Primeiro navio será entregue em abril de 2010

atlantico sul

“O que eu acho mais lindo é a hora da largada, aquela multidão de pessoas felizes, a maioria era tudo desempregada.” A observação é do montador do Estaleiro Atlântico Sul Gildo José de Lira, de 41 anos, casado, três filhos, salário de R$ 640,00, ele mesmo um ex-desempregado, ex-trabalhador rural, ex-pedreiro amador que vivia de bicos. Ele se refere ao momento em que os atuais 2,2 mil funcionários do estaleiro encerram o trabalho diário e voltam para o lar. A maioria deles, como Gildo, é de Ipojuca, onde se localiza o empreendimento, ou dos municípios do entorno do Complexo Industrial e Portuário de Suape, no litoral sul pernambucano.

Ainda em construção, com 70% da obra concluída, o estaleiro, que ocupa uma área de 154 hectares, tem inauguração prevista para dezembro, quando deverá contar com aproximadamente 4 mil empregados. Desde o ano passado, “a multidão de pessoas felizes” a que se referiu Gildo constrói um navio petroleiro para a Transpetro e o casco da plataforma semissubmersível P-55 da Petrobrás, cuja entrega deverá ocorrer em abril e junho de 2010, respectivamente.

“Estaleiro de quarta geração, moderno, com padrões internacionais, em nada comparável ao que possuía o Brasil”, diz o presidente da empresa, Angelo Bellelis. O Atlântico Sul já tem contratos para a fabricação de 15 navios petroleiros – dez do tipo Suezmax e cinco do tipo Aframax -, além do casco da plataforma.

Trabalhadores rurais, pescadores, desempregados e também gente que trocou empregos até com melhor salário, mas sem perspectiva de futuro, integram a maioria dos funcionários do Atlântico Sul. Eles destacam a estabilidade, o direito a plano de saúde, férias, transporte e refeição e, especialmente, o estímulo à especialização e ao aprendizado e a possibilidade concreta de galgar degraus – e aumentos salariais dentro da empresa.

Josenildo Francisco da Silva, 28 anos, solteiro, aos sete anos já acompanhava o pai no trabalho na zona canavieira. Começou a estudar aos 13 e trabalhava numa usina de cana-de-açúcar quando surgiu o estaleiro. “Tive que ir para o dicionário, nunca tinha ouvido falar em estaleiro nem em indústria naval?, conta, com um grande sorriso. Agora soldador, ele divide com Gildo Lira a boa sensação de fazer parte de “uma nova história do Nordeste, sem discriminação”.

A grande expectativa, hoje, dos trabalhadores do Estaleiro Atlântico Sul, que tem como acionistas os Grupos Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, a sul-coreana Samsung e a PJMR, é ver sair para o mar o primeiro navio construído.

“Será como um primeiro filho, um pedaço de cada um de nós”, resume Gildo, apoiado por Jonathan Calixto Ribeiro Júnior, 43 anos, que já se sobressai na área de pintura naval da indústria e, estimulado, pretende ampliar seus conhecimentos, com um curso de computação gráfica. “Ainda tenho muito a aprender”, disse.

FONTE: O Estado de São Paulo
FOTO: S. Medeiros/maxpressnet

Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

33 Responses to “Estaleiro Atlântico Sul será inaugurado oficialmente em dezembro” Subscribe

  1. Marcelo Ostra 24 de maio de 2009 at 14:19 #

    Ahhhhh claro, inaugura em dezembro e apronta um Suezmax ou um Aframax (ahh sim, eles cabem no bolso …) em 4 meses

    Mas nem o Hyundai faria isso …

    Em tempo I: Um suezmax tem 150.000 dwt e um Aframax tem 90.000 dwt

    Em tempo II: Realmente pra quem divullga, nos somos idiotas mesmo

    Em tempo III: 70% pronto ??? aonde, aquele buraco ???

    Tsc Tsc
    Mod MO

  2. gaspar 24 de maio de 2009 at 15:12 #

    dizem que este estaleiro eh muito, mas muito grande mesmo… alguns ate fizerem piadas com o tamanho do projeto…
    o molusco ou outro comparsa do governo(nao me lembre qual meliante era) esteve na Korea e ficou impressionado com os estaleiros sul coreanos… disse que se todos os estaleiros brasleiros ficassem lado a lado nao daria um so estaleiro coreano…
    sera que o molusco estava contando com o EAS ??

  3. Abrivio 24 de maio de 2009 at 15:52 #

    1 – Notícia do Estadão, parece propaganda da construtora, construtoras no Brasil estão envolvidas em 50% dos escândalos, os outros 120% são do Daniel Dantas.

    2 – Os sócios tem patrimônio para arcar com as multas por inexecução, logo, se a Petrobrás não papar mosca ou os políticos impedirem, é só correr atrás.

    3 – Se fosse obra do Governador “Menininho” já estava inaugurado faz tempo o buraco, digo, estaleiro.

  4. João Curitiba 24 de maio de 2009 at 16:36 #

    Independente de tudo, é motivo de orgulho para nós. Principalmente para os ex-desempregados. E o navio e a plataforma, segundo o texto, já estão em construção desde o ano passado. Logo, por que não poderão ser entregues ano que vem? Ainda mais com tecnologia sul-coreana?

  5. Marcelo Ostra 24 de maio de 2009 at 16:40 #

    Joao, que navio esta sendo construido ??? aonde ????

    Não existe plataforma, o que existe sao conversoes de VLCC´s em FPSO´s apenas

    alem de tudo vc viu a foto, aonde tem navio ali ?

    Mod MO

  6. Leo 24 de maio de 2009 at 16:40 #

    Ostra,

    Há dois ou três anos que digo a mesma coisa. Um estaleiro que não existia, ganhou uma concorrência para 15 navios. Um absurdo. Mas meu ponto principal era a capacidade de cumprir o prazo de entrega.

    Quero ver se eles vão conseguir. Esta foto aí pode ser antiga, mas não acredito que seja muito velha. Agora onde é que estão as carreiras e o famoso dique seco que seria o maior do hemisfério-sul?

    Leo

  7. Marcelo Ostra 24 de maio de 2009 at 16:51 #

    Realmente Leo, há esta possibilidade, mas como se falou no tal texto, o navio esta sendo construido, ai te pergunto, como estamos em um pais que fazer macaquisse é o que pega, pq nenhum anuncio, festa, farra da cerimonia de batimento de quilha do tal, pq nenhuma informação do projeto (ie = qual casse pertence, considerando que suezmax, aframax são tipo, nao classes) e afins, pq nenhuma foto ou divulgação do ” Brazil um pais de todos ”

    Sem contar que textualmnte fala que será inaugurado em dezembro, ora com eh que se faz se ainda nao esta terminado ?

    Como acompanho mais de perto a Marinha Mercante, creio estar havendo uma certa má fé nesta info, salvo eu estar completamente por fora e desatualizado, que como variavel, pode ser possivel

    Abs
    Mod MO

  8. João Curitiba 24 de maio de 2009 at 17:33 #

    Caro MO
    Dei uma navegada pelo site do EAS e eles mostram umas fotos, sendo que uma delas é do tal dique seco sendo cavado. Numa notícia da revista Exame, de 5 de setembro do ano passado, falam do início da construção de um navio com o corte do aço. Como leigo, eu pergunto: corte do aço pode ser considerado início de construção? Se isto for apenas enganação, qual o objetivo? Para nossos governantes faturarem em cima de notícias que ninguém vai contestar?
    Abraços

  9. Leo 24 de maio de 2009 at 18:01 #

    João,

    O negócio todo cheira a maracutaia e das grandes. Apenas para você uma idéia, na época da licitação o custo de um deste navios – no mercado internacional – era da ordem de 90 milhões de dólares. A Petrobrás está pagando 140 milhões dólares. O sobrepreço de 50 milhões é para ajudar a indústria naval e compensar o “custo Brasil”. Você acredita?

    Eu vi a foto do dique-seco. Você acredita que eles consigam terminar um dique-seco, montar todos módulos de um Suezmax e entregá-lo em pouco mais de 18 meses?

  10. claudio alfonso 24 de maio de 2009 at 18:49 #

    Cara como o salário é baixo!!!! Nossa! Procurei na internet fotos dos navios em construção e não achei nada!! Assim parece mesmo maracutaia da grossa.

  11. Roberto Carvalho 24 de maio de 2009 at 20:04 #

    Senhores,

    O chat do Blog está fantástico. Estão lá nada menos que o Ostra, o Marine, o Farragut, o LM, o Esdras, o Cinquini…

    Vale a pena entrar.

    Abraços

  12. Marcelo Ostra 24 de maio de 2009 at 20:42 #

    Joao, o inincio da construção é o batimento de quilha, e geralmente e uma cerimonia pomposa, principalmente neste caso que seria o reinicio de construção de NAVIOS (nao navais) para o basil

    Agora ocntestar, quanto se interessam por Marinha Mercante e os que se interessao até onde e como se interessam

    O Governo tituo de exemplo ja anunciou varias vezes o reparelhamento militar .. e …

    sei la os porques, mas que isso eh balela eh

    Mod MO

  13. Tarkus 25 de maio de 2009 at 0:40 #

    O início de construção é o corte do aço, processamento. O batimento de quilha é quando o primeiro bloco, já pré-montado, é assentado no dique ou carreira.

  14. mcv 25 de maio de 2009 at 2:22 #

    Gente desculpe o modo de falar ou colokar alguma coisa q leio e acompanho no blog!!!
    1 o Brasil naum!!!!os outros ja tem e “muito grande”. Ho país atrzado!!!!
    2 Tem e e pequeninho”ta muito devagar” pouko investimento e vontade “Politika”.
    3 tem +- porte medio da pro gasto”ta muito rapido as entregas…vamos ver “eles naum podem dar conta do recado”é “maracutaia”!!!!
    Gente!!! por favor!!! naum tinha! agora tem ta dando empregos a muita gente e vai ser por muito tempo!!!
    eu vi comentarios aki de gente dizendo e muito admirados de “boca cheia dizendo com que a Rapidez de entregas de navios americanos e por que o Brasil naum pode ter agilidade no serviço!?Por que somos brasileiros neh?!!O brasileiro naum acredita no seu proprio potencial!!!acho melhor esperar e ver no q vai dar e depois a gente “elogia”ou “senta o pau”!!
    sds!torço e acredito num futuro melhor para o Povo brasileiro!!!
    Parabens aos editores do blog!!

  15. Alcar 25 de maio de 2009 at 7:13 #

    Criticar é fácil, mas reconhecer avanços é difícil.

    Pois, o estaleiro está sendo construído e aquela foto é antiga (out/09 – http://www.maxpressnet.com.br/e/gm/gm_02-10-08.html). Quem quiser olhar as fotos de janeiro, no site do EAS pode ver que a situação é bem diferente. A menos que estaja havendo uma conspiração e as fotos do site estejam sendo manipuladas. (desculpem a ironia)

    Em agosto do ano passado, já começou o corte do açom segundo Tarkus, o início da construção do navio.

    Assim, acredito sim, no soerguimento da indústria naval nacional, e esse estaleiro não fica a dever a nenhum.

  16. Caipira 25 de maio de 2009 at 8:35 #

    Antes um estaleiro do que 4000 cotas de fome zero, tomara que não seja “maracutaia”….

  17. Sopa 25 de maio de 2009 at 12:24 #

    Algum problema com meu comentários pq. não são postados ???

    Sds

  18. marujo 25 de maio de 2009 at 12:58 #

    Quem sabe informar o que foi feito de estaleiros como o da ponta do Caju, Emaq, Ebin, Caneco,Verolme, todos no Rio de Janeiro?

  19. Marcelo Ostra 25 de maio de 2009 at 17:13 #

    Tarkus, Alcar

    Esperemos então, o aço foi cortado aonde ? em Suape ?

    Para mim (opinião pessoal, não tecnica) começa no batimento de quiha, pois o aço cortdo pode ir para qualquer casco, desde que compativel as peças

    Mas em cima disto, por que não aparece o projeto, classe do suposto navio em lugar nenhum

    Vamos ver

    Abs
    MOd MO

  20. Marcelo Ostra 25 de maio de 2009 at 17:16 #

    Marujo, virarm todos de propriedade estrangeira, operados por subsidiarias nacionais

    o Ponta do Caju era o Ishikawajima

    Faltou o antigo Mauá, que agora é o Jurong e o Verolme é de Angra (Sel Fetals, se nao me engano = resposta de cabeça)

    Abs
    Mod MO

  21. Alcar 25 de maio de 2009 at 22:44 #

    Prezado Marcelo Ostra

    Realmente, despois de tanta maracutaia com dinheiro público, todos ficam com o(s) pé(s) atrás, mas vamos confiar, pois chovem notícias sobre o desenvolvimento desse estaleiro na imprensa.

    Apenas citando fontes de terceiros, pois não tenho esse conhecimento todo, informo que o aço já começou a ser cortado desde set-2008, segundo a notícia do Portal Energia Hoje:

    “EAS inicia corte de aço

    O Estaleiro Atlântico Sul iniciou nesta sexta-feira (5/9) o corte das chapas de aço para a plataforma P-55, que será instalada no campo de Marlim Leste, na Bacia de Campos, e do primeiro dos dez petroleiros do tipo Suezmax encomendados pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) da Transpetro.

    O estaleiro já tem estocadas 38,3 mil t de aço, sendo 20,3 mil t para a plataforma e 18 mil t para o navio. A entrega do casco da P-55 está prevista para agosto de 2010, enquanto a do Suezmax está prevista para abril do mesmo ano. A linha de corte do EAS tem oito máquinas, com capacidade total de processamento de 160 mil t/ano.

    A Petrobras assinou em dezembro o contrato EAS no valor de US$ 392,6 milhões para construção do casco da plataforma P-55. Os blocos do casco serão fabricados no estaleiro de Pernambuco e montados no dique seco que está sendo construído em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

    O Estaleiro Atlântico Sul também está começando a construção de dez petroleiros Suezmax, a um preço global de US$ 1,2 bilhão.”

    Ou seja, o aço já está sendo cortado em Suape. Eu não sei o que representa a quantidade de aço descrita, mas imagino ser muito. Não acredito que o aço possa simplesmente ser aproveitado em outros navios. Bom, como não sou da área, não posso dizer com exatidão. Por isso, peço a opinião dos universitários.

  22. Tarkus 26 de maio de 2009 at 2:46 #

    Marcelo

    As peças do casco podem serem utilizadas em qualquer navio de MESMO projeto e MESMA Classificadora, as plataformas são “one design”, cada uma é um projeto exclusivo.

    Marujo
    Após o desmembramento do Grupo IVI (Ishibras, Verolme, Emaq) ficamos assim:
    Ishibras foi praticamente depenado ficando somente o dique seco operado pela Sermetal para reparos, e o cais como base de apoio às embarcações offshore.

    Verolme virou Fells-Setal (Cingapura)

    Emaq é agora o EISA, está fazendo navio para PDVSA ( Chaves)

    Mauá-Jurong está com várias obras de plataformas, módulos e vai construir petroleiros

    Ebin é agora o Estaleiro Aliança, especializado em embarcações offshore de última geração (PSV, RSV, AHTS), já entregou 6 desse navios, está modernizando suas instalações, inclusive com um Shiplift.

    Akker-Promar, com a saida dos noruegueses da Akker passou a ser controlado pelo grupo STX coreano, também especializado em offshore.

    Caneco, chame-se agora de Rio Nave, “vive de bico”, isto é, faz peças de casco para outros estaleiros quando estes precisam aumentar sua produtividade. Vai fazer dois cascos de PVS para o Aliança.

    Enavi, estaleiro de reparos com dois diques seco e um flutuante

    Ainda tem o MacLaren que recentemente perdeu uma licitação de uma plataforma. Mas vai construir um dique seco faraônico…

    Bom, essa é a situação dos estaleiros no Rio de Janeiro, que eu me lembre.

  23. Mod Marcelo Ostra 26 de maio de 2009 at 14:27 #

    Alcar, valeu, vamos aguardar

    Tarkus, obrigado pela resposta mais completa, de cabeça tinha invertido o nome do Fells Setal

    Quanto as encomendas da PDVSA, era um numero razoavel de navios, mas vi quase nenhuma info sobre (tinha lido que alguns tinha já sua quilha batida), vc teria algo mais a respeito ?

    9464429 EISA ILHA 494 2009 30,000 47,000 Products Tanker PDV Marina SA Keel Laid

    9464431 EISA ILHA 495 2010 30,000 47,000 Products Tanker PDV Marina SA Keel Laid

    9464467 EISA ILHA 496 2011 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA Under Construction

    9464479 EISA ILHA 497 2011 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA On Order/Not Commenced

    9464481 EISA ILHA 498 2012 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA On Order/Not Commenced

    9464493 EISA ILHA 499 2012 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA On Order/Not Commenced

    9464613 EISA ILHA 500 2013 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA On Order/Not Commenced

    9464625 EISA ILHA 501 2013 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA On Order/Not Commenced

    9464637 EISA ILHA 502 2013 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA On Order/Not Commenced

    9464649 EISA ILHA 503 2013 50,000 70,000 Crude/Oil Product… PDV Marina SA On Order/Not Commenced

    Abs
    Mod MO

  24. marujo 28 de maio de 2009 at 6:58 #

    Marcelo e Tarkus, que tristeza suas informacoes!

  25. Sérgio 28 de maio de 2009 at 12:03 #

    Dentro do complexo estavam projetadas Refinaria (PDVSA), Siderurgica e o Estaleiro. Qdo fui renovar minha habilitação, um camarada estava mencionando q teria sómente um dia para tratar do assunto, pois teria q retornar para as obras em Suape. Perguntei (isso Abr 2009) como estavam as obras da Sider. e mencionou estar ainda em terraplanagem, se tal, de onde estão vindo os aços? Alguem posta?

  26. Valdir 2 de julho de 2009 at 15:32 #

    Pessoal às obras estão saindo sim o problema e que tem muita gente que e contra o governo do presidente Lula e querem a qualquer custo paralisar as obras e inventam diversas maneiras para paralisarem as obras um exemplo disso e a “CPI da Petrobras” eu conheço varias pessoas que estão trabalhando no estaleiro EAS e as coisas estão andando e temos um grande obra aqui no RJ que e a construção da CSA que e uma obra de capital estrangeiro mas com apoio do governo, então tem muita obra sendo executada mas pra isso temos q apoiar o governo nóis sabemos que existe maracutaias sim sempre existiu infelizmente o povo brasileiro e corrupto quem de vc’s não gostaria de ganhar dinheiro facil isto já é da cultura do povo brasileiro e nossos políticos se aproveitam disso para ganharem mais dinheiro, assim conseguem exigir propinas e subornos para liberarem autorizações a outros documentos que sem isto as obras não saem do papel infelizmente isto existe, não é apenas neste governo isto já vem acontecendo desde muito antes sempre foi assim por isso as obras ficam tão caras !!! o custo aumento muito mas isso aos poucos esta mudando as pessoas estão se informando mais e na hora de voltarem estão elegendo pessoas que realmente querem mudar. Mas pessoal acreditem o Presidente Lula esta tentando fazer eu acho o possível e impossível para mudar mas é muito mais complicado do que se imagina, enfrentar um congresso ou senado que infelizmente só vota alguma coisa em beneficio do País se estiverem ganhando algum, então para essa obras saírem temos que colocar pessoas que façam isso sem interreses pessoais e sim em beneficio do País.

  27. SERGIO LOPES BEZERRA 3 de agosto de 2009 at 16:40 #

    Só queria fazer uma pergunta, por que a construção de um estaleiro no nordeste quando tinhamos o estaleiro “HISHIBRAS”,COM DOIS DIQUES MOLHADOS, TOTALMENTE DESATIVADO E ATUALMENTE SENDO DEPREDADO POR UMA GATA SEM RESPONSSABILIDADE CHAMADA “SERMETAL”, QUE ESTA DESTRUINMDO TODOS OS GUINDASTES ?.

    Sérgio Lopes Bezerra
    ex empregado do estaleiro.

  28. SERGIO LOPES BEZERRA 3 de agosto de 2009 at 17:00 #

    Todos os amigos que trabalaharam na “ISHIBRAS”, passam pela ponte RIO X NITERÒI, observam e ficam tristes em ver aquela sena os dois maiores guindastes do estaleiro destruidos. Gostaria muinto que o nosso Presidente da Republica se preocupa-se com os profissionais da área naval do Estado do RJ. É nobre a construção de um estaleiro no nordeste do pais, onde existe miséria haverá trabalho para muintos melhorando assim o nivel social. Só que não era necessário fazer um estaleiro bastava a reativação do Estaleiro “ISHIBRAS”, muintos dos ântigos e novos profissionais poderiam voltar as suas atividades e assim fazer jus ao nome de 1º-construtor naval do Brasil.

  29. Bruno 10 de agosto de 2009 at 23:45 #

    Pessoal,

    O Estaleiro foi escolhido para ser no Complexo Industrial-portuário de SUAPE, por ser uma das melhores rotas de navegação do Atlántico (norte-sul) e por ser um centro logísto eqüi-distante entre Salvador e Fortaleza/Pecém. Fica melhor visualizando do site:
    http://www.estaleiroatlanticosul.com.br/

    Um outro motivo é a questão da infra-estrutura requerida que já se encontra funcionando há tempo. Tem também o aspecto geopolítico e histórico, que é o das empresas espanholas e portuguesas que já “colonizaram” o local.
    Quanto ao fato de ser ou não verdade o início das construções, pergunto-lhes se não seria bem mais fácil perguntar a alguém que more em Pernambuco, ou simplesmente consultar a imprensa de PE. O que não é tão difícil com advento da Internet.

    Todavia, posso lhes dizer que as obras começaram sim, e estão a todo vapor. Ruim ou Bom; Gostem ou não…enfim…

    O projeto já conta com um, dos dois enormes pórticos Goliaths de 1.500 toneladas/cada (iguais, em capacidade, aos da Ásia ). Ocorre que o acesso à doca-seca é restrito, mas já há algumas fotos no Google…

    Some-se a isso a refinaria, a termo-elétrica e o investimento multinacional no pólo de energia eólica, formado por gigantes como a argentina Impsa Wind Power (R$ 145 milhões), a espanhola RM Eólicas (US$ 35 milhões, + ou – R$ 60 milhões),a tb espanhola GESTAMP, a pernambucana EÓLICA TECNOLOGIA, que fornece consultoria em 70% dos projetos do Proinfa de energia eólica e a fabricante de pás Tecsis.

    Vocês querem dizer que esse povo está investindo às cegas???

    A propósito, uma questão imperativamente técnica não deve ser indagada com frases do tipo: por que ali; por que não ali???
    Ora, gente. São mais de US$ 500 milhões. Algo que não se resolve de forma tão simplista. Afinal, A Camargo Correia, a Queiroz Galvão e a Samsung Heavy Industries podem até se preocupar com o fator viabilidade, não é???
    Abraços!!!

  30. RAFAEL ARAUJO 17 de setembro de 2009 at 10:29 #

    QUAL É O SALARIO BASE DE OFICIAL MONTADOR DE ESTRUTURA NO ESTALEIRO ATLANTICO SUL

  31. Mota 12 de outubro de 2009 at 14:28 #

    Alguém aí por acaso trabalhou na DEPRONAV (Departamento de Projetos Navais) entre 1984 e 1987? Referência: cascos 138/139/140 (Brotas/Bicas/Bagé); 144 (Loyd Atlântico atual da MB) e 145/146 (Docefjord e Tijuca atuais Berge Fjord e Berge Vik).

  32. Jovair Moreira Sampaio 15 de outubro de 2010 at 19:50 #

    Como faço para concorrer a uma vaga de Soldador MIG MAG no estaleiro, sou soldador a aproximadamente três anos. Moro em Cuiabá Mato Grosso.

Trackbacks/Pingbacks

  1. NAVIO DE LULA « Recebi e Repasso… - 11 de maio de 2010

    [...] Atlântico Sul, Blog do Jamildo, Canttim, Skyscrapercity, Diário de Pernambuco, Naval, Estaleiros [...]

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Presença da Marinha na III Mostra BID Brasil

Luiz Medeiros – Enviado Especial para Forças de Defesa A Marinha do Brasil trouxe para a Mostra BID Brasil em […]

Corveta Frontin irá para a reserva

Abaixo, portaria de 28 de agosto que foi publicada em 1º de setembro no Diário Oficial da União, com entrada […]

Mais um passo rumo às novas corvetas: contrato com Emgepron

Abaixo, extrato de dispensa de licitação contratando a Emgepron para serviços no projeto de obtenção da nova classe de corvetas […]

Outra notícia de corveta: Ares fará reparos gerais nos lançadores de torpedos da Barroso

Abaixo, extrato de contrato publicado na edição de hoje (3 de setembro de 2014) no Diário Oficial da União, sobre […]

Compre agora sua revista Forças de Defesa número 11

Outra revista igual a essa, só daqui a 100 anos! A Revista Forças de Defesa 11ª edição de 140 páginas na versão impressa […]

França suspende entrega de navio de guerra para a Rússia

Governo de Hollande afirma que ações recentes na Ucrânia inviabilizam fornecimento de porta-helicópteros – Sob pressão de aliados devido à […]