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92 anos da Aviação Naval Brasileira

Por Guilherme Wiltgen

A história da Aviação Naval Brasileira se inicia em 23 de agosto de 1916, com a assinatura do decreto de criação da Escola de Aviação Naval (EAvN), pelo então Presidente Wenceslau Braz, sendo ela a primeira escola de aviação militar do Brasil e, portanto, o berço de nossa aviação militar.
Nesses 92 anos de existência, a Aviação Naval vem traçando um trajetória marcada pelo pioneirismo e bravura, lembrando que apenas dez anos após o primeiro vôo do 14Bis por Santos Dumont, a Marinha do Brasil já fazia história com a aeronave CurtissF 1916, iniciando a conquista da operação aérea em proveito dos meios da Esquadra.
Fatos que vão desde a realização do primeiro deslocamento aéreo no Brasil, passando pela participação na 1ª Grande Guerra, integrando o 10° Grupo de Operações de Guerra da RAF, até os dias atuais, nas operações com asa-fixa embarcada no Nae São Paulo (A12), o que coloca a MB em um seleto grupo dentre as marinha do Mundo.
A Aviação Naval se faz hoje presente em todo o território nacional, desde a Amazônia Azul até a Verde, através de seus Esquadrões Distritais (HU-3 em Manaus-AM, HU-4 em Ladário-MS e o HU-5 em Rio Grande-RS) e dos demais Esquadrões (HI-1, HU-1, HU-2, HA-1, HS-1 e VF-1) que formam o complexo aeronaval de São Pedro da Aldeia, que ainda compreende o Comando da Força Aeronaval, Base Aéra Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval (CIAAN), Depósito Naval de São Pedro da Aldeia (DepNavSPA) e a Policlínica Naval de São Pedro da Aldeia (PNSPA), contribuindo assim para a Defesa da pátria.
No mundo verde da Amazônia, presta apoio na área da saúde às populações ribeirinhas e patrulha nossa vias fluviais, no Pantanal, protegendo as nossa fronteiras e se estendendo até o Continente Antártico, apoiando a Estação Antártica Comte. Ferraz (EACF), os Refúgios Antárticos Astrônomo Gruls e Eng° Wiltgen e compondo o Destacamento Aéreo Embarcado (DAE) no Napoc Ary Rongel, apoiando também o desenvolvimento científico do Brasil.
A Aviação Naval Brasileira está preparada para atuar em qualquer outro cenário onde a sua presença se faça necessária.

“Aviação Naval.
No ar, a defesa do mar.”

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Krivak -I

No último dia 21 de agosto a OTAN retirou o convite feito à Rússia para que um de seus navios integrasse o grupo naval que participará da Operação ‘Active Endeavour’. Este exercíco militar, que ocorrerá no Mar Mediterrâneo, terá foco em ações anti-terroristas. A fragata candidata a particifar da operação era a Legkiy (930), uma das duas fragatas classe Krivak -I modernizada ainda em atividade. Esta decisão está relacionada à recente escalada de violência na Ossétia do Sul.

 

Anulada prova de física do concurso da Marinha

A prova de Física do processo seletivo para a Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM) 2009, realizada em todo o Brasil no último domingo, dia 17, foi anulada por conter erros que comprometiam o conteúdo do teste.

De acordo com o Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (CIAGA), responsável pela aplicação da prova, a falha só foi constatada no momento da aplicação. Todos os candidatos deverão refazer o exame no dia 6 de setembro de 2008, nos mesmos locais e horários em que realizaram as outras avaliações.

 

FAs – 6 bilhões em equipamentos

Fonte: EXAME

Desde que deixaram o poder, nos anos 80, os militares brasileiros não aguardavam o 7 de Setembro com tanta ansiedade. No próximo Dia da Pátria, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, deverá anunciar uma nova política para equipar as Forças Armadas com a compra e o desenvolvimento de novos equipamentos bélicos — um pacote de gastos estimado em 6 bilhões de reais até o fim de 2010. “Esse é um projeto de Estado, não de governo”, disse Jobim a EXAME. “O Brasil precisa de uma estrutura de defesa compatível com seu novo papel de destaque no cenário internacional.” Longe de ser apenas uma aspiração da caserna, o programa de reaparelhamento das Forças Armadas tem amplo apoio do governo Lula, do Congresso e de uma azeitada engrenagem de lobby pró-indústria nacional. Segundo Jobim, a idéia é favorecer empresas brasileiras e consórcios com parceiros estrangeiros dispostos a transferir tecnologia. Tudo com o suporte de linhas de financiamento do BNDES.

O investimento nas Forças Armadas tem três objetivos imediatos: exibir músculo militar aos países vizinhos, induzir à criação de um parque industrial bélico brasileiro e fomentar a exportação de armas para países da América Latina, da África e da Ásia. “O Brasil tem cerca de 500 empresas em condições de produzir equipamentos modernos, como aviões, tanques, navios, mísseis e sistemas de software para vigilância”, diz Jairo Cândido, diretor do departamento de defesa da Fiesp. A preferência pela produção nacional ficou clara no ano passado, quando a Aeronáutica suspendeu a importação de 36 caças supersônicos, a um custo de 2,2 bilhões de dólares, para fabricá-los no Brasil, num consórcio que deverá juntar a Embraer a um fornecedor estrangeiro a ser definido. “Se tivermos de optar entre uma aeronave supermoderna e outra um pouco menos avançada, mas que proporcione capacitação tecnológica, vamos ficar com esse modelo intermediário”, diz Jobim. O mesmo critério tem norteado as primeiras licitações militares, retomadas graças ao aumento da arrecadação federal. É o caso do contrato de quase 50 milhões de reais conquistado pela Iveco, do grupo Fiat, no ano passado, para desenvolver uma nova geração de tanques Urutu 3.

Várias nações do mundo atuam na área militar com a meta colateral de desenvolver tecnologia que acaba servindo para outras indústrias — como é o caso de Estados Unidos e Reino Unido. Nesse sentido, a opção pela indústria local em detrimento de importações não chega a ser uma invenção do governo Lula. É claro que essa escolha sobrecarrega o contribuinte, que não deve estar lá muito convencido da necessidade de gastar tanto dinheiro em armas — vale lembrar que toda a história do Brasil em guerras pode ser contada em alguns minutos. O maior problema, porém, é que não dá para saber de antemão qual o saldo tecnológico do pacote imaginado por Jobim. Afinal, essa não é a primeira vez que o país alimenta a pretensão de desenvolver uma indústria bélica forte. Durante o regime militar, o Brasil gastou bilhões de dólares a fundo perdido para tentar construir um setor de armamentos. Nos sonhos mais delirantes, estávamos caminhando para ser uma potência nuclear.

O governo, claro, diz que desta vez a história será diferente. A favor do pacote de Jobim está o fato de os investimentos planejados se concentrarem no ainda pouco explorado nicho do mercado de combate a guerrilhas. Na próxima década, o Exército planeja ter 1 200 tanques em áreas de fronteira, como a Amazônia. Outra prioridade do governo — e da Petrobras — é a proteção da megarreserva petrolífera de Tupi, na região sudeste da costa brasileira. Uma das medidas tomadas para reforçar a defesa oceânica foi acelerar o desenvolvimento de um submarino de 6 000 toneladas movido a energia nuclear, um polêmico projeto iniciado em 1979 e que andou engavetado nos últimos anos. Desenvolvido pelo Centro Tecnológico da Marinha, o reator nuclear do submarino custará 1 bilhão de reais e — na hipótese otimista do governo — deverá ser concluído em 2015 (depois, portanto, de 36 anos de trabalho). Para proteger a superfície costeira, Marinha e Aeronáutica contarão com helicópteros Cougar a ser fabricados pela Helibras, uma parceria entre a empresa francesa Eurocopter e o governo mineiro, e também com um lote de 99 caças Super Tucanos encomendados à Embraer. Do lado das empresas, contratos como esses são vistos como oportunidades para valorizar o produto nacional e abrir portas. “O reaparelhamento das Forças Armadas ajudará muito na expansão das nossas exportações”, diz Luiz Carlos Aguiar, vice-presidente do mercado de defesa da Embraer. “No caso do Super Tucano, a venda para a Aeronáutica já facilitou contratos com Colômbia, México, Grécia e Índia.”

Modernização das armas
O reaparelhamento das Forças Armadas já começou com encomendas a diversas empresas brasileiras e estrangeiras…
Exército
270 tanques alemães (KMW)
R$ 270 milhões
Marinha
2 navios-patrulha (Estaleiro Inace, do Ceará)
R$ 140 milhões
Aeronáutica
99 caças Super Tucano (Embraer)
R$ 640 milhões
As três armas
50 helicópteros Super Cougar (Helibras)
R$ 3,2 bilhões
…e deve gerar novos negócios até o final do governo Lula com o desenvolvimento de grandes projetos
Exército
Tanque Urutu 3 (Exército e Iveco)
R$ 49 milhões
Marinha
Reator do submarino nuclear (Consórcio Marinha, USP, INB, Equipamentos Jaraguá)
R$ 390 milhões
Aeronáutica
Caça supersônico (Consórcio Embraer e empresa estrangeira a ser definida)
R$ 3,5 bilhões
Fonte: Ministério da Defesa

É fato que, desprestigiadas com cortes de verbas nas últimas três décadas, as Forças Armadas se encontram em estado de penúria. Hoje, menos de 40% dos caças da Aeronáutica estão aptos a combater, e só metade dos 21 navios de guerra da Marinha pode navegar. “A situação é insustentável para uma potência emergente com tantos vizinhos instáveis”, diz o cientista social Luís Alexandre Fuccille, da Unicamp. Resta saber se o presente do governo aos militares será capaz de fazer tudo o que promete o ministro Jobim.

 

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bolacha-ha-1.jpgO EsqdHA-1 foi criado em 1978 com a missão de prover os meios aéreos do sistema de armas das fragatas classe “Niterói”, a fim de ampliar as possibilidades dos sensores de bordo, assim como a capacidade de reação destes navios. Ao HA-1 são também atribuídas missões de esclarecimento de área marítima, acompanhamento de alvos além do horizonte radar dos navios, resgate e salvamento em alto-mar e transporte de feridos.
O HA-1 atualmente opera com aeronaves AH-11A Super Lynx, que substituiram os primeiros SAH-11. Com a chegada das novas aeronaves, a missão do Esquadrão foi ampliada para atender a todos os meios de superfície, com plataforma de pouso, da Esquadra.
Armamentos como torpedos anti-submarino, bombas de profundidade e mísseis ar-superfície Sea Skua fazem parte de sua configuração de combate.

Fotos: Guilherme Wiltgen

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bolacha-atual.gifO primeiro Esquadrão de Helicóptero Anti-Submarino foi criado em 1965, e tem como missão principal a detecção, localização, acompanhamento e ataque a submarinos e alvos de superfície, contribuindo dessa maneira para a proteção de nossas Forças Navais.
primeira-bolacha.gif Além de sua missão principal, o HS-1 também pode ser utilizado em outras missões secundárias tais como: transporte de tropas, evacuação aeromédica, busca e salvamento, humanitárias, espotagem de tiro torpédico ou de foguetes, entre outras.
Para cumprir sua missão, o EsqdHS-1 dispõe de aeronaves Sea King SH-3A (Agusta SH-3H) e SH-3B (Sikorsky SH-3H), conhecidos como Guerreiros, que podem ser armadas com torpedos anti-submarino Mk.46, bombas de profundidade MK.9, ou mísseis Exocet (AM-39) usados contra alvos de superfície.
Configurado para transporte, pode transportar 24 passageiros ou 15 macas para evacuação aeromédica.

Fotos: Guilherme Wiltgen

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bolacha-pegasus.jpgO Esquadrão HU-2 foi criado em 1986 e dispõe das aeronaves UH-14 Super Puma (Pégasus), estando capacitado para as mais diversas missões, principalmente transporte de tropa, esclarecimento marítimo, lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate, guarda de aeronaves no NAe São Paulo e operações SAR (Busca e Salvamento).

Fotos: Guilherme Wiltgen

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hi1-bolacha.jpgO Esquadrão HI-1 foi criado em 1962, e sua missão principal é realizar a parte prática de vôo do Curso de Aperfeiçoamento de Aviação para Oficiais, a fim de complementar o ensino teórico ministrado no Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval na formação de Oficiais Aviadores Navais. O HI-1 dispõe de helicópteros Bell Jet Ranger III (IH-6B), conhecidos como “Garças”, para instrução básica de vôo. Seu lema:“Nós ensinamos aos homens o que Deus legou apenas aos pássaros”.

Fotos: Guilherme Wiltgen

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O EsqdHU-1, primeira unidade aérea operativa da MB, foi criado em 1961 e, desde a sua ativação, vem participando de quase todas as operações aeronavais.
Dispõe de helicópteros Helibrás Esquilo monomotor (UH-12) e Esquilo biturbina (UH-13)- para emprego em missões de ligação e observação; esclarecimento ; lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate; transporte de tropa; serviços hidrográficos; guarda de aeronaves no NAe São Paulo; busca e salvamento; apoio humanitário; apoio às atividades na Antártica e muitas outras, razão pela qual lhe foi conferido o título de: “O FAZ TUDO”, porisso seu motto: In omnia paratus.
Fotos: Guilherme Wiltgen

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No dia 23 de agosto a Aviação Naval da Marinha do Brasil completa 92 anos. Para comemorar a data, será realizada uma cerimônia militar, em 29 de agosto no Complexo Aeronaval de São Pedro D’Aldeia, que contará com a presença de autoridades civis e militares.

Principais eventos:

  • desfile militar com a participação de alunos da Escola Carneiro Ribeiro e de militares da reserva que ajudaram a escrever a história da Aviação da Marinha do Brasil; e
  • demonstração aérea realizada por aeronaves da Aviação Naval.

A Aviação Naval é composta pela Força Aeronaval, sediada em São Pedro D’Adeia, à qual estão subordinadas as seguintes Organizações Militares:

  • Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia;
  • Centro de Instrução e Adestramento Aeronaval;
  • Depósito Naval de São Pedro da Aldeia;
  • 5 Esquadrões de Helicópteros; e
  • 1 Esquadrão de Aviões.

Conheça mais sobre a história da Aviação Naval brasileira no site do Poder Naval:
http://www.naval.com.br/ANB/aeronaval-capa.htm

 

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A Marinha, o Exército e a Força Aérea realizarão, no período de 12 a 26 de setembro de 2008, a Operação Combinada “Atlântico”, no litoral dos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo e no Atlântico Sul, coordenada pelo Ministério da Defesa e comandada pelo Comandante de Operações Navais, tendo como principal motivação o treinamento das Forças Armadas para um eventual emprego em defesa da soberania de nosso País.A Operação “Atlântico” é o resultado de um complexo planejamento realizado por um Estado-Maior Combinado, composto de oficiais e praças das três Forças Armadas, que visa fundamentalmente a preparação para a defesa da área da Bacia de Campos e da infra-estrutura de petróleo e gás da região sudeste. Nesse sentido, a operação transcorrerá em uma região de extrema importância econômica para o Brasil, por concentrar parcela significativa da infra-estrutura portuária, de Indústria Naval e da Marinha Mercante brasileira.

Estarão envolvidos nesta operação cerca de 9.000 militares e meios da Marinha do Brasil (Esquadra, Força de Fuzileiros da Esquadra, 1º Distrito Naval, 2º Distrito Naval, 5º Distrito Naval e 8º Distrito Naval), do Exército Brasileiro (Comando Militar do Leste, Brigada de Infantaria Pára-quedista, Brigada de Operações Especiais, 12ª Brigada de Infantaria Leve Aeromóvel, 6ª Brigada de Infantaria Blindada, Brigada de Aviação do Exército) e da Força Aérea Brasileira (IIª, IIIª e Vª Forças Aéreas).

Além das atividades essencialmente militares, serão realizadas Ações Cívico-Sociais (ACISO) em diversos municípios, visando a integrar e assistir segmentos da sociedade residentes na região onde o exercício será realizado. Dentre as ACISO, destacam-se atendimentos médicos e odontológicos, reformas em escolas e prédios de utilidade pública e aulas de primeiros socorros e higiene.

Em uma outra vertente da operação, busca-se destacar a importância de nossa “Amazônia Azul”, de igual ou maior importância que a Amazônia verde, em todas as suas características: econômica (petróleo e gás, pesca e recursos minerais), ambiental e científica, além de fortalecer a mentalidade marítima da sociedade brasileira.

Uma Operação Combinada vem a ser um moderno conceito de aplicação de forças militares de mar, terra e ar, de forma coordenada, para atingir um objetivo que seja de interesse para o país, como, por exemplo, a defesa de áreas de grande atividade econômica.

SITE DA OPERAÇÃO: www.atlantico.mil.br

Assista ao spot da Operação Atlântico em exibição na TV:



 
BRASÍLIA (Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usará seu tradicional pronunciamento de 7 de setembro, em cadeia de rádio e TV, para explicar o pré-sal à nação. O objetivo do presidente é associar a descoberta das reservas gigantescas de petróleo a uma nova independência do país.De acordo com dois interlocutores do presidente, que falaram à Reuters sob condição de anonimato, a fala de Lula será uma grande oportunidade para dividir com a população, sem intermediários, o significado da descoberta do pré-sal.

No ano passado, a Petrobras descobriu uma imensa reserva de petróleo leve na bacia de Santos, em um reservatório que pode estar ligado a outro camada pré-sal e conter bilhões de barris de óleo equivalente (petróleo e gás natural)

Lula não pretende restringir a importância da descoberta ao país. Aos mesmos interlocutores, confidenciou que fará em abril do próximo ano um “megaevento” internacional para lançar os primeiros 20 mil barris produzidos no campo de Tupi, na bacia de Santos. As estimativas só para Tupi são de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo equivalente, quase a metade das reservas brasileiras atuais.

Segundo as mesmas fontes, uma do Palácio do Planalto, o presidente já acionou a Marinha e o ministro da Defesa Nelson Jobim para a apresentação que deverá ocorrer em um porta-aviões em alto mar, próximo ao campo de Tupi.

Uma das fontes que esteve com o presidente na última terça-feira disse que Lula avalia que as novas reservas equivalem a “10 Petrobras”.

“O presidente está agindo certo, já que esta é mais que a descoberta da década, é a oportunidade histórica que se não for a maior está entre as maiores”, afirmou o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS).

“O presidente não está exagerando em responder à importância dessas descobertas, mas está escondendo o fato principal de que isso só existe porque o governo Fernando Henrique reestruturou todo o setor de petróleo”, disse Luiz Paulo Veloso Lucas (PSDB-ES).

Fonte: O Globo

 
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