A corveta Júlio de Noronha (V32), da classe “Inhaúma”, entrou em PMG/MOD (Período de Manutenção Geral e Modernização) no ano passado. Ela é a primeira a passar pela modernização que vai gastar R$ 13,8 milhões por navio.
Mesmo o PMG de um navio do porte de uma corveta envolve muito trabalho, que na maioria das vezes, não é conhecido pelo pessoal acostumado a discussões do tipo “Super Trunfo”.
Um navio de guerra funciona como uma pequena empresa, ou uma pequena cidade flutuante auto-suficiente. Ele precisa prover todos os serviços para funcionar e ainda ser capaz de combater quando for preciso. Para isso, a tripulação desenvolve tarefas múltiplas e bem definidas. A organização administrativa da corveta, além do comandante e imediato, conta com os seguintes departamentos: Serviço de saúde, Departamento de armamento – 2 divisões, Departamento de operações – 2 divisões, Departamento de máquinas – 2 divisões, Departamento de intendência – 1 divisão. Para o combate, razão de ser do navio, todos os tripulantes se enquadram dentro de outra organização, a organização de combate, que se sobrepõe à organização administrativa.
Nas fotos abaixo, vê-se a faina de remoção de um dos motores diesel da corveta para revisão. Observar que o piso e o teto do hangar são removidos para a passagem da peça.
FOTOS: CV Júlio de Noronha






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O Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, Paulo Cesar Stingelim Guimaraes (FN), presidiu na última quinta-feira (12), a cerimônia de encerramento do Curso Expedito de Salto Livre/2009 (C-Exp-SaL), realizado no Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (Batalhão “Tonelero”). Com duração de cinco semanas, o curso tem como objetivo suplementar a habilitação técnico-profissional de militares pára-quedistas.
Dos 30 alunos matriculados, 29 concluíram o curso com aproveitamento. Foram quatro militares do Exército Brasileiro, seis do Grupamento de Mergulhadores de Combate e os demais do Batalhão Tonelero. Na operação, foram utilizadas as aeronaves: UH-14 do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral e o C-105 – Amazonas, da FAB.













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