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	<title>Comentários sobre: Turbo Tracker, o retorno</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Por: laerciobecker</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-41463</link>
		<dc:creator>laerciobecker</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 16:02:05 +0000</pubDate>
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		<description>Essa aquisição de S-2 Tracker pela MB é uma idéia que tem mais de 10 anos. Vejam só esse trecho de: LUCCHESI, Cláudio. Skyhawk: o jato da Marinha. Air &amp; Sport by Skydive, ano 5, nº 30, 1998, p. 44: 

&quot;... recentemente foi apresentada pela Embraer uma opção bastante interessante (e bem mais econômica), segundo a qual a empresa, como contratada principal, reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy, remotorizando-as como turboélices, e instalando um sistema AEW com domo ventral (possivelmente com parceria dos suecos da Ericsson, cujo radar Erieye será usado nos EMB-145 do SIVAM) – tudo a um custo de US$ 13 milhões por aeronave. Além disso, haveria ainda a possibilidade de alguns desses Tracker atuarem como aeronaves utilitárias embarcadas, como os Grumman C-2 Greyhound da US Navy. Segundo fontes da Aviação Naval, a Embraer estaria bastante empenhada nesta proposta, com vários oficiais da Marinha já estando convencidos de que esta seria realmente a opção mais acertada.&quot;

O que eu não entendi, quando li aquela matéria em 1998, é por que não foram aproveitadas as células dos P-16 do GAE, que estavam estocadas no PAMA. Devia haver alguma razão de ordem técnica ou orçamentária que, de minha parte, não conseguia captar.
Alguém poderia alegar que os Trackers que se pretende comprar são para AEW e não ASW, o que requer estrutura diferente (asas dobráveis para trás, cauda com duas derivas, célula do C-1A Trader etc.), i.e., um E-1B Tracer (WF-2, Grumman modelo G-117). Só que esse artigo de 1998 falava em &quot;domo ventral&quot; (sob a fuselagem), portanto não seriam necessárias as peculiaridades estruturais do E-1B Tracer, que se destinam a um radome sobre a fuselagem. Ademais, o texto falava que a Marinha &quot;reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy&quot;, não que adquiriria aeronaves E-1B Tracer, ou que reformaria células de C-1A Trader – que, evidentemente, não havia nos estoques da FAB. 

Pois bem, a notícia de agora reprisa que serão aeronaves de AEW e informa o modelo pretendido: S-2F. Então alguém poderia argumentar que o S-2F teria vantagens comparativas em relação aos S-2A e S-2E que foram do GAE. Quanto aos S-2A, pode ser. Mas quanto aos S-2E, se o modelo S-2F (S2-F121), largamente utilizado pela USNavy, surgiu como conversão de 50 S-2B (que eram iguais ao S-2A, só que com o sistema Julie/Jezebel) para os equipamentos instalados no S-2E e aperfeiçoamento do Julie/Jezebel, francamente, não consigo vislumbrar que vantagem ele teria em relação ao S-2E.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa aquisição de S-2 Tracker pela MB é uma idéia que tem mais de 10 anos. Vejam só esse trecho de: LUCCHESI, Cláudio. Skyhawk: o jato da Marinha. Air &amp; Sport by Skydive, ano 5, nº 30, 1998, p. 44: </p>
<p>&#8220;&#8230; recentemente foi apresentada pela Embraer uma opção bastante interessante (e bem mais econômica), segundo a qual a empresa, como contratada principal, reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy, remotorizando-as como turboélices, e instalando um sistema AEW com domo ventral (possivelmente com parceria dos suecos da Ericsson, cujo radar Erieye será usado nos EMB-145 do SIVAM) – tudo a um custo de US$ 13 milhões por aeronave. Além disso, haveria ainda a possibilidade de alguns desses Tracker atuarem como aeronaves utilitárias embarcadas, como os Grumman C-2 Greyhound da US Navy. Segundo fontes da Aviação Naval, a Embraer estaria bastante empenhada nesta proposta, com vários oficiais da Marinha já estando convencidos de que esta seria realmente a opção mais acertada.&#8221;</p>
<p>O que eu não entendi, quando li aquela matéria em 1998, é por que não foram aproveitadas as células dos P-16 do GAE, que estavam estocadas no PAMA. Devia haver alguma razão de ordem técnica ou orçamentária que, de minha parte, não conseguia captar.<br />
Alguém poderia alegar que os Trackers que se pretende comprar são para AEW e não ASW, o que requer estrutura diferente (asas dobráveis para trás, cauda com duas derivas, célula do C-1A Trader etc.), i.e., um E-1B Tracer (WF-2, Grumman modelo G-117). Só que esse artigo de 1998 falava em &#8220;domo ventral&#8221; (sob a fuselagem), portanto não seriam necessárias as peculiaridades estruturais do E-1B Tracer, que se destinam a um radome sobre a fuselagem. Ademais, o texto falava que a Marinha &#8220;reformaria aeronaves Grumman S-2 Tracker, adquiridas de estoques da US Navy&#8221;, não que adquiriria aeronaves E-1B Tracer, ou que reformaria células de C-1A Trader – que, evidentemente, não havia nos estoques da FAB. </p>
<p>Pois bem, a notícia de agora reprisa que serão aeronaves de AEW e informa o modelo pretendido: S-2F. Então alguém poderia argumentar que o S-2F teria vantagens comparativas em relação aos S-2A e S-2E que foram do GAE. Quanto aos S-2A, pode ser. Mas quanto aos S-2E, se o modelo S-2F (S2-F121), largamente utilizado pela USNavy, surgiu como conversão de 50 S-2B (que eram iguais ao S-2A, só que com o sistema Julie/Jezebel) para os equipamentos instalados no S-2E e aperfeiçoamento do Julie/Jezebel, francamente, não consigo vislumbrar que vantagem ele teria em relação ao S-2E.</p>
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		<title>Por: Medeiros</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-19627</link>
		<dc:creator>Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 00:04:49 +0000</pubDate>
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		<description>olá, estava comparando o S-2 com o EMB-120, o brasília tem características muito similares e superioresz ao S2, não seria o caso de fazermos adaptaçõs de projeto (pois temos o know-how) e operar uma aeronave robusta como esta em vez de um avião mais defasado, imagine um Brasília naval, que coisa hein!  É de se pensar. Poderíamos vender para muitos países como opção mais econômica.  O que acham?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá, estava comparando o S-2 com o EMB-120, o brasília tem características muito similares e superioresz ao S2, não seria o caso de fazermos adaptaçõs de projeto (pois temos o know-how) e operar uma aeronave robusta como esta em vez de um avião mais defasado, imagine um Brasília naval, que coisa hein!  É de se pensar. Poderíamos vender para muitos países como opção mais econômica.  O que acham?</p>
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		<title>Por: Vox blog, vox dei: S-3 Viking</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-19626</link>
		<dc:creator>Vox blog, vox dei: S-3 Viking</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 21:52:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=1486#comment-19626</guid>
		<description>[...] a melhor opção de aeronave AEW/COD para a Marinha do Brasil? 47% votaram no S-3 Viking, 33% no S-2T Turbo Tracker e 10% em helicópteros Sea King adaptados. 9% votaram no helicóptero russos Ka-31. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a melhor opção de aeronave AEW/COD para a Marinha do Brasil? 47% votaram no S-3 Viking, 33% no S-2T Turbo Tracker e 10% em helicópteros Sea King adaptados. 9% votaram no helicóptero russos Ka-31. [...]</p>
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		<title>Por: CorsarioDF</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-19625</link>
		<dc:creator>CorsarioDF</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 18:24:07 +0000</pubDate>
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		<description>Galera, não se esqueçam da grande interferência que o Radar AEW sofre em aviões turbo-hélices, só lembrar do Brasília AEW e do SAAB 340 AEW, só nesse quesito o S-3 já dá um banho no S-2. Concordo com muita coisa que o Mauro e os colegas disseram, a não ser aceitar a compra de material velho para se gastar 10 vezes mais e com quase uma década pra ficar pronto em um peça de museu!!! Como disse alguns, e o P-3BR??? Tem algum em operação hoje? Já se vai quase 10 anos e NADA!!! Saiu muito mais caro do que o Casa-295 FITTS e/ou P-99 da Embraer. Se esses S-2T fossem adquiridos na década de 90 ainda seria bastante proveitoso, mas depois de quase 20 anos de atraso... Isso só acontece no Brasil mesmo. Essa política é que eu não aceito de forma alguma. Sds.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Galera, não se esqueçam da grande interferência que o Radar AEW sofre em aviões turbo-hélices, só lembrar do Brasília AEW e do SAAB 340 AEW, só nesse quesito o S-3 já dá um banho no S-2. Concordo com muita coisa que o Mauro e os colegas disseram, a não ser aceitar a compra de material velho para se gastar 10 vezes mais e com quase uma década pra ficar pronto em um peça de museu!!! Como disse alguns, e o P-3BR??? Tem algum em operação hoje? Já se vai quase 10 anos e NADA!!! Saiu muito mais caro do que o Casa-295 FITTS e/ou P-99 da Embraer. Se esses S-2T fossem adquiridos na década de 90 ainda seria bastante proveitoso, mas depois de quase 20 anos de atraso&#8230; Isso só acontece no Brasil mesmo. Essa política é que eu não aceito de forma alguma. Sds.</p>
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		<title>Por: gerson</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-19624</link>
		<dc:creator>gerson</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 14:08:12 +0000</pubDate>
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		<description>putz..... tbem sou contra o tracker. ja era. tem coisa melhor por ai.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>putz&#8230;.. tbem sou contra o tracker. ja era. tem coisa melhor por ai.</p>
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		<title>Por: Guilherme Poggio</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-19623</link>
		<dc:creator>Guilherme Poggio</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 13:19:56 +0000</pubDate>
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		<description>Senhores,

A idéia do do F-4K como CDF já tem dez anos. De lá para cá não sobrou mais nenhuma célula completa. Apenas aquelas que estão nos museus ou em exposições estáticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhores,</p>
<p>A idéia do do F-4K como CDF já tem dez anos. De lá para cá não sobrou mais nenhuma célula completa. Apenas aquelas que estão nos museus ou em exposições estáticas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Henrique Sousa</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-19622</link>
		<dc:creator>Henrique Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 12:19:12 +0000</pubDate>
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		<description>Quanto à parte do desenvolvimento operacional, muitos acham que é só sair comprando e metendo ferro nos bichos no outro dia.

Existe uma parte doutrinária que e desenvolvida em intercâmbios e exercícios, mas existe outra mais importante que DEVE ser autóctone sob pena de nunca conseguir ser autônomo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quanto à parte do desenvolvimento operacional, muitos acham que é só sair comprando e metendo ferro nos bichos no outro dia.</p>
<p>Existe uma parte doutrinária que e desenvolvida em intercâmbios e exercícios, mas existe outra mais importante que DEVE ser autóctone sob pena de nunca conseguir ser autônomo.</p>
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	<item>
		<title>Por: direto do fundo do mar</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2008/10/16/turbo-tracker-o-retorno/#comment-19621</link>
		<dc:creator>direto do fundo do mar</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 11:54:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=1486#comment-19621</guid>
		<description>Sim Nelson.

Quanto ao SP, é velho sim, mas se vcs o conhecessem por dentro depois que a MB o comprou, certamente mudariam de opinião.
Mas, o que posso fazer? Não posso levar vcs no SP. Já fiz isso com alguns e estes certamente, depois que o viram, mudaram de opinião e nunca mais o detonaram, pois entenderam e muito bem, a sua importância para a MB e para o Brasil.
Por favor, não me peçam para tecer aqui qual a importância do SP para o Brasil. Se quiserem saber, basta procurar com maturidade em fóruns como o Base Militar, o Defesa Brasil e aqui mesmo, pois muita coisa boa e importante já foi publicada aqui.

Basta superar a preguiça e ir atrás. Quem quiser é claro, pois talvez seja mais fácil, meter o malho sem conhecimento, né?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim Nelson.</p>
<p>Quanto ao SP, é velho sim, mas se vcs o conhecessem por dentro depois que a MB o comprou, certamente mudariam de opinião.<br />
Mas, o que posso fazer? Não posso levar vcs no SP. Já fiz isso com alguns e estes certamente, depois que o viram, mudaram de opinião e nunca mais o detonaram, pois entenderam e muito bem, a sua importância para a MB e para o Brasil.<br />
Por favor, não me peçam para tecer aqui qual a importância do SP para o Brasil. Se quiserem saber, basta procurar com maturidade em fóruns como o Base Militar, o Defesa Brasil e aqui mesmo, pois muita coisa boa e importante já foi publicada aqui.</p>
<p>Basta superar a preguiça e ir atrás. Quem quiser é claro, pois talvez seja mais fácil, meter o malho sem conhecimento, né?</p>
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