
A Marinha do Brasil, através da Diretoria de Engenharia Naval (DEN), abriu licitação para a construção de outros quatro navios de patrulha NaPa 500. Na verdade, trata-se de uma continuação do atual processo de obtenção de duas embarcações em construção pelo estaleiro INACE. Os navios serão do mesmo tipo, ou seja, baseados no projeto francês da CMN e já comentado aqui no blog. O valor sugerido para este contrato é de 208 milhões de reais (cerca de 52 milhões por embarcação).
Abaixo, parte do edital onde é esclarecido o “objeto” da licitação. O edital completo pode ser obtido diretamente no sítio da DEN .
2 – DO OBJETO DA LICITAÇÃO
2.1 – O objeto da presente Licitação é:
a) a construção de quatro Navios-Patrulha (NPa), para a MARINHA, que ora passam a ser denominados, respectivamente, 3º, 4º, 5º e 6º NPa, com todos os seus sistemas, subsistemas, equipamentos, equipagens, componentes, acessórios e instrumentos;
a.1) a elaboração do Projeto Executivo e Projeto de Detalhamento dos quatro NPa, desenvolvidos a partir das informações dos documentos do Projeto de Concepção fornecido pela MARINHA
b) o fornecimento de ferramentas especiais, sobressalentes, documentação técnica e e garantia da qualidade;
c) o treinamento da tripulação para operação e manutenção de 1º e 2º escalões para todos os equipamentos.
2.2 – A construção dos quatro NPa dar-se-á a partir dos Projetos de Concepção, Executivo e Projeto de Detalhamento aplicados em outros dois NPa, ora denominados 1º e 2º NPa, já em construção para a MARINHA, desenvolvidos pela empresa francesa Constructions Mécaniques de Normadie – CMN, e executados pela empresa brasileira Indústria Naval do Ceará S/A –
INACE, cuja documentação será disponibilizada à futura CONTRATADA pela MARINHA, de acordo com o estabelecido no subitem 20.2 deste Edital.
2.3 – A descrição detalhada do objeto consta do Projeto Básico, Anexo A deste Edital, e dos documentos nele referenciados.
NOTA DO BLOG: Esses navios são uma versão ligeiramente modificada dos patrulhas franceses da classe P-400, cujo projeto data de 1982, quando foi pela primeira vez apresentado.
Os primeiros seis (foram efetuadas duas encomendas, uma de seis e outra de quatro navios) foram considerados sub-motorizados, sendo feitas alterações posteriormente de forma a dar a estes navios uma velocidade máxima superior a 20 nós.
O primeiro P-400, baptizado L’Audacieuse, entrou ao serviço nos finais de 1986, tendo o último dos navios sido entregue à Marinha da França em 1988.
No projeto original, são navios capazes de atingir 24 nós, com uma tripulação de 26 e capacidade para o transporte de mais 20 pessoas a bordo. Têm 55 metros de comprimento e dispõem de autonomia para 7.000Km.
Além da França, este navio foi também vendido para o Gabão e Omã, e o projeto recebeu o nome de “Vigilante CL-54″.
É um projeto antigo, que foi modificado. O armamento é leve, adequado apenas a missões de polícia naval.
Alguns especialistas consideram que a melhor opção para o Brasil seria adquirir um projeto mais recente que tivesse provisão para a instalação de mísseis antinavio, na configuração “fit but not with”. Dessa forma, em caso de necessidade, os navios poderiam receber imediatamente armamento antinavio, aumentando consideravelmente seu valor militar.
Observar nas fotos abaixo, os navios CL-54 das Marinhas do Gabão e Omã, armados com canhões Bofors de 57mm e Oto Melara de 76mm. A versão brasileira será a mais fraca, com apenas um canhão de 40mm.



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Razão pela qual soa afrontoso à comunidade naval e entusistas e mesmo ainda aos cidadãos desse país, consoante as entusiasmadas palavras atribuídas ao Ministro da Defesa acerca desses navios, sustentar a defesa das plataformas de petróleo a tão singelas embarcações, para ser somente eufemístico.
semana passada li ua reportagem onde dizia que os acionistas da Petrobras iriam entrar na justica contra a criacao de uma nova empresa para explorar a camada pre-sal.
Sera que nos, brasileiros podemos entrar na justica contra esse reaparelhamento “sucateado” das nossas Forcas ??/ tanto Exercito, Forca Aerea Brasileira e a nossa grandiosa Marinha ???
e uma pena que ppovo brasileiro nao seja unido e muito menos PATRIOTA.
IV frota voltando para o atlantico sul e o Brasil comprando “jangadas” motorizadas para patrulhar a nossa costa.
Bom Mauro, se vc ta dizendo que serao apenas 12 barcos desse modelo, eu ja fico um pouco mais aliviado mas nao contente. ainda acho que eles deveriam ser melhor armados.
a Emgepron nao teria capacidade de projetar um navio patrulha melhor do que esse projeto frances ??
e por que a Emgepron nao aparece em nenhuma licitacao para construcoes de navios/fragatas…
Quase todos os sistemas de armas das FA brasileiras são “meia-boca”. Até os NaPa da Marinha do Gabão são melhores do que os nossos.
Comparem esses navios que estamos comprando com as FPB que a Croácia comprou ou com as Hamina da Finlândia.
E ainda vendem a idéia de que esses navios vão proteger nossas plataformas de petróleo. Nem se fosse contra piratas dos séculos passados, pois os piratas atuais são muito bem equipados e armados.
muito bem dito Nimitz.
essa sua comparacao entre os navios a serem adquiridos pela marinha e pelos navio adquiridos pela Croacia ja diz tudo…
por que nao fazemos uma abaixo assinado ou algo parecido para brecar essas aquisicoes ?!!?!?!?!?!
Estas últimas compras das nossas ffaa, especialmente da marinha, da a impressão de que o 7 de setembro não será algo sério.
Cara Mauro,
vc nao acha que se as nossas FA comprassem material belico de primeira ao inves de comprar mercadorias de segunda mao como vem acontecendo nao nao seriamos mais respeitados ???
tenho certeza que apos essas descobertas do pre sal o Brasil tera dinheiro para comprar/fabricar embarcacoes mais qualificadas.
quanto ao 7 de stembro que esta por vir, o FX ja foi postergado novamente para o ano que vem, PASMEM… esero que esse adiamento nao vanha para a Marinha…
perdao, Caro Mauro
a Petrobras nao deveria cooperar com o reequipamneto da Marinha ???
ela bem que poderia “doar” uns 5 sub’s… esse gasto poderia ser jogado no custo de material de seguranca da Petrobras, o que nao deixa de ser verdade por um lado.
dinheiro tem, vem do pre sal, e tem muito dinheiro la…
os cacas serao escolhidos ano que vem, era PRA ESSE ANO, PRO 7 DE SETEMBRO…
Caças serão definidos este ano
Aeronáutica quer assinar contrato dos novos jatos supersônicos em setembro de 2009
Roberto Godoy
O comando da Aeronáutica vai definir até o fim do ano os dois, ou no máximo três, caças finalistas no processo de escolha direta do novo jato supersônico multifunção da Força Aérea Brasileira (FAB). Depois os fornecedores envolvidos serão solicitados a compatibilizar as propostas com os requisitos do processo – especificações, peculiaridades de emprego e, sobretudo, a delicada questão da transferência de tecnologia.
Segundo comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, o contrato deve ser assinado em setembro de 2009.
O número de aeronaves desse lote inicial ainda não está determinado, mas o grupo responsável pelo procedimento trabalha com um mínimo de 20 unidades, podendo chegar a 36. O valor de referência, cerca de US$ 2,2 bilhões, citados na época da retomada da disputa, faz aproximadamente seis meses, não é válido como critério do FX-2. Segundo o ministro da Defesa, Nelson Jobim, “o fator inarredável é o da passagem de conhecimento avançado na área”.
Essa disposição sinaliza para finalistas europeus, entre os seis grupos que responderam ao Request For Information (RFI). A solicitação de informações foi expedida em junho pela Aeronáutica para seis fabricantes estrangeiros: Saab, da Suécia, Bureau Sukhoi, da Rússia, Dassault Aviation, da França, Boeing, dos Estados Unidos, Lockheed-Martin, também dos EUA, e o consórcio Eurofighter-GmbH, da União Européia.
A conclusão é decorrente do veto aplicado pelo governo americano à entrega de tecnologias de uso em sistemas militares no âmbito da venda de equipamentos. Essa atitude, entretanto, está sendo revista, entendem analistas com experiência nas relações Brasília-Washington.
O resultado é um mercado agitado. Está no País o diretor da Boeing, Bob Gower, chefe do programa do caça F-18 E/F Super Hornet, o produto com o qual a companhia participa do projeto FX-2 e que ele veio defender. É uma grande máquina de guerra, de valor médio em torno de US$ 55,2 milhões.
O objetivo estratégico do FX-2 está atraindo, além dos dirigentes empresariais, chefes de Estado. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, visita o Brasil em dezembro. Vem para assinar os primeiros compromissos de cooperação no campo da defesa.
Tanta dedicação é por uma boa causa. Com o avião padrão pretendido, a FAB quer chegar a 2023/2025 com uma nova frota de 120 jatos supersônicos de última geração
Desculpa mas tenho que colocar a minha opiniao:
Sobre o dinheiro da camada pré sal, olha ainda esta em estudos o tamanho do campo petrolifero, e os custos serão altissimos para fazer a sua extração do funso do mar, e alguns investimentos da petrobras estão sendo redirecionados para começar a exploração a partir do ano que vem o 1º posso será aberto, e isto vai levar anos e etc… mas então este dinheiro vai demorar par se dar lucro ainda, existe politicas e leis e toda a burocracia deste pais para isto, então é bom não contar muito com isto.
Sobre um post mais acima, foi falado tudo, a marinha esta andando, as vezes não como nos queriamos mas esta andando, a modernização dos A4 deve ser anunciada até o fim do ano, os subs, e novas embarcações até dezembvro tambem, mas precisamos não somente criticar gente, pois de más noticias ja temos muitas, vamos ver com outros olhos com esta sendo conduzido tudo isto.
Um abraço a todos
caro Pablo. em se confirmandoa s informações do crédulo godoy tão crédulo quanto a senhora cantanhede, eu diria que temos uma razão para isto.
o conflito do caucaso.
isto porque washington não vai querer a proliferação da influência russa aqui no quintal, especialmente no seu filhinho bola da vez ( ou brutos na cabeça de alguns).
digo isto porque nos bastidores o Flanker foi o vencedor, e o que o Brasil teria então um Su-35 g4+. o qual seriam introduzidos aperfeiçoamentos de sistemas os quais seriam desenvolvidos ao longo da próxima década no tal memorando do Mangabeira o qual trata do caça de 5ª geração.
creio que este conflito pode fazer o clima mudar.
dependendo do desenrolar dos próximos mêses washington vai pegar peasdo e ai é hora das cabeças pensantes saberem o que fazer.
dependendo do que vai ocorrer nos próximos 3 mêses estaremos na mesma situação dos anos 40 em que getúlio foi precionado de ambos os lados.
só espero que não optemos por ganhar mais uma ciderurgica, acho que merecemos mais….
cumprimentos a todos
Acho que o armamento está adequado se o papel dos “NaPa 500 for o mesmo dos Grajaú, só que indo um pouco mais longe, por um pouco mais de tempo, e com melhores condições para a tripulação. Aliás, imagino que essa quantidade de 12 não somente complemente os “Gururu” mas os substitua mais tarde (afinal, esses NaPa de 250t que enfrentam tantos dias de mar não devem durar muito mais que 20 anos, ou estou errado?). Seria legal que umas 4 dessas unidades fossem “Fit and with” SSM, com o resto Fit but not with. Agora, se os futuros NaPaOc “mille” tiverem o mesmíssimo armamento desses “cinquecento”, aí creio que caberia uma boa discussão.
Acho que são navios que não vão acrescentar nada à nossa defesa, com apenas um canhão de 40 mm é melhor usar um bote inflável!!! Eles tem que possuir mísseis e defesa AA adequada, pois basta ler as notícias e ver o que aconteceu com um navio bem mais armado da Georgia. Esses navios são destruídos antes de completar 1 dia de mar. Tem outras classes de NaPa muito mais avançadas do que essa escolhida. Nossa Marinha tem que pensar grande.
É isso ai Nunão, para mim são exatamente isso que vc descreveu, ou seja um complemento e no final das contas substitutos dos Gururus. Vinte anos deve ser o limite mesmo, e devemos lembrar que os Gururus mais antigos já atingiram os 15 anos de servico.
Os Gururu´s são os navios que fazem em media maior numero de dias de mar e milhas navegadas na Marinha. Quem não gosta de embarque deve odiar embarcar neles, mas para quem gosta deve ser um barato.
Isso é verdade! É um navio só para gente grande mesmo, pq é dureza a vida nele.
Queria ver muitos aqui do Blog uns 3 dias à bordo. rsrsrsrsrs
http://www.alide.com.br/artigos/gurupi/index.htm
Pois é minha gente, corre na boca pequena que a “partilha” para o fornecimento de equipamentos para as FAs já está costurado.
Ao que parece a Russia vai fornecer os Helicópteros de ataque Mil-35 para a FAB e o EB. A França fornecerá tecnologia para os submarinos Scorpene e a tecnologia para a construção de fragatas FREMM para a Marinha e para a FAB e o EB, fornecerá helicopteros Cougar atravéz da Helibras.
E pasmem… Os EUA estão vindo de sola, pegando pesado mesmo!
Querem de qualquer maneira fornecer o Super Hornet para a FAB. Mesmo que para isso tenham que abrir ,nem que seja um pouquinho, as novas tecnologias para parceiros Brasileiros. Além disso, estão oferecendo uma pancada de contra-partidas econômicas e o fornecimento de uma substancial quantidade de equipamentos dentre eles, obúses tracionados de 155mm e autopropulsados M-109 para subtituir velhos obúses M-104 e complementar os atuais M-109 do EB. Ainda oferecem para a Marinha navios petroleiros de esquadra.
Caso tudo isto seja verdade, pricipalmete no que tange a os interesses dos EUA. Realmente o discurso de que o Brasil, Chile e Colombia são os países-chave e sumamente estratégicos para eles na América do Sul se confirma. Pincipalmete depois do surgimento de Hugo Chávez na Venezuela e da crescente influência Russa com a venda de seus armamentos para aquele governo e da proliferação da influência deste, nos outros governos populistas na América do Sul.
Aos editores do blog, só uma pequena correção, em prol da informação correta.
A Diretoria de Engenharia Naval é DEN, e não DEM.
DEM, na MB, é Detalhe Especial para o Mar…mas aí é outra estória.
Abs.
Obrigado Vagner, corrigimos.
Que surpresa! O FX-2 foi adiado de novo. O Brasil e o pais do “amanha”,mesmo.Sera que e tao dificil escolher um aviao de combate para a FAB? Quantos anos ja vao nesta palhacada? Acho que 10. Enquanto o fanfarrao do Chavez compra os avioes,misseis bvr e anti-navio,radares e helicopteros de tecnologia de ponta,no Brasil a novela continua. Nao que o Chavez seja uma ameaca imensa para o Brasil,mas acoes valem muito mais que palavras vazias.Porque tanta demora e complicacao? Sera que faremos uma ordem inicial gigantesca de 200 avioes?A este passo,la por 2050 compraremos uma duzia. E este negocio do P-3 Orion? Sera que nao poderiam ter comprado os jatos modernissimos e novinhos da Embraer? E para botar sal na ferida,agora vai comecar a novela da construcao de 4 temiveis navios patrulha(lanchas) muito sub-armados com um canhao de 40 mm. Agora sim,a Quarta Frota nao vai mais dormir de noite.Talvez,como disse o amigo acima,seria suficiente armamento para correr atraz de piratas do seculo passado. Mas em 2008? E brincadeira,mesmo. Por que nao outras 4 corvetas da classe Barroso,com misseis anti-navio e anti- aereo,e pelo menos um Super Linx em cada uma? Como e possivel que ate o Gabao e Croacia nos supere em navios patrulha? Outra vez o Brasil continua pensando minusculo,e fazendo menor ainda.
Como eu gostaria que o Ministro da Defesa e os almirantes da MB pudessem ler as notas do Blog Naval.
Abs a todos,
Diego
Afinal esses NaPas vão ficar baseados aonde galera , podem me informar ?
Acho que os primeiros a serem incorporados irão reforçar os Grajaú do 1ºDN e no 3ºDN (Rio e Natal) – distritos onde, imagino, mais se necessita de NaPa com um pouco mais de autonomia, seja pela extensão maior da área de patrulha, seja pela importância do tráfego marítimo etc. Conforme o número de unidades aumente, os Grajaú desses dois distritos poderiam ser transferidos para incrementar a dotação de outros DN, em Belém, Salvador e Rio Grande. Hoje (fora os rebocadores) temos distribuídos entre esses cinco DN, temos 12 Grajaú, 4 Bracuí e 2 Imperial Marinheiro, se não me engano – e essas últimas devem ser substituídas em breve por Rebocadores de Alto Mar. Se os possíveis 12 “cinquecento” forem entregues antes da baixa dos Grajaú e Bracuí mais velhos, a força de patrulha vai quase dobrar de tamanho em pouco tempo (sem contar os prováveis NaPaOc).
Nos Distritos Navais, como são os Gururus, os Rebocadores de Alto-Mar, os classe River. Essa parte da Marinha pode compor com a Esquadra, mas não deve ser confundida com ela, sua função é a patrulha naval, busca e salvamento e outras tarefas subsidiarias, mas tão importantes como a da Esquadra.
Apenas uma lembrança. A quanta sera que anda aquela licitação para compra de um “novo” Rebocador de Alto-Mar para substituit o Trindade. Pelo visto o povo esqueceu.
Bem lembrado, Zé. E não é só o Trindade – as Imperial Marinheiro, como postei acima, também precisam ser substituídas com quase tanta urgência e, segundo li uma vez, seria por Rebocadores de Alto Mar, dadas as características das Imperial Marinheiro. Ou seja, 3 Rebocadores com urgência, e num futuro talvez não muito distante, os Triunfo.
Sub-armadas? Talvez, mas que função e tipo de ameaça estes navios vão encarar na grande maioria de sua vida???
Deixa estes para patrulha e controle do tráfego marítmo e quando a coisa engrossar chama os irmãos maiores.
Precisamos uregentemente de patrulhas novas que demandem menos tempo de manutenção e revisão, em numero elevado. A questão é essa, com uma ZEE gigante como a nossa, deveriam ser pelo menos 50 além de uma classe de longo curso capaz de patrulhar o atlantico sul até Trindade, e ai sim, com um sistema AA ou AS para apoio às corvetas ou fragatas.
A licitação do Reb. de Alto Mar foi cancelada. Não apareceram competidores.
Agora a MB terá que achar um no mercado pelo preço que ela estipulou.
É do Balde, nós (eu e o Ostra) já tinhamos cantado a bola de que provavelmente nao iria aparecer ninguem mesmo. Navios com desse tipo PSV e AHTS estão em falta no mercado, quem quizer tem que mandar fazer e ainda aguardar na fila.
A vantagem é eque teoricamente da para pegar carona no programa de construcao dos navios que estao sendo feitos para as prestadoras de servico da PETROBRAS.
Muitos q
Muitos que comentam no blog parecem não perceberem que a MB exerce função policial na costa brasileira. Para tanto ela não pode só ter fragatas, corvetas e FACs. Ela necessita muito mais de navios de patrulha (e não de ataque, armados com mísseis ou pensados para uma guerra de alta intensidade) e algumas poucas escoltas com ênfase na ASW. Não seremos capazes de fazermos frente a USN nem a curto prazo e nem em um futuro imaginável, portanto, com os cenários e as variáveis previstas (e realistas) no nosso TO do Atlântico Sul o ideal para nós com a verba disponível é uma pequena mas eficiente marinha costeira com ênfase na defesa e uma grande marinha com ênfase nos seus deveres de polícia/salvamento.
Acho algumas coisas muito estranhas na MB, como o “Opalão” desdentado, duas bombas (de exercício) para os A4, falta de mísseis nos cabides dos navios, a ilusão do Sub nuclear (tomara que esteja errado), etc. Mas o fato da Marinha buscar ter navios de baixa tecnologia/armamento/custo para a função de Guarda Costeira é altamente louvável e ponderada dada a atual realidade geopolítica.
Correção: substitua “cabides dos navios” por “containers dos navios”.
Srs, desculpem minha ignorância mas… estas embarcações são pra patrulhamento apenas, certo ?? então não precisam ser fortemente armadas com defesa anti aérea, anti sub, etc, elas precisam estar preparadas para interceptar barcos de contrabando, tráfico de drogas e animais, pirataria, etc. para uma defesa mais ‘forte’, aí sim, embarcações mais robustas, melhor armadas e prontas para uma guerra, se um dia houver (e na minha opinão um dia haverá). acredito que o ideal seriam estas embarcações para patrulhamento geral, talvez as barroso para patrulhamento mais próximo dos limites de nossa ZEE, embarcações para aa e as e navios de porte para o caso de agressão. tudo isso com o apoio dos subs teríamos condições efetivas de negar o mar.
Agora, uma coisa que acho interessante é que uma boa parte desses 50 futuros NaPa (1/3 ?) fossem equipados com um canhão de melhor qualidade (Trinity , 57mm MkIII Bofors, ou 76 Super Rapid), um radar de busca combinada com capacidade MTI e arquitetura “aberta” (modular) de modo a, em caso de necessidade, poderem ser rapidamente reconfiguradas para a guerra de alta intensidade e providas de capacidade ASW, ASuW, contra medida de minas, minagem, etc.
Bosco, pelo que saiu até hoje sobre o armamento dos NaPa cinquecento, haverá uma evolução em relação aos Grajaú: ao invés do 40mm L70 comum, é o Mk3, o mesmo das Niterói ModFrag e da Barroso. Espero que isso se confirme. Quanto à arquiterura aberta para futuramente / em caso de necessidade receberem outros armamentos, concordo contigo que isso é bastante desejável. Esse tipo de flexibilidade, mesmo enquanto potencial, é fundamental para que um meio tenha uma vida útil realmente útil.
Senhore, matéria do Estadão de Hoje:
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, deve anunciar as novas etapas do plano de reequipamento da Força, cuja demanda é da ordem de 33 diferentes meios até 2025:
— 7 novos sumarinos convencionais,
— 30 patrulhas oceânicos,
— 4 corvetas,
— 5 a 10 navios fluviais,
— 6 anfíbios, para transporte de tropas.
A longo prazo o programa contempla o desenvolvimento de um navio aeródromo para suceder o atual, o porta aviões A-12 São Paulo.
Mais uma informação:
Os “Patrulhas” de (500 toneladas), o total pretendido é de 29 unidades.
A ‘primeira série’ terá 12 embarcações.
Sr. Konner, vc tem info sobre as caracteristicas das proximas series dos patrulha ???
a primeira serie e essa tosca que ai esta, e as demais, vc saberia informar ??
quanto aos sub’s, serao todos do modelo scorpene ou o arsenal vai modificar o projeto nos mesmos moldes do Tikuna ??
embarcacao fluvial, sera de transporte ou serao aquelas barcacas modificadas prara receber morteiros ??
Se a Barroso levou 14 anos, quanto levará o desenvolvimento do NAe? É melhor começarmos logo.
Infelizmene Sr.”pablo”, não tenho estas informações.
Hehehe…. eu as terei, perguntarei a Mãe Dinah…
Sds.
Acho estes patrulhas, mero desperdício de dinheiro, com seu canhão para atirar em galeões de piratas……
Quanto aos “anfíbios” que classe será que estão pensando ??
Não posso perguntar tudo para a Mãe Dinah….
Sds.
Nunão,
se for verdade que os novos NaPa serão armados com os 40mm Mk3 é uma excelente notícia.
Tendo já um armamento de tubo principal com uma efetiva capacidade anti-míssil a coisa fica bem mais fácil no caso de uma “reconfiguração”.
Um abraço.
Pois é, Bosco, espero que seja verdade – saiu em revistas / sites especializados, aparece no perfil do navio que está no site da Inace, faz todo sentido etc, mas sabe como é… Ano que vem, quando for entregue, a gente fica sabendo com certeza.
Além disso, vai que resolvem modernizar as Inhaúma e instalar os Mk3 nelas. Aí vai ter pelo menos oito reparos mais velhos sobrando…
Ai é só pegar os 8 reparos que sobrarem e colocar nos Gururu´s, assim seriam nove, contando com aquele modelo de torreta, usado hoje apenas pelo Gurupá
[...] bem armado, um navio não precisa ser grande. Os “Roussen” deslocam 500t, a mesma dos navios-patrulha que a Marinha do Brasil está construindo, mas diferentemente dos nossos, proporcionam um aumento real do Poder Naval daquele país. A classe [...]
[...] do Estaleiro INACE (Indústria Naval do Ceará S.A.) mostrando as duas primeiras unidades da nova classe de Navios-Patrulha em construção para a Marinha do Brasil. A foto faz parte de uma matéria especial publicada pelo jornal O POVO, [...]
Acho que nem a Marinha sabe para que utilizará tais navios……ninguém sabe, depois que fizerem o navio, depois q ele estiver pronto, ai deixa decidirem o que vão fazer, rsrsrsrs
Caros amigos, eu concordo com aqueles que acham que estas embarcações deveriam ser melhor armadas, afinal que poder elas acrescentam a Armada Brasileira? Pouco, se pelo menos fossem equipados com dois canhões de 40mm um na proa e outro na popa 2 12.7 de cada lado da embarcação sobre a super estrutura, já seria o minímo necessário, vocês não acham? Eu criei um tópico a respeito disso no http://www.basemilitar.com.br mas fui massacrado, parece que a maioria de nós acostumou-se a pensar pequeno. Quem for a favor de um Brasil mais forte, passe no meu tópico e deixe a sua menssagem. Um abraço a todos e até.
[...] NOTA DO BLOG: Clique nos nomes das classes para conhecer navios-patrulha lança-mísseis (FPB – Fast Patrol Boats/FAC – Fast Attack Crafts) de outras marinhas, abordados pelo BlogNAVAL: Type 143 Gepard (Alemanha), Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia). Comparar com os novos navios-patrulha da MB. [...]
[...] Naval do Ceará S.A), em Fortaleza, deverão ser entregues neste ano. Outros quatro da classe estão em licitação e haveria planos da Marinha do Brasil para encomendar outras oito unidades ainda este [...]
MEDIDAS URGENTES.
Permitam-me apresentar-me sou Contador Público, Administrador de Empresas, Professor Universitário, Graduado em Gestão em Pública, Controladoria, e Gestão de Inteligência Competitiva.
Não restam dúvidas que as condições econômicas, políticas e militares gerais na América do Sul e no mundo estão mudando com muita rapidez. A eleição recente do novo presidente norte americano trará ao Brasil um novo papel, principalmente no campo militar, e com isso, se avizinha uma futura Aliança Militar Brasil / EEUU. Ao contrário que se pensa, esta ajuda militar não será importante, desde que seja analisado com muita dignidade e se preserve nosso próprio crescimento militar. Todos nossos modelos bélicos, por nós produzidos de indiscutível e comprovada qualidade das extintas ENGESA, BERNARDINI, MOTOPEÇAS, como o Osório, Tamoio, Jararaca, Charrua, Ogum, Sucuri rejeitados pelo Governo Brasileiro por inconseqüência política e falta de visão gerencial, estão relegados à permanência nos MUSEUS como prova de nosso passado de iniciativa industrial capaz. Não adianta nada ao País e ao Povo Brasileiro a descoberta de imensas riquezas se não estamos aptos a defende-las com vigor e rigor. Os que desestabilizam a unidade da América Latina e atiram uns países contra os outros estão muito ativos agindo em funesto silêncio.
Ajudas militares podem vir, mas nós temos de conservar nossa independência industrial, basta lembrar-nos o que o ex- Presidente Ernesto Geisel fez de maneira sábia e corajosa ao denunciar o primitivo acordo militar Brasil/EEUU, iniciando a produção nacional de vários e qualificados modelos nacionais.
Mas o que temos de fazer agora com toda urgência é reativar nossas fábricas militares falidas ( ENGESA, BERNARDINI e MOTOPEÇAS ) pelo descaso político irresponsável de nossos governantes da época. Recursos orçamentários / financeiros existem , portanto, temos de criar imediatamente linhas de crédito do BNDES, CAIXA ECONÔMICA, PETROBRÁS, TESOURO NACIONAL, da FUTURA EMPRESA do PRÉ-SAL, e se necessário for, instituir impostos específicos para financiar nossas indústrias. Paralelo a estas medidas estratégicas, deve o Governo revisar seus programas e projetos gerenciais, com certeza vai começar a sobrar muito dinheiro. Somente manter àqueles que se referem às funções orçamentárias técnicas da LEI ÂNUA, assim, saúde, educação, industria, comercio, agricultura, etc…. (funções constantes do Orçamento Anual ). O BRASIL não precisa de um Grande Poder Legislativo constituído de várias cadeiras parlamentares. No total dos três níveis de governo este deveria ser reduzido para apenas 1/8 de seu efetivo, — seria o suficiente !!!! O PODER EXECUTIVO só precisa de no máximo 9 ministérios ( Educação/Cultura, Saúde/ Prevenção Sanitária, Defesa, Industria/Comercio/Turismo, Justiça, Relações e Negócios Exteriores, e, Integração Nacional, mais algumas secretárias a eles ligados, com pessoal especializado, jovem, competente e não políticos velhos. Tudo este planejamento estratégico significa redução de custos financeiros. Este montante de economia de custos orçamentários/financeiros seria transferido para implementação das indústrias militares, totalmente para o EB, FAB e MG (FNs). Não vamos esquecer da MG e da FAB, pois, temos de estimular nossos Estaleiros Militares ( navios patrulhas com armamento moderno e poderoso, através da AVIBRÁS ) e da EMBRAER. A MG não são apenas navios, são também FNs. A produção dos navios patrulhas deve ter um ritmo maior, muito acelerado com uma média de encomenda de 50 navios patrulhas. Que os estabeiros trabalhem com mais de 1 turno. O Pré – Sal está mesmo agitando a cobiça dos piratas internacionais. E os aviões e helicópteros de tranporte e de ataque são de extrema importancia estratégica.
A AVIBRÁS tem o modelo 4×4 leve GUARÁ – PREDADOR, embora não seja um anfíbio blindado, é de excelente qualidade, Apresenta várias versões artilhados, inclusive com foguetes anticarro e antiaréreo, pode transporta até 16 fuzileiros, tem proteção moderna que segura disparos de armas portáteis. È hora da aquisição por parte do EB, da FAB e dos FNs ( apesar de não anfíbio ). Não há dúvidas que a AVIBRÁS poderá fabricar 6×6 ou 8×8 ou ainda 10×10, se necessário, torna-lo anfíbio e aumentar sua blindagem. A IMBEL está trabalhando num novo e moderno modelo de fuzil FAL, que poucos sabem é originário do primitivo fuzil alemão da 2ª guerra, usado pelas SSs. Luiz
O Plano Estratégico de Defesa Nacional.
É realmente um excelente plano de revitalização das nossas FAs, que muitos anos ficaram entregues ao descaso e ao abandono governamental.
Pessoalmente, tenho receios que este planejamento não seja aplicado integralmente como se faz necessário à soberania e a segurança de nossa Nação. A maior culpa cabe à nossa sociedade, que de mente fraca, é totalmente avessa aos aspectos de nossa segurança nacional, na verdade só se mobilizando, de forma espontânea , para os assuntos de futebol, samba e cerveja. Sem dúvidas, este povo é um carma espiritual pesado para o Brasil. Aproveitando ainda desta fragilidade, o governo e os políticos brasileiros fazem programas demagógicos políticos eleitorais. Além da ação perniciosa e criminosa das ONGs estrangeiras e “nacionais” que, ardilosamente, confundem a opinião política do povo brasileiro, atirando-o contra nossas FAs. Temos de preservar nossas Instituições Sagradas (como nossas Faz). Pois, quanto mais fracos e impotentes formos, melhor será para a cobiça internacional da nossa Amazônia, de nossas riquezas e reservas naturais (água em abundância ).
Para a garantia deste Plano, é necessário que os governos, através do Ministério de Planejamento/Ministério da Fazenda tomem certas medidas de acautelamento orçamentário/financeiro de forma que nunca faltem recursos ou que sejam desviados deste Plano Militar. Exemplos:1)- seja editada uma Emenda Constitucional que faça constar de nossos preceitos legais – reservas de obrigação para a modernização urgente de nossas FAs, 2)-Faça-se constar na LDO, nos PPA, e nas sucessivas LOAs recursos suficientes para esta realização.
“Que nunca faltem recursos orçamentários/financeiros para esta função (modernização das FAs), como deve ser, totalmente, vetado o cancelamento pelos governos destas dotações”.Por um período de 20 anos não poderá haver motivos alegados para programas de despesas públicas mais importantes ou prioritárias que o nosso fortalecimento militar. Medidas de escolha seletiva para a execução de despesas públicas devem ficar limitadas as funções das despesas do orçamento e nada mais do que isso. Ou os governos demonstrarem coragem e força para realizarem totalmente este plano militar ou nosso futuro de nação soberana será muito constrangedor.
Proponho a redução imediata do tamanho do Poder Legislativo e do Poder Executivo. Sejam extintos os cabides de empregos – admissão de pessoal só por concursos, quando necessários. Os governos devem eliminar totalmente as despesas de fundo demagógico-político, garantir linhas de crédito, investimento e financiamento do BNDES, Caixa Econômica, Petrobrás e Pré-Sal, além de Transferências do Tesouro Nacional. Toda economia de custos orçamentários devem ser direcionadas, prioritariamente aos programas de rearmamento das FAs. Se ainda for necessário vamos instituir um tributo com este finalidade, rearmamento nacional, antes que seja tarde.
Recursos suficientes, não apenas para a compra de produtos bélicos nacionais, mas, também, para incentivar a reinstalação de indústrias militares de material bélico, e pesquisas técnicas para seu aprimoramento, aumento de qualidade, e, atendimento ao cenário geográfico brasileiro. Seria muito interessante para as FAs que o governo aproveitassem os produtos bélicos de empresas já existentes com a AVIBRÁS e a IMBEL Seria uma prova incontestável da determinação do governo e não um episódio de “ Engana João”. Luiz
[...] “Roussen” deslocam 500t, o mesmo dos navios-patrulha que a Marinha do Brasil está construindo, mas diferentemente dos nossos, proporcionam um aumento real do Poder Naval daquele [...]