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O estaleiro Admiralty Shipyards, em São Petersburgo, vai construir seis submarinos classe Kilo (Project 636) para a Marinha do Vietnã, segundo a publicação russa Kommersant.

Fontes da Rosoboronexport, empresa estatal russa responsável pela venda de material militar para exportação, confirmaram a negociação com aquele país do Sudeste Asiático, estimada em U$ 1,8 bilhão. Atualmente o Admiralty Shipyards está construindo dois submarinos semelhantes para a Argélia que serão entregues em 2009 e 2010.

Estimativas de Novembro de 2006 dão conta de que a Marinha da Rússia possuía 16 Kilo em atividade e outros oito na reserva. A classe Kilo deverá ser substituída pelo projeto Lada. Até o momento 29 submarinos desta classe foram exportados para a China, Índia, Irã, Polônia, Romênia e na Argélia.

FONTE: Agências internacionais

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Se comentários » to “Segundo publicação russa Vietnã comprará seis submarinos classe Kilo”

  1. Coralsea disse:

    Oi Poggio!

    Não seria 1,8 bilhão?
    Sds

  2. Positivo. Já reparado.

  3. Norberto Pontes disse:

    se isso for verdade, o Brasil é muito lento mesmo.

  4. gaspar disse:

    vao pagar com que ??? sucatas da guerra ??? borracha ?????

    fico com um pe atras com equipamentos militares russos russos….
    por outro lado tenho um jipinho da lada (niva) o bichinho e forte, aguenta tudo e por incrivel que pareca, nao deu pau mecanico ate hj…

  5. Miguel disse:

    E vamos pagar quanto pelos Scorpene???? Somos lentos e com espirito de Papai Noel, me parece. Mesmos os Tupi/Tikunas, muito bons tem preço menor que esses Scorpenes (pelo que comentam, mesmo aqui, duvidosos).

  6. gaspar disse:

    os scorpene sairao por U$D 600 milhoes cada…
    acho que deveriamos produzir mais umas 4 unidades do Tikuna, para nao se perder essa mao deobra qualificade que temos, e com os scorpenes, teria-mos outra mao de obra qualificada, o que nos da direito de fazer a manutencao de qq sub na america latina…

  7. RL disse:

    Gaspar..estou de acordo.

    Deveriamos simultaneamente fabricar mais umas 4 unidades do Tikuna para não perdermos a qualificação de mão de obra que obtivemos com esse programa e ao mesmo tempo cruzarmos maiores informações com o projeto Scorpene e Sub-Nuclear.

    Agora dois ponto que me deixam de cabelo em pé, porem tem-se que pensar positivo sempre.
    O Território máritimo brasileiro em relãção ao Vietnam. Deveriamos comprar mais unidades do Scorpene ou do Tikuna…e segundo o fato de como serão pagos os subs do Vietnam.?

  8. Mauricio R. disse:

    “segundo o fato de como serão pagos os subs do Vietnam.?”

    Até algum tempo atrás o V era o 2º maior produtor de café e tb tem economia tipica de tigre asiático, mesmo ainda sendo socialista.

    “…produzir mais umas 4 unidades do Tikuna, para nao se perder essa mao deobra qualificade que temos…”

    Ainda temos essa mão de obra qualificada p/ tal empreitada???

  9. Ulisses disse:

    Vejo que há pessoas que ainda não entenderam a estratégia da MB:

    O que a MB planeja com os SBR(submarino brasileiro derivado do scorpene)é uma estratégia a longo-prazo para se obter o submairno nuclear,eu aposto se a MB não tivesse interesse em nenhuma tecnologia,estaria optando provávelmente pelo U-214.

  10. Patriota disse:

    Acho pra nós o ideal seria uns 12 sub AIP do projeto Scorpene

  11. Fábio Max disse:

    Pelo que entendi do noticiário, esses submarinos deveriam ir para a Venezuela, mas a crise econômica daquele país, e mesmo os pendores ditatoriais de Chaves puseram água no negócio, forçando a Rússia a vendê-los com certa preço de ocasião, para o Vietnam.

  12. Callia disse:

    Se existe alguem que sabe o que fazer com esses equipamentos russos não confiaveis são os vietnamitas , que por sinal derrotaram o confiavel imperio norte americano.

    SDS

  13. Mauricio R. disse:

    “…é uma estratégia a longo-prazo para se obter o submairno nuclear…”

    Dificil, pois o design deste tem tanto de nuclear como o alemão Type 214, nada!!!

  14. Robson Br disse:

    Produzir mais Tikunas não é mais possível, poia a maioria das peças são produzidas pelo fabricante na Alemanha e não existe mais contrato com eles. Concordo com o Ulisses. O objetivo da MB é outro.

  15. Baschera disse:

    O FX-Naval da Marinha do Brasil Está Pegando Fogo.
    CHAMEM OS BOMBEIROS…..!!!!

    A Northrop Grumman, a DCNS e a Hyundai estão lutando nos bastidores pelo nosso FX-Naval.

    A Marinha do Brasil pretende construir ainda em 2011 três unidades de até 6 mil toneladas para substituir as seis fragatas da classe Niterói, construídas, com apoio dos estaleiros britânicos Vosper, entre o fim da década de 1970 e o início dos anos 1980.

    Os coreanos concorrem com os destróieres da classe KDX-2, embarcações extremamente bem armadas e equipadas, que deslocam 5.200 ton, ao custo unitário de US$ 420 milhões.

    A americana Northrop Grumman Ship Systems (NGSS) estaria oferecendo à MB, com total apoio do governo dos EUA, os poderosos destróieres do projeto da Gibbs & Cox, derivados do consagrado projeto DDG-51 da classe Arleigh Burke.

    O modelo proposto seria idêntico ao navio oferecido à Marinha Australiana, conhecido como DDG da Classe Hobart. Seu custo unitário atual seria de US$ 1 bilhão, mas pode ser negociado.

    O destróier em questão desloca cerca de 8.100 ton (muito acima dos requisitos estabelecidos para as futuros escoltas da MB – de 6.000 ton), é dotado do sistema de combate Aegis e phased array radar SPY-1D, towed array, 64 células MK 41 para uma configuração padrão de 40 SM-2 ∕ SM-3 Standard, 32 ESSM e 16 ASROC (VL), 8 mísseis RGM-84 Harpoon ou similares, além de um canhão principal de 127 mm, 2 canhões de 20 mm e 2 lançadores triplos para torpedo Mk 50.

    Tal destróier tem 230 tripulantes, e conta com hangar e instalações capazes de abrigarem e permitirem a operação de até 2 helicópteros MH-60B Sea-Hawk ou Strike Hawk, semelhantes aos modelos recentemente adquiridos pela Marinha do Brasil, que são aptos à guerra anti-submarino e ataque à superfície.

    Já a DCNS francesa estaria preparando uma imensa proposta para a indústria naval brasileira. Para começar, a produção local de fragatas FREMM de 6.500 ton envolveria algo entre 6 e 16 unidades (dependendo da verba), com custo unitário de US$ 600 milhões na configuração anti-aérea.

    A nossa Marinha já estaria de olho no FX-2 e já há boatos de que o Rafale poderia vencer justamente pelo pacote monstro que os franceses estão apresentando para as 3 Forças Armadas.

    Os rumores são de que haveria uma bagatela de mísseis e torpedos na mesa de negociações, todos podendo ser produzidos aqui.

    No mundo dos off-sets do FX-2, o vencedor Rafale iria também para a Marinha. De início, seria possível a entrada do Brasil no programa do Meteor, sendo este míssil produzido no Brasil. Haveria ainda a assessoria no desenvolvimento do míssil de médio alcance de cruzeiro nacional.

    Para alegria da Marinha, a MDBA instalaria uma fábrica de mísseis no Rio de Janeiro, onde seriam produzidos os mísseis Exocet MM-40, assim como os novíssimos torpedos Black Shark.

    O novo míssil anti-navio da MB seria baseado no Exocet MM-40 Block 3 que, entre outras funcionalidades, pode atacar alvos em superfície, sendo conhecido como Tomahawk dos pobres, por ser mais econômico.

    O Exército e a Marinha utilizariam os mísseis Aster para defesa anti-aérea e o portátil Mistral (Simbd para a Marinha), todos produzidos no Brasl.

    Especula-se sobre o apoio no desenvolvimento de um LPD nacional, ou ainda a transferência de 2 navios LPD da Classe Foudre. Segue ainda a proposta de desenvolvimento e assessoria no projeto do futuro NAe brasileiro de 40.000 ton, juntamente com a DCNS.

    A questão é que os outros concorrentes estão jogando o mesmo jogo e outras propostas vem aí. Os sistemas Aegis acabam de chegar na mesa.

    Porém, as ambições de médio e longo prazo são bem superiores. Fala-se, por exemplo, de pelo menos 12 submarinos convencionais, 12 fragatas, e outras corvetas (a DCNS apresentará o conceito Gowind), que poderão chegar a 16 unidades.

    Apenas desconsiderem esta barbaridade abaixo….. OK !!!

    “O Exército e a Marinha utilizariam os mísseis Aster para defesa anti-aérea e o portátil Mistral (Simbd para a Marinha), todos produzidos no Brasil.”

    Fonte: O ESP – 28/04/09.

  16. Ulisses disse:

    Mauricio R.

    Como você sabe?Se a maioria dos componentes do futuro SSN serão franceses?

  17. Piramboia disse:

    Seis subs!
    Mais um que militarmente supera o Brasil.
    Vão dizer: eles não vão construir.
    Bem… há vinte anos atrás, a mesma coisa de splicava à Coréia.O Brasil a superava quilômetros. O Brasil tem concorrentes acirrados. A Indonésia, com a assistência da mesma Coréia construiu sem maiores alardes 02 (dois) navios anfíbios de grande porte, além de ter recebido outros dois, importados.
    O Vietnam tem mão-de-obra mais barata que a da China e disposição para crescer. O regime tb é comunista e está usando a mesma tática de seu vizinho (o pragmatismo oriental). Bem, acho que já disse tudo.

  18. Ulisses disse:

    Piramboia

    6 subs!mas e dai?estaremos com 9 ou 10!

  19. Ulisses disse:

    E só porque vão comprar uns subs não quer dizer que vão nos superar,muito longe disto,no exército,eles não tem sequer visão noturna!

  20. Baschera disse:

    Fabio Max,
    Segundo a Ria Novosti, a Venezuela do Chavito, começou a manter negociações de CONSULTA aos russos sobre a POSSÍVEL aquisição de até 9 unidades da Classe Kilo. No entanto, conforme as negociações iam se desenvolvendo, os venezuelanos baixaram as consultas para 6 unid…. depois para 4 und. e atualmente (2008) para apenas 3 und.
    Provavelmente, realmente seria culpa da falta de recursos, pois cada unidade deste Kilo custa Us$ 300 milhões e os venezuelanos tem um crédito russo para compra de armamentos de somente Us$ 1 Bilhão.

    Quanto ao Vietnam, eles estão se convertendo em importantes compradores de material de defesa russa, tendo adquirido desde 2001, oito lanchas projeto 1241.8, duas fragatas Guepard e um sistema de mísseis anti-tanque Bastion.

    Sds.

  21. LeoPaiva disse:

    Caro Baschera,

    Obrigado por compartilhar tão importantes informações, entretanto, sabedor de como funcionam as coisas na nossa amada terra, eu sou forçado a duvidar desta notícia, não que ela não seja factível ou que a Marinha não tenha total interesse, mas a questão política e de dotação de verbas me faz lembrar como são difíceis os grandes projetos para nossas FAs, principalmente em ano pós eleição.

    Só como comparação, o FX2 tem uma estimativa de 2bi se não me engano, e se arrasta há vários anos, então como a marinha iniciaria a construção de escoltas de 6000 ton, que ultrapassariam fácil os 3bi, já em 2011? Assim de repente? Sem uma discussão mais detalhada de off sets de todos os tipos e tamanhos?

    Mas, espero ser surpreendido, como fui com a construção dos subs, vamos ser otimistas e pensar grande.

    Grande abraço.

  22. Igo disse:

    Alguém tem notícias da MEGA compra de submarinos feita pela Venezuela a alguns meses?? O projeto era “sério” mesmo, parece que não durou um verão!!

    Saudaçoes

  23. Robson Br disse:

    As FFAA nunca passaram por uma transformação tão grande como agora. Que eu me lembro tem muito tempo que não se comprava e desenvolvia tantos equipamentos e armamentos. Quando se vê os EEUU desenvolvendo por exemplo o P-8A e o ABL (airbone laser) com o Boeing 747-400F vemos quanto se gasta para ter uma arma superior a qualquer outro. Não é somente a plataforma, paralelamente estão desenvolvendo os sistemas e os novos armamentos. O Brasil não fez diferente disso em relação aos subs. Vamor ter 4 novos de ultima geração convencional e se for com a opção de AIP é só colocar (não vejo tantas vantagens pelo alto custo de operação e do resultado alcançado)e o início de uma nova arma que poucos tem (ou so os melhores). Não tenho nada contra os U-209, 212,214…, pois são excelentes convencionais, mas convenhamos ficar parados na classe U-xxx para uma marinha que pensa grande. O SBR não vai ser basicamente um scorpene e sim um derivado dentro das especificações da MB. Ter um projeto exclusivo tem um custo. montar um estaleiro aqui tem um custo, treinar o corpo técnico para produzir tem um custo e aí vai. É bem diferente de treinar equipes para operar os equipamentos ou realizar manutenções de certo escalão. Os alemães sempre vão desenvolver excelentes subs, mas vão ficar sempre nesse patamar. O projeto político e militar frances é outro. É a única nação europeia que se manteve de certa forma independente dos EEUU. Fazer parcerias é isso mesmo. Eles estão crescendo e a gente pode pegar carona. Quanto ao custo é isso mesmo. Tudo tem um custo. Não sou partidário, mas tem muito tempo que não vemos um futuro. Mesmo que não seja do modo que a gente quer, mas está ocorrendo.

  24. Lucius Clay disse:

    Por tudo isso, camarada Robson Br, acho mais interessante termos um contrato mais amplo com a França. Não estou dizendo que não participemos e compremos nada dos EUA, não é isso, apenas focaria as grandes compras na França. Acho que a gente pode participar mais e aprender mais com a parceria francesa.

  25. Robson Br disse:

    Lucius Clay
    Em tese concordo com você. Minha única preocupação é com relação ao Rafale (que é um produto seriado)são as peças de reposição. Com tantos F5 produzidos não tivemos problemas a prova disso que compramas mais alguns usados e colocaremos em operação. Caso semelhante não tivemos com os Mirage com sempre problema de manutenção e também com os AMX, cuja sorte agora está sendo a desativação na Itália. Vamos ver. O correto é estar sempre produzido novos lotes como fazem os EEUU. Quando parar a linha é que já esta entrando outro modelo na força.

  26. Piramboia disse:

    Ulisses,
    6 subs… é só o início.
    Vc não entendeu. Se tivesse lido o restante do texto veria que eu estava fazendo uma comparação com a Coréia…
    O Vietnam hoje é a Coréia de 20 anos atrás.
    Longe de mim estar querendo promover uma corrida armamentista Brasil-Vietnam! Seria ridículo!
    Só estou alertando sobre o que está ocorrendo com os nossos concorrentes em todos os níveis. A importância que eles estão dando em ter FFAAs fortes. Deixa prá lá! Vou perder o meu tempo.

  27. [...] Novosti. As entregas começam em 2010. No mês passado, o estaleiro Admiralty de São Petersburgo anunciou a venda de seis submarinos da classe “Kilo”, também para o [...]

  28. [...] Para a exportadora russa de armas, o potencial russo para esse mercado é muito alto, graças ao Projeto 636 e o Amur-1650, equipados com mísseis Club-S e um sistema de combate integrado que permite ao [...]

  29. Nossa estou pasma!6 submarinos não é pouca coisa! deve de ser muito dinheiro!
    Mariana!

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