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Visby: as corvetas stealth suecas

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A classe  “Visby” de corvetas  stealth está sendo construída para a Marinha da Suécia pela empresa sueca Kockums (uma subsidiária da ThyssenKrupp Marine Systems, da Alemanha). O projeto destes navios enfatiza fortemente a tecnologia de “baixa visibilidade” (ou furtiva) e a capacidade de guerra centrada em redes (Netcentric Warfare).

A construção começou em 1996 no estaleiro da Kockums em Kalrskrona. A Visby (K31) foi lançada em junho de 2000 e entregue ao fmv (a Administração de Equipamento de Defesa sueca) em junho de 2002, para a montagem de armas e sistemas de combate. A segunda, HMS Helsingborg (K32), foi lançada em junho de 2003 e entregue em abril de 2006. A Härnösand (K33) foi lançada em dezembro de 2004.

A Nykoping (K34) foi lançada em agosto de 2005 e entregue em setembro de 2006, e a Karlstad (K35), lançada em agosto de 2006. Os navios estão passando por extensivos testes operacionais no mar, antes do comissionamento. A Marinha Sueca cancelou a construção de uma sexta unidade (Uddevalla K36).

Um hangar para um helicóptero foi originalmente planejado, mas foi considerado demasiado apertado e posteriormente removido. Mas o navio pode receber e reabastecer uma aeronave do porte do AgustaWestland A109M ou Lynx.

O design da “Visby” foi enfocado para minimizar a assinatura visual e infravermelha e a redução da seção transversal a emissões de radares, bem como a assinatura acústica e magnética subaquática.

A construção do casco é feita em “sanduíche”, compreendendo um núcleo de PVC, com um laminado de fibra de carbono e de vinil. O material proporciona alta resistência e rigidez, baixo peso, boa resistência a choques e baixa assinatura radar e magnética.
Uma corveta stealth como a “Visby” reduz sua detecção a distâncias de apenas 13km em mar grosso e 22km em mar calmo, sem o emprego de “jamming” (interferência eletrônica). Em um ambiente “jammeado”, a “Visby” seria detectada somente a uma distância de 8 km em mar agitado e 11 km em mar calmo.

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Navios multi-tarefa

As “Visby” foram projetadas para realizar operações anti-navio, anti-submarino e de contra-medidas de minagem.
Para a guerra anti-superfície (ASuW), as corvetas são equipadas com oito mísseis anti-navio Saab Bofors Dynamics RBS 15 MK3. O RBS 15 MK3 tem um alcance de 200km e utiliza um radar ativo na banda Ku para homing. O míssil tem uma velocidade subsônica elevada, de Mach 0,9 e está armado com uma ogiva de 200 kg. Os mísseis são instalados abaixo do convés principal e são lançados através de escotilhas especiais para manter a capacidade stealth do navio.

Para a guerra anti-submarino (ASW), as “Visby” levam uma suíte de foguetes anti-submarino de 127mm, cargas de profundidade e torpedos. Existem três lançadores fixos de torpedos Tp 45 anti-submarino, de 400mm.

Para contramedidas de minagem, as “Visby” transportarão veículos operados remotamente (ROVs), Atlas Elektronik Seafox  e uma evolução do Double Eagle Mk III.
Os navios são equipados com suíte multi-sonar Hydra da General Dynamics Canada, que integra um towed array sonar (sonar rebocado), um sonar de profundidade variável (VDS) e um sonar de casco, e dados recebidos dos ROV.

Para a guerra antiaérea as “Visby” inicialmente não serão equipadas com mísseis, mas estão preparadas para receber os mísseis Umkhonto, fabricados pela Denel da África do Sul e selecionados pelo Governo Sueco.
O Umkhonto é guiado por IR, tem alcance de 12km e altitude máxima de engajamento de 10.000m.

A proteção antiaérea e anti-míssil dos navios por enquanto fica garantida por um canhão Bofors 57mm 70 SAK Mark III, de emprego dual. O canhão é totalmente automático, dispara 220 projéteis por minuto e tem alcance máximo de 17.000m.

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Comando, controle e sensores

Os navios empregam o sistema CETRIS C3 (command, control and communications), que consiste do sistema de combate Saab Systems 9LV mk3E de arquitetura aberta, o sistema de apoio à decisão MAST e um avançado sistema de comunicação.

O CETRIS recebe informações dos diversos sensores do navio, entre eles o radar  tridimensional Saab Microwave Systems Sea Giraffe AMB 3D, que provê vigilância, rastreamento e indicação de alvos para o sistema de armas.

O Sea Giraffe emprega tecnologia multi-feixe em 3D que pode rastrear múltiplos alvos a altitudes de até 20.000m e elevações de 70°.
Existe também um radar de busca de superfície na banda I e um radar de direção de tiro, na banda I/J.

O sistema de guerra eletrônica CS-3701 Tactical Radar Surveillance System (TRSS), da EDO Reconnaissance & Surveillance Systems, provê as medidas de apoio à guerra eletrônica (MAGE ou ESM) e funções de alerta radar (RWR).

Para a proteção passiva (softkill) contra mísseis as “Visby” serão equipadas com o sistema MASS (Multi-Ammuntion Softkill) da Rheinmetall Waffe Munition, alemão.
O MASS pode disparar até 32 projéteis omni-espectrais contra mísseis, interferindo em bandas de sistemas de radar, IR, eletroópticos, laser e ultravioleta.

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Propulsão

As “Visby” são equipadas com um sistema  (CODAG) que combina quatro turbinas a gás Honeywell TF50 e dois motores diesel MTU 16V 2000 N90, conectados a duas caixas de redução que movem propulsores waterjet Kamewa.

Os motores possibilitam a velocidade máxima de 15 nós e as turbinas 35 nós. Os navios possuem bowthrusters para facilitar as operações de atracação.
As “Visby” deslocam carrgadas somente 600 toneladas, têm comprimento de 72m e boca de 10,4m. A tripulação é de 43 homens. A foto abaixo mostra o passadiço de um navio da classe.

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NOTA DO BLOG:  Resolvemos publicar esse post para que os leitores possam comparar a capacidade de um navio de guerra de 600 toneladas no “estado-da-arte”, com a classe de navios-patrulha de 500 toneladas que a Marinha do Brasil pretende construir.

Enquanto nossos estrategistas navais querem proteger plataformas de petróleo com navios-patrulha de concepção obsoleta e subarmados, assistimos em outras marinhas a proliferação de designs stealth e armamento pesado em unidades leves, que podem se contrapor perfeitamente a frotas inimigas mais poderosas, ainda mais com o emprego de sistemas de guerra centrada em redes e apoio da aviação baseada em terra.

Muitos já perceberam que vagarosamente a Marinha do Brasil está sendo transformada numa guarda-costeira, sem efetiva capacidade de combate. Como contribuintes não concordamos em gastar R$ 2,16 bilhões em navios-patrulha que terão somente o poder de polícia e valor militar nulo.

Minha opinião é a de que a Marinha deveria gastar metade desse valor pretendido em navios-patrulha modernos e a outra metade em armamento e sensores no “estado-da-arte” (radares 3D, sonares, ROVs, UAVs etc), para que os navios tivessem uma capacidade de combate crível nesse início de século XXI, cujo futuro é cada vez mais incerto. É bom lembrar que a capacidade de contra-minagem da MB resume-se apenas a 6 navios da classe “Aratu”, que estão pedindo aposentadoria faz tempo.

Uma Marinha de Guerra que tem poucos navios, que se aproximam da obsolescência em bloco, não poderia se dar ao luxo de gastar bilhões de reais para construir unidades que só podem executar apenas uma tarefa, a de polícia.

186 COMMENTS

  1. Isso sim seriam bons “carros de policia” capazes de dissuadir quaisquer engraçadinhos, o resto é piada…
    ah mas é cara… em defesa ou se está na crista da onda ou toma caldo…
    ps: proponho ainda as Hamina finlandezas, mais baratas, menos furtivas porém equivalentemente poderosas.

  2. e tem gente que acha as nossas futuras canhoneiras suficientes para o proposto.
    MEU DEUS !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    o que poderiamos fazer para impedir/modificar essa cmpra da Marinha ????
    afinal de contas, eu to pagando, vcs tambem…

    hj eu li em outro blog que o Brasil vai comprar 4 Marlins e 6 FREEM…

  3. Acho que a diferença entre o navio realmente aparelhado, e esta lata flutuante com um “estilingue” na proa (nossos novos patrulha), é o “peixe” que se paga aos envolvidos no projeto, por conseguirmos a liberação das verbas para um projeto essencial para a MB… aquele que, de acordo com as autoridades (sempre!) nos coloca “par a par” com os melhores equipamentos do mundo na categoria.

    Só podemos conseguir resultados satisfatórios numa única situação… onde não houver enfrentamento! Infelizmente, cada vez mais, nos forças armadas estão se tornando figurativas, apenas para manter as aparências!

    Sempre nos jogam migalhas, e dizem nos servir banquetes.. quem tem fome, come o que tem à mesa… e reclamar com o cozinheiro não adianta muito não (quem serviu na Marinha sabe o que estou dizendo!)… tem que botar ele na rua, e se possível, mudar até a direção do restaurante!!

  4. Claudio, perfeitamente dentro do alcance necessário às operações nas nossas bacias petrolíferas.
    O argumento do alcance é sempre usado pelos chatos que querem defender navios-patrulha subarmados, mas o argumenta não se sustenta.
    Pra quê existem os navios-tanque?

  5. Bom,nós ainda temos os patrulhas de 1800 toneladas que terá desenho stealth,sua construção começará em 2010 e serão 5 unidades.

  6. Que belos navios … De fato não nem como comparar.
    Será que só nós aqui do blog conseguimos ver essa “diferença”?

  7. Galante,

    Há algum tempo atras aqui mesmo, vários “entendidos” discutiam se a classe Barroso tinha tonelagem suficiente para um sistema VL…… Logo depois vc começou a postar uma série de barcos com 1/3 do tamanho da Barroso e com armamento pesado.

    Também se falava do grande “avanço” da nova classe de patrulha.

    Na minha concepção, esses novos barcos brasileiros são compatíveis com a função de guarda costeira, uma extensão da policia federal no mar. e só isso. Se a doutrina de emprego for esta. OK, nós realmente precisamos de patrulhamento contra o crime organizado, mas se a doutrina for para “proteger plataformas”, então estamos muito mal….

  8. Concordo com o Nimitz, depois tem outra coisa, estas corvetas são projetadas para chegarem sem serem vistas ou percebidas e se preciso atacarem a 8 km do alvo, isto significa que quem quiser ludibriá-las terá que possuir um complexo sistema de aviso, com os nossos “carros de polícia o negócio tende a não funcionar assim, pois uma corveta qualquer que entre no nosso território vai causar extrago até que um navio de gente grande possa peitá-lo.
    de outra forma, como são lentos e subarmados, qualquer jack sparrow somali pode facilmente fugir para águas internacionais ao simples aviso dos navios detectáveis à milhas…
    ou seja… estamos mais uma vez assinando em baixo o atestado de burrice.
    não sou contra estes navios, acho que seriam ideais para a guarda costeira, agora dizer que vão defender e impor soberania é rir da minha cara.
    daqui a pouco vão adotar o Super Tucano como caça de superioridade aérea…

  9. Muito armadas, muito tecnológicas, muito rápidas….muito europeu!
    Aqui é a bananolandia! É a terra do “sifu”!
    Daqui a pouco vai aparecer o pessoal da “realidade”.
    Elas não tem alcance…dirão uns; Elas não aguentam “mar bravo”… dirão outros ; Pra que tanques de guerra para usar em patrulha?…dirão outros e ainda terão os que vão dizer: “mas o lulla “sifu” ta fazendo muito! Perto do que temos hoje as canhoneiras (engraçado que eu era pichado aqui quando me referia a essas jangadas armadas de 38 dessa forma) são maravilha!”
    Pois eu digo e repito: Merecemos mais! Pagamos por mais!
    Queremos Visby, Queremos KDXIII, queremos 214 junto com marlins!
    Abaixo as canhoneiras!
    Os críticos das Visby preferem gastar mais com “quantidade” e por varios manézinhos armados com 38 em botes que comprar armas de verdade!
    Armas de marinha são como as Visby, as Hamina, as tais patrulhas (que nem canhoneiras são, pois até o bote do naufrago sem o Wilson as põe a pique!) serão meros números. Vamos fingir que tomamos conta, porque qualquer pirata afunda as tais Ps….

  10. Bom.
    Como não sou “entendido”, eu confesso que agora sim deu pra dar uma clariada na mente graças a este post.

    Então, pelo que se lê ai afora sobre a pretenção da Marinha em comprar ou fabricar corvetas de escolta e vigilancia é tudo “balela”.
    Sim, pois como bem disse o Galante e eu concordo, do que adianta gastar bilhóes em algo que não tem uma funcionalidade adequada?

    Seria até mais vantajoso o fato de o Brasil não fechar contratos apenas com um fornecedor como realmente esta fazendo. Digo, por exemplo:

    Helis, Sub´s, soldado do futuro e caças – França.
    Helicopteros de Ataque, sistema GPS e Satélites – Rússia.
    Radares de vigilanacia aérea – China.
    Veiculos de terrestres para o EB – Itália.
    Radares, misseis, sensores e tecnologia. Israel e Africa do Sul.

    Pq não então, optarmos pela Suécia no caso dessas Fragatas sendo que ainda podemos aplicar muitos conhecimentos e produtos “Made in Brazil” nessas embarcações.

  11. Os Vigilantes que entrarão em serviço aqui, em breve serão retirados de serviço da Marinha da França. E não é para menos, já que seu projeto já tem mais de 20 anos.Antes da escolha do projetos dos nossos atuais Grajaú, eles já figuravam numa relação de candidatos a navios patrulha de 500 toneladas da MB. Na Marinha francesa, serão substituídos por uma nova geração de corvetas, cuja a tonelagem varia entre mil e duas mil e quinhentas toneladas. Fico preocupado: e o nosso OPV, o que será?

  12. Meu Deus, que vergonha!

    Vergonha de estar engajado num “acordo estratégico” que nos faz gastar mais de 2 bilhões em verdadeira latas de goiabada flutuantes, totalmente obsoletas e sem qualquer valor dissuasório ou operacional.

    Como contribuinte sinto-me vilipendiado por tanta irresponsabilidade e tanta má versação de dinheiro público e do meu dinheiro. Gostaria de excluir minha cota parte dessa iniciativa patética…

    Esse é o preço que pagamos por acordos conduzidos políticamente, sem a participação efetiva dos militares, com interesses prioritários vários e nenhum interesse estratégico efetivo.

    Como imaginar que, numa época onde vemos disponíveis essas compactas corvetas suecas, entre outras de outros países e outros fornecedores, dispomo-nos a comprar, a peso de ouro, verdadeiras carroças puxadas por jegues.

    Carroça com perfil de “galipão” dos anos 40, sem sequer qualquer característica “stealth” identificáveis por qualquer radarzinho de segunda a distâncias inimagináveis. Além do mais são carroças lerdas porque a propulsão é um motor diesel qualquer desses que qualquer pescador pode comprar.

    Lixo, estamos consumindo lixo, restos de estoques velhos e sem valor algum que oportunistas desovam em um país que ainda paga por tanto refugo.

    Mas virão as longas e intermináveis delongas “chapa branca” tentando “justificar” mais esse passo injustificável.

    Galante: prepare-se porque agora você poderá ser acusado de prestigiar os suecos!!!

    E no final de tudo, vamos acabar engolindo essas charangas flutuantes, as charangas submersíveis e muito mais porque, como se diz, a decisão será “política”.

    Fico imaginando a tristeza e o desânimo do pessoal de marinha comprometido com a operacionalidade e eficiência da armada, vendo se escoar mais essa esperança de um up-grade efetivo.

    A Marinha e seus quadros merecem mais respeito!!!

    Triste sina a nossa.

  13. A escolha do Vigilante é anterior ao acordo de cooperação estratégica com a França, que ainda nem foi assinado. Não foi uma escolha política, e sim militar.

  14. O Custo Para se produzir uma unidade desta classe é o mesmo de uma Fragatas FREMM, muito mais capaz em um mar como o Grande Atlantico.

    Vale Lembrar a diferença 600 toneladas para 5 mil toneladas.

    Se as Nossas Corvetas de 1600 toneladas já sofrem no Atlantico esta Corvetinha ai, não ia dar nem para o cheiro.

    As Tais latas flutuantes, são aptas a realizar as missões a elas designadas, lixo aqui são pessoas sem nenum conhecimento sobre as reais estratégias das forças armadas brasileiras, que ao invés de elogiar o trabalho que esta a ser realizado fica pizando no calo e passando falsas ilusões.

    Precisamos concientizar a todos que o brasil merece mais respeito.
    E o respeito tem de partir de vocês, não adianta comparar o Grande Brasil com a Pequena Suécia.

    No Brasil esta corvetinha não serviria para nada se não desperdício de dinheiro.
    Por Favor, comparar a tarefa de um navio patrulha com uma corveta já é de mais.

    É um absurdo, querem vocês gastar 600 milhões de dólares em um navio para ele ficalizar pescadores ilegais.

    E pior a Autonomia, capacidade de patrulhar grandes areas
    desta corvetinha é insignificante para o Grande Atlantico Brasileiro, deixe a tarefa de escoltas para as novas escoltas de 6000 T que estão a caminho logo logo. E parem com essa atitude ridicula.

  15. Gaitero, não adianta estrebuchar, o preço de cada Visby é £100m (US$184m). Imagine quantas não poderíamos construir com R$ 2 bilhões de reais?
    O que vão adiantar somente 4 FREMM? precisaríamos de pelo menos 10 desses navios. Qualquer unidade com capacidade de fogo a mais, seria um incremento ao Poder Naval brasileiro.
    Esses NaPa que a Marinha vai construir agregam algum valor ao nosso Poder Naval?

  16. Vou Me forçar a esplicar as diferenças.

    O NAPA 500 é uma evolução da classe Vigilante, foi comprado o projeto e ele foi remodelado para as especificações do Brasil.

    Será construido 2 unidades iniciais e mais 27 unidades totalizando 29 navios de patrulha de 500 T, somando aos 12 atuais de 200T e mais 5 navios patrulha oceanica de 1800T bem mais modernos, que custarão a maioria destes 2 bilhões.

    As patrulhas NAPA 500 são exelentes para sua missão patrulha.

    Já Os Futuros 5 Navios patrulha oceanica serão destinados a proteção das jasidas, e terão características semelhantes esta corvetinha e grandes capacidades a mais no atlantico pelo seu maior porte.

    Já esta corvetinha, de 600T, bem seu futuro é certo a ultima unidade foi cancelada, e seu alto custo foi um dos motivos. Tirem suas conclusões.
    Eu acho que o brasil esta 100% certo, e a suécia muito menor terá nessa corvetinha uma boa capacidade para proteção de sua costa, coisa que eu acho ridicula, pois aviões são muito mais aptos a defender a costa de uma nação.

    Tirem suas conclusões.

  17. Nimitz voce já errou muito, e não vou discutir.
    Você errou muito e não se forçou a ler minhas correções.

    Um navio destas proporções é apto a defender um país de proporções pequenas.

    Os 5 Napoc custarão a maioria destes 2 bilhões e serão muito melhores que estas corvetinhas e terão o triplo de seu tamanho.

    Por favor, voc~es estão iludidos pelas mentiras que são colocadas aqui e em outros fóruns, e se deixam levar por falácias, como pro exemplo o casco do scórpone nos posts anteriores que é melhor que o do U-214, e o galante enganou você principalmente vale você voltar no tópico Scórpone e U-214 e ver as correções.

  18. Com relação as escoltas de 6000t, vale você entrar em fóruns de defesa e voce notará que a idéia da MB é substituir todas as Fragatas, contratorpedos e corvetas pela nova escolta a ser escolhida, e que o lote inicial é de 4 unidades. Talvez se voce procurasse se informar melhor saberia.

    As compras lá para 2020 poderão superar 16 unidades. Voc~e saberia se se informasse melhor.

  19. Nimitz em 09 Dez, 2008 às 12:13

    Gaitero, não adianta estrebuchar, o preço de cada Visby é £100m (US$184m). Imagine quantas não poderíamos construir com R$ 2 bilhões de reais?

    Rsposta:

    Dentro destes 2 bilhões de reais esta incluso a contrução de 5 NAPOC de 1800T, será que ninguem notou isto????

    Um Navio nacional com características stealth, tão bom quanto esta corvetinha e 3 vezes maior.

    Além de 27 navios patrulha, a palavra já diz patrulha, é necessário ter navios patrulha é fundamental patrulhar o Atlantico e essa é a missão destes 27.

    Meu deus, vocês ainda tem muito que aprender, antes de deixar a emoção tomar conta cada vez que veem uma notícia nova.

  20. Caro gaitero,

    “Com relação as escoltas de 6000t, vale você entrar em fóruns de defesa e voce notará que a idéia da MB é substituir TODAS AS FRAGATAS, CONTRATORPEDEROS E CORVETAS pela nova escolta a ser escolhida”

    “As compras lá para 2020 poderão superar 16 unidades”

    Deus te ouça. Espero sinceramente que o sr. tenha razão e esta renovação aconteça. Contudo, sendo racional e realista, 2020(apenas 11 anos) é uma projeção fora da nossa realidade. Não temos e não teremos vontade política, dinheiro e, principalmente, contingente (só se intedentes forem pra armada :P) para tal feito.

    Um abraço

  21. Mas para vender oa Brasil ou a outro cliente e com produção local o que é impressindível, ele chegaria a 500 milhões facinho.

  22. “Bom,nós ainda temos os patrulhas de 1800 toneladas que terá desenho stealth,sua construção começará em 2010 e serão 5 unidades”

    e terminará em 2020, a primeira da classe… se muito… quando não servirão para mais nada!

  23. Gostei da nota do blog, por’em uma pergunta fica: Como podemos influenciar na escolha das futuras plataformas de patrulha do Brasil? Tudo o que temos sao politicos ineptos E inaptos tomando nossas decisoes. Ha algum politico que seja estrategista e tenha conhecimento? O que podem os militares fazzer em relacao ao assunto? Sou a favor do “ou tudo ou nada” como forma de protesto. Assumamos a mediocridade e deixemos os ‘outros’ tomarem conta.
    Garanto que com o devido interesse politico podemos projetar Vysbis brasileiras de ~1000 t com o alcance necessario e modificada para necessidade nacional. O engenheiro e o tecnico brasileiro sao capazes, o militar brasileiro provavelmente adoraria, nos precisamos, com o dinheiro do petroleo temos fundos…..fica a pergunta: por que nao?

  24. Gaitero,concordo plenamente com você.As pessoas tem que se informar melhor antes de dizer M…

    Mas,amigo estes são os famosos pessimistas,ou mais conhecido como CHORÕES!

    Abraço.

  25. É mauro, pessoas como voce é que desanimam eu de mostrar a verdade para os poucos que tem interesse.

    Gaspar, Navios patrulha, é para patrulhar.
    Com o custo de uma corvetinha dessas, da para contruir muitos navios patrulha.

    Se tivessemos um pouco de noção saberiamos que é jogar dinheiro no lixo encher um navio patrulha de armamento se ele não tem autonomia e nem tamanho para enfrentar qualquer combate em mar aberto.
    Muito menos no nosso Atlantico.

  26. Israel isto já esta sendo feito, gostaria que voce apoiasse os poucos políticos honestos e quem tem a visão de Brasil como nação, Lembre-se Brasileiro não desiste nunca.

    Os Novos Napoc, serão modernos tão quanto essas corvetinhas e 3 vezes maior 1800 toneladas.

    Existem já alguns lugares que dispõem de mais informações, fica ai a opção se voce quiser se informar melhor sobre este moderno navio que esta sendo projetado 100% pelo Brasil.

  27. Você está se desanimando à toa. A construção da Barroso é um ótimo exemplo do que acabei de falar… 14 anos… a Korea lançou o KDX III (3?!) com dois anos apenas…

    Aqui todo mundo quer levar um naco do bolo, antes dos outros… não estão interessados em fazer o melhor para o país, e sim em fazer acordos que propiciem ganhos pessoais.

    Eu vi isto na prática quando estava na ativa… e até hoje nada mudou!

    Ainda continuamos tapando o Sol com a peneira, e dizendo coisas como “não está tão quente!”

    Lembro do recente “apagão aéreo”… e os nossos milicos dizendo que nossos equipamentos de controle aéreo são equiparáveis aos melhores do mundo (só se for do mundo de 1970!)

    Enquanto eles usam radares 3d com lindas telas lcd nós ainda olhamos as monótonas e soníferas telas de fósforo verde!

    Assim como a nossa polícia, a atual política das forças armadas é a de ser figurativa, porque capacidade de enfrentamento, pois estão perdendo a capacidade de combate ano a ano!

    Promessas de políticos de que vamos comprar isso e aquilo é balela pra boi dormir… eles querem os contratos que lhes dê mais dinheiro… não melhor equipamento para o Brasil!

    Com relação ao seu comentário: “Com o custo de uma corvetinha dessas, da para contruir muitos navios patrulha” é verdade o que você disse… vamos fazer uma analogia…

    numa corrida, com o preço de um porshe daria pra comprar muitos fusquinhas… mas ainda acho que valeria mais à pena investir no Porshe… a não ser que o fusca fosse o Herbie (sabe quem é né!?)

    Sempre vale mais à pena investir em equipamentos de qualidade, mesmo que custe mais caro… quem compra móveis baratos nas Casas Bahia sabe bem o que estou dizendo! Isso vale para tudo: investir em cursos, roupas, carros, amores, e navios de guerra também!

  28. 25 Maquinas dessas ja seriam suficientes para fazerem o papel de policia em nossas aguas, agora o projeto que esta em construção é ridiculo, nossa marinha de tatos elogios, agora parece que ta copiando a cartilha da FAB, só sucata e quando compra, compra errado e paga caro. Abraços!

  29. Gaiteiro, conforme disse, se a função é a de polícia, os navios são bons, só acho que para isto dever-se ia criar uma guarda costeira de veredade para que pudessemos ter uma marinha de verdade..
    Meu receio é que esta seja mais uma desculpa para dizer que temos navios adequados para a nossa defesa, e ai o negócio é outro.
    agora quanto as ameaças, meu caro elas são quais quer uma, e de qualquer um, se o negócio é justificar pelo que somos agora, como está, está bom, já que não temos ameaças, se é para escoltar os navios da petrobrás para não serem assaltados os patrulheiros servem, mas se isto querem chamar de marinha do Brasil, então…

  30. Esta enganado.
    Completamente, não sei onde começo a corrigi-lo
    A postura é outra.

    Não é porque demoramos 14 anos para produzir uma corveta que não podemos voltar a ser o que eramos antes de abandonar a FA, lembra-se? eu sim, estava lá quando produziamos uma fragata a cada 2 anos e meio.

    A Russia já passou por momentos assim, chegaram a produzir uma fragata em 20 anos.
    Mas a postura é outra.
    Hoje temos um programa de reaparelhamento.

    Da para ver que você não sabe o que fala.

    Estamos aqui justamente comentando que é ridiculo gastar 320 milhões para usar o navio para fiscalizar pescadores. Caia na real meu amigo, estamos comprando navios patrulha e não navios de guerra.

    A classe é outra, e se for para comprar um navio de guerra, prefiro gastar mais como faremos e comprar algo como uma fragata FREMM, que tem autonomia e tamanho para combater no atlantico.

  31. RL: “Pq não então, optarmos pela Suécia no caso dessas Fragatas sendo que ainda podemos aplicar muitos conhecimentos e produtos “Made in Brazil” nessas embarcações.”

    Digo o mesmo… pq nao optamos pelos Koreanos, no caso dos CONTRA-TORPEDEIROS (R$420 mi cada), sendo que, com 2.1bi compra-se 5 unidades, e ainda recebe 10 Corvetas, e a reestruturaçao do AMRJ de quebra?

    Como sempre digo, esta faltando Generais, Brigadeiros e principalmente Almirantes que HONRE as calças que vestem, estao todos acomodados, esperando os politicos escolherem os materias que as FAs terao que utilizar, ridiculos, prefeira continuar com a verba minguada, e comprando de ocasiao (velhos e usados), do que ver a minha MB, transformada em Guarda-Costeira (e de pior categoria), e o Lula já disse que o plano de defesa vae passar pela aprovaçao do povo? poís pelos politicos já passaram, será que passou pelos militares? desde quando os politicos sabem o que é melhor para as FAs? desde quando um povo leigo e mal informado como os brasileiros, sabem o que é melhor para MB, FAB e o EB?

    Deus, comprar de armas, nao deveria nem ter licitaçao, pelo amor de Deus, militares nao tem que dar informaçoes do que comprar o do que querem para politicos, desde quando politicos entendem de navios, caças e avioes, pelo que eu saiba, eles só entendem do “JABÁ”, ISSO SIM.

    Por isso estou sempre aqui to cando na ferida, meu pai a 10 anos atrás já dizia que OFICIALATO já nao era mas o mesmo, mas pelo menos conseguiam comprar algo que preste, mas os de agora conseguem serem submissos (e digo, covardes e traidores da patria), que em caso de guerra futura, deveriam serem condenados a forca, por traiçao a patria, poís nos tornaremos uma Costa Rica da vida, com nossa Guarda-Costeira, e sendo protegidos pelos EUA e concerteza a FRANÇA, a lei do entreguismo vae ser assinada em dezembro, por isso creio que os EUA, nao estao tao preocupados com os Franceses.

    Desculpa companheiros pelo desabafo, mas esta historia de proteger plataforma de petroleo, e uma bacia que sempre vae estar lá, abaixo dos 5.000metros de profundidade, é ridicula, para nao dizer comica, temos que proteger é nosso litoral por inteiro, e nao umas miseras plataformas de petroleo.

  32. O Programa de reaparelhamento consiste em dividir a MB em 3

    primeiro, submarinos.

    São 5, serão 9 e começaremos a produção do nuclear.

    Claro, os Tupis vão se aposentar, mas até lá já teremos condição de produzir submarinos nacionais. Não é uma compra agora que vai limitar as ações do futuro.

    Segundo, Navios patrulha.

    Em todo mundo é necessário a nação patrulhar suas zonas econômicas, navios patrulha serve para ficalizar, é polícia e não exercito. O programa preve 29 de 500t, 12 de 200t e 5 de 1800t.

    Terceiro, escoltas.

    Hoje temos 14 escoltas.
    6 Niterói, 3 Type 21, 4 corvetas I e uma barroso.

    A idéia é até 2011 começarem a contrução de uma nova escolta de 6000t.
    Esta substituirá gradativamente as atuais até que chegue-se ao numero ideal.
    Provavelmente será a FREMM e será produzido no Brasil.

  33. Como disse muitos aqui estão enganados.

    E devem pensar mais antes de falar.

    Esta comparação do Blog é ridicula, não devemos comparar uma corveta com navios patrulha, acham vocês que a suécia uza essa corveta para patrulhar????

    Não usa. Não mesmo.

    Porque ela não foi feita para patrulhar, porque ela tem armamento para guerrear.

    Esquecem voces que é preciso patrulhar e escoltar, mas que são coisas diferentes.

    Este tópico teria de ser, ”você prefere que a MB compre fragata FREMM ou esta corveta. Ai Sim as pessoas iriam acordar para a realidade.”

  34. Gaitero entendo vc companheiro, mas o problema, é que para MB que temos (de mas de um seculo) e queremos, pelo oceano que nos banha (Atlantico Sul e suas pequenas marolas), NAO CONCORDO com nenhuma aquisiçao de navios, mesmo que seja de NAPAs inferiores a 1.200t, se suecia, omã, equador, botsuana curtem um bichinho pequeno, tudo bem, mas a MB, precisa é de navios grandes, mesmo sendo simplesmente um NAPA, nem precisando ser uma corveta.

    Quer comprar algo menor que 1.000t? compra LANCHAS PATRULHAS, e faz de policia naval, a pelo amor de Deus, demos baixa em 4 CTs e 1 Fragata, e demos alta em 1 Corveta? e e nao temos planejamento algum para substituir os mesmos, e muito menos as Inhaumas e niterois daquis uns 10 anos, vamos ter o que? estas “Lanchas Patrulhas” solamente, a nao brinca, to cansado, nesa hora é que vejo que fiz a melhor opçao de ter deixado a MB, cansei de lavar calçinha de mulher e filhas de oficial, de varrer casa e fazer compras, depois de ter passado pela Escola de Aprendizes, pensando que conseguiria embarcar, a nossa MB esta uma lastima.

    Agora mesmo, um amigo que servia no PARÁ, vae ser encostado por que descobriram que ele tem problemas auditivos (detalhe, trabalhava na casa de maquinas), a MB alegou que ele ingressou já com o problema, detalhe, se o mesmo tivesse estes problemas, nem teria passado no mesmo concurso que eu fiz para Escola de Aprendizes, e nao teria ingressado a bordo de navios… NOSSA MB ESTÁ UMA VERGONHA!!!!

    OBS: agora quem quiser defender os oficiais, podem jogar as pedras, poís sei que aqui tem varios ex-oficias, eu sou só um marujo que discorda… 4×4 nele (já estou escutando).

  35. Não dá nem para começar a comparação. Joguem esses navios-patrulha no lixo e vamos construir alguma coisa melhor e que agregue mais tecnologia.

  36. O pior é que eu conheço um monte de caras que se encostaram pela MB sem ter problema algum… só porque eram cochados!

    E mesmo fui prejudicado por um lance desses… deixa pra lá!

  37. Agora o Blog abriu a minha cabeça. Eu que andava lendo só essas notas oficiais e outros “sites papagaios” (que só repetem o que a Marinha fala) finalmente vi algo interessante. Muito pertinente esta comparação. Dá para fazer melhor com o mesmo dinheiro. Falta vontade, falta peito, falta patriotismo.

    Ainda bem que existe o blog naval para a gente não ficar rezando sempre a mesma cartilha.

  38. A cansei, não vou me esforçar para exlicar uma coisa se ninguem quer entender.

    Discutir por discutir falar por falar.

    Quem tiver interesse em saber o que realmente importa, saber a verdade, e não essas falácias que só geram discussão que não levam a nada procurem ser membros de fóruns de defesa, como o Defesa Brasil, lá existem muitas pessoas que sabem o que dizem e muitos tópicos que realmente transmitem algo útil.

    Adeus.

  39. A comparação do blog é pertinente.
    comparem essas corvetas com os patrulhas, com a Barroso, com nossas escoltas…. é bom .. pra cair na real…..

    Relembrando mais uma vez o comandante da MB.. não há dinheiro pra tudo. vamos concentrar em subs e patrulhas… e esses patrulhas como ele já esclareceu, são patrulhas do tipo guarda costeira.. e só.

    O marketing governamental as vezes passa a ideia que o Brasil vai se reequipar em níveis europeus. Estamos muito longe disso.

  40. O EC 725, por exempo.. é um projeto que será focado na “América Latina”, como reportagem na revista “Força Aerea” ja desvendou… mas aqui a turma petista diz

  41. Nesse final de ano minha UNICA esperança é o contrato do FX 2 , que venham 120/150 unidades nos proximos anos…

    o resto é pra lamber beiço.

  42. Gaiteiro.. você é bem gaiato hein?!?

    Todas as mensagens que li provindas de você não dão a entender que é uma opinião, e sim que você sabe o que é certo, e os outros simplesmente estão errados.

    C não acha que é muita presunção sua não?!?

    Relaxa, estamos só trocando opiniões, e o que gostaríamos de ver de fato na MB… só isto.

    Tenta ser um pouquinho mais humilde!

  43. Eu não disse?

    Viria aquela chuva de explicações “chapa branca” para tentar justificar o injustificável.

    1. Estamos sim, herdando um projeto velho de um barquinho patrulha francês que não servirá para nada, absolutamente nada.

    2. Dizem que irá “patrulhar” … como? Se alguma marinha apetrechada se aproximar vai ter a lata de goiabada na tela do radar séculos antes do radarzinho Furuno da latinha iluminar qualquer coisa.

    3. O comandante do invasor terá tempo suficiente para tomar uma chicara de chá e depois, pacientemente, ordenar o disparo do missil e se deleitar em sentir eletronicamente o impacto no NAPA agonizante(que vai afundar sem saber o que aconteceu).

    4. Ou não???

    5. Para não ir mais longe, vamos comprar um submarino que ninguém compra, principalmente depois dos problemas com os chilenos, paquistaneses e indianos.

    6. Ou não? mentira? Cite a relação dos compradores de SCORPENES depois dos chilenos que estão recebendo comissão por cada submarino vendido!

    7. Enquanto isso, alemães, russos, suecos, coreanos, australianos, gregos, italianos e agora turcos estão produzindo submarinos confiáveis.

    8. Até os espanhóis, depois de apanharem do SCORPENE, modificaram o projeto, colocaram recheio americano e entraram no páreo mundial.

    9. Ou não?

    Contra fatos não há argumentos!

    Preparem-se porque vamos ter de gastar nosso dinheirinho, duramente economizado, na compra de refugos!

    Triste sina a nossa.

  44. Gaiteiro,

    Se algumas pessoas não concordaram com o seu ponto de vista, paciência. Agora você não pode chegar em qualquer fórum e dizer que a sua palavra é tudo, que só você sabe das coisas e ninguém sabe nada. Isso é prepotência. Espero vê-lo de novo por aqui.

  45. Pois não verá, não até que as pessoas aqui entendam que não se trata de ser ou não humilde, mas sim de saber ou não alguma coisa sobre Marinha brasileira.

    ADEUS.

    Peço desculpas se fui grosso, ou passei a todos algo que não sou.

    Apenas acho que pior do que ver a atual e precária situação da mb, é ver lobbistas manipulando na cara dura informações, ou comparando coisas tão sem cabimento que geram discussões incriveis e ridículas como esta.

    Sinto muito se fui rude, apenas tentei passar a verdade, não minha, mas a verdade já muito discutida com grandes pessoas em grandes outros fóruns.

  46. Gaiteiro, essa pode ser a SUA OPINIÃO, mas você está muito mal informado.
    Há no youtube, inclusive, demonstração acerca da utilização deste “barquinho”, como você diz, juntamente a submarinos na tarefa justamente de policia maritima, contra trafico, terrorismo e contrabando.
    Vejam que são justamente as tarefas que seriam perpetradas pelas tais barcaças que estão sendo construidas, com muito bambu e folha de bananeira, para o século 22…
    Se não me engano este Blog disponibilizou em uma reportagem sobre as mesmas Visby, algum tempo atrás, tais videos.
    Aliás, face as novas ameaças nos mares (vide costa africana) a Europa há muito entendeu que para patrulhar você deve estar pronto para erradicar o inimigo com um único botão, qualquer que seja o inimigo, sejam somalis em um bote com rpg, sejam traficantes em um sub “particular”, pois você estará no meio do oceano, e até chegar um meio mais adequado, uma plataforma já terá ido pro saco, ou um navio já terá sido tomado, com reféns….
    Nesse sentido o Area Militar colocou no ar três semanas atrás uma reportagem justamente tratando da inadequação de meios “tipo canhoneiras” agora utilizados por portugal para o serviço de patrulhas. ( e nós na contramão compramos lixo novamente)
    Aliás, o blog está certo, não devemos comparar as FREMM com as Visby, pois essas são largamente utilizadas também para a fiscalização, patrulha maritima e anti-terror, ao contrário das FREMM. Tal afirmação só comprova que você não quer compará-las com as balsas velhas compradas pelo “Mestre sifu”.
    Mas isso não é só, dizer que tais armas não se adequariam “a nossos mares bravios” (nossa, boa é a inhauma mesmo!) é risível.
    Me dê duas dessas e uma hamina que eu fecho a ZE do Brasil em menos de dois minutos, afundo todas, isso mesmo, todas as nossas escoltas antes que sequer nos percebam, junto com nossos “poderosos subs”, e de quebra enterro o NAe São Paulo aonde ele está.
    Sem tomar um tiro, aliás, sem sequer ser visto, afinal todos esses meios (haminas e Visbys) são “invisiveis” a nossos radares do tempo “em que Don-DOn jogava no Andaraí”, aliás os nossos meio navais são caixas de leite flutuantes, tão efetivos quanto alvos da segunda guerra…
    Como eu disse, sabia que viria a tchurma da “realidade” para reclamar das Visby.
    Já vi isso antes aqui, quando não éra o Mauro antes “chorando as vantagens de colocar marinheiros a deriva em barquinho de papel” (concordo com ele 99% do tempo, mas quanto as canhoneiras não dá!) agora são os caras que acham que a policia deve andar com estilingues ou cacetete, ou que a marinha deve usar botes patrulha, porque senão é muito!
    Os portugueses encontraram essa mesma turma por estas bandas quando aportaram nos idos de 1500 e por conta de tal “entendimento aqui dominante” trocaram o “pouco valioso” pau brasil que aqui abundava, (e posteriormente o ouro que aqui brotava aos borbotões) por riquissimos espelhinhos e valiosissimas contas de vidro….
    É mentalidade de indio mesmo, que pensa: pra que termos mísseis nucleares se podemos ter estilingues…

  47. CONCORDO PLENAMENTE COM A MAIORIA.
    MAS É PRECISO PENSAR NA REALIDADE BRASILEIRA NO SENTIDO FINACEIRO.
    CLARO QUE SERIA MARAVILHSO VER NOSSA MARINHA COM UNS 20 DESSAS BELEZINHAS, MAS A QUESTÃO É OUTRA,A QUESTÃO É GRANA, MUITA GRANA O DESENHO STELTH,É PERFEITO UM BELISSIMO EXEMPLO DO QUE DEVE DOMINAR OS MARES NOS PROXIMOS ANOS, MAS,NÃO É SO ISSO, O QUE ENCARECE E TORNA PROIBITIVO PARA A MARINHA BRASILEIRA É O ALTO GRAU DE TECNOLOGIA EMBARCADA.
    UM CANHÃO É BEM MAIS EM CONTA DO QUE LANÇADORES DE MISSEIS, UM TIRO DE CANHAO CUSTA ALGUMAS DEZENAS DE DOLARES,JA O LANÇAMENTO DE UM MISSEL ALGUNS MILHARES DE DOLARES.
    PRA QUEM ACOMPANHA É SO PRESTAR ATENÇÃO,NAS PEQUENAS QUANTIDADES DE MISSEIS QUE SÃO COMPRADOS DEVIDO AO ALTO PREÇO.
    QUANDO SE FALA EM ARMAS NÃO SE DEVE PENSAR SO NO CUSTO DE AQUISIÇÃO, POIS O ARMAMENTO NÃO VEM JUNTO COM A NAVE.
    E O CASO DA FAB, COMPRANDO 36 RAFALE,O PREÇO TALVEZ SEJA DE 2.4 BILHOES A SECO, MAS DEVE TER DE GASTAR QUASE O MESMO VALOR EM MANUTENÇÃO, E MISSEIS, E ESTRUTURA DE APOIO.
    O MESMO ACONTECE COM OS NAVIOS, O CASCO É NADA, O DESENHO É MINIMO. O QUE CONTA É O QUE SE PODE COMPRAR EM TERMOS DE TECNOLOGIA EMBARCADA, E NO CASO DO BRASIL É MUITO POUCO.

  48. Quanto ao preço de 100 milhões de libras, é esse mesmo!
    O preço foi anunciado no The Guardian e informado quando da entrega da úlitma delas aos suecos…
    Mas não falei!
    Já veio o Mauro com o seu “nunca antes nesse pais….”
    Mauro, concordo contigo, as coisas parecem, por enquanto só parecem, estar melhorando.
    Mas daí a dizer que o povo tem se acostumar com lixo, porque antes nem lixo tinha não dá!
    Concordo com você 99% do tempo, Até no blog aereo, mas nesse ponto das canhoneiras, felizmente, ou inflezmente, temos visões conflitantes.
    Eu quero sempre o estado da arte, o melhor, para que meus soldados nem tenham que suar, só apertar um botão e pedir uma pina colada….

  49. Amigos,

    – saibam todos que não sei tudo,

    – saibam todos que minhas palavras são totalmente passíveis de contestação,

    – saibam todos que não tenho nenhuma condição para ser prepotente … faltam qualidades.

    – saibam todos no entanto que não sou ingênuo, tenho condições suficientes para avaliar conjunturas e propor discussões.

    – saibam que acho fundamental o questionamento de posições governamentais, por parte dos cidadãos responsáveis, principalmente quando se acham no direito de dispor de verbas públicas em projetos discutíveis,

    – espero que as colocações que fiz na última intervenção seja frontal e cirugicamente desmentidas.

    Óbviamente que todos neste blog são suficientemente informados e inteligentes para não acreditarem cegamente no que digo nem em posiçõs contrárias às minhas e favoráveis ao projeto do governo.

    Mas discutam, questionem, concordem e discordem porque há muita coisa que precisa ser melhor explicada.

  50. Mauro! Peço que repense sua atitude, pois se aqueles que enriquecem os debates neste blog, com bom senso, sensatez, conhecimento, como é seu caso e de outros que postam aqui, desistirem das postagens, tendo em vista a cada vez mas tendenciosa visão dos moderadores do blog, bem como a opinião de mentes que misturam algum tipo de preconceito político com assuntos de defesa, que não visualizam nada de bom que venha do atual governo, ficaremos orfãos do contraditório, e ai sim, não nos restará outra atitude, senão acompanhá-lo na sua decisão.

    “Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada” E. Burke

  51. Não sei qual é o drama.
    Toda vez que o blog propõe comparar nossa sucata com essas ai, mais modernosas, o pessoal “arranca a meia e sai sempre chorando”! ahahaha
    Calma!
    Vocês já ganharam, não viram as Visbys, muito menos as haminas, sequer as “velhinhas pohangs”, mas “os botes salva vidas do titanic que não foram usados pelos naufragos”….
    Cada um pode ter sua opinião mas ninguém, muito menos eu, sabe tudo.
    Deus queira que nunca as tais canhoneiras tenham que enfrentar algo mais “sério”, senão serão apenas um caixão pros pobres que nelas estiverem….

  52. ALGUMA PESSOAS, INSISTEM EM ESQUECER OS NUMEROS, UMA PATRULHA DESSAS ARMADA DA FORMA DESCRITA ESTA FORA DO ORÇAMENTO DA MAIORIA DOS PAISES PESSOAL,NOSSO PROBLEMA E GRANA, HOJE QUALQUER NAVIO MEDIANAMENTE ARMADO FICA NA CASA DO BILHAO DE DOLARES, O BRASIL SO TEM DOIS BILHOES, E ESSE DINHEIRO NAO ESTA DISPONIVEL IMEDIATAMENTE, SERA LIBERADO NO CURSO DE UNS 4 ANOS.
    AGORA PARA PATRULHAR NOSSA COSTA PRECISARIAMOS DE PELO MENOS 20, DO MESMO NAIPE, ALGUEM PODE ME DIZER DE ONDE VIRA A GRANA?

    EU ME AMARRO NO PORCHE, E SONHO COM UM JAGUAR, MAS MAL CONSIGO MANTER MEU CORSINHA CLASSIC; PE DE BOI….

    FAZER O QUE…

  53. Teles,

    O problema é esse. Como um país que tem tão pouco dinheiro usa esse argumento para comprar lanchas de patrulha, mas por outro lado sonha com um submarino nuclear. Não dá para entender onde essa turma quer ir!

  54. Contra fatos não há argumentos !! O Arcanjo disse tudo !

    1 – Um navio de 600 ton, por mais avançado que seja, não lança nenhum MSS em mar grosso. Fato.

    2 – Um navio armado até os dentes custa muito mais do que uns 10 napas 500 e custa infinitamente mais para operar e manter. Fato.

    3 – Por mais que muitos gritem, chorem, etc, 10 navios patrulham uma área maior do que 1 somente. Fato.

    4 – Fazendo uma analogia com a MISSÃO do navio, e aproveitando a comparação do fusca/porshe, se o objetivo fosse chegar primeiro, ok, 1 porshe é melhor do que 1000 fusquinhas. Mas se o objetivo é dar 1 volta na pista, 1 fusquinha faz isso muito bem e mais barato. Sobra um dinheirão para aplicar em outras coisas. Fato.

    5 – A Marinha estabelece os requisitos operativos dos navios que ela adquire se baseando na missão que o mesmo irá cumprir, diferente da maioria que postou aqui. Fato.

    6 – De nada adianta um MSS com 500 km de alcance se o horizonte radar for pequeno. O ataque fica limitado ao alcance do radar e de acordo com esse horizonte. Fato.

    7 – Uma inhaúma fazendo OTHT com um lynx e lançando um Exocet detona esse navio fácil. Fato.

    8 – Navio de 600 ton com sonar ??? Não vai detecnadar nada em mar agitado. Fato.

    9 – Não adianta chramingar, a Marinha jamais irá comprar um navio desses. Fato.

    10 – Arcanjo disse que “contra fatos não há argumentos” e só postou especulações. Fato.

  55. Essa discussão começou a beirar o ridículo, então vou entrar no debate, mas não vou falar nada de navio, mas da discussão em si:

    Onde o Blog está sendo tendencioso?
    Alguém do Blog está forçando alguém a pensar igual?
    O Blog está dizendo “vocês todos estão errados, nosso Blog está certo”?

    Simplesmente o editor que escreveu o post (Galante) expressou uma opinião, quem concorda pode comentar, quem não concorda também, mas daí a achar que o Blog está “incutindo falácias” na cabeça dos outros… tenha dó. Está muito claro lá em cima: “Nota do Blog”. Concorda quem quer, discorda quem quer, o nível dos freqüentadores daqui é suficientemente elevado para dispensar visões de “torcida”.

    Eu mesmo, que publico aqui, não concordo 100% com a opinião do Galante no post, apesar do “nós” da nota. Mas concordo 100% que deve-se discutir o tema, porque é muito importante.

    E expressei aqui minha opinião. Concorde quem quiser, discorde quem quiser também. E é disso que o blog é feito.

    Saudações

    Nunão

  56. Bem, tenho que dizer também que concordo com o Gaiteiro. Explicou tudo muito bem, mas muita gente não entendeu.

    Mas, pra levantar um pouquinho a “bola” desse projeto sueco, que acho fascinante, mas que não serve para nós, afirmo que, se fosse um pouco maior, para comportar um helo do porte de um lynx, e com alcance dobrado, poderia muito bem fazer as vezes de NaPaOc. Aí sim, o projeto nos seria de alguma valia.

  57. Acho que a questão é esta mesmo… recebi um email legal mostrando os 10 carros mais vendidos dos EUA… o top de vendas é a Silverado, que custa o mesmo que um Corsa aqui.

    Por que um preço tão alto, por um produto tão inferior??!

    Por que tem muita gente pensando em como abocanhar uma parte do bolo, em lugar de comprar os melhores equipamentos!… e é óbvio que isto também se aplica aos meios militares… afinal são empresas que vendem os armamentos… o jaba falta alto… e ninguém tem peito de calar ele.

    Que tipo de equipamentos poderíamos comprar com o valor que foi pago pelo Nae São Paulo, por exemplo???

    Seria, na minha opinião, muito mais interessante consegir corvetas como a Visby, e distribuir o poder destes barcos pelo território nacional, do que manter um GIGANTESCO elefante branco que, além de não ser útil, ocupa gente pra caramba só para mantê-lo vivo, e como pra KCT!!!

    Se temos pouco dinheiro, acho que deveríamos comprar realmente equipamentos melhores, tendem a durar mais, tanto no que diz respeito à manutanção quanto ao enfrentamento.

    Agora, se é apenas para servir de alvo, então tudo bem, então qualquer lata velha, com um fuzil na proa pode ser chamada de navio de guerra!

    Como projetos de compra de navios são planejados para longo prazo, acho que lucraríamos bem mais com a proposta KDX + Pohang… teríamos condições de adquirir o pacote, e ganharíamos tempo para desenvolver projetos modernos.

    Como os koreanos estão passando as Pohang, supõe-se que estão abrindo espaço para vasos modernos na mesma classe, e poderíamos até mesmo prever a substituição gradativa destas mesmas Pohang ao longo dos próximos 12 anos, por exemplo, participando do projeto e agendando construção de vasos por aqui, para nós e para eles (todo mundo quer incorporar os navios para ontem! certo?!)

    Acredito que o mesmo vale para o sub 214… todos os países que aproveitaram as vantagens constratuais hoje tem tecnologia mesmo, inclusive propondo soluções que foram incorporada pela matriz, como já foi comentado aqui no blog!

    Já construímos submarinos aqui… mas nunca soube da construção de um único Mirage francês em terras tupiniquins!??

    E como outra pessoa comentou, toda a estrutura que compreende a construção e operação do SubNuc é astronômica física e financeiramente… satélites, sistmas de comunicação de baixa frequência, uma rede completa pela nossa ZEE, provavelmente), reservatórios para combustível nuc, e os armamentos… se vamos operar armamento que já temos neste vaso, então ele perde todo sentido… se vamos operar armamentos nucleares nele… ganhamos desconfiança e antipatia internacional… não vejo como ele possa nos ser útil… nem em tempos de paz… nem em tempos de guerra.

    Quanto à função dos navios patrulha (voltando ao assunto) sou completamente à favor de navios multifunção… já que temos pouco dinheiro, temos que ser versáteis… elas são versáteis em várias áreas sem que sejam “pobres” demais no todo… podem se prestar tanto à tarefas de patrulha, quanto combate de superfície, quanto caça à submarinos com uma boa capacidade embarcada… acho que é um ótimo navio pelo que se paga!! e o nosso dinheiro é pouco!

    Na verdade não é não… eu lembro de ter visto em algum lugar os orçamentos (uma tabela comparativa!) de várias marinhas, e nós temos mais investimento na área que muito peixe grande por aí… acho que uma boa idéia seria desvincular o “pagamento dos militares” do orçamento da Marinha… eles passariam a receber diretamente como “funcionários públicos federais” e o orçamento naval seria exclusivamente para lidar com manutenção, aquisição e modernização de equipamentos… fazer o quê né… eu sempre fui um sonhador… alivia a pressão de um mundo tão sem sentido!!!

    Abração galera!

  58. É por isso que ando sem saco de escrever alguma coisa, aqui só tem amador querendo ser expert em defesa. Salvo algumas raras execeções como o gaiteiro e alguns poucos, o resto…

    Eu fico lendo e só rindo de tanta besteira escrita pelos “experts”, se querem aprender alguma coisa sobre defesa procurem outro blog porque este…

    Aja saco…

  59. Tem razão… haja saco… pra aturar pessoas com o seu tipo de postura!

    O que é que faz uma pessoa expert?!

    Acho que boa parte aqui gosta e pesquisa na WEB, outros tantos como eu mesmo, serviram e viram a encrenca de frente…

    Para mim todos têm direito à uma opinião, mesmo que pareça absurda à alguém como você ou o Gaiteiro…

    Devido à falta de recursos financeiros, meios, e treinamento real na Marinha… acho que não devem haver no Brasil tantos experts assim não!!!

    Agora, se vocês, além de pesquisar, serviram numa marinha, qualquer uma, na guerra do golfo, por exemplo, ou durante a invasão do Iraque, ou trabalha como conselheiro estratégico para algum país do primeiro mundo, eu dou o braço à torcer…

    Fora isto, acho que isto aqui é um blog democrático, e tanto os que gostam, quanto os que ainda trabalham na área, têm direito à opinião, mesmo que alguns não gostem…

    Aliás, a prepotência, ao longo dos séculos, mandou muita gente pra ruína, e jogou muita gente boa na fogueira!

    Sugiro, novamente, um pouquinho mais de humildade!!

    Mas é só uma sugestão… deve ser o tal do espírito natalino baixando por aqui!!!

    PS: Galante… não trouxe nehuma lembrancinha do longínquio Norte não!??

  60. Refutando o Leo Carcará:

    1 – Um navio de 600 ton, por mais avançado que seja, não lança nenhum MSS em mar grosso.
    R.: Você acha mesmo que a Suécia iria projetar um navio com este preço que não pode disparar míssil em mar grosso?

    2 – Um navio armado até os dentes custa muito mais do que uns 10 napas 500 e custa infinitamente mais para operar e manter. Fato.
    R.: Mas são navios que tem realmente aumentam o poder naval de um país, coisa que esses NaPas não fazem.

    3 – Por mais que muitos gritem, chorem, etc, 10 navios patrulham uma área maior do que 1 somente. Fato.
    R.: Melhor patrulhar a área com P-3 e enviar um navio stealth para verificar e acompanhar de perto contatos suspeitos, sem ser detectado.

    4 – Fazendo uma analogia com a MISSÃO do navio, e aproveitando a comparação do fusca/porshe, se o objetivo fosse chegar primeiro, ok, 1 porshe é melhor do que 1000 fusquinhas. Mas se o objetivo é dar 1 volta na pista, 1 fusquinha faz isso muito bem e mais barato. Sobra um dinheirão para aplicar em outras coisas. Fato.
    Sobra dinheirão para aplicar em coisas que não servirão para nada num conflito?

    5 – A Marinha estabelece os requisitos operativos dos navios que ela adquire se baseando na missão que o mesmo irá cumprir, diferente da maioria que postou aqui.
    R.: Nem sempre é assim, Antes de comprar o projetos desses NaPas franceses a Marinha estava projetando um NaPaOc de 1.200tons, que foi cancelado.

    6 – De nada adianta um MSS com 500 km de alcance se o horizonte radar for pequeno. O ataque fica limitado ao alcance do radar e de acordo com esse horizonte. Fato.
    R.: Adianta sim. O navio pode receber orientação OTH de um submarino, aeronaves ou outro navio mais próximo.

    7 – Uma inhaúma fazendo OTHT com um lynx e lançando um Exocet detona esse navio fácil.
    R.: Mísseis antinavio dificilmente conseguem travar numa Visby, ainda mais se ele estiver a toda velocidade e usando jamming.

    8 – Navio de 600 ton com sonar ??? Não vai detecnadar nada em mar agitado.
    R.: Quase nenhum navio detecta algo em mar agitado.

    9 – Não adianta chramingar, a Marinha jamais irá comprar um navio desses.
    R.: Já que a Marinha nunca irá comprar, porque ficam estrebuchando quando este Blog publica uma nota criticando uma aquisição da MB? Nesse país só é aceito quem “baba ovo”?

  61. Nimitz… foi por isso que eu falei que não concordava… mas gostei do post dele assim mesmo.

    Você colocou muito bem.

    No caso do porshe e do fusca… qual a missão deles numa pista de corrida… chegar primeiro… não ficar dando voltas… o Porshe é a escolha e pronto!

    No caso de qualquer navio de guerra, é estar pronto pro combate… e um canhãozinho só nào supre a demanda não…

    É muito dinheiro gasto num vaso sub-dimensionado, para cumprir uma missão puramente figurativa… dá pra fazer muito melhor se houver pessoas sérias envolvidas no projeto todo… acho até que sairia mais em conta compra vasos prontos de modelos já testados, se a questão é apenas conseguir navios patrulhas e colocá-los lá… talvez pudéssemos conseguir mais navios, já que o valor dos produtos nacionais é exorbitante!!!

  62. Acompanho o Blog a bastante tempo e de um tempo para cá parece que ficou meio tendencioso. Quando as FFAA estavam no fundo do poço ninguem fazia tantas críticas. Agora quando tudo começou a melhor apareceram muitas críticas. Um dia o 214 não serve e o scopene é o melhor, quando a MB muda para o scorpene o 214 passa a ser o melhor.
    Ontem estive na “Estação das Docas” em Belém do PA e vi dois navios patrulha atracando: O Guarujá e o Bocaina. Mesmo sendo leigo dá para entender para que servem, inclusive fiz fotos e visitei. Não entendi a comparação.

  63. Amigo Mauro,

    só li agora os comentários deste post…é sério o que vc diz, de abandonar o blog?

    Espero que não faça isso…e agradeceria se o amigo revisse essa sua posição…entre outras coisas, por achar a sua contribuição fundamental aqui nas discussões.

    um forte abraço e fico no aguardo de seu próximo post

    ps. tem uma matéria interessante para discutirmos, sobre a vinda do ministro da França…muita coisa que nós discutimos aqui por meses, estão prestes a serem concretizadas…e justamente agora vc decide “abandonar o barco”…não, não…vamos lá, precisamos de seus comentários aqui.

  64. Nunão muito boa a intervenção.
    *****************************************
    e para a turma dos cabeças de planilha.
    a conclusão é simples
    1- sim o brasil foi é será uma eterna favela, por isso não precisa almejar nenhuma tecnologia da qual possa torná-lo mais capaz que qualquer nação.
    2- as ameaças à integridade do brasil, foram, são e serão o green peace, o grupo afoxé filhos de gandi, dalai lama e a marinha do vaticano. por isso os napa, dão conta do recado.
    3- o fato de se mencionar as VisbY como exemplo de projeto o qual poderia ser consderado por nossa marinha,r estringe única e exclusivamente a comprar diretamente o modelo de fábrica semimpor quaisquer alterações ou inovações, adaptações e adequações aos nossos orçamentos, e armamentos, pois trata-se de um projeto imutável.
    4- Ninguém sabe do que esta falando, talvez os sábios que adiquiriram o são paulo e os A-4 que na altura era a oitava maravilha do mundo e agora estãoa i corroendo o parco orçamento d amarinha estavam certos, inclusive no que toca aos motores do A-4 que estão em perfeito estado tanto quanto desejável.
    5- o governo não vai usar isto como instrumento para justificar os cortes do orçamento uma vez com 50 patrulheiros são um número expressivo para 90% dos brasileiros que não sabem nem para que serve a marinha de guerra do Brasil
    5-sem efetiva cobertura aérea de helicópteros, aviões ou uavs para efetuar a efetiva vigilância os patrulheiros não cobrirão o território e proverão a defesa efetiva.
    6-só servem 20 Visby? quaisquer outros navios que congreguem estas capacidades são impensáveis.
    7- as visby não servem pois tem alcance limitado e não operam em mar agitado, mas os nossos super patrulheiros o farão sem dó nem piedade
    8- As OPVs espanholas estão sendo planejadas para operar em ambiente centrado em redes, claro os espanhois são milionários e gostam de esbanjar dinheiro nós não podemos nos dar ao luxo de esbanjar 1% do PIB para o reequipamento das forças armadas, porque não estamos em guerra, não temos ameaças, somos pobres e pra quem é tá bom…

  65. Tô chegando agora do trampo e me deparei com esse post.
    Não li ainda nenhum comentário mas acho a comparação do blog infeliz.
    Não podemos ter cinquenta Visby. Não temos necessidade e muito menos dinheiro para termos 50. Não precisamos de 30 e nem de meia dúzia.
    Usar um navio desta classe para “policiamento” e “salvamento” é no mínimo ridículo. A capacidade do navio (que influi no custo) seria inútil em 99,9 % do seu tempo de uso, se é que seria útil um dia.
    Ao meu ver um navio dessa classe não é necessário para o Brasil.
    Sei que a intenção do blog é incentivar o debate mas devido a importância que o mesmo está assumindo no cenário de Defesa Nacional e tendo uma notória capacidade de “formação de opinião”, algumas comparações deveriam ser melhor formuladas já que a maioria dos visitantes são leigos (inclusive eu) e não possuem um claro discernimento sobre o assunto.
    Não precisamos dessa classe assim como a PM não precisa de tanques Leopard, e o segmento militar da MB também não precisa. Corvetas de maior tonelagem, como uma Barroso melhorada, seriam infinitamente mais úteis para apoiarem os submarinos convencionais na ASW.
    Na função ASuW os submarinos armados com mísseis e caças em terra seriam a melhor alternativa. Apoiados pelas corvetas como uma segunda linha de defesa e mísseis baseados em terra como uma segunda e terceira linha de defesa.

  66. Galante… figurativamente falando… se pudesse te dava uma porrada!

    O sua nota foi perfeita! É a sua opinião, e é óbvio que é relevante… que é que há de errado em gostar da idéia de ter patrulheiros melhor armados e equipados?! Nada demais! E não tem nada demais concordar ou discordar dela!

    Acho que o fato de alguns saírem por que não encontram eco às suas opiniões é no mínimo suspeito!! Sempre que eu vi isto acontecer, foi por outros motivos que não o exposto… então sugiro que não se preocupe muito com isto…

    Acredito muito mesmo, que este tipo de blog é para discussão mesmo, e não apenas para postar informações… o que seria o caso se eu tivesse dinheiro e pudesse comprar um barquinho destes para mim… mas não é o caso!

    Tenho desenvolvido um documento sobre a minha visão da Marinha, gostaria de te enviar e pedir para você postar em partes no blog, apenas para saber o que as pessoas pensam, o que acrescentariam, ou tirariam, etc.

    Gosto do tema, e gostaria que você o postasse em partes no blog para que o pessoal possa interagir com ele… que você me diz!?

    No momento está com umas 19 pgs… e não coloquei figuras… deixo por sua conta!

    outra coisa… vê se marca um rodízio de pizza com a galera, pra gente cair na porr… debater esses assunto na mesa… ia ser legal conhecer o pessoal pessoalmente.

    Não sei se já fizeram isto antes, por isto estou sugerindo!

    Abração galera!

  67. Mauro Lima, muito obrigado pela porrada virtual…rs
    Estou mesmo querendo marcar um encontro com a galera do Rio de Janeiro, um encontro do Poder Naval no Centro Cultural da Marinha e depois o pessoal poderia ir a um rodízio.
    Vamos ver se conseguimos marcar algo pra janeiro.
    Por favor, envie o seu material.
    Abraços!

  68. Leo Carcará disse:

    mas que não serve para nós, afirmo que, se fosse um pouco maior, para comportar um helo do porte de um lynx, e com alcance dobrado, poderia muito bem fazer as vezes de NaPaOc. Aí sim, o projeto nos seria de alguma valia.

    Leo você leu o novo “post” do Lynx dinamarques pousando na Visby?

  69. Uma coisa interessante de alguns comentários que lí foi que alguns intitulam a outros de “experts” de maneira irônica. Acho esse tipo de comentário no mínimo desnecessário. Somos um país de leigos. Ninguém aqui é expert e nada. O fato de ter patente ou de ter graduação em determinada setor não o qualifica de pronto como expert. Conheço “marinheiro” que nunca saiu de trás de uma mesa e não entra na piscina sem bóia e engenheiro que não sabe a diferença entre chave de fenda e alicate.
    Economistas afundaram por muitos anos a economia do país. Eram experts.
    Nossos políticos são experts no “bem comum” e nos ______ diariamente.
    Sou meio parente de um coronel da reserva que um dia me disse que um tiro de revólver era mais eficiente a média distância porque o projétil “pegava” velocidade. Era um expert da artilharia.
    Um dia desses vi um expert da Polícia Civil Carioca mostrando um tubo oco descartado de um AT-4 encontrado em um morro e disse que se tratava de um poderoso míssil anti-aéreo capaz de derrubar helicóptero (esqueceram de dizer para o expert que aquele tubo não é recarregado).
    Alguns experts da elite da polícia um dia desses levaram 15 segundos para derrubarem uma porta e entrarem no cativeiro de um sequestrador e deu no que deu.
    Uma amiga da minha sogra tem uma tesoura deixada por um expert em cirurgia abdominal no bucho.
    Tem um expert em Jesus, amor e caridade no bairro onde eu moro que foi pego bulinando um garoto de 8 anos.
    Esse blog (com o perdão do Galante), salvo engano é para entusiastas civis e militares. Os experts devem ficar trabalhando naquilo que são especialistas e profissionais e não deveriam freqüentar blogs na internet onde todo mundo dá pitaco. Se o fazem devem ter humildade para com os que consideram menos “entendidos” rs.rs….já que aqui não é ponto de encontro de profissionais, caso contrário teria cadastro, senha, etc.
    Eu tenho a minha profissão e a pratico durante 10 horas por dia, nesse meio tempo não espio o blog do Galante. Quando chego em casa vou nos favoritos e dou uma olhada no que tá acontecendo por aqui.
    Blogs profissionais da minha área? Tô fora! Já basta o dia a dia.
    Um abraço a todos.

  70. algumas mods simples:

    1: se não um heli, que tal um veículo como firescout ou eagle eye, ajudaria muito nas buscas e patrulhamento, e pode ajudar a engajar alvos além do horizonte, além de poder ser vetor de mísseis leves.

    2: por que não o já ótimo canhão de 57mm.

    3: por que não um veículo como Protector, para abordagem direta. com uma rampa automática, como a que classe americana Cyclone tem na popa.

    Sei lá… há um mundo de sugestõezinhas que poderiam agregar valor real ao barco…

  71. Galante,
    poderia organizar a cervejada para o LAAD 2009 em abril. Eu vou com a patroa e aproveito para curtir uma prainha.
    Um abraço.

  72. Botando mais pitaco no lance dos experts…

    Lembram de um jogador que teve um enfarte em campo, e tentaram fazer ressucitação cardio-respiratória nele… os enfermeiros (os experts) que o atenderam mataram ele, pro Brasil inteiro ver.

    Peçam a alguém próximo pressionar o seu peito com força, e tentem respirar ao mesmo tempo… é impossível!

    As coisas devem se revezar!

    No meu tempo não tinha aprovação direta não!! Fiquei muitos dias depois da aula fazendo caligrafia e matemática!

  73. Mauro Lima,
    você é um sortudo. Minha caligrafia só melhorou depois que inventaram o editor de texto do computador e a minha matemática ficou ótima depois da calculadora. Quanto à minha gramática continua uma _________.
    (Poupei seu trabalho dessa vez Galante. Ponto para mim!)
    Rs.rs.rs….

  74. Só agora caiu a ficha.

    A celeuma desse post foi grande desse jeito não por causa do tema, dos lobbies pró e contra, nem dos superexperts versus superleigos, ou mesmo por causa do blog-tendencioso-formador-de-opinião-manipulador-da-verdade versus pobres leitores inocentes.

    Foi por causa do nome das “Visby”.

    É que baixou em muita gente o espírito dos velhos tempos de ginásio, em que um sujeito trocava impropérios com o outro e, a cada ataque, a classe inteira fazia coro: VIIIICCCHHHHHHHHSSSSSSSSSSSSBY…

    Perdão, não resisti… Entrei no espírito.

  75. Mauro Lima,agora o sr. pegou pesado, mas acho que serei mas do que o senhor, lembra do ALMIRANTE que disse que “O BRASIL NUNCA TEVE E NÂO TEM UM PLANO DE CONSTRUIR UM SUBMARINO NUCLEAR”? sim ele é um expert, assim como muitos que tomas decisões em nome de nossas FA.
    eu sou do tempo em que anotação na caderneta na melhor das hipóteses rendia um puxão de orelha da minha mãe, deve ser por isso que tenho um par de orelhas tão grandes…

  76. Senhores, ratifico a opinião do Gaitero e do Mauro, explicaram muito bem e o pensamento deles coincidiu com o meu em tudo.

    Entretanto acho uma postura muito fraca abandonar um blog ou qualquer outro local parecido só porque não concordaram com suas idéias, é um excesso de melindre, e as pessoas não devem se melindrar jamais, será que vocês vão abandonar o seu trabalho só porque não concordam com os outros colegas? Ou será que vão sair de casa só porque discordaram de suas esposas? Acho que não. Tudo bem que o Blog seja menos importante que o trabalho e a família, mesmo assim não deve ser abandonado por motivo fútil.

    Se as pessoas querem continuar a fazer comparações entre pequenos navios patrulha e belonaves de combate, paciência, eles tem tonelagem parecida mas filosofia de emprego completamente diferente. Já foi explicado 1000 vezes que a capacidade de combate de cada um deve ser diretamente proporcional ao emprego que eles terão.

    Creio que a Marinha não está querendo suprir sua capacidade de escolta e de combate em Mar aberto com esses NAPA, isso é óbvio.

    Todos nós queremos belonaves maiores e mais bem armadas para a função de escolta, mas isso faz parte de outra parte do plano de defesa, não vamos achar que não teremos mais escoltas apenas porque compramos as patrulhas.

    Acho até que as pessoas reclamam muito e as vezes só por reclamar, se a Marinha comprasse 27 Visby para fazer patrulha na bacia de Santos e outras, os mesmos que reclamam dos NAPA ainda assim iriam reclamar, iam dizer que são super armados, super dimensionados para a função e tem pouca autonomia e são caros de manter, e etc.

    Fazer uma análise crítica bem fundamentada é uma coisa, reclamar só por reclamar não é producente.

  77. Amigo Bosco,

    sábias palavras, concordo contigo em tudo no que vc disse nos últimos posts acima, especialmente esta parte:

    “Blogs profissionais da minha área? Tô fora! Já basta o dia a dia.”

    Também estou fora. Já basta o dia a dia, o mês a mês, o ano a ano…

    Só pra contribuir um pouco mais, o conhecimento técnico, altamente especializado, é parte do “emburrecimento” geral da humanidade nos últimos 400 ou 500 anos. Comparem um Leonardo da Vinci, especialista em coisa nenhuma mas genial em quase tudo, com um engenheiro da Nasa, que sabe tudo sobre a rebinboca da parafuseta do Ônibus Espacial, mas não sabe diferenciar a Monalisa de um pé de alface.

    Que bom que aqui, sendo ou não, todos nós dispensamos nossas especialidades, sejam elas quais forem.

    É isso aí…mandou bem.

    Vida longa aos Insectosauros!!!hehehe……

    um forte abraço

  78. O mundo dos entusiastas é muito rico. Muitas vezes um profissional (especialista), no verdadeiro sentido da palavra, não é capaz de ver todas a nuances de um determinado tema.
    Será que um especialista em “reator nuclear” entende de torpedos ou de sonores ou sistema de navegação inercial?
    Será que um profissional da área de mísseis anti-navio, especializado em cabeças de combate, é também expert em sistemas de orientação por GPS, ou em sistemas de radar ativo?
    Será que um piloto da FAB é expert em carros de combate?
    Será que um almirante é expert em armas de energia direta ou em tecnologia stealth?
    E o sargento que tem que correr atrás do leite das crianças e chegar na hora no quartel? Será que é expert em fuzil anti-material? Ou em ATGM?
    Será que o super expert da polícia civil do BOPE, excelente sniper, e expert também em minas ou em foguetes de saturação?
    O entusiasta, principalmente o entusiasta leigo, e mais ainda, o entusiasta leigo em relação a temas relacionados a equipamentos militares, são de extrema importância para levar a discussão à cabo já que muito conhecem um pouco do todo e formam uma visão global que muitos profissionais da área não têm.
    Um dos nossos amigos, que é sabidamente um expert do blog, o Marine, sempre declara sua “ignorância” sobre temas que não são diretamente ligados aquele que pratica no dia a dia, que é relacionado às armas, táticas, técnicas, doutrina, relativos à infantaria do USMC.
    Um abraço à todos.

  79. Nossa! Desculpem-me pelos erros de concordância.
    Com certeza não sou um “expert” em gramática.
    Ou seria em aritmética?
    Rs.rs.rs….

    Será que o certo seria: Me desculpem…..?

  80. Não está na hora de se criar uma Guarda Costeira e parar com essa briga.

    NaPas 200/500 + EC725 + C-235 + NaPaOc >>>>> Guarda Costeira

    P-3A + A1-M + PA + Escoltas de 6000ton + Sub+AIP + SubNUc >>>>> MB

    NaPaFlu, etc. >>>>> ?????

  81. Bosco, sabias palavras e bem lembrado o colega Marine.
    Jorge, esta é minha cruzada, não está na hora de separar estas coisas? lá em cima onde postei verá que foi esta susgestão que dei, aliás não sou o único que em inúmeras vezes chama a atenção para este fato.
    qual o papel da nossa Marinha? o mesmo serve para o exército e a aeronautica
    Quando brinco com o soldado filantropo sangue bão, não estou desmerecendo as honrosas prestações de serviço providas pelas nossas FA, só acho que se militares são destacados para este tipo de serviço é por que o estado e susa instituições estão falahando no comprimento das suas.
    se o exército assumir a função de polícia como creio que a marinha está fazendo (por isso defendo a criação da guarda costeira) é porque a polícia não cumpre o seu papel, e antes que isto aconteça, prefiro uma polícia bem preparada e adestrada, equipada e apta a cumprir a sua função que um exercito treinado pra prender bandido e distribuir cesta básica, mas que na hora do pega pra capar, deu 5 iros por anoe aprendeu a cantar a canção do expedicionário.

  82. Hornet,
    O Mauro não pode sair e nem o Gaitero.
    O Mauro é um daqueles, que como eu e você, tem um conhecimento vasto que vai desde a tal da rebimboca da parafuseta até de “anti-gravidade”, bombas de “anti-matéria” e raio de “miniaturização”. Como não existem experts verdadeiros nesses assuntos ainda, passamos batido. Rs.rs.rs…..
    Um forte abraço insectossáurico pra você também.

  83. Edilson,
    muito bem colocado seu comentário tanto em relação ao Exercíto quanto em relação à Marinha.
    Também já defendi a Guarda Costeira Brasileira por vária vezes no blog, mas para tal a Constituição deveria ser alterada o que é muito difícil.
    Como a Constituição delega à MB poder de polícia, ela deve ter equipamentos condizentes para realizar essa função também, além de outros, para realizar suas outras atribuições.
    Um abraço.

  84. Excelente lembrança da rampa semelhante à da classe CYCLONE.
    Esta sugestão de aperfeiçoamento foi feita por quem serviu em NPa classe Grajaú e viajou destacado em PC da US Navy.

  85. Bosco,

    pois é, também sou contra essa história do Mauro e do Gaitero sairem…

    Além dos raios miniaturizantes e tudo o que vc falou, como é que vai haver polêmica aqui? E mais ainda, quem é que vai dar o norte do bom senso…geralmente quem faz isso (e espero que continue a fazer) é o Mauro.

    um forte abraço Andromedeneano

  86. Tsc, tsc, tsc…… “tô me sentindo que nem bigode, sempre nas bocas, mas pelo lado de fora”.
    Galante, desculpe-me o puxa-orelha, mas admistrador e ou editor de blog, não tem que dar explicações…. sob pena de a cada comentário ter que se explicar.
    Vamos falar sério e menos brincadeiras, mais fatos e menos “eu acho”.
    Sds.

  87. Para os contribuintes que não estivão satisfeitos em pagar pelas nossas NaPAs eu tenho uma solução!

    Não paguem mais impostos, soneguem o IR, digam não ao leão!

    Assim além de se negarem a custear as NaPAs ainda ganharão um temporada grátis longe de casa, com comida, banho e roupa lavada completamente grátis!

    Viva a Utopia!

  88. ALTE.DOENITZ

    MENTALIDADE DE TERCEIRO MUNDO AMIGO, HOJE DIZEM EMERGENTES, PAISES QUE MAL RESOLVERAM SUAS DIFERENÇAS SOCIAIS E JA QUEREM SE TORNAM POTENCIAS APENAS COMPRANDO ARMAS, E MOSTRANDO AO MUNDO.
    NO FUNDO EXISTE ALGUMA COISA DE MANIA DE GRANDEZA NISSO, PENSE COMIGO,COMPRARAM UM PORTA AVIOES USADO DA DECADA DE 50, QUE JA FOI DOCADO DUAS VEZES E NAO TEM CAPACIDADE PARA OPERAR NENHUM CAÇA MODERNO SEM RESTRIÇOES, NEM MESMO O RAFALE.
    DADO O ELEVADO CUSTO DE PRODUÇÃO E POSSE DE UM SNA, PORQUE JA NAO PROJETARAM UM PORTA AVIOES MODERNO,QUE SAIRIA BEM MAIS EM CONTA E NOS DARIA MEIOS DE PATRULHA DE AREAS ENORMES,ALEM DE PROPICIAR TAMBEM UMA FORÇA DE ATAQUE.EU TENHO VISTO AQUI MUITA GENTE PENSANDO QUE O SH OU O RAFALE PODE OPERAR DO NAE SP. NAO PODE.POR ISSO NAO ACREDITO NESSE PLANO, O PRINCIPAL NAO ESTA GARANTIDO, $$$$$

  89. Jorge,
    viajando na sua idéia, não seria uma boa que os NaPaFlu ficassem com o exército?
    Acho engraçado essa história da Marinha patrulhando a foz do Amazonas. Ou então cria-se também a Rioinha Brasileira.rs.rs.rs….
    Falando sério! O Exército ficaria bem na foto com alguns CB-90, uns hovercrafts (como no Vietnã) e uns NaPas maiores com hangar para um helicóptero e um morteiro automático de 120 mm na proa.
    Sonho meu. Sonho meu. Vai buscar quem mora longe. Sonho meu!

  90. Nem patrulhas NAPA 500, nem corvetas stealth como a classe Visby e, muito menos, projetos de navios mais pesados, melhor armados e tecnologicamente avançados como as fragatas FREMM. Não que eu seja contra o projeto de reaparelhamento da marinha, pelo contrário, acho coerente considerando nossas possibilidades (isso não quer dizer que eu concorde com canhoneiras tão pouco capazes).
    A questão é que toda vez que vejo os anúncios oficiais e as discussões aqui fomentadas, só consigo me lembrar de uma coisa, a Barroso (14 anos?!). Fariamos melhor, em minha opinião de leigo confesso, acertarmos com os coreanos, afinal, na proposta deles já existem 10 navios prontos e superiores as canhoneiras.

  91. Bosco acho que a CB-2010 já vem com AMos o morteiro,além de um “zodiac” embutido, nãosei se seria melhor o exército ou a marinha, pois esta separação para mim é esdruxula (nem sei se escreve assim) acho que a interoperacionalidade entre as forças é outra coisa necessária na reforma das nossas FA, inclusive a criação da Guarda Nacinal(para distribuir cesta básica e agir em questôes de disturbio civil, calamidades e apoio ecombate ao crime dando suporte a policia federal, no brasil seco) assim como a guarda costeira (sonho meu) para atuar na prevenção e vigilância (Brasil molhado).

  92. Só pra lembrar… quem inventou o avião foi um “amador” Santos Dumont…

    e pra qualquer incauto que não tenha percebido… eu não sou o Mauro não!

    Meu nome é Mauro Lima hein!??

    Abração galera!

  93. Mudando de assunto.
    Engraçado a tecnologia. Conseguem fazer um bichão como esse Visby ficar com um RCS de um tronco flutuando e sumir dos radares e não conseguem fazer um esnorquel passar desapercebido. Oh trenzinho difícil esse tal de esnorquel (ou como se diz lá em Minas, Snorkel)!
    Num tem jeito de da uma demão de “tinta invisível” nele pra não incomoda tanto não?

  94. Edilson,
    arrupiei até os cabelo do joelho!
    Esse conceito do CB90 eu não conhecia não! Já tinha visto o AMOS em navios, mas não me lembro de ter visto essa belezura sueca com esse modelito não.
    Sem dúvida umas dessas daria um bom reforço, claro, a outra só com a .50 também é necessária pois deve levar mais tropas. Uma dupla do barulho.
    Da pra dispensar até os hovercrafts.
    Fica faltando só o NaPa maior com helicóptero, uns dois botes e com grande autonomia para patrulha.
    Valeu!

  95. com certeza tem… o problema não é a visibilidade do snorkel, ao que eu pude entender, e sim a audibilidade que o sistema projeta quando opera.

    já vi matérias na rede sobre redesenhos para dificultar a reflexão, e receptores de radar para alertar quando estão sendo iluminados!

    acho que é isso!

  96. Edilson… você não conhecia a CB90… busca os vídeos do Youtube com ela na amazônia… dá gosto de ver ela atirando!

    Eu sempre fico imaginando, 2 ou 3, despejando fuzileiros em volta daqueles fdp cupinzeiros!!! cercando os caras pelos pequenos braços dos rios… eles seriam pegos com as calças nas mãos!!

    Mas a política brasileira de não enfrentamento me dá nos nervos!!!

  97. Claro bosco, para mim o Napafluvial poderia se basear nas Hamina Finlandêsas (embora eu seja apaixonado nas suecas) mas enetendo maneter estas belezuras é caro, as Haminas também tem relativa descrição e assim como as Visby são modulares e aceitam quaisquer armamentos que sejam necessário, por exemplo, pode-se introduzir o canhão 57mm, morteiros Amos canhões 20 mm e até mesmo lança foguetes do tipo sbat ou quaisquer avibrás.
    claro o armamento seria diferenciado por se tratar de um navio destinado apatrulha fluvial, mas que poderia prover apoio as forças de combate ribeirinhas, razão do amos, e do provávellança foquetes.
    na minha concepção e gostaria de esclarecimentos, é se valeria a pena ter navios assim operando nas autoestradas amazônicas, os Rios? se eles são compatíveis? pois são embarcações rápidas,de reação e que para mim poderiam servir bem a estas funções, o que pelo menos servissem de base para os projetos dos futuros NAPAflu, porém creio que caberia também alguns swift para transporte de tropas e até mesmo apoio hospitalar…
    grande abraço
    em suma.

  98. Um outro grande problema do esnorquel é a esteira que ele deixa, que hoje é captada por esses radares de abertura sintética inversa (ISAR) que até a nossa Marinha tem (sem querer menosprezar).
    Os sistemas de alerta de radar em geral, conjugados com o esnorquel, são capazes de captarem o sinal de radar antes que o mesmo consiga fazer a leitura da sua presença. Alguns inclusive nem conseguem porque os radares dependem da capacidade de processamento de sinais. Daí da tempo do sub fugir sem mesmo ser percebido.

  99. Eu não sou muito fã de lançadores de foguetes de saturação não para apoio às operações ribeirinhas. Acho o ideal um morteiro automático pesado, estabilizado e que num futuro próximo já vai poder contar até com munição guiada.
    Mais um canhão de 40mm (ou de 57 mm), 2 “metralhadoras” de 20 mm, 1 heli armado e dois botes rígidos.
    Até eu que sou bobo ia me oferecer como voluntário na função de expert em descascar batatas só pra servir em um deles.

  100. Prezados, .. instigando o debate..
    Leigos ou experts, o que importa é que o dinheiro investido (bem ou mal) em qualquer área vem do nosso bolso (contribuintes) e podemos sim, mesmo que não tenhamos detalhes técnicos ou poder de decisão, debater o que seria ou não bom às nossas FAAs. Se ficarmos na passividade veremos o que está aí desde sempre, políticos e generais tomando decisões com nosso dinheiro.
    A nossa querida MB é famosa por não adotar prioridades e ações estratégicas, sempre com o argumento de falta de verbas, mas no entanto enfiam verbas em coisas que nunca dão retorno ou mordomias que sabemos como funciona.
    Se tivesse poder de decisão tiraria a tarefa de patrulha costeira da MB e criaria uma Guarda Costeira ao estilo dos EUA. Isto tiraria este custo da MB a qual poderia investir em projetos de meios modernos e EFICAZES de defesa. Com falta de recursos o planejamento estratégico é a alma do negócio, um exemplo do que estou falando é o nosso “Opalão”, sem defesa alguma e sempre na “oficina” .. adornos caros como este consomem verbas e são INÚTEIS (se entrássemos em conflito hoje esta porcaria sequer poderia sair da Baia da Guanabara) – não sou contra o NAe mas se é pra ter, que o deixem 100% operacional em todos os sentidos!
    Estão falando nestas lanchas de 500t, sub-armadas, etc… se são obsoletas ou inúteis (eu particularmente não sei) então que se aplique as verbas em outros meios mais eficientes ou mais bem armados ou até mesmo mais helicópteros para a força. (Esta é minha opinião – certa ou errada é o que penso no momento).
    Talvez seja realmente o momento de concentrar as compras das três forças em um departamento ligado ao MD pois nossos militares já demonstraram que não são bons em estratégia e prioridades. Quem quiser me criticar que o faça mas exemplos como nossa MB tem dado e o EB também (vejam o caso da falência da Engesa aliado à compra de Leopards Idosos da Bélgica) demonstram que muita coisa precisa mudar!
    Abraços.

  101. Nossa…que discussão..ehehehehe
    Pra acabar com o problema…os NaPa 500 armados com misseis!!!
    e em vez do 40mm, um Oto-Melara 76mm SR!!!!
    O bichinho ia ficar tunadinho….

  102. Alguns links legais pra galera; depois peguem no pé do galante pra desenvolver os assuntos!!! hehehe!

    http://www.afji.com/2008/07/3548183

    http://www.pt171.org/

    http://www.designation-systems.net/dusrm/app4/netfires.html

    http://noticiarionaval.blogspot.com/2008/07/lcs-so-why-doesnt-usa-clone-absalon.html

    http://forum.irishmilitaryonline.com/showthread.php?t=9494&page=15
    sobre classes de navios mercantes

    http://www.sonalystscombatsims.com/
    na foto ao fundo, parece um Oliver Hazar Perry… se alguém conseguir isolar esta imagem me manda… eu não consigo. Mas o bichinho é lindo… mesmo sem canhão de proa.

    pra quebrar o gelo
    http://jeffdean2.home.att.net/chpsale.htm
    moto de polícia de primeiro mundo… aqui o bandido ia com certeza roubar a moto do pm

    Abração galera!

  103. Dois desses nos nossos NaPaFlu (só a idéia do Flu no final não me agrada muito, preferiria que fossem NaPaFla, mas…) estariam de bom tamanho: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/91/Rigid_Hull_Inflatable_Boat.jpg

    Caro Henrique,
    também como cidadão me julgo no direito de fazer críticas a qualquer setor do Estado ao qual pertenço. Não preciso ser médico para criticar a saúde pública e nem professor para criticar o ensino público.
    Também acho o Opalão um desastre estratégico e econômico. “Criar doutrina” com um NAe velho, que não funciona e com aviões subsônicos que já na década de 60 eram “aviões de ataque” e agora, no século XXI é alçado a “caça de defesa de frota” é o cúmulo. Que doutrina é essa que vai ser criada? A de como não se deve fazer? Se for estamos caminhando a passos largos.
    Sou leigo no assunto, mas como dizia meu velho e sábio pai, comprar coisa barata e de segunda é desinterar o dinheiro pra compra uma coisa que presta.
    A MB chegou à conclusão que um NAe é essencial? As verbas para tal empreitada serão conseguidas? Tem verba para a manutenção. Formulou-se uma doutrina prévia em que o equipamento está inserido?
    Compra-se então um que atenda às necessidades, com os vetores certos e na medida em que vão chegando treina-se o pessoal. Ao meu ver seria o certo.
    O mesmo a dizer do submarino nuclear que pelo que eu sei só tem o projeto do reator. Tá faltando só os outros 95 % dos “periféricos”. 99% se formos computar todo o resto, como sistema de comunicação VLF, satélites, etc.
    Acredito estarmos mais perto de colocarmos um astronauta em órbita do que de colocarmos um submarino nuclear operacional.
    Bom! Aí já é outra estória.
    Um abraço.

  104. Tenho direito à tréplica ?

    O Mundo Fantástico do Alm. Nimitz

    1 – Um navio de 600 ton, por mais avançado que seja, não lança nenhum MSS em mar grosso.
    R.: Você acha mesmo que a Suécia iria projetar um navio com este preço que não pode disparar míssil em mar grosso?
    T.: Vá estudar aonde esses navios operam na Suécia ! Navio de 600 ton não lança MSS com mar grosso ! O sistema possui limites para balanço e caturro que, caso sejam ultrapassados, o lançamento é bloqueado. Não é assim porque quero, é porque é fato. Preciso desenhar?

    2 – Um navio armado até os dentes custa muito mais do que uns 10 napas 500 e custa infinitamente mais para operar e manter. Fato.
    R.: Mas são navios que tem realmente aumentam o poder naval de um país, coisa que esses NaPas não fazem.
    T.: Foco na missão, almirante, foco na missão !

    3 – Por mais que muitos gritem, chorem, etc, 10 navios patrulham uma área maior do que 1 somente. Fato.
    R.: Melhor patrulhar a área com P-3 e enviar um navio stealth para verificar e acompanhar de perto contatos suspeitos, sem ser detectado.
    T.: Ok, perfeito. Só falta combinar isso com os navios suspeitos. Afinal, nossa costa é bem pequenina, não é mesmo? E, ademais, isso não poderia ser feito com os napa 500 por que ? Temos mesmo que bricar de pique-esconde com pesqueiros, piratas e contrabandistas ? Pra quê ? Manda logo um RBS-15 de US$ 2 milhões na fuça deles !

    4 – Fazendo uma analogia com a MISSÃO do navio, e aproveitando a comparação do fusca/porshe, se o objetivo fosse chegar primeiro, ok, 1 porshe é melhor do que 1000 fusquinhas. Mas se o objetivo é dar 1 volta na pista, 1 fusquinha faz isso muito bem e mais barato. Sobra um dinheirão para aplicar em outras coisas. Fato.
    Sobra dinheirão para aplicar em coisas que não servirão para nada num conflito?
    T.: Sobra dindin para FREMM, A-4, NaPaOc, o que mais você quiser.

    5 – A Marinha estabelece os requisitos operativos dos navios que ela adquire se baseando na missão que o mesmo irá cumprir, diferente da maioria que postou aqui.
    R.: Nem sempre é assim, Antes de comprar o projetos desses NaPas franceses a Marinha estava projetando um NaPaOc de 1.200tons, que foi cancelado.
    T.: 1º O que você disse não afeta absolutamente nada a minha afirmação; 2º Quem disse pra você que esses NaPaOc iriam cumprir a mesma missão que os Napas 500 ?; 3º Quem disse que a MB desistiu de adquirir um NaPaOc ?

    6 – De nada adianta um MSS com 500 km de alcance se o horizonte radar for pequeno. O ataque fica limitado ao alcance do radar e de acordo com esse horizonte. Fato.
    R.: Adianta sim. O navio pode receber orientação OTH de um submarino, aeronaves ou outro navio mais próximo.
    T.: OTHT via submarino ? Essa foi a maior sandice que eu já ouvi aqui; De aeronave, ok, mas vai depender das baseadas em terra. Um navio maior poderia ter uma anv orgânica; Teríamos que torcer para o mar estar “chão”, pro míssil poder ser lançado, certo ?

    7 – Uma inhaúma fazendo OTHT com um lynx e lançando um Exocet detona esse navio fácil.
    R.: Mísseis antinavio dificilmente conseguem travar numa Visby, ainda mais se ele estiver a toda velocidade e usando jamming.
    T.: Já ouviu falar em home-on-jam ? O míssil não consegue travar ? O navio é stealth, mas não invisível. Na distância em que o radar do míssil é ativado é muito difícil não detectar o alvo, seja qual navio for.

    8 – Navio de 600 ton com sonar ??? Não vai detecnadar nada em mar agitado.
    R.: Quase nenhum navio detecta algo em mar agitado.
    T.: Está muito enganado, meu caro. Navios mais pesados, e com um bom calado detectam muita coisa com mar agitado !

    9 – Não adianta choramingar, a Marinha jamais irá comprar um navio desses.
    R.: Já que a Marinha nunca irá comprar, porque ficam estrebuchando quando este Blog publica uma nota criticando uma aquisição da MB? Nesse país só é aceito quem “baba ovo”?
    T.: Será que a minha opinião só é válida quando eu concordo com o que sai no blog, ou com você ? É isso ?

    Abs, e não fiquem brabos comigo !

  105. Boa Bosco… o M. Pontes fez a “ponte” para a Reserva Remunerada aliada à carreira na mídia… (com o nosso dinheiro é claro)!
    U$ 10.000.000,00 alocados nas verbas de “Publicidade” do governo.
    Abraço.

  106. Ao Alm. Doenitz

    Vi o post sobre o lynx belga sim, mas não acho isso o suficiente por 2 motivos:

    1 – O helo só pode pousar e reabastecer, não pode “dormir” a bordo, o que limita drasticamente a sua operação. Se tivesse um hangar, melhor. Alguém falou em hangar telescópico, poderia ser uma boa opção.

    2 – O navio é muito leve. Para o báltico talvez existam poucas restrições de operação (reparem que no post o mar é “chão”), mas para o atlântico sul seria bastante complicado.

  107. Ops, o Vichh estilizado saiu muitos comentários depois de eu terminar de ler o comentário ao qual se referia… Mas fica valendo ainda assim. Boa discussão pela madrugada pra todos vocês!

  108. Em tempo… o Graça Aranha tem fundo “chato” e a pior estabilidade que eu pude avaliar num navio… e ainda assim os helicópteros pousavam numa boa.

    Não creio que uma Visby tenha estabilidade pior que o Graça Aranha… aliás… não acho que navio algum tenha!

    Mas era divertido… ver todo mundo mareado quando pegávamos mar aberto… e eu adorava ver o bicho rebolar nas ondas.

  109. Sergio em 09 Dez, 2008 às 23:11

    Caro Sergio

    Concordo plenamente!!! Não tem como confundir uma coisa com a outra…

    Aliás, relendo todos os posts aqui eu me lembrei muito dos antigos sofistas gregos e de seus embates com Sócrates (o filósofo), que nem sequer conheceram as Visby, e nem muito menos os Porches e os Fuscas…me lembrei pelo seguinte, basta questionar uma única premissa (tida como verdadeira no discurso sofista), como por exemplo o da pista de corrida no exemplo dado acima, que o sofisma se desfaz, socraticamente. O que o Mauro e o Gaitero fizeram hoje, de certo modo foi isto…foram bem socráticos em seus argumentos, e isso é um elogio que estou fazendo a eles.

    Como o Mauro e o Gaitero sabem bem (e demostraram isso em seus comentários), só se pode comparar, coisas comparáveis. Não tem como comparar um elefante com um porta-retratos, assim como não tem como comparar a Carla Bruni com a Dona Marisa (com todo respeito a nossa primeira dama…hehehe) e nem um Fusca com um Porche numa pista de corrida (retirem a pista de corrida, e comparem em termos de economia de combustível ou de preço de aquisição…já muda tudo, por isso que não podemos comparar coisas que não tem comparação, pois o Porche foi feito para uma coisa e o fusca para outra). São coisas completamente diferentes em seus propósitos.

    Do mesmo modo, só se pode criticar por comparação, quando as coisas a serem comparadas sejam passíveis de serem reduzidas a um mesmo argumento crítico (o Rubinho é lento, o Massa é rápido…um exemplo de crítica por comparação utilizando-se de um mesmo argumento crítico: o tempo).

    Não posso criticar a água e o fogo por comparação, pois eu não teria nenhum denominador comum para criticá-los em seus propósitos ou em suas naturezas intrínsecas. O máximo que posso fazer é me opor ao fogo em favor de uma escolha pela água (ou vice-versa). Mas dizer que o fogo está errado por queimar as coisas e que a água está certa em molhar as coisas não é fazer crítica. É fazer oposição a um deles por escolha (afinidade, gosto, desejo etc.) ao outro. Crítica, desejo pessoal (gosto subjetivo) e oposição são coisas distintas, não podemos confundí-las…

    Mas enfim, espero sinceramente que o Mauro e o Gaitero voltem a comentar aqui, eles certamente farão falta.

    um forte abraço

  110. em tempo: gostaria de lembrar a todos que o comentário do Galante na “nota do Blog” não tem nada demais e nem é algo “oportunista”, de “má-fé” ou coisa do gênero. Quem acompanha o Blog sabe que o Galante (e o Blog naval de um modo geral) vem postando notícias já faz um tempo sobre Navios Patrulhas de outras Marinhas, com, vamos dizer assim, “mais poder de combate” que os nossos (basta fazer uma pesquisa no próprio site). Portanto nada de novo nisso. O Galante parte da premissa que a Marinha do Brasil, dadas as circunstâncias todas (pouca verba, navios prestes a se aposentarem etc.) deveriam otimizar seus parcos recursos investindo em navios que pudessem ao mesmo tempo servir para patrulhar e servir para combater…navios “multi-missão de patrulha”, ou uma coisa assim. É a opinião dele e eu respeito.

    Eu respeito, mas discordo desta opinião e deste ponto de vista. Acho que quando o cobertor é curto, quanto mais “improvisações” fizermos, mais complicada ficará a nossa situação. Se tivermos “corvetas-patrulhas”, corremos o risco de termos uma boa patrulha (bem equipada e bem armada) e uma péssima corveta. Ou uma excelente corveta, mas que seria um desperdício usá-la como patrulha.

    Eu ainda acho que devemos ter boas patrulhas, em quantidade razoável e a um custo baixo (com baixa tecnologia embarcada), e também corvetas e fragatas, essas sim, modernas e com reais capacidades de combate (parece que teremos alguma coisa nesse sentido em breve, vamos aguardar um pouco mais). Cada macaco no seu galho.

    No caso da Visby suéca, para efeitos de patrulha, definitivamente ela não serve (além do fato de ela ser uma corveta e não um barco de patrulha, e portanto acho a comparação um tanto quanto imprópria). Ao menos não aqui no Brasil. O decreto de 2004, que rege a patrulha oceânica, prevê, entre outras coisas, a forte presença da Marinha e sua “visibilidade”. Isto está na lei. A função de patrulha oceânica é de policiamento preventivo e ostensivo. Ou seja, o navio patrulha precisa ser visto pelo “infrator da lei”, a bandeira do Brasil precisa ser vista, o navio tem que tocar a sirene, fazer barulho, se deixar notar para intimidar e se preciso for tem que dar uns tiros de advertência…igualzinho a polícia faz, quando está em ronda.

    Ser Stealth neste caso, depõe contra, atrapalha, não serve de nada. Ter lançadores de minas e de mísseis, também não serve de nada, pois a lei brasileira que rege a patrulha oceânica, diz explicitamente que tiros de advertência precisam ser dados antes de qualquer abordagem de outra natureza. E, convenhamos, não faria sentido algum disparar um “Exocet de advertência”!!! Ainda mais contra um barco pesqueiro irregular que custa um terço do Exocet, se tanto…rs.rs.rs.

    Portanto, a MB e suas futuras “canhoneiras” (como são chamadas aqui), estão – além de outras coisas -, simplemente cumprindo a lei do país. Não adianta querermos “cruzadores-de-patrulha”, pois a lei não permite e nem acho que é o caso. Como eu disse, cada macaco no seu galho. Não precisamos de “Cruzadores Stealths armados com raios miniaturizantes e torpedos anti-matéria” para fiscalizar a pesca irregular, ou se fazer presente nas águas brasileiras. Mas precisamos de mais patrulhas, pois o litoral brasileiro é meio “grandinho”…só com as que temos não damos conta de nos fazermos presentes em toda a “Marinha Azul” – e a idéia da patrulha é basicamente essa: se fazer presente e se fazer notado. Justamente o oposto do conceito Stealth.

    quem quiser conhecer o decreto que rege a Patrulha Naval em águas brasileiras, caso não o conheça, o link é esse:

    http://www.alide.com.br/artigos/gurupi/index1.htm

    abraços a todos e deculpem-me pelo longo post

  111. Pois é, “marinha azul” é um jeito carinhoso que eu achei de chamar a “Amazônia Azul”…hehehe….desculpem a nossa falha…plim, plim!!!

  112. Senhores, se me permitem.

    Todos esses comentários, já passam de 136, são muito interessantes pois estamos discutindo DEFESA e isso neste país era impensável até pouco tempo atrás.

    O Galante ao colocar a VISBY em cena, quis apenas mostrar que se pode pegar um navio leve e arma-lo.

    Mas, o que pega neste caso, é que não podemos ficar “cegos” a fatos que foram colocados aqui, por pessoas que possuem conhecimento/experiência real sobre a aplicação de um navio de 600ton no nosso quintal.

    A discussão enveredou por muitos caminhos e gostaria de colocar apenas uma que passou meio desapercebida da maioria.

    O foco da MB é a PATRULHA e para isso, os NaPas 500 cumprem bem a missão.

    Quando se lê patrulha, muitos começam a querer um navio poderoso, mas se esquecem que para patrulha, não há esta necessidade.
    O 40mm e as 2 20mm para patrulha, são mais do que suficientes.

    Nunca que esses NaPas500 irão enfrentar ameaças maiores como navios de guerra de outras nações. Isso é que passou batido aqui.
    Muito colocam que serão os NaPas500 que irão enfrentar essas ameaças. Isto é errado, muito errado e foi isso que o Gaitero tentou lhes passar.

    Se um dia tivermos a real ameaça de conflito, os NaPas500 nunca estarão lá na “linha de frente” ( coitados dos marinheiros e etc e tal que foi escrito aqui).

    Isso não existe gente, entendam por favor.

    O foco dos Napas, sejam eles de 300 ou de 500 sempre será o patrulhamento de nossa costa contra barcos suspeitos, pesqueiros de outro país invadindo nossa zona pesqueira, tráfico de armas e drogas na nossa costa e para isso, mais uma vez, eles darão conta com seus 40mm suas 20mm.

    Temos que equipar com tudo isso que a VISBY tem, os nossos novos navios que começarão a ser construídos em 2011 no AMRJ.

    Nestes sim, temos que colocar todo o nosso dinheiro e não gastar em navios leves.

    Agora, para fechar vou dar um exemplo engraçado:

    Quando a Xuxa comprou uma Ferrari para usar lá em Vargem Grande aonde morava, ele descobriu que a Ferrari não funcionava lá e desfez o négócio. E isso faz tempo, hein!

    Sabem por que não funcionou? Por que na Europa, aonde as Ferraris foram concebidas, só existe Autobahns e estradas espetaculates( mar de almirante como nas fotos postadas pelo Galante), mas aqui no Rio e em especial lá em Vargem Grande só tem buracos e asfalto de péssima qualidade( mar do Atlântico Sul), e ai, a ferrari xiou e xiou muito. A Xuxa vendo que a Ferrari iria quebrar a todo instante, fez o que?

    Devolveu/desistiu do negócio, pois até a Xuxa sabe que jogar dinheiro fora não é um bom négócio!

    Podem me criticar dizendo que meu exemplo foi horroroso, mas é a realidade de quem vê o Blog todos os dias e quer passar para os que são entusiastas mas não possuem conhecimento de como as coisas são na REAL.

    Desculpem o post longo e absorvam o que puderem, pois não polemizarei sobre isso.

  113. Leo Carcará. no ambiente em que as Visby operam,pr´+oximoa o litoral, faz sentido sim operar o Linx ou outro heli qualquer seja até um UAV, elas não tem necessidade de hangarar não.
    claro que o heli ou Uav vão denunciar a sua presençapor isso não se recomenda,mais numa caçada em que o sujeito esteja acuado o heli pode vetorar o ataque e ela pode chega incolumbe à região.
    detale os Arleigh Burke não possuem hangar, nem por isso eu me atreveria que a operação com os LAMPS é limitada.

  114. Edilson,

    Concordo com você, faz todo o sentido. Mas para operar no atlântico sul seria um pouco complicado, não é mesmo ? E vai uma pergunta: Alguém aí sabe pra que serve um hangar ?

    Mauro Lima,

    Por favor, o Graça Aranha desloca mais do dobro dessas Visby, não tem como comparar.

    Abs.

  115. Hornet,
    muito bem colocado meu caro. Pelo jeito a patroa lhe pôs para fora do leito nupcial em plena madruga (seria ronco seguido de apnéia ressoando nas paredes do templo erguido em nome do amor?) e tal acontecimento lhe trouxe inspirações traduzidas em sábias elucubrações marítimas.
    Quanto ao exemplo, foi perfeito e nos expôs seu lado “meigo” de admirador da “rainha dos baixinhos” nas horas em que não está falando de canhões, mísseis, submarinos e caças.
    Os brutos também amam! A continuar assim logo logo troca o nick pelo de um avião mais “comportado”, como por exemplo “Tecotequinho”. rs.rs…
    Um abraço meu caro.

  116. Só para encerrar meu pitaco no tema do post, e corroborando o que vários disseram, existe uma grande diferença entre navios patrulha (costeiro e oceânico), navios de ataque rápidos (FAC) e corvetas “leves”.
    Os 4 são para fins diversos. A Visby se adequa mais a ser uma “corveta” leve por possuir certa autonomia e capacidade ASW e anti-minas.
    Os “fast attack craft” são usados na função ASuW, como caças, “lançados” em geral contra um objetivo já determinado, portanto, com baixa autonomia e sem capacidade de patrulha.
    Os “navios de patrulha” devem ter um mínimo de autonomia, armamento “leve”, baseado em canhões e metralhadoras, com finalidade de policiamento, sem que haja previsão de atuarem em conflitos de alta intensidade típicos de operações de guerra (Isso não impede que possam ter uma arquitetura “aberta” para que em caso de necessidade agreguem alguns itens mais “pesados” de modo a apoiarem os meios específicos no caso de uma situação de guerra convencional).
    Ou seja, uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa.
    Um abraço a todos e até as 19:00 hs + ou -.

  117. Galante,

    Em minha opinião vc deve continuar a postar notas.
    É seu direito e tb direito dos leitores saber a opinião e a linha de raciocínio dos administradores do blog.
    Se ñ for assim p/ q servem os editoriais dos jornais por exemplo?
    Qto às críticas feitas a vc ser tendencioso, penso q a maioria têm discernimento suficiente p/ analisar o q é postado.
    Continue c/ as notas, quer concordemos ou ñ.
    Obrigado.

    Sds.

  118. 2 coisinhas…

    dá pra se comparar qualquer coisa que se queira… até um elefante com porta-retratos, ou as primeiras damas do Brasil e da França… se for o caso.

    quanto à comparação do Graça Aranha com a Visby… caramba… tenta ler de novo os posts… é só o que posso dizer! eu apenas fiz um comentário pertinente ao assunto baseado na minha experiência naquele navio, e você alguém me vem com “não dá pra comparar…”

    no caso do Porshe e do Fusca foi a função, são 2 carros, no meio de uma corrida… veículos cuja missão seria chegar na frente, em primeiro lugar… a escolha óbvia seria o Porshe… mesmo sendo mais caro… FUNÇÃO.

    A função dos NaPas é patrulhar… OK… mas como temos pouco dinheiro, ainda mantenho a opinião de que deveríamos investir em navios melhor armados, e que fossem capazes de cumprir mais de uma função, e ao menos, previsão de instalação de armamanto maior… (fit but not with) ainda mais com o número de pessoas embarcadas… deperdício de $$ de outra forma… ou a função básica deles é bater ferrugem!

    Um patrulha com aquele canhãozinho, na minha opinião, não faz sentido, não para nós… como foi (na minha opinião, bem!) colocado no blog em vários posts… é possível contar com Navios Patrulha melhor armados, capazes de agregar maior valor, e até orgulho, à nossa Marinha e aos nossos militares…

    Como alguém disse em outro blog… muito aço pra pouco navio!!

  119. Imaginem o que os aiatolás dos napa armados até os dentes iriam dizer da classe Armidale que equipam a marinha australiana ? 1 mtr 25mm e duas .50. Já posso até imaginar: Estilingue, bumerangue, bote armado com 3oitão… E, apesar de tudo isso, cumprem com extrema eficiência sua missão. Afinal, a Austrália tem uma costa tão pequenina…

    Quem tiver curiosidade, conheçam a classe:

    História – http://www.navy.gov.au/Publication:Semaphore_-_Issue_4%2C_2006

    Fotos: http://www.naval-technology.com/projects/armidaleclass/

  120. Esqueci de “alfinetar” está prevista nas funções da Visby… inclusive com animações em vídeo no próprio site do navio… a função de patrulha… só pra constar

    parece que alguns aqui cismaram que ela não pode fazer isto… não sei porque!

  121. Mais uma… ter opinião própria não é ser tendencioso… é ter opinião própria…

    Não creio que o Galante ou qualquer outro do Blog esteja forçando a barra numa direção específica… apesar de alguns entenderem assim.

  122. #
    Sem saco em 09 Dez, 2008 às 17:40

    É por isso que ando sem saco de escrever alguma coisa, aqui só tem amador querendo ser expert em defesa. Salvo algumas raras execeções como o gaiteiro e alguns poucos, o resto…

    Eu fico lendo e só rindo de tanta besteira escrita pelos “experts”, se querem aprender alguma coisa sobre defesa procurem outro blog porque este…

    Aja saco…

    Resposta:

    Passei 35 anos escutando generais enchendo o meu saco na marinha, aos 18 anos levantava ancora de corveta imperial marinheiro, mas não aguento nem mais 1 minuto discutindo sobre defesa e marinha com quem nem sabe o que é BOMBORDO BORESTE, BARLAVENTO e SOTAVENTO.

    Agradeço pelos poucos que entendem que um plano de modernização vem ai, e que cada meio vai receber o que merece, para escolta vai haver escoltas e para patrulha vai haver navios patrulha.

    Um grande abraço.

  123. direto do fundo do mar em 10 Dez, 2008 às 5:53

    Perfeito colega, foi isso que também tentei dizer nas entrelinhas do meu post lá em cima, mas não tive a eloquência literária do amigo.

    Abraços

  124. Interessante!

    “Passei 35 anos escutando generais enchendo o meu saco na marinha, aos 18 anos levantava ancora de corveta imperial marinheiro, mas não aguento nem mais 1 minuto discutindo sobre defesa e marinha com quem nem sabe o que é BOMBORDO BORESTE, BARLAVENTO e SOTAVENTO.”

    Como diria Spock… fascinante!

    Não me parece que seja mais experiente, e sim mais velho!
    Diz que não discute… mas é exatamente isto que faz!
    E durante 35 anos, sabendo tudo sobre Marinha… porque não orientou melhor aqueles pobre almirantes… coitados!! Afinal o que eles entendiam de Marinha… lhufas!!

    Você deve ser bem forte também… levantar âncora não deve ser mole não!

    Por fim… acreditar em promessas políticas, para mim, não é sinal de bom senso… mostra apenas que há pessoas muito mais pessoas sonhadoras que eu mesmo!!… ou ingênuas!!??

    Seja como for… sempre vou ler estes posts… é muito interessante poder ver pessoas com pontos de vista opostos aos meus… como o do Sr. Sem saco (nas duas truaduções da empressão, não é uma boa coisa) e do Gaiteiro!

    Um abração gente!

  125. Quem é realmente forte, não se assusta com letrinhas, Russia, China e Índia. Só os subdesenvolvidos, tremem de medo quando as potencias ocidentais empregam nomezinhos fantasticos como: Stealth.
    Hora se isso fosse realmente “fantastico, por que os EUA não invadiram a Russia com seus mais de Cem super invisiveis aviãozinhos F22, afinal não são invisiveis? Por que eles só fazem guerra contra republiquetas palperrimas e assim mesmo com ajuda de outras nações vassalas, como as européias? Os comentaristas e blogueiros tem que parar com esta besteira, e ver que quem manda na guerra é quem tem mais mísseis de longo alcance e de melhor tecnologia, com radares de detecção de alta tecnologia e não quem tem o melhor vetor de transporte.
    Os mísseis chegaram pra impor um basta nos vetores, é eles que determinam a vantagem na guerra, seja qual for o meio empregado para impor um ataque destruidor, se não tiver míssie de alta tecnologia e longo alcance, ja era. Se o Brasil tiver centenas de barquinhos “stealth”, mas a potencia que ataca tiver milhares de misseis de cruzeiro, ja era as nossas melhores defesas de terra, nossas usinas hidrelétricas, nucleares, termoelétricas, nossas fabricas de armamentos, nossas instituições de comando e políticas, ou seja, o caos total. Por isso digo que alem do vetor, o país precisa investir bilhões em desenvolvimento de mísseis de todo o tipo e em quantidade , para poder atacar de longa distancia que esteja nos bombardeando a centenas e talvez milhares de quilometros das nossas fronteiras.

  126. A Russia tem uma Força Armada obsoleta, do seculo XIX, seus navios que visitaram a Venezuela, podem pifar no meio do caminho, seus Generais tem taticas antiquadas usadas por Neandertais, o país é um fracasso só, suas fabricas parecem ser do tempo de Pedro Alvares Cabral. Por que então se borram de medo dela? Por que o todo poderoso EUA, com sua marinha imbatível e “stealth”, com sua força aérea galactica, só comparada a de Startrack, com seu exercito monumental e incomparavel na história da raça humana, ainda não deu cabo da Russia, China e outras pobres republiquetas? Sabem o porque? Porque na realidade quem manda na guerra não é hollywood. Nem dentro do país deles o povo acredita que eles realmente foram na lua….huahuahua. Só quem acredita é os troxas dos tupiniquins, que até o Equador ta desafiando…eta povinho besta.Agora o novo tchan dos brasileirinhos é o “STEALTH”.

  127. Mauro Lima, ninguém aqui disse que as Visby não podem realizar a função de patrulha ! Ou não “alfineta” ou então aponte quem falou isso.
    Abs

  128. Como dizem os populares, falem mal mas falem de mim e as Visby alcançam a marca histórica de 169 posts…
    Galante fica esperto, deixa o ratinho saber…
    volto a cruzada, 1.7 bi contingenciados este ano dava para 2 Visby completas com tripulação sueca e tudo e ainda sobrava dinheiro para os NApa…
    Em 10 anos teríamos 20 visby mas um monte de navios patrulhas para brincar de carrinho de trombada na lagoa dos patos…

  129. taí ó

    “No Brasil esta corvetinha não serviria para nada se não desperdício de dinheiro.
    Por Favor, comparar a tarefa de um navio patrulha com uma corveta já é de mais.

    É um absurdo, querem vocês gastar 600 milhões de dólares em um navio para ele ficalizar pescadores ilegais.

    E pior a Autonomia, capacidade de patrulhar grandes areas
    desta corvetinha é insignificante para o Grande Atlantico Brasileiro, deixe a tarefa de escoltas para as novas escoltas de 6000 T que estão a caminho logo logo. E parem com essa atitude ridicula.”

    É preciso ler…

  130. ps: onde está escrito 169 (erro de digitação) leia-se 161 pois o Mauro Lima caba de postar, mas nãos e preocupem chegaremos lá.

  131. Galante,

    Faça o possível para os RETIRANTES voltarem.
    Os motivos são os seguintes:

    1. Eles são mal humorados, prepotentes e autoritários, com horror a serem contestados.

    2. São daquele tempo em que o Comandante falou, todo mundo fica quieto e baixa as orelhas.

    3. Ao contrário deles, acho as discussões, as divergências e os conflitos de opinião a verdadeira estrutura de um blog. Sem isso o blog fica invertebrado, com cara de Ordem-do-Dia, sem vida, completamente “xarope”!

    4. Aliás em algum momento ví o seguinte sacrilégio: “os militares têm de comprar o que lhe der na veneta sem dar satisfações a ninguém” … Inacreditável … isso era verdade em meados do século passado mas uma monumental bobagem hoje em dia.

    5. Acho que alguns não perceberam que o mundo mudou radicalmente sob o prisma político. Gostem ou não.

    6. Em todo o mundo desenvolvido os militares e os assuntos militares estão submetidos ao poder civil, à política vigente e aos questionamentos e cobranças da sociedade.

    7. Afinal militares são funcionários públicos pagos com os impostos que pagamos e, portanto, prepostos da sociedade.

    8. Vou levar chumbo por causa dessas opiniões mas não faz mal.

    9. O importante é que temos de reconhecer o seguinte: mesmo tendo opiniões constantemente diferentes das minhas, os RETIRANTES são muito competentes e emitem pareceres sólidos, mesmo que eu discorde.

    10. Não podemos perder esses companheiros rabugentos.

    11. Traga-os de volta pois o mal humor deles a gente deixa de lado, não é importante e ficamos com os seus pareceres, bastante enriquecedores.

    Além do mais, alguém se referiu à atuação de lobistas no blog e isso é sério.

    12. Suponho quer estão se referindo ao lobby francês, já que foi o único que funcionou, conquistando e ocupando todos os espaços, encomendas e faturamento.

    13. Os demais lobbies, americanos, russos, alemães, espanhóis etc… não conseguiram vender nem um bote inflável sequer e, portanto, já devem estar a milhares de milhas náutica de distância, atônitos!!!

    14. De qualquer forma, como o assunto foi levantado, merece ser melhor esclarecido.

    Por fim, devo dizer que venho de uma família de Oficiais de Marinha, não sou de marinha mas reservista dela, navego há meio século, desde menino e, por baixo da quilha do meu barco já desfilou todo o litoram brasileiro, ilhas oceânicas e até pedaços do mar do norte, entre outras paragens.

    Navegando a vela e motor, com equipamentos restritos e, frequentemente, condições de mar bastante severas (suficiente para infenizar a existência dos NAPA de 500 toneladas), certamento tenho mais milhas e horas navegadas que muita gente de marinha.

    Portanto sei bem o que é prôa e popa, bombordo e boreste.

    Isto para dizer que dou valor à opinião de outros marinheiros, principalmente competentes como os RABUGENTOS, respeito aqueles que são simplesmente apreciadores do tema e espero que o blog continue bem polêmico e vibrante:

    EM TEMPO (e só para provocar): continuo achando os NAPA Vigilante uma porcaria que não justifica um investimento de mais de 2 bilhões. Com esse dinheiro poderíamos ter algo um pouco mais eficiente e que não fosse capaz, apenas, de assustar pesqueiro (desde que não seja Somali) e ser desdenhado por tudo o mais.

  132. 162 post e ainda rodando… tô gostando cada vez mais deste blog!
    Arcanjo… show de bola!
    Aos outros… espero que haja mais discussões como esta!
    Gostei (estou gostando) pacas!!

  133. Bosco,

    hehehe…não foi a patroa, não…é este maldito calor que está fazendo e que não deixa a gente dormir direito…

    Fora isso, fiquei tentando comparar o elefante com o porta-retratos a noite toda…ainda não cheguei a nenhuma conclusão plausível: na verdade, a dificuldade nem está em colocar o retrato na tromba do elefante e mantê-lo imóvel como uma estátua, mas sim em colocar o elefante na estante de minha sala, ao lado da TV…acho que preciso de uma estante maior…

    sabe aonde posso achar uma estante modular feita sobre medida para “elefantes-selvagens-africanos-retratos”?…hehehehe

    um forte abraço

    ps. tecotequinho???…sem comentário…hehehe…mas se for, será um teco-teco armado com banco de fasers e torpedos fotônicos…ah!, claro, e raios miniaturizantes, que é pra deixar todo mundo do meu tamanho na hora da briga…hehehe

  134. Hornet! Sem comentário seu post. Quissá um dia conseguir expressar com tamanha eloquência as idéias e conceitos, e colocá-las em letras como o amigo. É por isso que não podemos ficar orfãos dos comentários de mentes como a sua, do Mauro, Gaitero, Bosco, Direto do fundo…, e outros.
    São o contraditório necessário ao bom debate, caso contrário o desequilibrio adernaria com as canhoneiras e com o blog.

  135. Mauro Lima,

    Continuo sem saber aonde alguém defende a idéia das Visby não poderem executar as tarefas de patrulha. É isso que vc tem?

    “No Brasil esta corvetinha não serviria para nada se não desperdício de dinheiro.
    Por Favor, comparar a tarefa de um navio patrulha com uma corveta já é de mais.

    É um absurdo, querem vocês gastar 600 milhões de dólares em um navio para ele ficalizar pescadores ilegais.

    E pior a Autonomia, capacidade de patrulhar grandes areas
    desta corvetinha é insignificante para o Grande Atlantico Brasileiro, deixe a tarefa de escoltas para as novas escoltas de 6000 T que estão a caminho logo logo. E parem com essa atitude ridicula.”

    O âmago do que está escrito aí é que seriam navios super-armados para exercer essa função.

    É preciso saber ler e interpretar…

  136. Deixa pra lá… você deve estar certo… afinal de contas eu não sou nenhum expert…

    Nossas compras militares sempre se mostraram acertadas, principalmente nos últimos anos…

    Além do mais… alguém acredita que um paisinho qualquer no norte da europa pode projetar um navio melhor que o nosso?!!

    E pra que mísseis e canhões quando um simples 40mm resolve…

    Ademais… temos dinheiro de sobra para investir em navios especializados, em bom número, para funçoes específicas… combustível não vai ser problema… nós temos petróleo de sobra…

    Fala sério!

  137. Ok, Arcanjo, então vamos discutir.

    Neste link http://www.defesanet.com.br/marinha/dl5129/ está o decreto presidencial que define a Patrulha Naval. Pode ler, é bem curto, não vai custar nada.
    Feito isso, responda, por favor: Me explique porque os Napas 500 não poderiam realizar as tarefas referentes à PatNav com eficiência.
    Abs.

  138. Só pra lembrar os incautos… ironia não é sinônimo de falta de argumentos…

    é um artifício da linguagem que, em determinadas situações, permite que uma mensagem seja passada mais clara e enfaticamente, quando outras formas de argumentação possam ter falhado!

    É muito útil quando pais precisam tratam de forma espirituosa com crianças… por exemplo! Mas creio que não é o caso aqui certo?!

    Se alguém se sentiu ofendido… sinto muito! Muito mesmo!

    Leo… fui á, e li… pelo que está escrito ali, até uma lancha com fuzil amarrado na proa serve, certo!?

    Ainda defendo que, se queremos utilizar melhor os recursos que temos, é preciso investir em equipamentos melhores, mais relevantes, e melhor armados… é uma opinião pessoal, e válida, como tantas outras, convergentes e divergentes… e se quiserem se morder por conta disto… não esqueçam de se vacinar!

  139. Só queria lembrar os senhores que passamos a marca dos 171 posts,a s suecas fazem mesmo é sucesso, eu voto nas Visby e nas DE zeven provincien.
    claro e a guarda costeira com os seus Napa pois esta discussão no fundo no fundo se resume à um problema que a constituição pode facilmente resolver.
    Crie a guarda costeira (aloque orçamento próprio proveniente de taxas portuárias e ou royalts) e vincule um orçamento percentual ao PIB( incontigenciável) para a marinha e dai se pode sonhar com ambas forças, aptas e capazes de executar a contento ambas as suas atribuições.
    só acho que remendar e dar um jeitinho, não soluciona o nosso problema. todos aqui, apesar das diferênças querem é uma marinha forte e efetiva, para mim dar a esta a função de polícia é gastar tempo, dinheiro e pessoal numa empreitada que pode facilmente ser executada por outra entidade.
    a marinha precisa ser adequadamente aparelhada e adestrada, formar oficiais e praças para executar funções de polícia, é no exagero extremo, treinar fuzileiros para tomar conta do maracanã no classico fla-flu.

  140. Mauro Lima,

    Vamos debater o caso da lancha. O artigo 3º fala sobre isso.

    1 – A lancha não tem autonomia, coisa que os napas 500 tem;

    2 – Um canhão de 40mm e duas mtr de 20mm é melhor do que um fuzil, certo ?;

    3 – A tal lancha poderia operar longe da costa ? Nem a legislação vigente permite isso, pois as embarcações, segundo a lei são divididas em classes e uma dessas classes é justamente “navegação oceânica”, coisa que uma lancha não poderá ser. São vários requisitos necessários para ser classificada dessa forma (autonomia, eq. de comunicação, material de salvatagem, etc.)

    4 – leia o artigo 3º.
    Nunca ouvi falar de alguém designado por autoridade constituída para comandar uma lancha. O Comando é uma instituição e suas prerrogativas e obrigações estão definidas na lei. O assunto é longo para ser discutido aqui.
    Os Napas possuem armamento fixo no convés. Teríamos que arrumar um pedestal para o fuzil, certo ? E pelo fato de um fuzil ser portátil, acho que não caberia na lei.

    5 – Leia o artigo 4º
    Observe como seria difícil executar um tiro de advertência com um fuzil. Já com um canhão de 40mm, a dúvida por parte da embarcação a ser inspecionada diminui drasticamente.

    Abs.

  141. Caro Léo,

    Em primeiro lugar acho que não deveríamos ter a França como paradigma para a MB pois esta merece parcerias melhores e os motivos são históricamente óbvios. A França não prima por qualidades na marinha militar.

    Aliás não deveríamos estar presos a “acordo estratégico” algum pois isto nos submete, na realidade, a fornecedor único o que é péssimo como todos os exemplos demonstraram. Isto é um maravilhoso negócio para os fornecedores franceses e … bem nada mais.

    Em segundo lugar, não deveríamos comprar um projeto antigo de um NAPA que está sendo arquivado. Projeto obsoleto dado é caro.

    Se temos de comprar navio antigo de maior porte por limitações orçamentárias, não poderíamos, pelo menos, ter um projeto mais moderno para um simples patrulha?

    Óbviamente que não estou falando das sofisticadíssimas corvetas Suecas que sequer são para essa finalidade precípua. Seria fantástico mas incogitável.

    Mas entre uma coisa e outra existem coisas muito melhores que as VIGILANTES e, convenhamos, fazer o projeto de um naviozinho desses mesmo aquí não teria problemas.

    Mas, quanto à sua pergunta, minha resposta é a seguinte:

    Um NAPA 500 poderia sim interceptar uma embarcação não autorizada, desde que civil e desarmada, um pesqueiro que inadvertidamente tenha entrado onde não poderia. Isto desde que o mar estivesse calmo e a embarcação inoportuna fosse lenta.

    Com o mar grosso um NAPA nem deveria sair da base quando mais patrulhar e abordar. E se a embarcação visada fosse moderna, veloz, jamis seria alcançada em quaisquer condições. O NAPA não tem propulsão capaz de fazer uma perseguição dessa.

    Como o NAPA vai ter uma eletrônica pobre, será percebido muito antes de perceber que a embarcação visada for de uma geração recente que, evidentemente, dará o fora.

    No entanto, a norma também prevê como responsabilidade de patrulha:

    “No caso de navios de guerra ou de estado estrangeiros, enquadrados na situação do caput deste artigo, poderá o Comando da Marinha determinar a interrupção das citadas atividades e determinar a sua retirada de águas jurisdicionais brasileiras”.

    E aí, meu caro amigo? Como fica se for um navio de guerra ou embarcação armada, será que o NAPINHA dá conta do encargo de “interromper” as atividades se forem hostis?

    Fica difícil, não é? Um patrulhina, com tecnologia civl de construção, lento, com um pequeno reparo na proa e nada mais não intimida nem dá ordens a ninguém, convenhamos.

    Mesmo se for uma daquelas corvetas recauchutadas da Namíbia teremos problema …

    Você não acha que um bom patrulha tem de ter pelo menos algo em torno de 1000 toneladas, tecnologia de construção mais militar, projeto mais moderno, armamento mais decente, eletrônica de melhor nível e velocidade adequada?

    Será que não seria melhor termos 15 ou 20 bons navios de patrulha ao invés de 32 patéticas NAPA VIGILANTE?

    Quando um NAPA escorregar do estaleiro INACE para a água, já nasce 20 anos velho e desapetrechado.

    Você acha que estou sendo radical ou inconsequente em meus comentários?

    Abraço,

  142. Ok, Arcanjo, vamos por partes.

    Em primeiro lugar, concordo que não deveríamos estar presos a ninguém em assuntos sensíveis. No entanto, até o final dos anos 80 possuíamos uma das melhores indústrias bélicas do mundo, reconhecida internacionalmente. Por desinteresse dos governos, ou sei lá o que, deixamos tudo isso ir para o brejo.

    Em segundo lugar, todas as nações do mundo assinam acordos desse tipo. Os britânicos só possuem sub nuclear por causa da ajuda dos EUA. O mesmo ocorreu com a China, apoiada pela Rússia. Para citar um caso recente, veja o acordo nuclear que os EUA assinaram com a Índia. Enfim, essas coisas fazem parte do jogo geopolítico mundial.

    Terceiro, não vou comentar a sua não preferência por equipamento francês, é uma opinião sua. Eu acho que eles fazem excelentes máquinas de guerra e são bastante independentes.

    Agora os NaPas em si.
    Veja bem, a MB não é novata em questões de PatNav. Os Grajaú estão aí a mais de 10 anos e, antes deles, a MB já realizava PatNav com as Imperial Marinheiro e Piratini. Os Grajaú vieram justamente pela necessidade de um meio mais moderno, mais rápido e mais barato de operar, e a MB está muito satisfeita com eles. Com a experiência adquirida em virtude da sua operação, novas necessidades surgiram. A principal era uma maior autonomia, daí surgiram as vigilantes.

    Note que, para a PatNav não é necessário um navio complexo. As vigilantes são boas no sentido que proporcionam um baixo custo de operação e, justamente por serem de concepção simples, sua manutenção é igualmente simples. De que adianta um radar caro e complexo se um Decca comercial faz o mesmo serviço ?

    Quanto à questão do mar, não há o menor problema em lançar um bote com mar 4 (desde que o lançamento e o recolhimento sejam feitos com o navio em movimento, mesmo que lento. existe um procedimento para isso) ou realizar a patrulha com mar 5. Para você ter uma idéia, os napas construídos na Alemanha “pegaram” mar 8 quando vieram pro Brasil.

    A MB também conhece a costa que vai patrulhar. Em 99% dos casos, o que os napas vão encontrar são pequenos pesqueiros, que muitas vezes sequer têm material de salvatagem; pesqueiros oceânicos, bem maiores ,porém, ainda com baixa performance. Com muita, mas muita boa vontade “dão”, no máximo, uns 16 nós; navios Off-shor também dificilmente superam 21 nós e são bem maiores, assim como o são os mercantes e, por isso, são identificados muito antes pelos napas. Dificilmente traficantes ou contrabandistas utilizando essas embarcações “darão o fora”, levantando suspeitas.

    No 1% das vezes, em que os napas se depararem com embarcações superiores em performance acontece o seguinte. Os napas não executam a patrulha sozinhos. Embora sejam a espinha dorsal da PatNav, contam com a ajuda das aeronaves em terra (bandeirulha e, daqui a algum tempo, os P3-AM) para isso e, acredito, os NaPaOc contarão com uma aeronave orgânica. Dessa nenhuma lancha escapa.
    Em tempo: Dificilmente uma embarcação de alta performance utilizada por “meliantes” será maior do que uma lancha. Logo, nesse caso, poderão operar, somente próximos à costa.

    Quanto ao exemplo de encontrar um navio hostil maior, digo o seguinte: Ninguém manda um navio de guerra hostil para a costa de um país “do nada”. Até que se chegue a esse ponto, vários acontecimentos no âmbito político e diplomático terão de ter acontecido. Nesse caso, quem estará esperando não será um napa, e sim uma fragata, ou mais de uma, até, acompanhada de algumas aeronaves.

    Os napas de 1000 ton serão justamente os NaPaOc, que deslocarão mais: Cerca de 1800 ton.

    Quanto a idade do projeto, o que posso dizer é isso: O que importa é o recheio. Os motores são excelentes, o armamento também é extremamente confiável e simples (o 40mm é estabilizado), o radar, apesar de comercial, é extremamente moderno e os equipamentos de comunicação são de última geração. Para você ter uma idéia de que a idade do projeto pouco importa, lembre-se que o projeto dos IKL 209 é da década de 60(!) e ainda hoje é construído. O Tikuna, por exemplo, é um dos subs mais modernos da América do Sul, que só é comparável aos Scorpéne chilenos, mais modernos. E te garanto. Não faz nem um pouco feio.

    Abs.

  143. A França é de fato um país com bom nivel de independência mas, a partir do momento em fazemos um “acordo estratégico” com eles, a nossa independência é que fica comprometida pois estaremos submetidos ao universo deles sem direito a outras escolhas. Já aconteceu no século anterior e foi muito ruim.

    Vamos aos NAPAS:

    Bons argumentos, mas notei que o conceito é operar com o equipamento mais simples, os mais baratos possíveis, mesmo que defasados.

    É um conceito, evidentemente com as condicionantes inerentes à opção. No entanto não invalidam suas ponderações, é um caminho mas acho que, no momento em que temos pretensões a ser uma potencia média emergente, deveríamos nos afirmar internacionalmente, de forma equilibrada mas em nível superior ao que você defende.

    A comparação com o projeto de submarinos não me parece muito pertinente mas, de qualquer maneira não é absurda.

    Mas, é chegada a hora de interrompermos a filosofia de aceitar sempre as soluções mais pobres e, se não podemos fazer isso em tudo, pelo menos nos NAPAS … não existe nada mais básico.

    Óbviamente, se não houvesse esse “acordo estratégico” que detesto, teríamos a chance de estudar uma opção mais condizente com o estágio que pretendemos adentrar.

    AH! Mas tem a opção do NUC … será que para ter um casco de submarino de 5000 toneladas, por exemplo, temos de nos submeter a um acordo leonino como esse?

    Abrir mão de tanta coisa? Aceitar sem delongas outras opções que todos nós sabemos discutíveis?

    Lógico que não, os franceses tinham de ser colocado frente a frente com outas opções, tinham de competir e dessa luta certamente teríamos a melhor opção, fosse ela qual fosse, sem a necessidade de cedermos tanto … ou melhor, cedermos tudo em termos de marinha.

    Meu caro, quando se abre uma disputa comercial surgem opções que até Deus duvida.

    Mas, como se disse, opinião respeitável é para ser respeitada, mesmo não sendo exatamente igual a nossa.

    Abraço,

  144. Só para esclarecer uma coisa.
    A aquisição das vigilantes nada tem a ver com esse acordo estratégico com a frança. O contrato de aquisição do projeto foi assinado em outubro de 2006 e a decisão +- 1 ano antes. Bem longe de surgir a idéia do acordo estratégico.

  145. Léo,

    OK, foi então no processo de aproximação com os franceses.
    Mas de qualquer maneira ficam nossos argumentos de pé – os meus e os seus.

  146. Parece cartinha de amor. Ficam discutindo coisas que o Brasil não esta nem cogitando comprar ou fabricar, bem mas é a democracia, cada um fala o que quer. Voltando a boa realidade, vai ser negociado o que o almirantado deseja e o que o governo esta disposto a concretizar financeiramente. O que eu ou aquele desejaria, isto não interessa a não ser pra aumentar os comentários desta pagina. A realidade é outra e depende do governo e da Marinha que são os verdadeiros especialistas. Tem gente que vem dizer que foi marinheiro, e daí? Por acaso os comandantes da Marinha estão pedindo palpites pra velhos marujos? Nãaoooo. Então só podemos dizer que o que interessa é o que fazer e analizar com o que esta sendo comprado ou proposto.Ponto.

  147. Isso sim é uma patrulha adequada, e olha que lá ela é considerada “corveta”!!!
    O pior é que uns que dizem que um navio de pouca tonelagem não é páreo para um mais pesado, só fazer um exercício simulado entre as nossas fragatas e essa covertinha aí para saber o resultado…
    A diferença é que o Governo Sueco, com a sempre linda Rainha Silvia, respeita e muito seus contribuintes, e propõe sempre soluções mais simples e eficazes com os recursos públicos.

    Sds.

  148. Um navio de 600t e misseis com alcance de 200km.
    Que nível de defasagem em que estamos, não apenas no presente mas em projeções futuras. Planejamos navios caros e já defasados, acho que a miopia não é apenas dos nossos governantes mas de setores da própria Marinha.

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