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Em cerimônia realizada em 25.04.09 na Naval Weapons Station Charleston-SC, foi comissionado o 53º navio da classe Arleigh Burke, o USS Truxtun (DDG-103).

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Fonte fotos: US Navy / SCG-3

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COMENTÁRIOS VIA FACEBOOK

17 Comentários to “Comissionado o USS Truxtun (DDG-103)”

  1. Bronco disse:

    Esses Arleigh Burke são navios de uma beleza extrema.

    Ah a MB com umas KDX-III… pelo menos pra nos dar o gostinho de ter navios parecidos com os Arleigh. Rs

  2. Coral Sea disse:

    E na semana passada em Pt.Hueneme/CA foi comissionado o USS Stockdale DDG 106….

  3. CELIO ANDRADE disse:

    Calma gente! O LULA vai comprar 10 deles…para a MB.

  4. marujo disse:

    Nossa Marinha, agora, gosta é de de navio patrulha.

  5. LM disse:

    Prezados,

    Diferente do que vem sendo vinculado em algumas mídias especializadas, os estadunidenses não ofereceram à MB os destróieres da Classe Arleigh Burke.

    Na verdade, o que ocorreu foi que a Northrop Grumman Ship Systems (NGSS) informou à MB, que eles, com apoio do governo estadunidense, estariam dispostos a oferecer como propostas aos futuros escoltas, um navio derivado dos Arleigh Burke. Mais precisamente um projeto da Gibbs & Cox (A mesma empresa que fez o projeto dos Arleigh Burke), e que participou da concorrência australiana para os novos DDG da Classe Hobart (Futuros escoltas AAW da RAN). Esse projeto foi preterido pelo F100 da Navantia (Espanha).

    O navio seria o mesmo oferecido aos australianos, deslocaria cerca de 8.100t (bem acima dos Requisitos de Estado Maior estabelecidos para os futuros escoltas – 6.000t), seriam dotados com o sistema de combate AEGIS e phased array radar SPY-1D, towed array, 64 células MK 41 para uma configuração padrão de 40 SM-2 ∕ SM-3 Standard, 32 ESSM e 16 ASROC (VL), 8 mísseis RGM-84 Harpoon, além de um canhão principal de 127mm, 2 canhões de 20mm e 2 lançadores triplos para torpedo Mk 50. O navio também transportaria 2 helicópteros MH-60R.

    Eu enviei a concepção artística desse navio, feita pela própria Gibbs & Cox para o Galante.

    Na minha opinião (Essa é minha opinião, e em nada reflete a opinião da Marinha do Brasil) esse navio seria o verdadeiro escolta capaz de realizar todas as tarefas destinados aos escoltas. Realizaria AAW com mísseis SM-2 ∕ SM-3 e ESSM; ASuW utilizando os RGM-84, ASW utilizando os torpedos Mk 50 e ASROC. Contudo, para a MB ele está fora da realidade orçamentária. Não temos como obter, operar e manter um navio como esse.

    Além disso, acho (opinião minha) que o Congresso estadunidense poderia vetar a venda de 6 ou mais pacotes AEGIS ∕ SPY-1D (Acredito que até 4 unidades não haveria problema). Outro problema é que não haveria transferência de tecnologia dos sensores e sistemas do navio, a transferência limitaria-se apenas a construção do casco.

    Sua tripulação de 230 homens altamente especializados, também demandaria um grande investimento por parte da MB, O deslocamento (8.100t) também é bastante superior aos estabelecidos no REM (6.000t).

    Repito, não houve uma proposta oficial, o que ocorreu foi apenas uma comunicação de disposição em vender esses navios para a MB feita pela NGSS.

    Sds

  6. joao terba disse:

    É um caso para estudar,quanto ao preço pode-se financiar, ficar pensando só em transferença de tecnologia não vamos chegar a lugar nenhum.

  7. Abrivio disse:

    Off topic

    Lamentavelmente, dois fuzileiros navais faleceram em um exercício.

    Pela situação, acredito que o veiculo é um Sk-105 (três tripulantes, capacidade de visão noturna). Condolências aos seus familiares.

    “Dois fuzileiros morrem durante exercício noturno no RJ

    ELVIS PEREIRA – Agencia Estado
    SÃO PAULO – Dois fuzileiros navais, o terceiro-sargento Leandro Bacellar e o cabo Luis Paulo Pessanha Gonçalves, morreram ontem, durante exercícios noturnos. O veículo de combate em que eles estavam com mais um militar caiu de um barranco e foi parar, de ponta-cabeça, em uma área alagadiça. O acidente ocorreu na área de treinamento do 1º Esquadrão de Cavalaria Leve, na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro.

    O veículo foi desvirado e um terceiro ocupante foi resgatado com ferimentos leves e recebeu atendimento no Hospital Geral de Valença. Em nota, a Marinha informou que “está prestando todo o apoio necessário às famílias dos militares falecidos”. Um inquérito administrativo será instaurado para apurar o acidente.”

  8. Roberto Carvalho disse:

    Sr. LM,

    Li realmente na revista Tecnologia & Defesa que existiam rumores de que os AB haviam sido oferecidos para a MB.

    Acho que esse navio q foi oferecido seria ótimo para nossa marinha, teriamos um dos melhores navios de guerra do mundo.

    LM escreveu: “Eu enviei a concepção artística desse navio, feita pela própria Gibbs & Cox para o Galante….”

    Galante,

    Seria possível q vc postasse aqui no blog essa concepção artistica para podermos analisar

    Obrigado!

  9. Ulisses disse:

    LM e Roberto Carvalho

    Se estão falando da última T&D que saiu há pouco(uma das melhores edições que já vi!)dizia também que a Alemanha também está oferecendo a classe Sachen.

    Sds.

  10. Parthenon disse:

    cof cof cof… affzz, pouquito de envidia!

    LM, estou aqui em España, e em REVISTA MILITAR bimestral, informam que os EUA ofereçeram recentemente a MB, 6 unidades da Classe AB (1º BLOCK), e com o sitema AEGIS integrado, na mesma REVISTA cita tb, os KOREANOS nós ofereçendo as KDX-II, no futuro as KDX-III, cita tb a FRANÇA (DCN)com as FREEMM e a ESPANHA (Navantia) com as F-100.

    Bom, ae fica minhas duvidas por alguns motivos:

    1º Por que os EUA estariam HOJE, tão dispostos a nós ofereçer 6 unidades de uma Classe tão sensivel deles? Será que eles entenderam finalmente que somos ALIADOS naturais? E que temos pode de INFLUENCIA em países que eles já não conseguem DIALOGAR?

    2º O que se PASSA (literalmente) com o 1º block das AB´s? houve consideravel cambio para o 2º block, sei que as KDX-III e as F-100 (mesmo desenho) são mas potentes que o 1º block das AB´s, e se igualam ao 2º block?

    3º Que o desenho, a performançe, o desempenho e todo o conjunto das AB´s são bons, poís a mesma conseguiu DETONAR a Classe Futura ZULAW.. , mostrando o mesmo desempenho com menor custo x beneficio, mesmo sendo caros (para MB), creio que realmente necessitamos de umas 6 unidades deste meio, principalmente para o papel AAW, de que tanto careçe nossa MB?

    4º Bom, algumas noticias falam que a concorrencia das ESCOLTAS da MB, iniciará ao fim do FX-2, mas será que haverá licitação para esta compra? Poís a carencia da MB é tão grande, que dispensaria a dita cuja, poís o interesse de DEFESA NACIONAL é primordial, não gostaria que ocoresse dita licitação, preferia que se analizasse as melhores propostas, seria possivel desta forma?

    Bom… é isso ae, algumas duvidas que me surgiram, e creio que de alguns outros, para mim, se chega-se (com uma bom financiamento, e/ou até arrendamento) algumas unidades dos EUA, seriam perfeitas agora para MB, sonho com 2 TICO´s, 6 AB´s e quem sabe de “regalo” 6 unidades da OHP´s, viriam muito bem, mas infelizmente tb afastaria por um bom tempo os “novos e futuros escoltas”.

    Abraço a todos, e galante, se for possivel posta ae a concepçao artistica, vlzs!

  11. Marcelo Tadeu disse:

    Pessoal, Truxtun não era o nome de um dos primeiros cruzadores movidos a energia nucler da US Navy. Eu vi naqueles Guias de Armas de Guerra – título “Navios de Guerra” – da Ed. Nova Cultural. Quem aí colhecionou?

    Outra coisa. Muito se fala neste blog sobre a aquisição dos AB. Eu acho que esses navios são muito complexos e de operação custosa. Vcs poderiam me informar melhor.

    Para a US Navy, que parece estar padronizando todas as suas escoltas, pelo menos os detroires, com esta classe, tudo bem, mas, para nós? Eu ainda prefiro a construção aqui baseado em algum projeto europeu.

    sds

  12. Marcelo Tadeu disse:

    desculpe, “colecionou?” Colhecionou é coleção de colheres!!!

  13. Dalton disse:

    Marcelo,

    Tambem colecionei e nao pretendo livrar-me tao cedo deles…alias, nao sao muitas publicaçoes do nivel desta que saem aqui no Brasil, principalmente que tratam de navios de guerra.

    Quanto a aquisiçao dos AB, o LM que é oficial da marinha brasileira, postou uma nota bastante esclarecedora sobre o assunto acima, vale a pena ler.

    O maior problema com os AB é que as 28 primeiras unidades, das quais 6 teriam sido “oferecidas” o que nao parece ser verdade,nao possuem hangar para helicopteros, embora possam receber helicopteros seahawk na popa e reabastece-los.

    abraços

  14. Marcelo Ostra disse:

    Um pequeno exercicio de raciocinio

    Supunhetemos que sejam adquiridos 4 AB´s (apenas suponhetemoos), como a marinha iria guarnecer estes navios, com 200 MR´s em cada ?

    E o que se faz com o resto da frota, quem guarnece ?, mais MR´s .. ta tudo bem, mas e os AB´s

    E ai Juvenal ?????

    Ja imaginaram a reestruturação de material humano que seria necessário na MB ?

    MO

    PS: MR – Manobra e reparos

  15. Marcelo Tadeu disse:

    É isso aí Dalton, eu só não tenho os volumes sobre Tanques, forças de elite, exercito dos EUA, o resto tenho todos.

    Infelizmente não publicam mais estas coisas, tipo “Aviões de Guerra” onde iniciei os conhecimentos sobre aviação militar em plena Guerra Fria!

    sds

  16. Coral Sea disse:

    Esqueçam AB para a MB….
    1. Os próprios EUA precisam deles; ainda mais agora com vários OHP dando baixa nos póximos anos.
    2. Muito caro de comprar e de operar para a nossa realidade.
    3. Tecnologia sensível que não creio que seja transferida para o Brasil.
    4. Falta de mão de obra qualificada com o sistema Aegis no país.
    5. A maioria dos AB Block I, foram modernizados recentemente e receberam o update BMD. Aliás quase todos os AB com capacidade BMD são justamente os mais antigos.

  17. LM disse:

    Prezado Parthenon,

    Eu desconheço qualquer proposta dos estadunidenses no sentido de transferir algumas unidades da Classe Arleigh Burke para a MB. Que eu saiba, isso nunca ocorreu!

    A proposta da NGSS é de um destróier derivado dos AB e eles seriam construídos no AMRJ (Os descrevi acima). Considero esses navios bastante desejáveis, porém, fora de nossa realidade orçamentária.

    Sds

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