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Destroier americano se movimenta para o primeiro teste das novas sanções da ONU contra a Coreia do Norte

KOREA-NORTH/vinheta-clipping-navalUm destroier da Marinha dos EUA está seguindo neste domingo, 21, um navio norte-coreano suspeito de carregar armas ilícitas que ruma em direção a Myanmar, no que pode ser o primeiro teste das novas sanções do Conselho de Segurança da ONU contra a Coreia do Norte, informou a tevê sul-coreana YTN, citando uma fonte do serviço de inteligência da Coreia do Sul.

“Os EUA suspeitam que o Kang Nam 1 pode carregar mísseis ou partes relacionadas e que o navio provavelmente fará escala em Cingapura em sua rota”, disse a fonte, segundo a YTN. O navio é um dos cinco “Kang Nams” – de nomenclatura de 1 a 5 – usados por Pyongyang para transportar armas no passado, segundo a tevê sul-coreana.

O governo militar de Myanmar, que enfrenta um embargo de armas dos EUA e da União Europeia, tem comprado armas da Coreia do Norte. A tevê YTN disse que os EUA enviaram um destroier e está usando satélites para perseguir o navio norte-coreano.

O cargueiro Kang Nam, de 2 mil toneladas, é supostamente o primeiro navio norte-coreano a ser perseguido sob as novas sanções da ONU. Na quinta-feira, 18, duas fontes americanas disseram que a Marinha dos EUA tinha começado a seguir o navio, que deixou o porto de Nampo, na Coreia do Norte, na quarta-feira, 17, e estava viajando através da costa da China. Uma dessas fontes disse que não havia certeza do que o Kang Nam estava carregando, mas essa embarcação esteve envolvida no transporte de armas antes.

Houve uma escalada da tensão na península Coreana desde que a Coreia do Norte decidiu conduzir seu segundo teste de explosão nuclear no dia 25 de maio. Em seguida o governo norte-coreano declarou que iria expandir seu programa de bomba atômica e ameaçou deflagrar uma greve em protesto as sanções impostas pela ONU como resposta a seu teste nuclear.

As novas sanções da ONU endureceram um embargo de armas anterior contra a Coreia do Norte e autorizou a realização de buscas nos navios em uma tentativa de impedir os programas nuclear e de mísseis balísticos do país. A resolução pede a todos os 192 membros da ONU que inspecionem os navios em mar aberto se eles tiverem informações que proporcionem motivos razoáveis para acreditar que a carga contenha armas proibidas ou material para construí-las, e se uma aprovação for dada pelo país da bandeira do navio. Se o país se recusar a dar a aprovação, o navio deve ser direcionado “para um porto apropriado e conveniente para a inspeção das autoridades locais”.

FONTE: Agência Estado / AP

 

Kashtan-M: o CIWS peso-pesado russo

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vinheta-destaqueO Kashtan-M, um sistema CIWS russo, é um moderno sistema de defesa antiaérea usado pela Marinha da Rússia.
Ele está instalado a bordo do navio-aeródromo Admiral Kuznetsov, do cruzador da classe “Kirov”, escoltas “Udaloy”, fragatas “Neustrashimy” e outros navios russos.

O Kashtan-M combina de dois canhões GSh-30K rotativos de 30mm e mísseis SA-N-11 de defesa de ponto. O sistema provê defesa aproximada contra mísseis antinavio, anti-radar e bombas guiadas, aeronaves de asa-fixa e rotativa, bem como contra pequenos alvos no mar e na costa.

O sistema foi desenvolvido numa estrutura modular, compreendendo o módulo de comando e módulo de combate (que pode variar em número, dependendo do tamanho do navio). O módulo de comando garante os procedimentos IFF, a aquisição e designação de alvos e a geração de dados para os canhões e mísseis.

O módulo de combate compreende o reparo de canhões e mísseis, os sistemas de radar de direção de tiro e eletroóptico, um sistema de computação e o sistema de alimentação de energia. Um sistema de controle multicanal provê o rastreamento simultâneo de múltiplos alvos no radar e no sistema óptico de TV.

Cada reparo contém, além dos canhões rotativos, até 32 mísseis SA-N-11, sendo 8 mísseis para pronto uso (quatro de cada lado do reparo). O tempo de recarga para os mísseis é 1.5 minuto.
Os mísseis SA-N-11 são capazes de engajar alvos de 1.500m a 10.000m de distância, a altitudes de até 6.000m.

No vídeo abaixo, o Kashtan-M em ação:

 

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vinheta-clipping-navalA mais nova fragata da Marinha da Rússia, a Yaroslav Mudry, acaba de completar os testes de mar e a avaliação final, pelas autoridades daquele país, deverá ocorrer em breve.

Sua construção levou quase 19 anos anos. Novos atrasos oorreram no começo de maio deste ano, quando o navio realizava seus testes de mar. As pás do rotor do helicóptero orgânico Ka-27 Helix atingiram o navio, danificando-o levemente. A aeronave acabou caindo no mar.

A Yaroslav Mudry é a segunda unidade da classe Project 11540. O primeiro navio da classe é a fragata Neustrashimy. Recentemente, a Neustrashimy participou de ações contra a pirataria na costa da Somália.

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FONTE: Ria Novosti

 

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vinheta-clipping-navalEmbora tenha anunciado a participação do Admiral Chabanenko na FRUKUS 09, a Rússia acabou enviando o contratorpedeiro Severomorsk (foto acima). O Severomorsk também é uma unidade da classe “Udaloy” (Project 1155), mas pertence ao lote mais antigo.

O exercício anual envolve as marinhas da França, dos EUA e do Reino Unido. O Severomorsk deixou a sua base no extremo norte da Rússia no último dia 10 de junho rumo à França.

Outros navios que participarão dos exercícios navais (ver fotos abaixo), são a fragata Tourville (França), a fragata USS Klakring (EUA) e o contratorpedeiro HMS York (Reino Unido). Após os exercícios, o navio russo visitará os portos de Cherbourg (França) e Dublin (Irlanda).

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FONTE: Ria Novosti

 

‘McCain’ não perdeu o sonar

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Dois militares confirmaram que a tripulação a bordo do contratorpedeiro USS John S. McCain estava monitorando o submarino que colidiu com o sonar rebocado no último dia 10 de junho próximo às Filipinas.

Eles também confirmaram que o sonar, que estava cerca de uma milha do navio, foi atingido pelo submarino e o mesmo não emergiu. Mesmo danificado, o sonar foi recuperado e trazido a bordo. O contratorpedeiro seguiu para o porto de Sasebo após o incidente, mas já retornou ao mar.

Informações coletadas pela Associated Press dão conta que o incidente ocorreu no Estreito de Mindoro, cerca de 144 milhas da Baía Subic.

FONTE: Agências Internacionais

NOTA DO BLOG: O Estreito de Mindoro (imagem acima) possui importância histórica. Foi lá que ocorreram os primeiros desembarques aliados (conjuntamente com o desembarque no Golfo de Leyte) para a retomada das Filipinas, então sob o controle japonês. O Estreito de Mindoro é um verdadeiro cemitério naval. Foram afundados ali, dentre outros navios, o contratorpedeiro japonês Kiyoshimo e o USS Porcupine (navio-tanque classe Armadillo).

 

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Cerimônia de despedida será realizada nesta sexta-feira, na Base Almirante Castro e Silva (RJ). Viagem – com tripulação de 410 militares – compreenderá 21 portos de diversos países e abrangerá os continentes americano, europeu e africano

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O Navio Escola BRASIL (U 27) partirá da cidade do Rio de Janeiro para a realização de sua Vigésima Terceira Viagem de Instrução de Guardas-Marinha (XXIII VIGM). A Cerimônia de Despedida foi realizada hoje (20/06/09), na Base Almirante Castro e Silva, na cidade do Rio de Janeiro e contou com a presença de autoridades civis e militares.

A viagem, que compreenderá 21 portos de diversos países e abrangerá os continentes americano, europeu e africano, tem como missão instruir e adestrar os Guardas-Marinha (GM), a fim de contribuir para a formação profissional e cultural dos futuros oficiais e para o estreitamento de laços de amizade com nações amigas.

O NE Brasil foi construído pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, a partir de projeto desenvolvido pela Diretoria de Engenharia Naval, utilizando o projeto do casco das Fragatas Classe “NITERÓI”. Sua construção foi iniciada em setembro de 1981, sendo lançado ao mar em 23 de setembro de 1983 e incorporado à Marinha em 21 de agosto de 1986, ocasião em que foi transferido à Esquadra. O índice médio de nacionalização atingido ao final da construção foi de 60%.

O Brasil é dotado de modernos equipamentos, a maioria dos quais oriundos de projetos e desenvolvimentos autóctones, realizados tanto pela Marinha do Brasil quanto por empresas nacionais, destacando-se: o Sistema de Simulação Tática e Treinamento (SSTT), importante recurso utilizado na disciplina de Operações Navais para o aprendizado dos GM e cuja versão II, atualizada, está sendo empregada nesta viagem; o Terminal Tático Inteligente (TTI) e o Sistema de Controle de Avarias (SISCAV), totalmente construídos no País.

Sob o comando do Capitão-de-Mar-e-Guerra FERNANDO ANTONIO ARAÚJO DE FIGUEIREDO, a tripulação deste ano é composta por 410 militares, sendo 32 Oficiais, 219 Praças e 159 Guardas-Marinha, contando também com a presença de servidores civis e de militares das Forças Armadas nacional e estrangeiras, destacando-se um Aspirante-a-Oficial do Exército Brasileiro, um Aspirante-a-Oficial da Força Aérea Brasileira, dois integrantes da Marinha Mercante Nacional e congêneres de Marinhas Amigas (Alemanha, Angola, Canadá, Chile, Espanha, França, nglaterra, etc).

A viagem

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Rio Grande do Sul (BRASIL), Buenos Aires (ARGENTINA), Montevideo (URUGUAI), Valparaiso (CHILE), Callao (PERU), Guayaquil (EQUADOR), Cartagena (COLÔMBIA), Purto Cortes (HONDURAS), Miami (EUA), Baltimore (EUA), Cork (IRLANDA), Rouen (FRANÇA), Hamburgo (ALEMANHA), Oslo (NORUEGA), Londres (INGLATERRA), Lisboa (PORTUGAL), Barcelona (ESPANHA), Civitavecchia (ITÁLIA), Pireus (GRÉCIA), Istambul (TURQUIA), Casablanca (MARROCOS) e Recife (BRASIL).

O principal propósito da viagem é complementar, com ênfase na experiência prática, os conhecimentos teóricos adquiridos na Escola Naval, onde os GM habilitaram-se nos Corpos da Armada, de Fuzileiros Navais e de Intendência, proporcionando-lhes, ainda, a oportunidade de enriquecimento cultural através do contato com diferentes povos e nações. Considerado o último ciclo na formação do futuro oficial da Marinha, a VIGM inclui tarefas como: ministrar aulas eminentemente práticas de Navegação, Meteorologia, Marinharia, Operações Navais, Controle de Avarias, Administração Naval e Liderança, entre outras, o que permite aos GM aplicar os conceitos recebidos no período acadêmico sobre a peculiaridade da navegação e conduta em águas nacionais e em mares distantes.

Ao término da Viagem de Instrução, os GM serão nomeados Segundos-Tenentes e movimentados para as Organizações Militares da Marinha onde os pertencentes ao Corpo da Armada embarcarão nos navios da Esquadra ou sediados nos Distritos Navais, os Oficiais Fuzileiros Navais serão designados para os diversos Batalhões do Corpo de Fuzileiros Navais e os Oficiais Intendentes poderão servir a bordo como também em Organizações da Marinha em terra.

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FONTE: Marinha do Brasil / FOTO: NE Brasil – Manuel Hernández Lafuente

NGB – Navios de Guerra Brasileiros – NE Brasil ( U 27) http://www.naval.com.br/NGB/B/B064/B064.htm

NOTA DO BLOG: Desejamos aos oficiais, guardas-marinhas, praças e demais integrantes da XXIII VIGM um mar de tranquilidade durante essa instrução. Um especial abraço aos amigos GM Thálisson Viana, GM Afonso Carvalho e GM Raphael Sarzêdas.

 

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A edição de número 37 do exercício anual no Báltico – BALTOPS – foi encerrada no último dia 19 de junho, depois de duas semanas de operações. Este ano o exercício envolveu 43 navios de 12 países e teve início em Karlskrona, Suécia. Depois de uma fase de integração em terra, os participantes realizaram diversos eventos de treinamento, incluindo abordagens, missões ASW, minagem e contra-minagem.

Foi durante uma dessas operações, executada pelo caça-minas sueco HSwMS Faaroesund (MUL-20), que foram encontradas e detonadas três minas e um torpedo britânico da II Guerra Mundial. Um dos destaques da BALTOPS 09 foi o exercício tático envolvendo 30 navios, separados em dois grupos distintos, com duração de três dias.

Na foto acima, tirada duranteo exercício, existem doze navios de diferentes nações. Você consegue identificá-los?

FOTO: USN

 

Voo AF 447: distribuição dos destroços

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O mapa acima apresenta os pontos onde foram localizados os destroços entre os dias 8 e 10 de junho. Observar o afastamento e a dispersão dos mesmos em relação à últma posição conhecida do Airbus.

FONTE: Departamento de Pesquisas e Análises para a Segurança da Aviação Civil da França, via G1

 

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vinheta-exclusivoNas fotos, o Yury Dolgorukiy, saindo para testes de mar. O submarino é o primeiro da classe “Borei”, que começou a ser construído em 1996, mas só este ano deve tornar-se operacional.

A classe “Borei” é a primeira de SSBN lançada pela Rússia após o fim da URSS e deverá substituir as classes “Delta III” e “Typhoon”.

É também o primeiro submarino nuclear russo equipado com propulsão pump-jet (hélices carenadas), e diz-se que seu projeto incorpora diversas características avançadas que lhe permitem navegar silenciosamente sem ser detectado, com uma sensível redução de ruídos de banda larga.

O submarino desloca 24.000t submerso, tem 170m de comprimento, 13m de boca e pode navegar submerso a 25 nós. Será equipado com pelo menos 16 mísseis balísticos intercontinentais Bulava, atualmente em fase final de desenvolvimento.

Mais dois submarinos estão em construção, Alexander Nevsky e Vladimir Monomakh. A Rússia planeja construir 12 unidades da classe, encomendando mais cinco até 2015. Cada submarino custa cerca de US$ 900 milhões, segundo fonte russa, sem contar os mísseis embarcados.

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vinheta-clipping-navalOs países latino-americanos encorajaram o Reino Unido a retomar as negociações bilaterais com a Argentina sobre o futuro das ilhas Malvinas (Falklands, para os britânicos), durante reunião do Comitê de Descolonização, concluída nesta sexta-feira na sede da ONU (Organização das Nações Unidas), em Nova York.

Localizadas a 400 milhas marítimas (740 km) do território argentino, as ilhas foram ocupadas pelos britânicos em 1833 e, por sua posse, Argentina e Reino Unido travaram uma guerra em 1982, na qual os argentinos foram derrotados.

“A chamada ao reatamento das negociações para solucionar pacificamente a questão das ilhas Malvinas é partilhado por várias organizações e foros regionais” da América Latina e do Caribe, destacou hoje a embaixadora do Brasil, Maria Luiza Ribeiro Viotti.

O Comitê de Descolonização aprovou uma resolução apresentada pelo Chile, com o respaldo da Bolívia, Cuba, Equador, Venezuela, Brasil, Argentina, Paraguai, Colômbia e Peru, pedindo o reatamento das negociações sobre a soberania desse território.

O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Jorge Taiana, participou na quinta-feira das reuniões do Comitê, diante do qual expressou o caráter “permanente e irrenunciável” de seu país na reivindicação da recuperação da soberania sobre as ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul.

Taiana se reuniu também com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e com o presidente da Assembleia Geral, Miguel D’Decoto.

O chanceler argentino reiterou a Ban o pedido das autoridades de Buenos Aires para que o principal responsável da ONU “realize uma gestão de bons trabalhos”, que permita “que o Reino Unido cumpra as resoluções da ONU”, explicou Argüello.

Buenos Aires considera que Londres descumpriu sucessivamente as resoluções que a Assembleia e o Conselho, principal órgão de decisões do organismo internacional, emitiu sobre o assunto, para que as negociações fossem retomadas com o objetivo de resolver um problema que já dura várias décadas.

“É estranho que um país peça que outro país importante, membro permanente do Conselho de Segurança, cumpra as resoluções da organização. Mas a realidade é que a Grã-Bretanha descumpre as resoluções da ONU desde 1965″, acrescentou o embaixador argentino.

No total, 255 soldados britânicos e 655 argentinos morreram na Guerra das Malvinas, que durou 74 dias. A iniciativa da Argentina de atacar as ilhas foi vista como uma manobra ditadura militar do país de se fortalecer, mas a derrota enfraqueceu o regime e colaborou para acelerar o processo de redemocratização.

FONTE: Folha Online / EFE

 

USN não confirma colisão com submarino

Autoridades da Marinha dos EUA (USN) não confirmaram oficialmente a colisão do sonar rebocado do  contratorpedeiro USS John S. McCain com um submarino chinês. O evento ocorreu no último dia 10 de junho próximo às Filipinas e foi noticiado por um periódico da China.

O porta-voz da USN no Pentágono apenas informou que o sonar rebocado foi danificado após o mesmo atingir “alguma coisa”. Também não foi informado se o equipamento separou-se do navio e foi perdido no mar. O John S. McCain não retornou para o seu porto em Yokosuka. Ao invés disso, seguiu para o porto de Sasebo.

 

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vinheta-clipping-navalA região onde estão concentradas as buscas por destroços e corpos de vítimas do acidente do voo 447 da Air France, que caiu no oceano Atlântico depois de decolar do Rio de Janeiro em 31 de maio, desafia as equipes da Marinha e da Aeronáutica, entre vários motivos, por ser de grande profundidade.

A Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha do Brasil preparou um mapa em três dimensões que mostra o relevo da área em detalhes.

Nesta semana, o Departamento de Pesquisas e Análises (BEA, na sigla em francês) para a Segurança da Aviação Civil da França também divulgou mapas sobre a topografia da área e sobre a localização dos destroços até agora encontrados.

FONTE: G1

 
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