Ciclone faz presidente, ministros e governadores cancelarem visita a Tupi

Idealizado para ser um grande evento, o início formal dos testes de exploração da camada do pré-sal foi atropelado por um ciclone extratropical, que provocará ondas altas e fortes ventos na área de Tupi, na Bacia de Santos, em frente ao litoral do Estado do Rio. Por razões de segurança, foi cancelada a viagem de cerca de 14 horas e 300 quilômetros mar adentro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de ministros e governadores no navio Almirante Maximiano, da Marinha. A cerimônia será concentrada na Marina da Glória, no Rio.

A segurança presidencial não considera livre de perigo uma viagem de quatro horas de helicóptero (ida e volta) entre o litoral e o navio-plataforma Cidade de São Vicente, que está na região há um mês. A programação passou a ser mais modesta, mas ainda prevê dois dias de eventos. A área de Tupi é a maior jazida descoberta no país até hoje, com reservas estimadas de até oito bilhões de barris recuperáveis de petróleo.

Hoje, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, darão entrevista coletiva ao lado do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, sobre o início da produção no campo. A UFRJ também inaugura hoje o Laboratório de Corrosão e Ensaios Não Destrutivos (LNDC), com a presença de Lula, na Ilha do Fundão. Ao custo de R$ 30 milhões, esse laboratório servirá para ensaios de corrosão, inspeção de materiais e soldagem, que serão usados na produção do pré-sal. Amanhã, às 16h, ante cerca de mil convidados, Lula vai receber um barril simbólico de óleo extraído horas antes na área de Tupi.

Também não deverão ser anunciadas as novas regras para exploração, que estão quase concluídas e são discutidas desde agosto do ano passado.
Segundo fontes do governo, restaria só uma reunião dos ministros da Fazenda, do Planejamento, de Minas e Energia, do Desenvolvimento e da Casa Civil, para aprovar e enviar a proposta final a Lula.

FONTE: O Globo

 

Reabastecendo em águas calmas

Em 17 de dezembro de 2008, o navio semi submersivel especializado no transporte de volumes pesados M/V “Zhen Hua 4″, de bandeira de San Vicente e Granadinas, pertecente ao armador Shanghai Zenhua Shipping Co. Ltd., de Shanghai, Republica Popular da China, foi atacado por piratas somalis no Golfo de Aden.

O bote dos piratas se aproximou pela popa do mercante chinês aproveitando-se do arco cego do radar de navegação. Ao perceber a iminência da abordagem a tripulação enviou um pedido de socorro ao Centro de Alerta contra Pirataria da Agencia Marítima Internacional, em Kuala Lumpur (Malásia) e iniciou preparativos para defesa do navio.

A Agencia de Kuala Lumpur comunicou o ocorrido a Força Naval Multinacional operando na área contra ações de pirataria. Os somalis abordaram o navio e a tripulação se defendeu com tudo que tinha de disponível, inclusive “Coquetéis Molotov” e sinalizadores.

A batalha pelo controle do navio durou 5 horas antes da chegada do socorro, que veio através de helicópteros de um navio de guerra malaio que realizaram disparos contra os piratas, que embarcaram em seus botes e saíram do local. Como se pode ver nas fotos haviam muito jovens entres os piratas somalis.

zhen-hua-4_somalia-pirates-01 zhen-hua-4_somalia-pirates-02 zhen-hua-4_somalia-pirates-03

zhen-hua-4_somalia-pirates-04 zhen-hua-4_somalia-pirates-05 zhen-hua-4_somalia-pirates-06

zhen-hua-4_somalia-pirates-07 zhen-hua-4_somalia-pirates-08 zhen-hua-4_somalia-pirates-09