Home Sistemas de Armas Mais fotos do PKX – Patrol Killer eXperimental, da Marinha da Coreia...

Mais fotos do PKX – Patrol Killer eXperimental, da Marinha da Coreia do Sul

16
40

pkx-1

O navio da foto é o ROKS Yun Yeong-Ha, primeiro navio-patrulha PKX (Patrol Killer eXperimental) de 450 toneladas, da Marinha da Coreia do Sul.

O PKX é armado com um canhão de 76mm, um canhão de 40mm e mísseis antinavio SSM-700K Haesung, com 150km de alcance. A suíte eletrônica é sofisticada, com um radar 3D que pode detectar e rastrear mais de 100 alvos simultâneamente.
O comprimento do navio é de 63m, a boca de 9m e a tripulação de 40 homens.

O sistema propulsor é CODOG com waterjets, desenvolvendo a velocidade máxima de 41,5 nós, com turbina a gás LM2500, e velocidades de cruzeiro, com dois motores diesel MTU. A autonomia é de 2.000 milhas a 15 nós.

O  sistema de waterjets, que substitui os hélices e os lemes convencionais, possibilita ao navio transitar tranquilamente nas áreas infestadas de pesqueiros, sem o perigo de enroscar-se nas redes de pesca.

pkx-2

pkx-3

pkx-4

NOTA do BLOG: Clique nos nomes das classes para conhecer navios-patrulha lança-mísseis (FPB – Fast Patrol Boats/FAC – Fast Attack Crafts) de outras marinhas, que já foram abordados pelo BlogNAVAL: Type 143 Gepard (Alemanha), Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia), PKX (Coreia do Sul), Kilic (Turquia) e Helsinki (Finlândia/Croácia).

40 COMMENTS

  1. 450 toneladas?

    mais leve que a nossa canhoneira de patrulha, e leva misseis anti navio……. 41 nós……..

    quanto custa?

    chega de comentários.

  2. quando postei que nossos NP tinham que ser amrados com misseis anti navio e mais canhões, quase fui linchado..
    Tmos que estar preparados para enfrentar um navio ou um pesqueiro..

  3. Isso sim é um navio patrulha de respeito! Não essas porcarias da MB

    Bem que a MB poderia ter uns 20 desses!!

    Mas são só sonhos………….sonhos

  4. Vamos parar de mostrar essas “patrulhas parrudas de gente grande” (visby, Hamina, Hayabusa, Kilic) e nos contentar com os “botes do falcon” que estamos comprando ai.
    Projeto de “urtima generation”!
    Afinal: “nunca d’antes neste país!”
    NAPA neles!

  5. Eu vejo como essa uma classe que necessita ser operada em nossa marinha, esse acidente do Airbus deixou claro nossa deficiencia neste quesito, e uma embarcação destas poderia muito bem ja estar presente agora no local, aumentando a chance de resgate de sobreviventes

  6. Caro Anhelo,

    Sem ser especialista, mas dando meu “palpite”, o serviço de busca e salvamento é menos função de Marinha de Guerra e mais de Guarda Costeira. Não sei que utilidade teriam os canhões e os mísseis desta nave na localização dos destroços e/ou sobreviventes do avião sinistrado. Mais úteis seriam número, sensores e velocidade.

    SDS

  7. Marcos Pesado

    Acho que poderia juntar o útil ao agradável, já que não dispomos de meios pra marinha e guarda costeira, investiria numa dessas que serviria pra atacar e salvar quando preciso !

    Sds.

  8. O nosso problema não é armamento pesado em navios de polícia naval, mas, sim, escoltas no estado da arte em número condizente com o tamanho de nosso litoral.

  9. Nossos NaPa são de patrulhas com a função de guarda costeira. Não vejo a necessidade de misséis anti-navios neles, ainda mais para o tipo de patrulha os canhoes até resolve. Navios patrulheiros tem que ficar constantemente no mar e manter mísseis em patrulhas de rotina é cara a manutenção. Também acho, que se surgir necessidade, poderemos instalar os conteineres. Não entendo expressões como porcaria e algo mais.

  10. (Fonte DefasaBR)

    “A FAB acabou mesmo adquirindo 12 helicópteros de combate do modelo Mil Mi-35 HUND”

    “Finalmente, no anúncio do contrato, em 23 de dezembro de 2008, foram revelados quais serão os usuários dos 50 helicópteros de transporte tático de tropas EC-725 Super Cougar :
    FAB – 18 unidades;
    EB – 16 unidades; e
    MB – 16 unidades.”

    E pro Exercito e Marinha nada !!!!

  11. Qualquer um desses NaPa consegue fazer frente a maior parte dos meios de superfície da América Latina. Sei que vão me linchar, mas no litoral e nas plataformas petrolíferas nos daria um poder de dissuassão respeitável, até mesmo frente à países desenvolvidos. Não precisava nem de 50, mas uns 25 já estavam de excelente tamanho, ao invés de “3000 canhoneiras” (armadas com arco e flecha!!!)
    Na minha humilde opnião eu prefiro os seguintes NaPa:

    1 – Visby (Suécia),
    2 – Hamina (Finlândia),
    3 – PKX (Coreia do Sul),

    Obs.: Qualquer uma dessas 3 primeiras já estava ótimo para a MB.

    4 – Hayabusa (Japão),
    5 – Type 143 Gepard (Alemanha),
    6 – Super Vita (Grécia),
    7 – Houbei (China),
    8 – Kilic (Turquia),
    9 – Victory (Singapura)
    10 – Helsinki (Finlândia/Croácia)

    Até mesmo a última que já é ultrapassada, dá de 10 a 0 em nossas “canhoneiras”.

    Sds.

  12. Penso que em nossas futuras patrulhas não precisaria estar instalado os lançadores de mísseis, mas sim, a possibilidade de instalação em caso de necessidade. Alguém saberia responder se foi planejado desta forma?

    abs

  13. Analisando algumas observações feitas e confrontando-as com as informações constantes do post, algumas dúvidas me vieram à mente.

    Tudo bem que o PKX é bem rápido, porém sua autonomia é de 2.000 milhas a 15 nós. Portanto se nossa marinha dispusesse de um barco semelhante em Natal, por exemplo, dada a distância e o tamanho da área de busca, ele dificilmente poderia se deslocar até lá a tamanha velocidade. Ou seja a capacidade de fazer 41,5 nós não faria muita diferença neste caso.

    O post menciona que ele leva quatro SSM-700K Haesung, com 150 milhas de alcance. Bom; isto é bem acima do horizonte radar do PKX, o que me leva a concluir que para atingir oponentes a tal distância ele depende de uma aeronave para detectar e atualizar as informações do alvo. O PKX não leva helicóptero (claro, dadas às suas dimensões) então ele sempre dependerá de um avião ou helicóptero para usufruir plenamente de tamanho alcance e poder de fogo.

    Da primeira vez que falou-se do PKX neste blog, tive a oportunidade de aprender muita coisa debatendo sobre a validade da MB dispor de embarcações similares, em especial por conta do pré-sal. A relação custo X benefício/poder de fogo me parecia muito atraente.

    Mas depois ficou claro que talvez não fosse assim tão bom. Os campos do pré-sal estão muito distantes o que limitaria a autonomia de um barco desses nas missões de patrulha. O rodízio de barcos teria que ser intenso para dispormos sempre de algum na região. Ou então dependeríamos de algum tipo de navio “tender de FPB” na região para reabastecê-los. Não é preciso ressaltar que o tender seria um alvo fácil durante seus deslocamentos pela região, da mesma forma que ambos seriam patinhos na lagoa no momento em que estivessem em faina de reabastecimento. E por aí vai.

    Por isso estou com o Marujo, quando ele diz que o nosso problema maior é dispor de escoltas no estado da arte e em número condizente com nossas necessidades. Vou além e acrescentaria alguns esquadrões de caças de ataque naval baseados em pontos estratégicos da costa, a fim de dar-nos capacidade de reação rápida e a longa distância. Algo que eventuais oponentes tivessem que lidar até que a frota chegasse à região para engajamento. Isto sem falar em mais aviões de patrulha igualmente no estado da arte em armamento e eletrônica embarcada que assegurasse a detecção de ameaças com a maior antecedência possível.

    Me parece que já que nossa marinha tem que fazer as vezes de guarda costeira, o melhor mesmos são NaPaOc com boa autonomia e grande alcance a velocidade moderada (talvez entre 20 e 24 nós) para emergências como a atual.

    Abraços a todos.

  14. Enquanto isso estamos gastando dinheiro construindo patrulhinhas de 500 t no Ceará que, na verdade, não passam de barcos de polícia obsoletos.

    São projetos franceses que eles já não usam há séculos e empurram para cima dos emergentes.

    Nossos “patrulhas” cearenses não pasam de barcos paisanos, pobremente equipados, com um canhão para dar pinta de belonave.

    Toda a técnica de construção, radares, equipamentos de comunicação é tudo paisano do tipo empregado em um bom barco pesqueiro.

    Mas não se preocupem pois os franceses, além de nos empurrarem esse projeto, estãos nos empurrando 4 submarinos SCORPENES também obsoletos e sem nenhum conceito nas armadas do mundo e nos vendendo por mais de 7 bilhões e sonho de um submarino nuclear que nem daqui a 20 anos estará pronto … só o dinheiro vai sair para o bolso de uma empreiteira ficará virtual ‘dona” de um belo estaleiro.

    Mas isso é uma outra história para outro dia.

    EM TEMPO: O engraçado é que, quando se fala em um navio desses, vozes dizem que a opção cearense é suficiente porque não precisamos de nada mais sofisticado … mas quando se fala de submarinos, defendem a aventura do nuclear (que não vai sair nem nas próxima décadas) ao custo de mais de 7 bilhões, quando podemos construir submarinos plenamente satisfatórios por menos de 300 milhões ….

  15. Arcanjo…

    Então a “profissional” Marinha do Chile comprou os “obsoletos” Scorpene? É sério mesmo?

    Putz… Tem gente aqui que vai surtar! kkkkkkkk

  16. O Brasil precisa e urgente de um desses barcos patrulha mais não nossos políticos vão gastar bilhões e bilhões de reais para a copa de 2014 e em salários para as patentes do alto escalão das forças armadas.

    A Visby seria uma boa para o Brasil.

  17. Zero Uno,

    A marinha do Chile comprou dois SCORPENES mas, quando tem de enviar submarinos para manobra com a US NAVY, manda os antigos IKL 209.
    Eles sabem bem porque!
    É melhor mandar os antigos confiáveis do que os novos que estão dando imensas dores de cabeça e podem dar vexame em plena arena, debaixo dos olhos americanos …
    É isso.

    Raphael,

    Os SCORPENES são obsoletos sim, a ponto de não serem comprados, há tempos, por qualquer marinha aprestada e necessitada de equipamentos operacionais confiaveis. Aliás, com bem sabemos, não ganham uma única concorrência de técnica e preço e só são vendidos pela via política.

    Ou não???

    Basta ler e acompanhar o tema pelo mundo.

  18. Bom, se desenvolvêssemos uma belonave de 500t baseado no projeto da hamina, eu já estaria bem feliz, detalhe da construção e padrão de pintura do navio são excelentes, armamento poderia ser com tecnologia nossa mesmo(um saber 200, misseis avibrás, etc.), é só querer.

  19. Assino embaixo do que voce escreveu, meu caro Camilo. Você lembrou que sequer dispomos de uma aviação de patrulha marítima decente em pontos estratégicos ao longo de nosso litoral. Os aviões de busca do avião francês estão partindo de locais distantes, como o Rio de Janeiro e Campo Grande. Ainda bem que a END prevê desconcentração de meios. Vem em muito boa hora.

  20. Até hoje não consigo entender como esse exelente canhão de 76mm, não é usado por nossa marinha, que prefere sempre o 114mm e 40mm e a maioria das marinhas no mundo preferem o 76. Será que eles estão errados????????

  21. Apesar das qualidades mencionadas no post, este navio tem alguns problemas que foram duramente críticadas por parte dos coreanos.
    A primeira e mais séria refere-se à sua instabilidade em velocidade alta, ou seja, ele treme muito quando se alcança a velocidade máxima a ponto de meter medo nos tripulantes do navio. Muito se falou a respeito da solução do problema chegando alguns a defender a revisão completa do projeto, mas a marinha não chegou a tal ponto chegando a afirmar que solucionou o problema por outros meios não tão radicais (mas tem gente que não acredita muito nisso).
    Pelo pouco que me lembro a este respeito num artigo que li num site coreano, dizia-se que a motorização do navio era extremamente forte e que talvez isso causaria o problema. Como não sou especialista do assunto na época não entendi muito sobre isso.
    Bem, apesar e não sanado 100% parece que o governo coreano resolveu comissioná-lo assim mesmo por causa da tensão que surgiu com os norte-coreanos recentemente.
    No momento mais 5 PKX estão em construção no estaleiro da STX.
    Por fim, o colega Camilo tocou no assunto do alcance dos mísseis anti-navios do PKX, e ele está certo pois se me lembro bem o alcance do radar deste navio deve ser algo em torno de 30Km, logo os mísseis vão de fato precisar ser guiado por outros meios.

  22. Caro patriota,
    Se dependesse apenas dos aspectos comerciais, tenho certeza que a Coreia venderia muito por aqui, pois são muito agressivos quando querem vender algo, o problema é que a Coreia não tem muito “acesso” à esfera do poder por aqui como alguns tem, como por exemplo a França que é “amiga” de muita gente em Brasilia.

  23. Caro Robson Br

    Você está certo. Os barcos de patrulha fazem as vezes de guarda costeira. E isto de forma consciente pela MB. Vou citar um exemplo, o navio patrulha Benevente, que fica baseado no porto de Rio Grande.
    Na sua função de GC ele leva duas lanchas para abordagem, um canhão 40mm e duas metralhadoras. Mas a função real do Benevente, em caso de guerra, é ser navio mineiro. O equipamento de lançamento de minas fica no porto e poderá ser rapidamente instalado em caso de necessidade.
    Portanto, a GC poderia muito bem ser criada de fato, ser operada pela MB e usar barcos com dupla função. Mataríamos 2 pernilongos com o mesmo jato de spray.

    Abraços

  24. Este patrulha pode ser pequeno mas é um guerreiro da pesada! Mas não és disto que o Brasil precisa, precisa de patrulhas do género do Piloto Pardo do Chile.
    As Visby também são navios espectaculares mas completamente desnecessárias para qualquer orçamento. Até o governo sueco, que as mandou fazer, está a tentar vender os últimos navios da fornada, tal é o seu custo!

  25. ACORDEM!!!
    Vamos pegar um mapa e olhem para a coréia e suécia, agora olhem para o Brasil. Qual o GRANDE diferença entre nós e eles? Galera, nos casos da Coréia e da Suécia, o inimigo mora no seu quintal, quanto aqui ele morar no outro bairro. Quando disso isso não é porque nós deveríamos reduzir nossas defesas, digo isso porque a característica do combate é MUITO diferente. Lá, quando uma embarcação invade sua águas, ela já tem alcance para destruir alvos primários. Aqui, a coisa é bem diferente, nossas patrulhas irão trabalhar em mar aberto e lá elas são um alvo para grandes navios. Coloque um navio desses no nosso cenário e ele será afundado assim como nossas “canhoneiras”. Aqui, quem irá a luta será um GT, não se enganem. Não adianta um navio desses ter míssil antinavio se ele não tem heli de apoio (no nosso cenário), lá é diferente, pois o navio que cruzar a fronteira estará na sua “cara”. Outro detalhe, vejam os custos de manutenção destas embarcações, devem absurdos.

  26. Nossas patrulhas terão emprego semelhante a guarda costeira americana. Não precisam ser mais armadas que isso.
    Porque será que eles não usam tal solução por lá, lá mesmo!! Não tô falando de patrulha com mísseis que eles empregam na asia.

    Por que será??? Dinheiro eles possuem e vontade de gastar nem se fala.

    Sds,

  27. ARCANJO

    “A marinha do Chile comprou dois SCORPENES mas, quando tem de enviar submarinos para manobra com a US NAVY, manda os antigos IKL 209.
    Eles sabem bem porque!”

    Por que a força aérea venezuela manda os F-16A(cruzex) no lugar dos Sukois?Será porque eles tem medo de passar vergonha?? O mesmo vale para a FACh, que manda os F-5 III, também será vergonha??

    Sds

  28. Igo

    Vc se lembra das boias que encontramos proximo a base de Alcantara?
    vc se lembra existe a possibilidade de que o acidente que lá ocorreu ter sido resultado de sabotagem?
    nós temos grandes reservas de recurços naturais e isso é de grande interesse das grandes potências, estes países que criaram “acesso” a nossa esfera de poder não fizeram isto por acaso.
    acredito que os nossos potênciais inimigos não são estas republiquetas da AL

  29. Caro Igo,

    Você tocou no ponto certo. Além do fato que você menciona (o inimigo mora ao lado), devemos considerar o tipo de litoral cheio de baias ou fiordes (Grécia, Noruega, Suécia, Finlândia, p.ex) e a pequena extensão territorial (os mesmos anteriores mais Coreia do Sul, Cingapura, Croácia). Tudo bem que China e Turquia não são pequenas. Mas a Turquia tem o inimigo morando ao lado e sua costa é bem irregular e com várias ilhas. China vem nos últimos anos mudando sua filosofia de uma marinha costeira para uma frota de alto mar para projeção de poder.

    As características do litoral e a pequena extensão territorial até certo ponto justificam o uso de pequenas embarcações, rápidas e armadas com mísseis, uma versão moderna dos PT Boats.

    Por isto que meu pensamento hoje se alinha com o do Marujo e do Igo. A extensão da nossa costa e da nossa zona de exploração exclusiva não tornam adequada o uso de embarcações deste tipo.

    Imaginemos o cenário hipotético de conflito envolvendo o Brasil. Se alguém viesse atacar nossos campos de petróleo offshore, poderia fazê-lo de três formas: 1- Ataque aeronaval partindo de um CVN ou CVA, ou mesmo de um ou mais “Principe das Astúrias” da vida; 2 – Ataque com mísseis de cruzeiro disparados de navios de superfície ou submarinos; 3 – Sabotagem conduzida por grupos de mergulhadores de combate lançados a partir de submarinos (este menos provável dada à grande quantidade de plataformas).

    Agora, sinceramente, em quais destas hipóteses barcos como a PKX nos seriam úteis? Vamos esquecer os porta-aviões. Uma simples corveta equipada com um helicóptero e mísses AS da classe do Sea Skua seria uma parada dura de enfrentar. Quanto a submarinos não me consta que as PKX e similares tenham capacidade de detecção. Armamento ASW elas não têm.

    O Igo foi muito feliz quando mencionou os EUA e a sua Guarda Costeira. Realmente os barcos deles (Cutters como eles os chamam) são grandes, com bastante autonomia, razoável velocidade, levam se não todos a maioria um helicóptero orgânico, e apenas um canhão de 76mm e acho que também 2 metralhadoras de 20mm.

    Isso é mais que suficiente para repressão a pesca ilegal, controle de poluição, busca e salvamento, i.e. as tarefas de polícia, típicas de uma guarda costeira. Se a coisa pegar pro lado deles, aí eles têm a frota e seus inúmeros caças para lidar com a ameaça.

    O que nós precisamos é a mesma coisa. Claro que numa escala bem menor dada as nossas limitações orçamentárias. Por isso hoje defendo a opção da MB por patrulhas leves e com boa autonomia.

    Abraços a todos

  30. Os Distritos Navais tem função similar as de uma Guarda Costeira, o X da questão, é que os meios disponíveis são muito insuficientes para o cumprimento da missão. Criar uma GC, ou seja, mais uma instituição pro contribuinte sustentar, drenaria muitos recursos orçamentários, não apenas na aquisição de Navios.
    Sds

  31. Colegas,
    Parece que o Cazaquistão será o primeiro cliente internacional do PKX. Jornais dizem que a unidade será vendida por US$ 100 Milhões, e a decisão foi aprovada pela Rússia que considerou o navio superior ao deles (por que o Cazaquistão precisa da aprovação da Rússia e com qual navio russo será que foi comparado?).
    O navio operará no Mar Cáspio sendo que outro país deste mesmo mar, o Azerbaijão, mostrou interesse também. Se os dois países adotarem o navio e entrarem em conflito vai ser engraçado ver este navio lutar contra si mesmo.
    A Coreia já vendeu vários “Chamsuri” ao Cazaquistão a preço simbólico de US$ 100,00 e parece que esta venda é reflexo deste gesto de generosidade/estratégia comercial realiza pela Coreia no passado.

  32. caros,
    o que se vê, é o total descaso das autoridades em aparelhar nossas forças. Vejamos não apenas a marinha como também a aeronautica onde, ja foi deliberado tecnicamente que os caças suecos são os de melhor eficiência tática operacional, mais baratos, transferência irrestrita de tecnologia mas o avião que ganhará a conconrrência será o rafale por questões políticas. Então pra que serve o relatório da aeronáutica? O Gripen NX pousa em qualquer pista, por exemplo em pista de garimpo, rodovias e etc. Sua célula é mais desenvolvida tecnologicamente que o rafale e f-18. Bom, isso é extendido tb para a MB. Obsolescência total das naves. O que espera de conflitos, diga-se de difícil de acontecer, porém sucessíveis de acontecê-los.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here