Destróier sul-coreano KDX-II

Destróier sul-coreano KDX-II

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A classe “Chungmugong Yi Sunshin” de destróieres da Coréia do Sul são navios de múltiplo emprego. O navio líder da classe, o ROKS Chungmugong Yi Sunshin, foi lançado em maio de 2002 e comissionado em dezembro de 2003. Esses navios pertencem ao programa KDX-II de construção naval da Marinha da Coréia do Sul, para tornar-se uma “marinha de águas azuis”.

kdx-ii-vls.jpgApesar do estilo americanizado, o design do casco foi licenciado da empresa alemã IABG.

Os KDX-II são navios bem armados: têm um lançador MK.41 VLS na proa de 32 células, para mísseis Standard SM-2 Block III de defesa antiaérea de área, um lançador RAM de defesa de ponto e antimíssil, um CIWS Goalkeeper de 30mm, um canhão de 127mm Mk.45 Mod.4, oito mísseis Harpoon antinavio e dois lançadores triplos de torpedos anti-submarino de 324mm.

A suíte eletrônica compreender o radar 2D Raytheon AN/SPS-49(V)5 de longo alcance, um radar 3D Thales Nederland MW08 de direção de tiro, dois radares STIR240 de direção de tiro com iluminadores CWI OT-134A, um sistema de guerra eletrônica SLQ-200(V)K SONATA, um sistema de comando e controle tático KDCOM-II, derivado do SSCS das fragatas “Type 23”. Um sistema WDS Mk.14, que também equipa os navios, foi desenvolvido originalmente pela BAE Systems. Sua função é avaliar ameaças, priorizá-las e engajá-las com o SM-2.

O quarto navio da classe, o ROKS Wang Geon, teve seu lançador Mk.41 deslocado para bombordo e foi instalado também um VLS para o VL-ASROC (foguete anti-submarino) coreano. Os KDX-II têm espaço suficiente na proa para um VLS Mk.41 com 64 células. Os navios deslocam 5.520t carregados, têm comprimento de 150m e boca de 17m. A propulsão é CODOG, proporcionando 30 nós de velocidade máxima. A tripulação é de 200 pessoas.

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Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

66 COMMENTS

  1. meu voto e pelas fragatas holandesas da classe de zeven provincien tem a vantagem de ter um desenho mais furtivo.

  2. essa é uma ótima classe.
    pena que não é tro nosso bico.Ouvi rumores que eles custaram mais de 1 bilhão de dólares cada para a corea do sul.

  3. Me parecem navios de primeiríssima linha. Adequados às já infinitas e crescentes responsabilidades da nossa MB. Tenho também absoluta certeza que jamais seriam adquiridas com tais armamentos. Quem constrói uma Barroso em 14 anos e acha bacana, pode apenas sonhar com tais navios. Míssil Standard para o Brasil? Só se nossos carpinteiros fizerem um mock-up. Goalkeeper a bordo? Esse deixa para os serralheiros do Arsenal.

  4. ANDES, talvez esse custo acima de 1 bilhão de dólares (e provavelmente bem acima) que vc citou seja o dos KDX-III, com AEGIS. Já li que os KDX-II, como descritos no artigo acima, custam menos, mas não lembro mais onde.

    Esses KDX-II são o meu primeiro lugar no quesito custo-benefício, e no (meu) quesito estético, com a simplicidade das linhas, sem frescuras, ficam acima das F100 e muuuuito acima das “stealth” FREMM. E os estaleiros sul-coreanos são bem cotados no trinômio qualidade-custo-rapidez de construção.

  5. SENSACIONAL, essa terceira foto da notícia está FANTÁSTICA! Achei o design desses navios muito tradicional, um pouco ultrapassado. A chaminé muito larga talvez se deva à propulsão por turbinas à gás, que normalmente têm exaustores largos e muito “quentes”, com forte assinatura IR, além do desenho pouco furtivo!

  6. Concordo com o Raimundo…esteticamente a holandesa é mais moderna. Tecnicamente, acredito que se equivalem tanto em potencial de combate quanto em custos U$$$$$

  7. Zeven na cabeça, até porque pra mim este KDX embora incontestavelmente poderozo e moderno tem cara de ARleigh Burke de olho puchado.
    isso quer dizer, nem parafuso podemos comprar sem que o senador do alaska aprove tal tecnologia star wars aos subnutridos da sub raça tupiniquin…

  8. Me desculpa Nunão mas gostei mais desta.
    O radar 3D rotativo pode servir como diretora de tiro apenas para os mísseis RAM e para o canhão contra alvos na superfície.
    (O CIWS tem seu próprio radar de direção de tiro e os mísseis Standard também)
    Contra alvos aéreos próximos a direção provida pelo 3D seria deficiente devido à rotação.

  9. Bosco, também gosto mais dessa quanto à relação custo-benefício. A direção de tiro dos Standard (e dos ESSM, que eu já li em algum lugar que elas levam, mas posso estar errado) fica a cargo dos STIR, ou seja, dois mísseis por vez.

    Mas precisa ver se essa combinação do 3D com as novas versões do Standard permitiria guiamento no meio da trajetória prescindindo dos STIR (suposição minha, de novo, precisa conferir, posso estar colocando aqui uma grande besteira), ficando os Stir para a fase terminal, o que permitiria engajar mais de dois alvos, embora não na quantidade dos navios equipados com AEGIS, EMPAR, APAR etc.

  10. Faltou só completar: a configuração geral lembra bastante as Type 123 (Brandenburg) alemãs, que têm Sea Sparrow de lançamento vertical e uma suíte de radares similar, porém de geração anterior, que combina 2D de busca aérea, 3D de busca aérea e de superfície e 2 radares de direção de tiro.

  11. Bela foto esta última. Na verdade o blog naval sempre coloca excelentes fotos e de ótima resolução. Da vontade de mudar o papel de parede todos os dias. Parabéns.

  12. Por que comprar se podemos projetar e construir?
    Não temos cérebros competentes? Será que ainda não foi provada a capacidade de nosso povo?
    Vamos dar uma chance à nossa gente, quem sabe um filho nosso amanhã não poderá estar em uma dessas empresas?
    É preciso investir na fabricação própria e parar de gerar emprego fora do país em detrimento da indústria nacional, veja os muitos exemplos(engesa, avibrás e tantos outros).
    Nosso orgulho não é maior quando o navio, avião ou blindado foi projetado e fabricado aqui?

  13. ANALISANDO A ÚLTIMA FOTO PERCEBE-SE QUE NÃO SÃO 3 NAVIOS DISPARANDO OS STANDARD EM SEQUENCIA E SIM O MESMO NAVIO E A EVOLUÇÃO ASCENDENTE DO STANDARD.

  14. “Um RAM de defesa de ponto”
    É isso mesmo. O RAM apesar da vaga semelhança com o Umkhonto tem curto alcance por não ter atualização por data-link (7 a 9 km). Embora tenha capacidade LOAL (travamento depois do disparo) o ideal é que seja lançado à “queima roupa” porque se o alvo estiver veloz e manobrando (e não emitindo radar) o seeker não o adquiri.
    A versão block II (ou III) terá um alcance de 15 km (terá a seção do propulsor com diâmetro aumentado) e provavelmente terá Data Link.

  15. Nunão, jura que você achou essa mais bonita que as Zeven? Ela é toda quadrada, mas até do que os AB. Relamente o custo deve ser melhor, mas eu ficaria com a holandesa. Você pagar caro e ainda não ter um desenho moderno e furtivo me parece desperdício.

  16. A tecnologia stealth só foi possível com o avanço na tecnologia computacional. A capacidadde de simulação dos supercomputadores foi excencial para o amadurecimento da tecnologia no que se refere ao designer externo da belonave.
    Necessariamente não quer dizer que um casco com aparência mais furtiva o seja na realidade. E muitas vezes quando é furtivo para um radar aerotransportado não o é tanto para um radar na superfície, devido aos vários ângulos e inclinações que refletem mais ou menos para cima, lados ou para baixo. As parte difíceis de serem configuradas devem ser de material menos refletivo ou recobertas com RAM (material e não o míssil)
    Esta classe “parece” ser menos furtiva que as Zeven não pelas linhas externas e sim pelos mastros e pelas várias antenas de radar que são excelentes superfícies refletoras.

  17. Prezado Mauro, não sou pessimista, mas realista. Estou ansioso por saber que destino o governo quer dar à nossa MB. Uma MB de verdade, com capacidade oceânica e de projeção de força? Uma MB Guarda Costeira, com meios e armamento para assustar apenas pesqueiros ilegais? Uma MB de parada, com o A-12 transformado em Porta-pseudo-autoridades? Somos todos contribuintes e portanto diretamente interessados na segurança aquaviária, na salvaguarda dos recursos provenientes do mar territorial e plataforma continental. O que vejo é que todos estão falando em barcos ultra-sofisticados para uma MB que pena para abastecer e municiar seus parcos meios. Solução Mandrake, não acredito! Lembro do projeto ds Niterói, nos anos 70. Foi uma novela para termos as seis no setor operativo. Depois as corvetas, uma parto. O SSN brasileiro, um longa metragem sem fim… Essas três escoltas de 6.000t vão estar disponíveis quando? Com que armamento?
    Enquanto isso, o A-12? Os NDD? Os NT? A mudança de mentalidade, se ocorrer daqui a pouco, gerará resultados daqui a vinte anos. O povo gosta é de sonhar com mísseis Standard SM-2, Asroc de lançamento vertical… acabei de ler na Folha de São Paulo de hoje, que os EUA só podem oferecer ao Brasil o caça F-16 BR (uma versão customizada para o Brasil, ou seja, bem piorada em relação aos poloneses por exemplo que são NATO), porquê o Brasil não se inclui entre os aliados próximos, passíveis de receberem oferta de venda do F-35. O que esperar desse fornecedor “amigão” em termos de meios navais? Vamos a outras fontes? Franceses? Russos? Sim, porque holandeses e coreanos são aliados próximos e estão amarrados pelo Tio Sam! Vamos debater.

  18. Foram construídos 6 navios desta classe, sendo que a partir do quarto navio foram incorporadas técnicas “Stealth” (provavelmente coberto com material de absorção de sinais de radar).
    Como coreano devo dizer que estou muito orgulhoso deste navio e torço para que seja adquirido pelo Brasil (se atender às necessidades da Marinha Brasileira).
    Mais fotos do navio no seguinte link:

    http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=128883&page=5

  19. Galante,

    Estou impressionado! No mesmo dia em que sugeri o post, você já colocou aqui no Blog Naval. Essa é uma das razões que fazem com que eu goste tanto de participar das discussões aqui. As outras são: a credibilidade, a imparcialidade, a oportunidade de todos se expressarem….
    Obrigado!

  20. Prezado Douglas,

    Respondendo ao seu questionamento:

    “LM a F 100 que tem Aegis viria com o que no lugar? Radares europeus? A superestrutura então seria toda mudada não.?”

    Quando a MB resolveu buscar um projeto internacional, e que já houvesse sido escolhido por outra marinha, foi para diminuir os custos e o tempo de construção dos mesmos, pois a intenção é de se construirem 3 escoltas até 2015, e mais 5 até 2025, totalizando 8 unidades.
    Falando de uma forma bem simples, o que a MB pretende é adquirir o projeto do casco e a adequação do AMRJ aos novos métodos de construção naval.
    Com relação aos equipamentos/sensores e armas aida não foram definidos.
    Sobre o sistema AEGIS, mísseis ESSM, Standard SM-2, ou Harpoon. Diferente do que pensa a maioria, os estadunidenses não se negam a vendê-los à MB. Contudo, fazem algumas restrições, principalmente com relação as quantidades a serem obtidas (para que não se crie um “desequilíbrio entre as forças sulamericanas”), e também, não transferem tecnologia. Tanto isso é verdade que, recentemente, a MB optou por modernizar sua força de submarinos com sistemas Integrated Combat Systems (ICS), da estadunidense Lockheed Martin Maritime Systems and Sensors; torpedos Mk 48 mod 6 e helicópteros Seahawk.
    O que mais pesa aí, é o valor desses equipamentos.

  21. Pois é, mas modernização de submarino e venda de torpedo ou helicóptero Seahawk é bem diferente de Sistemas AEGIS, mísseis Staandard e outras tecnologias avançadas.

  22. Jonas Rafael, eu juro é que as Zeven são mais bonitas! Não escrevi que as coreanas eram mais bonitas não, escrevi que provavelmente a relação custo-benefício delas seria melhor. Daí virem em segundo lugar, na minha lista.

    As Zevem tiveram um impacto pra mim igual ao que o Direto do Balde escreveu lá no post sobre elas: amor à primeira vista. E olha que a primeira vista foi da foto de uma delas ainda em construção!

    Só um porém em relação às Zeven: pra fazer um modelo em papel como os que eu fiz pra Barroso e para as Mk10, as coreanas seriam muito mais fáceis…

  23. LM, gostei muito do seu comentário, eu ia perguntar isso mesmo outro dia mas acabei esquecendo.

    Diz aí, na frente de qual delas (enquanto “cascos”, já que o recheio poderá variar muito) você gostaria de tirar uma foto pra mostrar pro povo: “eu sirvo nessa beleza aqui.”?

    E em qual delas você gostaria mais de estar dentro se as coisas esquentassem?

    (É tipo aquela curiosidade da IIGM: os pilotos gostavam de mandar foto pra namorada na frente dos P-51. Mas na hora de enfrentar a antiaérea, preferiam o P-47)

  24. Interessante. Cheguei a conclusão que gosto em relação à “estética” naval é igual a cotovelo. Cada um tem um.
    Apesar da aparência mais moderna e “furtiva” das Zeven eu achei esta de olhim puxado mais bonita.
    Talvez seja também um pouco de preconceito contra a marinha tupiniquim, mas acho este negócio de radar “phased array” meio muito pra nóis e por isto esteja pendendo mais pro arroiz com fejão.

  25. Prezado McNamara,

    Eles não se negam a “vender” esses sistemas ao Brasil. O que eles se negam é a transferir tecnologia e impõem também uma série de restrições, a maioria delas eu não posso escrever nesse post, pois são informações consideradas como “classificadas”.
    Ai algum colega vai dizer que os EUA se recusaram a vender o F-35 para o Brasil. O pessoal da FAB pode falar melhor do que eu, mas pelo que eu sei, eles não se recusaram a “vender” o F-35, isso eles fariam. O que aconteceu foi que para participar do programa FX-2 é necessário a transferência de tecnologia. Sabendo que isso é impossivel, a Lockheed Martin ofereceu o F-16.
    Se o senhor reparou bem nas entrevistas do Ministro Jobim, ele mandou vários recados aos estadunidenses, quando falava que não estavamos lá para fazer compras, que queriamos era um parceiro para transferir tecnologia e ajudar a desenvolver nossa indústria.
    Tenha certeza de que eles nos ofereceram vários sistemas, vários tipos de armamento, só que… nas condições deles.

  26. Prezado Nunão (rsrsrs)

    Para mandar uma foto para minha esposa e para os meus dois filhos, e também para estar quando as coisas esquentarem seria ou na Zeven ou nas F100, mas claro que isso dependerá do “recheio” delas (rsrsrs).

  27. Nunão,

    Nunca estive a bordo de uma Zeven, mas por duas vezes tive a oportunidade de estar em uma F100. São lindas, e impressionam pela sofisticação.

  28. Sr. Fernando-canoas,
    realmente, ampliando a imagem, parece ser o mesmo navio em imagens sequenciais na terceira foto.

    A F-100 é a classe de navios AEGIS da Marinha Espanhola ?

    Sr. LM,
    então seriam 8 escoltas de 6000 toneladas, 1(+3) Barrosos, 5 Scorpene (refiro-me aum dado de uma entrevista recente do Ministro da Defesa), 1 SSN para a Marinha do Brasil nos próximos anos, e o que mais está nos planos da MB ?

  29. “O radar 3D rotativo pode servir como diretora de tiro apenas para os mísseis…”

    Mas o radar de busca aérea é o AN/SPS-49V5 e este radar não é tridimensional.

  30. Bosco.
    Vc menciona que para que se possa realizar a tecnologia stealth, a mesma só será possivel com o avanço na tecnologia computacional. A capacidadde de simulação dos supercomputadores foi excencial para o amadurecimento da tecnologia no que se refere ao designer externo da belonave.

    Vc, ou algum colega mais experiente, poderia me esclarecer se temos tais computadores a serviço de nossas FA´s para desenvolvermos tais caracterisitcas em nossos meios?

    Abraços.

  31. Nunão voce escolheu a sua 1ª e 2ª opção.

    As minhas são:

    1ª Oscar Austin
    2ª Oscar Austin
    3ª Oscar Austin

    Ou seja Flight IIA neles.

    Agora deixa eu abrir o meu Guarda-Chuva, que vem pedrada por ai……

  32. Texto extraido do post: “um radar 3D Thales Nederland MW08 de direção de tiro”.
    Eu me referi ao radar 3D Thales Nederland MW08. O que quis dizer é que por ser rotativo o mesmo não é eficaz contra alvos aéreos rápidos em distâncias curtas como por exemplo se o navio em questão, hipoteticamente tivesse um Trinity 40mm, ou um Bofors 57mm mk3 ou um 76 Super Rapid que não possuem diretoras de tiro integradas à arma e necessitariam de um radar de direção de tiro travado no alvo e não que fique girando. O tempo de rotação da antena (em geral 12 rotações por minuto) é insuficiente para uma atualização da posição de alvos rápidos, principalmente se estiverem em curtas distâncias se aproximando.
    Mas com certeza os RAM e o canhão de 127mm podem se servir deste radar.

  33. RL,
    provavelmente temos supercomputadores com alta capacidade de processamento (USP/UNICAMP, ITA, CEF, Petrobrás, etc.) capaz de simular o efeito da forma de um objeto em relação à sua reflectância. Talvez não tenhamos é o software e modelos matemáticos avançados e precisaríamos desenvolvê-los ou comprá-los (se alguém vender).
    Mas é aí que a porca torce o rabo.

  34. Zé, melhor abrir o guarda-chuva e pôr seus CIWS em prontidão também…
    Atenção tripulação! Quartel general! Postos de batalha! rsrsrs

    LM, já ouvi falarem muito bem das F100, inclusive um sujeito que mora lá no fundo de um balde comentou que os espanhóis não têm frescuras de integrar armas e sensores a gosto do freguês – já que não os produzem, não empurram.

  35. Agora, para que o debate possa continuar animado, so faltam posts sobre as F-100s e suas derivadas dinarmarquesas e as FREEM. De repente e para variar, quem sabe incluimos as 123 alemas e as irmas sauditas das Lafayete como projeto base para as novas escoltas brasileiras.

  36. As Bjorg Bjorg são Norueguélicas, não dinamarquélicas como se diz no Dicionário Ostrélico.

    Putz! o pessoal na Noruega não esta gostando muito desse navios não.

  37. Os koreanos anunciaram grandes investimentos em estaleiros no Brasil, se esse Destroyer fosse escolhido como as novas escoltas, haveria possibilidade de construção aqui no país? Pelo preço é candidato remoto.

  38. João, que eu saiba a idéia é construir aqui sim. Não todos, porque demoraria demais (afinal, o AMRJ tem duas carreiras e os estaleiros privados não devem ter condição de atender), mas boa parte. E com essa construção local, como já coloquei o o LM também, incorporar novas máquinas, técnicas, processos etc ao AMRJ.

    Ao menos é essa a idéia, se vai rolar…

  39. José da Silva, obrigado pela oportuna correção. Mas, abusando de sua boa vontade, comente por favor a possibilidade de projetarmos a futura escolta da MB a partir da plataforma da 123 ou da Lafayette saudita.

  40. Caro Nunão,
    Você está certo, o valor do KDX-II está em torno de US$ 600 milhões e o KDX-III em torno de US$ 1 bilhão.
    Você tem uma idéia do valor dos demais navios?

  41. Excel, até um tempo atrás eu sabia, mas não acho mais o CD de back-up com essas informações. Sem recorrer a nenhuma pesquisa, assim, de bate-pronto, posso imaginar ao menos uma ordem de custos com os sensores e armamentos que se vê nas matérias. Da mais “barata” à mais cara (nas versões “top de linha” das que têm versões nas matérias), eu imagino que seriam (mais barata em cima, mais caras embaixo):

    Coreanas
    Holandesas
    Espanholas
    Francesas

    Se for só o custo “peladas” acho que seria:

    Coreanas
    Espanholas
    Holandesas
    Francesas

  42. Concordo com o amigo mcnara , a rapaziada aqui fica sonhando alto , amigos nunca vamos ter esses equipamentos e se tivermos só nossos tataranetos vão ver

  43. Marujo,

    Pelo que o LM já falou aqui a ideia é (em teoria) quem sabe adquirir um projeto desses mais modernos e construirmos aqui, nao projetar o navios aqui.

    Infelizmente acho que nao vai sair nada dessa cartola.

    Agora navio por navio da lista “parcial” que colocamos aqui no Blog gosto muito da KDX-III.

    Esses navios mais novos usam processos de construcao muito diferentes dos usados nas nossas Corvetas e nós temos que nos atualizar, como aconteceu na decada de 70 com as Mark-10.

    Em termos de Escoltas, e para mim escolta é tudo a mesma coisa, todas são de EG sem essa conversa de FRIDA, FLODA, GERDA, GERTRUDES; gostaria de no caso de sucesso da AvalOp da Barros, que o Brasil construi, rapido mais tres unidades para o lugar das Inhaumas e logo na sequencia a nova classe de Escolta de maior porte.

    Só para lembrar: Inhaumas projetadas para vida operacional de 25 anos……idade da primeira unidade 19 de incorporação, ou seja esta virando uma mulher adulta.

    Um abraço a todos.

  44. Caro JSilva,
    Você está se referindo ao KDX-III equipado com o sistema AEGIS ou ao KDX-II mencionado neste artigo?
    Quanto à possibilidade de construir os navios coreanos no Brasil, não acho que isso seja muito difícil pois a Coréia precisa muito exportar seus produtos bélicos para continuar a custear o desenvolvimento de novas armas, e se não puder exportar os produtos prontos não se opõe a vender a tecnologia, como no caso dos novos tanques de guerra K2 (Black Panter) cuja tecnologia será usada para construir o novo tanque de guerra da Turquia. Para tal foi assinado um contrato de US$ 400 milhões para custear a transferência de tecnologia e a construção de 3 protótipos do novo tanque.
    Tenho certeza que o adido militar da Embaixada da Coréia em Brasília teria muito prazer em receber um telefonema na Marinha Brasileira.

  45. Creio que em qualquer caso a escolha feita pela MB será realmente a FREMM, visto que holandesas e coreanas usam armamento norte-americano. Exeto se os EUA começarem a nos vender esse tipo de armamento (SM-2/3, Harpoon, entre outros) a FREMM será a escolhida, já que nela estão embarcado apenas armamento europeu.

  46. Segundo o jornalista Pedro Paulo comentou no fórum Sistemas de Armas a proposta é séria foi feita ao Governo, via a embaixada da Coréia. Seriam quatro KDX II por US$ 2 bi. As corvetas, 10, entrariam de graça.

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