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PKX – Patrol Killer eXperimental

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O navio da foto é o ROKS Yun Yeong-Ha, primeiro navio-patrulha PKX (Patrol Killer eXperimental) de 450 toneladas, da Marinha da Coréia do Sul, que vai ser incorporado hoje. Planeja-se construir um total de 40 destes navios.
Conhecida como classe “Gumdoksuri”, o PKX foi desenvolvido depois que um navio-patrulha sul-coreano da classe “Chamsuri” foi afundado em combate naval por navios-patrulha norte-coreanos, em 29 de junho de 2002. O nome do primeiro navio, Yun Yeong-Ha, homenageia um capitão-tenente morto no combate.
O PKX é armado com um canhão de 76mm, um canhão de 40mm e mísseis antinavio SSM-700K Haesung, com 150km de alcance. A suíte eletrônica é sofisticada, com um radar 3D que pode detectar e rastrear mais de 100 alvos simultâneamente.
O comprimento do navio é de 63m, a boca de 9m e a tripulação de 40 homens. O sistema propulsor é CODOG com waterjets, desenvolvendo a velocidade máxima de 41,5 nós, com turbina a gás LM2500, e velocidades de cruzeiro, com dois motores diesel MTU. Na foto abaixo, o sistema de waterjets do navio, que substitui os hélices e os lemes convencionais.

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NOTA DO BLOG: Clique nos nomes das classes para conhecer navios-patrulha lança-mísseis (FPB – Fast Patrol Boats/FAC – Fast Attack Crafts) de outras marinhas, abordados pelo BlogNAVAL: Type 143 Gepard (Alemanha), Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia). Comparar com os novos navios-patrulha da MB.

63 COMMENTS

  1. Hmmmm…

    Isso é um navio de patrulha!!!!!!

    Agora esse episódio de 2002 eu não sabia. Alguém tem mais detalhes do CAUSO???

  2. Na MB essas maravilhas seriam muito bem vindas.

    Más ainda assim, acredito que teriamos em termos de armamentos como recheia-la aqui mesmo.

    Radar SABER M200.
    Misséis antiaéreos – Piranha MAA-1B ou A-Darter.
    Misseis Anti-Radar – MAR-1.
    Misseis Anti-Navio – Ou FOG MPM ou TM.

    Enfim, uma gama bem variada de armamentos e sensores fabricados aqui.

    Acredito que falta vontade politica e incentivo governamental em derrepente elaborar um protótipo de navios, ambarcações ou mesmo veículos terrestres que possam se utilizar de nossas indústrias totalmente capazes de fazer frente a muitas do exterior.

  3. Meu Deus, que surra nos nossos, o pior que ainda nem fabricamos os nossos e já estão defasados, e tem gente que ainda acha uma boa aquele projeto ridiculo. Gostei da sua ideia RL.

  4. Complementando: Visby e Hamina são projetos diferenciados, caros até pode ser, mas e outro nivel, com relação ao PKX tambem esta muito bom, outro projeto que se destaca e o projeto chinês o Houbei, mas ainda prefiro os dois primeiros.

  5. Tenho a mesma curiosodade demonstrada pelo colega Invincible.
    Alguém tem mais detalhes sobre o episódio de 2002 entre as marinhas das Coreias do Sul e do Norte?
    sds.

  6. O pessoal deste blog está mesmo muito bem informado. Parece que o navio vai ser comissionado hoje na Coréia e já tem matéria sobre o mesmo. Muito bom trabalho.
    Coloco abaixo link do youtube com video mostrando o teste de armas do navio.

  7. Não falem muito não! Senão vai aparecer o pessoal “do contra”. Vão dizer que esse não é patrulha, que é muito armado, que é muito moderno, que nos nossos mares não navega, que é muito cara, etc….
    Taí mais uma prova que patrulha moderna (anti pirataria/terrorismo e contrabando) se faz dessa forma (ou melhor com Visbys e Haminas), não com as jangadas desramadas que estão aprontando aqui no brasil.

  8. Em comparação a tudo que este blog já mencionou (haminas, visbys, hayabusas, Houbeys, Gepards e essa PKX) é algo parecido com isso: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caravela que estamos colocando para patrulhar nossa costa…
    Esse é o nosso grau de comprometimento tecnológico com a defesa da “amazonia azul”…

  9. Invencible e Flávio,
    No blog está postado, hoje mesmo, a história do conflito de 2002. Vejam mais abaixo um pouco, logo depois dos posts sobre os piratas da Somalia

  10. “Planeja-se construir um total de 40 destes navios.”

    Vamos esquecer por um breve momento a diferença abissal entre o armamento e eletrônica embarcados nestes PKX.

    Cara, a ROK tem aproximadamente 98,5 mil km2 de território, 290 km2 de mar territorial, e 2413 km de costa!!!!!!! (Esses dados são do “The World Fact Group” da CIA – https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/ks.html#Geo )

    O Brasil tem quase 4 vezes mais linha costeira que a Coréia do Sul. Não quero nem calcular a área do mar territorial e da zona econômica exclusiva. Isso sem contar que esse marzão todo tem petróleo e gás pra caraca, mais de 90% do nosso comércio… Bom vocês sabem tudo isso melhor que eu.

    Pô! Os caras aqui em Pindorama estão querendo construir 30 e tantos barquinhos sub-artilhados e quase pelados de eletrônica.

  11. Caramba, coloquei o link do video que já estava colocado no texto acima. Distração minha.
    Aliás esse vídeo deu o que falar na Coréia pois os tiros não acertam o alvo, contudo depois de muita discussão ficou esclarecido que o navio não acertava o alvo de propósito pois era caro demais para ser utilizado apenas uma vez. O tamanho do alvo era 1,80m x 1,80m e estava a uma distância de quase 5Km (os alvos no mar).
    Aliás o PKX tem que ser entendido dentro do contexto da doutrina da marinha coreana. Ela só não é mais armado como os Hamina pois para isso está sendo projetado o FFX.
    Por fim, dos 40 projetados metade serão armado para combate a submarinos.

  12. Olha! Acho que se pegar um 20 U-Boats da SGM e colocar na nossa costa… Acho que eles dão conta da Marinha do Brasil… So não sei se os U-Boats conseguiriam entrar na Baía da Guanabara para afundar a nossa esquadra de baía.

  13. Quero só ver quando chegarem os Navios patrulha oceânicos de 1800 toneladas.Essas não serão canhoneiras.Enquanto alguns aqui querem comparar os PA de 500t,mas não se lembram dos de 1800t que virão com mísseis.Mas sabem porque isso acontece?PORQUE SÃO UNS CHORÕES E TA ACABADO!NÃO DEVO NADA A NINGUÉM,NÃO PEÇO FAVOR A NINGUÉM!

  14. Ulisses,
    Aqui não tem chorão. Tem um monte de apaixonados pelo tema de defesa que querem muito bem às nossas FFAA. Eu particularmente estou comparando os nossos futuros NPaOc de 500t com o PKX de 450t. São embarcações de porte similar, porém muito distantes em termos de filosofia, e orçamento também, devo admitir.
    Não tenho nada contra os NPaOc que estão sendo construídos. Eles são válidos como meios baratos para patrulhar a costa contra pesca ilegal ou predatória, poluição marinha e mesmo salvaguarda de vidas no mar. É pra ser construído aos montes.
    O que não dá é querer contar com esse tipo de embarcação para uma proteção costeira mais efetiva. Esses barcos não têm meios para detectar e atacar, se necessário um submarino por exemplo. Aí vc diria: para isso tem as escoltas (fragatas, corvetas). Mas elas são em pequeno número e muito caras para operar em patrulha. Nenhuma marinha no mundo usa navios de grande porte, super armados e equipados em missão regular de patrulha costeira. É muito caro!
    Embarcações como uma PKX ASW são muito mais baratas de construir e operar que uma Barroso por exemplo. Pelo custo de uma meia dúzia de Barrosos dá para ter várias PKX. Você pode ter um número bem maior de NPaCo no mar patrulhando e uma vez detectada uma ameaça, seja ela em mar, ar ou submarina, dar o primeiro combate ou pelo menos monitorar até que meios aéreos, marítimos ou submarinos mais capazes cheguem à área.
    Pra terminar, 1800t já é uma fragata leve ou uma corveta. Não dá pra construir 40 unidades. Outra coisa, me corrija se eue estiver errado, mas o que a MB vai construir (ou pelo menos tentará construir) são NPaOc de 1000t. Duas versões estão sendo cogitadas uma bem equipada e artilhada e outra mais fraquinha e barata. Com a habitual pindaiba que tratam nossas FFAA vc acha que vão acabar construindo qual?
    Pega leve amigo. Aqui estamos todos, literalmente, no mesmo barco.
    Um abraço

  15. O sistema waterjets indica que existe uma doutrina para o uso dessas embarcações. Eu imagino que pelo pouco armamento, tenham optado por uma embarcação leve, mas muito manobrável e suficientemente rápida para ter funções navais militares.

    Ou seja, não é apenas de mera patrulha…

  16. Concordo Fabio Max.
    Por isso que no meu post anterior eu comentei que os NPaOc de 500t que estão sendo atualmente construídos são mais adequados a patrulha contra pesca, poluição, SAR, ou seja, tipo de uma guada-costeira.
    Já uma embarcação como a PKX, também pode fazer isso e mais ainda, tendo um valor dissuasório e bélico em confrontos de menor intensidade bem maior.
    Abraço

  17. Camilo, matou a Pau, parabéns ao amigo, realmente concordo em todos os sentidos com o vc, o NPaOc vai ser um fiasco da mesma forma que as embarcações de 500t, a MB esta com a idéia de quantidade ao invés de qualidade, filosofia ainda marcante nas nossas forças armadas, sem duvida 30 PKX com o armamento descrito, assima ia meter muito mais medo que nossos futuros Caicos rsrsrsrs, da mesma forma que a MB fala do custo de subs com AIP mas quer ter Sub Nuclear, é piada né, acho que nossas forças estão cheias de Generais que estão precisando de aposentadoria isso sim.

  18. Uma complementação, acho que oque esta faltando ao PKX é só um sistema de combate a subs o resto esta perfeito. Abração

  19. pelo pensamento da maioria, acho que a policia do Rio de Janeiro deveria encomendar tambem uns 50 tanques leopard armados com canhão de 120mm para patrulhar as favelas.ah e uns 10 apaches tambem ajudariam para fazer o apoio aereo.
    meu Deus ….

  20. alte.Doenitz

    de tudo o que ja li aqui, eu so posso dizer:
    uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa, rs nada mais a dizer meu caro.

  21. Olá a Todos!

    Faz algum tempo que acompanho as discussões por aqui e como a maioria dos participantes sou leigo no assunto. Já vi alguns participantes que demonstravam bom conhecimento sobre o tema abandonarem as discussões o que é uma pena, pois nesse momento em que a Defesa entra na pauta para ser debatida, a contribuição destes seria muito importante. Cada vez mais pessoas como eu, que nunca serviram ou mesmo discutiram sobre defesa vão querer saber, e isso é muito bom.
    Sobre o tópico pergunto: os que defendem os Napas mais armados, desejam 30 embarcações com capacidade militar mesmo que para fazer apenas patrulha.Como fica isso do ponto de vista da economia de recursos?

    Para ULISSES
    Qual seria a configuração dos NaPaOc de 1800T e a quantidade necessária de embarcações para cumprir essa missão? (na sua visão, claro)

    Abs a todos

  22. Belo navio. Pequeno, com características furtivas, bom poder de fogo, eletronicamente bem equipado. Isso sim é patrulheiro digno, não o que a MB está construindo.

    Galante,

    Compensa fazer uma comparação??????????????? sinceramente, acho que não.

  23. Camilo,respeito sua opinião,mas a PaOc já foi confirmada pela MB como 1800t,isso já foi falado na T&D,ALIDE,Defesa@net e etc.Eu não acho que os 1800t serão um fracasso. sobre a “pindaiba”que as FA estão passando atualmente acho que isso em breve acabara por causa do PND que NÃO será um fracasso porque inclusive será apresentado amanhã,será um assunto de ESTADO e não mais só de governo como antes e haverá LEIS para garantir isso,assim como nos países desenvolvidos.Amigo,as coisas mudam,não podemos ter a tola idéia de que em 2022 estará a mesma coisa,isto NÃO é verdade e porque se levar pelo que os outros dizem?Vamos continuar crescendo sim!

    Um Abraço.

  24. Eu não sou expert mas não considero um navio como o Visby nem um FAC e muito menos um FPB. Pra mim todo navio com menos de 1500 t e com capacidade ASW deveria ser classificado como Corveta. No caso da Visby de 600 t eu a considero uma corveta leve.

  25. Prezado Hélio
    Embora a pergunta não tenha sido dirigida a mim, pois não defendo NaPas mais armados nem me chamo Ulisses, pelo tipo de pergunta que você fez, acho que posso contribuir com algumas informações.
    1 – Na concepção de um navio militar, como em qualquer outro tipo de navio, a primeira pergunta que se faz é para quê se quer usar o navio. Nesse caso estamos falando em patrulha. Mas cabe ainda uma pergunta, patrulha de guerra(patrulhando uma área de conflito onde podem aparecer navios armados) ou patrulha policial (para fiscalizar a exploração da ZEE, combater o contrabando, prestar socorro e assistência no mar, combater poluição, etc). Você deve ter percebido que a resposta a essa pergunta amarrará até que ponto vale a pena gastar com o armamento. Armamento é caro, muito caro, podendo, em alguns casos chegar a 70% do custo de um navio. Se você é um país com baixa probabilidade de conflito ou de uma ação armada e tem riquezas no mar que podem ser explorado ilegalmente por empresas não licenciadas, então basta estar armado com um pequeno canhão para impor respeito e dificilmente terá necessidade de usá-lo. Nesse caso, porque usar armamentos caros onde um mais barato resolve. A Inglaterra acabou de construir os novos classe RIVER para patrulha nas Falklands. Não devem estar considerando a possibilidade de outro conflito com a Argentina porque os navios empregam apenas um canhão de 30 mm. Porém se o seu país tem permanentes conflitos armados na fronteira, então seu armamento deve ser capaz de fazer frente a ameaça existente.
    2 – Mas não só o armamento é importante, existem outros fatores que são avaliados de acordo com o critério de custo X benefício. Um navio patrulha tem que ter autonomia (ficar muito tempo na área de patrulha) e tem que ter uma velocidade que aumente a probabilidade de detecção. Repare que esses dois quesitos são antagônicos, para aumentar a probabilidade de, em uma patrulha, poder detectar o intruso, deve aumentar a velocidade de patrulha, mas isso diminui seu tempo de operação pois com aumento de velocidade o consumo de combustível é maior. O que se faz na prática é estabelecer as características de vários intrusos, com características diferentes e, em um programa de computador, simular o navio executando um plano de patrulha e os intrusos tentando passar pela área, Normalmente se faz entre 10000 e 100000 tentativas para cada velocidade de patrulha, aí percebemos que até em torno de 15 nós de velocidade a probabilidade de detecção aumenta com o aumento de velocidade, porém, a partir daí, o acréscimo de velocidade começa a ser muito cara e o aumento da probabilidade de detecção só aumenta de forma marginal. Passa a não valer mais a pena. Esse método serve não só para determinar a velocidade ótima de patrulha, como, mantendo a velocidade e alterando o plano de patrulha, determinar qual o melhor plano para cada área.
    Porque eu te contei isso? Porque o navio do post usa hidrojato, que é um sistema de propulsão que só começa a ser eficiente a partir de vinte e poucos nós. Ou seja, não é para patrulhar, é para interceptar. Infelizmente o pessoal do Blog insiste em colocar esse tipo de navio para ser comparado com os patrulhas que pretendemos adquirir. É comparar coisas diferentes. Não tem nenhuma lógica.
    Espero ter contribuído para reduzir sua dúvida.
    Forte abraço

  26. castor

    e´um prazer enorme encontrar alguem que sabe distinguir a proa da popa, e que pelo menos entenda um pouco de doutrina e emprego.
    é meu amigo a julgar pela maioria vamos ter destroyers, patrulhando a costa.ou alguns napa equipados com arpoon pra eventualmente abater umas traneiras, ou algumas canoas suspeitas.

    mas de vez em quando aparece alguem mais lucido, (ainda bem)

    parabens pelo conhecimento, assino embaixo no que disse.

  27. Castor,
    eu concordo que temos que ter NPas armados com o suficiente para operações de patrulha policial, ou seja, canhões somente, mas você não acha que pelo menos nossos NPas de 1800 t não poderiam ter, pelo menos previsto no projeto, a possibilidade de virem a receber uns 4 SSMs e calhas para minas em caso de um conflito de alta intensidade? E até mesmo um sistema MAGE com lançadores de despistadores?

  28. Castor, é por causa dessa mentalidade de que “não há possibilidade de conflito” que o Brasil se deu mal nas duas últimas Guerras Mundiais e na “quase guerra” da Lagosta, com a França.
    Nos dois grandes conflitos não tínhamos equipamentos nem em qualidade, nem quantidade. Na Segunda Guerra, foi uma vergonha, nossos navios não tinham nem sonar!
    Na crise da Lagosta com a França, nossos navios estavam quase todos “pegando”, como se diz no linguajar naval.
    Nós estamos no século XXI, amigo. Plataformas de petróleo não poderão ser defendidas por NaPas com canhão de 40. Esses navios não significarão nada em termos de incremento do Poder Naval brasileiro. É isso que os amigos do Blog estão tentando dizer.
    Precisamos de stealth, radares 3D, sonares, UAVs etc nos nossos navios-patrulha.
    O grande problema é que nosso almirantado está preso a paradigmas do século passado. O mundo mudou e muda rápido. Precisamos nos atualizar, para que nossos marinheiros não morram fácil, como aconteceu com aquele navio-patrulha da Coréia do Sul em 2002.

  29. Castor,

    vc foi como todo professor deveria ser: claro e objetivo. muito obrigado!
    sendo assim fica clara a opção da MB pelos NaPas, só falta um detalhe agora: a quantidade. 30 dá conta do recado?(parece que temos outras 27)
    fala-se de corvetas de 1800T na mesma encomenda, as notícias relatam o interesse de se construir 5 não é pequena essa quantidade? me parece que dariam apoio as patrulhas em caso de necessidade, e como seria o armamento desses navios?

    Abs a Todos

  30. Bosco
    A resposta a sua pergunta é longa e eu não gostaria de me tornar cansativo. Vou resumir. O dimensionamento de força, principalmente com recursos reduzidos é uma tarefa complexa que envolve decisão multi critério e muito trabalho estatístico. Eu defendo a idéia de que a configuração de cada navio deveria ser feita com o emprego de algorítimo genético. O que tornaria o trabalho ainda mais complexo. Eu não tenho os dados de análise para analisar qual seria a melhor configuração portanto só me resta acreditar que quem tem esses dados está fazendo um bom trabalho, afinal, são profissionais. Tentar achar que eles estão errados e dar um palpite diferente me transformaria em um pretensioso e palpiteiro e eu evito ser assim porque não é ético. Só posso acrescentar que a instalação de mais sistemas de armas significa maior tripulação e maior deslocamento, além do maior custo. Os dois primeiros aumentos acarretariam em aumento de todos os sistemas de bordo, aumentando ainda mais o preço.

    Sr Nimitz
    Que prazer ver um post seu. Eu fiz algumas perguntas ao Sr em outro post do Blog e não obtive respostas, mas acredito ter sido por falta de tempo. Me recuso a acreditar que alguém que afirma coisas com tanta veemência não conheça profundamente sobre o que está falando. Continuo no aguardo
    Acredito que o Sr tenha entendido errado o meu post acima. Eu não usei a expressão ““não há possibilidade de conflito”” eu conheço muito bem análise de risco e não falaria isso. Eu coloquei condicionantes em uma linha de raciocínio que acredito o Sr esteja tendo dificuldade de entender porque contraria seus paradigmas. Isso é normal e o Sr tem tudo para vencer esses bloqueios.

    Hélio a resposta ao seu post é idêntica à resposta que eu dei para o Bosco

  31. Eu so queria saber qual o problema dos NaPas mais bem armados? Entendo que serão patrulhas da ZEE , mas sabendo das dificudades da MB em adquirir novas escoltas ,tanto em numero como em qualidade,(um problema que ja dura muito tempo), pq não armar esses navios com um arsenal mais pesado. Seriam de certa forma um apoio a essas escoltas no litoral, alem de materem a capacidade de patrulhamento.Obviamnete não iriamos atirar um exocet numa trainera francesa, mas em uma marinha carente de rcursos, mesmo que isso aumente o valor unitario de cada NaPa, não seria um bom negocio, afinal teriamos um bom numero de embarcaçoes bem armadas.Não sou contra os NaPas, mas acho que seria interessante te-los com um armamento mais forte!!
    Abraços a todos!!!

  32. Sr Castor, não respondi aos seus questionamentos anteriores pois entendi serem parte do seu uso recorrente da falácia ad hominem.
    Meus paradigmas são diferentes dos seus, com certeza, pois não estou preso ao século passado.

  33. Senhores,
    Considerando nossos NaPoCs de 500t a alternativa para a MB no patrulhamento das “plataformas” etc.. (pra mim isto é só um paleativo pois o controle da pesca predatória e navios clandestinos deve ser feito também nos portos e no controle de emissão das certificações das embmarcações)porque a MB não muda seus conceitos e transforma estas embarcações em algo semelhante a estas PKX? São navios menores, menos onerosos de se operar a manter e em quantidade e qualidade razoáveis podem prover um bom controle de costa. Digo isto pois nossas embarcações hoje, principalmente as de grande porte, encontram-se em sua maioria em precariedade de condições…. ou seja … se não temos condições de manter navios maiores que tenhamos menores mas com condições de dar à esquadra uma linha de frente no monitoramento e patrulhamento de nossa costa.
    Ou temos uma “doutrina” de qualidade ou teremos sempre a mentalidade de “jangadas”!
    Abraços.

  34. Castor,
    entendo o seu posicionamento e o respeito.
    Mas pensando exatamente na relação custo/benefício é que creio ser interessante que os NPas de maior tonelagem fossem mais bem armados, pelo menos em relação à ASuW, já que poderíamos contar com maior poder dissuasivo com um custo mínimo, visto que tais navios não precisam ser navios em “estado da arte” e de alto custo.
    Seriam como os helicópteros utilitários a serviço das forças armadas, que podem não estar armados prestando serviços gerais e até de utilidade pública, mas em caso de necessidade podem receber metralhadoras laterais e num crescendo, até mesmo foguetes não guiados. Sem dúvida possuem um custo benefício muito maior que se fossem helicópteros de ataque, que só servem para situações de combate específicas.
    Contudo, agradeço sua resposta e entendo sua postura.
    Um abraço.

  35. Bosco
    Entendo sua argumentação e, do ponto de vista teórico, concordo com ela. O que estou tentando dizer é que o número de variáveis é muito grande e não dá para afirmar que essa seja a melhor opção. Outro ponto importante é que a instalação desses armamentos não são tão simples. De qualquer maneira eu entendo sua linha de raciocínio e jamais poderia afirmar que ela está errada. Existem vários trabalhos sérios defendendo essa posição, como existem outros afirmando o contrário. Se você está interessado no assunto pesquise sobre a Jeune École que é uma linha de pensadores que concordam com a sua teoria, embora seja do século XIX. Mas convém, também, ler sobre as teorias de Mahan e Colbert, da mesma época. Terei prazer em discutir essas teorias com você. O importante de tudo será descobrir que não existe receita de bolo. Cada caso é um caso.
    Grande abraço

  36. Sr Nimitz
    Pelo que pude entender o Sr ficou irritado com meu post. Posso assegurar que estou realmente tentando entender a base de suas afirmações, que são sempre colocadas como se fossem verdades absolutas, mas que nunca são acompanhadas de uma argumentação lógica, de uma base factual que lhe dê suporte.
    A minha pergunta ao Sr não pode e não deve ser considerada uma falácia pois não é uma afirmativa, é um questionamento, e só levantaria alguma dúvida sobre sua capacidade de emitir tais opiniões se ficasse sem resposta. Como infelizmente ficou.
    Também não estou usando argumentum ad hominem pois não existe em meu post uma crítica à pessoa. Como dito antes, foi um questionamento tentando esclarecer as bases de sua afirmação.
    Fica demonstrado , portanto, que não trata-se de argumentum ad hominem abusivo, pois não ataca sua pessoa, nem circunstancial pois não aponto para nenhuma circunstância que o tenha motivado a tal afirmativa, nem tu quoque, posto que não me refiro a suas práticas.
    Talvez o Sr devesse me acusar de usar o argumentum ad verecundiam por ter se sentido incapacitado em provar sua condição de perito no assunto. Porém, mais uma vez eu digo, eu não fiz uma afirmação de que o Sr não conhecia o suficiente para opinar, fiz uma pergunta para entender a base de sua afirmação.
    Percebi, desde quando comecei a freqüentar o Blog, que o Sr é uma pessoa muito agressiva e como seus post nunca acrescentaram nada ao meu conhecimento, nunca me dirigi ao Sr. Se o fiz dessa vês foi para responder a uma provocação sua dirigida diretamente a mim pois se referia a frase que eu tinha postado. Estou sempre pronto a discutir e aprender com discussões saudáveis que acrescente algo, mas não gosto de perder meu tempo com discussões inócuas, assim, por favor, me poupe de seus comentários.
    Fui

  37. Prezado Galante
    Com certeza SIM. Eu defendo que um patrulha deve ter um helicóptero e um RIB. Um UAV seria ótimo.
    Forte abraço

  38. Ulisses,
    Obrigado pela informação sobre os futuros NPaOc de 1800t. Mas permita-me esclarecer que me momento algum eu reputo que os mesmos venham a ser um fracasso. Porém, temo que dada a escassez de recursos e à grande quantidade de meios, de todos os tipos e funções, que atingirão o fim de suas vidas úteis a médio prazo, não restará à MB outra opção que não a de construir a versão mais econômica desses navios.

    Por este mesmo motivo é que eu também tenho certeza que a Marinha está encomendando esse patrulheiros de 500t igualmente sub-artilhados. Nós precisamos de uma grande quantidade navios de patrulha, mas o que dá para ter no momento é isso mesmo. Como diz o ditado, “o cobertor é curto”. En momento algum eu desmereço o profissionalismo da MB. Ao contrário minha admiração é profunda, principalmente por que num momento como este eles vêm tirando leite de pedra.

    Com relação ao PND, lembro que o mesmo não é um plano de compra de armamentos em sí. O plano é uma peça onde o governo define os tipos de ameaças mais ou menos passíveis que o país possa se defrontar, os objetivos estratégicos do país para os próximos anos, décadas, e por aí vai.

    Uma vez aprovado (já o foi por unanimidade), governo, Forças Armadas e a sociedade tratarão de discutir as ações,os meios e os fundos necessários para enfrentar cada uma das possíveis ameaças e as formas de se atingir os objetvos estratégicos.

    A partir daí toda uma legislação apropriada será criada, a existente será adaptada e os fundos necessários serão alocados.

    Em suma, o PND é um primeiro e importantíssimo passo para uma longa caminhada. Isto que o governo está fazendo é certíssimo. Ná dá para fazer nada sem antes nós sabermos exatamente o que nós queremos e precisamos. Todos, sejam países, empresas ou pessoas de sucesso fizeram isto para “chegar lá”.

    Não conheço em detalhes o Plano, mas tenho certeza que o mais importante ele já fez: trazer o tema defesa para o debate nacional, num país em que as pessoas estão acostumadas a pensar que por ter uma natureza pacífica, será sempre tratado da mesma forma pelos outros.
    É engraçado, para dizer o mínimo, que ninguém parece se lembrar que há 66 anos nossos mercantes estavam sendo torpedeados em nossas águas territoriais por uma nação que tinha diversos interesses econômicos em comum conosco. Mais recentemente quase nos envolvemos em uma guerra com a França, com quem estamos assinando vários acordos na área de Defesa, e que até antes da 2ªGM era nossa “mentora” nesta mesma área (para dizer o mínimo), por causa de lagostas.
    Um abraço

  39. “O que estou tentando dizer é que o número de variáveis é muito grande e não dá para afirmar que essa seja a melhor opção”

    Caro Castor, e não é por causa dessa imensa quantidade de variáveis que se armam com o que existe de melhor os equipamentos bélicos? Para que possam cobrir o maior número de situações possíveis?
    Obviamente temos que nos ater às possibilidades financeiras, mas se a situação permite, ou seja, temos dinheiro (o que afirmo apenas para fins de argumentação), uma navio bem armado é a melhor opção.

  40. Caros Hélio e demais colegas do Blog,

    Quero deixar claro que não pretendo fazer comparações entre nossos NPaOC de 500t e o PKX ou outras classe já postadas no Blog. Muito menos propugno a adoção deste tipo de embarcação em detrimento daquela.

    Seu post a respeito da adequação dos meios ao tipo de ameaça que se espera encontrar foi muito claro. Quanto a isto não tenho nada a objetar e muito menos acrescentar.

    Talvez na minha tentativa de ser consiso (embora reconheça que muitas vezes tendo a ser prolixo) tenha deixado transparecer uma idéia de comparação.

    Na verdade o que eu gostaria de ver é uma frota balanceada. Os patrulhas que estamos construindo são válidos e muitíssimos necessários. Não temos uma guarda costeira e cabe a MB desempenhar esta função também. Estes navios são bastantes para combater pesca ilegal, contrabando, salvaguarda de vida no mar. Disse antes e repito agora. Deles precisamos de muitos. Muito mais do que se pretende construir. Deveríamos tê-los em diversas flotilhas do nosso litoral extremo norte ao sul.

    Por outro lado, penso que também seria bom termos barcos como o PKX (não necessariamente ele), em menor número obviamente. Embarcações desse tipo são rápidas, razoavelmente bem armadas para seu porte, e poderiam ser empregada como complemento na patrulha de áreas de maior valor estratégico como os campos de petróleo off-shore.

    Num eventual momento tensão elevada, a quantidade deles em patrulha nas áreas mais estratégicas seria aumentada. Dada sua rapidez e razoável artilharia embarcada eles poderiam atuar de forma mais eficaz como elementos de dissuasão ou mesmo de combate, até que meios mais capazes pudessem chegar à área.

    Um abraço a todos

  41. No meu post anterior dirigí-me a Hélio e demais colegas do Blog.
    Por favor Hélio não me queira mal, mas meus comentários, além de dirigidos obviamente a você como colega do Blog, se referiam ao post do Castor.
    Abraços

  42. Prezado Excel
    Discordo da primeira parte de seu post. Um navio é projetado para uma ou poucas missões específicas. Um navio que queira ser tudo é impossível e um navio que quera atender a vários tipos de missão realizará, individualmente cada missão de forma precária. Lembre-se do pato, ele faz tudo, anda nada e voa, mas anda mal, nada mal e voa mal.
    Concordo com a segunda parte, se dinheiro não for problema bota arma no bicho, mas, infelizmente, é problema, em qualquer parte do mundo.
    Forte abraço

  43. Bateu uma duvidazinha…

    Sonar?!? Têm ??? Mesmo que não tenha capacidade anti-sub é bom saber “onde se está nadando???”

  44. Camilo.
    Permita-me mostrar algo. Navios rápidos consomem muito. Se forem pequenos a autonomia será pequena. Vamos quantificar isso. Não é dado o alcance para esse PKX, mas se você pesquisar outros FAC dessa faixa de deslocamento, descobrirá que o alcance é entre 500 e 700 milhas o que, para um navio com a velocidade desse corresponde a 17 horas de operação. Se você quiser patrulhar a 200 milhas da costa levará 4,8 horas para chegar lá e outras 4,8 horas para voltar restando 7,4 horas de patrulha. Que patrulha é essa?

  45. Mauro Lima,
    eu acho que não tem sonar de casco não.
    No máximo vem com um ecobatímetro.
    E o radar também deve ser um de navegação.
    Eu acho!

  46. Caro Castor,
    Concordo inteiramente com você. Em um de seus posts anteriores você foi claro e didático quanto à relação custo X benefício da velocidade de patrulha. Não sou especialista apenas um entusiasta, de modo que, sinceramente, aprendi com seus comentários. Embora este fato (velocidade X autonomia) seja bastante intuitivo, já que em nosso cotidiano sabemos que quanto mais rápido dirigimos nossos carros, maior o consumo dos mesmos, nunca tinha me deparado com informações precisas como as suas (15 nós a velocidade ideal, acima de 20 nós os hidrojatos se tornam mais eficientes).
    Isto deixa mais claro ainda o por quê das FACs serem geralmente utilizadas por marinhas que atuam em mares mais restritos, como por exemplo o mar do Norte.
    Sem querer ser percistente, mas já sendo (rsrsrs), se tivessemos FACs com propulsão convencional, portanto com melhor eficiência em velocidades abaixo de 20 nós como no caso de hidrojatos, elas não poderia configurar um complemento “de peso” para NPaOc mais simples como o que estamos construindo?
    Neste caso essas FACs se dirigiriam e patrulhariam a área em velocidades similares aos nossos patrulhas, imagino pelo seu post algo entre 12 e 15 nós. Ocorrendo a detecção de alguma ameaça na região por algum outro meio (aéreo, NPa´s menos capazes, radares fixos instalados em plataformas off-shore – neste último caso estou imaginando que existisse uma versão naval do SIVAM), as FACs poderiam reagir de forma bem mais rápida e com maior poder de fogo se necessário.
    Por outro lado, aquelas unidades que estivessem em suas bases teriam condição de suspender e dirigir-se para a área de conflito e lá chegar mais rapidamente que os meios mais pesados para dar um primeiro combate (tipo “bate e corre de volta”).
    Mais uma vez obrigado por seus esclarecimentos.
    Abraço.

  47. Prezado Ulisses
    Em engenharia tudo é possível, mas projetar um casco para ser eficiente em baixas velocidades é diferente de um casco para altas velocidades. Querer um navio eficiente em baixa ou em alta velocidade, uma delas estará comprometida. Só para te dar uma idéia, existe uma relação em engenharia naval que é derivada do número de Froud. É a relação entre velocidade (em nós ) e a raiz quadrada do comprimento do navio (em pés).
    Quando essa relação é igual a 1 significa que haverá uma crista de onda na proa e outra na popa e, consequentemente, a melhor forma de casco é afilado na proa e na popa. No caso desse PKX, como tem 63m ou seja, 208 pés, a velocidade onde isso ocorre é 14,41 nós. Em sum, se você quiser andar a 15 nós, a melhor forma de casco é o afilado na proa e na popa. Já paras velocidades de 41 nós, a relação passa a ser de 41/14,41= 2,84 que é superior ao ponto onde inicia a possibilidade de planeio (2,5). Para esses casos, o melhor casco é com popa transon e casco com hard shine (com quina, que aliás não é o usado pelo PKX provavelmente porque eles se preocuparam mais com a eficiência quando estiver operando só com dois motores). Não sei se deu para entender, mas o espaço não é próprio para essas explicações.

  48. Olá Castor,
    Seu post para o Ulisses também responde à minha indagação anterior.
    Pelo que eu entendí da sua explicação, dependendo da forma do casco o barco tem desempenho melhor em baixa ou em alta velocidade. Uma FAC, portanto, feita para deslocamento em alta velocidade teria uma capacidade marinheira sofrivel em baixas velocidades.
    Mas como toda embarcação não navega todo o tempo em baixa velocidade ou em alta velocidade, imagino que há de existir uma solução de meio termo, em que dependendo dos cenários que se vislumbra para seu emprego, o desenho do casco poderia não sacrificar muito a navegação em velocidades reduzidas porém mantendo ao menos em boa parte a eficiência em velocidades maiores.
    Não sei se isto é viável, ou lógico.
    Mas, sinceramente, não quero mais aborrecê-lo com tantas perguntas sobre este assunto. Paro por aqui.
    Obrigado mais uma vez pela paciência e compartilhamento de seus conhecimentos.
    Abraço

  49. Prezado Camilo
    A diferença entre a velocidade máxima e a econômica (ou de cruzeiro) é, normalmente, pequena. Quando a propulsão para as duas velocidades é separada, como no caso CODOG onde você usa o Diesel ou a turbina, essa diferença pode ser maior. Mas sempre dentro da mesma faixa de Froud. Por exemplo, nas Corvetas classe Inhaúma, a veloc máxima ( com turbina) é de 27 nós, já a de cruzeiro (com motores) é de 18 nós, ambas entre 1 e 2,5 da relação V sobre raiz de L que é a faixa de semideslocamento. Quando a distância entre essas velocidades passa a ser de 15 para 41, a ineficiência em um dos caso, aumenta muito. Mas, como disse, em engenharia, tudo é possível, só não será um bom projeto (eficiente)

  50. Caro Castor,
    Mais uma vez obrigado. Não vou mais enchê-lo de perguntos. Suas explicações são mais que suficientes.
    Um abraço

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