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	<title>Comentários sobre: Torpedos nas Marinhas da América Latina</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Por: ARA &#8216;San Luis&#8217; em operações na Guerra das Malvinas, 1982 - mais informações</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26823</link>
		<dc:creator>ARA &#8216;San Luis&#8217; em operações na Guerra das Malvinas, 1982 - mais informações</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 17:08:21 +0000</pubDate>
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		<description>[...] postos de combate&#8230;às 09h40 o navio inicia um ataque contra o inimigo. Às 10h15 se lançou um torpedo SST-4&#8230;”. O ataque falhou e no quarto das 12 às 16h se encontra: “o navio em combate. Em [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] postos de combate&#8230;às 09h40 o navio inicia um ataque contra o inimigo. Às 10h15 se lançou um torpedo SST-4&#8230;”. O ataque falhou e no quarto das 12 às 16h se encontra: “o navio em combate. Em [...]</p>
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		<title>Por: Um contra todos - parte II</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26825</link>
		<dc:creator>Um contra todos - parte II</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 14:01:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Torpedos nas Marinhas da América do Sul [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Torpedos nas Marinhas da América do Sul [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Os torpedos dos submarinos portugueses classe &#8216;Albacora&#8217;</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26824</link>
		<dc:creator>Os torpedos dos submarinos portugueses classe &#8216;Albacora&#8217;</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 20:48:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Torpedos pesados na América Latina [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Torpedos pesados na América Latina [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: França encomenda segundo submarino nuclear classe &#8216;Barracuda&#8217;</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26826</link>
		<dc:creator>França encomenda segundo submarino nuclear classe &#8216;Barracuda&#8217;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 19:49:49 +0000</pubDate>
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		<description>[...] tubos lança-torpedos serão capazes de disparar uma combinação de torpedos pesados guiados a fio (incluindo o novo torpedo Artemis), mísseis anti-navio SM-39 Exocet e mísseis de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] tubos lança-torpedos serão capazes de disparar uma combinação de torpedos pesados guiados a fio (incluindo o novo torpedo Artemis), mísseis anti-navio SM-39 Exocet e mísseis de [...]</p>
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		<title>Por: Saída do submarino Tupi de Santos, no domingo à tarde, com chuva</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26822</link>
		<dc:creator>Saída do submarino Tupi de Santos, no domingo à tarde, com chuva</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 19:10:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] troca do seu sistema de direção de tiro original, por um da Lockheed Martin e receberão novos torpedos americanos Mk.48, em substituição aos antigos Mk.24 Tigerfish ingleses.  .gallery { margin: auto; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] troca do seu sistema de direção de tiro original, por um da Lockheed Martin e receberão novos torpedos americanos Mk.48, em substituição aos antigos Mk.24 Tigerfish ingleses.  .gallery { margin: auto; [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: A defesa antiaérea de uma Força-Tarefa</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26788</link>
		<dc:creator>A defesa antiaérea de uma Força-Tarefa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 02:13:39 +0000</pubDate>
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		<description>[...] recursos limitados (a maioria das marinhas do mundo) o uso de seus escassos mísseis antinavio e torpedos pesados deverá ter como alvo os navios capitais inimigos, evitando ao máximo o combate com os navios [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] recursos limitados (a maioria das marinhas do mundo) o uso de seus escassos mísseis antinavio e torpedos pesados deverá ter como alvo os navios capitais inimigos, evitando ao máximo o combate com os navios [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Patriota</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26821</link>
		<dc:creator>Patriota</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 13:39:08 +0000</pubDate>
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		<description>Devemos nos associar com outros países em desenvolvimento para construir o nosso próprio torpedo. Ainda que não seja o estado da arte, seria melhor do que depender do Tio Sam - que já possui todas as contramedidas relacionadas ao nosso torpedo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Devemos nos associar com outros países em desenvolvimento para construir o nosso próprio torpedo. Ainda que não seja o estado da arte, seria melhor do que depender do Tio Sam &#8211; que já possui todas as contramedidas relacionadas ao nosso torpedo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leonardo Besteiro de Almeida Alves</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26820</link>
		<dc:creator>Leonardo Besteiro de Almeida Alves</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 00:11:40 +0000</pubDate>
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		<description>Bem o que podemos ver com isso é que o Brasil está correndo atrás do primordial, pois a meu ver não adianta de nada você ter balas sem uma pistola para usa-las, e convenhamos a pistola é bem mais dificil de projetar e fabricar do que as balas, o caso dos torpedos é simples de se resolver, nós ja temos os Tigerfish MK24, podemos usa-los como base para um primeiro torpedo nacional e aposto com qualquer um que seria um torpedo formidavel pois no nosso país existem grandes centros de pesquisa, mesmo com o pouco apoio dos governos, um apos o outros eles conseguiram sobreviver e dar inumeras contribuições ao Brasil, depois dessa etapa vencida a MB poderia ir atrás do desenvolvimento de um moderno torpedo nacional com sistema de guiagem autônomo, eu acredito que poderemos fazer isso e acredito que em menos de 8 anos, isso claro se os recursos necessários forem alocados devidamente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem o que podemos ver com isso é que o Brasil está correndo atrás do primordial, pois a meu ver não adianta de nada você ter balas sem uma pistola para usa-las, e convenhamos a pistola é bem mais dificil de projetar e fabricar do que as balas, o caso dos torpedos é simples de se resolver, nós ja temos os Tigerfish MK24, podemos usa-los como base para um primeiro torpedo nacional e aposto com qualquer um que seria um torpedo formidavel pois no nosso país existem grandes centros de pesquisa, mesmo com o pouco apoio dos governos, um apos o outros eles conseguiram sobreviver e dar inumeras contribuições ao Brasil, depois dessa etapa vencida a MB poderia ir atrás do desenvolvimento de um moderno torpedo nacional com sistema de guiagem autônomo, eu acredito que poderemos fazer isso e acredito que em menos de 8 anos, isso claro se os recursos necessários forem alocados devidamente.</p>
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		<title>Por: LM</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26819</link>
		<dc:creator>LM</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 17:05:41 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Galante,

Na verdade o torpedo adquirido pela MB, o Mk 48 Mod 6AT (versão atual para exportação), apresenta algumas diferenças com relação ao modelo MK 48 Mod 6 ADCAP (Advanced Capability), que desde 2006 estão sendo substituídos na US Navy pelo MK 48 Mod 7 ADCAP CBASS (Common Broadband Advanced Sonar Sistem).

Apesar de ambos possuírem o mesmo sonar, guiamento e controle, além de utilizarem o combustível Otto II, o modelo adquirido pela MB Mod 6AT) é capaz de ser lançado pelo sistema “swim out” (auto-propulsado) adotado nos submarinos da MB, entretanto, é possível que nesse caso tenha que ser feita uma lavagem interna do tubo para eliminar totalmente os resíduos tóxicos da descarga antes que a tampa interna do tubo possa ser aberta. Enquanto o Mk 48 Mod 6 ADCAP é lançado pelo sistema “water ram” (por impulsão) adotado nos submarinos da US Navy (algumas fontes dizem que as novas versões da classe Virginia utilizarão o sistema “Air Turbine Pump”).

O Mod 6 ADCAP é impulsionado por um motor com 6 pistões mais potente e com autonomia maior que o Mod 6AT adquirido pela MB. A parte traseira do torpedo Mod 6AT é mais parecida com as antigas versões do Mk 48, logo suas dimensões e seu deslocamento são um pouco menores que o Mod 6 ADCAP. Contudo, a cabeça de combate é a mesma, com cerca de 290 kg de explosivo PBXN-105.

Ambas as versões tem capacidade de “wake homing” e de operarem em águas pouco profundas.

O Sistema de Combate que será utilizado nos submarinos da classe Tupi e o Tikuna será o NA ∕ BYG-501 Mod. 1 da Lockheed-Martin, que participará dos trabalhos de integração desse sistema com os torpedos Mk 48 adquiridos pela MB.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Galante,</p>
<p>Na verdade o torpedo adquirido pela MB, o Mk 48 Mod 6AT (versão atual para exportação), apresenta algumas diferenças com relação ao modelo MK 48 Mod 6 ADCAP (Advanced Capability), que desde 2006 estão sendo substituídos na US Navy pelo MK 48 Mod 7 ADCAP CBASS (Common Broadband Advanced Sonar Sistem).</p>
<p>Apesar de ambos possuírem o mesmo sonar, guiamento e controle, além de utilizarem o combustível Otto II, o modelo adquirido pela MB Mod 6AT) é capaz de ser lançado pelo sistema “swim out” (auto-propulsado) adotado nos submarinos da MB, entretanto, é possível que nesse caso tenha que ser feita uma lavagem interna do tubo para eliminar totalmente os resíduos tóxicos da descarga antes que a tampa interna do tubo possa ser aberta. Enquanto o Mk 48 Mod 6 ADCAP é lançado pelo sistema “water ram” (por impulsão) adotado nos submarinos da US Navy (algumas fontes dizem que as novas versões da classe Virginia utilizarão o sistema “Air Turbine Pump”).</p>
<p>O Mod 6 ADCAP é impulsionado por um motor com 6 pistões mais potente e com autonomia maior que o Mod 6AT adquirido pela MB. A parte traseira do torpedo Mod 6AT é mais parecida com as antigas versões do Mk 48, logo suas dimensões e seu deslocamento são um pouco menores que o Mod 6 ADCAP. Contudo, a cabeça de combate é a mesma, com cerca de 290 kg de explosivo PBXN-105.</p>
<p>Ambas as versões tem capacidade de “wake homing” e de operarem em águas pouco profundas.</p>
<p>O Sistema de Combate que será utilizado nos submarinos da classe Tupi e o Tikuna será o NA ∕ BYG-501 Mod. 1 da Lockheed-Martin, que participará dos trabalhos de integração desse sistema com os torpedos Mk 48 adquiridos pela MB.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Abrivio</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26818</link>
		<dc:creator>Abrivio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 14:21:49 +0000</pubDate>
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		<description>Complementando:

O A-184 é um torpedo pesado italiano. O Peru o utiliza, mas a plataforma são as fragatas Lupo.

http://it.wikipedia.org/wiki/A184_(siluro)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Complementando:</p>
<p>O A-184 é um torpedo pesado italiano. O Peru o utiliza, mas a plataforma são as fragatas Lupo.</p>
<p><a href="http://it.wikipedia.org/wiki/A184_(siluro)" rel="nofollow">http://it.wikipedia.org/wiki/A184_(siluro)</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Galante</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26817</link>
		<dc:creator>Alexandre Galante</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 05:24:08 +0000</pubDate>
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		<description>Abrivio, muito obrigado pelas informações. Grande abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abrivio, muito obrigado pelas informações. Grande abraço!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: henrique</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/02/27/torpedos-nas-marinhas-da-america-latina/#comment-26816</link>
		<dc:creator>henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 01:25:19 +0000</pubDate>
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		<description>O mesmo aconteceu com as bombas lançadas em baixa altura pelos argentinos, varias delas não explodiram mesmo com impacto direto em seus alvos. As espoletas não se armavam a tempo. Novamente sorte dos ingleses.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O mesmo aconteceu com as bombas lançadas em baixa altura pelos argentinos, varias delas não explodiram mesmo com impacto direto em seus alvos. As espoletas não se armavam a tempo. Novamente sorte dos ingleses.</p>
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