QG Airsoft

Depois de participarem da XXVII Operação FRATERNO, realizada no trecho entre o Rio de Janeiro e Rio Grande em conjunto com a Armada Argentina, e da URUEX-08, com a Armada do Uruguai em águas uruguaias, alguns dos navios que estiveram no sul são esperados para uma visita a Santos – SP.

No dia 10 de dezembro é esperada a Fragata Rademaker (F 49). Já no dia 11, são esperados o Navio de Desembarque Doca Rio de Janeiro (G 31), a Fragata Defensora (F 41) e a Corveta Frontin (V 33).

Lembramos que em 13 de dezembro é comemorado o Dia do Marinheiro e existe uma boa possibilidade de que os navios sejam abertos a visitação publica, como tradicionalmente acontece.

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Irá abre nova base naval no Golfo Pérsico

A Guarda Revolucionária do Irã abriu uma nova base naval no Golfo Pérsico, informou na última segunda-feira (17/11) a agência estatal Irna. É a quarta de uma série de bases navais inauguradas pela força de elite iraniana.

A Guarda Revolucionária foi designada para defender a costa do país no Golfo em setembro. A Irna afirmou que a nova base fica no porto de Assalouyeh. A instalação pretende controlar uma faixa de 300 quilômetros de costa, a oeste do Estreito, entre a ilha Kish e o porto de Dayyer.

A tensão relacionada ao programa nuclear iraniano levou o comandante da Guarda a ameaçar em junho fechar uma importante rota por onde passa petróleo, no estreito de Ormuz, no Golfo. O comandante fez a afirmação ao falar sobre um eventual ataque de Israel no território iraniano e também sobre a possibilidade de que a produção que segue para os EUA congestione a passagem. Passa pelo Estreito de Ormuz 40% da produção mundial de petróleo.

Fonte: JC Online

 

Kiel – uma longa história na construção de submersíveis

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A ilustração acima é uma representação do Brandtaucher um submersível projetado pelo alemão Wilhelm Bauer e construído em 1850 para a Marinha da Prussia. Era uma embarcação movida pela força humana e empregava três homens para se deslocar a uma velocidade máxima de 3 nós. O Brandtaucher teve uma curta carreira e afundou em 1851. Seus restos foram encontrados em 1887 e o submersível foi resgatado e recuperado para exibição. O Brandtaucher sobreviveu a duas guerras mundiais e vários deslocamentos. Atualmente o submersível pode ser visto no Museu de História do Exército da Alemanha em Dresden. Adivinhem onde ele foi construído?

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Kiel e suas histórias

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A imagem acima, retirada do Goolge Earth, apresenta as instalações da HDW em Kiel (Alemanha). Não há como falar da marinha alemã na II Guerra Mundial sem mencionar Kiel. Sob as águas escuras do estuário no entorno das instalações da HDW repousam, na “patrulha eterna”, mais de uma dezena de U-boats.

instalacoes_da_hdw_2.jpgAo lado, um detalhe da imagem anterior (em vermelho) mostrando algo que dificilmente ocorrerá novamente. Um comparativo entre um Tipo 206, um Tipo 214 (fora d’água) e um Tipo 209. O 209 pertence à marinha da África do Sul, o 214 é o Papanikolis (visitado pelo Poder Naval esta semana) e o 206 é um dos exemplares da marinha alemã. O 214 e o 209 possuem um porte parecido e ambos são bem maiores que o 206.

Na parte nordeste da primeira imagem pode-se ver parte do casco do cruzador Admiral Scheer, lançado em 1933 e comissionado no ano seguinte. Na noite do dia 9 de abril de 1945, próximo do final da guerra, cerca de 300 bombardeiros da RAF atacaram Kiel, incluindo a região no entorno das atuais instalações da HDW. Ali estava o Admiral Scheer, duramente atingido. Por sorte quase toda a tripulação estava em terra. Anos depois o local foi aterrado e o navio foi coberto por terra.

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img_0097a.jpgOlá, amigos do Poder Naval. Acabamos de chegar a Hamburgo. Antes de participarmos pela manhã da última palestra na HDW, sobre a transferência de tecnologia de submarinos e off-sets (clicar na foto ao lado e observar a tabela no telão), fizemos algumas fotos dos submarinos no estaleiro da HDW, que podem ser vistas acima.
Na primeira e segunda fotos, o U-209PN da Marinha de Portugal, que na realidade é um Tipo 214 modificado. Na terceira, um 212 da Marinha Alemã.
Depois da palestra, visitamos o Memorial Naval em Laboe / Kiel. O Monumento Naval tem uma torre de 85 metros de altura bem na costa do Báltico, à entrada do fiorde de Kiel, e fica visível por quilômetros ao redor.
img_0130a.jpgO monumento foi originalmente construído para lembrar os membros da Marinha Imperial alemã que morreram na Primeira Guerra Mundial, mas, em maio 1954, tornou-se um memorial para os marinheiros de todas as nações pacíficas e, para comemorar a liberdade em alto mar.
Além da torre em forma inusitada, que lembra uma vela de submarino estilizada ou uma chama apontando para o céu, existe também uma sala subterrânea de recordação, com muitos modelos históricos e outras peças navais e marítimas, apresentas num espaço de 7.000m² coberto com arenito do rio Weser, em uma área total de quase seis hectares.
O submarino U-995 (Type VIIC), semelhante ao do filme Das Boot, da Segunda Guerra Mundial, foi convertido em museu em 1972, para apresentar as idéias e os objetivos do Monumento Naval.
O historiador que nos acompanhou na visita, nos disse que Kiel teve 80% de sua área bombardeada na Segunda Guerra Mundial, pelos americanos e ingleses, mas que nenhuma bomba caiu nesse monumento. Existe a suspeita de que ele era usado como referência para navegação dos pilotos, por isso foi mantido intacto.
Os visitantes podem ganhar a experiência em primeira mão do sofrimento e o medo enfrentados por aqueles envolvidos nas batalhas pelo domínio dos mares a bordo desses frágeis e limitados submarinos da época. E nós hoje tivemos o privilégio de ter essa sensação, numa tarde fria e chuvosa à beira do Báltico.
A bordo de um tipo VII, mais de 50 homens ficavam confinados em patrulhas de até 3 meses, dividindo apenas um banheiro e sem beliches para todos. Enquanto alguém dormia, outro trabalhava.
Antes de vir para a Alemanha, na semana passada, me preparei psicologicamente assistindo à versão do diretor do filme Das Boot novamente. Os alemães que nos receberam na HDW gostaram muito de saber que nós conhecemos o filme e gostamos, assim como eles, pois retrata de forma fiel como era a vida nesses navios.
Nesse post estou publicando apenas algumas fotos do monumento, pois o tempo aqui é curto, mas depois, vou publicar mais fotos que fiz a bordo do Type VIIC e dentro do Museu.
Abraços a todos!

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Informações ainda não confirmadas oficialmente dão conta que o Marinha do Paquistão fechou um acordo com o consórcio alemão liderado pela HDW para a aquisição de três submarinos Tipo 214. Também não foi informado se os mesmos terão sistemas AIP, mas tudo indica que sim. É desejo do Paquistão que estes submarinos sejam construídos no próprio país, assim como foram dois dos três Agosta-90B. A Marinha do Paquistão busca um substituto para os seus antigos Daphne (já desativados) e lançou os requisitos básicos para o novo projeto em 2006. A França participa da concorrência oferecendo o modelo Marlin.

Nosso correspondente internacional e editor do Poder Naval OnLine Alexandre Galante está buscando mais informações sobre o assunto,assim como uma posição oficial das partes envolvidas na negociação.

 

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A Fragata “Constituição” (F42) suspendeu de Punta Arenas com destino a Talcahuano (Chile), no dia 15 de novembro, continuando sua travessia para realizar a Operação “BOGATUN-2008”. Navegando em águas interiores, A F42 passou pelos “Canais Chilenos” e pelo “Estreito de Magalhães”.

O “Estreito de Magalhães” é uma passagem navegável, situado ao sul da América do Sul, entre o continente, a “Terra do Fogo” e o “Cabo Horn”, registrando-se como a maior e mais importante passagem natural entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Antes da criação do Canal do Panamá, o “Estreito de Magalhães” era a única passagem utilizada para atravessar do Atlântico ao Pacífico evitando-se, assim, o tempestuoso “Cabo Horn”.

A F42 realizará, ao todo, 90 horas de navegação pelo “Estreito de Magalhães” e pelos “Canais Chilenos”. A região dos canais possui um clima instável e suscetível a constantes mudanças em poucas horas.

Durante toda a travessia, o navio foi acompanhado por dois práticos militares, oficiais da Marinha do Chile, que proveram assessoramento durante o transcurso dos estreitos, angusturas e canais.

Após a saída dos “Canais Chilenos”, o navio atingirá o Oceano Pacífico e demandará o porto de Talcahuano, de onde iniciará os preparativos para realizar a Operação “BOGATUN-2008″.

Fotografias são raras

As fotografias da F42 foram tiradas por meio de sobrevôo de sua aeronave orgânica (“Lynx”), quando o navio encontrava-se navegando pelos “Canais Chilenos”, após ter sido obtida autorização para sobrevôo, junto à Força Aero-Tática (FAT) chilena.

As excelentes imagens e filmes feitos na ocasião podem ser consideradas raras, pelo fato de, nem sempre, as condições de tempo naquela área serem favoráveis, de forma a proporcionar a oportunidade de se navegar em um verdadeiro “espelho d´água”. Os próprios Oficiais da Marinha do Chile (práticos que auxiliaram na navegação) ficaram impressionados com as fotos tiradas.

Foto: Marinha do Brasil / via Fabio MC

NOTA DO BLOG: Clique na foto acima para ver uma versão ampliada. Excelente foto (com boa resolução) para ser utilizada como “plano de fundo” da área de trabalho da tela do seu computador.

 

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galante-em-kiel.jpgAmigos do Poder Naval Online, aqui estou eu em Kiel, transmitindo para vocês minhas primeiras impressões da visita à HDW.
Um coisa é a gente conhecer o assunto por leitura e por fotos e outra é conhecer in loco. E esta oportunidade que estamos tendo vem confirmar a visão que tínhamos sobre a qualidade dos submarinos alemães, cuja tecnologia é a responsável pelo sucesso dos submarinos brasileiros atuais.
Hoje de manhã fomos para a HDW, onde fomos recebidos pelo seguinte staff: LtCdr. (res.) Joachim Schönfeld da MFI, Mr. Ernst-August Petsch da MAN Ferrostaal, Mr. Andreas Burmester (member of the Executive Board da HDW), Dr. Jürgen Rohweder (Communication Advisor HDW), Mr. Peter Hauschildt (Director Conceptional Design and R&D, HDW), Mr. Matthias Bergande (Team Leader Submarine Sales, HDW), Mr. Stefan von Weydenberg (Deputy Projectmanager Dolphin AIP, HDW), Mr. Thomas Grautstück (Projectmanager SF99, HDW).
Depois da recepção assistimos a uma primeira palestra sobre o perfil da TKMS/HDW e depois outra sobre a tecnologia de submarinos da HDW. Fizemos perguntas e discutimos algumas questões. O volume de informações é enorme e depois soltaremos aos poucos aqui no Blog o que aprendemos.
Depois do cofee-break, assistimos a uma palestra dedicada ao submarino 214, oferecido ao Brasil.
No final, fizemos um tour pelo estaleiro, para conhecer o 214 Papanikolis, o 212 que estava fora dágua e outros submarinos em diferentes estágios de construção.
A seguir, um pequeno resumo do dia:

  • O nosso guia na visita ao 214 é um comandante de 212; (perguntei se ele conhecia o simulador Dangerous Waters e ele disse que sim e que jogava, mas preferia “jogar” de verdade).
  • Conversamos bastante sobre sonares e as vantagens de um submarino convencional silencioso sobre um submarino nuclear.
  • Realmente os alemães são muito bons no que fazem e eles amam o que fazem. Por isso investem a cada ano mais dinheiro em mais pesquisa e desenvolvimento.
  • O Papanikolis está perfeito. Os gregos não querem o submarino porque estão broken, sem dinheiro. A jogada de devolver o submarino foi para interromper os pagamentos, quando assumiu o novo governo lá. Os alemães disseram que se pendenga não for resolvida legalmente, os submarinos irão para outra Marinha.
  • Passamos praticamente por baixo do primeiro submarino português U209PN que está aqui em Kiel e vimos o outro bem de perto em construção. É um 214 um pouco mais comprido, com alguns equipamentos diferentes.

Em próximo post, novas notícias e mais informações.

 

Poder Naval OnLine em Kiel

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A imprensa brasileira foi convidada para conhecer as instalações do estaleiro alemão HDW em Kiel na Alemanha. Foram selecionados três veículos de comunicação, sendo um periódico diário, uma revista voltada ao segmento de defesa e um representante da mídia eletrônica (internet).

O Poder Naval OnLine foi escolhido neste terceiro segmento e o nosso editor Alexandre Galante está na Alemanha, numa visita de cinco dias promovida pela HDW, para conhecer de perto a maneira alemã de se fazer submarinos. Junto com ele estão Leonel Rocha, jornalista do Correio Brasiliense, André Mileski, da revista Tecnologia e Defesa e Romulo Federici, da R. Federici & Associados.

Com a palavra o nosso editor:

“Estou teclando aqui de Kiel, finalmente com internet. Ontem não tivemos internet porque o link aqui do hotel tinha caído.
Acabei de voltar do estaleiro HDW, onde passamos a manhã e a tarde, assistindo a palestras sobre os produtos e a história da HDW, e vendo de perto os submarinos 212 e 214 fora dágua e em construção. Também tivemos a oportunidade única de ir a bordo do Papanikolis, o 214 da Grécia.
Infelizmente não fomos autorizados a fotografar nada dentro da parte industrial da HDW. Mas amanhã de manhã, vamos tentar fotografar os submarinos usando uma teleobjetiva, pois o hotel onde estamos fica bem perto do estaleiro. Como aqui é inverno e está anoitecendo bem cedo, não pudemos fazer fotos hoje.
As avaliações iniciais dão conta que o submarino não guarda nenhuma semelhança com a família 209 (tanto externamente como internamente). O índice de automação é bastante elevado. Para carregar um torpedo no tubo são necessários apenas três homens. Este nível de sofisticação também está presente no COC.”

Aguardem. Em breve teremos mais informações para postar aos nossos leitores.

Foto: site HDW

 

As Type 21 “novas” do Paquistão.

Em 1985 o Paquistão negociava com a Vosper Thornycroft a construção de três novas fragatas Type 21 de uma versão modificada segundo suas especificações. As Type 21 originais, construídas para Royal Navy, foram entregues entre 1974 e 1978. Em abril de 1987 as negociações foram encerradas em parte porque o Governo Britânico não garantia mais o preço nem o prazo de entrega dos navios, já que o controle da Vosper passou da British Shipbuilders para o VT Group.

Em junho de 1987, o pessoal da Yarrow Shipbuilders chegou ao país para oferecer as novas Fragatas Type 23 que estavam começando a ser construídas para a Royal Navy. Mesmo tendo iniciado a requisição de propostas de outros países, as Type 23 atraíram a atenção dos paquistaneses, pois eram navios pelo menos 20 anos mais modernos do que os que estavam então em serviço na sua marinha.

Depois de três anos perdidos em negociações com a Vosper eles estavam ansiosos pelos novos navios. Sabendo disso, o ‘Defence Sales Organisation’, aparentemente sem o conhecimento do comando da Royal Navy, ofereceu a HMS Argyll (Type 23) e mais uma outra unidade que já estava em construção para acelerar as entregas. Junto com essa proposta estava um pacote que incluía o treinamento de engenheiros e técnicos para a construção de uma terceira unidade da classe em um estaleiro em Karachi. Todo o pacote na época sairia por £350 milhões e aumentaria o numero de navios em carteira da Yarrow, incluindo as duas unidades em substituição às originais da Royal Navy, ajudando a diluir os custos unitários. Tanto as Type 23 como as Type 21 Mod., se fossem construídas seriam equipadas com o Sistema de Dados Táticos Navais CACS 4.

Esse projeto acabou não indo adiante e, em 1988/89, ao mesmo tempo em que o Brasil recebia os classe Pará (Garcia) da U.S. Navy, o Paquistão recebia quatro unidades da classe Garcia e quatro da classe Brooke por empréstimo. Anos depois os EUA pediram a devolução das fragatas como parte das retaliações contra o Paquistão, que insistia no desenvolvimento de armas nucleares. A perda dessas oito fragatas foi compensada finalmente com a aquisição das seis unidades remanescentes das Type 21 originais inglesas.

Em maio de 2005, o Chefe do Estado-Maior da Marinha do Paquistão Almirante Shahid Karimullah, disse ao jornal paquistanês Daily Times que a Inglaterra havia oferecido três unidades usadas do Type 23 ao Paquistão. O Almirante Karimullah chegou a conversar com o Almirante Alam West (‘First Sea Lord’), demonstrando o interesse em obter esses navios, ficando a questão a partir daí relacionada a obtenção de recursos e treinamento das tripulações. Esses navios acabaram indo para a Marinha do Chile onde viraram o Almirante Cochrane (FF 05), Almirante Condell (FF 06) e Almirante Lynch (FF 07).

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Fontes: Warship World e Daily Times
Fotos: Ambuscade docada (Ambuscade Association), ex-HMS Norfolk, atual CS Almirante Cochrane (FF 05) da Marinha Chilena (Shipspotting.com) e PNS Tariq (F 181), ex-HMS Ambuscade (Pakistan Navy).

NOTA DO BLOG: O Almirante Alam West, citado no post também comandou uma Fragata Type 21. Em 21 de maio de 1982, o então Capitão-de-Fragata, era o Oficial Comandante da Fragata HMS Ardent (F 184), que foi atingida e afundada por bombas lancadas por aeronaves A-4 argentinas.

 

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Medvedev, o presidente, chegará na quarta

A frota russa, integrada pelas belonaves Pedro o Grande, Almirante Chabanenko, além de navios de apoio, foi recebida com salva de 21 tiros. “Com a chegada da fragata Chabanenko se veste de gala a Venezuela”, afirmou o contra-almirante Salvatore Cammarata, da Armada venezoelana, durante a cerimônia de recebimento. O cruzador nuclear Pedro o Grande está fundeado fora do porto. A partir de amanhã, quarta-feira, a frota russa deverá iniciar exercícios conjuntos com as forças navais venezuelanas.

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O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou em uma coletiva de imprensa no Palácio de Miraflores que não há “nenhuma provocação” relacionada a essas manobras. Chávez não confirmou se irá visitar a frota em companhia do presidente russo Medvedev, que chegará à Venezuela nesta quarta-feira para uma visita de dois dias.

Fonte: EFE Caracas e El País.com Fotos: AP (Pedro, o Grande – arquivo) e EFE (Almirante Chabanenko – foto de hoje)

NOTA DO BLOG: Leia também no blog ForTe “Rearmamento venezuelado em risco

 

Piratas liberam navio grego

Piratas somalis liberaram na última sexta-feira (21/11) um navio-tanque grego seqüestrado no dia 26 de setembro informou ontem o Ministério da Marinha Mercante da Grécia. O navio MV Genius, de bandeira liberiana, foi liberado com a sua carga de petróleo intacta e seus tripulantes ilesos. Os donos do navio, que ia para os Emirados Árabes, não informaram se pagaram resgate.

 
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