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Rafale para a Marinha no futuro?

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Hoje, durante a coletiva da Dassault para a imprensa nacional durante a LAAD 2009, o Poder Naval OnLine esteve presente e procurou saber junto à companhia francesa sobre a possibilidade do Rafale voar com as cores da Marinha do Brasil. Esta tem sido uma dúvida recorrente dos nossos leitores e procuramos levá-la até os franceses.

Alain Martel, ex-piloto da Força Aérea Francesa e que atua hoje na Dassault, afirmou que não existem entendimentos com a Marinha no momento, somente com a FAB através do programa FX-2. No entanto, novamente  ele citou os testes realizados pelo Rafale no antigo NAe Foch, atual São Paulo. “Se no futuro a Dassault for contactada pela MB”, prossegiu Martel, “a companhia está disposta a iniciar entendimentos para a melhor adaptação do Rafale às condições do São Paulo.

Apenas como curiosidade para os nossos leitores, existiam dois posters na sala onde ocorreu a coletiva mostrando o Rafale pousando no antigo Foch. Na foto abaixo, o Rafale aparece decolando do Foch, usando um pequeno “ski-jump” para compensar o extensão da catapulta menor.

rafale-foch

28 COMMENTS

  1. Eu ainda defendo que deveriamos ter apenas um único e complexo centro de treinamento moderno para aviação de combate no país.

    Todo piloto, deveria ter o conhecimento pleno de missões aéreas, terrestres e navais.

    O mesmo piloto que executa uma missão contra alvos terrestres a partir de bases terrestres, teriam a capacidade de operarem a partir de um porta aviões e vice-versa.
    Uma única aéronave com uma doutrina única porem abrangente para todas as necessidades que atendem as necessidades de todos os cenários.
    Custos e logisticas muito inferiores.

    Abração.

  2. É dificil acreditar na operacionalização do Rafale no Foch (São Paulo). Na foto acima ele limpo precisou de um mini ski jumper, imagine com uma carga média de combate. Talvez para o futuro NAe Brasileiro… ou se modifica o São Paulo, catapulta + extensão da pista.

  3. Achei um vídeo interessante que mostra a fabricação de partes do rafale se quiserem ver: http://www.youtube.com/watch?v=tLN37S8FUIw&NR=1
    Sou leigo no assunto mas acho que o rafale seria menos capaz do que o super hornet para nossa MB, mas é claro que prefiro o caça francês devido os embargos norte-americanos, se alguém puder esclarecer essa disputa seria bem aceito.

    saudações

  4. Falando em A-12 Opalão…. a Thales está de olho no seu possível novo radar…..

    Thales Touts Carrier Radar to Brazil
    By pierre tran DEFENSE NEWS
    Published: 15 Apr 16:33 EDT (20:33 GMT)

    RIO DE JANEIRO – Thales is looking to sell its L-band radar to meet a Brazilian Navy requirement for a long-range surveillance sensor for its São Paulo aircraft carrier, an executive with the French defense systems company said.

    “There is a need for the radar,” the executive said April 15 at the Latin America Aerospace and Defense show. “They’re really looking.”

    The L-band radar has a range of 400 kilometers, uses a 14-beam approach to offer a long time on target, and has a high-resolution capability with Doppler technology.

    The São Paulo’s immediate operational outlook, however, is uncertain, as only a handful of aircraft are airworthy and the ship’s operating cost is high. Brazil bought the flattop from France, where it spent decades in French Navy service as the Foch.

    The French Navy’s Forbin air defense frigate visited here a couple of weeks ago and received Brazilian Navy officers aboard. The Horizon-class warship is equipped with the L-band radar.

    Britain, Denmark, France, Germany, Italy, the Netherlands and South Korea have bought the sensor.

    Sds.

  5. Acredito que o Rafale leva o FX-2. Pela tradição de decadas usando Mirage, depois dos acordos com a França na área de submerinos……..seria a escolha mais lógica. E abriria, de quebra, a oportunidade da Marinha também usar (apesar de não acreditar que o Brasil precise de porta-aviões). O único problema é o “Opalão”……não dá pra usar uma caça moderno como o Rafale com uma banheira como o São Paulo! Mesmo porque ele não comporta o Rafale a plena carga.

  6. Acho que, caso o Rafale seja o escolhido para a FAB (e eu espero que seja), a MB o usaria também…mas não creio que seja no Opalão.

    Pelo o que eu sei, a idéia é padronizar os meios (mesmo vetor para a FAB e para a MB) e substituir o Opalão mais pra frente.

    Opalão e Skyhawk modernizados seriam uma espécie de “dupla tampão”.

    abraços a todos

  7. Wolfpack, não querendo discordar mas já discordando…..hehe Nestes vídeos vemos lançamentos do Rafale com 2 tanques e alguns mísseis. Então estando a mini-skyjump ali, seria natural o avião passar por ela, carregado ou não.

    O que impressiona e o tamanho do avião em relação ao convôo (e pensar que pensam ser possível a utilização de Su27/30/33/35/…. no A-12). E acostumado que estamos com a corrida de 75 metros para lançar aeronaves de maior porte, em 50 metros de trilho parece que não vai dar…….:O

  8. Pelo filme postado pelo JP da a impressão que o A12 é capaz de operar o Rafale com certa folga. Mostra ele sendo lançado com carga (não sei a quantidade de combustível) e sendo transportado pelos elevadores. Mostra também dentro do hangar. Com as últimas reformas nas captapultas acredito na operação dele. Uns seis rafales + seis A4 embarcados seria …..

  9. Concordo com o Hornet, acho que se a FAB escolher o Rafale, será uma questão de tempo e dinheiro a MB também usá-lo, não no São Paulo, pois eu acho que as catapultas não têm capacidade de lançá-lo com carga máxima (me corrijam por favor).

    Como a MB já pensa na substituição do São Paulo, vamos ver como fica, mas já seria espetacular nas cores da Aviação Naval!

    sds

  10. Pelo que eu saiba não esta mais no são paulo, foi usado somente o periodo de testes com o Rafale.

    De qualquer forma creio que se tivermos os Rafale e os A4M teriamos uma excelente força aérea naval mesmop que opere com restrições no São Paulo (Rafale). Uns 10 rafale mais os 12 A4M mais os S2T, só aí já teriamos uma força aérea naval mais poderosas que muitas forças aereas da América Latina (excerto Chile e Venezuela). Uma ala aéra como essa (sem falar nos helicopteros) já seria um ótimo argumento para fazer ou comprar um novo NAE 🙂

  11. Eu não sou a favor que o Brasil opere Porta-Aviões pelo simples fato do descaso dos políticos com nossas Forças e pouco investimento no mesmo que se tem nesse país. Na minha opnião o Brasil tinha que ter uma força de uns 50 submarinos e mais algumas fragatas claro com a mais alta tecnologia existente hoje como o AIP. Mais…….

    O A-4 é um avião projetado em 1954 e portanto esta muito obsoleto só para ter uma ideia ele é mais antigo que o Mirage III. O Brasil tinha que primeiramente adquirir mais um Porta-aviões da mesma classe Foch e depois mordenizar os 2 porta-aviões e no final adquirir 2 lotes de F-18 C/D Americanos que de segunda mão já que o Rafale M muito caro e fora que a MB tem coisas mais importantes como substituir as fragatas, submarinos e covertas e adquirir Destroyers e barcos de patrulha.

  12. Marcelo,

    O Clemeanceau encontra-se na Inglaterra, para virar sucata…

    acho que foi tema de uma reportagem aqui no blog algumas semanas

    atras inclusive.

    abraços

  13. Srs… o Rafale esta operando com dois tanques sub-alares, um par de misseis na ponta das asas e outro par junto a barriga do avião… provavelmente estavam sendo reabastecidos o ar por outra aeronave… mas que dá… dá!!! rs…

  14. desculpem estou falando do video postado por voces do Rafale operando no Foch… que dá… dá!!! rs…

  15. Gente,

    Isso não é uma mini ski-jump, ela foi colocada porque o sistema de travamento do Rafale, não é feito por cabestro, o chifre é feito para o sistema de cabestro, ele atrapalha o desengate final do sistema de travamento por bequilha, usado pelo Rafale, por isso foi instalado esse prolongamento, para evitar que o caça ficasse preso ao engate da catapulta e fosse puxado para baixo.

  16. Para que o A-12 Opalão conseguisse lançar o Rafale com razoavel carga bélica, a MB teria que implementar uma reforma mais abrangente no São Paulo. Essa reforma teria de incluir o aumento da pressão da catapulta (se possível), alem de instalar um novo Sky Jump, igual o dos testes do Rafale na época em que o A-12 ainda operava com as cores francesas. E o Sky Jump teria que ser maior que o original. Alem, é claro, pensar seriamente em instalar algum modelo de CIWS no lugaronde ficavam os canhões de 100mm. O Goalkeeper ou o Phalanx seriam os candidatos ideais. Alem de instalar o ASTER-30 (+ de 100km de alcance).

    Mas como sou sonhador, continuo pensando nessas bobageiras.

    abraços.

  17. O Paulo Rick, me dá uma informação, já que vc falou no cabestro.

    Eu notei que alguns aviões com o Super Etandart, o A-4, o F-4, etc. usam um cabo preso à catapulta para puxá-los. Este cabo se perde no mar após a decolagem, certo? Haja cabo para utilização!!

    Outros aviões como F-14, F-18, Rafale, etc utilizam um engate na bequilha, que eu acho melhor.

    sds

  18. …usando um pequeno “ski-jump” para compensar o extensão da catapulta menor.

    Paulo Rick

    Grande bola! Aquilo não pode ser chamado de ski-jump, apenas uma adaptação para os testes e bem definido por v. Não seria aquela “enorme extenção” a dar as condições a ele voar.

    Marcelo Tadeu

    …Haja cabo para utilização!!
    No A-11, quando lançavam os Tracker’s já acontecia e foi tema inclusive de uma reportagem televisiva ( << essa é boa!!! ) onde o reporter questionava por que não colocavam 1/6 para recolher os cabos. A resposta recebida: faz parte do custo da operação. Não sei qto.aos dias de hoje, mas se um Greenpeace da vida, não protestaria como crime ambiental.

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