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Fragata Defensora realiza exercício com a Royal Navy

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A Fragata Defensora (F41) participou, nos dias 11 e 12 de agosto, da comissão “PASSEX” com os navios HMS Liverpool e RFA Black Rover, pertencentes à Marinha do Reino Unido, que encontravam-se visitando o porto de Santos.
Durante a operação, os navios realizaram diversos exercícios, entre eles: manobras táticas, comunicações por holofote e operações aéreas.
Nas operações aéreas foram realizados pousos e decolagens das aeronaves Super Lynx pertencentes à fragata Defensora e ao destróier HMS Liverpool, traduzindo-se em oportunidade de intercâmbio para todas as equipes envolvidas.
Este tipo de comissão possibilita a troca de experiências na condução dos diversos exercícios operativos, além de estreitar os laços de amizade.

14 COMMENTS

  1. Cara eu estive no porto e fiz um passeio no canal.
    Vi o Type 42 e o Black Rover. Muito legal, primeira vez que vi um navio da RN

  2. Mauro, bacana. Concordo com vc. É bom mesmo, vermos que alguns de nossos navios possuem essa disponibilidade operacional.

    Em meio a tantos anúncios feitos pelo próprio comandante geral da marinha de que cerca de 40% de nossos navios estão parados por faltas de recursos, é ótima a noticia de que estamos com algumas unidades realizando intercambio com inúmeras outras marinhas mundo afora. Exemplo seria o exercicio com a Africa do Sul e India, com a Venezuela, Espanha, EUA dentre outros.

    Abraços.

  3. Ahhhh

    Então você não começou a acompanhar nos anos 80, hehehehe

    Como? Você perdeu os classe “P” indo para o mar com válvulas dos 40, “emprestadas” dos outros que estavam parados no Arsenal.

    Como pode?

    😉

  4. Eu que o diga! Operando o radar de DT – MK 25, do CT ALAGOAS – D 36, com válvulas à gás rendendo apenas, pasmem, 40% da capacidade operacional e, mesmo assim, ainda conseguia efetuar “TRACK” em alvos aéreos, durante os exercícios combinados. Os “gringos” ficavam boquiabertos com tal proeza, pode…

  5. Me lembro da intensa movimentação, principalmente dos CT, seguidos das fragatas e submarinos Oberon e Guppy e às vezes do Nae MINAS GERAIS e até do navio oficina (qual era o nome mesmo?). Fins dos 70′ até 82. A partir dai me pareceu cair bastante o trânsito dos navios da MB. Tomara voltem ao ritmo daquela época.Morando na Babilônia bem em cima da Princesa Isabel (para os do Rio)observava o despontar dos mastros ainda no horizonte e acompanhava até desaparecerem por detrás do Galeão (antes do rio sul). O interesse ainda cresceu pelo advento da GUERRA DAS FALKLANDS, tão “proximas” de nós!Bons tempos!

  6. O Navio-Oficina era o “Devagar mas Chego lá”

    Os navios se movimentaram bastante aré quase o fim da decada de oitenta….todos: NAel, classe P, Guppy´s, do jeito que dava mas saiam do Rio direto, pelo menos por aqui (STS), sempre apareciam.

  7. OS CT DA MB DOS ANOS 80 ,ERAM NAVIOS AMERICANOS DESATIVADOS NA DECADA DE60 POR JA NÃO ESTAREM EM CONDIÇÕES DE PROVER UMA BOA EFICÁCIA A GUERRA ANTI-SUBMARINA,DEVIDO A EVOLUÇÃO DOS SUB DA URSS.E TAMBEM POR FALTA DE DEFESA AÉREA,FORA O DESGASTE DE SUAS TURBINAS,E QUE NO BRASIL DERAM UM IMENSO TRABALHO AO AMERJ!!

  8. fiquei impressionada com o nivel e profissionalismo ,nunca tinha me interessado sobre navios e fragatas da marinha em especial deixo aqui meus cumprimentos a todos esses herois brasileiros e ao trabalho que desenpenhan em nome de nosso País.
    Parabens a voce Eduardo em especial.

  9. Senhores! Permitam-me esclarecer a dúvida: o citado Navio-Oficina ostentava no seu espelho de popa, o nome “Belmonte”, indicativo visual “G-24”. Incorporado à Marinha do Brasil em 16 de abril de 1963, serviu com muito brio à Esquadra por 34 anos. Classificado inicialmente como Tender e depois como Navio-Oficina, era, na verdade, um verdadeiro multi-função. Atracado no Rio de Janeiro, no cais da Ilha das Cobras, ou já nos anos 80 em Mocanguê, em Niteroi, ou durante as operações navais, fosse no mar ou nos portos, os navios da Esquadra podiam contar com as suas sete oficinas e mais de uma centena de máquinas-ferramentas, complementadas por quase 200 equipamentos menores e mais de mil ferramentas de pequeno porte. Atendia também, os navios do 1º Distrito Naval e unidades dos demas Distritos, quando em operação fora-de-sede. Sua capacidade de estocagem de líquidos tornavam-no um elemento de apoio logístico móvel, na medida das necessidades da Força para a época. Estava sempre pronto a suspender do porto (a viajar). Por ser um navio-oficina, acabava se beneficiando de sua missão, reduzindo, dessa forma, as suas necessidades de reparo e aumentando a sua disponibilidade de atendimento. Mesmo nos períodos obrigatórios de manutenção, não interrompía a sua produção nas oficinas. O seu currículo operativo é extenso: Operações Unitas, Springboard, Veritas, Dragão, Aspirantex, Tropicalex, Temperex, Aderex, Basex, Pinguim, além de muitas comissões escoteiras. Exercitou-se com aeronaves da Força Aeronaval e operou com a Força Aérea Brasileira. Atracou em Santos, Vitoria, Rio Grande, Paranaguá, São Francisco do Sul, Salvador, Maceió, Cabedelo, Fortaleza, Recife, Belém, Angra dos Reis, sempre em apoio aos nossos navios de linha; e, em 1985, em Porto Alegre, quando representou a Marinho do Brasil nas comemorações do Dia do Marinheiro. Diversas organizações de terra também se aproveitaram de sua capacidade logística. Sua principal característica era estar no porto de escala antes da ESquadra, de modo a atendê-los, quando aportassem. Dessa forma, operou, praticamente, com todos os navios da Esquadra, além de navios distritais, como citado, e com navios da U.S. Navy, da Argentina, Uruguai e da Venezuela. Até ser retirado do inventário naval em 6 de junho de 1997, foi esmeradamente cuidado por suas tripulações. Tive a honra de comandá-lo de 18 de julho de 1994 a 28 de julho de 1995. Minhas homenagens, portanto, aos seus Comandantes, Oficiais e Praças que o tripularam, que fizeram do Belmonte um navio até hoje lembrado. Vicente Roberto De Luca.

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