Em cerimônia realizada em 25.04.09 na Naval Weapons Station Charleston-SC, foi comissionado o 53º navio da classe Arleigh Burke, o USS Truxtun (DDG-103).
Diferente do que vem sendo vinculado em algumas mídias especializadas, os estadunidenses não ofereceram à MB os destróieres da Classe Arleigh Burke.
Na verdade, o que ocorreu foi que a Northrop Grumman Ship Systems (NGSS) informou à MB, que eles, com apoio do governo estadunidense, estariam dispostos a oferecer como propostas aos futuros escoltas, um navio derivado dos Arleigh Burke. Mais precisamente um projeto da Gibbs & Cox (A mesma empresa que fez o projeto dos Arleigh Burke), e que participou da concorrência australiana para os novos DDG da Classe Hobart (Futuros escoltas AAW da RAN). Esse projeto foi preterido pelo F100 da Navantia (Espanha).
O navio seria o mesmo oferecido aos australianos, deslocaria cerca de 8.100t (bem acima dos Requisitos de Estado Maior estabelecidos para os futuros escoltas – 6.000t), seriam dotados com o sistema de combate AEGIS e phased array radar SPY-1D, towed array, 64 células MK 41 para uma configuração padrão de 40 SM-2 ∕ SM-3 Standard, 32 ESSM e 16 ASROC (VL), 8 mísseis RGM-84 Harpoon, além de um canhão principal de 127mm, 2 canhões de 20mm e 2 lançadores triplos para torpedo Mk 50. O navio também transportaria 2 helicópteros MH-60R.
Eu enviei a concepção artística desse navio, feita pela própria Gibbs & Cox para o Galante.
Na minha opinião (Essa é minha opinião, e em nada reflete a opinião da Marinha do Brasil) esse navio seria o verdadeiro escolta capaz de realizar todas as tarefas destinados aos escoltas. Realizaria AAW com mísseis SM-2 ∕ SM-3 e ESSM; ASuW utilizando os RGM-84, ASW utilizando os torpedos Mk 50 e ASROC. Contudo, para a MB ele está fora da realidade orçamentária. Não temos como obter, operar e manter um navio como esse.
Além disso, acho (opinião minha) que o Congresso estadunidense poderia vetar a venda de 6 ou mais pacotes AEGIS ∕ SPY-1D (Acredito que até 4 unidades não haveria problema). Outro problema é que não haveria transferência de tecnologia dos sensores e sistemas do navio, a transferência limitaria-se apenas a construção do casco.
Sua tripulação de 230 homens altamente especializados, também demandaria um grande investimento por parte da MB, O deslocamento (8.100t) também é bastante superior aos estabelecidos no REM (6.000t).
Repito, não houve uma proposta oficial, o que ocorreu foi apenas uma comunicação de disposição em vender esses navios para a MB feita pela NGSS.
Lamentavelmente, dois fuzileiros navais faleceram em um exercício.
Pela situação, acredito que o veiculo é um Sk-105 (três tripulantes, capacidade de visão noturna). Condolências aos seus familiares.
“Dois fuzileiros morrem durante exercício noturno no RJ
ELVIS PEREIRA – Agencia Estado
SÃO PAULO – Dois fuzileiros navais, o terceiro-sargento Leandro Bacellar e o cabo Luis Paulo Pessanha Gonçalves, morreram ontem, durante exercícios noturnos. O veículo de combate em que eles estavam com mais um militar caiu de um barranco e foi parar, de ponta-cabeça, em uma área alagadiça. O acidente ocorreu na área de treinamento do 1º Esquadrão de Cavalaria Leve, na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro.
O veículo foi desvirado e um terceiro ocupante foi resgatado com ferimentos leves e recebeu atendimento no Hospital Geral de Valença. Em nota, a Marinha informou que “está prestando todo o apoio necessário às famílias dos militares falecidos”. Um inquérito administrativo será instaurado para apurar o acidente.”
Se estão falando da última T&D que saiu há pouco(uma das melhores edições que já vi!)dizia também que a Alemanha também está oferecendo a classe Sachen.
LM, estou aqui em España, e em REVISTA MILITAR bimestral, informam que os EUA ofereçeram recentemente a MB, 6 unidades da Classe AB (1º BLOCK), e com o sitema AEGIS integrado, na mesma REVISTA cita tb, os KOREANOS nós ofereçendo as KDX-II, no futuro as KDX-III, cita tb a FRANÇA (DCN)com as FREEMM e a ESPANHA (Navantia) com as F-100.
Bom, ae fica minhas duvidas por alguns motivos:
1º Por que os EUA estariam HOJE, tão dispostos a nós ofereçer 6 unidades de uma Classe tão sensivel deles? Será que eles entenderam finalmente que somos ALIADOS naturais? E que temos pode de INFLUENCIA em países que eles já não conseguem DIALOGAR?
2º O que se PASSA (literalmente) com o 1º block das AB´s? houve consideravel cambio para o 2º block, sei que as KDX-III e as F-100 (mesmo desenho) são mas potentes que o 1º block das AB´s, e se igualam ao 2º block?
3º Que o desenho, a performançe, o desempenho e todo o conjunto das AB´s são bons, poís a mesma conseguiu DETONAR a Classe Futura ZULAW.. , mostrando o mesmo desempenho com menor custo x beneficio, mesmo sendo caros (para MB), creio que realmente necessitamos de umas 6 unidades deste meio, principalmente para o papel AAW, de que tanto careçe nossa MB?
4º Bom, algumas noticias falam que a concorrencia das ESCOLTAS da MB, iniciará ao fim do FX-2, mas será que haverá licitação para esta compra? Poís a carencia da MB é tão grande, que dispensaria a dita cuja, poís o interesse de DEFESA NACIONAL é primordial, não gostaria que ocoresse dita licitação, preferia que se analizasse as melhores propostas, seria possivel desta forma?
Bom… é isso ae, algumas duvidas que me surgiram, e creio que de alguns outros, para mim, se chega-se (com uma bom financiamento, e/ou até arrendamento) algumas unidades dos EUA, seriam perfeitas agora para MB, sonho com 2 TICO´s, 6 AB´s e quem sabe de “regalo” 6 unidades da OHP´s, viriam muito bem, mas infelizmente tb afastaria por um bom tempo os “novos e futuros escoltas”.
Abraço a todos, e galante, se for possivel posta ae a concepçao artistica, vlzs!
Pessoal, Truxtun não era o nome de um dos primeiros cruzadores movidos a energia nucler da US Navy. Eu vi naqueles Guias de Armas de Guerra – título “Navios de Guerra” – da Ed. Nova Cultural. Quem aí colhecionou?
Outra coisa. Muito se fala neste blog sobre a aquisição dos AB. Eu acho que esses navios são muito complexos e de operação custosa. Vcs poderiam me informar melhor.
Para a US Navy, que parece estar padronizando todas as suas escoltas, pelo menos os detroires, com esta classe, tudo bem, mas, para nós? Eu ainda prefiro a construção aqui baseado em algum projeto europeu.
Tambem colecionei e nao pretendo livrar-me tao cedo deles…alias, nao sao muitas publicaçoes do nivel desta que saem aqui no Brasil, principalmente que tratam de navios de guerra.
Quanto a aquisiçao dos AB, o LM que é oficial da marinha brasileira, postou uma nota bastante esclarecedora sobre o assunto acima, vale a pena ler.
O maior problema com os AB é que as 28 primeiras unidades, das quais 6 teriam sido “oferecidas” o que nao parece ser verdade,nao possuem hangar para helicopteros, embora possam receber helicopteros seahawk na popa e reabastece-los.
Esqueçam AB para a MB….
1. Os próprios EUA precisam deles; ainda mais agora com vários OHP dando baixa nos póximos anos.
2. Muito caro de comprar e de operar para a nossa realidade.
3. Tecnologia sensível que não creio que seja transferida para o Brasil.
4. Falta de mão de obra qualificada com o sistema Aegis no país.
5. A maioria dos AB Block I, foram modernizados recentemente e receberam o update BMD. Aliás quase todos os AB com capacidade BMD são justamente os mais antigos.
Eu desconheço qualquer proposta dos estadunidenses no sentido de transferir algumas unidades da Classe Arleigh Burke para a MB. Que eu saiba, isso nunca ocorreu!
A proposta da NGSS é de um destróier derivado dos AB e eles seriam construídos no AMRJ (Os descrevi acima). Considero esses navios bastante desejáveis, porém, fora de nossa realidade orçamentária.
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Esses Arleigh Burke são navios de uma beleza extrema.
Ah a MB com umas KDX-III… pelo menos pra nos dar o gostinho de ter navios parecidos com os Arleigh. Rs
E na semana passada em Pt.Hueneme/CA foi comissionado o USS Stockdale DDG 106….
Calma gente! O LULA vai comprar 10 deles…para a MB.
Nossa Marinha, agora, gosta é de de navio patrulha.
Prezados,
Diferente do que vem sendo vinculado em algumas mídias especializadas, os estadunidenses não ofereceram à MB os destróieres da Classe Arleigh Burke.
Na verdade, o que ocorreu foi que a Northrop Grumman Ship Systems (NGSS) informou à MB, que eles, com apoio do governo estadunidense, estariam dispostos a oferecer como propostas aos futuros escoltas, um navio derivado dos Arleigh Burke. Mais precisamente um projeto da Gibbs & Cox (A mesma empresa que fez o projeto dos Arleigh Burke), e que participou da concorrência australiana para os novos DDG da Classe Hobart (Futuros escoltas AAW da RAN). Esse projeto foi preterido pelo F100 da Navantia (Espanha).
O navio seria o mesmo oferecido aos australianos, deslocaria cerca de 8.100t (bem acima dos Requisitos de Estado Maior estabelecidos para os futuros escoltas – 6.000t), seriam dotados com o sistema de combate AEGIS e phased array radar SPY-1D, towed array, 64 células MK 41 para uma configuração padrão de 40 SM-2 ∕ SM-3 Standard, 32 ESSM e 16 ASROC (VL), 8 mísseis RGM-84 Harpoon, além de um canhão principal de 127mm, 2 canhões de 20mm e 2 lançadores triplos para torpedo Mk 50. O navio também transportaria 2 helicópteros MH-60R.
Eu enviei a concepção artística desse navio, feita pela própria Gibbs & Cox para o Galante.
Na minha opinião (Essa é minha opinião, e em nada reflete a opinião da Marinha do Brasil) esse navio seria o verdadeiro escolta capaz de realizar todas as tarefas destinados aos escoltas. Realizaria AAW com mísseis SM-2 ∕ SM-3 e ESSM; ASuW utilizando os RGM-84, ASW utilizando os torpedos Mk 50 e ASROC. Contudo, para a MB ele está fora da realidade orçamentária. Não temos como obter, operar e manter um navio como esse.
Além disso, acho (opinião minha) que o Congresso estadunidense poderia vetar a venda de 6 ou mais pacotes AEGIS ∕ SPY-1D (Acredito que até 4 unidades não haveria problema). Outro problema é que não haveria transferência de tecnologia dos sensores e sistemas do navio, a transferência limitaria-se apenas a construção do casco.
Sua tripulação de 230 homens altamente especializados, também demandaria um grande investimento por parte da MB, O deslocamento (8.100t) também é bastante superior aos estabelecidos no REM (6.000t).
Repito, não houve uma proposta oficial, o que ocorreu foi apenas uma comunicação de disposição em vender esses navios para a MB feita pela NGSS.
Sds
É um caso para estudar,quanto ao preço pode-se financiar, ficar pensando só em transferença de tecnologia não vamos chegar a lugar nenhum.
Off topic
Lamentavelmente, dois fuzileiros navais faleceram em um exercício.
Pela situação, acredito que o veiculo é um Sk-105 (três tripulantes, capacidade de visão noturna). Condolências aos seus familiares.
“Dois fuzileiros morrem durante exercício noturno no RJ
ELVIS PEREIRA – Agencia Estado
SÃO PAULO – Dois fuzileiros navais, o terceiro-sargento Leandro Bacellar e o cabo Luis Paulo Pessanha Gonçalves, morreram ontem, durante exercícios noturnos. O veículo de combate em que eles estavam com mais um militar caiu de um barranco e foi parar, de ponta-cabeça, em uma área alagadiça. O acidente ocorreu na área de treinamento do 1º Esquadrão de Cavalaria Leve, na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro.
O veículo foi desvirado e um terceiro ocupante foi resgatado com ferimentos leves e recebeu atendimento no Hospital Geral de Valença. Em nota, a Marinha informou que “está prestando todo o apoio necessário às famílias dos militares falecidos”. Um inquérito administrativo será instaurado para apurar o acidente.”
Sr. LM,
Li realmente na revista Tecnologia & Defesa que existiam rumores de que os AB haviam sido oferecidos para a MB.
Acho que esse navio q foi oferecido seria ótimo para nossa marinha, teriamos um dos melhores navios de guerra do mundo.
LM escreveu: “Eu enviei a concepção artística desse navio, feita pela própria Gibbs & Cox para o Galante….”
Galante,
Seria possível q vc postasse aqui no blog essa concepção artistica para podermos analisar
Obrigado!
LM e Roberto Carvalho
Se estão falando da última T&D que saiu há pouco(uma das melhores edições que já vi!)dizia também que a Alemanha também está oferecendo a classe Sachen.
Sds.
cof cof cof… affzz, pouquito de envidia!
LM, estou aqui em España, e em REVISTA MILITAR bimestral, informam que os EUA ofereçeram recentemente a MB, 6 unidades da Classe AB (1º BLOCK), e com o sitema AEGIS integrado, na mesma REVISTA cita tb, os KOREANOS nós ofereçendo as KDX-II, no futuro as KDX-III, cita tb a FRANÇA (DCN)com as FREEMM e a ESPANHA (Navantia) com as F-100.
Bom, ae fica minhas duvidas por alguns motivos:
1º Por que os EUA estariam HOJE, tão dispostos a nós ofereçer 6 unidades de uma Classe tão sensivel deles? Será que eles entenderam finalmente que somos ALIADOS naturais? E que temos pode de INFLUENCIA em países que eles já não conseguem DIALOGAR?
2º O que se PASSA (literalmente) com o 1º block das AB´s? houve consideravel cambio para o 2º block, sei que as KDX-III e as F-100 (mesmo desenho) são mas potentes que o 1º block das AB´s, e se igualam ao 2º block?
3º Que o desenho, a performançe, o desempenho e todo o conjunto das AB´s são bons, poís a mesma conseguiu DETONAR a Classe Futura ZULAW.. , mostrando o mesmo desempenho com menor custo x beneficio, mesmo sendo caros (para MB), creio que realmente necessitamos de umas 6 unidades deste meio, principalmente para o papel AAW, de que tanto careçe nossa MB?
4º Bom, algumas noticias falam que a concorrencia das ESCOLTAS da MB, iniciará ao fim do FX-2, mas será que haverá licitação para esta compra? Poís a carencia da MB é tão grande, que dispensaria a dita cuja, poís o interesse de DEFESA NACIONAL é primordial, não gostaria que ocoresse dita licitação, preferia que se analizasse as melhores propostas, seria possivel desta forma?
Bom… é isso ae, algumas duvidas que me surgiram, e creio que de alguns outros, para mim, se chega-se (com uma bom financiamento, e/ou até arrendamento) algumas unidades dos EUA, seriam perfeitas agora para MB, sonho com 2 TICO´s, 6 AB´s e quem sabe de “regalo” 6 unidades da OHP´s, viriam muito bem, mas infelizmente tb afastaria por um bom tempo os “novos e futuros escoltas”.
Abraço a todos, e galante, se for possivel posta ae a concepçao artistica, vlzs!
Pessoal, Truxtun não era o nome de um dos primeiros cruzadores movidos a energia nucler da US Navy. Eu vi naqueles Guias de Armas de Guerra – título “Navios de Guerra” – da Ed. Nova Cultural. Quem aí colhecionou?
Outra coisa. Muito se fala neste blog sobre a aquisição dos AB. Eu acho que esses navios são muito complexos e de operação custosa. Vcs poderiam me informar melhor.
Para a US Navy, que parece estar padronizando todas as suas escoltas, pelo menos os detroires, com esta classe, tudo bem, mas, para nós? Eu ainda prefiro a construção aqui baseado em algum projeto europeu.
sds
desculpe, “colecionou?” Colhecionou é coleção de colheres!!!
Marcelo,
Tambem colecionei e nao pretendo livrar-me tao cedo deles…alias, nao sao muitas publicaçoes do nivel desta que saem aqui no Brasil, principalmente que tratam de navios de guerra.
Quanto a aquisiçao dos AB, o LM que é oficial da marinha brasileira, postou uma nota bastante esclarecedora sobre o assunto acima, vale a pena ler.
O maior problema com os AB é que as 28 primeiras unidades, das quais 6 teriam sido “oferecidas” o que nao parece ser verdade,nao possuem hangar para helicopteros, embora possam receber helicopteros seahawk na popa e reabastece-los.
abraços
Um pequeno exercicio de raciocinio
Supunhetemos que sejam adquiridos 4 AB´s (apenas suponhetemoos), como a marinha iria guarnecer estes navios, com 200 MR´s em cada ?
E o que se faz com o resto da frota, quem guarnece ?, mais MR´s .. ta tudo bem, mas e os AB´s
E ai Juvenal ?????
Ja imaginaram a reestruturação de material humano que seria necessário na MB ?
MO
PS: MR – Manobra e reparos
É isso aí Dalton, eu só não tenho os volumes sobre Tanques, forças de elite, exercito dos EUA, o resto tenho todos.
Infelizmente não publicam mais estas coisas, tipo “Aviões de Guerra” onde iniciei os conhecimentos sobre aviação militar em plena Guerra Fria!
sds
Esqueçam AB para a MB….
1. Os próprios EUA precisam deles; ainda mais agora com vários OHP dando baixa nos póximos anos.
2. Muito caro de comprar e de operar para a nossa realidade.
3. Tecnologia sensível que não creio que seja transferida para o Brasil.
4. Falta de mão de obra qualificada com o sistema Aegis no país.
5. A maioria dos AB Block I, foram modernizados recentemente e receberam o update BMD. Aliás quase todos os AB com capacidade BMD são justamente os mais antigos.
Prezado Parthenon,
Eu desconheço qualquer proposta dos estadunidenses no sentido de transferir algumas unidades da Classe Arleigh Burke para a MB. Que eu saiba, isso nunca ocorreu!
A proposta da NGSS é de um destróier derivado dos AB e eles seriam construídos no AMRJ (Os descrevi acima). Considero esses navios bastante desejáveis, porém, fora de nossa realidade orçamentária.
Sds