainda nao tem visao pra ver isso ainda, nao sei se specificamente notaram, o vendo mesmo

    MO

  22. Na minha opinião são os navios de guerras mais fajutos que existem ,ainda estarei vivo pra ter o prazer de ver essa classe de inahumas ir pro ferro velho ou o fundo do mar, tem problemas ´serios de estabilidade tanto que elas tem 200 t de lastro no fundo do casco que foram colocados deppois devido a erro de projeto. Por isso digo

    INHAUMAS FORA , JÁ

  23. Segundo um ex-cmte da V33, ela é o bixo e matou a pau no Chile, anos atrás contra as missileras chilenas. Houve até um embate entre chilenos e brazucas sobre isso, até que este ex-cmte mostrou por A+B o que tinha rolado e o chileno enfiou a viola no saco se calou.
    Para nós, pode parecer ruim, mas só quem sabe mesmo, são os tripulantes e em termos de letalidade, ela não faz feio não.

  24. Quantas marinhas mundo afora tiveram acidentes e perdas serias
    com seus equipamentos?As Inhaumas dão show…

  25. Eu tenho uma boa proposta p navios classes Inhaumas?? seria ideal p aguas fluviais do amazonas..Aguas calmas e trangguuiilllas….só teria q ter cuidaddo c a pororoca?.. kkkkkk

  26. Não sei o motivo dos comentários. Nunca afundaram, já estão próximas da meia vida e sempre prestaram grandes serviços ao Brasil. São bem equipadas militarmente. Depois de passar por uma modernização vão ser uma das classes de combate mais bem equipadas do hemisfério sul. Seus projetos, apesar dos defeitos, foram um grande avanço na engenharia militar do país. A política de dos últimos vinte anos na América Latina foi uma, hoje os governantes sabem da necessidade das FFAA no contexto internacional. As FFAA são um prjeto de estado e não governo e parece que isso está acontecendo.

  27. Perfeito, Mauro.
    Apesar de tudo, também penso que o aprendizado adquirido pela MB com a sua construção e projeto já é algo digno de elogio, a despeito de falhas que devem ser corrigidas.

  28. “Do outro lado estavam a corveta Frontin e a fragata Liberal assumindo o papel de “Opposing Force” visando atacar sumariamente os demais navios num exercício de transito sob ameaça de superfície que durou das dez da noite até as 06h da manhã do dia 26. No fim da noite o GW acabou sendo atingido por “dois Exocets” da corveta Frontin, que operou aqui adiantada, como se fosse um “super-navio patrulha” e pela fragata Liberal, que também disparou outros “quatro Exocet” contra outros navios do Grupo Tarefa. Pra coordenar seu ataque, os dois navios se comunicaram exclusivamente via satélite (usando telefone comercial Intelsat) o que os permitiu pegar o GT de surpresa.” (Trecho de matéria sobre a UNITAS no site da ALIDE)
    Será que são tão ruins assim?

  29. Mauro! Parabenz, como sempre sua intervenção traz luz ao debate, esclarece e mostra sua opinião sempre com sabedoria e educação. Seus comentários valorizam este blog!

  30. Mauro,
    muito bem colocado seu comentário.
    Eu particularmente acho as Inhaúmas e a Barroso muito bem equilibradas no quesito de armamento. É meu pensamento já de longa data que a marinha não necessita de uma marinha oceânica e as corvetas da classe Barroso são navios ideais para uma marinha costeira. Aliado a uma quantidade de bons submarinos convencionais e a aviões baseados no continente teríamos uma força respeitada.
    Se possuem más qualidades marinheiras eu não sei já que nunca li nada oficial sobre o assunto.

  31. Dizem que um dos problemas das Inhaúma é a grande “área vélica” formada pela superestrutura e do mastro de combate. Quem sabe com esse mastro substituído por outro menor, como o da Barroso, e mudando o radar de busca para o mastro treliçado à vante da chaminé (também seguindo o layout da Barroso), parte significativa do problema (que também não é assim tão feio) seja minimizada, incluindo o peso que vai se economizar. Enfim, isso é conta pra engenheiro fazer e ver se vale a pena. Creio que não seria nada mal investir um pouco mais na modernização das Inhaúma, principalmente sensores e sistema de combate e, se for viável, mudanças “estruturais” como esta, para operá-las por mais uns 15 anos. Desde que os cascos etc estejam bons, é claro.

  32. Quanto ao pessoal no tijupá, dá pra ver que estão tranqüilos por estarem bem acostumados a essas peculiaridades das corvetas. Percebe-se claramente que têm bem incorporado ao DNA um sistema de estabilização ativa eficiente.

    Aliás, falando em tijupá, quando visitei os navios atracados no sábado percebi, pela primeira vez, que deixaram os civis subirem até lá em cima. Bem legal, o pessoal tava se divertindo com a vista, vendo os lançadores de chaff de pertinho, as diretoras de tiro, alças etc. E também divertiu-se a marujada ajudando a mulherada a subir escada, com perdão da frase rimada.

  33. Pessoal, as Inhaumas têm problemas. Devemos torcer é para que tenham verbas suficiente para que uma futura classe nacional com um projeto de engenharia melhor. A questão do equilíbrio, não sei como poderia ser corrigida. A proa, melhor mandar pro estaleiro pra adequá-la, mas vejam, qual seria o custo? Melhor testarmos a Barroso à exaustão, ver se os problemas persistem, e dai em diante criar uma classe de patrulha pesada com base na Barroso, pra dar apoio as canhoneiras nas pretendidas 350 milhas. Poderia ser uma classe tipo os cutters Hamilton da US coast guard. Fico nesse ponto porque não temos dinheiro suficiente pra fragatas / destroyers avançados. Apesar do Mauro achar que nossa ZEE é menor que a do Japão (aquele país miúdo lá de cima..rsrsrsrsrsrs) fato é que será um desafio limpá-la de contrabandistas, piratas, traficantes, pesquisadores estrangeiros, pescadores japas, etc, sem uma MB com muitos meios.

  34. Douglas! A ZEE do Japão é bem maior que a nossa, … Japão zee de 4.479.358 km ² , Brasil zee 3.660.955 km … tbem gostaria de saber em que o Japão é miudo pelo seu contexto, no q vc escreveu num post anterior… Além da ZEE do Japão ser maior que a nossa, eles ainda tem uma disputa sobre área do mar no sul da China.

    Sobre o Jobim em Nellis… achei interessante o q ele falou sobre o novo caça para a FAB… “temos que pensar grande” referindo-se a uma compra com transferencia de tecnologia!

  35. Mauro! Tbem acho que a solução passará bem longe de qualquer caça americano… Me referi a seguinte observação do Ministro, logo após ter voado no F¨16… ” o avião pareceu ser muito rápido, ágil e com percepções de avançada tecnologia, mas para o programa de troca de aeronave da FAB, a transferência de tecnologia tem valor muito maior nessa consideração. “Temos que pensar grande”…

  36. O post está um pouco atrasado, mas não pude deixar de comentar…

    Já pararam para pensar que, se a V-30 está entrando em Santos, ela está guinando para boreste, a fim de deixar a bóia verde por bombordo, como mandam as regras de navegação??? Se está guinando pra boreste é natural que aderne pra bombordo… Quanto maior a guinada, mesmo em baixas velocidades e em águas abrigadas, maior a banda…

    Para aqueles que opinam sem conhecimento, e dizem que as CCI têm problemas de estabilidade, informo que há dois movimentos principais do navio – o balanço e o caturro (longitudinal, de proa a popa, como os mostrados nos links acima, em que o navio mostra suas obras mortas). Relacionados a esses movimentos há dois problemas de estabilidade a serem considerados: a estabilidade lateral e a longitudinal. Há duas alturas metracentricas e,consequentemente, dois braços de endireitamento. As fotos mostradas nos links postados acima, as do caturro, mostram que as CCI, ao contrário do que imaginam, têm excelente estabilidade longitudinal! Prova disso é que ao mergulharem (ou submergirem como alguns jocosamente se referem), tendem logo a endireitar, não permanecendo com a proa mergulhada…

    O mesmo se deu na linda foto acima: se fosse um filme veríamos que, rapidamente, o Navio (com ene maiúsculo, por favor!), após a guinada, endireitaria, voltando a sua posição natural, sem dormir no bordo.

    Problemas de estabilidade? Más qualidades marinheiras? Unseaworthy? Quantas não conseguem corrigir suas bandas e trins? Quantas foram a pique, em mais de 18 anos de serviço? Quantas deixaram de suspender por causa de mar grosso? Quantas deixaram de ser as mais econômicas, devido ao mar picado? Quantas deixaram de fazer a maior pontuação em exercícios de tiro em Alcatrazes, por causa do balanço e do caturro? Quantas deixaram de participar de uma Guerra A/S, GAA, Controle de Área Marítima, Patrulha, Free-play, etc. etc. etc. por causa do jogo???

    Desconfortáveis? Pode ser. Mas nossos marujos não reclamam. Estão acostumados aos rigores do mar.
    Não se acostumam, no entanto, é com tantas sandices ditas por pretensos especialistas, cujas experiências de mar foram adquiridas lendo o Jane’s a bordo de ferries e de cantareiras… Essas opiniões, sim, nos deixam mareados!

    Parabéns a quem fotografou a V-30. O ângulo, o momento da guinada e a proximidade da bóia tornaram a foto ´digna de prêmio. Já a baixei para o meu álbum particular.

    Obrigado. E que os camarões de água doce me desculpem o desabafo!

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