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… segundo a opinião de 1.111 leitores do Blog Naval, que votaram na última enquete. O Rafale recebeu 42% dos votos, o F/A-18E 28%, o Su-33 10%, o F-35B 7%, o MiG-29K 4% e o Tejas Naval 3%. Somente 6% dos leitores votaram pelo fim da aviação embarcada de asa fixa na MB.

Dois protótipos do Rafale operaram no PA Foch (hoje NAe São Paulo), na fase inicial de testes (na foto acima, o avião decola da catapulta de vante do Foch).
O protótipo M01 realizou os primeiros testes a bordo em 1993, com o primeiro pouso ocorrendo no dia 19 de abril daquele ano. A primeira decolagem ocorreu no dia seguinte.
O protótipo M02 realizou operações no Foch no período de 27 de janeiro a 4 de fevereiro de 1994, junto com o M01, na segunda fase de testes.
A terceira fase de testes a bordo foi realizada somente pelo M02, começando no dia 17 de outubro de 1994 e compreendendo 3 semanas no total. Foram realizados 28 lançamentos do Rafale, incluindo 2 à noite.
O peso de decolagem do avião foi limitado a 16.500kg para lançamento a partir do Foch. O peso máximo de operação é de 21.500kg.
Para resolver o problema do pequeno comprimento das catapultas do Foch (50m contra 75m dos NAe americanos) foi instalado um mini ski-jump com 1º 30′ de inclinação, na extremidade da catapulta, possibilitando uma compensação de velocidade de 20 nós (37km/h) ou 2.000kg de carga extra.

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

30 Comentários to “Rafale é o preferido para substituir os A-4 Skyhawk…”

  1. Hornet disse:

    Pois é, eu também queria trocar meu carro por uma Ferrari, mas…

    Eu fui um dos que votou no Rafale, mesmo sabendo que, caso isso venha a acontecer um dia, vai demorar um bocado…

    abraços a todos

  2. marcandrey disse:

    Boa, um segundo turno entre o Rafaleco Cegueta e o F-18 Exterminador, seria uma boa, mas sem essa de NDA!!!!! Nada de indecisos!!!!

  3. Hornet disse:

    Ah! é campanha eleitoral…então quero recontagem de votos. Fiquei só com 28% dos votos. Como pode isso?!!! Tem caroço nesse angu! Acho que o processo não foi transparente…rs.rs.rs.

    Votem em mim, votem no F-18!!!…rs.

    abraços a todos

  4. Walderson disse:

    Amigo Mauro,

    TSEGOND foi demais. Rsrsrsrs. A criatividade está solta. Rsrsrsrs.

    Um abraço.

    Caro Hornet,

    quem sabem vem 2º turno por aí?
    Um abraço, amigo.

  5. McNamara disse:

    Acredito na vinda do Rafale para a MB, se ele for adquirido antes pela Força Aérea. Operação no Opalão nem pensar! Do jeito que a coisa anda, virão os Turbo Tracker (que para esse momento são uma ótima escolha)e a modernização de alguns A-4. Os eventuais Rafales da MB seriam para um eventual substituto do A-12. Com isso, estabelece-se uma doutrina de adestramento e emprego da aviação embarcada “full”. Já é um passo gigantesco.

  6. Hornet disse:

    Amigo Walderson,

    já estou em campanha pro segundo turno. rs.rs.rs.

    Vote em Hornet, a melhor opção para seu porta-aviões e para toda a sua família (???)….rs.rs.rs.

    Hornet, o único que tem um passado limpo!!!rs.rs.rs.

    e por aí vai…

    um forte abraço

  7. EMERSON FULLY disse:

    Não podemos substituir osA-4 pelos RAFALE,pelo seguinte motivo: o A-12,não suporta tal aeronave,de modo que seja satisfatório.Ou vocês acham que se pudessem operar o RAFALE a bordo do FOCH,eles teriam se desfeito apenas pra ficar com um único NAE nuclear,cheio de problemas?

  8. RL disse:

    O que vocês acham??

    O Brasil faz um acordo com a Argentina, em modernizar apenas 20 unidades do A4 com os avionicos utilizados pelo F5M ou A1. O contrato permitiria o treinamento conjunto entre a força aeronaval brasileira e da armada argentina.
    De preferência, os nossos por estarem em melhores condições de uso devido ao baixo desgaste das unidades. A Argentina, gradativamente iria “Canabalizando” seus 36 para peças de reposição. Todo o centro de manutenção e reparos ficariam em Córdoba em parceria com a Embraer já visando parcerias futuras como a aquisição de jatos executivos pela Aerolineas Argentina e o futuro cargueiro C-390.
    O Nae São Paulo, seria também nesse acordo utilizado em parceria com os Argentinos. Esses 20 A4 seriam utilizados apenas para treinamento avançado por ambas as forças. Tanto Brasil quanto Argentina, poderiam utilizar os turbo Tracker argentinos e brasileiros em operações em conjunto.

    Brasil e Argentina, poderiam formalizar juntos a compra de 60 unidades do caça Rafale Naval, para manter futuramente a parceria.
    36 unidades para a FAB e 24 para a Argentina.
    A filosofia da FAB iria mudar radicalmente em conjunto com a MB em respeito da Força Aeronaval. Nossos pilotos, iriam ser multifuncionais 100% utilizando uma plataforma que permita isso, inclusive aptos a operar em Nae´s quando necessário, alem de toda a doutrina empregada de uma Força Aerea comum.

    Em um futuro a médio prazo, o Brasil poderia comprar no mercado externo um porta aviões com maiores capacidades.

    Não custa nada sonhar né?!..mesmo que a ideia seja totalmente maluca como essa ..rsrrs.

    Abraços.

  9. ronaldo souza gonçalves disse:

    Acho que algumas modificações no spaulo como uma rampa em grau.melhoria das cataputas com mais pressão modificaçoes no elevadores .poderia tranquilamente operar o rafael sem restrições.ainda surgiro que reformem uns 6 a-4 pois eles poderiam voar junto com os rafael e operearem como patrulha para a frota

  10. mv disse:

    ronaldo a aeronave chama-se rafale e naum rafael!!ok!!
    sds

  11. Vassily Zaitsev disse:

    Amigos, cumpanheiros de longa data, sou o F-35. Votem em mim. Prometo ser fabricado mais de 4000 vezes. Só por esse motivo, prometo ter um custo de manutenção mais barato que todos. Alêm do mais, sou furtivo, ninguém me vê. Chego, faço todo o estrago necessário e dou no pé, são e salvo.

    Esse competidor que todos falam que já “ganhou” essa enquete, lhes digo umas verdades sobre ele: ninguém o quer, fora seu fabricante é claro, pesa muito mais que eu ( O Opalão, digo, São Paulo, não aguentaria o tranco, ficaria corcunda rapidinho), na tela de radar inimiga, é tão discreto como um estouro de boiada, de tão grande o seu retorno.

    Brincadeiras à parte, gostei da idéia “segundo turno”.

    Votei no F-35B, por causa das características do Opalão: sua catapulta não aguenta Rafale/ F-18E por causa do curto tamanho da mesma ( 50mt). Pena que já saiba : O F-35 não estará disponível para o Brasil antes de 2020.

  12. Marcelo R disse:

    Acredito que ja esteja em estudo adiantado pelo nossos estudiosos, um pacote naval com 12 unidades Rafale mais o Charles De Gaule de brinde, mais para 2050.
    O problema é que na França não tem deserto!
    Como é que vamos procurar um bom deserto cheio de otimos caças na França?

  13. Tiago Jeronimo disse:

    Milagre! Os russos não levaram essa!

  14. Rodrigo Rauta disse:

    Realmente o meu voto seria do f-35, mas pensando de maneira logica, usei o “voto util”, ja que provavelmente a FAB vai de Rafale.Os custos ficariam menores( se é que isso é possivel) e teriamos uma integração maior entre nossos pilotos.Acredito , inclusive, que a maioria votou no Rafale por esse motivo.MAs ja que vai ter segundo turno e o candidato “democrata” ta ai eu votaria nel!! F-35 neles!!!! e com AMRAAM!!!!

  15. joao disse:

    Do jeito que vao as coisas,quando chegue os 36 Rafales no Brasil,o resto do mundo ja vai estar usando X-Wing Fighters…rsrsrs.

  16. Hornet disse:

    Para um “segundo turno” justo, acho que precisávamos ter duas votações, ou melhor, duas enquetes. A primeira pergunta seria:

    “Qual o caça embarcado que vc gostaria de ver voando na MB? E em que tipo de NAe?” – aqui pode-se delirar à vontade, digamos que a MB ganhou na Mega-sena e grana não é o problema.

    e a segunda pergunta seria:

    “Qual o caça embarcado seria mais compatível com a realidade da MB e poderia substituir os A-4? E qual NAe poderia ser o substituto do Opalão, dentro de uma realidade concreta?” – aqui o “delírio” tem que estar limitado à realidade das coisas.

    Como eu disse no primeiro post (acima), é lógico que eu queria ter uma Ferrari…só que não ganho nem pro combustível dela, então tenho que me contentar como meu carro “véio” mesmo. Agora se me perguntarem, vc quer ter uma Ferrari ou um FIAT Uno? Claro que eu quero a Ferrari…

    Então, acho que temos que separar as coisas: uma coisa é o que gostaríamos de ter na MB, outra coisa é o que a MB pode ter…e uma outra coisa ainda é o que a MB quer ter…lembremos que a aviação de caça naval (Opalão e Skyhawks) não é uma das prioridades da Marinha no momento (mas deixemos essa questão de lado, pra efeito da realização do “segundo turno”)

    Por isso que às vezes acho que nós quase “nos matamos” e chocamos as idéias, aqui no Blog, mesmo sem ter muitos motivos para tal coisa. É que alguns pensam a partir da realidade da MB (ou da realidade das FAs de um modo geral) e o que seria melhor pra ela, mas dentro desta realidade (de orçamento apertado, de projetos em andamento e tudo isso que já estamos cansados de saber); e outros, pensam a partir do que poderiam ser os melhores equipamentos para a Marinha, mas sem levar muito em consideração a realidade de nossas FAs. E esses dois pensamentos às vezes se chocam, pois uns querem 18 submarinos Nucleares de uma vez só, 5 frotas nucleadas em NAe, 180 caças embarcados e mais uns 60 caças baseados em terra…ou seja, acham que temos o mesmo orçamento da US Navy e da Royal Navy juntos. Todo mundo queria isso, ninguém está dizendo que não…E tem outros que pensam a partir da realidade da MB, e a realidade da MB é um Opalão “semi-novo”, uma meia dúzia de A-4 operacionais (se tanto!), a possibilidade de termos alguns Trackers pra daqui uns dois anos, 5 subs convencionais e a possibilidade de termos mais 4 convencionais e talvez um Sub Nuclear daqui uns 15 anos, a “Barrosinha” estalando de nova, mas já meio “velha”, um único Contratorpedeiro que ninguém sabe direito pra que serve e coisas assim. Ou seja, entre o sonho e a realidade temos uma distância enorme.

    Daí que proponho essas duas enquetes. Uma pra saber qual a nossa preferência em termos de um verdadeiro caça de defesa da frota e qual seria um verdadeiro substituto pro Opalão, e uma outra pra pensarmos qual poderia ser o caça possível para a MB, que um dia pudesse substituir os Skyhawks, e qual poderia ser um substituto viável pro Opalão, tendo em vista que ele não vai durar pra sempre e também não vamos construir nenhum Porta-aviões no Brasil nesse meio tempo.

    alguém topa a brincadeira? Um segundo turno “dividido” em duas partes…

    abraços a todos

  17. storm disse:

    Tenho uma ideia e uma pergunta?

    Não seria uma alternativa para a MB operar os F-18 C/D versão horiginal do Hornet que ainda esta em operção na US Navy, pois estes aviões tem dimensões e peso de decolagem menor que o Super Hornet e o Rafale, não estariam estes aptos a operar nas catapultas do São Paulo?

    Neste caso nem seria necessária modernização dos A4 Skyhank. deixaria essa idéia de lado e já comprariamos uns 24 F-18. Especialmente se o Super Hornet for o vencedor do FX-2 ficaria mais fácil

  18. Walderson disse:

    Amigo Hornet,

    muito boa intervenção. Falou tudo e de maneira simples.
    Um abraço.

    Amigo RL,

    ainda bem que vc falou em sonho e idéia maluca, pois qdo comecei a ler a sua mensagem só pensei assim: o caboclo tá delirando, tomou chá de cogumelo. Rsrsrsrs.
    Isso é sacanagem com a nossa MB. Eles é quem iriam suportar os adoráveis moradores da região austral da AL. Rsrsrs. Penso que eles jamais aceitariam, mas supondo que aceitasse, iriam colocar uma condição: usaremos nossos A-4 (pois são argentinos tb), pois são mais confiáveis. Rsrsrs
    Um abraço, amigo.

  19. Walderson disse:

    Caro Hornet,

    tb não entendi (????) aquele papo de ser melhor pra família. É melhor vc se explicar antes de perder alguns votos. Rsrsrsrsrs.

    Um abraço, irmãozinho.

  20. Hornet disse:

    Walderson,

    veja bem, meu caro eleitor (rs.)…tendo em vista a atual conjuntura econômica e a crise que assola toda a Marinha brasileira, na minha plataforma de governo, o lazer e a cultura não ficarão de fora. Quem não está ligando a mínima para o lazer e a cultura são os meus adversários. Esses sim, uns sacanas, que só querem ganhar a eleição com “marketeiros”, mas sem nenhuma plataforma de governo realmente sólida…(rs.). Mas voltando ao assunto, meu nobre eleitor…como eu estava dizendo, tendo em vista a crise da MB, eu prometo que, mesmo sem voar, já serei uma atração turistica para vc e toda sua família, pois como o Opalão….quer dizer, o nobre NAe São Paulo de tantas glórias e serviços prestados ao país, nunca navega, porque eu deveria voar. É um erro pensar isso, sem falar que consome combustível (que é dinheiro do contribuinte) à toa. Eu, Hornet, valorizo o dinheiro do contribuinte…ao contrário dos meus concorrentes (veja os custos do caro colega adversário Rafale, custos astronômicos!!!). Então, tendo em vista minha plataforma de governo, eu serei muito mais útil pra sua família, que terá fins de semanas divertidos, cheios de lazer e cultura aero-naval, me vendo em exposição nos hangares de São Pedro da Aldeia…uma cidade, diga-se, muito bonita e agradável. Hornet diz, Hornet faz, esse é meu lema.

    Vote em Hornet, meu número (e letra) é F-18. Na hora de votar, basta aapertar a letra f, depois o número 18 e confirmar na urna eletrônica…rs.rs.rs.

    um forte abraço

  21. thiago disse:

    É SÓ AUMENTAR A PRESSAO DAS CATAPULTAS+ SKI-JUMP
    DEIXAR A INTERCEPTAÇAO P/RAFALE/ E AS BOMBAS P/A-4 MODERNIZADOS

  22. jorhys disse:

    O melhor seria um misto de f-18 hornet, s-3 vicking e o a-4 skyhawk, tonaramos uma mais força aeronaval, mais combativa, e com um esquadrão de instrução na Baenspa, onde tivessemos, t-29/a-29 super tucano, e uns biplaces do a-4 e f-18, como disse o no nosso amigo rl, sonhar não custa nada….

  23. Luca disse:

    O Rafale é uma aeronave boa de baixo custo e de grande qualidade.Realmente, esse avião daria um grande poder a MB.
    O F-18 é um avião mais antigo. Embora também seja muito bom, nem chega aos pés do Rafale.
    O SU-33 é um ótimo avião, mas acredito que não seria uma boa escolha para a MB, pois ele muito grande para operar em um porta aviões do porte do São Paulo.
    O F-35B sem dúvida seria a melhor escolha, apesar dos altos custos. Seria uma máquina e tanto, elevaria o Brasil a um patamar bastante elevado.
    O Mig -29K Seria uma boa escolha também. Mas sinceramente,acho que o Brasil devia sair desse ciclo EUA-Rússia e adquirir logo os Rafales.

  24. Cássio disse:

    Concerteza o Rafale é um ótimo caça,apesar também dos baixos custos,Rafale não chega nem aos pés do F-22 Raptor,que é ultilizado pela Força aérea dos EUA.E também Brasil não teria condições de comprar um raptor.Sua única saída seria o Rafale,que também é uma boa aeronave de caça.

  25. Naval/MadTurtle disse:

    O mundo todo fala do F-22 como tal e coisa tal. Os EUA “tentam” fazê-lo desde a década de 80. O seu custo operacional é tal grande que nem mesmo a USAF vai substituir o F-15 na razão de 1:1, além de ser o caça mais caro. O F-35 tal propalado ainda nem foi terminado e nem se sabe se vai ser. Pelas últimas notícias ele esta sendo revisto por quase todos os países do consórcio, pois, seu preço de aquisição e manutenção se tornou muito caro até mesmo para países com dinheiro. E nas simulações em que ele foi utilizado contra caças atuais ele não foi tão bem assim.
    Para o Brasil, FAB e MB o Rafale M, desta maneira a padronização seria muitíssimo bem vinda. O Rafale é um ótimo caça multifuncional em um patamar mais elevado que o Hornet.

  26. jonas disse:

    porque a FRANÇA não pensa em ter caça de quinta geração o rafale da conta do recado ?

  27. Paulo Roberto disse:

    Vamos ser práticos, o americanos são cheios de burocracia para seus armamentos, o que adianta ter um ______avião em que o inimigo detem o conhecimento de todos os códigos fontes, pois isso eles não abrem mão para nós.
    Melhor ter-mos um caça inferior e possuir-mos o conhecimento dos códigos fonte, pois os franceses se comprometeram em abrir, vamos acreditar.
    Pois numa guerra moderna a pena vale mais que a espada.

  28. celso disse:

    Que tal usarmos os Fantom baseados no deserto ou F5, ou Mirage, talves eles nos façam bem baratinhos, pois até hoje só compramos sucatas, e pelo visto continuaremos a fazer o mesmo.
    Temos que pensar em maquinas que possam ser construidas aqui no
    Brasil e que possamos dar manutenção em qualquer tempo (paz ou guerra) e gerarmos empregos e desenvolvermos nossa industria de autodefesa.Ou comprarmos de quem nos venda o aparelho e a tecnologia juntos. Quanto a nossa Marinha, vamos investir nos Estaleiros nacionais, construir navios para a marinha de todos os tamanhos e tipos, por que não pensar em Porta Aviões.

  29. zeh cleber disse:

    Ei como assim SU33 e MIG29? essas aeronaves decolam do nosso porta avioes? e o peso delas é aceitavel? eslas “aterrizam” nele? o “elevador dele suporta essas aeronaves?

  30. Marques disse:

    A marinha já se mostra interessada em adquirir esta aeronave mesmo que ela não venha para a FAB o que seria uma lastima, pois poderíamos ter duas forças usando esta aeronave com uma só doutrina operacional no combate aéreo e no apoio de tropas com missões distintas a cada força.

    Aguardando a definição da FAB sem muito alarde a Marinha se mostra interessada na aeronave Rafale como principal vetor de interceptação na defesa da esquadra e dos interesses do Brasil na defesa do pré-sal.

    De acordo com o Plano de modernização da MB 2010/2030 o Rafale será a nova aquisição para a Força Aero Naval.

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