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Com diversas partes do navio já em construção há três anos, a Índia finalmente deverá realizar a cerimônia de batimento de quilha de seu primeiro Navio-Aeródromo construído localmente, no estaleiro de Kochi. Segundo o comandante da Marinha Indiana, Almirante Sureesh Mehta, a quilha será batida neste sábado, dia 28 de fevereiro.

As estimativas são de que o navio, com deslocamento de 40.000 toneladas, deverá ser lançado em 2011, após mais dois anos de trabalho. Segundo o The Times of India, a Marinha Indiana espera contar, por volta de 2015, com três porta-aviões operacionais.

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Fonte: The Times of India

Nota do Blog: confirmando-se a intenção revelada pelo The Times of India, de que a Marinha Indiana pretende contar com três porta-aviões operacionais em 2015, pode-se especular que o atual INS Viraat, ex-HMS Hermes, vai ser mantido em atividade por mais alguns anos após a incorporação do INS Vikramaditya (ex-Admiral Gorshkov) e deste primeiro NAe construído localmente, o INS Vikrant. Vale lembrar que Vikrant é o mesmo nome do primeiro NAe operado pela Índia,  hoje um navio-museu (ex-HMS Hercules, da classe Majestic – similar à classe Colossus do nosso saudoso Minas Gerais). Outra leitura possível é de que um segundo NAe planejado para ser construído localmente seja terminado já em 2015, recebendo o mesmo nome do atual INS Viraat. Mas a previsão inicial para esta segunda hipótese tem sido divulgada como 2018.

Clicando nas imagens abaixo, você pode comparar os futuros INS Vikrant e INS Vikramaditya com alguns de seus congêneres.

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

20 Comentários to “Neste sábado, Índia vai bater a quilha de seu primeiro NAe construído localmente”

  1. VirtualXI disse:

    De todos os países considerados “emergentes”, a Índia entra no grupo de produtores de navios aeródromos e, como já virou rotina, também humilha o Brasil.
    E eu que pensava que somente o Chile o fazia. Não vai demorar muito tempo para os chilenos terem seu próprio Nae. Independente de novo ou usado, qualquer coisa é melhor que a sucata flutuante da MB.

  2. Henrique disse:

    Se a Índia, um país miserável com mais de um bilhão de habitantes consegue renovar, adquirir e construir NAs é realmente uma façanha e mostra ao Brasil como nós (governo, estrategistas e administradores públicos) somos relapsos e incompetentes. Construir navios como porta-aviões ou outros tipos de embarcações militares não é somente criar vasos de guerra mas sim manter, estruturar e desenvolver nosso parque industrial e tecnológico… base fundamental para qualquer país ter espaço e respeito internacional.
    Sds,

  3. Almeida disse:

    A India caminha a passos largos para ser a segunda maior marinha em numero de porta avioes no Mundo. EUA com 11, India com 3, UK e França com 2, demais com apenas 1. E a gente nao consegue nem tirar o Sao Paulo da Baia da Guanabara…

  4. brazilwolfpack disse:

    Outro show de bola no Brasil. A India sim,tem seriedade,visao e, mais importante que nada,acao. O Brasil,como sempre e outra vez humilhado,tendo uma marinha minuscula,com um pequeno numero de navios e aeronaves obsoletos,um Nae de segunda mao que ao chegar,apesar de oco virou sucata,e ao parecer nunca saira do porto. No Brasil e so papo furado e enrolacao. “Faremos sub nuclear,Scorpenes,50 Navios patrulha,etc,etc,etc. E passam 25 anos,e conseguimos comprar 3 ou 4 corvetas usadas com 30 anos de idade. Se decidimos engrenar com o Sao Paulo,deveremos abrir mao dos pouquissimos subs que temos,e vice versa,porque o orcamento e ridiculo. Muitos citam como desculpa as mesmas abobrinhas que Brasil nao tem inimigos,a India esta em guerra permanente e seu povo na miseria,e que a MB sim e moderna e capaz. Eu so tenho uma pergunta; Quanto tempo duraria a “Marinha” brasileira se atacada por uma forca moderna e superior,ao estilo da frota inglesa das Malvinas? A resposta e obvia. As 14 ou 15 escoltas iriam ao fundo em questao de minutos por falta da minima protecao aerea ou ASW,os subs sem AIP que temos ficariam no porto para sobreviver,assim como o Sao Paulo,que no seu estado nao passa de um enorme alvo,assim como foi o General Belgrano.

  5. Lecen disse:

    Enquanto isso… numa República latino-americana que se acha uma futura potência…

  6. João das Botas disse:

    Venezuela??

  7. Pirambóia disse:

    A ilha tem muita semelhança com o “Conti di Cavour” italiano. Haveria alguma participação itálica no projeto?

  8. Ulisses disse:

    Este post é exclusivamente para FRACOS.Vou embora porque não sou,sirvam-se a vontade!

  9. Gilson disse:

    Creio que alguns entusiastas desde blog deveriam se candidatar a algum cargo político, e só assim mudaríamos o rumo das nossas FFAA.
    Sds a todos.

  10. RJ disse:

    Quais/quantos aviões estão previstos para este navio?

  11. Vassili Zaitsev disse:

    Almeida, 13:50hs,

    A culpa é da “Ponte” que fica bem no fundo da foto,rs,rs,rs.

    aquela ponte danada, vou chamar o Schuazenegger pilotando um AV-8B e mandálo disparar uma dupla de mísseis Maverick em um dos vãos dela. Quem sabe assim, nosso estimado A-12 São Paulo volta à navegar à plena potência.

    abraços.

  12. Nunão disse:

    RJ,

    Mig 29 e Tejas em suas versões navais (este último deverá ter o protótipo voando este ano.

    Já ouvi falar em 12 de cada, além de helis, ou combinações com mais helis e menos caças conforme a missão, mas isso deve ficar mais claro quando o Vikramaditya entrar em operação (o que deverá ser antes deste) e testar doutrinas etc.

    Para mais detalhes sobre os aviões, digite Mig 29 ou Tejas no campo busca, canto superior direito desta página, que aparecerão algumas matérias do Blog a respeito.

  13. Marcelo Ostra disse:

    INS Vikrant ??????

    Putiz olha a MB fazendo escola, na artew de criatividade nominal dos navios ..

    DE resto, ponto para os indienses

    MO

  14. Nunão disse:

    Pois é, Ostra, pelo jeito vai ter os dois, um atracado (museu) e outro navegando.

    Abs

  15. MOSilva disse:

    Caros colegas,

    Cada país tem sua estratégia de gestão das forças armadas, de acordo com sua posição política e necessidade prática. Israel é o país que tem, proporcionalmente as maiores forças armadas, porque está numa região tradicional de conflitos armados. A Índia vive numa escalada militar com o Paquisttão e com a China. E, por mais que muitos belicistas digam que o Brasil deve seguir a mesma doutrina, não temos um cenário geo-político que assim a justifique. Uma possível atuação para a MB é a patrulha no Atlântico Sul, onde cabe a presença e uso de um NAe. Mas nada que justifique uma força armada de grande porte/poder de fogo. Não precisa, tendo em vista o atual cenário e suas perspectivas futuras de médio/longo prazo. Um cenário de combate com as forças da ONU (capitaneadas pelos EUA) é irreal. Ou, no mínimo, tão improvável que não justifica o esforço/investimento preventivo. Escrevo isso a partir de uma perspectiva realista, baseada na postura internacional dos países e cenários envolvidos. Da mesma forma, acredito que a MB não tem, atualmente, condições de prestar um serviço básico de segurança e patrulha efefetiva do nosso mar legal. E isso é muito grave. Para mim, esta poderia ser a principal medida/objetivo da modernização/equipamento de MB. Este sim é uma atribuição básica de uma marinha nacional. Tenha ela os meios que for.

  16. Marine disse:

    MOSilva,

    Otima analise e concordo plenamente!

    Sds!

  17. Hornet disse:

    MOSilva,

    também concordo plenamente com seu comentário. Aliás, análise geopolítica é um dos fatores mais importantes para se pensar a defesa.

    abraços

  18. [...] Como foi noticiado no dia 27/2 no BlogNAVAL, a Índia está construindo seu primeiro navio-aeródromo localmente. O navio vai se chamar Vikrant, que significa em sânscrito  “Vitorioso” e “Corajoso”, em homenagem ao primeiro NAe indiano, da classe ” Majestic” (classe irmã da “Colossus”, da qual nosso NAeL Minas Gerais fazia parte). A construção do novo Vikrant começou em abril de 2005, com a aprovação do projeto tendo ocorrido em 2003. O navio será composto de 874 blocos, dos quais mais da metade já estão prontos. O NAe terá 260m de comprimento, 60m de largura, deslocará 37.500t e será propulsado por duas turbinas GE LM2500, que possibilitarão uma velocidade de 28 nós. A ala aérea embarcada será composta de 30 aeronaves, entre elas os caças russos MiG-29K, o caça indiano Tejas Naval e helicópteros Kamov Ka-31. O Vikrant deve estar pronto em 2010 e entrar em serviço em 2014. O modelo acima, estava exposto na Aero-India, e mostra a configuração STOBAR (short take-off but arrested recovery) do Vikrant, sem catapultas e com “ski-jump”. Com a rampa “ski-jump”, os indianos se livraram das problemáticas catapultas a vapor, que caso fossem usadas, necessitariam de um gerador de vapor dedicado. [...]

  19. [...] isto não é só. O novo NAe indiano, ainda em construção, também fo projetado para utilizar turbinas LM-2500. Segundo informações [...]

  20. [...] verdade a situação não é bem assim. A Índia já iniciou a construção do seu primeiro NAe totalmente nacional, que receberá o noma INS Vikrant. Ele deverá estar operacional em 2015 e o [...]

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