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A Boeing Integrated Defense Systems (IDS) celebrou ontem a finalização da montagem do primeiro jato P-8A Poseidon para a U.S. Navy, aeronave derivada do 737-800 e que irá substituir os veteranos P-3C Orion na função de patrulha marítima e guerra anti-submarino.
A Marinha dos EUA pretende adquirir 108 aeronaves P-8As para substituir sua frota de P-3C. A capacidade plenamente operacional do Poseidon deve ser alcançada em 2013.

NOTA DO BLOG: Enquanto a FAB se prepara para receber seu primeiro P-3AM Orion, ficar sabendo que o substituto dele está começando a sair da linha de montagem é, no mínimo, embaraçoso. Acompanhe a matéria especial do Poder Naval Online sobre os P-3AM aqui.

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49 Comentários to “Primeiro P-8A Poseidon está quase pronto”

  1. Rogério disse:

    Bom. Todos nós como brasileiros temos o sentimento e o desejo de que estas aeronaves destinadas a proteger e vigiar nossas águas, fossem de fabricação local. No entanto, já que é de costume de nosso governo não insentivar nossa indústria, então que venha os PC3 Orion. Ao menos, por mais que se fale, ele tem muita história pra contar, e vem com muita bagagem atribuita de bom desempenho tanto de armamento como de autonomia.
    Só basta saber se não vão ficar no chão como os A4 do esquadrão VF-1.

    Antes este PC3 Orion, do que nada.

  2. sarto sampaio disse:

    Os P-3 não terão problemas logísticos, a não ser que falte verba orçamentária para mantê-los.Lembrem-se que o deserto de Nellis é bem ali e P-3 por lá não vai faltar.No futuro, daqui a dez ou quinze anos, serão substituídos pela versão naval do EMB-190 ou uma versão naval do C-390.

  3. Marcelo disse:

    Temos que ser realistas!!!
    Como disse o Rogério, acredito que vão ficar mais tempo no chão do que no ar, como os A-4!!
    Começo a desejar (de leve!!!) que deveria acontecer um conflito entre o Brasil e algum país da América do Sul. Só assim os políticos abririam os olhos e liberariam as verbas necessárias para re-aparelhar nossas forças armadas, como o Brasil merece, seja por causa de seu imenso território mas muito mais pelas imensas riquezas que temos aqui.
    Fica a crise de consciência: mais vale ter as forças armadas do jeito que estão mas sem guerra ou o contrário?
    Esse problema não acontece com os EUA. Toda a história americana está recheada de guerras. O povo tem uma cultura diferente da nossa, porque sabem da importância de forças bem equipadas para defender o país e os seus interesses.
    Aqui isso não acontece. Não temos essa mentalidade. Não há aqui no Brasil o famoso Complexo Industrial Militar denunciado por Eisenhower na década de 50!
    Não há industria de defesa aqui porque o mercado interno não absorve e competir com os grandes fabricantes internacionais exige capital elevado e pesquisa de ponta. São poucos os que conseguem.
    Na minha opinião esse estado de coisas vão se perpetuar até termos uma ameaça séria, real, à nossa soberania. Aí, provavelmente, será tarde demais!!!

  4. AJS disse:

    Alguém sabe o valor do P-8?

  5. pablo disse:

    complementando o comentario do nosso amigo MArcelo, o mais claro exemplo e a Avibras, esta falindo por descaso do Governo.
    bom, quanto tempo levaria pra Embraer apresentar um estudo/projeto para um E190 ASW ?? quanto tempo ate ele efetuar a primeira missao??? alguem tem alguma ideia ???
    o E190 nao tem um espaco interno BEM maior do que o 737 ??
    acho eu que a unica desvantagem do E190 para o 737 seria a capacidade de voo, distancia.
    Sera que a Embraer ja nao tem um projeto na gaveta esperando uma oportunidade para estar divulgando ??

  6. Bosco disse:

    O Estado Brasileiro trata a todos que não são apadrinhados, com migalhas. É o caso das Forças Armadas. E isto é crõnico no Brasil desde o dia em que as raposas começaram a tomar conta do galinheiro. Ou seja, tem mais ou menos 500 anos. E as galinhas satisfeitas em passar a vida ciscando, não ligam se uma ou outra é servida no jantar. É a “República dos gnus”. Milhões de nós pastam tranquilos enquanto os leões comem um desafortunado. Fazemos é agradecer por não fazermos parte do cardápio do dia.
    E assim vamos levando. Me lembra a piada sobre o inferno brasileiro, que o dia que tem m…. não tem balde, o dia que tem balde não tem m…. e o dia que tem balde e merda não tem ninguém para transportar.
    Daqui algun tempo já vamos ouvir que metade da frota de P3 está no chão por falta de manutenção e que a outra metade não voa por falta de combustível.
    Eu fá ví este filme. E a gente morre no final.

  7. marujo disse:

    Já que a discussão é sobre patrulha marítima e luta ASW, aí vai uma pergunta: as plataformas dos novos modelos executivos da Embraer – Legacy 450 e 500 (10 passageiros)- podem dar origem ao substituto do Bandeirante na função de esclarecimento marítimo?

  8. Joao disse:

    Como sempre,a FAB continua na sucata. Ja nao tenho esperancas. Se o passado e alguma indicacao,estes P-3 vao ficar no hangar,sem verba,armamento,combustivel,etc. Enquanto ao C-390,eu tambem fiquei empolgado quando a Embraer anunciou o projeto. Mas claro,na hora do pega pra capar,o “governo” revelou que nao haveria verba. Em outras palavras,a Embraer pode levar o projeto adiante…sozinha. A realidade e que no Brasil,as FAAS sao usadas como policia,guarda costeira e aerolinha de VIP. No Brasil existe a base industrial,know how,e uma larga tradicao de industria belica sempre em etapa de decolagem,mas nunca levantando voo. Projetos e mais projetos,coisas pro futuro,etc,etc.O maior inimigo do Brasil,e suas FAAS,nao estao no exterior,mas sim dentro do proprio pais,com um desprezo e sabotagem sem fim.

  9. Joao disse:

    Manda mais sucata pra ca!!!

  10. andre de poa disse:

    O que vocês podem esperar de um governo que agora, depois de anos de pesquisa e investimentos da Petrobras na nossa plataforma vai entregar de mão beijada os campos localizados no pré-sal a uma estatal “socializada” entre os “companheiro” apelidada de “Petrosal”?? Menos mal que se isso ocorrer as entidades que representam milhares de pequenos,médios e grandes investidores da PETROBRAS vai recorrer em todas as instâncias jurídicas possiveis.
    O Brasil é um pais abençoado, mas os governos definitivamente não são sérios e responsaveis.
    Mas isso levanta uma questão: Se os investidores podem processar o governo por lesar a Petrobras quem pode interceder pelos interesses da segurança nacional?

  11. Douglas disse:

    Pois é Andre. Na visão dos marxistas do PT a Petrobras é “excessivamente privada”. então querem criar uma nova empresa pública só para os cabideiros de emprego do governo.

  12. konner disse:

    O P-3C Orion é uma plataforma adequada e estremamente capaz para a missão de patrulha ASW no imenso litoral brasileiro.

    As qualidades dessa plataforma [P-3C], permitem que o projeto de modernização em curso contemple a integração de sensores e armamentos que colocarão os P-3C brasileiros na fronteira tecnológica dessa aviação, com radar SAR/ISAR, FLIR, ESM, sistema acústico e de detecção de anomalias magnéticas, todos de última geração.

    Soma-se a essa tecnologia, a sua capacidade bélica, com 10 pontos duros nas asas para armamento, incluindo mísseis anti-navio e torpedos, “bomb bay” com mais 8 cabides para torpedos, minas, cargas de profundidade e espaço pra carregamento de 120 sonobóias, configuração que capacita essa plataforma a cumprir todas as missões precípuas e secundárias da aviação de Patrulha com alto desempenho.

    Tendo em mente o “TO” em que vai atuar, [Atlântico Sul], e uma FAB que aínda terá de treinar pessoal, e desenvolver doutrina;
    não vejo a aquisição deste aparelho com esta configuração, como que causando qualquer embaraço a FAB, ao contrário.

  13. Robson Br disse:

    Não sei porque tanta choradeira. A plataforma tem ainda muitos anos de uso e não tem problema de logística para a manuteção. Quanto aos sistemas, são de última geração. Tem muita autonomia, e atualmente é a melhor plataforma. Quem tem essa plataforma esta modermnizando. O PA-8 so fica plenamente operacional depois de 2008. Foi um Grande avanço para a patrulha naval e guerra anti-submarina. Pena que a MB não tenha estes aviões.

  14. Nimitz disse:

    Só tem um detalhe: a aeronave adquirida pela FAB não é o P-3C. É o P-3A, que está recebendo um recheio novo na Espanha. Mas a carcaça é bem antiga.

  15. Douglas disse:

    Pois é……. quero saber se as unidades ainda tem tempo de voo, ou são sucatas aéreas. se ainda tem milhagem pra correr otimo, serão eficazes, se não, serão os SP do ar.

  16. paulo costa disse:

    A Embraer não tem interesse em avião patrulha,depois da guerra fria,
    sobra plataforma de patrulha maritima,estão reformando e colocando
    recheio novo.A Embraer recebeu o AMX,pago pelo governo,custou uns
    US$3bi,o momento agora depende dos investidores que investem nela.
    O C-390 tem mercado para avião tatico,e vai sair do papel.
    Com a crise do petroleo,os turbo helices,mais baratos e economicos,
    estão crescendo 20% ao ano,existem estudos de fabricação de turbo
    helices pela Embraer.

  17. konner disse:

    Obrigado por me corregir Nimitz.

    ["a aeronave adquirida pela FAB não é o P-3C. É o P-3A"]

  18. konner disse:

    Quanto ao projeto de modernização em curso nos P-3 brasileiros, na muda, contempla a integração de sensores e armamentos que colocarão os P-3 brasileiros na fronteira tecnológica dessa aviação, com radar SAR/ISAR, FLIR, ESM, sistema acústico e de detecção de anomalias magnéticas, todos de última geração.

    Soma-se a essa tecnologia, a sua capacidade bélica, com 10 pontos duros nas asas para armamento, incluindo mísseis anti-navio e torpedos, “bomb bay” com mais 8 cabides para torpedos, minas, cargas de profundidade e espaço pra carregamento de 120 sonobóias, configuração que capacita essa plataforma a cumprir todas as missões precípuas e secundárias da aviação de Patrulha com alto desempenho.

  19. Baschera disse:

    Se alguém acha que a Embraer vai desenvolver um avião ASW, seja com qual plataforma for, pode esperar….. deitado !! O projeto do C-390 tem potencial de vendas de até 700 Und. no mercado ocidental e já vai ser dureza desenvolve-los, imagina desenvolver um novo projeto de parcas vendas. Projetos como o AMX, never more.
    Sds.

  20. Joao disse:

    Claro,aviao declarado obsoleto e substituido nos EUA,colocam o Brasil na “fronteira tecnologica”ja ultrapassada a anos atraz pelo resto do mundo. Estamos ficando e na sucata mesmo em comparacao com o Chile e a Venezuela,so para citar os vizinhos mais perto.

  21. Eduardo Infante disse:

    Não era esse o programa que inicialmente tinha sido optado por uma aeronave da EMBRAER, não lembro qual o modelo, e depois de alguns lances de bastidores mudaram para a aeronave oriunda da Boeing, ou seja, de seu próprio parque industrial??? Eles fazem dessas coisas… Valeu.

  22. Baschera disse:

    Caro Infante,
    Também neste meio, existem os lobos disfarçados de ovelha!!
    Há época, a Embraer ofereceu o P-99, etc, etc. A Fab optou pelos P-3A, que após a modernização e revitalização das células (muito importante) serão chamados de P-3A/Br. O avão tem peças a vontade nos EUA e Japão, que sozinho ainda usa (operacionais) mas de 60 unid. embora tenha adquirido mais de 100 Und. A empresa que preparou os P-3 (Ex-Us Navy) para voarem até a EADS/CASA na Espanha, também tem know-how e ece peças para manutenção dos aviônicos, estrutura e motores. O “recheio tecnológico” chamado FITS que será incorporado asos P-3 da FAB está no estado da arte e no padrão OTAN. O que importa neste caso é o recheio. Lembro, por fim que a FAB ainda comprou e manterá como scrap mais 4 aviões com seus motores.
    Sds.

  23. Joao disse:

    Infelizmente,a sucata dos Estados Unidos no Brasil e vista como “fronteira tecnologica.

  24. Marinheiro Popeye disse:

    P-3A (“A” de ANTIGO).
    Tamos prontos para tudo!!!
    Mudou-se a denominação para P-3AM (“ANTIGOS MERDENIZADOS” ou “ANTIGAS MÁGOAS” ou “ANTIGAS MÚMIAS” ou “ALVARENGAS MOFADAS” ou … etc, etc.)
    O.R.I.O.N. (Ordinário, Risível, Irritante, Otário, Nauseabundo)
    Que venham todos ao nosso litoral!
    Tal qual a 2.a Guerra usaremos nossos teco-tecos para vigiar nossa costa, pois os “Ordinários, Risíveis, Irritantes, Otários e Nauseabundos” estarão inoperantes pois suas estruturas não mais aguentam voar. Atiraremos pedras para afundar os subs.
    Viva a … sei lá a quem dar um viva!!

  25. konner disse:

    Quanta tolice !!!!!!

  26. Baschera disse:

    Senhores,
    Posto, abaixo, PARTE do artigo publicado com a opinião do prof. Italo Pesce, Especialista em Relações Internacionais e professor no Centro de Produção da Universidade do Est. do RJ (Cepuerj).

    FONTE : MONITOR MERCANTIL DIGITAL.
    Sds.

    A FAB conta hoje com aproximadamente 20 aeronaves de esclarecimento marítimo Embraer
    EMB-111 (P-95) Bandeirante-Patrulha (“Bandeirulha”), operadas por quatro esquadrões do 7º Grupo de
    Aviação, sediados em Belém (3º/7º GAv), Salvador (1º/7º GAv), Rio de Janeiro (4º/7º GAv) e
    Florianópolis (2º/7º GAv).
    O “Bandeirulha” (uma das versões militares do bimotor turboélice EMB-110 Bandeirante) é uma
    aeronave leve, de autonomia limitada e sem capacidade anti-submarino. No início de 2009, porém,
    começará a ser entregue ao 1º/7º GAv, na Base Aérea de Salvador, um lote de oito P-3AM Orion,
    modernizados na Espanha pela EADS CASA. O antigo equipamento de missão será substituído pelo
    sistema multimissão FITS (Fleet Integrated Tactical System).
    Há alguns anos, a FAB adquiriu dos EUA um total de 12 aeronaves P-3A de segunda-mão, fora
    de uso há muito tempo, estocadas ao ar livre no clima desértico de Tucson, no Arizona. Três seriam
    destinadas à canibalização (servindo como fonte de peças de reposição), oito a missões operacionais e
    uma ao treinamento de tripulações.
    A avaliação operativa destas aeronaves — cuja atuação em apoio à Esquadra será fundamental
    — deverá ser realizada pela Marinha do Brasil, por meio do Centro de Análise de Sistemas Navais
    (CASNAV), no Rio de Janeiro. A Marinha e a FAB serão extremamente beneficiadas por essa medida de
    integração. A capacitação do CASNAV é reconhecida internacionalmente.
    O número de aeronaves previsto é ainda insuficiente para atender às necessidades reais da
    Força Aérea, em operações independentes ou em apoio direto à Marinha. Além disso, em poucos anos
    haverá necessidade de substituir o P-95 “Bandeirulha”, que entrou em serviço na década de 70 do século
    passado.
    Como alternativa ao P-3AM Orion, a Embraer havia oferecido à FAB o P-99, uma versão de
    patrulha marítima do birreator de transporte regional EMB-145. Entretanto, sua autonomia foi
    considerada inadequada para o patrulhamento de extensas áreas marítimas, em missões de duração
    superior a 12 horas de vôo.
    A Embraer produz uma família de birreatores comerciais, cujos modelos de maior capacidade
    são o EMB-190 e o EMB-195. Ainda não houve anúncio oficial, mas provavelmente um desses dois tipos
    será usado como base para o desenvolvimento de uma aeronave de patrulha marítima de longo raio de
    ação, capaz de substituir o P-3A/B/C Orion no mercado internacional, a um custo bem inferior ao do P-8A
    Poseidon.
    Possivelmente, os P-95 “Bandeirulha” da FAB poderão ser substituídos por uma aeronave mais
    simples e de menor porte que os modelos mencionados anteriormente. No estágio atual, o uso de
    Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) em missões de vigilância marítima é apenas uma possibilidade
    para o futuro. Tal possibilidade não passou despercebida ao Brasil.
    De fato, Brasil e África do Sul estão negociando o desenvolvimento conjunto do Bateleur, um
    VANT de múltiplo emprego em missões de média altitude e grande autonomia. Conceitualmente, este
    poderia ser empregado para vigilância das águas jurisdicionais brasileiras, complementando as
    aeronaves de patrulha de longo raio de ação.
    Satélites de vigilância marítima, equipados com radar, permitem localizar navios no mar,
    transmitindo informação em tempo real, diretamente às forças navais ou para centros de coleta e análise
    em terra. O Brasil conta apenas com imagens obtidas por satélites comerciais, mas poderá vir a operar
    seus próprios satélites militares no futuro, de forma a não depender da boa-vontade de terceiros.

  27. Igor disse:

    É isso aí, antes isso do que nada.

  28. Marinheiro Popeye disse:

    Já temos um avião ASW prontíssimo p/ ser fabricado. Falam do Embraer 190, estão se esquecendo da versão ASW do ERJ 145, derivado do ERJ 145 vendido para o México. Com algumas modificações temos uma excelente plataforma ASW.

  29. Marinheiro Popeye disse:

    Tolice? Tu teria coragem de voar nessas sucatas?

  30. konner disse:

    Marinheiro Popeye,

    Na época em que a FAB decidiu modernizar a frota de P-3 usados, que adquiriu da Força Aérea dos Estados Unidos, a Embraer ofereceu o modelo P-99, baseado na plataforma do jato ERJ-145, como uma alternativa para as missões de patrulha marítima.

    Só que, a proposta da Embraer, não foi aceita porque o modelo P-99 não atendia os requisitos definidos.

    Segundo o comando da Aeronáutica o programa de revitalização da Força Aérea Brasileira aprovado pelo governo federal não contempla a aquisição de um avião de patrulha novo, mas sim a modernização de equipamentos já existentes.

    — Segundo a FAB, a Embraer propôs incorporar soluções no jato ERJ-145 que “representam elevado risco técnico, além de agregar significativos custos ao preço final do avião”.

    A plataforma do Embraer ERJ 145, não atende ao requisito de capacidade de carga e na quantidade de horas/voou da FAB.

    O que ocorre, é que esta escolha da FAB pelos P-3, foi o meio mais rapido e mais em conta de atender a acordos internacionais e é claro, a outros interesses como, ganhar tempo para o desenvolvimento de doutrina e adestramento de pessoal até a chegada do meio definitivo para tal.

    Em 2005 -
    – O Comando da Aeronáutica encomendou à Embraer um estudo sobre a possibilidade de desenvolvimento de um novo avião de patrulha marítima, que substituirá, num prazo de 15 anos, a frota de P-3 Orion.

    Os estudos iniciais para o desenvolvimento desses aviões, estão sendo coordenados pelo Estado Maior da Aeronáutica, que, junto com a Embraer, criou um grupo de trabalho encarregado de elaborar as especificações técnicas do novo avião.

  31. Marinheiro Popeye disse:

    Eu acho meio estranho o ERJ 145 não atender os requisitos da FAB uma vez que há mais de 30 anos ela usa o Bandeirulha (um esclarecedor marítimo, não um patrulheiro propriamente dito).
    Quando falo do ERJ 145, acho que não haveria melhor substituto do que ele para o EMB 111 ou P-95. A FAB pisou na bola palo fato de ter recusado o ERJ 145, pois sua encomenda seria um ótimo laboratório para aperfeiçoar a versão definitiva do patrulheiro (no EMBRAER 190). Se tivesse feito no tempo certo a encomenda já teríamos a unidade protótipo voando talvez as primeiras entregas.
    Observe que ainda estamos esperando a primeira unidade ser modernizada, estamos esperando um avião velho, na sua primeira geração (a carcaça). Infelizmnete tenho quase certeza que o O.R.I.O.N.(*vide tradução do q eu acho acima) ficará mais tempo na FAB que 15 anos, pois chove no mercado peças de reposição e,além do mais, células mais modernas do P3C tornar-se-ão disponíveis para a venda, “aluguel”, etc.

  32. Joao disse:

    9omo sempre,compramos sucata hoje e fazemos gloriosos planos para o “futuro” que nunca chega. E sempre a mesma coisa. Eu tive uma vez em Tucson,Arizona,la aonde ficam guardados os P-3 no meio do deserto,em temperaturas superiores aos 112 graus centigrados,no meio de poeira sem fim.vejamos as condicoes em que chegarao estas maravilhas ao Brasil. Sera que ja se esqueceram da tolice da compra dos A-4 Skyhawk? Caindo aos pedacos chegaram ao Brasil. Eu acho que os EMB-145 da Embraer teriam sido muito melhor opcao.mas,como sempre,a industria belica e aeronautica brasileira so recebe reconhecimento,apoio e encomendas do exterior. Acho inexplicavel essa obsessao de militares brasileiros em comprar equipamento obsoleto dos americanos ao invez de patrocinar a industria aeronautica e belica brasileira. Um bom exemplo disto e o sistema Astros II. A Avibras exportou mais de 120 unidades para a Indonesia e centenas para o resto do mundo. O vexame e que no Brasil so existem 19 ou 20 unidades. Mas para comprar sucata obsoleta dos EUA,nao ha problema. Acorda,Brasil!!!

  33. Marinheiro Popeye disse:

    A FAB SEMPRE se notabilizou pela LONGEVIDADE dp uso de suas aeronaves fins(o Mirage III que o diga).
    Desde 1977 utiliza o P 95 (são 31 ANOS!!!)
    Pq não faria o mesmo com P 3AM, q em breve vai chover usados no mercado?
    Acho melhor e EMBRAER desenvolver tempo e dinheiro em coisas mais palpáveis do que atender um pedido de um cliente não confiável.

  34. Joao disse:

    Realmente,Popeye,voce e quem tem razao mesmo. Talvez o melhor que fariam a Embraer e a Avibras seria mudar para os Estados Unidos.

  35. Nunão disse:

    Detalhe importante (ou melhor, elocubração minha): independentemente da longevidade que se possa esperar dos P3, isso não impede, a meu ver, o desenvolvimento de seu sucessor – ambos os vetores, o sucessor e o predecessor, poderão operar por vários anos “lado a lado”. Ou melhor, um primeiro lote com novos (P190, 195 ou o que quer que seja) entrando em operação em Santa Cruz, lá por 2015, os P3 já na metade de uma vida útil de uns 15 anos na FAB operando em Salvador, sendo substituídos após 2020 por um segundo lote. E, nos outros dois sétimos, um misto de sucessor dos Bandeirulhas (de preferência um turbo-hélice com boa autonomia) e de UAVs para esclarecimento. Acho isso viável, e até óbvio.

  36. konner disse:

    Parabens Nunão, raciocínio lúcido e sensato.

  37. AJS disse:

    O motivo da opção pelos P-3A e não P-3C, foi a menor quantidade de horas voadas pelas células do primeiro modelo.
    Abraço a todos.

  38. Joao disse:

    Entao por que parar ai,Mauro? Sera que tambem nao da pra comprar outa duzia de F5? E so “modernizar” e ta tudo bom. Manda vir tambem Mig-21 de Cuba. Devem custar barato,tambem. Os Mirage Pantera aposentados do Chile tambem. Acontece que moro nos EUA,e aqui a temperatura e em Farenheit,nao Celsius. E sim,Arizona e inferno. Vai no Google e procura a temperatura de Tucson,Arizona. Mas quente que Ceara. Sou bem partidario das FAAS brasileiras,mas nao posso ficar empolgado por um aviao que por aqui ja e visto ha muito tempo como obsoleto,desgastado,e perigoso.

  39. Walderson disse:

    amigo Mauro,
    estava sentindo falta dos seus comentários. kkkkkkk. Apóio em gênero, número e grau suas palavras. As vezes vejo que tem muita gente deslumbrada vivendo como Alice – no país das maravilhas. O interessante é ficar sabendo que na FAB só tem idiota. Gasta-se dinheiro com uma comissão de estudo pra ir ao EUA e ela escolhe tudo errado. O fato de o ERJ-145 não ter autonomia suficiente é apenas um detalhe. Se fosse o escolhido, iriam dizer que escolheram mal. Escolheram um avião que fica pouco tempo em patrulha e tem de descer para abastecer. Seria uma falta de seriedade. O Amigo Douglas iria dizer que gastou-se mal o dinheiro público etc. Caramba, o país gasta tempo e dinheiro formando uma turma na FAB. O pessoal fica estudando tudo, menos avião. É um bando de incompetente mesmo. A Avibrás se conseguiu vender para a Tailândia, vendeu muito pouco. O maior cliente da empresa era SAdam Husseim, do Iraque. O EB realmente tem poucas unidades (acho que foi a única coisa certa que um amigo falou acima), pois não tem dinheiro pra comprar.
    Concordo contigo, tirando alguns poucos comentários, quanta tolice. Além do mais, eu tb gostaria que fosse tudo novo, mas a realidade é outra. Somos um país recém-saído de uma ditadura militar. É normal que não se dê muita bola para a questão militar. Eu não concordo com isso, mas é realidade. Outra coisa é o fato de que dinheiro não dá em árvore, logo temos várias outras prioridades a serem atendidas também. O dinheiro tá curto. Então, vamos parar de bobagens e ver a realidade.
    Fora isso, amigo Mauro, achei muito legal o “guardar os aviões no forno”. kkkkkkkkkkkk. Realmente muito boa. kkkkkkkkkk.
    Um abraço a todos.

  40. Marinheiro Popeye disse:

    Invocaram o curto alcance do ERJ 145. Que ele não atenderia a exigência para um patrulheiro… Bem, e quanto ao alcance e velocidade do Bandeirulha? Atende a quem? Deve atender aos barcos de pésca e contrabando q invadem o nosso mar territorial!
    Quanto é o custo da aquisição dos P 3AM e sua modernização?
    As FAAs se queixam da falta de verbas, porém qdo. conseguem alguma não sabem gastá-la (vide exemplo dos 4 helis USADOS, mais de 200 milhões de dólares). Na matéria sobre a aquisição dos Growler e Super Hornet (16 aeronaves NOVAS) os EUA vão desenbolsar 639 milhões de U$D.

  41. Marinheiro Popeye disse:

    Mauro, tu és um boçal!
    Mostre a nós, vira-latas, teu pedigree!!
    Não te conheço e mesmo assim não desmereço teus comentários imbecis e cretinos!
    Aqui é um lugar aberto para opiniões, as mais diversas possíveis sobre o que ocorre nas nossas FAAS, em especial, na Marinha.
    Divergir de opiniões, sim!!
    Ofender a quem as dá, JAMAIS!!
    BOÇAL!!!!!!

  42. Marinheiro Popeye disse:

    Mauro,
    Sobre a autonomia dos Bandeirulhas… leia com atenção e vai ver que eu a acho baixa.
    Sobre a minha brincadeira com a sigla, tou me lixando para a sua opinião!
    Se vc confunde a defesa do livre pensar com stress… procure um psquiatra!
    Quanto à sua bricandeirinha com a Olivia, Brutus, espinafre etc. … eu também achei fraquinha, fraquinha!!
    Se a FAB não precisa de “meus sábios conhecimentos” paciência, também estou me lixando. Mas fico retado quando brincam, como estão brincando, com o NOSSO DINHEIRO. Se vc acha que estão o gastando sabiamente, faça uma análise na sua consciência.
    E, por fim, continuo te achando um BOÇAL!!

  43. Marinheiro Popeye disse:

    Mauro, outra coisa, o que tu estava fazendo à 1:41 de hoje (15.08.2008)?
    Eu a essa hora estava com Olívia, me desestressando!!
    Não existe remédio melhor!!!
    Haja espinafre!!

  44. Marinheiro Popeye disse:

    Mauro, convenhamos,
    Não sei quanto a vc, mas quando vamos comprar um carro usado (se a situação nos permite) compramos em lojas, concessionárias ou de pessoas que os possuem. Mas, com certeza não os compramos em FERRO-VELHO. Por falar em vira-latas, o pessoal da FAB deve ter agido como tais na escolha das aeronaves. Que opção de vida!
    Se vc não quis ouvir da vida alheia não viria com gracejos (fraquinhos, fraquinhos!) sobre ela. Abraços espinafrados!!

  45. Marinheiro Popeye disse:

    Mauro, não creio que o C390 daria um bom patrulheiro. O 190 ou 195 é que poderiam dar. Mas, o q me revolta é ver os milhões de Reais gastos para formar técnicos e engenheiros no ITA, milhares de Reais gastos no envio de delegações em Feiras e Congressos envolvendo equipamentos e tecnologias militares e no final vão aos FERROS-VELHOS (que vc denominou depósitos). Veja o que está ocorrendo com a AVIBRÁS, quantos profissionais especializadíssimos estamos perdendo! Pergunto: para quem o ITA está formando tal pessoal? Os últimos lançamentos da EMBRAER só tem servido para o mercado externo. Os impostos tornam proibitivos a compra e a manutenção de tais aeronaves aqui no Brasil. O “governo” não faz as encomendas em quantidades necessárias, quando as faz.
    O tão mal falado AMX, se é q vc é tão entendido, trouxe-nos know-hows nunca antes vistos (como resultado temos o Brasília, o Super-Tucano, ERJ 145, o Legacy, os mini jatos executivos, o 190, o 195 e talvez o C390). Qdo. falo da versão ASW do ERJ 145 (P99 p/ a FAB), refiro-me a aquisição de conhecimentos p/ um projeto de um avião mais completo. Já o estamos fabricando, basta efetuar as modificações necessárias para tal. O mercado de patrulheiros em breve irá se abrir e todos irão se descartar dos seus antigos ORION. Qdo falo q duvido q a FAB irá utilizar por “apenas” 15 anos os P3 sei muito bem do que estou falando. Quanto ao fato de vc achar que me gabo por ser esperto, inteligente etc. até agora quem ESTÁ SE GABANDO é V.Sa. pois foi único que ofendeu os que não compartilham do seu ponto de vista (“vira-latas”, “Perdoe tanta idiotice”,”É no mínimo de uma imbecilidade ímpar”,”mas às vezes fica difícil acompanhar tanta imbecilidade” e por aí vai…). Quer fazer valer seus argumentos, defenda com argumentos, NÃO COM OFENSAS! Aqui encerro meus pontos de vista!!!

  46. [...] reconhecimento marítimo e guerra anti-submarino, para a Marinha Indiana. O P-8I é uma variante do P-8A Poseidon que a Boeing está  desenvolvendo para a US Navy. A Índia será o primeiro cliente internacional [...]

  47. [...] Strike Fighters. Os planos da Real Força Aérea Australiana de substituir seus AP-3C Orion por P-8As e aeronaves não-tripuladas, também foram interrompidos. A Austrália estava desenvolvendo [...]

  48. [...] dos Estados Unidos (US Navy) para, de maneira cooperativa, desenvolver modernizações para o  P-8A Poseidon e seus sistemas de suporte. A avião, tripulado, deverá ser adquirido através do [...]

  49. [...] Primeiro P-8A Poseidon está quase pronto [...]

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