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Bofors 57mm Mk.2

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Este canhão da Bofors é uma versão que utiliza um novo sistema servo. A Bofors projetou o canhão em 1981 e ele entrou em serviço nas corvetas da classe “Stockholm” em 1985. A arma é de duplo emprego, bastante precisa e ágil, até para engajar mísseis antinavio “sea-skimmer” (roça-ondas). Já foram fabricados mais de 50 reparos Mk.2.
A cadência de tiro é de 220 tiros/min, o alcance efetivo é de 8,5km e o alcance máximo é de 17km.
Seria uma arma adequada para equipar alguns dos futuros navios-patrulha da MB.
PS.: Sir Marcelo “Ostra”, poderia nos dizer que alvo é aquele lá na proa? 😉

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20 COMMENTS

  1. Esse canhão é tudo de bão, quer dizer, tudo de ruim pra quem está na mira dele.

    Apesar de achar que seria bom ver os NaPa “cinquecento” com essas armas, os de 40mm com a mesma tecnologia (os avanços da versão Mk3 dos 40mm foram incorporados depois à versão Mk3 dos de 57mm) não vão fazer feio neles não.

    Agora, os futuros NaPaOc mereceriam esses 57mm sim. Até prefiro eles aos 76mm.

  2. A foto não é de um Mk3 não? Ou é de um Mk2 modernizado para Mk3? O radar doppler que mede a velocidade inicial dos projéteis está visível acima do tubo.

  3. Só faltou dizer que esse canhão foi seriamente cogitado para ser usado na classe Inhauma mas foi preterido em favor do Mk8.

  4. Galante,
    esse é o BAE mk 110 57 mm do LCS? é uma senhora maquina. deveria ser o padrão em nossas canhoneiras. elas teriam capacidade secundária de defesa de ponto em apoio às fragatas.

  5. Este e o 76 Super Rapid são os melhores canhões médios que existem, principalmente se levarmos em consideração as necessidades da MB que é de complementar uma melhor defesa de ponto com capacidade anti-míssil dada pelo canhão anti-míssil dedicado, no caso o Trinity.
    Já que os sistemas de mísseis sup-ar são caros e pouco versáteis uma boa solução de compromisso para o nosso TO é usar um canhão médio com boa capacidade anti-míssil em detrimento do Mk8.

  6. Um 57 Mk3 em conjunto com o (bem lembrado pelo Nunão) Milenium de 35 mm faria a diferença em nossas corvetas e aí poderíamos aguardar com mais tranquilidade os tais Baraks, Umkhontos, RAMs e coisa que o valha.
    Seria uma combinação bem mais equilibrada e multifuncional que a dupla Mk8/Trinity.

  7. Bosco, ainda prefiro o conjunto Bofors 57mm e 40mm, mas que o Millenium parece ser uma arma de respeito, parece.

    Na dúvida, faz-se como os dinamarqueses: 127mm, 76mm e 35mm num navio só, no samba do dinamarquês doido.

  8. A Venezuela vai adotar o Millenium em seus oito patrulheiros oceâncios de 1.500 e 2500 toneladas, que estão sendo construídos na Espanha, complementando os canhões de 76 Otobreda.

  9. Para corvetas e FACs canhões com calibres menores que 100 mm são mais indicados no meu modo de ver.
    Além do mais corvetas são em geral especializados em ASW e FACs em ASuw, sendo pouco provável que façam tiro de apoio de fogo.
    Para navios de maior porte como fragatas os calibres maiores podem ser indicados porque possuem condição de terem sistemas eficientes de defesa de ponto independentes do armamento de tubo principal, não tendo grandes problemas com dimensão/deslocamento.
    Sem dúvida o Mk8 foi instalado na Barriso não por ser a melhor opção, mas por ser a opção disponível (devido ao processo de canibalização) e barata.

  10. No youtube tem um vídeo muito bom desse canhão. Eu o acho muito superior aos nossos Trinity. acho que os nossos novos patrulheiros-oceânicos deveriam vir equipados com um 76mm Super Rapid Fire no lugar do armamento prometido. No Youtube digitem Artillery e verão o que é um canhão naval de verdade. Vejam a cadência de fogo do equipamento italiano, parece que não acaba nunca .
    Parece o rambo atirando.

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