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Corvetas da classe ‘Pohang’

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Segundo uma fonte, representantes da Coréia do Sul teriam visitado o Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e proposto a modernização do mesmo, para a construção de seis destróieres KDX-II para a MB. Como contrapartida, a Coréia do Sul também teria oferecido a transferência para o Brasil, de um grande número de suas corvetas da classe “Pohang”, de 1.350 toneladas.

A Marinha Sul-Coreana construiu 24 corvetas “Pohang” (ver fotos), que se fossem transferidas para a MB, ocupariam o lugar dos planejados NaPaOc de 1.200 toneladas.
As “Pohang” são corvetas de patrulha, fortemente armadas, em três diferentes configurações (ver fotos). A mais capaz possui 2 canhões automáticos Oto Melara de 76mm, dois reparos duplos automáticos de canhões Breda Bofors de 40mm/70, mísseis anti-navio Harpoon (4 navios têm o MM38) e dois lançadores triplos de torpedos anti-submarino Mk.46. Os navios possuem um sonar holandês Signall PHS-32, radares de busca e direção de tiro.

A propulsão dos navios é CODOG, similar à usada nas nossas “Inhaúma” (facilitando a manutenção), com dois motores diesel MTU e uma turbina LM2500. A velocidade máxima é de 32 nós e a autonomia é de 4.000 milhas a 15 nós.

NOTA DO BLOG: Se a proposta for mesmo verdadeira, seria uma oportunidade de ouro para a MB matar dois coelhos com uma só cajadada: construir modernas escoltas no país e resolver o problema da carência de meios para patrulha marítima, em pouco tempo.

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91 COMMENTS

  1. É bastante interessante a proposta. Só espero que a MB não se perca com diferentes propostas. Ela pode terminar como o FX da FAB. No fundo a FAB não sabe o que querer e está trocando os pés pelas mãos no projeto de renovação da sua frota. Até agora a MB tem se mostrado bastante objetiva. Vamos torcer para que continue assim.

  2. Seria, de fato, uma oportunidade de ouro; mas…será que a Coréia sulista não sofreria uma “pressãozinha” do Tio Sam, o que poria água no nosso chopp.
    Mas, vamos aguardar a confirmação da proposta porque se não ficamos divagando e sofrendo porcoisa que ainda está no campo da especulação.
    Sds aos amigos do blog.

  3. interessante.. se essas 6 KDX-II focem mesmo feitas para a MB c capacidade antiaérea (AAW).. a marinha teria um grande ganho de poder..
    Se fosse criada 6 GT com um destróieres KDX-II em cada GT e acompanhadas c mais 2 fragatas e 2 corvetas.. Teríamos 6 Grupos tarefas c 5 escoltas cada, totalizando 30 escoltas..
    ( 6 destróieres AAW, 12 fragadas ASW e 12 corvetas Patrulhas ), já temos 10 fracadas e 5 corvetas.. nw estamos longe disso.. eu sei q nw é tao simples , mais nw custa dar uma pensada rsrs

    Obrigado

  4. Não teria nenhuma chance de vir um KDX-III?
    Nem que se seja 1 unidade apenas seria um tipo de navio que levantaria o patriotismo dos brasileiros e diminuiria muito o anti-americanismo no Brasil se vir com os sistemas completos,

  5. belos navios porém 1bi cada um é demasiado para nosso orçamento.
    sistemas de armas em estado de arte e capacidade anti aérea muito boa, mas creio que não temos como operar uma máxima destas nas configurações em que a coreia está usando.
    quanto as corvetas, boas e bem armadas porém acho que eseria melhor desenvolver no brasil uma versão nacional das corvetas Gowind
    ou mesmo do novíssimo projeto FM 400
    http://www.meretmarine.com/article.cfm?id=108302.
    é a minha sugestão.
    comprar sem capacitar e desenvolver é continuar a persistir no erro e dar continuidade aos nosso atrazo.
    quanto aos KDX formidáveis, seriam sim muito bem vindos…

  6. Com relação a esta noticia, se for bom para a MB, que se ja aceita, pois, os sulcoreanos já fazem excelentes navios faz tempo, e ter esta parceria com eles seria muito bom para a MB e para o AMRJ que passaria a ter capacidade de manutenção e construção de meios modernos.
    Quanto a contrapartida, a própria palavra já diz tudo. Não sei o numero de Pohangs oferecidas no pacote, mas sei que se temos que patrulhar a nossa enorme costa, se temos que patrular a área petrolifera, se vamos abrir mais 2 bases navais, precisaremos de meios, e esta seria uma forma de termos estes meios rapidamente e realizar o que tanto desejamos, que é ter a nossa presença efetiva na nossa costa.
    Muita coisa precisará ser feita, desde o aumento do efetivo para suprir o aumento de meios, sua qualificação e adestramento e isso leva um certo tempo, porém, BEM MENOS TEMPO do que construir do zero e em numero reduzido os NaPaOc para realizar a missão.

    Creio que devemos olhar para esta opção, se ela for real, com muito carinho e interesse, pois os estaleiros mais produtivos do mundo estão do lado de lá.

  7. Se vierem com toda gama de armamentos e aparatos tecnológicos seria ótimo. A curto prazo seria muito bom sanar o buraco que existe em nossa esquadra para vigiar e proteger as camadas do pré-sal.
    Agora. Se vierem como o Nae São Paulo, somente a casca sem recheio. Não sei até que ponto seria vantagem.

    Más, vamos aguardar.

    Abraços.

  8. SÓ para completar, não sou contra a construção dos NaPaOc aqui no Brasil, muito pelo contrário, por ter configuração diferente da Pohang sulcoreana, apenas a quantidade pretendida de 5 meios é que acho pouco.
    Dos 27 alardeados pelo MD, seriam 5 NaPaOc e o resto com o NaPa Vigilant.
    Se levamos 2 anos para construir 1 NaPa, quanto tempo levaremos para realizar este total acima afirmado pelo MD?
    Pensem! Prefiro ter essas Pohangs por aqui, pois seria a forma mais rápida de cobrirmos a nossa costa.

  9. 30 anos atrás a Coréia do Sul era um país atrasado da Ásia e ainda sofria com os efeitos da guerra contra a Coréia do Norte. O governo investiu pesado em educação e hoje é uma potência em todos os sentidos. Que sirva de exemplo para nós.

  10. esse negocio com a Korea nao implicaria na parceria do Brasil com a Franca ????
    os sub’s convencional/nuclear nao seriam fabricados no AMRJ ??
    ou isso nao tem nada a ver ???
    por essas e outras noticias, tenho certeza de que o tal plano vai demorar e muito pra sair…
    agora uma pergunta de leigo, o casco desse destroier koreano e “compativel” com o nosso tipo de mar ????

  11. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! 🙂

    O casco é 100% “compatível” com nossa costa. E vejam o tamanho da Koréia do Sul e vejam o nosso. Eles constroem 24 rindo enquanto nós ficamos aqui penando para fazer uma e levamos 14 anos para acabar a mesma. A $$$$$ existe o que não existe é Foco neste país, ou melhor, existe sim, para o próprio umbigo dos politicos. 🙁

  12. Acho que o problema do Brasil é o imediatismo. Pegamos apenas o pior que o sistema capitalista tem a oferecer e juntamos com o pior que a religião cristã tem a oferecer e deu em nossa sociedade que não pensa nas gerações futuras e por isso não faz planejamento de longo prazo.
    Somos uma Capitania Hereditária da época do Brasil Colônia aperfeiçoada, travestidos e com o pomposo nome de República. E só.
    Até mesmo o conceito filosófico e ético da religião cristã é altamente individualista. Se crer é o suficiente para a “salvação eterna” porque implementar avanços em uma existência passageira?
    Em uma concepção de sociedade como a nossa a “educação” não é importante e ainda por gerações, continuaremos a ver a caravana passar.

  13. É uma boa essa proposta para a MB se for verdade mas, a minha preocupação é que a MB tem um historico triste de regeitar boas propostas é comprar coisas ruins.

  14. O engraçado é que países que perderam a SGM e saíram arrasados hoje são potências mundiais.
    O Vietnã e a Coréia também foram arrasadas na segunda metade do Século XX e hoje possuem uma pujante economia.
    Aposto que dentro de uns 15 anos o Iraque e o Afeganistão estarão altamente desenvolvidos.
    Mas o velho e querido Brasil, com todas as riquezas naturais imagináveis e em abundância,que fazia parte das nações Aliadas vencedoras da SGM, onde não caiu uma única bombinha em seu território continua devagarim devagarim quase parando.
    Vai entender!

  15. Nossa sociedade funciona mais ou menos assim:
    A classe dos Cidadãos: composta por servidores públicos (eleitos, concursados e apadrinhados), grande empresariado, sem terras (sem salários, sem dinheiro, etc), presidiários e o Clero (padres, pastores e equivalentes).
    A classe dos Párias: profissionais liberais e pequeno empresariado.

  16. Isso sim é compra de oportunidade!
    As “Pohang” são boas demais para o Brasil, muito bem armadas e serviriam muito bem para a ampliação das 3 Esquadras.
    Lembrem-se que da Bahia pra cima quase não temos navios para patrulha da nossa IMENSA e abandonada área marítima. Vejam a matéria sobre a base de São Pedro e São Paulo para terem uma noção do abandono.
    Umas quatro “Pohang” baseadas no Pará, já dá pra cobrir bem aquela área do Norte/Nordeste. São navios de grande autonomia, com poder de fogo pra usar se precisar e ainda velocidade alta para não deixar escapar nenhum navio suspeito que tentar fugir.
    Pohang já!

  17. Desculpe, mas o Iraque e o Afeganistão não estarão “altamente desenvolvidos” daqui a 15 anos. Arrisco dizer que o segundo não estará desenvolvido nos próximos 50 anos.

    Falando assim até parece que o Hellfire é um maná dos céus.

  18. Bom negócio. Sou a favor, mas, tudo que parece muito bom e vantajoso pode ter aranhas camelo escondidas nos porões. Ai, que medo!

  19. Infelizmente já sei a desculpa que será usada para não aproveitarmos essa ótima oportunidade se a mesma for real: “Acabou-se o tempo de compras de prateleira.”

    VocÊs vão ver :/

  20. Não estavam perguntando por que o MInistro não tinha citado as escoltas francesas? Pode estar aí a repostas!
    A proposta é modernizar o AMRJ também!
    Se vierem “fully armed” pode aceitar de olhos fechados.
    Mas já sei o que dirão: escoltas pohang, não, muito armadas….KDX – II, não, obrigado, eles não fazem “biquinho”…..

  21. Seria fantástico se a MB aceitar esta proposta, teríamos meios já e ainda poderíamos iniciar a construção de uma nova Barroso, mais moderna, mais avançada, com desenho furtivo, mais bem armada…
    aliás, além de modernizar o AMRJ por que não incluir na proposta a construção de um novo arsenal E como contrapartida a aquisição de 3 KDX III sendo uma construída na Coréia e 2 aqui ? Ou 1 aqui e 2 lá, o que acho melhor conhecendo nossos políticos, construindo lá teríamos de pagar, construindo aqui, sabem né, contigenciamento, falta de verbas…

  22. CorsárioDF,
    Parece mesmo que as corvetas das fotos estão bem rodadas. Talvez por isso o seu comentário, não foi?
    Sds a todos.

  23. Caro direto do fundo do mar em 26 Set, 2008 às 9:15

    Concordo plenamente ! O que falta no Brasil são estratégias definidas e bons gerentes. Típico de um país ainda imaturo.

    Com relação à Coréia, ótimo ! País muito mais empreendedor que os japoneses e atualmente na frente deles até em high tech, vide a Samsung e LG na ponta e a Sony andando para trás.

    Muito bom parceiro. Eles sim farão a coisa andar.

    Sds Iuri

  24. O que acho mais interessante nesta proposta é a construção pelo AMRJ dos destróieres KDX-II, que são dos mais capazes em termos de escoltas atualmente. Um progresso e tanto para nós. Mas concordo com algumas das opiniões anteriores: acho que não vinga. Será mais uma grande oportunidade perdida.
    Excelentes destróieres… e nacionalizados. É uma pena!!!

    Abraços!

  25. Esta é uma boa proposta? Sim! Como tb são algumas outras que já estão na mesa para o país analisar.

    Não existe resposta absoluta para este problema de armamento/rearmamento, o que existe e a que melhor se adapta à sua situação e perspectiva.

    Espero que os planejadores de nossas FAs tenham autonomia e discernimento para concatenar os fatores do cenário atual e futuro, e mostrarem aonde apontar a proa.

    Mudando um pouco o assunto concordo com o que o Bosco disse: em 15 anos Iraque e Afeganistão avançarão em muito no desenvolvimento. Uma análise crítica, sem preconceitos e hipocrisias das situações semelhantes, mostra que os EUA não se afundam nestas situações para sair em desvantagem. E isto não implica necessariamente em “ganhar a guerra”.

  26. Bosco o Brasileiro parece mulher de malandro quanto mais apanha mais gosta…
    Concerteza seria uma execlente parceria e mas quem sabe a modernização inclua apenas a parte destinada a navios.
    Saudações

  27. Sim André, mas em se tratando de um preço de oportunidade e vindo com a modernização do AMRJ e posterior fabricação KDX-II, quem sabe? Agora a classe de destroiers parece ser mais do que atraente, mas com a “notícia” postada por alguns que custaram cada um o equivalente a 1 BILHÃO de verdinhas, eu sinceramente acho que estamos fora… Sem contar o armamento que o EUA não vai liberar pra gente.

  28. Não estou convencido de que o KDX – II é uma boa escolha, pois me parece muito pouco furtivo.Quanto às corvetas, só se vierem de graça, tem um aspecto de deja ju. De repente, os 05 patrulheiros do CNA francês possam ser melhor negócio, pois tem a mesma capacidade de armamentos e de sistemas, além de ser um projeto novo.Mas, convoco nossos bambas do post, que com exceção do Direto e do Galante, ainda não se apresentaram para que a discussão possa atingir um novo patamar.

  29. Marujo as corvetas pelo jeito fariam parte das contra partidas elas aparentam ser melhor no mar grosso do que as Inhauma.
    Ah não ser que viesse as Laffaeyte para termos algo melhor, ai sobraria o que as Meko 200 como Opção de fragata furtiva.
    Saudações

  30. Iuri Korolev,

    Embora a Coréia do Sul tenha alcançado um alto grau de desenvolvimento, ela NÃO esta mais avançada tecnologicamente do que o Japão. O foco tecnológico da Coréia do Sul está no “aperfeiçoamento de tecnoologia importada e geração de alguma tecnologia”. Esta fase é sim altamente dependente de tecnologia, onde seu desenvolvimento está orientado para exportações e competição internacional).

    Mas o que quero lhe dizer é que o Japão está concentrando seus recursos na “criação de novas tecnologias baseadas em avanços científicos”, o que é baseado em inteligência (um recurso altamente estratégico na Era da Informação), e faz parte do processo de mudança de uma sociedade Pós-industrial que será caracterizada por esse conhecimento e informação.

    Basicamente, o Japão avançou nos seguintes estágios evolutivo de industrialização.

    Nas décadas de 50 e 60, a ênfase industrial era na “Qualidade”, por meio do “Controle da qualidade total”, para produzir aparelhos de tv, rádios, aço e produtos químicos

    Na década de 70, a ênfase era no “Design Estético”, através do “Aperfeiçoamento do Produto”, para fabricar Máquinas Fotográficas, equipamentos de Áudio e aparelhos de videocassete.

    Na década de 80, a ênfase era a “Inovação do Produto”, por meio do “Desenvolvimento em espiral”, para fabricar Computadores laptop, vídeos de 8mm e aparelhos de fac-símile.

    Nos anos 90, a ênfase era na “Criatividade”, através das técnicas gerenciais de “Redes de fusão de tecnologia”, para produzir Biocerâmica, optomecatrônica neural, bioeletrônica e videocomputadores.

    A partir de 2000, a ênfase industrial se concentra no “Bem-estar físico e espiritual” utilizando a “Engenharia humana”, para os setores alvo da “Biomecatrônica, biocomputação e biocomunicação”.

    Você vê, camarada Yuri, não é porque não se vêem mais TVs de marcas japonesas por aí, que se pode dizer que a Sony está dando pra trás.
    Os japoneses SEMPRE poderão VOLTAR a produzir tvs, navios, ou sejá lá o que for, e de fato ainda o fazem, embora não mais como décadas atrás. Simplesmente acontece que seu FOCO industrial está concentrado em outro nível agora. E concordo que este seja menos visível.

    прощальный!

  31. Demorou!
    Se as KDX-II já estavam bem cotadas na minha opinião, agora então…
    É hora de aproveitar boas oportunidades como essa. Se fosse só compra de usados, não veria vantagem (mesmo porque preferiria corvetas / NaPaOc com convôo), mas esse pacote com modernização do AMRJ, construção de 6 escoltas de respeito e contribuição pra resolver um grave problema imediato com essas Pohang que aparentemente têm boa comunalidade com equipamentos já utilizados aqui… parece até bom demais pra ser verdade.
    E nada disso impede, a meu ver, construir mais umas 3 Barroso, pelo menos, enquanto as KDX-II não ficam prontas.

  32. Interessantíssimo, os sul coreanos correram por fora e jogaram a notícia……
    Olha, a proposta tá mais palpável do que o papo das FREMM, eles até assumem a modernização do AMRJ, já falam em 6 unidades e transferem as corvetinhas pra cobrirmos no curto prazo a vigilancia oceanica. Lembro ainda que a construção naval deles é muito eficiente em termos de custos.
    resta saber como furar o lobby frances no governo.

  33. товарищ Alte Makarov

    Agradeço o retorno

    Conheço bem a evolução do Japão.Tecnologicamente poderoso.
    Mas estas minhas afirmações são com base em artigos recentes dos jornas econômicos.
    As empresas japonesas estão vendo a noite com as coreanas, não é que as japonesas estão abandonando não.
    A Sony teve que se associar com a Ericsson para fazer celulares, pois estava indo pro vinagre …
    É algo parecido como as (ex)grandes montadoras de carros americanas
    que eram poderosissimas.
    Quanto ao emprendedorismo, os japoneses são conservadores em excesso
    os coreanos são muito mais dinâmicos, como os japoneses na década de 70…
    Pasme,a juventude japonesa está imitando a coreana, o inverso de 20 anos atrás…

    Infelizmente o Japão, apesar de cultura milenar, após a 2ª guerra tornou-se um apêndice dos EUA, o que economicamente foi ótimo para ele, mas…

    прощание

  34. O bom destas corvetas é que de uma podemos fazer duas, já que navios desta classe não precisam de 2 canhões de 76 e nem de dois reparos duplos de 40 mm.
    Podemos tirar um 76 de popa e um de 40 mm da proa que vai ficar no ponto. Aí instalamos em outro navio que vamos mandar fazer la no “estaleiro” que fez a “fragata” do Ostra que ta na sala da casa dele. Ou quem sabe o Ostra vende a dele pra MB? rsss…
    Agora falando sério. Esses caras tão nadando em dinheiro. Colocar 2 canhões de 76 e dois duplos de 40 mm numa corveta? Isto que eu chamo de redundância ou então eles estão esperando um ataque de saturação do Klingons.rsrsss…

  35. Acho que vai acontecer o seguinte:
    vamos comprar o projeto do kdx (ate conserguimos dinheiro para fabrica-lo)
    vamos fazer uma oferta milionaria para adquirir as corvetas(vai demorar muito para contruir os napaoc)
    vamos privatizar o arsenal de marinha saira mais lucrativo para mb (ja que a grana, dos royalties, do petroleo não vem !!!)

  36. A proposta é fantastica, mas, quais seriam os detalhes? os coreanos não iriam simplesmente oferecer as corvetas sem uma contrapestação vantajosa….Para o Brasil seria muito bom já receber algumas corvetas por ocasião da assinatura dos contratos de construção e conforme fossem entregues os KDX-II receber mais corvetas….pelo menos teriamos as corvetas, pois nao acredito que o Brasil realmente construirá os navios de 6.000t. Vamos abrir os olhos..perguntem aos chineses ou aos japoneses se acreditariam numa proposta dessas partindo dos coreanos…

  37. Parece excelente a proposta da construção dos destroyers aqui em nossos estaleiros. Não poderia ser o KDX III? O programa não está em andamento na Koreia? Por outro lado, não parece bom negócio as corvetas, já que são navios velhos e que temos condições de contruir melhores ( e mais balançeados à nossas necessidades) aqui mesmo. A já debatida BARROSO melhorada.

  38. Esse navios coreanos são projetos antigos. Marinha Brasileira necessita de navios com projetos modernos, com baixa assinatura de infravermelho e de radar e baixo nivel de ruido. Como as fragatas Horizon, Formidable e FREMM.

  39. Nossa que maravilha, c/ esses KDX-II eliminamos as maquinações francesas, nada de “FREMM”, nada de “La Fayette”!!!
    Com isto quem sabe os alemães se animam e mandam o “Type 212” dizer ao “Scórpene” quem é que “manda” neste lado do Atlântico…
    Agora precisamos observar qntas dessas corvetas seriam adquiridas, p/ não impactar no desenvolvímento do nosso NAPAOC, sim pq temos de ter um design nacional p/ tb competir no mercado.

  40. Vou na contra-mão da rapaziada!!
    Primeiro, a matéria não cita a fonte, então estamos iluminando com vela.
    Segundo, não cita quantas Pohang viriam, diz “grande número” de quantas ??
    Terceiro, sempre reclamamos sobre aquisição de navos de segunda mão e estas foram produzidas entre 1984 (PCC-756) e 1993 (PCC-785) o que dá uma média de 20 anos de uso!!!!
    Quarto, não tem convés para heli e não me parece viável a extensão na popa pois fica muito próximo dos mísseis AN. Helis são necessários devido a extensão de nossa costa e as distâncias envolvidas, ao contrário da Coréia do Sul, de pequenas dimensões.
    Quinto, configuração de combate esquisita, canhão de mais e míssil nenhum, embora viessem para patrulha oceânica.
    Sexto, disponibiliza-las ao Brasil, significa que estão defasadas para os coreanos (?) e por consequinte devem ser substituídas por um novo navio muito melhor. Então, para nós seria melhor termos este novo também, oras !! Para comparar, seria a mesma coisa que quisessemos vender as Inhaúma e fossemos construir novas Barroso, muito melhores.

    Quanto as KDX-II, aí já concordo, mas não são as top, top são os KDX-III. Penso serem os KDX-II mais caros que as FREMM.
    Mas aí vem a pergunta : As KDX-II viriam com todo o equipamento americano ?? Com ou sem restrições ?? Com ou sem LIMITAÇÕES de quantidade de SM-2, CIWS e Harpoon ?? Com radares 3D ??
    E o pior…. quanto custam ??

    Não sei, vou aguardar….. embora seja meio duvidoso.
    Sds.

  41. A oportunidade é muito boa, chegaria bem na hora, já que não temos mais nenhum destróier na ativa ( o Pará não volta mais a operar) e a quantidade de corvetas ( Inhauma,Barroso) é muito pequena. Se modernizas-sem o AMRJ, poderíamos construir os Scórpene lá, sem a necessidade de construir um novo estaleiro.

    No Youtube, digitem 76-SR. O vídeo mostra o mesmo modelo de canhão das corvetas sul-coreanas em plena ação, é impressionante a cadência de fogo, parece que não acaba.

  42. NaPaOc sem helicóptero não dá, né !!!!

    Já chega termos escoltas sem canhões !!!

    Daqui a pouco vão querer SNA’s sem torpedo ???

  43. Os coreanos precissam se “livrar” das Pohang.
    Com a grana, vão produzir entre 12 e 30 navios de um novo projeto chamado de FFX (Future Frigate eXperimental). Serão multirole.
    Pretende-se que a primeira fique pronta em 2015.
    Porém, os espertos, vão equipa-las BEM melhor. Vejam:

    “The initial batch will mainly focus on regular operations like patrolling the coastlines of the peninsula, detecting enemy submarines and convoying transports, but batch-II and -III will more be specialized on anti-air and anti-submarine duties. Although the frigates will be constructed on a stealth-based platform and equipped with 76mm+ cannon, Korean Anti-Submarine Rockets (Hangul: 청상어; Blue Shark), Korean Anti-Ship Missiles (Hangul: 해성; Sea Star) with Korean VLS, Korean Surface to Air Missiles (Hangul: 철매; Iron Eagle), CIWS(either RAM or Goalkeepr), Anti-Submarine Helicopter, and possibly SPY-1F radar, the detailed specifications are not announced yet from the officials.”

    Sds.

  44. Improvável que os EUA permitam a venda de seus sistemas de armas sofisticados ao Brasil. O Standard SM2 jamais será autorizado pelo Congresso Americano para uma marinha Sul Americana (talvez daqui a uns 10 ou 20 anos, quando já estiver bem obsoleto), ainda mais a nossa, com um governo simpático ao camarada Chavez.

    O que poderíamos conseguir seria o casco, integrado com sistemas de armas de origem européia.

    De qualquer modo, acho tolice comprar 4 fragatas de 6000 toneladas, o ideal seria adquirir 6 ou mais de 4000, mais baratas de comprar e de operar e com letalidade até equivalente, dependendo do armamento e sensores embarcados.

  45. q porcaria de boa escolha nda!!!!!!!!!! a marinha esta muito ciente disso pois ficar comprando sucatas ñ dá…e depois onde vai parar a tal capacitação,tanta a marinha como a fab sabem muito bem disso pois ambos estão com progetos muito bem resolvidos..ja c foi a era da compra de prateleira,temos é q construir navios aqui mesmo.a unica coisa q sou a favor “por enquanto” seria de adquirir masi navios de desembarque….abração a todos

  46. Não vamos ficar divagando sobre a compra disto ou daquilo. Parece que não ha interesse por parte dos governos brasileiros em comprar nada, nos ultimos vinte anos que se discute de tudo em quanto se bebe um cerveja bem gelada, os ultimos governos NEO bla-bla-bla!! estão preocupados em manter os seus gordos salarios e suas mordomias e se alguma guerra começar pedimos emprestado para o Hugo Chaves uns botes de borracha. Lembram do incrivel exercito de Branca Leone?

  47. Mais navios de desembarque ? por que ? em que conceito

    Baseado em que as Po Hang são sucatas ?

    O que vc entende como função e modus operandi de um navio de patrulha ? Principalmente considerando nosso teatro e necessidades

    Alem do que teria a modernização COREENSE do arsenal, alguem tem duvidas da tecnologia COREENSE de construção naval

    quale o PROJETO bem desenvolvido da MB

    PS: não é sarro nao, apenas justifica ai em cima o teu texto

    MO

  48. Ostra, de onde voce tirou os navios de desembarque de seu post acima.Tem vinculação com a proposta dos coreanos para a reforma do Arsenal e a construção do KDX?

  49. Bem, a proposta coreana pode ser coberta pelos franceses ou mesmo os alemães com maiores ganhos de tecnologia. Na parte do ferro velho, os primeiros podem mandar como contrapartida avisos A-69 (da mesma geração tecnológica das Po Hang), que eles estão doidos para desativar. São navios simples e baratos de manter, com boa capacidade anti-superfície e anti-submarino., mas também sem helicópteros. Os segundos, aquela beleza que ainda são as Bremens.

  50. Algumas informações sobre a proposta, segundo o Pedro Paulo, jornalista do Correio Brazilience, a proposta é oficial, foi feita pela embaixada da Coréia.
    O negócio envolveria a reforma da AMRJ e entrega de 10 Pohang, grátis, em troca da compra de 4 KDX-II por US $ 2 Bi, sendo que estas seriam feitas por aqui.
    As unidades da Pohang teriam vida útil de pelo menos + 15 anos, tempo suficiente para nós fabricarmos uma nova geração de patrulhas.
    Eu acho que seria um ótimo negócio, mas infelizmente são poucas as chances de que se realize, já há muitos “interesses” comprometidos com o pacote francês.
    Em dezembro o acordo deverá ser fechado com 4 a 6 Fremm e vamos ficar ainda muitos anos sem ter barcos patrulhas suficientes.

  51. Agora, sim,comecei a achar bom o pacote coreano. Tomara que o lobby francês de que fala o Cláudio seja neutralizado. Dez corvetas!

  52. Senhores,

    considerando o fato de o estaleiro da Hyundai Heavy Industries (sul-coreano) ser considerado o maior estaleiro do mundo, parece que tal parceria com os sul-coreanos seria bastante profícua para a Marinha do Brasil (AMRJ), no entanto achei o projeto dessas corvetas coreanas um pouco ultrapassado e o armamento insuficiente (sem helicóptero, sem mísseis para defesa anti-aérea, acho que não há espaço suficiente nem para operar adequadamente um VANT, como o Carcará usado atualmente pelo CFN). Talvez fosse melhor insistir no projeto Combattante BR70 da EMGEPRON ou num aperfeiçoamento desse projeto para os NaPaOc.

  53. Para ver como somos medíocres e a que ponto chegamos: considerar a compra de navios de segunda mão da Coréia!
    Primeiro, é uma embarcação “meia boca” e a qual possuímos knowhow técnico para fazer, muito melhor, aqui no Brasil. Esses navios nao possuem hangar, mísseis anti-aéreos, e outras coisas que qualquer corveta MEKO tem.
    Segundo, se não projetarmos nunca saberemos fazer, só continuaremos comprando tecnologia dos outros. Trabalho no ramo, sei como é caro.
    Terceiro, imaginem o número de emprego, de alto nível, que poderíamos gerar com o fortalecimento da Engeprom e de estaleiros nacionais. Isso é agragar valhor para a economia, ao invés de nos orgulharmos em vender soja devemos fazer computador e carros (nem temos uma industria automobilistica nacional! Vergonhoso!);

    Podemos muito bem fazer navios do porte no Brasil e começar algo que realmente nos daria orgulho. A cada dia que passa fico com mais vergonha de ser brasileiro. Somos muito vira-latas!!!
    Oportunidade de ouro… só me faltava essa.

  54. Como já postei antes, sou contra as Pohang.
    No entanto sou muito à favor das KDX-II, melhor ainda se fossem as KDX-III.
    O melhor da proposta coreana é a construção e operação privada do estaleiro militar, coisa de país desenvolvido, ao contrário daqui.
    Marinheiro tem que operar e não construir !!!
    Mas duvído que o loby francês seja perdedor.
    Sds.

  55. Desculpe, eu não sou da marinha, portanto talvez alguém da área possa me explicar mas para que precisamos de um barco patrulha com sistema de mísseis antiaéreo?
    Caso cheguemos a situação de navios inimigos com helis ou mesmo aviões, atacarem a nossa costa não vai ser com navios desse porte que combatermos essa ameaça.
    Bem, um navio patrulha, a princípio, é para combater a pesca ilegal, a ação de contrabando / pirataria e auxiliar barcos em situações de perigo, para isso não precisamos de um barco que faça 30 nós, precisamos sim que tenham capacidade de fazer um resgate em caso de tempestades fortes e uma boa autonomia, tendo em vista o tamanho da costa brasileira Afinal até onde eu sei, um pesqueiro ilegal ou mesmo uma lancha com contrabando não tem velocidade para escapar de um tiro de um canhão de 57 mm.
    Um navio patrulha com um sonar bom e torpedos anti-submarinos, eu entendo, pois eles podem auxiliar outros navios na localização e no combate de uma ameaça, mas mísseis antiaéreos ou de superfície, são para corvetas e fragatas.

  56. Muito feliz o comentário feito por Baschera, as KDX-III construidas no Brasil por um estaleiro privado(coisa de primeiro mundo), é um sonho que tem data certa para acabar (dezembro com Sarkozy).
    Sds.

  57. “Para ver como somos medíocres e a que ponto chegamos: considerar a compra de navios de segunda mão da Coréia!”
    Acho que muitos aqui estão levando a questão pelo lado emocional.
    É verdade que os Pohang são navios antigos, e que deixam a desejar em alguns quesitos, mas levando-se em consideração a realidade da marinha brasileira, acredito que são uma ajuda muito bem vinda, pois os navios serão de graça e como muito disseram, ajudarão a preencher uma lacuna que existe na marinha Brasileira até que novos navios mais capazes venham a ser adquiridos.
    Concordo com todos os que defendem que o Brasil merece navios de ponta, e que seria melhor receber navios usados de outros países (europeus), pois estariam em melhores condições, mas não conheço nenhum outro país que tenha se disposto a enviar tais navios de graça ao Brasil, pois apesar de usados preferem vendê-los.
    A única razão pelo qual não vejo vantagem em aceitar a oferta coreana (os Pohang), seria pela possibilidade do Brasil se acomodar com estes navios e deixar de investir em novos navios, pois como todos reconhecem o Brasil precisa de navios mais modernos, mas enquanto não temos dinheiro para isso …..
    A oferta coreana não contempla apenas as fragatas, mas também fornecimento de tecnologia, modernização da AMRJ, 10 corvetas ainda em operação de graça, e mais, se tudo isso der certo, a possibilidade do Brasil de estabelecer uma aliança militar com um país que tradicionalmente concede benefícios muito melhores que os países europeus e os EUA.
    A Coréia tem 5 mil anos de história, e uma tradição militar que sobreviveu a inimigos como a Rússia, EUA, China, França, Japão e Mongólia. Não acredito que sejam uma país tão ruim assim de se ter como aliado.
    Por fim, uma vez que estamos num blog de assuntos da marinha gostaria de sugerir aos curiosos uma leitura na bibliografia do almirante Yi Sun Sin da Coréia. É o maior herói militar do país ( e é da marinha !!).

    http://en.wikipedia.org/wiki/Yi_Sun-sin

  58. Acredito que as Pohangs seriam ideais para a patrulha na area do pre-sal e amazonia. 10 navios ja é um bom numero. Mas, ai vamos considerar dois pontos:

    KDX II: Navios muito belos, modernos e poderosos, mas seus sistemas de armas são norte-americanos, bem como muitos sistemas…Infelizmente já conhecemos o Tio Sam para sabermos que teriamos que nos revirar para adaptar outros sistemas a esse navio.

    Pohang: Seria bom termos essas 10 e acredito que mesmo todas as 24! Mas, isso viria do acordo sul-coreano. Mas, alem do motivo acima, ainda temos o loby frances que é fortissimo no governo…então…
    As Pohang poderiam ter removido os misseis Harpoon e os Exocet, e a torre de 40mm traseira para se construir um convoo para um heli. Seria muito bom termos uma frota de 24 desses navios e depois construirmos uma versão nacional dos mesmos, só que mais moderna para serem os futuros NaPaOc.

    Hyundai: Os coreanos não estão brincando no momento. Em novembro o pres. da Coreia do Sul vem ao Brasil lançar a pedra fundamental da HYundai em Piracicaba, além da Kia ter tb investido em uma fabrica de carros aki traves da Gandini.
    A Hyundai quer investir tb em navios e energia e parece que eles chegaram com a pasta 007 cheia de dólares pra investir. Se eles fizeram uma pressão maior podem levar algum acordo. Ah! Nem a ameaça de uma multa de 1,5 bilhão de reais do caso Asia Motors não subestimou os coreanos. Então é para se levar a noticia do AMRJ bem em consideração.

  59. […] O destróier KDX-II Dae Joyeong (DDH 977) é visto nas fotos visitando Istambul, em 23 de outubro, em sua viagem de instrução que começou em 25 de agosto. O navio vai visitar um total de 15 países e retornará à Coreia do Sul em 24 de dezembro. Essa classe foi analisada pela MB para sua futura geração de fragatas e os sul-coreanos fizeram uma proposta de modernização da AMRJ para a construção de seis unidades. […]

  60. […] bem armadas e equipadas, que deslocam 5.200t — ao custo unitário de US$ 420 milhões. Como atrativo extra, ofereceram a doação de 10 pequenas corvetas da classe Pohang, de 1.200t. São barcos empregados em missões de vigilância, que permitiriam ampliar imediatamente a […]

  61. pena que os nossos politicos so pensam em mamar, nao fazem nada em prol da nacao, so pensam neles e maracutaias…….eh so ver esses anos todos de democracia, soh ha escandalos e ninguem vai preso….
    e nao fazem nada em prol das nossa combalidas forcas armadas….
    que pena que nosso pais seja assim………

  62. Isso ai ta parecendo até um FX-2 OU MX-2, estamos sonhando com algo que nossos representantes não dão a menor importância, esse tipo de investimento não traz votos, tem grande rejeição por parte da população brasileira, que não injustamente gostaria de ver todo este dinheiro gasto em educação, saúde e outras prioridades também importantes.Não acho que a defesa do nosso país e o desenvolvimento tecnológico seja menos importantes, creio que se fossemos mais organizados, atuantes e principalmente vigilantes com o dinheiro dos nossos impostos poderíamos fazer tudo isso e sonhar com o BRASIL grande, poderoso e respeitado.

  63. Acho que a turma esta tratando a questão muito emocionalmente. 10 corvetas(patrulhas) antigas não é nada, talvez a compra de um projeto moderno e o estabelecimento de um plano de estado e não de governo para equipar as FA’s seja o que precisamos. As nossas fomças armadas parecem de brinquedo se comparadas as dos demais paises.Vamos falar sério. Concordo com o RT

  64. […] tinha sido incorporados quando o gráfico foi feito. Os navios que existem em maior número são as corvetas da classe “Pohang”, que teriam sido oferecidas ao Brasil na proposta da Hyundai para a modernização do AMRJ e fornecimento das escoltas […]

  65. Comprar navios Coreanos é aceitável se os termos forem bons e os armaemntos vierem no estado da arte para o momento.
    Aceitar Pohangs, só como medida emergencial para suprir as carencias hoje sentidas de proteção do litoral.
    Não pdemos continuar com a nossa Marinha “encalhada” no Rio de Janeiro, sem verbas para exercicios ou compra de armamentos atualizados. Não podemos repetir a compra dos couraçados M.Gerais e S. Paulo. Já vieram capados, com artilharia escondida e maquinario obsoleto na época em que a Agentina já comprava couraçados a turbina mais velozes e mais bem armados.

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