A foto acima mostra o destróier Type 42 ARA Santissima Trinidad em Puerto Belgrano, em julho de 2007. Notem que o navio, desativado em 2005, encontra-se sem várias antenas, pois está sendo canibalizado para manter o ARA Hercules funcionando (foto abaixo). O sistema de mísseis Sea Dart deixou de funcionar há vários anos e o Hercules foi modificado para servir como navio de transporte rápido para operações de assalto.
28 de julho de 2008,
em Curiosidade, Foto,
por Galante
COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK
37 Comentários to “Como estão os Type 42 argentinos?”
Comente
Você precisa estar logado para postar comentários.



Facebook
LinkedIn
Twitter
PDF
Orkut













Um navio como o Santíssima merecia fim mais honroso em razão da sua folha de serviços em batalha. Bem poderia ser convertido em navio-museu preservando a memória nacional de todos aqueles que pereceram em combate na 1ª guerra aeronaval da era do míssel… Mas se nem a Inglaterra, com mais recursos, fez algo semelhente que eu saiba, o que esperar da pobre Argentina, por quem nós choramos…
Ozawa,
Poderia citar quais foram os serviçõs prestados em batalha pelo Santíssima?
Leo
Quando estive em Puerto Belgrano, os argentinos me disseram que este navio seria o navio museus deles. Até pela história da revolução e coisa e tal.
Mas, o argies estão na lona, então isso só vai rolar depois das prioridades da Armada.
Caro Léo, tomei por licença poética, por extensão de raciocínio, a expressão “serviços em batalha” como missão de guerra em situação real, seja como nau capitânea da esquadra argentina para tomar as Malvinas em 1982 ou servindo de escolta em patrulha anti-submarina na citada guerra. Por certo, não estou me referindo a combates com outras belenaves inglesas, muito embora, potencialmente, estivesse lá para isso, caso fosse necessário. Estar presente num cenário real de guerra, “pronto para e em condições de”, combate, caso surja a oportunidade, ao meu juízo, honra a folha de serviços de qualquer belonave, mesmo que não se efetive o embate com o oponente, e raras, muito raras, são as belonaves que atualmente ostentam essa condição.
Resumindo(Ozawa)?
Viva a Republica!!!
Desculpe-me Ozawa, mas eu discordo frontalmente deste ponto de vista. Eu penso que algumas coisa tem que deixadas “preto no branco”. Não existe glória nenhuma em ficar escondido num porto, enquanto a força área de seu país enfrenta o inimigo. Tem outro nome para isto.
Leo
El Hercules es probablemente el buque mas importante de la flota de la ARA. Es el unico capaz de embarcar dos Sea King. En los ultimos años se esta utilizando sobre todo como buque de instruccion para los cadetes de la Escuela Naval ya que permite embarcar mas de 100 efectivos adicionales a la tripulacion.
Saludos a la gente de Blog Naval
Respeito sua posição, conquanto divirja dela. É certo que, no decorrer da guerra, com a presença dos submarinos nucleares britânicos negando o uso do mar, por certo a melhor estratégia A partir da chegada dos SSN’s foi sim, recuar, e deixar para a força aeronaval agir. Qual o problema ? Foi menos honroso sacrificar-se estupidamente, sendo, à época, a despeito dos sabidos problemas dos type 42, o mais moderno navio da ARA ? Repito, sua participação na guerra como nau capitãnea lhe conferiria um fim mais honroso pela história que carrega. É como penso.
Talvez existissem outras razões para a frota ficar nos portos,
os comandantes dos 42,receberam ordem para não suspender,
estavam em guerra,cumpriram ordens.
A frota argentina, navegou mesmo com a presença dos SSN britânicos, porém, após o afundamento do Belgrano, recolheu-se aos portos e bases, evitando com isso, a perda inútil de preciosas vidas, bem como de material.
Triste fim aos poucos de belos navios e origem inglesa.
Falar nisso pessoal, ontem eu estava no google earth e visitando ALANG, na India(lugar de desmantelamento de navios), advinhem quem eu vi lá?
Ele mesmo, o Minas Gerais ancorado perto da praia esperando seu fim, se é que já não aconteceu, pq não sei de quando foi tirada essa foto.
Foto bem antiga Norberto
Já nao existe mais faz tempo
Olha lá no NGB, tem eel abicado e sendo desmontado
MO
Como se parecem com as nossas Type 22….
A Argentina e o Brasil NÃO SÃO países pobres, muito pelo contrário. Se todos os países do mundo tivessem um parque industrial, as riquemas minerais e a agropecuária deles, a humanidade estaria num patamar melhor de vida para todos, e não haveria nem fome, muito menos miséria.
O que eu quero dizer com isso?
Quero dizer que as forças armadas destes países refletem em muito o populismo irresponsável dos governantes deles, que falam demais no povo e na situação social, mas roubam demais e trabalham de menos, negligenciando coisas importantes como a segurança de suas nações com fatos como esse relatado, a canibalização de um navio importante da esquadra, tal qual o Brasil faz com uma fragata e com os A-4 do porta-aviões São Paulo.
Brasil e Argentina têm condições de manter forças armadas compatíveis com suas riquezas, só não fazem isso, porque não querem.
Alias Norberto, já que vc foi no google, cantos quntes para ship scrap
Alang, India
Chittagong, Bangladesh
Gadani Beach, Paquistão
Aliaga, Turquia
MO
Achei nos arquivos aqui em casa um artigo sobre o Sea Dart na Argentina que traz informações complementares sobre os T42 na ARA. Deixo a quem interessar, apesar dos trechos serem um tanto longos.
Autor: Gorka L. Martinez Mezo
Título: “El Misil de defensa aérea Sea Dart” – Magazine nº17 do aparentemente finado site Fuerzas Navales.
“El Sea Dart es un arma de un significado especial para la ARA dado que no solo fue su primer misil de defensa aérea de área (antes sólo operaba el pequeño Sea Cat de defensa de punto a bordo del tristemente famoso crucero ligero ARA General Belgrano), sino que también fue el primer misil con esas capacidades de toda Sudamérica. Además, a efectos prácticos y pese a que las ultimas unidades operativas fueron retiradas del servicio en 1987, ha sido el único misil de defensa de flota en uso en esa zona del globo. Su testigo fue recogido por la armada chilena con su Sea Slug Mk2 (GWS 1), pero dadas las pobres prestaciones de este arma, antecesora del Sea Dart en la Royal Navy, no permiten colocarlo al mismo nivel, algo que la propia armada de Chile aprecio usando a este aparatoso y poco maniobrable misil como SSM fundamentalmente.”
(…)
“La historia del misil Sea Dart en Argentina estará siempre indisolublemente ligada a la de los dos destructores Tipo 42 que la ARA opera desde los años 70, estando la única unidad operativa en la actualidad terminada con una configuración bien distinta a la planeada cuando el buque fue ordenado en el ya lejano año 1969. El Sea Dart fue declarado operacional con la ARA el 12 de julio de 1976, día en que entró oficialmente en servicio activo el destructor lanzamisiles ARA Hércules, construido en el Reino Unido en base a un contrato firmado entre la Armada argentina y el astillero británico Vickers Shipbuilding and Engineering Ltd el 1 de marzo de 1969. Este incluía la construcción de un buque en Gran Bretaña (contrato de construcción definitivo firmado el 18 de mayo de 1970), así como la trasferencia de materiales y tecnología que permitieran la construcción de una segunda unidad en Argentina, a cargo de los entonces Astilleros y Fábricas Navales de Estado (AFNE), hoy conocido como Astillero Río Santiago, sitos en dicha localidad costera. Esta segunda unidad seria el ARA Santísima Trinidad. Incluido en el paquete se incluía la adquisición de un lote de 60 misiles Sea Dart para equipar a ambos buques.
La quilla del futuro Hércules fue puesta en grada en los astilleros Vickers de Barrrow- in- Furness el 19 de junio de 1971, llevándose a cabo su construcción prácticamente paralela a la del HMS Sheffield (D80), cabeza de serie de la clase Tipo 42 para la propia RN. Se da el hecho curioso de que la popa originalmente montada en el buque argentino fue “trasplantada” al buque británico después de que este sufriera un incendio poco antes de una visita a los astilleros por la Reina Isabel II, de forma que este estuviera presentable para la visita real! El buque fue finalmente botado el 24 de octubre de 1972, pasando al periodo de terminación a flote y pruebas técnicas, siendo finalmente comisionado por la ARA el citado de 12 de julio de 1976.
La segunda unidad de la clase, el ya citado ARA Santísima Trinidad, tuvo un periodo de construcción aún mas movido que su hermano. Su quilla fue puesta en el astillero AFNE Río Santiago el 11 de octubre de 1971, siendo lanzado al agua sin incidencias el 9 de noviembre de 1974. Durante el periodo de terminación a flote el buque fue objeto de un atentado terrorista perpetrado el 22 de agosto de 1975 por parte del Grupo Especial de Combate de la organización Montoneros, sufriendo graves daños que ocasionaron su hundimiento en puerto. La nave fue recuperada por el personal de los astilleros y de la ARA, siendo reflotada y transferida a un dique flotante en los astilleros. El atentado, la recuperación y reparación de los daños retrasaron de manera importante la terminación de la nave, que no corrió sus pruebas de mar hasta 1981, siendo finalmente dado de alta por la ARA en julio de 1981, apenas un año antes de los acontecimientos de Malvinas y aún con problemas técnicos derivados de los fuertes daños sufridos en el atentado y que no pudieron ser completamente resueltos durante su corta vida operativa.
A principios del año 1982 ambos buques eran operacionales y tuvieron un papel importante durante el Operativo Rosario de ocupación de las islas Malvinas llevado a cabo durante abril de 1982, dedicándose a la escolta AAW de los buques de la ARA durante las operaciones, siendo un elemento imprescindible de la escolta del viejo portaaviones ligero ARA Veinticinco de Mayo. Jugaron asimismo un importante papel en la formación de las tripulaciones aéreas de la FAA, poco acostumbradas (y mal equipadas materialmente) al ataque de blancos navales, haciendo de excelentes blancos por un lado y permitiendo asimismo que los aviadores se familiarizaran con las capacidades y procedimientos operativos de las naves pasando algún tiempo a bordo, de manera que pudieran explotar sus debilidades al máximo a la hora de enfrentarse a los mismos buques en servicio con la RN. Pese a la juventud de los buques, no todo fue como la seda y el Santísima Trinidad tuvo que dejar su puesto en la Fuerza de Tareas 79.1 durante el mes de mayo debido a una avería en uno de sus ejes, teniendo que regresar a Puerto Belgrano y entrar en dique seco para reparaciones mayores. El Hércules por su parte formaba parte de la FT 79.2 junto a dos antiguos DD de origen norteamericano, pasando a operar en la zona de la plataforma continental tras el hundimiento del viejo ARA Belgrano por el submarino de ataque de propulsión nuclear HMS Conqueror y la retirada de las unidades de superficie de la ARA a aguas poco profundas menos propicias para los potentes SSN británicos.
Tras la guerra ambas unidades sufrieron en sus carnes el embargo de armas decretado por el gobierno británico, siendo afectadas de manera importante ambas unidades por la carestía de recambios que erosionó su grado de operatividad de manera pronunciada a partir de mediados de los 80, cuando el stock de repuestos fue consumido. El stock de misiles Sea Dart sufrió de manera destacada debido a su concepción tecnológica, con elementos de vida muy limitada prácticamente imposibles de obtener en el mercado. Aun así, el CITEFA se encargó del mantenimiento y revisión de los misiles. Pese a los esfuerzos realizados por los ingenieros de este organismo, poco a poco la vida útil de los misiles fue terminando, realizando el Santísima Trinidad su postrer lanzamiento de un misil Sea Dart durante 1987. El embargo causó la inmovilización prematura de dicho buque en 1989, pasando a servir de fuente de repuestos para su gemelo Hércules, que pudo seguir navegando a base de repuestos canibalizados del Santísima Trinidad hasta ser asimismo inmovilizado unos años después, causando baja ambos buques en la 1ª División de Destructores el 15 de julio de 1994. El Hércules volvió al mar como Transporte Rápido tras una estancia en los astilleros chilenos de Valparaíso, pero ya con los pañoles del sistema Sea Dart desmontados y sustituidos por sollados para infantes de marina, con lo que su vida operacional ya es otra historia fuera de los límites de este trabajo.”
Malvinas: uma História Alternativa
NAe Minas Gerais:
http://maps.google.com/maps?f=q&hl=pt-BR&geocode=&q=ALANG+India&sll=37.0625,-95.677068&sspn=65.263254,113.027344&ie=UTF8&ll=21.379097,72.177064&spn=0.004785,0.006899&t=h&z=17
Olá Mauro,
Eu penso de forma diferente. A Armada Argentina era a segunda melhor marinha das américas. Só perdia em poder de fogo para a US NAVY.
O que se espera das FAs é que estejam prontas a lutar quando forem chamadas. A força aerea argentina deu uma lição a todos nós sul-americanos. Foram honrados, corajosos, pederam grande parte de sua frota e inúmeros pilotos. Fizeram o que se esperava de uma força armada para defender seu país. Perderam 58 aviões, mas não perderam a dignidade.
A Royal Navy, apesar de todas as dificuldades, perdendo vários navios e dezenas de vidas, contra todas as possibilidades foi lá e recuperou as ilhas. Perderam 6 navios, tiveram 15 seriamente danificados, mas cumpriram seu dever.
O que fez a Armada?
Se o pensameneto da Marinha Brasieira for o mesmo da Armada argentina, é preciso pensar seriamente qual a utilidade dos grandes vasos de guerra. De que adianta, ter porta-aviões, fragatas, e corvetes se na hora que forem necessários todos pensarem que seria suicídio empregá-los.
Faz mas sentido então investir em submarinos e navios patrulhas. Ou então investir apenas nas Forças Áreas. Pelos menos, estas últimas parecem mostrar um brio que não se vê nas marinhas sul-americanas.
Leo
Mauro
Gostaria de fazer algumas perguntas:
1.Esse navio Type 42 ARA teria condições de voltar à ativa ou não??.Pq ?
2.Afinal quem vai subistituir o contra-torpedero Pará?
3.A Barroso pode ser considerado um navio multi-função?? e o mais morderno da America do Sul??
4.Quantos navios da MB estão na reseva hoje?. Não seria interessante MB utilizar essa verba da modernização da classe inhauma e reativasse esses navios ??
6.Pq a MB não decide a contrução de novos navios p subistituir as atuais escoltas, sabendo q boa parte serão desativados em 2016?
7.Afinal? Quando o A-12 (Opalão) estará operando c/ seus A-4 em plena atividade?
Gostaria de saudar o nosso colega “naval” Christian Villada pela participação no Blog.
É bom contar com alguem que possa opinar sobre os assuntos da ARA, já que o nosso ponto de vista fica um pouco deturpado porque se prende demais aos fatos ocorridos durante conflito de 1982, deixando de lado os fatos ocorridos antes e depois´do mesmo.
Aeee Mauro, arrumou um filho eim …. heheheheheheh
parece abertura de crediário …
hehehehe
MO
Ostra,
Tudo bem? vc pode responder e tirar as minhas duvidas? OK?
1 – Não há interesse argentina para isso, se assim o fosse teriam no minimo que adquirir um outro para canibalização, sendo que na real seria ao contrario, pois os que estão em serviço estão em melhores condições que o ST
2 – Não Definido
3 – Não é o navio mais moderno da america do sul, se vc se3 refere a tecnologia, Sim é o mais moderno se considerar sua suposta incorporação, depende do seu ponto de vista. Na MB, na falta de um meio especifico de defesa isso ou aquilo ela sera empregada
conforme necessidade
4 – Creio que a 12 volts ainda é considerad na reserva, mas aparentemente já sem condições de retorno a operação (sem ser consideredo no minimo beyond economical)
6- Pq não é tão simples assim, demanda definição do que e de como (no minimo) para pular para este passo.
7 – Um dia qualquer, prever data (baseado condicional a pergunta) é dificil, espero que quando ofaça, opere em condições e harmonia cpm a esquadra, sem a necessidade de sacrificar operacionalidade de algum meio em prol de suas ops
Agora uma pergunta pra vc: Vc perguntou tanto “afinal quando que chega o Sir Garcia D´Avila” te pergunto, agora que ele chegou, vc esqueceu dele ?
MO
Prezado Beto,
Peço licença ao Mauro e ao Ostra, mas se puder ajudá-lo?!
Com relação aos Type 42 argentinos, como foi dito anteriormente pelo Mauro, um deles foi convertido em navio de transporte rápido, e existia planos para conversão da outra unidade, mas na última vez que estive com oficiais da marinha argentina eles me informaram que não seria modernizada;
Com a incorporação à esquadra da corveta Barroso, o Pará deve ser descomissionado;
A função principal da corveta Barroso é ASuW, ou seja, guerra de superfície, mas com alguma capacidade limitada de ASW e AAW. Os navios de escolta mais modernos da América do Sul, são as Type 23 da marinha chilena.
Quanto a utilização dos recursos destinados a modernização das corvetas Classe Inhauma e das fragatas Classe Greenhalg para reativação de meios que hoje encontram-se na reserva, não seria viavel, uma vez que estes meios, principalmente a F47 foram bastante “canibalizados” para manter os demais meios em operação.
A MB pretende construir 8 escoltas de 6.000t até 2025.
O NAe São Paulo, será docado agora em agosto, o planejamento da MB é de que ele volte a navegar ainda este ano, contudo, operações com AF-1, somente no próximo ano.
Mauro (rsrsrs) Seria um sonho!!!!!!!!!!
Todas as fragatas Niterói e Greenhalgh, assim como as corvetas da Classe Inhauma serão descomissionadas até 2025.
Voce está bem informado sim, estudos recentes desenvolvidos pela MB, concluiram que para manter uma capacidade mínima de cumprir com suas funções estabelecidas na CRFB/88 e em Tratados Internacionais, seriam necessários 20 navios de escolta e 9 subs.
Existem estudos para construção de mais 3 corvetas da Classe Barroso, além dos 8 navios de 6.000t, assim teríamos 12 navios. Para mantermos 20, serão necessárias as “aquisições de oportunidade”, mas ainda não há estudos nesse sentido.
Quanto a aquisição de novas aeronaves de asa fixa para a MB, elas serão escolhidas quando forem estabelecidos os REM do novo NAe, que começa a ser debatido em 2011.
Mauro,
A situação está melhor, longe do ideal, mas se compararmos com alguns anos as coisas melhoraram. Os dias de mar almentaram consideravelmente nos últimos 2 anos.
Para que voce possa ter uma idéia, nas últimas décadas, somente a USN nos ofereceu os seguintes meios:
CV 62 Independence, por cerca de US$ 100 milhões;
AO 179 Marrimack, por arrendamento com opção de compra;
LST 1183 Peoria por irrisórios US$ 3 milhões;
4 OHP;
4 Classe Spruance;
entre outros.
Contudo, a situação de penúria financeira vivida àquela época pela MB, impediu a concretização dos negócios.
Com relação ao atual governo, não posso falar sobre as intenções de nosso Mandatário ou do Ministro da Defesa, contudo, é inegável que desde a criação do Ministério da Defesa, estamos vivendo o melhor momento, o assunto, Defesa Nacional, está sendo discutido amplamente na midia.
Com relação ao futuro, a MB irá mesmo priorizar os navios de patrulha e os subs. Isso deve-se a estudos recentes da EGN onde concluiu-se que em um conflito contra uma nação central (EUA ou países europeus) a estratégia a ser utilizada seria o uso de subs para negar o mar e nossas escoltas ficariam posicionadas próximas à costa. Por isso o número reduzido de escoltas a serem construídas.
digo: “aumentaram” è a pressa na hora de digitar! (rsrs)
Sr. L.M., primeiramente agradeço suas intervenções, são muitas esclarecedoras, e nesta “troca de figurinhas” com Mauro, quem ganha somos nós, entusiastas da Marinha. Peço permissão para o Mauro, para fazer meus, os questionamentos dele no ultimo post.
Ops! Ja fomos atendidos! Obrigado LM pela atenção!
Seu entendimento sobre as questões levantadas pelo Mauro, faz-me acreditar que meu entedimento sobre a situação atual do nosso país não estava “turvo”.
Caramba… então poderíamos ter tido alguns CTs Spruance na MB???
Especificamente pelo menos o O´Basnnon foi vistoriado pela MB
MO
[...] pelo Comandante da Marinha, em entrevista ao Poder Naval Online em 2007. O leitor LM do BlogNaval comentou que “estudos recentes da EGN (Escola de Guerra Naval) concluíram que em um conflito futuro [...]
Sr. LM: se existe a intenção de construir três novas corvetas, por que não um projeto novo, ao invés do da Barroso, que é da década de 80 do século passado e, por isso mesmo, é pouco furtivo? Esse navio da Turquia que está no blog é um bom exemplo, ao lado das corvetas Afcom espanholas ou ainda das Goowind francesas.
Prezado Marujo,
Essas classes de navios que voce citou são ótimas e bastante desejáveis, contudo, de elevado valor para aquisição. Para se construir uma nova classe de navios são necessários elevados investimentos, uma vez que demandam adequação (modernização) nos estaleiros que irão construí-las, formação e treinamento de mão-de-obra,não só para a construção, como também para operação dos mesmos, entre outros.
Assim, se construirmos mais unidades de uma classe já em uso, poderemos racionalizar os recursos e aplicá-los também em outros projetos.
Gostaria de lembrá-lo, que hoje a MB está investindo em diversos projetos, dentre os quais: NaPaFlu, NaPaCos (500t), NaPaOc, EDCG, Escoltas (6.000t), SSK, SSN, NTrAp, helicópteros, blindados para o CFN…
Só para que voce tenha uma idéia dos custos envolvidos, cada escolta de 6.000t, está orçada em mais de 1 bilhão de reais e, deverão ser construídas 8!!!
Dessa forma, optou-se por mais corvetas da Classe Barroso.
Caros amigos,
Permitam-me sonhar um pouco até 2025…
- 06 Niterói
- 04 Greenhalg retrofitadas (sistemas ASW e substituição do bofors L70 por Trinity ou talvez 30mm / 35mm tiro rápido)
- 04 Inhaúma mod. (mesma das Greenhalg e instalação de 01 lançador RAM sobre o hangar + substituição do Mk08 por 76mm ou 57mm na proa, se possível)
- 01 Barroso (opção 01: sai o trinity da coberta do hangar, coloca-se 01 RAM + 02 Aae 30 OU 35mm, um em cada bordo ao lado do mesmo.
opção 02: mantém-se o trinity + 01 RAM na popa, caso haja viabilidade técnica)
- Construção de + 05 Barroso
- A12 (sistemas AAW – Tubo 30 ou 35mm + SAM Aspide)
Supondo a disponibilidade dos meios abaixo descritos p/ compra de oportunidade:
- 01 CV (EUA)
- 04 Spruance modernizados (dotados de radares e SAM p/defesa de área, caso haja possibilidade)
- 02 Type 22 batch3
- 04 Bremmen
Obs: todos vasos acima modernizados e padronizados dentro do possível
Meios aéreos:
- 23 A-4 atuais modernizados (tentar padronização c/ F-5EM, de sistemas e armamento ar-ar, incluindo AAM BVR)
- Compra de A-4 biplace adicionais somente p/ instrução (Israel ou EUA)
- Se não for sonhar demais, 60 F-18C/D
- S3 Viking, já oferecido pelos americanos (AEW c/ erieye se houver viabilidade técnica e Revo)
- Aquisição extra de Superlinx equipados também p/ASW
- S-70 Seahawk ASW (p/ dotação dos navios maiores)
É melhor parar por aqui. E pensar que ainda faltam navios auxiliares, defesa AAE p/ istalações navais, CFN…
[...] Malásia, Portugal e África do Sul. A Argentina chegou a comprar dois Lynx Mk.23 para uso nos contratorpedeiros Type 42 adquiridos na Grã-Bretanha, mas seu uso foi descontinuado após a Guerra das [...]