QG Airsoft

vinheta-clipping-navalO jornal Le Monde informou que embarcações militares franceses detectaram sinais das caixas-pretas do voo 447 da Air France nas profundezas do Oceano Atlântico. Segundo a reportagem, um mini-submarino de pesquisa, o Nautile, mergulhou na segunda-feira para procurar as caixas com a base num “sinal muito fraco” dos gravadores de voo captado pelos barcos franceses.

O relato apresentado nesta terça-feira no site do Le Monde não cita fontes nem fornece mais detalhes. Nem os militares franceses nem os funcionários do instituto marítimo que opera o mini-submarino estavam disponíveis para comentar a informação, assim como os investigadores de acidentes aéreos.

O avião caiu no Atlântico em 31 de maio na rota entre o Rio de Janeiro e Paris. Todas as 228 pessoas a bordo morreram. As caixas-pretas continuarão a emitir sinais apenas até o fim deste mês.

FONTE: Associated Press

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A aquisição do porta-aviões ARA “Independencia” em 1958 mudou definitivamente o rumo da Armada Argentina. A partir de dezembro daquele ano (dois anos antes do término da reforma do Minas Gerais) a ‘Aviación Naval’ pôde delinear um rumo que alteraria definitivamente a guerra aeronaval do Atlântico Sul.

No dia 3 de juho de 1959 o Independencia zarpou para o golfo Nuevo, com o propósito de realizar o primeiro “catrapo” da América do Sul. Cinco dias depois, pilotando um NASNJ-5C (uma versão naval do famoso T-6 Texan) matrícula 2-A-301, o capitão-de-corveta Justiniano Martínez Achával deixou a estação naval de Puerto Madryn.

Após sobrevoar as unidades navais e estabelecer comunicação com a equipe do convés de voo, Achával pousou a bordo do Indenpendencia abrindo um novo capítulo da Aviação Naval Argentina.

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FONTE: Gaceta Marinera / FOTOS: Armada Argentina

 

Vídeo do ARA ‘Independencia’

Extraído do filme “La muchachada de abordo”.

 

Voo AF 447: A missão do ‘Gastão Motta’

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20 dias de mar e 3,5 milhões de litros de óleo transferidos

vinheta-clipping-navalO comandante do navio-tanque Almirante Gastão Motta, Ednaldo Blum, concedeu uma entrevista coletiva no final da manhã de hoje, logo após o atracamento da embarcação no Porto do Recife. O navio atracou às 11h20, trazendo despojos e o corpo de uma vítima do acidente com o voo 447, além de uma pequena quantidade de destroços do avião e bagagens dos passageiros.

O comandante disse que não sabe se o cadáver é de uma pessoa do sexo masculino ou feminino nem pode precisar de que partes da aeronave pertecem os destroços. Ele contou que o corpo e os despojos que estavam a bordo do navio Mistral, da Marinha francesa, foram transferidos para o Gastão Motta há três dias. Este foi o primeiro corpo de uma vítima do acidente a ser transportado por via marítima.

Os outros 49 cadáveres foram retirados do alto mar pelo helicóptero Super Puma da Aeronática até o Arquipélago de Fernando de Noronha, de onde vieram para o Recife a bordo de um avião Hérculos (sic) C-130. Segundo Blum, a operação foi modificada diante da pequena quantidade de material a ser transportado e para aproveitar a viagem do navio, que viria ao Porto do Recife para o reabastecimento.

O Gastão Motta passou 20 dias interruptos no mar. A embarcação saiu do Rio de Janeiro no dia 2 de junho, com o objetivo de abastecer as fragatas Constituição e Bosísio e a corveta Jaceguai, do Brasil, além do navio-anfíbio Mistral e da fragata Ventosie de bandeiras francesas. Durante todo o período em que permaneceu nas buscas, o navio transferiu cerca de 3,5 milhões de litros de óleo diesel. Segundo o comandante, após o reabastecimento no Porto do Recife, a tripulação, formada por 106 homens, vai aguardar a decisão da Marinha para saber se voltará ao local de buscas, uma área de 270 milhas náuticas.

Enfermeiros da Marinha foram chamados para retirar o corpo e os despojos do navio e entregá-los a representantes da Polícia Federal e do Instituto Médico Legal de Pernambuco (IML). O transporte ficou a cargo de um veículo da Polícia Científica, que esteve no local por volta das 12h30. Já o material dos destroços foi recolhido sob a supervisão do Cônsul Francês Yves Lo-Pinto e ficará à disposição do Bureau D´Enquêtes et D´Analises Pour la Securité de I´Aviation Civile (BEA), órgão francês responsável pelas investigações do acidente no hangar na Base Aérea do Recife.

FONTE: Diário de Pernambuco

 

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Fotos em alta resolução enviadas pela TKMS (ThyssenKrupp Marine Systems) e pelo GSC (German Submarine Consortium). No alto, o NRP Tridente em 23.04.09 e embaixo, o NRP Arpão, no dia do batismo. Clique nas imagens para ampliar.

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Entre os dias 1 e 5 de junho, quatro pilotos do Esquadrão HU-2 (2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral), o CF (FN) Bruno, CC (FN) Espozel, CT Jonathas e 1T (FN) Pessanha, realizaram Estágio prático em Simulador de Voo do Super Puma em Stavanger, Noruega.

Na ocasião os pilotos tiveram a oportunidade de se adestrar em uma gama de procedimentos de emergência da aeronave, tais como perda de um motor em voo, auto-rotação completa, fogo no motor, panes relacionadas ao rotor de cauda, entre outras.

Vale ressaltar que esse tipo de adestramento é de grande valia para o Esquadrão HU-2 e para a Marinha, haja vista que o treinamento de emergências em simulador aumenta sobremaneira o preparo profissional dos pilotos frente a possíveis panes em voo.

Faz-se indispensável ressaltar que o adestramento de emergências em simulador é de capital importância na medida que tais procedimentos não podem ser realizados na aeronave.

Com isso o Esquadrão HU-2 dá mais um importante passo na eterna busca pela excelência na arte de voar com a máxima segurança.

Fonte e foto: ComForAerNav

 

NE ‘Brasil’ no Rio Grande

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vinheta-clipping-navalNa próxima terça-feira, 23, chega a Rio Grande o navio-escola “Brasil”, da Marinha brasileira. A embarcação deve atracar às 9h30min no cais do Porto Novo, onde permanecerá até às 9h do dia 25. Na tarde do dia 24, das 14h às 17h, estará aberto à visitação pública. O navio vem da cidade do Rio de Janeiro, de onde parte neste sábado, 20, para fazer sua 23ª Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (VIGM), que abrangerá 21 portos de diversos países e os continentes americano, europeu e africano.

De acordo com a Marinha, a viagem visa a contribuir para o estreitamento dos laços de amizade com outras nações, além de promover instrução aos Guardas-Marinha (GM), que representam os futuros oficiais da Marinha do Brasil oriundos da Escola Naval. A embarcação foi construída pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, a partir de projeto desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval, a qual se constitui em um órgão componente da Marinha do Brasil, utilizando o projeto do casco das fragatas classe “Niterói”.

O navio-escola começou a ser construído em setembro de 1981 e foi lançado ao mar em 23 de setembro de 1983. A incorporação à Marinha ocorreu em 21 de agosto de 1986, ocasião em que foi transferido à Esquadra. O índice médio de nacionalização atingido ao final da construção foi de 60%. É dotado de modernos equipamentos, sendo a maioria oriundos de projetos e desenvolvimentos autóctones, realizados tanto pela Marinha do Brasil quanto por empresas nacionais.

A embarcação está sob o comando do capitão-de-mar-e-guerra Fernando Antônio Araújo de Figueiredo. Sua tripulação é composta, este ano, de 410 militares – 32 oficiais, 219 praças e 159 guardas-marinha, contando ainda a participação de servidores civis e de militares das Forças Armadas nacionais e estrangeiras. Entre estes, estão um aspirante-a-oficial do Exército Brasileiro, um aspirante-a-oficial da Força Aérea Brasileira, dois integrantes da Marinha Mercante Nacional e congêneres de Marinhas Amigas (Alemanha, Angola, Canadá, Chile e Namíbia).

Propósito

O principal propósito da viagem é complementar, com ênfase na experiência prática, os conhecimentos teóricos adquiridos na Escola Naval, onde os Guardas-Marinha habilitaram-se nos Corpos da Armada, de Fuzileiros Navais e de Intendência. E também proporcionar-lhes a oportunidade de enriquecimento cultural através do contato com diferentes povos e nações. Considerado o último ciclo na formação do futuro oficial da Marinha, a Viagem de Instrução inclui tarefas como ministrar aulas eminentemente práticas de Navegação, Meteorologia, Marinharia, Operações Navais, Controle de Avarias, Administração Naval e Liderança. Essas tarefas permitem aos Guardas-Marinha aplicar os conceitos recebidos no período acadêmico sobre a peculiaridade da navegação e conduta em águas nacionais e em mares distantes.

Concluída a viagem, eles serão nomeados segundos-tenentes e movimentados para as Organizações Militares (OMs) da Marinha. Nas OMs, os que pertencem ao Corpo da Armada embarcarão em navios sediados nos Distritos Navais; os Oficiais Fuzileiros Navais serão designados para os diversos Batalhões do Corpo de Fuzileiros Navais e os Oficiais Intendentes poderão servir a bordo como também em OMs em terra.

FONTE: Jornal Agora

 

Direto para a praia

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vinheta-especialEssa faina (manobra) e esse equipamento que pode ser visto na foto acima, sobre o convés do SS Chesapeake, são conhecidos como SALM ou Single Anchor Leg Moor. Nada mais é do que um flutuante que, lançado ao mar, permite ao navio-tanque o bombeamento de combustíveis direto para a praia, dispensando viagens de embarcações de desembarque com caminhões-tanque.

O próprio navio lança o flutuante, depois de remanejamentos nos tanques que levam os combustíveis e nos tanques de lastro, para ganhar inclinação suficiente para lançar o flutuante pelo bordo. Esse sistema permite ao navio ficar ao largo operando mesmo em condições de mar bravo, amarrado ao flutuante como se fosse uma bóia.

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O navio

O SS Chesapeake (AOT 5084), foi construído em 1964 pelo estaleiro Bethlehem Steel Sparrows Point Yard, de Baltimore, Maryland para a Hess Shipping Corp. Foi entregue para o serviço comercial em 29 de outubro de 1964 com o nome de SS Hess Voyager. Recebeu o nome SS Chesapeake em 1980.

Em 1987 passou para a Administração Marítima e foi colocado na Frota de Reserva de Prontidão (Ready Reserve Fleet – RRF). Foi ativado da RRF e colocado em serviço com o Comando de Transporte Marítimo (Military Sealift Command – MSC) em 2000, sendo operado pela Interocean Ugland Management Corp., contratada pelo MSC para tripular e manter o navio.

O SS Chesapeake é um dos treze navios-tanque de uso comum operados pelo Comando de Transporte Marítimo. Pode descarregar até 257.000 barris de JP-5 desde uma distância de cerca de sete quilômetros da praia.

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  • Deslocamento: 14.977 ton (leve) e 48.993 ton (carregado).
  • Dimensões: 224 m de comprimento, 31 m de boca e 12 m de calado máximo.
  • Propulsão: Vapor; 2 caldeiras Combustiion Enginering e 2 turbinas a vapor Bethlehem gerando 15.000, acopladas a um eixo propulsor.
  • Velocidade: máxima de 14 nós.
  • Armamento: nenhum.
  • Tripulação: 37 homens.
  • Capacidade de Carga: 257.000 barris de óleo combustível ou derivados.
 

vinheta-clipping-navalCom os obstáculos que impediam a licitação para dragagem do canal das Flechas praticamente superados, o projeto de polo naval no Rio recebe novo impulso. O prefeito de Quissamã, Armando Carneiro, disse que a intenção é licitar, até o fim de julho, as obras de dragagem para corrigir a embocadura do canal, na localidade de Barra do furado, considerado o principal obstáculo à execução do projeto de criar no local um complexo industrial liderado pela construção de barcos de apoio às plataformas de petróleo no mar (offshore).

O grupo sul-coreano STX aguarda apenas o início da dragagem para começar a construção de um estaleiro com investimento de US$ 70 milhões. Outras empresas também estão interessadas.

Segundo o prefeito, o Ministério dos Portos indicou que o governo federal vai repassar os recursos destinados à dragagem -cerca de R$ 50 milhões- para que os municípios de Quissamã e Campos dos Goytacazes, principais interessados na obra, façam uma licitação conjunta da dragagem e da transposição da areia da entrada da barra, permitindo a correção dos molhes já existentes no local. A totalidade das obras de infraestrutura está orçada em R$ 140 milhões.

O canal das Flechas, com 12 quilômetros de extensão, liga a lagoa Feia (segunda maior lagoa de água doce do Brasil, menor apenas do que a lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul) ao mar e separa Campos de Quissamã. No passado foi feita, em sua embocadura, uma obra de construção de molhes com o objetivo de criar um polo pesqueiro.

Erros de cálculo em relação às correntes marítimas fizeram com que a areia se acumulasse do lado de Quissamã, afastando os molhes do mar, e cavasse a praia do lado de Campos. O projeto de transferência da areia tem o objetivo de corrigir o problema, restabelecendo a configuração original da área. A tecnologia, chamada “by pass”, transpassa mecânica e continuamente a areia de um lado para o outro, por meio de um sistema de tubos e bombas, dando estabilidade às instalações e ao ambiente. Segundo Carneiro, o sistema funciona com sucesso há 30 anos na cidade australiana de Surfers Paradise.

Paralelamente, será feita uma dragagem dos dois primeiros quilômetros do canal para estabilizá-lo em sete metros de profundidade no interior e nove na boca. Nessa área deverá ser construído o complexo industrial e logístico. De acordo com Carneiro, a obra será conduzida por consórcio formado pelos dois municípios, sendo 70% de Campos e 30% de Quissamã.

Os R$ 140 milhões serão assim divididos: R$ 50 milhões do governo federal, R$ 49 milhões de Campos, R$ 21 milhões de Quissamã e R$ 20 milhões do governo estadual. Campos e Quissamã são dois dos maiores arrecadadores de royalties de petróleo do país. Campos é o maior, tendo recebido mais de R$ 1 bilhão no ano passado. A obra de Barra do Furado deve ser executada em 18 meses.

A STX Brasil Offshore, controlada pelo grupo STX Europe que em 2008 assumiu o controle da norueguesa Aker Yards e dos seus 17 estaleiros, sendo um em Niterói, pretende construir, no máximo até meados de 2011, novo estaleiro no Brasil e já escolheu Barra do Furado como localização. O estaleiro terá capacidade para processar 12 mil toneladas de aço e construir até seis embarcações de até 150 metros de comprimento por ano.

Na semana passada, após visitar o estande do município de Quissamã na feira Brasil Offshore, em Macaé (RJ), o diretor comercial do estaleiro MacLaren, Luiz Britto Pereira, conheceu Barra do Furado. O MacLaren também é especializado em construções offshore. Segundo Carneiro, a inglesa Rolls-Royce, fabricante de motores marítimos, também mostrou interesse em conhecer o local que, segundo ele, tem a vantagem de estar próximo das novas plataformas de produção que estão sendo instaladas no Rio de Janeiro e Espírito Santo.

FONTE: Valor Econômico

 

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O Navio-Tanque “Almirante Gastão Motta” está em deslocamento para Recife trazendo um corpo e despojos, além de pequena quantidade de destroços e bagagens. A chegada ao porto do Recife é amanhã, dia 22, às 10h.

O corpo e os despojos serão entregues a representantes da Polícia Federal e do Instituto Médico-Legal de Pernambuco. O material recolhido ficará à disposição do Bureau D´Enquêtes et D´Analises Pour la Securité de I´Aviation Civile (BEA).

A Marinha mantém os seguintes navios na área de buscas: Navio de Desembarque-Doca “Rio de Janeiro”; Rebocador de Alto-Mar “Triunfo”; Corveta “Jaceguai”; e Navio-Patrulha “Guaíba. A Fragata “Bosísio” chega amanhã ao local das buscas.

FONTE/FOTO: MB

 

Submarinos peruanos em linha

Submarinos do Peru

Em foto feita pela Marinha dos EUA em 17.06, os submarinos peruanos IKL-209 BAP Pisagua (SS-33), BAP Chipana (SS-34), e BAP Islay (SS-35) navegam na superfície durante o exercício PASSEX 2009. Por vários dias, as unidades integraram exercícios anti-submarino na costa de Lima, Peru. A Marinha Peruana é a maior operadora de submarinos da América do Sul.

 
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