Prosseguem na Rússia os trabalhos no navio-aeródromo indiano INS Vikramaditya (foto acima). A questão sobre o custo final da reforma já foi acertada entre russos e indianos e o objetivo agora é correr contra o tempo, para terminar o navio em 2009, iniciando as provas de mar em 2010.
O desenho abaixo (clicar sobre as imagens para ampliar) mostra como deverá ficar o navio quando pronto. Nos demais desenhos, a comparação do tamanho e do poder de fogo do NAe indiano e seus congêneres.






Facebook
LinkedIn
Twitter
PDF
Orkut













O que se pode ver é que falta muito pra alguém chegar perto dos EUA na questão de porta-aviões, e que a briga mesmo é pelo segundo lugar com a Índia vindo por último e o Brazil morrendo de inveja.
O queen Elizabeth vai ter a bordo apaches!!!!!!!!!
olho só!
Espero que eles enferrugem e caiam….srsrsrs
Sou mais o nosso moderníssimo Opalão.
rsrsrsrsrsrsrsrs
um belo alvo para os sub hibridos.
e lá no fundo, seria um Kirov?
Estaria em reformas?
tbm tem um SSBN Typhoon, não?
Galante,
Nessa tabela so se mostra o CVN com 66 aeronaves, sempre pensei que os Nimitz levassem cerca de 90. Isso foi mudado com essa nova classe?
Interessante o QE levar Apaches e Chinooks, mostra na minha opiniao uma enfase em futuras operacoes anfibias e de CAS, talvez pela licao aprendida durante as Malvinas.
Sds!
Engraçado, pq nao colocaram o Charles de Gaule na comparaçao?
Marine,
Bem observado, acho que os EUA não abririam mão de tamanha diferença. Encontrei em um site que a capacidade permanece similar a do Nimitz :
“CVN 78 Gerald R Ford Class
The carrier will be capable of carrying up to about 90 aircraft including the F-35 joint strike fighter, F/A-18E/F Super Hornet, E-2D Advanced Hawkeye, EA-18G”
Sds.
Marine,
Queria aproveitar esse clima de festa de final de ano, e te pedir desculpas por qualquer excesso que por ventura eu tenha cometido em nossas intermináveis discussões. E ao mesmo tempo te desejar um ótimo ano de 2009.
Felicidades.
Na Guerra Fria o grupamento de um NAe classe Nimitz era de 24 F-14 (3 com capacidade de levar um casulo de reconhecimento), 24 F-18 (antes era o A-7), 10 A-6, 4 EA-6, 10 S-3B, 4 E-2C, 8 SH-3, 4 KS-3, 2 US-3. Eventualmente eles operavam 1 ou 2 ES-3 na função de Elint/Singit.
Ou seja, eles podiam operar com até 90 aeronaves se não me falha a memória.
Hoje o grupamento típico é de 48 F-18, 4 EA-6, 6 S-3B, 4 E-2C, 6 Sh-60 e 2 C-2 totalizando 70.
Os F-18 assumiram o papel dos F-14, A-7 e dos KS-3.
A maior falta no futuro como mostrado no esquema do post são os S-3B que não terão substituição, ficando as funções ASW apenas para os 6 SH-60, que diga-se de passagem será a versão MH-60R.
Com certeza em caso de necessidade o grupamento aéreo poderá ser aumentado, mas do jeito que está (e do jeito que ficará) traz uma maior flexibilidade e economia.
LeoPaiva,
Nao se incomode, sempre fomos respeitaveis um com o outro e apesar de termos nossas diferencas de opiniao (mainly Iraq…Rsrsrs) penso eu por razao de nossa diferente experiencia de vida e para isso que existe o blog…Eu passo a minha experiencia real e ponto de vista aqui para o pessoal e em troca aprendo sobre temas que nao conhecia e vejo o ponto de vista de outros entusiastas militares no meu pais.
Semper Fidelis e feliz ano novo!
Pois e Leo parece que esta faltando um ou dois outros esquadroes de ataque nessa tabela…
Bosco,
Houve um corte de esqudroes na USN desde os anos Clinton mas pelo que sei o USMC agora repoe um esquadrao nos CVNs quando possivel. Mas nao sei, como ja disse antes nao sou especialista em aguas ou ares azuis…gosto mesmo e de cabeca de praia…rsrsrs
Acho que os especialistas aqui i.e Galante saberiam responder essa bem melhor do que eu.
Sds!
Paulo Taubaté.
Realmente no fundo da foto é o “Kirov”; navio líder da classe.
Ele já foi retirado de serviço e serve como doador de peças para os dois outros que estão na ativa.
É como a nossa falecida dodsworth.
Interessante notar também que todos os países da gravura optaram por operar com Sky jump em vez de catapultas, exceto os americanos, que com isso ganham a possibilidade de terem aviões de alerta antecipado a bordo.( helis AEW não vale).
É verdade que os custos operacionais do navio e dos aviões aumentam bastante com as catapultas, mas penso que um alerta antecipado pode fazer toda a diferença, não só para a ala aérea, mas para toda a frota. Principalmente no nosso caso que teremos meios aéreos que não tem espaço para instalação de um radar potente, e mesmo melhorados, ainda são bem inferiores em relação aos caças da figura.
Sei não, gosto de imaginar o nosso São Paulo funcionando full, com todos os falcões modernizados, utilizando mísseis anti-navio de longo alcance e operando na arena BVR com apoio dos novos(?) S-2 como alerta aéreo antecipado e esclarecedor marítimo, e também com os Sea Hawk/Penguim. Acho que essa mistura ainda dá um caldo.
Não sou fã desses recursos, e eles estão bem aquém do que necessitamos, mas por enquanto é a nossa realidade e temos que extrair o máximo disso.
Isso enquanto o A-13, A-14 e A-15 multi função que o Mangaba prometeu não chegam (vamos pensar positivo gente).
Sds a todos.
Com certeza no futuro os UCAV deverão fazer parte do grupamento aéreo junto com os F-18 e F-35.
Leo,
a catapulta permite o lançamento de um caça no máximo de sua capacidade de carga útil, já a rampa limita esta carga a 50%.
Um V-22 na versão AEW seria bem interessante para a RN.
É verdade sobre o V22, inclusive já vi projeções por computador de um V22 AEW. Seria a soulução definitiva para a questão, uniria o que tem de melhor os helis e os de asa fixa.
Prezados responsáveis pelo blog,
como essa imagem (a que ilustra o tópico) não foi produzida pelos criadores do blog, creio que os créditos da mesma deveriam ter sido colocados, não?
Abraços.
Essas são as caracteristicas do “De Gaulle” segundo a wikipedia:
Class and type: Unique aircraft carrier
Displacement: 38,000 tons empty
42,000 tons full load
Length: 261.5 metres (858 ft) overall
Beam: 64.36 metres (211.2 ft) overall
Draught: 9.43 metres (30.9 ft)
Propulsion: 2 × K15 pressurised water reactors (PWR), 150 MW each
4 × diesel-electric
2 × shafts
Speed: 27 knots (50 km/h)
Range: Essentially unlimited
Endurance: 45 days of food
Capacity: 800 commandos, 500 tonnes of ammunitions
Complement: Ship’s company: 1,350
Air wing: 600
Sensors and
processing systems: DRBJ 11 B tridimensional air search radar
DRBV 26D air search radar
DRBV 15C low altitude air search radar
Arabel target acquisition radar
Electronic warfare
and decoys: ARBR 21 Detector
ARBB 33 Countermeasures suite
ARBG2 MAIGRET Interceptor
4 × Sagaie decoys launcher
SLAT (Système de lutte anti-torpille) torpedo countermeasures
Armament: 4 × 8 cell SYLVER launchers carrying the MBDA Aster 15 surface to air missile.
2 × 6 cell Sadral launchers carrying Mistral short range missiles
8 × Giat 20F2 20 mm cannons.
Aircraft carried: 40 aircraft, including
*Rafale
*Super Étendard
*E-2C Hawkeye
*SA365 Dauphin helicopters
Todavia mencionam apenas o número total de aeronaves, não a quantidade, o que é uma pena, já que em vista de nosso acordo bi lateral França-Brasil certamente nosso futuro Nae multifunção terá alguma similaridade em capacidade com os franceses…
Coralsea, triste fim para um belo navio.
Achei que poderia estar em reforma, para servir ao lado do(s) seu(s) irmão(s), mas… lá, como cá.
Os parênteses, pq além do Pedro, não sei se tem outro em operação. Até onde eu saiba, foram construídos três.
Voltando ao tópico, estava vendo a composição do grupo aéreo do QE, e para AWACS, os súditos da Rainha utilizarão um Heli, talvez o EH 101.
Como eles tbm embarcarão o Chinook, não seria este uma melhor plataforma, adaptando um Erieye, talvez entre os rotores ou nas laterais, com algum trabalho de engenharia, um mecanismo de elevação/retração nos pousos decolagens, ou no local das janelas.
Pelo menos, espaço no compartimento de carga é maior, dá pra acomodar toda a eletrônica, operadores, maior autonomia.
Paulo Taubaté
Foram construídos 4 “Kirov”
- “Kirov”, que mudou para “Admiral Ushakov”; retirado de serviço.
- “Frunze”, que mudou para “Admiral Lazarev”, retirado de serviço.
- “Kalinin”, que mudou para “Admiral Nakhimov”, ativo
- “Yuri Andropov”, que mudou para “Pyotr Velikyi”, ativo
Teve um quinto; o “Dzerzhinsky” que mudou para “Kuznetzov”, mas teve a construção interrompida e virou sucata.
Interessante a composição da RN contando com Chinooks e Apaches.
Os EUA não precisam já que possuem um número adequado de navios de assalto dotados de CH53, V-22 e AH1, além dos AV-8B.
Mudando de assunto, uma versão AEW do V-22 seria apropriada para uso nos LHDs Wasp já que o mesmo é facilmente adaptável para a função de “navio de controle marítimo”, podendo operar os SH-60 para ASW.
Os WASP operando na função SCS (sea control ship) dotados de AV-8B armados com AMRAAM (no futuro com o F-35), os SH-60 (no futuro os MH-60R) e uma versão AEW do V-22, poderia ser bem efetiva em cenários de média intensidade, ficando a projeção de poder exclusivamente por conta das escoltas via Tomahawk.
Viajando na maria onésia. rs.rs.rs…
obrigado, mais uma vez coralsea.
Que todos tenham um próspero ano novo.
Se Deus permitir, nos encontramos aqui ano que vem.
Que eu possa aprender mais um pouco com vocês ano que vem.
Abs e Boas Festas.
Olá senhores! Inicialmente felicitações pelo novo ano a todos os senhores e familiares! Espero sinceramente como entusiasta que nesse ano que inicia que a segurança e defesa alcance um novo patamar em nosso país e na sociedade como um todo, pois infelizmente o único bom moço do planeta é o Brasil. Devemos nos preparar para quando a retórica e diplomacia não resolverem ou se exaurirem! No meu ponto de vista o porta-aviões que mais se aproxima do nosso conceito de navio de projeção de poder, definido no nosso PND é o conceito inglês (coincidência histórica) do mix das três forças. Um projeto interessante teria compartimentos estanques com portões de acesso ao mar. Alguns níveis de conveses configuráveis para aeronaves, helicópteros, veículos, equipamentos, tropas ou mesmo um hospital completo de campanha! Um projeto assim poderia ser uma evolução de um projeto mercante mais barato e com vários estaleiros habilitados a construírem módulos. Sempre admirei o conceito de configuração modular das MEKO. Senhores eu estou pesquisando para comprovar, mas acho que o Su 33 decola com carga total utilizando a sky jump. Aviões com folga de potencia e asas com desenho de avançado de hipersustentação decolam facilmente com o sky jump (acredito). Para ilustrar eu já vi uma foto de C-130 tocando e arremetendo num porta-aviões estadunidense, o Hercules detém o recorde de maior aeronave que tocou num porta-aviões. Seria um sonho de verão imaginar o C-390 naval nas funções transporte, tanque, anti-submarino e avião radar? Quem sabe? Acredito que se desenvolvido com certeza teria ótimos olhos da China e Índia. Saudações.
Pedro,
os AV-8B decolam com carga total da sky jump, mas não aviões “convencionais”. Provavelmente o F-35B também o fará.
Vale salientar que o Su-33 faz apenas a defesa aérea da frota, não sendo usados para ataque (salvo engano). Configurado para isso ela é completa mesmo, já que não exige todo o potencial do avião em relação à sua carga útil.
Com o advento das armas de precisão, mesmo para ataque, um caça embarcado consegue transportar uma carga considerável de armas guiadas, mesmo não sendo lançada por catapultas, daí muitos optarem pelas rampas.
Mas com certeza a predileção americana e francesa por catapultas está muito relacionada com as “limitações” do E-2.
Um abraço.
Pensei que esse navio estivesse sendo reconstruído na India mesmo
Daqui à postos no Nash Oswaldo Cruz dedico à vocÊs ,com quem tanto aprendi, um feliz ano novo!
[...] é bom enfatizar que o avião em produção para a Marinha da Índia, para operar a bordo do NAe Vikramaditya, possui uma arquitetura de aviônica aberta, podendo utilizar equipamentos russos ou ocidentais, de [...]