Segundo algumas fontes, existiriam estudos para a construção de mais 3 corvetas da classe “Barroso” (clicar na imagem para ampliar), possibilidade adiantada pelo Comandante da Marinha, em entrevista ao Poder Naval Online em 2007.
O leitor LM do BlogNaval comentou que “estudos recentes da EGN (Escola de Guerra Naval) concluíram que em um conflito futuro contra uma nação central (EUA ou países europeus), a estratégia a ser utilizada pela MB seria o uso de submarinos para negar o uso do mar ao inimigo e o emprego de escoltas posicionadas próximas à costa.”
Acreditamos que num momento em que até a US Navy está investindo em navios de combate litorâneo de pequeno porte, a MB deveria construir mais “Barrosos”, mas com armamento modificado.
Pedimos aos nossos leitores para colaborarem conosco, opinando sobre qual seria o armamento adequado às próximas “Barroso”. Deixe seu comentário!
As configurações que considerarmos mais criativas e adequadas, serão modeladas por nós posteriormente em 3D, como na maquete eletrônica acima, para publicação futura.
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117 Comentários to “ModBarroso”
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Se a MB esta seriamente contemplando a possiblidade futura de um conflitco com a US Navy, acho que o equipamento prioritario das novas ModBarroso deveriam ser botes salva-vidas. Muitos botes salvas-vidas….
Concordo com o Camberiu.
Barroso ja se encontra com o desenho defasado para os dias de hoje precisamos é de navios “Stelth” assim como Submarinos.
Saudações
Realmente poderiamos ter uma Barroso mais stealth e com RAM no lugar do Trinity. E um sonar fuderoso e não igual ao que colocaram nas Niterói.
Ai sim, a porteira ficaria melhor fechada ou patrulhada. E um con”vôo com capacidade para receber os novos Seahawks.
Galante, deve ser relativamente fácil alterar este modelo com estas aterações.
Manda brasa!
acredito que a barroso equipada no minimo com o sistema RAM e um Goalkeeper no lugar do trinity e atras da pista de pouso já seria um começo e a substituiçao dos misseis exocet pelos RBS 15 MKIII, daria um maior poder onfensivo.
mas concordo com a opiniao dos demais, o projeto da barroso é antigo vale mais apenas investir em fragatas FREEM ou mas que eu mais gosto nas LCF holandesas. acorda!!!! vamos ficar com a barroso parecendo um navio de patrulha oceanico.
Acredito que o mais rápido e menos oneroso seria a aquisição de um projeto de um estaleiro estrangeiro. Afinal o indice de nacionalização fica restrito as chapas de aço.
qual seria a funcao de uma metralhadora numa corveta ????
nao sei se e possivel construir uma especie de doca interna nessas futuras corvetas, com entrada por debaixo do casco, e nao pela poupa ou proa assim poderiamos transportar um ou dois mini sub stealth, nao sei se e uma ideia absurda mas e o que eu tenho em mente.
esses mini subs poderiam ser armados com no maximo 02 torpedos.
acho que as corvetas deveriam ter o missil Moskit.
ao inves do helicoptero, poderiamos ter uma frota de UAV’s.
Colocaria um RAM onde está o trinity , dois phalanx nas laterais e eliminaria essas PORCARIAS DE EXOCET que são abatidos até por tiros de calibre 22 por HARPOONS
A “convocação” dos editores é muito tentadora, pois, pelo menos, aqui podemos conjecturar as alternativas bélicas sem considerar um “pequeno” detalhe, dinheiro – que, se não fosse a “política” governamental em não repassar, o que de direito pertence à Marinha do Brasil, os Royalties de Petróleo, não seria problema, mas…
Vamos ao que interessa, às armas e sistemas de uma Mod. Barroso.
O canhão Bofors Mk 3 de 40mm poderia ser mantido, mas com perfil mais “stealth”, seguindo uma abordagem mais moderna, próxima ao LCS e a Milgem.
Como canhão principal, o Otobreda 127mm/54 LW. Que julgo com maior capacidade do que o o L55 Mk8.
Proporia, como novidade, um sistema CIWS (vale a pena sonhar) como o goalkeeper ou phalanx, para aumentar a probalidade de sobrevivência da embarcação.
Assim como a adoção de um módulo de RIM-116 RAM, integrado ao SICONTA MkIII.
Se Possível, a adoção do SeaRAM, um sistema autônomo que engloba o Phalanx e o RAM de forma autônoma.
Para tarefa Anti-navio, por que mudar o time que está ganhando, mantenha-se o Exocet MM-40 Block 2. (Se sobrar espaço, por que não um Exocet Mk3?)
Para a tarefa anti-submarino (ASW), as necessidades são mais voltadas para sensores do que armamentos.
A adoção de torpedos mais modernos, como o Mk54 em vez dos consagrados Mk46 Mod.5.
A adoção de sonar rebocado EDO ALOFTS 980 e outro de profundidade variável.
A falta de ASROC desde a saída do CT Classe Pará seria suprida pela adoção dos sistema ASW 601 Alecto, como na HMS Visby, da Suécia.
Na área de guerra eletrônica, O suíte atual pode permanecer, desde que adaptado a um perfil mais furtivo.
Quanto aos radares, propõe-se que se adotem os radares em desenvolvimento pelo exército para cobertura aérea SABRE, de varredura eletrõnica. Com tempo e investimento, poderia ser uma alternativa excelente para a Marinha, além de aumentar o índice de nacionalização do projeto.
Bom, acho que com isso teríamos uma plataforma de respeito, qualquer sugestão ou correção, sempre serão bem-vindas.
Obrigado pelo espaço para exercitar minha criatividade.
Agora, esperaremos o Plano de Defesa Nacional prometido para Setembro…
Que a Defesa não fique confinada às falácias ministeriais!
A corveta Barroso apresenta duas deficiências no seu sistema de armas: ausência de um sistema anti-aéreo e míssil superfície-superfície de maior capacidade. No panorama mundial atual, imprecindível se faz de um sistema anti-aéreo eficiente, e a nossa Barroso apresenta um único equipamento para defesa pontual, que numa situação de ataque de saturação, creio que será insuficiente para defender satisfatóriamente o navio. Um equipamento de mísseis anti-aéreos complementaria o sistema Trinity MK3 existente e sanaria a deficiência. A questão é: Existe espaço suficiente para instalação de tal sistema na Barroso? O convés de popa foi restringido pela ampliação do heliponto, as laterais do hangar apresentam espaço limitado. Acredito que um sistema viável seria o lançador TETRAL/MISTRAL, pois é leve, ocupa pouco espaço e apresenta um custo menor. Poder-se-ia instalar dois lançadores, um em cada lateral do hangar. Quanto ao MM-40 Exocet, sugiro aumentar o número transportado para 08 unidades do modelo mm-40 block 3.
Minha sugestão: RAM, 1 phalanx em cima do hangar e 1 em baixo do convoo. Harpoons no lugar do exocet eum um canhão de 100m no lugar de 76mm, 4 metradoras .50 distribuidas pelas laterais para abordagem de pequenas embarcações.
Sugestão do meu filho: um monte de canhão na frente e no final do navio.
Meu post anterior ficou tão extenso que já ia me esquecendo do setor aéreo.
Os SuperLynx poderiam ser modernizados para o padrão -300, ou aguardar o Mk9 a ser produzido na inglaterra.
Além, do helicóptero orgânico, vislumbro, ainda, um UAV, ou VANT, com capacidade de esclarecimento aéreo.
A ModBarroso, de fato, pode ser um projeto “novo”.
faz muito tempo ja que eu li uma reportagem que fala sobre o adestramento do golfinhos por parte das forcas armadas americanas.
nao sei para que eles eram adestrados, se era para levar armas, sonares.
para protecao de torpedos, nao seria viavelter uma especie de gaiola para proteger a lateral/proa/popa da embarcacao ?? essa gaiola seria parecida com as gaiolas que protegem os tanques de guerra no iraque.
pode parecer uma ideia ridicula, mas um bom projeto ve de ideias “loucas”…
abs
1 – faria a integração do sistema EDT-FILA com dois canhões 40mm um em cada bordo.
2 – incluiria o lançador da Avibras navalizado com:
FOG-MPM
MÍSSIL TÁTICO – TM
Se não me engano a marinha chegou a produzir o foquete/torpedo que era usado pelo ASROC, o lançador da Avibras teria de lançar este também.
Substituiria o canhão de 4,5 polegadas (114,3mm) L55 Mk 8 por um de 76 mm integrado ao sistema EDT-FILA.
1 lançador TETRAL/MISTRAL integrado ao sistema EDT-FILA.
Quanto aos radares, propõe-se que se adotem os radares em desenvolvimento pelo exército para cobertura aérea SABRE, de varredura eletrõnica ( concordo com o amigo jorge)
Nacionalização Já !!!!
Sonar
ao inves de varios tipos de misseis para defesa, por que o Brasil nao investe numa arma de raio laser ?? ta certo que levaria no minimo uns 10 anos para se ter esse raio operacional…
e depois do desenvolvimento desse raio, eles poderia diversificar o uso do mesmo, poderia criar uma especie de radar para os surmarinos a base desse laser. ele poderia ter um raio de 300 km(para todas as direcoes). e ao inves de decifrar se esse ou aquele ruido captado no sonar e uma embarcacao inimiga, o sonar a base do laser nos daria exatamente a forma do alvo captado, assim poderiamos saber se e uma baleia, um mini sub…
fica ai mais uma ideia “louca”
seria mais barato e mais eficiente.
Teria que ter um VL-ESSM para defesa de área…… e um bom sistema ASROC… Canhão/ um phalanx block 2 e uma torreta russa de 6 pol. Anti navio? se são litoraneas a aviação será mais eficiente nessa tarefa… Agora projetar embate com a US Navy com 4 mod Barrosos???? Então é melhor cancelar e gastar o din din em avioes de superioridade aérea…. no mar.. sem chance. Vejam bem, se esse é o cenário, a MB não sobreviveria 72 horas. Agora, se tivermos um bom numero de caças atualizados com mísseis AN e AA BVR, poderíamos impor muita avaria à US Navy.
ate hj nao vi ninguem comentar a respeito dos torpedos que passam dos 100km por hora.
qual a possibilidade de se vir a intalar esses torpedos nas futuras embarcacoes ??
Douglas
Uma duvida, seguindo seu raciocinio, aonde seria (melhor dizendo) haveria espaço fisico para um VL na Barroso. O casco não seria curto para isso ?
MO
o que de real poderia fazer a marinha:
em termos de armas, deixar o mais próximo as niterois para facilitar a logistica(Manter o canhão de 114,3mm , os exocet e os torpedor). tirar o canhão de 40 e colocar um lançador ASPIDE e achar algum local pra aacrescentar 1 ou dois CIWS como o goalkeeper ou phalanx.
Estas seriam as substitutas naturais das Inhaúma.
os foguetes que a Avibras produz para os Astros II nao serviriam para equipar a Borroso ??
Foguetes balisticos nao guiados em uma corveta serviriam para?
bom se o brasil entrar en guerra contra o eua e melhor investir en snb com misseis balisticos nucleares agente perde a guerra mais acaba com o mundo. mais en quesito de armas primeiro as baroso deveria ser redesenhada pra ficar com perfil shelt . radares sabes m200 versao naval um siws conposto por um canhao revouver 30 mm miseis terra ar de curta distancia hora en desenvouvimento pelo exercito o mfog da avibras. um missil msa nacional talvez uma verçao ante navio do matador da avibras lançadores verticais talvez do unkontro sul africano om torpedo de ultima geraçao o sinconta mk 4 e um sonar de utima geraçao e o novo super links ae lutariamos pelomenos pareo com o navios de costa a mericanos ou europeu so vamos torcer para q os ticonderoga estejan todos en manutençao se nao ferro
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao moderador a citação supra de um dos meus posts. Tenho procurado contribuir com as discussões, sempre de altíssimo nível, deste blog.
Realmente, os estudos realizados na EGN concluiram que a função a ser desempenhada pela MB em caso de conflito com uma nação central, seria a de negar o uso do mar a esse inimigo. A “ferramenta” ideal para isso é o submarino.
A necessidade de se estabelecer uma nova estratégia de defesa para a elaboração do Plano Estratégico de Defesa, fez com que a MB realiza-se esses estudos.
Detalhando um pouco mais, chegou-se a conclusão que, se fossemos tentar transformar a MB numa marinha capaz de realizar bem, todas as funções do Poder Naval, os custos envolvidos seriam altíssimos, e com as restrições orçamentárias que estamos sujeitos, o que teriamos, seria uma marinha ineficiente em todas essas funções. Assim, resolveu-se “optar por um desenvolvimento desigual, mas combinado”, ou seja, a função prioritária deve ser a negação do uso do mar, porém, mantendo uma capacidade secundária para realização das demais funções do Poder Naval.
Assim, devemos investir prioritariamente em submarinos, navios de patrulha e construir alguns poucos navios de escolta (até 12 unidades, entre fragatas e corvetas).
Isso é o que deverá ser anunciado no dia 7 de setembro próximo.
Agora voltando ao assunto do “ModBarroso”, achei muito interessante. É uma ótima oportunidade para exercitarmos nossa imaginação.
Nós não devemos fazer conclusões precipidas, não acredito que a MB, venha a entrar em combate com a US Navy, a realidade norte americana é bem diferente, acredito que o Brasil deve desenvolver e aperfeiçoar os seus encoraçados. O MOdBarroso pode ser aperfeiçoado talves, com tecnologias mais modernas que possam torna-lo invisivel ao radar, mas ele também pode ver mais equipado com misseis MATADOR que estão sendo desenvolvido pela AVIABRAS.
…e os PLANETAS CENTRAIS, habitados pelos INCAS VENUSIANOS, tmb vão nos atacar??… escoltas (posicionadas?) próximo à costa? tá falando de Corvetas, né? Barroso: 1 canhão 40 ou 76 mm para tiros de advertência; 2×3 torpedos ASW guiados, despistadores de torpedos, sonar, 1 helicoptero médio/pesado ASW c/ sonar,sonoboias e torpedos, para qualquer QUILO ou LADA AIP que se aproximar da nossa zona econômica exclusiva ou mar territorial; 1 CIWS 20 ou 40mm contra misseis disparados dos Sub ou prevenir atentados terroristas de pequenas aeronaves…talvez acomodações para passageiros extras e instalações médicas de emergência para os mesmos e 1 Heli médio/pesado (distrital)para salvamento,dependendo da missão.
“KILO” …
Eu daria uma refinada no projeto , transformando a Mod. Barroso em Mod. Barroso + ou Block2 onde deixaria mais proximo a aparencia da Barroso com o projeto turco Milgem, o LCS, e o RIm-116 RAM mas algo nacional derivado do MAA1-A com possibilidade de utilização do MAA-B, um lançador com capacidade de 12 mísseis e incrementaria a capacidade de detecção ASW.
Abraços
No cenário citado o armamento citado vai ter que ser mísseis anti-navio de longo alcance com o navio funcionando como uma bateria costeira móvel, mas que usa a costa e não estradas.
O problema é que o míssil deve ser o MAN-1 da mesma classe do Exocet. Para termos chances ele deveria ter algumas caracteristicas furtivas como facetamento da estrutura e motor turbojato e não foguete (nem sei qual é o real).
G-LOC
Vocês acertaram na veia. Eu até pagaria para entrar na brincadeira.
Vamos lá:
Canhão Principal: como não vamos atirar na nossa própria costa um canhão de uso geral de médio calibre é suficiente. Os melhores hoje em dia são os 76 Super Rapid e o 57 da Bofors. Considero o 57 melhor na função antí-missil. Fica o 57.
Defesa anti-míssil: Um Sea RAM no lugar do Trinity.
SSM: 4 lançadores dos futuros Exocet III para não sair da escrita
Torpedos: 2×3 Mk32 para Mk54
Defesa de curto alcance contra alvos de superfície: 2 metralhadoras .50 manuais mesmo(uma de cada lado), que não precisamos de um monte de armas de controle remoto, estabilizadas e com sensores de última geração porque não vamos operar em águas restritas e em uma costa congestionada de botes e lanchas suicidas.
Helicóptero: um SuperLinx armado com a futura versão do Sea Skua e torpedos Mk54.
UAV: um Fire Scout pra gente aprender como é que ele funciona e de preferência armado com AAM e ASM
Sds.
Caros amigos, creio que seja muito mais interessante e com maiores condições de projetar poder, partirmos para a construção sob licença de uma corveta no estado da arte, onde cito como exemplo a GOWIND 200 francesa, visto que neste caso seria de grande interesse para a frota como um todo pois a mesma compartilha muito dos sistemas e mecanismos de sua irmã maior FREMM, mas como o tópico é sobre uma ModBarroso, vai algumas ponderações:
ESTRUTURA:
Melhoramento em seus contornos, eliminando todos os ângulos retos possíveis e limpando todas as reentrâncias para que possa ser reduzido ao máximo o RCS da mesma.
Substituição do mastro de combate e chaminé de exaustão por um MACK composto e de perfil discreto (stealth), ganhando espaço no meia nau para armamentos extras, explicados abaixo.
Trabalhar a parte inferior posterior do convôo para receber os reparos triplos de torpedos.
ARMAMENTOS A SEREM INCORPORADOS/MODIFICADOS:
TORRE PRINCIPAL
Opção 01 > Substituição da torre Vickers Mk 8 mod 0, cal 114.5 pela Mod 1, também no mesmo calibre com características furtivas (stealth), ou a sua versão em estudo no calibre 155/L52, com capacidade de projeção de fogo a superfície grandemente aumentada (nulo em AA).
Opção 02 > Substituição da torre atual pela FMC-United Defense / BAE Systems Torre 127mm L/62 Mk.45 Mod4, aumentando a capacidade de projeção de fogo do navio.
MSS(SSM) atualização ora em curso dos MM-40 Exocet(até serem substituídos por uma versão do MAN-1 Nacional), aumentando a dotação dos mesmos para oito(8, reposicionando os mesmos na popa no espaço posterior ao convôo(configuração parecida com os Tinconderoga, guardadas as devidas proporções), neste caso abre espaço para a inclusão de módulos de lançamentos verticais para MSA(SAM) no meio nau.
TT. reposicionamento dos mesmos em cada bordo abaixo do convôo com aberturas na estrutura com portas para redução do RCS do vaso, atualizando os torpedos para um padrão no estado da arte.
MAS(SAM). Inclusão de módulos de lançamento verticais para mísseis superfície ar de defesa de ponto somente(economizando em radares tri-dimensionais e em peso acima da linha de flutuação)
Opção 01 > Modulo Sylver A-30 para 16 MSA Aster 15(melhor opção caso da escolha da FREMM).
Opção 02 > Módulo LV Mk Mk.48 Mod.1/16c para Sea Sparrow, ESSM(melhor opção) ou uma versão do Spide 2000 LV(se existir).
Opção 03 > Lançador GWS-26 para Sea Wolf Block 2(boa opção também caso a MB compre umas Type-23 Class Duke)
Opção 04 > LV para 16 mísseis Kentron Umkhonto IR.
Incorporação em cada bordo no lugar onde estavam os TT de um sistema CIWS.
Opção 01 > Sea Phalanx, facilidade de integração e já existente na MB(versão Phalanx no Matoso Maia)
Opção 02 > Goalkeeper de 30 mm, único senão neste caso é o peso do reparo.
Trinity 40L70 3P sobre o Hangar.
Seria mantido para prover capacidade de defesa de baixa intensidade e também auxiliar na defesa de ponto anti míssel.
Creio que para completar seria somente necessário a atualização da eletrônica embarcada e sua facilidade de integração com os novos vasos a serem incorporados.
A minha sugestão é simplesmente para “melhorar” a Barroso, mas não para fazer frente a US Navy. Para isto eu sugiro que a Fragata do Ostra seja incorporada como uma USV e seja telecomandada em direção a Força Tarefa atacante tendo em seu interior uma bomba nuclear tupiniquin com uns 500 kilotons e seja detonada quando todos os navios estiverem reunidos para assistir o abalroamento da Fragata com o Porta-aviões. Só assim para obtermos alguma vantagem em relação aos marcianos, digo, americanos.
Nada contra equipar melhor a corveta Barroso e construir ou adquirir um projeto mais moderno (prontos lá por 2020).
Também nada contra os marinheiros e os seus navios.
Mas eu começaria por desenvolver uma força de aeronaves tripuladas (SU-35 e SU-34) e não tripuladas, com mísseis de médio e longo alcance. Leva menos tempo (por volta de 2014). Custa menos. E não vai dar “céu de brigadeiro” para invasor nenhum!
Sem força aeronaval, “babau babau” subs, corvetas, fragatas, napaocs, “stealth” ou não.
Jorge I
P.S.: Eu sou o Jorge que abomina os filhotes do Karl Marx e Cia!
Sonhem,amigos,sonhem…
Uau, alguém aí falou em Moskit para uma Barroso ??
Só se for rebocado numa lancha, o bixo é imenso.
Quanto ao armamento, qualquer opção acima (dependo co $$$) já é melhor do que temos agora.
Sds.
Aquelas “Fragatas” vedidas a Bulgaria parecem serem boas para substituir as Inhauma e a Barroso elas deslocam cerca de 1950 toneladas derivada das FREMM, o que é na faixa de deslocamento das Inhauma e Barroso e são Stealth e levam uma boa tecnologia abordo e que deve permitir ser modificada seus sistemas de armas.
Eu pelo canhão Principal Optaria pelo de 57mm Bofors.
E 2X GoalKeper como CIWS e Excott ou Harpoon ja que misseis de maiores dimensões acho que não podem ser usados nela sem aumentar a “RCS” dela em tubos mais ou menos como os usados nos Slava sob o conves.
E Aster-30 como AA para maiores distancias.
Saudações
Lendo tudo isso, so posso dizer: que coisa hemmm. A classe Inhaúma não foi ruim.. A Barroso é uma evolução delas. Pena que demorou muito para ficar pronta. Por que não pode ter uma Barroso block II. Basta saber se as provas de mar foram satisfatórias, já que a estabilidade era o principal problema das inhaumas. Vamos tomar como exemplo o veículo Gol da VW. Veja diferença do primeiro que foi lançado em 1982 e que foi lançado agora. Carroceria, chassi, motor,.. tudo diferente. Mudou de uma vez só ou foi aos poucos. Mas continua sendo um carro para as mesmas finalidades. Não concordo com a maioria dos comentários no assunto anterior (corveta da Turquia). por que desqualificar a nossa. Achei interessante os comentários da ModBarroso. So acho ela muito pequena para os armamentos sujeridos.
A melhor corveta para o Brasil é uma com características stealth, ou seja, sem nenhum ângulo reto, toda redondinha, com um RCS bem pequeno, do tamanho de um periscópio e que de tão discreta navegue a uns 200 metros de profundidade a uns 8 nós usando motor elétrico.
O Brasil e os brasileiros podem sonhar à vontade, mas devido às verbas destinadas à defesa e ao interesse do Estado no assunto, temos é que ser realistas e termos imaginação.
Devemos é criar a guarda costeira com um monte de navios, aviões e helicópteros cheios de metralhadora e uns radarzinhos básicos.
A marinha fica com uns 15 submarinos convencionais armados com torpedos, uns 18/24 aviões de patrulha marítima e uns 20 lançadores móveis de mísseis anti-navio espalhados pelo litoral. Mais algumas escoltas (3 fragatas) para desfile e dar apoio a uma pequena força de desembarque para apoiar operações de paz determinadas pela ONU e mostrar bandeira.
Também uma força de “comandos” tipo os “Seals” com algumas modernas lanchas rápidas, helicópteros e operando dos subs para a defesa das plataformas de petróleo, etc.
Fica por conta da Força Aérea alguns caças baseados em terra e armados com mísseis anti-navios e aviões tipo AWACS.
Os “inimigos” que chegarem ao “continente” ficam por conta do Exército.
É melhor este quadro que sonharmos com porta-aviões e submarinos nucleares e com uma marinha oceânica que nunca chega. Eu já estou meio rodado e sou da boa safra de 61 (talvez a melhor do país) e não posso esperar mais uns 50 anos por uma idealização inatingível.
É só pra defender a costa? Rafale e quem sabe uns Su-34 e Sistemas de lançamento de misseis terrestres móveis Armados com RBS-15 MKIII. UM EMB-190 de patrulha armado com RBS-15 também ou os EMB-145 MP/ASW, e pra finalizar SUBS com AIP. Pronto negamos o uso do mar e não perdemos nenhum navio. Nada contra os navios mas em uma guerra contra uma potencia central você tem que ser realista, só um Carrier Battle Group americano e bye bye todos os navios de surpeficie da MB.
Obs: Parabéns pela página, e principalmente por mante-la atualizada quase que diariamente o que é uma raridade em termos de militarismo no Brasil
A Barroso não teria mais condições de operar em um cenário onde ela deveria ter um arquitetura mais avançada e furtiva. Se o Brasil fosse como Portugal até os anos 60, seria um excelente navio para patrulha em territorios ultramarinos distantes…Mas, isso não é nossa realidade. Então, o negocio seria vender esse tipo de navio e investir em dois: fragatas modernas e OPV modernos. Já temos uma associação com dois bons fabricantes dos referidos navios, como a DCN e a CMN, ambas da França. FREMM ou derivativa do conceito LaFayette deveriam ser priorizadas junto com um CMN do tipo “Bayunah” em versão OPV. No momento, não há muito o que fazer para que Barroso seja uma eficaz plataforma de defesa nacional.
Mais, essa versão OPV, teria itens como canhão de 76mm/57mm e um sistema basico AA, tipo Tetral ou mais evoluido Umkhonto IR, além de canhões de 20mm. Mas, poderiam ser adicionados misseis Exocet Block III, um heli Superlinx, tubos de torpedo, plataforma para Vante e comandos em botes, além de com um baixo calado, poderia apoiar as forças navais na amazonia ou manter a patrulha no limite da ZEE, defendendo as plataformas e fazendo uma busca AS nessa area, pois submarinos podem estar “olhando” o que fazemos nestas areas remotas do oceano. Seria um navio “flex” mais adaptado as necessidades nacionais.
Parabéns, Bosco !
Assino embaixo em todas as suas colocações, mesmo porque, por mais “stealth” que seja a assinatura de um navio de superfície, a esteira por ele criada sempre será visível num bom radar de abertura sintética !
Eu só acrescentaria o seguinte:
a) Guarda Costeira operando MUITOS UAV’s;
b) PELO AMOR DE DEUS, vamos DESCENTRALIZAR a Esquadra!!!!
Saudações.
A discussão tá boa, mas e a logística? E o que dizer de uma de suas funções mais importantes – recursos humanos?
Numa marinha em que militares fogem da vida embarcada, não adianta comprar esta ou aquela plataforma. Não se pode crer que a aquisição do navio X ou Y vai motivar indivíduos descompromissados com a instituição. Não há espírito de navio sem que os marinheiros sejam devotados ao serviço.
Faz falta uma abordagem realista, sem medo de melindrar autoridades, de quão preparados para o combate estão os homens e as mulheres.
Esqueci de dizer que em face de todas as limitações de desenho, porte, estabilidade (acho até que elas chacolham mais do que um camelo com soluços), etc. que as Inhaúma/Barroso possuem, a meu ver, elas só estariam aptas a patrulhar 2 lugares no Brasil:
a) a Lagoa dos Patos;
b) a foz do Amazonas.
Querer que elas façam frente aos meios navais de qualquer “nação central”, além de piada de mau gosto, é querer zombar da cara das pessoas minimamente esclarecidas (0,001% da população deste país).
Abraços.
Demorou-se tanto para completar a Barroso que as idéias acima parecem sanar o problema deste navio que não tem nem um irmão gêmio.
Ora, a realidade de hoje é outra! pra que fazer uma super-Barroso?
Concordo com Garcia, melhor é para a Marinha se aproximar o máximo possível com os armamentos das Fragatas Classe Niteroi e investir o que puder em submarinos, são patrulheiros silenciosos e mortais no combate, estes sim tiram o sono de qualquer marinheiro oponete, e seja de que pais for…
Uma opinião seria a Marinha ter o mesmo número de submarinos e escoltas.
Um abraço.
crtl-C ctrl-V
* etractable mine detection sonar
* 57 mm Bofors gun turret
* 4× .50-cal guns (2 aft, 2 forward)
* 3× SRBOC rapid bloom chaff launchers
* 2× Nulka missile decoy launchers
* 2× torpedo decoy launchers
* onkhonto
* Mission modules
* Towed Array Sonar
* 8× MM 40
* 1× MK 41 VLS 32-cell to launch ESSM, ASROC
* 2* goalkeaper
Aircraft carried:
* 1-NH90 ou seahawk
* 2- MQ-8 Fire Scout
Com certeza um conflito entre Brasil e uma potência militar seriamos exterminados em poucos dias,pois não temos capacidade de nos defendermos a longa distância.Precisamos de mísseis anti-navios e anti-aéreos de longo alcance,possuir mísseis modernos mas de curto alcance não ajuda em nada, porque sequer consiguiremos usálos.Está na hora de pensar grande.
Prezados Senhores,
A Barroso como consta precisaria de algumas mudanças em seu desenho, para corrigir certa defasagem em relação ao tempo de início de projeto e fim de projeto, mas nada tão complicado já que pode e deve manter as demais características, caso a Marinha opte por fabricar mais navios do mesmo tipo.
Quanto a armamentos, poderia ser efetuada a retirada do canhão Trinity do local onde se encontra o mesmo e a colocação do mesmo, em número de dois, em local perto da proa, idêntico ao local onde foram colocados os de mesmo tipo nas fragatas classe Niterói.
Colocação de Aspide reparo óctuplo no lugar do canhão atual Trinity ou colocação de lançador vertical de mísseis Umkhonto-IR, ou no local onde hoje se encontram os Exocet ou no local onde se encontra hoje o canhão Trinity, realizando as mudanças no desenho para tal.
Mísseis Exocet permanecem. Canhão de proa permanece, porém com nova proteção em formato stealth (por favor) e torpedos anti submarino permanece. Helicóptero uma opção seria o Super Linx 300, um para cada navio.
Edilson, aonde colocaria o VLS na Barroso (em que espaço fisico ?
Aonde caberia um NH 90 ?
Ponto 50 desconsidera, pois po ser instalado (literalmente) em qualquerponto para defesa de ponto
Haveria espaço fisico pra isso tudo ?
MO
É, Marcelo Ostra, a corveta vai ser montada no casco desativado do USS Kennedy, pelo jeito. Daqui a pouco, vão querer embarcar uns dois helis Mi-26.
Certamente que teremos o maior prazer em apresentar nossas idéias e sugestões.
Aliás, pq não tornar links como estes um primeiro passo para um futuro encontro entre todos os que aqui opinam, de modo a apresentarmos juntos as autoridades competentes nosso sentimento de preocupação quando se trata de nossa defesa?
Poderiamos abrir um evento onde haveriam encontros entre os participantes para expormos nossas idéias de modo a inserir cada vez nós a sociedade civil representada por nós, dentro dos assuntos de segurança nacional.
Enfim. Apenas uma idéia.
Quanto a questão de armamentos para as possiveis fragatas, em primeiro lugar quero destacar a procupação do editor desta materia quando ele coloca a questão de um eventual conflito com uma nação em potencial como os EUA. Para que possamos efetivamente enfrenta-los, é de extrema relevancia que não tenhamos em nossas fragatas, equipamentos que dependam diretamente ou indiretamente dos EUA ou de seus coligados.
Posso estar sendo o mais ignorante e leigo em minhas colocações acima como também na proposta que colocarei a seguir, no entanto acredito estar sendo no minimo ético.
Haveria possibilidade de equiparmos as fragatas com:
Misseis FOG-MPM (Avibrás).
Missel Tático – PM (Avibrás).
Radar para defesa Aérea Baixa altitude- SABEM60 ou *SABERM200 (Orbisat) *em desenvolvimento.
Misseis para defesa aérea. Piranha AA1-B (Mectron).
Helicopteros. Opção Esquilo Biturbina equipado com radares e armamentos AVIBRÁS/Mectron/Aeroeletronica.
Sistema de gerenciamento e comunicaçãoes seguras – Atech (vale lembrar que este sistema seria o mesmo hoje utilizado pela base de comando e controle de trafego aéreo em Curitiba, estilo MSN).
Acredito que com uma central de gerenciamento de dados, também poderiamos agregar capacidade de recebimento e envio de dados DATALINK onde haveria uma total comunalidade com aeronaves Embraer R99A R99B e R99C, contribuindo para ocultar a posição da Fragata em caso de conflito, pois seriam recebidos dados enviados pelas aeronaves ou satelites que permitam a execução de tiro diretamente ao alvo.
Obrigado e estou aberto a criticas, pois repito, sou leigo no assunto.
Temos que patrulhar e principalmente mostrar a bandeira na zona exclusiva, concordo que subs sejam a prioridade para negar o uso do mar, agora há missões de patrulha, fiscalização, abordagem….
Vamos abordar um cargueiro, pesqueiro ou qualquer outra embarcação utilizando um Submarino? vamos desgastar um meio para uma missão que ele não foi projetado?
Em caso de conflito o Sub é o cara…, mas há um trabalho a ser feito. Patrulhar, escoltar, penso que o tamanho da embarcação deve ser projetado conforme os sistemas a serem embarcados + armamentos + propulsão + alcançe e numero de dias que a embarcação deverá ficar no mar.
Precisamos de uma embarcação de patrulha e escolta que tenha um minimo de chance de sobreviver em um conflito de baixa/média intensidade e se faça presente principalmente na zona de exploração de petroleo.
Continuo apostando em uma solução caseira, mais barata e simples factivel de ser realizada. Vamos lembrar que ao comprar sistemas e armas não é como ir a um supermercado escolher e comprar, há resalvas e muita, muita grana envolvida.E o principal de tudo é a manutenção destes sistemas, se é feito aqui, com certeza vai ser mais barato de fazer a manutenção aqui.
1 – faria a integração do sistema EDT-FILA com dois canhões 40mm um em cada bordo.
2 – incluiria o lançador da Avibras navalizado com:
FOG-MPM
MÍSSIL TÁTICO – TM
Se não me engano a marinha chegou a produzir o foquete/torpedo que era usado pelo ASROC, o lançador da Avibras teria de lançar este também.
Substituiria o canhão de 4,5 polegadas (114,3mm) L55 Mk 8 por um de 76 mm integrado ao sistema EDT-FILA.
1 lançador TETRAL/MISTRAL integrado ao sistema EDT-FILA.
Quanto aos radares, propõe-se que se adotem os radares em desenvolvimento pelo exército para cobertura aérea SABRE, de varredura eletrõnica
Acrescentaria um bom sonar, mas daria enfase na quantidade de meios construidos para poder descentralizar alguns destes pelos distritos navais, e ter finalmente a presença da Marinha no nosso mar.
Seria tambem um bom meio para manter junto aos navios de suporte em missões de paz.
O projeto do navio poderia ter algumas alterações discretas , penso nos navios desta classe para patrulhar e para poder mostra a bandeira, em um incidente como tivemos como a guerra da lagosta, pelo menos estes poderiam chegar ao local e se fazer presente ao contrario do que aconteceu no passado, em que os navios quase não chegaram ao local.
Quanto ao lançador da avibras o mesmo, poderia lançar os foquetes da mesma. Para quê um foquete com caracteristicas balisticas? Pergunte aos fuzileiros que estiverem há 30~40 Km do litoral em uma missão de paz em que os mesmos estejam em dificuldades…. verão que o canhão de 114mm neste caso não adianta de nada.
Exocet MM-40 Block 3
Sistema de defesa Khastan-M russo
Canhão rápido de 76mm
Helicóptero NH90
Ary, quanto ao apoio de fogo aos fusileiros, sim, compreensivel, mas … seguindo linha de raciocinio, aonde supostamente instalaria estes lançadores ?
Mesmo que assim o fosse poissivel, não demandaria espaço em detrimento a armamentos para a função primária do navio (que nao é apoio de fogo naval em operações em terra)
Creio na Barrososo não o que se poderia fazer é melhorar sua capacidade AAE,, pois em ASuW, creio não haver muita melhora em sua capacidade, tipo substitiuir o MM 4 port Harpoon, ou algo similar, não muito mais que isso (como navio, não como cenario suposto – entfrentar uma MarinhacCapital)
MO
Marcelo, há muito não teclava com vc, fui um dos primeiros do Poder naval, há muito afastado do forum, por motivo de trabalho, mas nunca deixei de olhar o site, belo trabalho no NGB…..
Bom uma solução que seria interessante ( o desenho) o armamento colocaria o que descrevi neste casco aí, veja o link….
http://navalpowercb.blogspot.com/2008/04/project-2038-0-steregushchy-o-primeiro.html
No desenho onde se vê a area para lançar os misseis, colocaria o lançador da avibras, seria uma boa solução principalmente se a alguém bancasse o estudo deste lançador para VLS.
Acho que o projeto da Barroso, que já é uma evolução do projeto das Inhaúma para corrigir deficiências, não deve ter sobra suficiente para aumento de peso de modo a incorporar muitas mudanças. Eu sugiro dois caminhos, onde um aumento de peso de uma arma é compensado por uma diminuição do peso de outra, de forma a tratar da principal deficiência (anti-aérea) à custa do armamento de tubo de maior calibre:
1 – Mudança apenas a vante da superestrutura: sai o Mk8 de 114mm e, no lugar, entra um Bofors 57mm do mesmo tipo usado nos LCS. Vai melhorar a defesa anti-aérea e anti-míssil proporcionada pelo armamento de tubo (munição 3p nos dois modelos) tendo sempre dois canhões de tiro rápido (57mm a vante e 40mm a ré) podendo “fechar” nos alvos que venham de um bordo ou, no caso de alvos múltiplos, oferecendo no mínimo cadência de tiro superior ao que o Mk8 permite. Instalação de uma “caixa” à vante da superestrutura (referência: ver nas Niterói o local onde fica o lançador Boroc), entre esta e o 57mm, para abrigar VLS de mísseis de defesa de ponto, como o Unkhomto, Mica, Barak e por aí vai.
2 – Mesma coisa que a anterior, só que a “caixa”, vira uma plataforma para um lançador conteirável. Pode ser RAM, mais pesado, ou dois Tetral, um em cada bordo, que são mais leves. Dentro da plataforma, paiol de mísseis de recarga.
Creio que daria para fazer o mesmo nas Inhaúma, numa modernização.
“Quanto ao lançador da avibras o mesmo, poderia lançar os foquetes da mesma. Para quê um foquete com caracteristicas balisticas? Pergunte aos fuzileiros que estiverem há 30~40 Km do litoral em uma missão de paz em que os mesmos estejam em dificuldades…. verão que o canhão de 114mm neste caso não adianta de nada.”
Em uma corveta? Afinal, e’ esse o papel normal de navios dessa classe, dimensao e tonelagem? Nao estao pedindo polivalencia demais de uma corvetinhao nao pessoal? A pequena Barroso serve nao so como escolta, patrulha (para ASuW e ASW) mas tambem para apoio de fogo as fuzileiros em terra? ja que estamos nessa, porque nao colocar uma deck de pouso maior e transforma-la TAMBEM em um navio de desembarque anfibio? Quem sabe com um pouco mais de modificacoes ela tambem nao cumpre o papel de um navio aerodromo leve?
Barroso, o novo Bombril. Serve para tudo!
Algumas considerações.
1) O torpedo de mais de 100Km/h – o Shkval – é quase uma ficção, nem os russos os utilizam regularmente, dada a complexidade de operação.
2) Sou a favor sim, da nacionalização. De fato, a classe Inhaúma/Barroso tem seríssimas limitações de desempenho em mar, e, sem dúvida, que um melhor – novo – projeto seria mais viável.
3) O brasil poderia muito bem construir OPV – corveta oficialmente – da Classe Combattante BR70, que, inclusive, já conta com participação nacional. Nada contra a Gowind…ela é excelente.
4) A logística é crucial. Propus o torpedo Mk54, mais moderno, mas a recente aquisição de Mk46 para os SH60 brasileiros, assim como todo know how já adquirido privilegia a manutenção dos tubos existentes – entretanto, manteria os planos para substituição futura.
5) Sem dúvida que não temos capacidade crível de fazermos frente a ofensiva naval de qualquer país “central” no mundo. Não desmerecendo o pessoal que treina duro, dentro das possibilidades orçamentárias, para “manter” o nível operacional – esses são os verdadeiros heróis – mas, temos que verificar a realidade, uma situação de conflito entre Brasil e EUA, em um curto período de tempo é uma idéia paranóica, ou como o amigo Ostra afirmou, de outro mundo. Temos que realizar um leque de missões que envolvem patrulhamento “ostensivo” de mar e abordagens, como bem colocou o amigo Ary. Isso, poderia ser muito bem feito por uma guarda costeira – aliás, criação de guardas nacionais vêm se tornando especialidade do atual governo. Mas, enquanto não temos uma guarda costeira, essa missão permanece com a Marinha de Guerra.
6)Deveríamos investir sim no Programa da Amazõnia Azul, tratá-lo com a mesma prioridade do programa nuclear – até porque este tem maior condão de realmente defender a nação, o submarino nuclear seria mais uma ferramenta desse sistema.
7) Adoraria um fórum para conversarmos um pouco mais sobre defesa como propôs o Rogério, mas temos este blog, e para mim é um orgulho participar deste grupo, sou um iniciante, as primeiras considerações…
OBS: Meu xará Jorge I, creio que és mais antigo do que eu neste blog, então terei que mudar meu nome de guerra como dita a tradição.
Passo a ostentar a alcunha de Jorge Lee – o mesmo do Bruce ou do General.
OBS2: O meu ponto de vista não é político, só acho que defesa é projeto de Estado, não de governo, como bem disse o Gen Heleno.
Em um navio como a Barroso acho difícil incorporar lançadores verticais de mísseis. Talvez os lançadores Unkhomto e VL-Mica sejam suficientemente compactos para caberem sem maiores problemas, mas seriam em pequeno número e ocupariam muito espaço para a quantidade limitada de mísseis, no máximo 16 sendo 8 de cada lado.
Os ESSM, Baraks, Aster 15 e VL Sea Wolf estão fora de cogitação devido ao volume, peso e integração do sistema que considero incopatível.
Sobram os lançadores conteiráveis e recarregáveis dos Mistral, Stinger, Ram, Aspide, Sea Sparrow/ESSM, Crotale e Sea Wolf.
Os Crotale e Sea Wolfs não são mísseis em “estado de arte” e já estão deixando de ser operados pelos países que os projetaram. Os Mistral e Stinger não tem capacidade anti-míssil comprovada. Os Aspides e Sea Sparrows considero grandes e inadequados para uma corveta. Sobram os RAM. Em que pesem serem conteiráveis e não oferecerem cobertura em 360°, mas têm a vantagem de poderem ser recarregados em pleno mar e não penetrarem a estrutura do navio. O que não ocorre com os VL do Unkhomto e VL-Micas que além de tudo ainda não deram as caras. Como a Mod-Barroso “terá” um canhão Bofors 57mm cobrindo o arco de proa a questão da defesa 360° se torna menos crítica (embora desejável).
Quanto aos SSMs os Harpoons, Exocet Bl III, RBS15 e Otomats são mais ou menos a mesma coisa. Como já usamos os Exocets poderíamos optar pelo irmão mais novo.
Acredito que sera usado o que ja temos na MB,para facilitar custo,
manutenção,etc.Canhoes de 114,trinity,aspide,torpedos,siconta,etc.
Inclinar as chapas dos conveses para diminuir a assinatura,reduzir
um conves ,para ficar com a silhueta mais baixa,e se possivel reduzir para um mastro.Se o projeto permitir,remover a chamine,e
fazer um escape na lateral,submerso,para evitar o sensor termico.
Bosco, muito bons os seus comentários. Só imagino que, para um navio do porte da Barroso, 16 mísseis de lançamento vertical estariam de bom tamanho. São 5 mísseis a menos do que o lançador conteirável de RAM, e o dobro de lançadores óctuplos de mísseis maiores (Aspide). Eu imagino que a idéia de incorporar VLS só seria possível (e bota “se” nisso), sem mudanças profundas, se estivessem abrigados numa caixa instalada sobre o convés principal, sem penetrá-lo. A altura dessa “caixa” daria mais ou menos 2/3 da altura até o passadiço. Para lançadores conteiráveis, haveria uma plataforma, no mesmo local, só que mais baixa e menos extensa. E menos feia, é claro. Aproveitando, creio que os Unkhomto já deram as caras nas MekoA200 da África do Sul, mas não sei de nenhuma informação sobre operacionalidade etc.
Diante dessa galera que manja bastante, na minha humilde opinião, acredito que o armamento ideal seria:
Canhão de 57mm igual ao do LCS
Manter o Trinity de 40mm
Lançador RAM após o convôo, no mesmo lugar onde fica o Aspide nas Niterói (teria que aumentar o casco um pouco)
8 exocet block III ranjet (tem alcance de mais de 100 km, ideal para engajar outros navios com segurança)
Manter os tubos de torpedo.
Acredito que umas 12 corvetas dessas proporcionariam uma boa defesa de nosso mar territorial, juntamente com umas 4 ou 6 fragatas pesadas (com canhão de maior calibre, misseis AA de maior alcance e helicoptero pesado, etc).
Nunão, respeito suas considerações, mas não seria pretencioso demais em vislumbrar as ModBarrosos com capacidade antiáerea superior às escoltas maiores, como as Niterói e Tipo 22?
Os Aster 15 e 30, Umkhonto e Mica são bons mísseis antiáreos – prefiro os primeiros – contudo, mais adequados para escoltas maiores, senão estaríamos falando não de uma barroso, mas um nova escolta. E nova escolta, por nova escolta, o programa Inhaúma/Barroso já prestou sua função de “laboratório”, agora vamos para um programa sério para substituir as escoltas maiores. Deveríamos nos balizar pelas FREMM ou a tipo 45 britânica para isso.
Uma outra opção de defesa aérea para as barroso é limitar a área de atuação delas na costa dentro da ZEE, e pontilhar a costa em pontos esratégicos com Mísseis de defesa antiáerea S300PMU-2 (SA-20B Gargoyle) ou S400 (SA-21 Growler), mas isso, sim seria delírio…
[(...)“estudos recentes da EGN (Escola de Guerra Naval) concluíram que em um conflito futuro contra uma nação central (EUA ou países europeus), a estratégia a ser utilizada pela MB seria o uso de submarinos para negar o uso do mar ao inimigo e o emprego de escoltas posicionadas próximas à costa.”(...)]
Quanto a estratégia, creio ser a mais adequada contudo, só será efetiva a meu ver, se englobar número mínimo adequado dos meios combinados. [Sinceramente não imagino a Barroso como o mínimo necessário para este quadro.]
A fragata sul africana Amatola do tipo MEKO-A200, imagino ser o mínimo necessário — [ mínimo de 12 unidades ]
Su-34 — [mínimo de 3 esquadrões (12 unidades cada) com todas as sua armas)
Su-35BM --- [mínimo de 120 unidades com todas as sua armas]
Submarinos diesel/elétrico (no estado da arte) — [mínimo de 15 unidades]
Submarinos nuclerar — [mínimo de 6 unidades]
Avião de patrulha naval – (P-3 ou equivalente no estado da arte) — [mínimo de 36 unidades]
Se não for assim, é melhor acionar o carpo diplomatico.
Tenho dito sempre neste blog que acredito que o projeto Inhaúma Barroso já fechou seu ciclo na Marinha do Brasil. Defendo uma variação do projeto das AFCONs espanholhas, com 2.500 toneladas (para ter uma capacidade mínima oceânica, 14 metros de boca e um triputação de menos de 80 pessoas. Adotaria a configuração de armas padrão do projeto: canhão de 76mm ou de 57mm, dois sisetmas de míssei AA na proa (um deles, RAM), 8 mísseis AS, um canhão AA de 40 mm, 6 tubos de torpedos e equipamentos anti-minas comno as Freedom. Tudo isso sem o sistema AEGIS que consta do projeto original. Boas alternativas de plataforma também são os tipos Goowind e Formidable.
Nunão,
sendo possível instalar 8 lançadores verticais do Unkhomto de cada lado por exemplo do hangar e à frente do lançador de chaffs sem penetrar no casco, não haveria necessidade de mudar muita coisa. Em que pese um designer convencional , não furtivo, a barroso é bem equilibrada, necessitando apenas de um upgrade no sistema de defesa aérea para prover uma defesa em camadas, delegando a defesa aproximada ao Trinity.
Por questões de padronização todo o resto poderia ser mantido como está, apenas atualizando os mísseis SSMs e os torpedos.
Obs: não acredito muito nesta história de “navio stealth” com significativa redução de sua RCS. Se isto fosse possível periscópio e snorkel de submarino não seria problema para os mesmos.
Sds.
Marcelo Ostra perguntou:
“Douglas
Uma duvida, seguindo seu raciocinio, aonde seria (melhor dizendo) haveria espaço fisico para um VL na Barroso. O casco não seria curto para isso ?”
Prezado Ostra, se a “Mod Barroso” será uma corveta litorânea, para nos defender de um “pais central” de acordo com a proposta do blog, pra que um helo a bordo? toda cobertura aérea viria de terra. No lugar dos sistemas e espaço dedicados a operar um helo iria um VL pequeno (numero menor de tubos). Sobre o peso, ai teriamos que fazer conta, pois a Mod Barroso seria uma 1000t mais pesada que a atual. Pensando melhor dispenso o canhao, a Mod Barroso operando no litoral deveria ser forte em AA por missil (pra sobreviver) e AS (pra se opor aos subs avançados do tal “pais central”). Só. Pra que canhão? Canhao é pra barco patrulha.
Um forte abraço
Sobre anti navio, deixaríamos isso pra FAB. Atacar o que com os Exocet, considerando que seria um “país central”? Ao se aproximar do raio de ação do Exocet, já teriamos sido engajados pelas forças inimigas. Ai meus amigos sem uma eficiente AA/AS, um abraço, vai virar comifinha de peixe.
Bom acho que minha sugestão tornaria a Barroso um navio feio, mas focado em AA/AS, deixaríamos AN pra FAB e canhao, bom, enfrentando um “país central”, serviria pra que? So em terra como bateria costeira contra os “marines”.
Douglas,
seguindo o seu raciocínio, já que a Barroso II seria só para caçar submarinos e como a melhor arma contra um sub é sabidamente outro sub, também não precisaríamos de sonares, helicópteros e torpedos. Ou seja, não precisamos da Barroso.
Obs: o helicóptero é necessário na Barroso que você propôs para dar apoio à guerra anti-submarina.
Sds.
Pelo post do blog, a barroso seria corveta “litoranea”, seu raio de ação seria curto. continuo achando melhor um navio AA/AS sem helos, a caça aos subs seria tambem realizada com os P 3 e outros subs como proposto pelo blog. “navios litoraneos e subs”. Agora Bosco, contra um “país central” sem muito poder de AA, vai pro fundo rapidinho. OK?
pra sobreviver melhor um VL EFETIVO de longo alcance.
Jorge Lee, concordo que Aster na Barroso realmente seria demais – tanto que não é a minha sugestão, muito menos pensar em deixá-las superiores em SAM que as Niterói… Creio que os Aster 15/30 estão numa categoria bem acima dos Unkhomto e Mica VLS em tamanho, peso, alcance, necessidade de integração com radares mais sofisticados etc.
Bosco, a opção “laterais do hangar”, que você sugeriu, necessitaria de uma razoável mudança no projeto do mesmo, mas seria interessante sim, algo próximo à classe M holandesa – mas com os mísseis tipo Umkhomto – nunca escrevo isso direito – e Mica que estamos sugerindo no lugar dos mais pesados Sea Sparrow, que além disso necessitariam da instalação de pelo menos mais uma diretora.
Mauro, quem adooooora papo de aviãozinhum é o Ostra, nunca esqueça disso…
o Brasil deveria se preocupar um ter um projeto novo, ousar.
ja que o Brasil assinou um acordo com a Franca, por que nao de haver um ntercamcio de engenheiros navais dos dois paises ??
poderiamos projetar uma “Barroso”completamente diferente da atual.
Seria projetada para os osmares que nos banham, nao adianta comprar um projeto de uma corveta do mar mediterraneo, temos que ter algo projetado exclusivamente para os nossos mares.
quanto ao armamento, sugiro o moskit, misseis da avibras… o resto deixo com vcs…
Sem querer operar milagres e transformar a Barroso numa Fragata ou Destroyer esperando sanar todas as deficiências da MB a partir de uma única classe de navio, e, considerando as premissas técnicas quanto ao espaço/tonelagem e a sua função de escolta de emprego geral definidas em seu projeto original bem como a diretriz política/estratégica no sentido de promover uma maior autonomia do país em relação a produtos de defesa, minhas sugestão visa apenas a substituição de alguns itens por outros de melhor capacidade e sempre que possível empregando equipamentos desenvolvidos no país, desse modo minhas sproposições são as seguintes:
1º) No campo da defesa AAe proporia a substituição do canhão Bofors Trinity de 40 mm por um lançador similar ao Sadral da MBDA a ser desenvolvido pelo Centro Tecnológico da Marinha visando a utilização do mesmo Míssil Antiaéreo de Baixa Altura atualmente em desenvolvimento pelo CTEX; ainda consideraria a avaliação de uma versão navalizada do radar SABER 200, também em desenvolvimento pelo EB.
2º)No que se refere ao armamento de tubo proporia a substituição do canhão de 114 mm do modelo atual pela torre de 114mm Vickers Mk 8 mod.1, ou seja a versão mais atualizada do mesmo canhão utilizada pela RN, sendo que este é totalmente automatizado, consideraria ainda a inclusão de um par de canhões leves da classe do Mauser MLG27 ou MLG30/ABM (a depender do espaço disponível) a serem instalados nos costados ao lado do hangar.
3º) No que ser refere a mísseis anti-navio a substituição natural dos atuais Exxocet MM-40 Block II é pelo sistema MAN-1 em desenvolvimento pela MB o qual deverá ter a mesma performance dos mísseis atuais, , contudo poderia ser avaliado pela MB, em função de obter-se maior performance da plataforma, haja vista as novas ameaças, a nova versão do MM-40 Block III, este com alcance superior a 100 km.
4º) No que se refere a sistemas navais, naturalmente o SICONTA III deveria entrar no lugar do sistema atual além de substituir todos os demais componentes possíveis de serem nacionalizados.
Com essas alterações imagino que a Corveta Barroso passaria a ser uma das embarcações mais modernas e capazes de nossa Marinha de Guerra, além de possibilitar uma elevada autonomia e capacitação tecnológica, fundamentais para um país de dimensões territoriais e importância política e econômica como o Brasil.
alguem sabeia me informar o que seria o sistema MAN-1 ??
tambem li que alguem comentou sobre o missil “matador”da avibras.
Alguem tem mais info sobre esses doir armamentos ??
Nunão, OK. Concordo plenamente, a idéia de instalar um sistema VL na Barroso é ótima, você inclusive equacionou bem o problema de espaço. Mas você não concorda que elevar a tonelagem da Barroso, não poderia piorar as características de mar da Barroso? Eu, sinceramente, não posso afirmar isso, não sou engenheiro. Mas é um ponto que não pode ser ignorado. Daí concluo que sua solução é muito válida, mas para outro projeto de navio, isso é o que quis dizer no post anterior, desculpe se não fui claro o suficiente.
Mas o que vale é a discussão.
Odir muito sóbria a sua abordagem, também sou um defensor da indústria nacional.
Ok,Jorge, entendi perfeitamente. Uma parte do peso que vai para os VLS viria da troca do Mk8 pelo Bofors 57mm. São 26,8 toneladas contra 7,5 toneladas de peso total (fora munição), segundo o http://www.navweaps.com
Mas não faço idéia se o peso extra que ainda sobraria dessa diminuição em 20 toneladas ainda estaria ainda dentro de limites aceitáveis para a classe, o quanto sua posição interferiria no CG etc. Daí a opção por lançadores conteiráveis mais leves em plataformas. Dois lançadores de Tetral, com 4 mísseis cada um, devem pesar pouco mais de meia tonelada cada. Já o lançador de RAM eu não faço idéia do peso, apenas imagino que com seus 21 mísseis (que são mais pesados que os Mistral), deve ficar entre 3 ou 4toneladas com os mísseis instalados. Mas é achismo meu.
Ficaria muito feliz vendo uma notícia onde os mísseis e armas sugeridos pelo Odir estivessem encaminhados, em andamento – seriam obviamente as armas mais indicadas para essa discussão sobre futuras Barroso, sem dúvida.
Fala Ary
Legal te ver denovo, tamos ai
Vou ver depois com mais calma !!!
( )´s
MO
Só pra complementar (não gosto muito de me fiar em wikipedia, mas foi só o que deu tempo de ver antes de me embrenhar no trabalho outra vez…)
Achei o peso de 5,8 toneladas para o lançador de RAM (imagino que seja com os mísseis). Para ele, não vejo muito problema desde que instalado até um deck acima do convés principal (naquela posição que imaginei, como se fosse a plataforma do Boroc das Niterói).
Isso me lembra que vi vários comentários sobre RAM no lugar do Trinity sobre o hangar – também acho bastante válido, só precisa ver se, naquela posição elevada, as duas toneladas a mais que o RAM tem em relação ao Trinity (que pesa mais ou menos 3,5 toneladas segundo o navweaps) não seriam problemáticas demais para o projeto. Se não for problema, a coisa fica até mais simples. Sai o Trinity, entra o RAM sobre o hangar, troca o Mk8 pelo 57mm lá na proa e pronto, embora eu preferisse duas posições de armamento de tubo, e não só uma.
Amigos,algumas das propostas para a ModBarroso como a apresentada acima pelo Nunão são muito boas e viáveis. Mas, chato como nunca, continuo acreditando que precisamos de um projeto mais moderno e mais pesado de corveta.Fico pensando se um ModBarroso não seria a mesma coisa que colocar solado novo em sapato velho.Agora, a idéia do blog em propor essa discussão foi mais do que oportuna. Gostaria que alguém comentasse as alternativas que propus – Afcom,Goowind, Formidable -como substitutas das Inhaúmas.
Marujo você foi certeiro. Não só que solado novo em sapato velho, acresceria salgar carne podre. Pois, é a questão. A Barroso deu o que tinha que dar. Pode ser melhorada sem dúvida, eis a solução do nunão – continuo cabreiro quanto ao CG, estamos transferindo peso da proa para a popa -, mas o ideal é um novo projeto.
Como o objetivo é um “modelo” de ModBarroso, não um navio real, a solução do nunão me parece adequada.
Sobre o hangar um Sea Ram (pesa aprox. 7t), tem a vantagem de ser autonômo, ou requer compatibilização mínima. Em notícias já foi demonstrado sua maior eficácia do que o phalanx ou do RAM independentemente.
Ver. http://www.strategypage.com/htmw/htada/articles/20060412.aspx
http://www.strategypage.com/militaryforums/8-4636.aspx
a CAÇA ao submarino inimigo seria trabalho da aviação naval de patrulha (porque pertence à FAB?) com certeza, mas a proteção dos transportes de petroleo, gás e plataformas, etc…DISPENSA NAVIOS E HELICÓPTEROS PRÓXIMOS?
Boa noite, Senhores.
Gostaria de fazer um questionamento para ampliar o debate:
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Por que a Marinha do Brasil não adquire de 3 a 6 unidades do projeto Combatente, atualmente em desenvolvimento pela EMGEPRON em parceria com um grande construtor naval estrangeiro, em vez de construir mais 3 corvetas Classe Barroso ? Acho que o projeto Combatente parece ser mais moderno e eficiente para a missão de combate naval litorâneo.
Em relação ao último comentário, eu me referia ao projeto da corveta Combattante BR 70 da EMGEPRON, em parceria com a CMN.
Peço desculpas pelo erro.
Raimundo,
vc poderia nos dar mais informacoes sobre essa corveta Combattante ???
As Barroso são um projeto simples e não devem ser comparadas com as Fragatas multipropósito do sec.XXI. Mesmo depois de darem baixa na esquadra, uma pequena simplificação do armammento e sensres permitiria sua utilização por uma guarda costeira e até dentro dos rios da bacia amazônica.
O principal incremento para as Barroso poderia ser a adoção na popa de prquenos canisters dos VLS SAM Umkhonto sul-africanos em coooperação com a Denel, como a FAB já faz com o A-Darter.Adotaria esses SAM também no lugar do lança-foguees BOROC das Niterói em comfiguração semelhante à proposta pela Bae.De resto manteria a mesmma configuração.Para melhorar a furtividade dos navios com reparo Vickers,adotaria a configuração stealth já utilizada pela RN.
Sr. Pablo,
Acesse o seguinte link:
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Combattante BR 70 – CMN Homepage
http://www.cmn-group.com/pageLibre000107f3.html
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Reconheço que o projeto Combattante BR 70 possa ser um navio de dimensões bem mais modestas do que a Corveta Classe Barroso, mas é um projeto muito moderno. Na LAAD 2007, foi anunciado que a EMGEPRON estaria fazendo uma parceria com a CMN para produzir tal navio de guerra.
Raimundo,
Parece que está nos planos da MB a Combattante BR 70.
Você sabe a tonelagem destas covertas?
Prezado Robson Br,
Voce tem razão. os novos NaPaOc, são baseados na corveta Combattante BR70, oferecidos a marinha paquistanesa em parceria pela EMGEPRON e o estaleiro frances CMN – Construction Mécaniques de Normandie (O mesmo estaleiro que transferiu tecnologia para a construção dos NaPaCos de 500t que estão sendo construidos pelo estaleiro INACE).
Os nossos NaPaOc terão um deslocamento muito maior, cerca de 1.300t, contra apenas 900t dos Combattante BR70.
importante também um equipamento de guerra eletrônica (chamarizes) para junto com o CIWS prover segurança contra misseis anti-navio.
No mesmo site tem esse outro projeto já com 1300 ton. Não seria esse onde se basearia o NaPaCo?
http://www.cmn-group.com/pageLibre00010800.html
Pergunta de leigo:
A tendência atual então seria eliminar navios na faixa de 3 a 4 mil ton.?
Ficaríamos então com NaPaCos de +/- 1500 ton. e Fragatas de 6.000 ton.?
Senhor LM,
se os futuros NaPaOc da Marinha do Brasil (MB) seguirem as características que vc relatou (1.300t – seriam um aprimoramento das Corvetas Combattantes BR 70 ?), tenho a impressão que a MB vai fazer uma ÓTIMA AQUISIÇÃO ! Acho que 4 a 8 unidades seriam suficientes para que continue a reinar a tranqüilidade nas águas do Atlântico Sul, isso sem usar o resto da Esquadra !
Sr. Robson Br,
O senhor LM foi preciso: a Combattante BR 70 tem aproximadamente 900 toneladas de deslocamento.
Apenas para completar o último comentário:
… sem ter que usar o restante da Esquadra para patrulha costeira, concentrando assim as embarcações de combate de maior capacidade da Marinha do Brasil apenas para realizar treinamento rotineiro de combate, visando a manter o nível de prontidão das tripulações, e missões de paz.
Sr LM, pode me informar qual o armamento que poderá ser usado pela MB nessas BR 70?
Prezado Raimundo,
Os NaPaOc tiveram seu projeto baseado na corvertas Combattante BR70. Até o presente momento ainda não foi definido o número total de navios que serão construidos. O que está programado é a construção inicial de 5 NaPaOc.
Sr. Robson Br,
O RANS (Requisitos de Alto Nível de Sistemas), que é o documento que define as características que o meio deve possuir para atender os requisitos estabelecidos no REM (Requisitos de Estado Maior)está em fase de conclusão. Falta definir, justamente o armamento a ser empregado. Contudo, já dá para adiantar que poderam receber e angarar um helicóptero de 5t (Super Lynx), serão armados com um canhão de 76mm na proa, 2 canhões de 30mm e, provavelmente, poderão receber misseis do tipo MM-40 Exocet, mas se estes serão ou não empregados não está definido.
Digo: “poderão” isso que dá digitar e não ler!
Prezado Jorge,
O projeto do NaPaOc foi desenvolvido pelo CPN, tendo como base os BR70.
Voce tem razão, a MB pretende operar com os NaPaCos (500t), com os NaPaOc de cerca de 1.300t, com as escoltas de 6.000t e corvetas da “classe” Barroso.
Sr. LM,
e o que se projeta de futuro na Marinha do Brasil (MB) para as Classes de fragatas Niterói Pós-ModFrag e as fragatas Greenhalgh ? E quanto ao vetusto, mas ainda pujante CT Pará ??? Então esses navios serão os últimos de seu porte na MB ?
Sr. Raimundo,
O CT Pará deve ser desincorporado quando a corveta Barroso for incorporado à Esquadra em dezembro próximo.
Todas as fragatas das classes Niterói e Greenhalgh, assim como as corvetas da classe Inhauma serão desincorporadas até 2025.
Em 2025 a Esquadra deve contar com 8 escoltas de 6.000t e 4 corvetas da classe Barroso.
Sr.LM: existe possibilidade imediata de diulgação de um desenho 3D do novo Napaoc? O Sr acredita que a Marinha em breve fará isso? Por que a redução em 300 toneladas? Na primeira vez que o Sr. falou sobre ele,disse que seria de 1.600 toneladas. O novo navio será projetado sob orientação de alguma consultoria externa? Tem semelhanças com o navio de 1300t da CNN? Por que não criar um novo modelo de corveta com os conhecimentos que estão sendo ou serão adquridos com o projeto?
Caro LM.
Antes de mais nada, grato pela atenção.
Mas o que mata nessa história toda, é a quantidade rídicula (o termo é esse mesmo) de navios e submarinos que TALVEZ tenhamos em 2025, para defender nossa???? Amazônia Azul.
Enquanto ignora-se uma alternativa complementar, que seria a Aviação Naval (topo até comprarmos Tornados e Kormorans).
A relembrar o comportamento dos últimos anos, na primeira crise econômica, cortam-se os gastos e aí já viu. Ex.: Barroso 14 anos.
Jorge.
Marxistas nascidos no Brasil. Dormem se achando heróis. Vão acordar um dia tendo que provar não ser traidores!
desculpe a minha ignorancia, mas alguem poderia me informar a diferenca entre Corveta, Fragata, Contra Torpedeiro, Destroyer…
grato
Prezado Marujo,
Com relação as NaPaOc, o primeiro documento REM, vislumbrava um navio de desenho muito semelhante a corveta Barroso, e com deslocamento em torno de 1.600t.
Com a revisão do REM, decidiu-se por construir um navio com desenho mais avançado, semelhante a BR70. Dessa forma, começaram a ser elaborados os RANS, que atualmente encontra-se em fase de conclusão, mas que definiu um deslocamento em torno de 1.300t.
A CMN está prestando assessoria no projeto e na futura construção dos NaPaOc.
No futuro, com os conhecimentos adquiridos na construção dos novos navios patrulha (500t e 1.300t), e nos novos navios de escolta, a MB estará capacitada para projetar futuras classes, não só de corvetas, como também de navios maiores, utilizando as novas técnicas de construção para esses tipos de embarcações.
Com relação a decisão de se construirem novas unidades da corveta Barroso, eu te respondi no post que falava sobre as Type 42 argentinas, não sei se o senhor chegou a ler.
Prezado Jorge,
Entendo suas preocupações, e elas são compartilhadas dentro da própria MB, muitos oficiais generais e oficiais superiores concordam com sua posição.
A necessidade de se estabelecer uma nova estratégia de defesa para a elaboração do Plano Estratégico de Defesa, fez com que a MB realiza-se estudos sobre quais seriam as estratégias a serem utilizadas e quais poderiam ser as nações com as quais poderiamos nos confrontar.
Esses estudos concluiram que, caso tenhamos que nos defrontar contra uma grande potëncia mundial, caberia a MB negar o uso do mar a esse inimigo, e a ferramenta ideal para isso são os submarinos. Assim, deveriamos priorizar a construção desses meios em detrimento de outros.
Detalhando um pouco mais, chegou-se a conclusão que, se fossemos tentar transformar a MB numa marinha capaz de realizar bem, todas as funções do Poder Naval, os custos envolvidos seriam altíssimos, e com as restrições orçamentárias que estamos sujeitos, o que teriamos, seria uma marinha ineficiente em todas essas funções. Assim, resolveu-se “optar por um desenvolvimento desigual, mas combinado”, ou seja, a função prioritária deve ser a negação do uso do mar, porém, mantendo uma capacidade secundária para realização das demais funções do Poder Naval.
Assim, devemos investir prioritariamente em submarinos, navios de patrulha e construir alguns poucos navios de escolta (até 12 unidades, entre fragatas e corvetas).
Combinado, no sentido de integrarmos mais as 3 forças, assim caberia a FAB a tarefa de patrulha aérea. Isso é o que deverá ser anunciado no dia 7 de setembro próximo.
Marinha Brasileira senão a melhor que existe pelo menos melhor que podemos pagar:
15 submarinos convencionais (alguns com AIP)
obs: embora considere improvável a concretização do nosso submarino nuclear ele seria bem vindo, se bem que qualquer quantidade menor que 3 degrada o seu valor tático dissuasório, ou seja, 1 é o mesmo que nenhum
18 a 24 aeronaves de patrulha marítima de longo alcance armados com mísseis anti-navios e torpedos
12 “escoltas”, sendo 3 a 4 fragatas de uso geral e o restante corvetas com função primária anti-submarino
“alguns” barcos de alta velocidade, armados e com perfil discreto, mini submarinos e helicópteros para a infiltração e transporte de “comandos” para “agir” nas plataformas de petróleo e instalações costeiras de alto valor
2 ou 3 navios de desembarque anfíbio (não precisamos de custosos navios de assalto para apoiarmos missões de paz da ONU)
De 8 a 10 navios varredores de minas
Criação da Guarda Costeira Brasileira aos moldes da USCG, com autonomia para operar meios de superfície e aéreos (aviões e helicópteros)
A responsabilidade pela patrulha fluvial deveria ser divida ainda mais com o Exército ficando este com a maior responsabilidade, ficando a marinha apenas responsável por navios de grande porte do tamanho de “corvetas”.
A patrulha dos rios poderia ficar por conta da “Guarda Costeira” ou se criar uma “Guarda Fluvial Brasileira”, tirando à responsabilidade das forças armadas genuínas desta tarefa.
Sr. LM, sou novato no blog, mas pelo que pude apurar a marinha brasileira necessidade, de várias coisas, entre estas novas fragatas, navios hospitais, corvetas, submarinos, etc.O governo brasileiro tem algum projeto para aquisição de novas fragatas e navios hospitais, os que tem parecem ser bastante antigos, alias tudo parece antigo na marinha brasileira. Eu acredito que estes porcarias de brasilia vão acabar, acabando com a marinha do brasil, as novas aquisições não chegaram a abafar, apenas compraram ferramentas semi-novas, enquanto o sr. Chavez da Venezuela, compra tudo de bom e de primeira, ele está reequipando a sua marinha adquirindo novas embarcações, acredito que o governo brasileiro é liniente com a geopolitica sulamericana.
Veja o caso dos aviões que cairam, eu discordo da maioria das pessoas, não acredito que os pilotos norte-americanos sejam os culpados, o próprio governo brasileiro é culpado pelo ocorrido, pois neglegencia a defesa.
Veja estamos no final do governo Lula, e o cara ainda não conseguiu comprar um caça para a FAB,e aos apaixonados amigos aqui do blog, esqueçam do submarino nuclear, o que eles querem mesmo é desenvolver a tecnologia para produzir energia elétrica, pelo o que ouvi dizer a marinha da Venezuela pode ser a primeira nação sulamericana a ter um submarino nuclear, eu sei não terão a tecnologia, mas terão um submarino nuclear.
Infelizmente nossos politicos tem mente curta, dormem em cima de bananeiras, fazer o que né!
Caro LM.
Resumo da ópera: Vamos rezar ou torcer para que não aconteça nada de grave com os EUA pelas próximas décadas.
Que tudo fique como está. Pois com a China comunista se armando e vindo para o lado da África, ruim com os Estadunidenses, pior sem eles. Gostam de ser xerifes do mundo e estamos acostumados com suas manias.
Amazônia azul! By! By! Vamos ficar a ver navios … da “4th Fleet – U.S.Navy”. Of course!
Com a cabeça apátrida e internacionalista dos comunistas nascidos no Brasil
(não me peça para denomina-los como Brasileiros. Não são!), não espere nada além de enrolação sobre a questão de defesa militar, pois estão dando tempo enquanto o camarada Hugo Chavez termina de montar o “Grande Exército Bolivariano” junto com a “Grande Milícia Bolivariana”.
SURTEI DE NOVO, MAS TUDO BEM!
Abraços. Jorge.
Me perdoem mas diante de algumas “idéias”, expostas aqui por tantos vira-latas e viúvas… e por achar que o texto abaixo serve como uma luva para muitos… nao posso deixar de “colar” …
fonte http://www.zenosr.com/
VERTIGEM DE ALTURA
O mundo não deve nada aos sensatos. O excesso de sensatez anda muito próximo da covardia. Chamamos isso de vertigem de altura. Muitas pessoas, empresas, cidades, países, sofrem desse mal. Falta-lhes alma de matriz.
Alguns exemplos bastante comuns:
- Moradores de uma cidade que torcem para times de outra cidade, ou até de outros estados. É uma maneira infantil de fingir que está acima da sua “tribo” onde vive quando, na realidade, estão muito abaixo. Deveriam não só torcer, mas apoiar e participar do crescimento do time da sua cidade.
- Pessoas que sofrem do complexo de Mônica Levinski (aquela estagiária do governo do Clinton). Para essas pessoas tudo que vem dos Estados Unidos é divino maravilhoso. Não perceberam, ainda, que, o que era considerado bom para os Estados Unidos, nunca foi bom para os outros países. E que hoje é péssimo até para o Tio Sam.
- Outro recurso muito usado pelos colonizados é batizar com palavrinhas em inglês, lojas, produtos, serviços… Só falta falar fanho e mascar chiclete…
Um grande professor norte americano e fanático pela nossa cultura, música, gente e belezas naturais, disse-me uma vez que o mal do brasileiro é a praga dessas macaquices. Normalmente aplaudem o que há de pior nos países que tentam copiar.
Falta alma de matriz para muita gente que nasceu no Brasil. Sobra vertigem de altura. Medo de ser o que é e de se comprometer com a construção de um grande país. É preciso parar de torcer contra ou só criticar sem propor nenhuma idéia. Estamos vivendo um tempo de grandes mudanças. Quem não perceber isso vai ficar lá trás rosnando sozinho.
Fugindo do tema, a MB acaba de meter um grande “jabá” no Fantástico:
http://tinta-sobre-ferrugem.blogspot.com/2008/08/f46-no-fantstico.html
A quem possa interessar:
EXÉRCITO BOLIVARIANO E QUEJANDOS:
http://www.defesanet.com.br/al1/ven_arms_24.htm
http://www.defesanet.com.br/al1/eco_03ago08.htm
MARXISTAS E O CONCEITO DE PÁTRIA:
http://pt.internationalism.org/taxonomy/term/10
AMERICAN IN BRAZIL:
http://www.usnews.com/articles/news/world/2008/06/25/american-farmers-try-their-luck-in-brazil.html
http://www.agbrazil.com/
http://www.brazilintl.com/index.htm
CONSPIRAÇÃO COMUNO-MARXISTA NO BRASIL:
http://www.midiasemmascara.com.br/editoria.php?id=8
http://www.ternuma.com.br/intentona2.htm
http://www.alerta.inf.br/index.php?news=1276
Para quem acredita em Papai Noel e presente de natal vindo do Lulalá. Aguardemos.
Por não ser foro adequado, encerro por aqui, pedindo desculpas aos patriotas honestos, pelos excessos.
Sr.LM, obrigado por suas informações.
Sr. Jorge, seu discurso é de uma primorosa e pseudo-ufanística retórica, que simula uma aparente defesa do interesse público e geral de toda uma nação, mas esconde o recalque e a frustração pessoal de um único indivíduo quiçá anacrônico e ultrapassado, como também insatisfeito com as realizações e sucesso daqueles que perseveraram, inovaram e estão fazendo o Brasil acontecer,
enquanto o Sr. defende uma “postura”(!?), que provavelmente não
adota nem mesmo no interior de seu grupo familiar, nem nas suas
relações interpessoais! Acho que o Sr. é daqueles que de tudo reclama, mas com pouco ou nada contribui para construir um país e um mundo melhores !
Todos têm o direito de opinar, sem fazer, no entanto, uso de ofensas ou rotulações indevidas, principalmente ocultando-se sob o manto do anonimato para ofender as pessoas!
Concordo plenamente com o Sr. Mauro. Procuro como a maioria dos visitantes e comentadores do Blog Naval me restringir aos assuntos que são tema do Blog, sem bajulações nem ataques de natureza política ou ideológica! Mas acho que se deve reconhecer que o Brasil melhorou muito nos últimos anos e a tendência é que
essa situação melhore ainda mais, pois o povo brasileiro está mais consciente atualmente.
O Sr. Jorge, ou seja lá qual for seu nome verdadeiro, pois duvido que tenha coragem de estar usando seu nome verdadeiro para ser tão ofensivo, tem se comportado como um indivíduo desequilibrado emocionalmente!.
Com os parcos recursos da MB, o mais paupável seria deixá-la na configuração igual aquela do MODFRAG.
Assim, uma adaptação para um Trinity de cada lado e um lançador do Aspide acima do hangar.
Um sistema optrônico central na parte dianteira e também uma adaptação para uso de VANT.
obrigado
Para as corvetas da MB funcionaria para defesa aérea esse armamento autraliano? No vídeo é fantástico.
http://www.metalstorm.com/content/view/82/166/
http://www.metalstorm.com/content/view/38/98/
http://hight3ch.com/wp-content/uploads/2006/07/MetalStorm.jpg
http://cseserv.engr.scu.edu/StudentWebPages/SNelson/ResearchPaper_files/image001.jpg
Alguém citou a necessidade do canhão de 114mm para eventual apoio a desembarque do CFN. Será que essa tecnologia seria adequada ou ainda o melhor seria uma bateria de foguetes adaptados do ASTROS?
Aparentemente o espaço na popa da corveta poderia receber até 3 “containers” o que representaria 96 SS-30 ou 48 SS-40!?
Para visualizar o tamanho dos estojos:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/51/ASTROS-2.JPEG
http://www.inova.unicamp.br/inventabrasil/astros3.jpg
Para dados sobre o ASTROS:
http://en.wikipedia.org/wiki/ASTROS_II
http://www.army-technology.com/contractors/missiles/avibras/
http://www.globalsecurity.org/military/world/brazil/astros.htm
P.S.: Caros Sr.Raimundo e Sr.Mauro.
1. Perguntem a seus “amigos” apátridas, internacionalistas, marxistas-leninistas-stalinistas-trotkistas-petistas-chavistas, que já receberam 6,4 BILHÕES de reais como “pagamento” de DESONESTAS indenizações políticas, se eles não poderiam doar 10% desse montante para pesquisa militar para o bem do Brasil???
2. Meu nome verdadeiro. Se vocês prometerem não entrega-lo para os grupos terroristas marxistas Via Campesina, MST, FARC, eu conto! Ou fazer pior, como a PF do Lula e do Tarso Genro, que entregou a lista dos dados dos colecionadores brasileiros de armas para os sociólogos marxistas da FGV fazerem pesquisa!?
3. Ou como os deputados COMUNISTAS que desdenham o resultado do Referendo 2005 sobre desarmamento e continuam de maneira FACISTA e NAZISTA, a querer tirar o direito do Brasileiro a possuir e treinar o uso de armas.
Para missões de patrulha e em caso de conflito para servir de escoltas “costeiras” deveria ser armado com os seguintes equipamentos:
– 1 canhão de 76mm com torre com alguma capacidade stealth
– 1 canhão de 40mm com torre
– 4X4 sistema de lançamento em casulo com mísseis antinavio tipo exocet,mísseis antiaéreos tipo Aspide ou Aster 15 dando uma boa capacidade anti-aérea e anti-míssil
– 2 X 3 tubos torpedos antisubmarino
Os equipamentos eletrônicos poderiam ser um radar Saber m-200 navalizado, um radar de busca combinada e 2 diretores por radar e 2 alças EO.
Em tempos de paz uma parte do armamento não precisa ser instalado para diminuir os custos, ocorrendo tambem isto com os sensores. Em caso de situação de crise, os equipamentos mais complexos poderiam ser instalados rapidamente ( todos os equipamentos tem de ser modulares de fácil instalação)
muito papo e pouca experiência,numa possível guerra a mb deveria dispersar suas embarcações para não acontecer um afundamento total de suas embarcações,pois todas ficam juntas no rio de janeiro,deveriam ter lançadores de foguetes de longo alcance para seren lançados da costa da bahia do rio de janeiro, natal,e da base de alcântara,seus navios devem fazer melhorias anti-aerea,e ter grande apoio aerio,pois não vai ser nada facil combater grandes porta aviões bem armados com 300 aeronaves embarcadas e bem escoltados,uma opção são os submarinos brasileiros que são silenciosos e tem comandantes experientes em jogos de guerra.