A Fragata “Constituição” retornou ao Rio de Janeiro, no último domingo, 21 de junho, depois de permanecer 14 dias no mar, realizando buscas na área do acidente do vôo 447, da Air France.

A missão de salvamento foi iniciada em 1° de junho e encerrada no dia 14 do mesmo mês, por ocasião da atracação do navio no porto de Recife, quando desembarcou destroços da aeronave acidentada. Uma parte da estrutura do avião foi recolhida do mar por 70 militares, numa operação que durou aproximadamente 6 horas, devido às dimensões e peso do equipamento.

O navio possui uma tripulação de 209 militares e é comandado pelo Capitão-de-Fragata Marcos Borges Sertã. Ela estava atracado no porto de Salvador, regressando da Comissão “Unitas Gold”, operação multinacional composta por navios das Marinhas da Alemanha, Canadá, Chile, Colômbia, Estados Unidos, México e Peru, quando foi acionado para iniciar as buscas do vôo 447.

A Marinha tem representado importante papel no resgate, que já localizou, além dos destroços, 51 vítimas. Um total de 13 meios navais já foram empregados na missão: as Fragatas “Constituição” e “Bosísio”; o Navio-Tanque Almirante “Gastão Motta”; as Corvetas “Caboclo” e “Jaceguai”; os Navios-Patrulha “Goiana”, “Guaíba” e “Grajaú”; o Rebocador de Alto-Mar “Triunfo”; o Navio de Desembarque-Doca “Rio de Janeiro”; e os helicópteros “Super Lynx”, “Super Puma” e “Esquilo”.

FONTE: MB

 

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A Alemanha já tinha concordado em vender três submarinos U214 aos paquistaneses, mas o fechamento do negócio tem sido postergado por conta da instabilidade política reinante no Paquistão.

Para os alemães o negócio de US$ 2 bilhões é economicamente atraente, mas é politicamente arriscado. Em 2006, o Governo Alemão deu o aval ao Paquistão, inclusive com um crédito de exportação de US$ 1,4 bilhão.

Mas agora que o país tornou-se infestado por insurgentes do Talibã e da al-Qaida, que querem desestabilizar o governo local e lançar ataques ao Afeganistão, a venda dos submarinos foi congelada.

As negociações tem se arrastado e a venda dos submarinos U214 vai precisar da aprovação do conselho de segurança nacional da Alemanha, que repetidamente vem adiando a decisão.

O ministro da defesa do Paquistão esteve visitando os alemães recentemente, mas parece que a decisão final só será tomada após as eleições federais na Alemanha, que ocorrerão em setembro.

NOTA do BLOG: A Índia e o Paquistão são adversários tradicionais também no mar e a compra dos U214 visa fazer frente à ameaça representada pelos submarinos “Scorpène”, que estão sendo construídos pela Índia.

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VL MICA naval

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vinheta-destaqueO MBDA VL MICA é um sistema de defesa antiaérea que emprega o mesmo míssil ar-ar usado no caça Mirage 2000 e no Rafale, adaptado para o lançamento vertical (Vertical Launch), a partir da superfície. Cada míssil pesa 112kg e tem uma ogiva de fragmentação de 12kg. O VL MICA oferece cobertura de 360°, alcance efetivo de cerca de 10km (máximo de 20km, segundo o site do fabricante), para alvos a cerca de 9.000m de altitude.

O desenvolvimento do VL MICA começou em 2005, pelo financiamento da DGA (Délégation Générale pour l’Armement) no âmbito do Programa “Salva”, com o apoio das Forças Armadas francesas.

Segundo o fabricante, o míssil MICA é o único em sua categoria no mundo capaz de ser equipado com uma cabeça rastreadora por radar ativo ou um rastreador IR: esta capacidade oferece a garantia de uma resposta eficaz contra ataques de saturação em um ambiente com severas contra-medidas eletrônicas.

O VL MICA utiliza um sistema de lançamento vertical para garantir cobertura em todos os azimutes. A munição está alojada num ambiente fechado, que atua tanto como recipiente de armazenamento e lançamento (ver os silos verticais nas imagens abaixo), garantindo a proteção dos mísseis contra as condições ambientais. Este sistema tem a vantagem de reduzir as operações de manutenção preventiva, com uma simples verificação periódica, que melhora significativamente a vida útil do míssil.

O VL MICA faz parte do sistema de armas das fragatas FREMM oferecidas à Grécia. O sistema também seria uma opção de baixo custo para o Brasil, no lugar do Aster, caso a FREMM seja selecionada como a futura escolta brasileira.

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NOTA do BLOG: Leia aqui como é feita a proteção de forças-tarefa no mar contra aeronaves e mísseis inimigos.

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mao

Duas pesquisas feitas por jornais chineses na internet este mês, revelaram que a maioria dos internautas prefere o nome de “Mao” para o futuro navio-aeródromo do país, em homenagem ao polêmico líder chinês Mao Tsé-Tung.