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Navio-patrulha classe ‘Hayabusa’, da JMSDF

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Mais uma vez trazemos um navio-patrulha do exterior para compararmos com as “soluções nacionais”, dentro das devidas proporções. Desta vez é a classe “Hayabusa” (Falcão), da Força Marítima de Auto-Defesa do Japão. Notem que é um navio-patrulha de um país pacífico, cujas forças armadas são somente para “auto-defesa”.
A classe “Hayabusa” desloca cerca de 200t e é propulsada por turbinas a gás Ishikawajima Harima LM-500, permitindo velocidades de até 44 nós!
Caracteriza-se por um design stealth com ângulos facetados. O navio possui um canhão de duplo emprego OTO Breda de 76mm de tiro rápido, com nova torreta. A superestrutura é feita de material composto e aço, com proteção balística e contra fogo.
O navio leva mísseis antinavio SSM-1B e sistemas de softkill contra mísseis.

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32 COMMENTS

  1. O nome Forças de auto-defesa é um eufemismo, tem que ser assim pois consta na constituição japonesa que deve ser assim. Justamente por isso o poder militar japonês impressiona, além de eles terem potenciais inimigos ao lado.

  2. Tem razão, Henrique.
    Navio interessante, mas acho que o seu raio de ação (autonomia) não deve ser muito grande. Logo, a princípio, penso que não seria adequado para o Brasil. Me corrijam os experts se estiver enganado.

  3. Esse argumento é o mesmo usado pelos críticos do caça Gripen. Existe reabastecimento em vôo e em alto-mar pra quê?
    Um navio-aeródromo americano tem que reabastecer uma vez por semana, senão fica sem combustível para as aeronaves.
    Então o Brasil opta por construir navios-patrulha submardos para terem grande autonomia? e a dissuasão, aonde é que fica?

  4. Esse navio tem menos da metade do peso e mais do dobro da velocidade das nossas canhoneiras, além de ser melhor armado.

  5. Bom, Nimitz então, de fato, estou enganado. Mas já vi gente aqui no blog dizer que certos navios não seriam ideais para o Braisl por conta da sua baixa autonomia, ainda que sejam bem armados, coisa que esse navio japonês é. Por isso me irrito quando ouço falar nas nossas futuras canhoneiras, como gosta de chamar esses navios o nosso colega Douglas.

  6. Prezado André,
    Estou entre os que idolatram e os que odeiam as canhoneiras.
    Esclareço que as considero canhoneiras em face do unico e principal armamento ser um tradicional canhão naval de 40mm.
    Creio sejam de baixo custo de manutenção, aptos a desempenhar a função de guarda costeira. Não são para o enfrentamento militar. Outrossim, estamos carentes de patrulhas. A critica que faço é sobre a velocidade, são lentos. Deveriam ser capazes de 30 nós ou mais.

  7. Caro Douglas,
    Sempre entendi o que você queria dizer por chamá-los de canhoneiras, com relação ao armamento e, sobretudo, velocidade, embora também saiba que você já levou muita “porrada” aqui por usar esse termo, mas penso que é de fato apropriado, desde que empregado na acepção por você utilizada.
    Abraço.

  8. Ummmmm me parece ser uma boa opção de patrulha, apenas me falta um detalhe: qual ua guarnição, ele comporta um grupo de abordagem ?

    Lembr que sua utilização na JMSDF é emconjunto com outros meios navais, aqui operariam mais independentes, quals sua cpacidade de mar m relação comparativa aos Gururus

    MO

  9. oia o bixim japonelico tem chaff tambem

    Tem o Oto, que éuma excelente arma, o Harpoon se necessario, masi ai já seria ultimo caso e no deve ser muito caro

    Quando tiver no Japão, faça omo o japonelicos, quanto custa aproximadamente cada ?

    Em primeira instancia em melhor que os Gururus

    MO

  10. ao menos a tripulacao das canhoneiras poderiam portar misseis portateis… acho que nao seria uma ma ideia…
    as canhoneiras terao algum tipo de radar ???

  11. A preocupação com a configuração dos patrulhas, creio decorrer, da dupla função desempenhada pela MB, ou seja, de defesa propriamente e de guarda costeira, os patrulhas, são destinados à vigilância da ZEE, não se destinam a confronto com forças navais, para isso, na doutrina da MB, são os escolta.
    Normalmente, quando naves como as da classe Hayabusa e assemelhadas tem pela frente, força naval, determinada a fazer valer seu poder de fogo, são afundadas por meios lançados a partir de helicópteros das escoltas.
    Contra pesca ilegal, contrabando, lançamento de óleo ao mar, e outras funções, que não bélicas propriamente ditas, creio que a MB soube dimensionar oa patrulhas.

  12. Que as embarcações de 500t encomendadas pela MB sejam minimamente armadas agora, por questões de economia, entende-se. Considerando a extensão do nosso litoral, melhor 50 embarcações sofrivelmente armadas do que 5 armadas com mísseis e como postou um militar da MB em outro Forum: “não se usa mísseis contra embarcações civis”.

    O problema é que não se sabe se essas embarcações de 500t podem receber armamento e sistemas eletrônicos mais eficientes para continuarem operando em ambiente mais hostil. Como não há informação nesse sentido, só posso pensar pelo pior. Não vão passar de “lanchonas policiais”.

    Prenuncia-se, portanto, o temido por todos os Brasileiros (menos os janízaros marxistas aqui nascidos): “Vamos ter nossas FF.AA. transformadas para algo como “guardas de fronteira” com armamento específico para ação policial”. E só.

  13. A Guarda Costeira Americana também é subarmada?
    Ela só tem navios armados com canhões leves e médios (25, 57 e 76 mm) e em em alguns casos um Phalanx (que não faço a mínima idéia pra que serve em um navio da GC).
    Quanto à autonomia deste tipo de barco (FAC ou Missile Boat, como queiram) é muito pequena para o Brasil sim. Só se for criada uma doutrina para este tipo de “barco” é que o mesmo seria útil, mesmo assim continuaríamos precisando de navios multifunção (ASW também e não somente ASuW) com maior autonomia como as corvetas para um mínimo de capacidade dissuasória anti-submarino.
    Para que este tipo de barco seja útil ao Brasil teriam que ser adquiridos às dezenas (centenas?) ou então teriam que ser usados em caso de guerra como caças (plagiando alguém) que são enviados contra um inimigo já confirmado. São bonitinhos, mas seria jogar dinheiro fora porque não temos este cenário provável.
    Se fossem adquiridos um número tão grande que compensassem a baixa autonomia mesmo assim seria melhor um modelito um pouco mais completo com um mínimo de capacidade ASW.
    Senhores, o Brasil não precisa de “navio de ataque rápido” ou “barco lança míssil” ou de “lancha de ataque” e nem da Bat-lancha.
    Precisamos de navios de patrulha com capacidade para funções de polícia e salvamento/resgate e não com capacidade militar. Precisamos de carros de polícia e não de tanques de guerra.
    Os “poucos” navios de guerra que precisamos (devido aos parcos recurso) devem sim ter grande autonomia e serem multifuncionais. Caso contrário teriam que ser muitos e com um custo de operação /manutenção absurdo, já que teoricamente a costa deva ser patrulhada 24 horas por dia, 7 dias por semana, 4 semanas por mês, 12 meses por ano, ad eternum.
    Por outro lado, se não conseguirmos ter um mínimo de bons submarinos convencionais operacionais (armados com torpedos de qualidade em número suficiente) e se a FAB não tiver uma quantidade de caças aptos à operações navais e com capacidade anti-navio (armado com mísseis antinavios e não com bombas burras), aí o jeito seria a MB arrumar algumas dessas belezocas para ver se produzem um efeito dissuasório mínimo. Mas vale salientar que de nossas 14 escoltas armadas com 80 lançadores de Exocet não devemos ter mais que 10 mísseis para todas, como algum participante do blog já comentou.
    Ou seja, cuidado com o que desejamos que pode se tornar realidade, e poderemos ter um monte destas coisinha ancorados nos portos enferrujanto e sem mísseis nos lançadores.

  14. Pois é…tem pouca autonomia já dizem alguns coitados….
    Por que então não fazemos patrulhas nucleares então? Autonomia eterna para os críticos das Hayabusas e Haminas…
    São desculpas esfarrapadas para quem não quer a verdade.
    Imagino um amigo, até um parente, indo servir na Marinha em alto mar, em patrulha. Em face de um possível Teatro de Operações hostil, o que vocês escolhem para colocar os seus irmãos, mulheres ou amigos? (depende do seu caráter)
    Colocar os caras em alvos ambulantes armados com estilingues (bem típico de entreguistas, analistas de final de semana ou mal intencionados), ou numa Hamina, ou numa Hayabusa, ou até numa Visby????
    Defender a adoção de lixo sentado atrás de uma telinha de computador é fácil. É essa noção de cidadania que falta ao brasileiro e sobra ao americano, ao europeu e ao japones. Primeiro: como cobrar algo pra quem não dou nada? (aliás, dou uma jangada com autonomia e um estilingue); Segundo: Não interessa se vou mandar um ICBM pra matar uma mosca, mas não vou mandar meu compatriota em equipamento de quarta só porque “nunca antes nesse país” tivemos nada.
    Parece a estória do bode na sala. Se não temos nada também não somos forçados a comer lixo e gostar!
    Mais uma vez a Marinha vai ser colocada em 12º plano, vão adquirir canhoneiras da 1ª guerra púnica (sim, que perderiam para qualquer navio alemão, japones ou americano DO INICIO da 2ª guerra, até pras patrulhas de plástico como àquela do “apocalipse now” ou pra jangada do “WILSON!!!!!!’) a um custo exorbitante com a desculpa de que servirão apenas para “patrulhar” a zona economica…É mais barato então instalar radios em jangadas e deixar o caboclos fazerem a tal patrulha disfarçados de pescadores…
    Ou então fazer como o Seixas propunha: Vamo alugar esta josta pros EUA e beleza! Chega de ficar discutindo canhoneira em tempo de stealth…
    Com o que se gasta aqui em propaganda, em bolsa esmola, em corrupção e em mensalão não tem desculpa, ou compra o que há de melhor, ou deixa acabar…
    Pelo menos vidas não serão perdidas em vão em batalhas de barcos de papel contra navios de guerra….

  15. Agora imaginem quantos aviões de revo precisaremos para conseguirmos apoiar com eficiencia os Gripen e o mesmo de navios quantos navios tanques precisaremos.
    Agora se for acresentada mais uma seção nesse patrulha deva atingir uma autonomia com uma boa diferença em relação a original.
    Saudações

  16. Por mais de 40 anos após o fim da II GG, a defesa do Japão ficou a cargo dos EUA. E eles aproveitaram bem esta chance, produzindo, investindo em infra-estrutura, educação, saúde, etc… até que se tornaram na segunda potência econômica do mundo, atrás apenas dos EUA. Até que há uns 15, 20 anos, os EUA se tocaram e deram um basta. Exigiram que o Japão cuidasse ele próprio da sua defesa. Com a enorme capacitação tecno-financeira, desenvolver seus próprios meios de defesa ficou barbada. Infelizmente a nós só resta ficar olhando e babando.

  17. Se ser “super trunfo” é preferir armamento de ponta, perfis stealth e extra proteção para nossas forças armadas então realmente me enquadro na categoria “super trunfo” e não nego.
    O problema é que no estado em que vão as coisas, não vai ter NADA para mandar contra eventuais inimigos.
    Me parece que há uma noticia aí em cima de um navio russo fazendo manobras na venezuela??? Mandaríamos umas canhoneiras em caso de reafirmar nosso mar? A Fremm ou o SNB que o Lulla anunciou ontem? Ou o Lulla vestido de Aquaman?
    E esse é o problema: para que manter FAs se elas não servem contra inimigos de verdade? SE sempre vão dizer: “Há, mas não podemos comparar nossa situação com a da Grã Bretanha, ou da França”, vamos nos comparar a que então? Visamos a defesa contra quem? Os Bosquímanos?
    Aliás, os “nobres sabedores” não responderam: se fosse para colocar seu irmão ou seu pai para patrulhar a amazonia azul, qual seria a opção dos “homens do mar” no quesito patrulha???? As canhoneiras? Haminas? Hayabusas? Visbys? ou outra?
    E qual é o problema de criticar as burradas do governo? Temos que engolir as canhoneiras e pronto?
    Comparar a guarda costeira americana com o que se pretende aqui com as canhoneiras também acho que não dá, porque a retaguarda da guarda costeira são task forces baseadas em subs e naes nucleares com poder suficiente para destruir paises inteiros, e aqui seria o que? O São Paulo?
    Tendo em vista o tamanho da área e o que se pretende patrulhar as unidades deverião ser o mais autônomas possíveis, tanto em comunicações quanto em armamento, não só para policiamento, mas para resposta incial contra qualquer ameaça, afinal os caras estarão no meio do nada e não temos aviação de retaguarda decente, não temos escoltas decentes e não temos submarinos decentes. (decente = minimamente armados para resposta rápida a um conflito contra uma potência mediana, p.ex, a espanha, ou até uma de maior grandeza, p.ex. inglaterra)
    Em tempo: como disse um colega acima parece que o sonho do governo e de muitos é que a marinha vire uma guardinha costeira…

  18. A polarização estraga qualquer debate.
    Nem canhoneiras nem super trunfo!
    Perdemos tempo discutindo o nível tático enquanto os níveis superiores, notadamente o POLÍTICO, procrastinam.

  19. Mauro! Vc é muito educado, dizer que que são de uma “inocência ímpar”… no ultimo tópico conclui-se que é burrice mesmo… nao sabem nem interpretar o q vc escreveu!

  20. Pessoal, as canhoneiras são patrulhas, não são barcos de guerra. Quando critico a velocidade, lembrando mais uma vez, como alguem já fez acima, a guarda costeira dos EUA. os barcos lá são canhoneiras e lentos, a diferença é que eles têm centenas de helos à disposição para dar cobertura imediata. Aqui não. Nossos barcos terão que correr mais, pois o apoio aéreo é muito menor. Vejo isso como estratégia de policiamento, se não temos 200 helos como eles, os barcos deveriam ser um pouco mais velozes. No mais que fabriquem 100 canhoneiras, ninguem tocou no assunto, mas a costa brasileira é um queijo suíço!! temos que fechar buracos, e sendo barcos de baixa manutenção são ideais.

  21. Por que ter carros de polícia e carros de bombeiros? Deveríamos ter apenas tanques de guerra. Milhares deles. Centenas de milhares de tanques de guerra armados com lustrosos canhões de 105 e 120 mm.
    Eles são ótimos para apagar incêndio, acidente de carro, perseguição nas estradas de delinqüentes, dar socorro em acidentes de carro e mais uma infinidade de coisas. Nada destas porcarias mal equipadas de carros de polícia, ambulância e carro de bombeiro. Sem canhões, mira laser, visor noturno, blindagem, etc.
    Brincadeira à parte, nosso amigo Paulo ou não entendeu bem ou é um louco varrido em último grau. Como loucos varridos em último grau usam alguns acessórios em tempo integral chamados de “camisa de força” e “fucinheira”, e como com camisa de força é impossível teclar, só posso chegar à conclusão lógica que foi um baita mal entendido. Ele não entendeu patavina do que escrevi. Tá certo que minha gramática é péssima e minha concatenação de idéias é pior ainda.
    Um abraço a todos.

  22. todos se esquecem que o Japão também tem alem da JMSDF tem o JGC http://en.wikipedia.org/wiki/Japan_Coast_Guard que tem mais verba que a Marinha do Brasil[…] se não me engano a JGC tem umas 300 embarcações, olha nesta pagina http://www.kaiho.mlit.go.jp/info/books/report2003/special01/01_01.html o navio que a guarda costeira afundou ao ser atacado por tiro de .50 aqui tem vários acontecimentos, http://www.kaiho.mlit.go.jp/info/books/report2003/special01/01_02.html olha o navio afundado e armas que foram para museu, http://gunnzihyouronn.web.fc2.com/kousaku/kousakusenn.htm alguns dos tipos das embarcações da guarda costeira do Japão http://www.kaiho.mlit.go.jp/03kanku/equip/#sc01
    A JMSDF é para auto-defesa
    Para patrulha e salvamento tem a JGC….

  23. Realmente não devo ter entendido o âmago da questão…então peço desculpas aos comentaristas.
    Mas continuo achando as patrulhas subdimensionadas, ainda que só para serviço policial.
    A frase do Mauro resume o problema do Brasil: “O que não podemos imaginar é que o Brasil vá fazer como os EUA no governo de Theodore Roosevelt que decidiu criar uma marinha de primeiro mundo do dia prá noite e o fez.”
    Theodore Roosevelt no país dos Macunaimas? Nunca!
    Muito mais agora com o dolar indo pra baixo dos 100 e o dim-dim do pré-sal voltando a miar…(sua exploração hoje só compensaria com o barril a mais de US$ 100,00 segundo a própria Petrobrás)

  24. Gostaria eu que se vamos fazer essa quantidade de patrulhas poderiamos arma-las um pouco melhor ou pelo menos no projeto deixar espaço para colocar-mos um lançador vertical missel antiaereo um um espaço para um casulo container de um missel antinavio. Alias apenas deixar o espaço neles pois no futuro se necessitarmos um ação num nivel de média intensidade que eles possar atuar.

  25. shandowlord,
    excelentes sites que você indicou.
    Apesar do meu japonês não estar em dia consegui entender (vendo as figurinhas rsrs…) que a maior arma que possuem parece ser um canhão singular de 40mm no navio com indicativo visual PL51 e um duplo de 35 mm no PLH31, além das ponto 50.
    Valeu “shandowlord”. Ai que medo……
    Um abraço.

  26. Os navios da guarda costeira japonesa, que podem ser visualizados nos links postados pelo shandowlord, retratam de forma cabal o equívoco daqueles que comparam os nossos napas classe Grajaú e napas de 500 ton com esses barcos rápidos armados até os dentes e recheados de diversos sensores sofisticados e caríssimos. Observem lá. Os japas, que de bobo não tem nada, só possuem “canhoneiras” na guarda costeira. Poderia dizer, até, que as nossas dariam uma surra e tanto na maioria das deles.

    Brincadeiras á parte, o que eu quero mostrar aqui é o seguinte. Os nossos napas foram adquiridos com o objetivo de cumprir missões similares aquelas executadas pela GC do Japão. Para cumprir essas missões, nossos napas estão mais do que bem armados. Poderíamos, claro incrementá-los, mas com soluções simples, como um sensor tipo Star Safire da Flir Systems para direção de tiro e um um sistema de comunicações que permita definir a direção de determinada emissão rádio, como existe nos napas classse Armidale. Coisas para incremetar a capacidade de cumprir a missão.

    As missões que alguns querem delegar aos napas “pitt bull” serão executadas, na nossa marinha, pelas corvetas, fragatas e CTs, assim como é feito na marinha japnesa.

    Abraços.

  27. […] Publicamos um artigo há algum tempo sobre os navios-patrulha rápidos classe “Hayabusa”,  da Força Marítima de Auto-Defesa do Japão. Agora seguem mais fotos desse NaPa “high-tech” de 200 toneladas, para apreciação de mais detalhes. São 6 navios ao todo, incorporados de 2001 a 2004: Hayabusa PG-824, Wakataka PG-825, Ootaka PG-826, Kumataka PG-827, Umitaka PG-828 e Shirataka PG-829. […]

  28. Esse navio patrulha japonês,é ideal pra uma marinha que já possua outros meios.Como fragatas,ct,cruzadores,etc…
    Deichando o trabalho de ptrulha oceânica para esse tipo de navio,que só serve para tal,pois apesar de “bem armado”,não possuinem heliponto,nem possibilidade de ter.Para nós seria gastar dinheiro em um equipamento que não satifaz nossas nessesidades.Porém como brasileiro não pode ver,ou saber que a nave possui misseis,que ficam logo eufóricos!!!
    Se fosse um KDX!?!

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