Página 10 de 14« Primeira...89101112...Última »

08/06/2009 – 19h00

O Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica informam que, desde o início das buscas até o presente momento, o total de corpos retirados do mar é de 24, todos a bordo de navios brasileiros.

Os oito últimos corpos resgatados, em trabalho conjunto da Marinha do Brasil e Marinha Francesa, serão oportunamente encaminhados para Fernando de Noronha, onde serão submetidos à preparação pericial inicial e, posteriormente, transportados de avião para a cidade do Recife (PE).

A Fragata Constituição está a cerca de 400 quilômetros do Arquipélago de Fernando de Noronha, com os 16 corpos resgatados anteriormente. As condições meteorológicas não interferiram nas operações de busca e resgate nesta data, porém existem formações meteorológicas que indicam mau tempo nas proximidades do Arquipélago.

Atualmente, a Operação conta com 255 militares da Força Aérea Brasileira, deslocados para Natal (RN), Recife e Fernando de Noronha (PE), e 14 aeronaves, sendo 12 da Força Aérea Brasileira e duas da França. O helicóptero H-34 (Super Puma da FAB) deslocou-se de Natal a Fernando de
Noronha, a fim de apoiar diretamente as operações de resgate.

A Marinha do Brasil atua com 570 militares embarcados. O Navio-Patrulha Guaíba substituiu o Navio-Patrulha Grajaú, que está retornando a Natal (RN) para ressuprimento. Dessa forma, permanecem na área de operações cinco navios da Marinha do Brasil e uma Fragata da Marinha da França.

As ações de busca e resgate continuam, sem qualquer interrupção, e estão
concentradas nos pontos onde foram localizados os corpos. O levantamento de
outros focos de destroços continua a ser feito pela aeronave R-99 e, durante a noite, aeronaves de busca visual trabalham no transporte de suprimentos para Fernando de Noronha.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA

 

Atividades a bordo do NAe São Paulo

Adestramento A-12

Nos dias 13 e 14 de maio, o 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1), participou de adestramentos no Navio-Aeródromo São Paulo (A-12), apoiando as atividades preventivas a retomada das operações aéreas.

Foram aproximadamente 8,0 horas de voo em proveito das equipes de controle aéreo, manobra e crash. Também foram executados circuitos de pouso do AF-1, com um piloto do EsqdVF-1 a bordo do IH-6B, com todas as estações de recolhimento guarnecidas e prontas para receber a Garça 46 transformada em Falcão.

Ainda no dia 13 de maio, os alunos do CAAVO 2008, também visitaram o Navio-Aeródromo São Paulo, atracado no AMRJ.

Recebidos a bordo pelo Chefe do Departamento de Aviação, os futuros aviadores navais tiveram a oportunidade de conhecer as instalações do A-12 e de assistir a uma palestra sobre as operações desse importante meio naval.

CAAVO 2008_A-12

Fonte e fotos: ComForAerNav

 

080329-N-7883G-023

A Marinha dos Estados Unidos (US Navy) noticiou no último sábado, dia 6, que no final de maio foram realizados com sucesso testes de engenharia dos mísseis ESSM (Evolved Sea Sparrow Missile) no  USS Nimitz (CVN 68), no Oceano Pacífico.

Foram feitos os primeiros disparos da configuração de produção do míssil a partir da nova variante do Sistema de Defesa do Navio (Ship Self Defense System – SSDS), de arquitetura aberta, de forma a prover uma capacidade superior de defesa contra mísseis anti-navio mais velozes, menores e mais manobráveis.

Os testes teriam validado um aprimoramento realizado na configuração de guiagem do ESSM, e demonstrado sua integração ao SSDS, de forma a ampliar a profundidade da defesa e a probabilidade de acertos.

… e USS Carl Vinson reabre o convoo após três anos de manutenção do navio 

090423-N-6106R-034

Também no sábado, dia 6, a US Navy noticiou que em Newport News foi realizada a cerimônia de ” reinauguração”  do convoo do USS Carl Vinson (CVN 70), após três anos de um período de manutenção e reconstrução sofrido pelo navio.  Segundo a notícia, é a primeira vez que o convoo foi declarado como pronto antes do navio sair para as provas de mar, comparado a períodos de manutenção anteriores.

O aprontamento incluiu completar toda a superfície anti-derrapante do convoo, reconstrução e teste das quatro catapultas, pintura de todo o hangar, testes de eficiência e segurança no embarque de 1,6 milhões de galões de combustível JP-5 e, por fim, a revitalização e atualização do controle de voo primário.

O Carl Vinson está completando seu período de reabastecimento e reparos (RCOH – Refueling Complex Overhaul) no estaleiro da Northrop Grumman. Trata-se de um período de manutenção de meia-vida no ciclo de 50 anos de serviço de todos os porta-aviões da classe Nimitz. Além da troca do combustível nuclear, o RCOH também inclui a modernização de toda a infraestrutura do navio para adequá-lo ao estado-da-arte pelos próximos 25 anos de serviço.

Fonte e Fotos: US Navy 

 

A fragata porta-mísseis Beas da Marinha da Índia e a corveta russa Stereguschiy (foto) efetuaram, no dia 7, manobras no Mar Báltico, informou um porta-voz da Marinha Russa.
“Os navios russo e hindu, depois do seu encontro nas águas do Mar Báltico, realizaram manobras do exercícios indo-russo PASSEX”, disse um porta-voz da Marinha Russa ao RIA Novosti.
O porta-voz indicou que durante os exercícios, as tripulações dos dois navios efetuaram manobras de navegação, comunicações, salvamento e combate contra piratas.
Despois de concluidas as manobras, a fragata hindu tomou rumo ao porto alemão de Bremerhafen.
O porta-voz acrescentou que esta é a primera vez que a tripulação da Stereguschiy participa de manobras internacionais.
Com uma velocidade de até 30 nós e uma autonomia de navegação de 4.000 milhas, a corveta Stereguschiy pode atacar alvos tanto na superfície do mar quanto debaixo da água, apoiar o desembarque de tropas e cumprir tarefas de defesa antiaérea.

FONTE: RIA Novosti / COLABOROU: Paulo Cadavid Delgado (Espanha)

 

parte-airbus-foto-fab-via-g1

Nove cadáveres são levados por embarcação brasileira a Noronha; resgate francês recolheu oito corpos

São Paulo – O Centro de Comunicação da Aeronáutica e da Marinha anunciaram na noite deste domingo, 7, que 17 corpos foram resgatados na área de buscas, além de dezenas de novos componentes estruturais do Airbus A330-200, da Air France, que caiu no Oceano Atlântico há uma semana.

De acordo com o tenente coronel Henry Munhoz, assessor de comunicação da Aeronáutica, a fragata Constituição está a caminho de Fernando de Noronha com os cinco corpos resgatados anteriormente e mais quatro recolhidos ao longo do dia. Desses, quatro são de homens, quatro de mulheres, e um não foi possível a identificação. Ainda segundo Munhoz, nesta tarde, outros oito corpos foram resgatados pela fragata francesa Ventôse, que se encontra na área de busca. Segundo as autoridades, outros corpos foram avistados e o resgate será feito por outras embarcações que estão no local.

Identificação

A fragata Constituição já estava a caminho de Fernando de Noronha, trazendo os cinco corpos resgatados entre sábado e a manhã do domingo, mas retornou ao local para recolher os outros quatro corpos encontrados durante a tarde. A previsão é de que a fragata Constituição chegue a Noronha na terça-feira, 9.

Em Fernando de Noronha, apenas a preparação inicial dos corpos será realizada. A identificação será realizada em conjunto entre a Polícia Civil de Pernambuco e a Polícia Federal, em Recife. A liberação dos corpos será feira pelo Instituto Médico Legal (IML) de Recife.

Buscas

parte-airbus-2-foto-fab-via-g1

Seis navios (cinco brasileiros e um francês) e 14 aeronaves (12 do Brasil e duas da França) continuam com as buscas na área. Sobre as responsabilidades na operação, Munhoz explicou que a busca e o resgate de corpos e destroços são de responsabilidade da Marinha e Aeronáutica brasileiras. O ressarcimento de pertences dos passageiros é de responsabilidade da empresa aérea. A investigação do acidente é de responsabilidade das autoridades francesas.

O tenente coronel informou ainda que há uma dificuldade logística entre o local onde os corpos foram encontrados e Recife, já que a distância é muito grande. “A distância equivale à distância entre São Paulo e Porto Alegre. Se fosse de ônibus, seria feito em 18 horas. Considerando que é feito por navio, que tem limitações, pode demorar mais. A operação durará o tempo que for necessário para fazer o resgate de tudo o que for possível”, afirmou.

Caixas-pretas

A descoberta de destroços do voo AF 447 e de corpos de alguns de seus passageiros no Oceano Atlântico representa o início de uma fase ainda mais complexa no trabalho de investigação das causas do acidente. Além da identificação dos corpos, o desafio das Forças Armadas do Brasil e da França será localizar as balizas e as caixas-pretas da aeronave, cujos registros podem ser determinantes para apontar as responsabilidades pelo desastre.

As buscas devem se concentrar no mesmo perímetro em que a Marinha brasileira realizava pesquisas: 2,98º Norte, 30,59º Oeste, segundo as coordenadas geográficas divulgadas em Paris.

Nessa região, explicou ontem Laurent Kerleguer, engenheiro-chefe de Armamento e especialista em ambiente marinho do Serviço Hidrográfico e Oceanográfico da Marinha (Shom) da França, as profundidades, abissais, variam entre 1.300 e 4.600 metros.

Num ambiente dessa magnitude, buscar pelas caixas-pretas do Airbus da Air France é como procurar caixas de sapato perdidas em uma cadeia montanhosa com picos mais altos que os dos Pirineus, na fronteira da França com a Espanha. E com um agravante: a área no Oceano Atlântico foi, até aqui, pouco estudada.

O tempo decorrido desde o acidente é outro fator complicador. Entre o primeiro e o sexto dia a contar do acidente, as caixas-pretas foram empurradas na razão de 40 quilômetros por dia – sem contar a força dos ventos – se a região na qual se perdeu tem 4 mil metros de profundidade. Na melhor das hipóteses, os gravadores teriam sido movidos pelas correntes em seis quilômetros por dia, caso tenham afundado em uma área de mil metros de profundidade.

Além dessas variáveis, terão influência nas buscas a temperatura e a salinidade da água, fatores que exercem papel na propagação das ondas de som emitidas pelas balizas – espécies de sinalizadores fixados nas caixas-pretas. Um exemplo: se os objetos estiverem a quatro mil metros de profundidade, os barcos de pesquisa terão de estar exatamente sobre o ponto para localizá-los.

As únicas razões para otimismo são as esperanças de que as balizas que são fixadas nas caixas-pretas não tenham sido danificadas no momento do choque do avião. Se tudo correr bem, esses sinalizadores emitirão as ondas sonoras por pelo menos mais 25 dias, um sinal que pode ser captado por sonares.

FONTE: Estadão

FOTOS: FAB, via G1

*ATUALIZAÇÃO: conforme notícia desta segunda-feira do G1, a Aeronáutica e a Marinha retificaram a informação divulgada no domingo (7), de que 17 corpos de vítimas do acidente com o voo 447 foram localizados. Segundo nota divulgada nesta segunda-feira (8), até esta manhã, 16 corpos foram resgatados. Segundo capitão de fragata Giucemar Tabosa, assessor de comunicação da Marinha, a diferença nos números foi notada durante a transferência dos corpos recolhidos da fragata francesa Ventose para uma embarcação brasileira. Ele disse, durante entrevista no Recife, que a fragata francesa tem capacidade limitada para armazenar corpos e, por isso, a equipe de buscas considerou que a transferência seria mais apropriada.

 

ventose-mn Um navio militar francês, o “Ventôse”, que participa da busca do Airbus da Air France desaparecido no Atlântico, resgatou um corpo próximo à costa brasileira, mas não confirmou se é de um ocupante do voo AF 447, anunciou neste domingo o Estado-maior francês em Paris.

“O ‘Ventôse’ encontrou um corpo e inúmeros destroços que podem ser de um avião”, declarou o capitão Christophe Prazuck, do Estado-maior, acrescentando que a embarcação francesa está sob a autoridade das forças brasileiras. Se for de um ocupante do AF 447, o número de corpos resgatados poderá subir para seis. As autoridades brasileiras, no entanto, não confirmaram se o corpo localizado pelos franceses está entre os cinco que já foram recolhidos.

A Marinha do Brasil já havia divulgado neste domingo (7) o resgate de mais três corpos de passageiros do voo 447 da Air France. Eles se somam a outros dois encontrados ontem. Os cinco corpos devem chegar nesta segunda-feira (8) a Fernando de Noronha para, em seguida, serem levados para o Recife, onde serão necropsiados no Instituto Médico Legal (IML).

Segundo Prazuck, o helicóptero Panther, que estava a bordo da embarcação, decolou imediatamente e localizou o corpo e os destroços e os levou para o barco.

FONTE: UOL, EFE

 

‘Nerpa’ será incorporado em breve

nerpa

O submarino russo envolvido em um acidente com vítimas fatais será incorporado à Marinha da Rússia em breve e arrendado à Índia, informou o site russo Ria Novosti.

Em novembro do ano passado 3 submarinistas e 17 funcionários do estaleiro construtor morreram a bordo do submarino Nerpa (classe Akula II) durante um vazamento de gás tóxico.

A Índia pagou 550 milhões de dólares para ter o submarino durante dez anos. Segundo a imprensa daquele país parte da construção do submarino foi financiada pelo governo indiano. A quilha do Nerpa foi batida em 1991 e a construção foi suspensa por falta de fundos por vários anos.

FOTO: Keypublishing

 

Rússia conta com apenas oito SSBN em atividade

Frota atual ainda conta com 17 SSN e 20 SSK em condições operacionais segundo especialista russo

A Rússia possui atualmente 12 SSBN em serviço, mas apenas oito contam com capacidade efetiva de executar patrulha de deterrência, informou o site Ri Novosti.

“Das doze unidades o Dmitry Donskoi (classe Akula/Typhoon) encontra-se realizando testes com o novo ICBM Bulava, seis Delta IV estão sendo adaptados para o lançamento do ICBM R-29M Sineva (SS-N-23) e cinco Delta III estão em atividade na frota do Pacífico” disse Mikhail Barabanov, editor da revista Moscow Defense Brief.

Atualmente os submarinos da classe Delta III estão em processo de descomissionamento e dois da classe Typhoon (Arkhangelsk e Severstal) encontram-se na reserva em Severodvinsk desarmados e necessitando de reparos.

A classe Typhoon será substituida pela classe Borey. A primeira unidade da classe, o Yury Dolgoruky, foi lançado ao mar em abril de 2007 e atualmente passa por provas de mar. Dois outros SSBN da classe “Borey”, o Alexander Nevsky e o Vladimir Monomakh, estão em construção. Ao todo, a Marinha da Rússia espera contar com oito unidades desta classe até 2015. A classe “Borey” será equipada com mísseis ICBM Bulava-M (SS-NX-30). Até 16 unidades deste míssil serão transportadas por submarino.

Por outro lado, a frota de SSN está equipada com cerca de 30 unidades armadas com mísseis de cruzeiro SS-N-19 e torpedos de uso múltiplo, mas apenas 17 são realmente operacionais.

A frota convencional possui perto de 20 Kilo (Project 636) que serão gradualmente substituídos pelo Projeto 667 Lada. O inventário da Marinha da Rússia ainda conta com outras sete unidades dedicadas a pesquisa e desenvolvimento tecnológico como o Projeto 20120 B-90 Sarov, um submarino convencional dotado de um reator nuclear para fornecimento de potência suplementar. Este submarino foi comissionado em 2007 e, segundo algumas fontes, ele é utilizado como submarino espião no Ártico.

 

Gorshkov: acordo final pode estar perto

vikramaditya

A Rússia e a Índia podem chegar a um acordo final no mês de julho sobre o custo da modernização do porta-aviões Admiral Gorshkov, informou o jornal Hindu.

De acordo com o contrato original, assinado em 2004, a Rússia deveria entregar o porta-aviões e os caças MiG-29K Fulcrum em 2008 por 1,5 bilhão de dólares. Posteriormente a Rússia afirmou ter subestimado o valor inicial da reforma e exigiu outros 1,4 bilhão. A Índia discordou do valor exigido.

No final de maio ambos os países formaram um grupo de trabalho para definir o valor definitivo da reforma do Admiral Gorshkov (futuro INS Vikramaditya). Acredita-se que o valor final ficaria em torno de 2,2 bilhões de dólares.

Atualmente o porta-aviões está docado no estaleiro Sevmash e a Índia espera recebê-lo no final de 2012. Após a modernização o mesmo deverá ficar em serviço por 30 anos aproximadamente.

 

ghadir

O Irã incorporou mais um mini-submarino, chamado Ghadir 948. O Irã diz que é de projeto nacional, mas na verdade este submarino midget é do projeto italiano MG110, do estaleiro Cosmos, de Livorno.  Os MG110 têm cerca de 28m de comprimento, deslocam 105 toneladas e tripulação de 6 homens. São também utilizados pelo Paquistão.

Podem carregar até 8 mergulhadores e dois torpedos pesados externamente. A velocidade na superfície é de 16km/h e pode ficar sob a água por 8h consecutivas, navegando com baterias. A autonomia é de 5 dias.

Uma fonte militar iraniana diz que “o submarino é difícil de ser detectado, pois é equipado com tecnologia que evita a detecção por sonar e pode ainda disparar mísseis e torpedos simultâneamente.”

Na verdade, esse tipo de submarino é voltado para operações de infiltração de forças especiais e de mergulhadores de combate. Podem atacar navios atracados ou fundeados em bases inimigas, lançando homens-rã ou commandos. Podem atuar também de forma limitada em operações de minagem, operações de barreira em águas rasas (especialmente no Estreito de Hormuz), missões de inteligência e de piquete.

Os MG110 podem navegar 1.000 milhas na superfície usando propulsão a diesel ou 40 milhas submersos, usando baterias. Podem mergulhar a 100m no máximo.

ghadir-948

 

super-lynx-auxiliando-na-coleta-de-material-do-voo-af-447

super-lynx-transporta-destrocos-do-af-447

Foram localizados mais três corpos de passageiros do voo 447 da Air France, que saiu do Rio em direção a Paris no último domingo, informou a Aeronáutica em coletiva de imprensa em Recife, na manhã desta domingo. Com isso, os cinco corpos já encontrados chegam à Fernando de Noronha na segunda-feira, e não mais na tarde deste domingo, como foi informado anteriormente. A embarcação que levava os primeiros corpos teve que voltar para buscar os que foram encontrados hoje. O trabalho de identificação dos corpos será feito em Recife. Outros corpos estão sendo avistados.

Segundo a Aeronáutica, não há mais dúvidas de que os corpos e destroços encontrados no mar são do voo 447 da Air France.

- Não há dúvidas de que todas os corpos e partes de avião encontrados são do voo acidente – informou o comando da Aeronáutica.

Quatorze aeronaves e cinco navios participam no momento das buscas. Destas, 12 são brasileiras e duas, francesas. Todos os cinco navios são brasileiros. A equipe ganhará o reforço da Marinha Francesa, que já enviou a Fragata Ventuse para colaborar nas buscas.

FONTE: O Globo /FOTOS: FAB/MB via Agências Internacionais

fragmento-do-a330-apresentado-pela-mb

af447-sar-brazilian-navy

embarcacao-da-f42-recolhe-destrocos

 
Página 10 de 14« Primeira...89101112...Última »