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Os maiores submarinos nucleares do mundo  permanecerão em serviço na Marinha Russa, segundo informação de 26 de junho do comandante daquela força, almirante  Vladimir Vysotsky.

A classe “Typhoon” de submarinos nucleares portadores de mísseis balísticos, que desloca 24.000 toneladas na superfície, entrou em serviço na Marinha Soviética da década de 1980 e ficou famosa por causa do filme “Caçada ao Outubro Vermelho”. Três dos seis submarinos originais permanecem em serviço.

O submarino Dmitry Donskoy foi modernizado para funcionar como plataforma de testes para os mísseis balísticos Bulava. Os outros dois submarinos, Arkhangelsk e Severstal continuam na reserva na base naval de Severodvinsk, no norte da Rússia, esperando uma revisão geral.

Eles serão modernizados para levar mísseis de cruzeiro, e assim rivalizar com os submarinos americanos da classe “Ohio”, convertidos para SSGN.

Os Typhoons serão substituídos futuramente pela classe “Borei” de SSBN, equipados com mísseis balísticos nucleares Bulava.

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FONTE: Ria Novosti

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No caso dos submarinos (classe Scorpène), um dos nós a desatar nesta viagem do ministro Nelson Jobim é o financiamento da base naval e o estaleiro. A Coface (Compagnie Française D’assurance pour le Commerce Exterieur) financia 70% das compras de helicópteros e submarinos – assim como os caças, se o Rafale vier a ser o escolhido –, mas não a infraestrutura naval (base e estaleiro). Como o BNP Paribas é o agente financeiro da operação, o governo brasileiro vai discutir o assunto com a Coface e com o banco.

Os dois empréstimos, para a compra dos submarinos e dos helicópteros, têm custo estimado em R$ 23 bilhões (8,8 bilhões de euros) – em torno de 2 bilhões de euros para os Cougar e 6,8 bilhões para os submarinos. A plataforma naval, no litoral fluminense, custaria outro bilhão de euros, mas ainda está com o financiamento em negociação.

FONTE: Jornal de Brasília, via sinopse diária

 

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A Lockheed Martin informou a produção e entrega do milésimo exemplar do míssil anti-submarino ASROC de lançamento vertical (VLA ). O míssil faz parte de um contrato com a Marinha Japonesa (Japanese Maritime Self Defense Force – JMSDF). Segundo a empresa, o ASROC é a única arma do tipo (ataque imediato anti-submarino a partir de embarcações de superfície) operacional no mundo, que proporciona aos  navios a capacidade de atacar submarinos além do alcance das armas destes.

A empresa fornece a versão VLA do ASROC para a JMSDF numa combinação de vendas diretas e via Foreign Military Sales (FMS). Trata-se da arma principal de uso ASW (anti submarine warfare – guerra antissubmarino) dos navios mais recentes da JMSDF.

A versão VLA do ASROC começou a ser desenvolvida em 1984, com início das entregas para a U.S. Navy e marinhas aliadas aos EUA em 1992. A Lockheed Martin está atualmente trabalhando num programa para ampliar o alcance da arma, o VLA-ER (Extended Range), que pretende multiplicar por um fator de quatro ou cinco o alcance atual, adicionando um kit de asas para planeio. A comunalidade com a versão atual deverá ser de 90%, permitindo o lançamento tanto a partir de navios quanto de aeronaves.

FONTE: Lockheed Martin / FOTO: copywright Lockheed Martin, via navweaps

NOTA do BLOG: na Marinha do Brasil, o ASROC equipava as classes Gering (Marcilio Dias e Mariz e Barros) e a classe classe Pará (Garcia) de contratorpedeiros em sua versão original, de emprego a partir lançadores conteiráveis. Com a baixa do último contratorpedeiro da classe Garcia, a MB perdeu a capacidade de lançar essas armas. A versão do míssil para lançadores conteiráveis, que carrega um torpedo anti-submarino Mk46, tem alcance mínimo de 800 metros e máximo de 9.100 metros, e continua sendo largamente empregada em várias classes de navios da JMSDF (clique aqui para ver as classes de navios de guerra japoneses e aqui para ver fotos de uma dessas classes em visita ao Brasil, em junho do ano passado). Já a de lançamento vertical, que também pode carregar os torpedos Mk50, tem alcance mínimo de 900 metros e máximo de 13.700 metros.

NOTA 2: originariamente, o ASROC também foi planejado para lançar uma carga de profundidade nuclear. Clique aqui para ler matéria do Blog do Poder Naval a respeito.

 

E por falar em ASROC…

… algumas fotos do sistema em operação ao longo dos anos. Clicar no desenho acima para ver uma comparação do ASROC com outros sistemas anti-submarino.

 

Marine Nationale recebe Rafale F3

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A última versão do Rafale naval, com seus novos equipamentos e capacidades, foi entregue pela Dassault Aviation em Mérignac, próximo de Bordeaux. Em 2 de julho a aeronave, matrícula M27, pousou na base de Mont-de-Marsan.

Embora idêntico externamente às versões anteriores do caça, o Rafale M27 é o primeiro fabricado no padrão F3.

O Rafale F3 é equipado com os últimos sistemas digitais, que substituíram equipamentos analógicos, como por exemplo o gravador de vídeo. A principal diferença é que o F3 será capaz de carregar sensores avançados que estão sendo desenvolvidos, como o novo radar AESA e equipamento eletroótico infravermelho para detecção passiva de alvos a longa distância.

Com o padrão F3, o Rafale atinge finalmente plena maturidade. As aeronaves numeradas de M11 a M26, entregues à Marine Nationale entre 2006 e 2008, estão passando por um upgrade na base de Istres e Landivisiau.

O M27, é o primeiro de um lote de 12 aeronaves que serão entregues entre 2009 e 2014. No início de setembro, espera-se que o navio-aeródromo Charles De Gaulle volte ao mar e a nova aeronave possa realizar uma série de testes de catapulta com carga máxima e empuxo total.

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Tripulação de navio francês curte férias

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Mais uma embarcação da Marinha Francesa atraca no porto de Fortaleza. Depois de ajudar na operação de busca às vitimas do avião que desapareceu entre o Rio de Janeiro e Paris, a tripulação curte férias na Capital.

O navio Anfíbio Mistral é um gigante de 20 mil toneladas, 200 m de comprimento e altura equivalente a um prédio de dez andares. Há cinco anos, ele leva helicópteros e homens, em operações de proteção e comando da Marinha da França. A mais recente missão foi retirar, do Atlântico, corpos e restos do avião da Air France, que desapareceu em um voo entre o Rio de Janeiro e Paris.

Agora, a tripulação está de férias em Fortaleza, depois de um mês de buscas em alto-mar. Este é o segundo navio da armada francesa, usado nas buscas, que atraca no Porto do Mucuripe. No mês passado, foi a vez da Fragata Ventose, que veio reabastecer e voltou para a operação.

O navio Mistral deixa o Porto do Mucuripe nesta quarta-feira (08).

As buscas na região dos desastres foram encerradas pelo governo brasileiro no fim de junho, um mês depois do acidente, mas, segundo o consulado honorário da França no Ceará, o governo francês vai continuar a operação, sem dia para terminar.É que alguns vestígios ainda podem ser localizados.

A caixa preta do Air Bus não foi encontrada.

FONTE: TV Verdes Mares /  FOTO: Netmarine /  COLABOROU: Osvaldo Antunes

NOTA DO BLOG: Consideramos bastante infeliz o título desta matéria, do qual utilizamos o original, que dá a entender ser mais uma escala de um cruzeiro pelo Nordeste que uma missão de busca.

NOTA 2: A escrita correta é Airbus, e não como está na matéria.

NOTA 3: A foto do BCP Mistral é meramente ilustrativa, pois a da reportagem era de baixa qualidade.

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Pela primeira vez, um submarino israelense cruza o canal para participar de manobras no Mar Vermelho

Um submarino israelense classe Dolphin adentrou o canal de Suez, durante o dia, em 05 de julho,  escoltado por embarcaçõs  egípcias, em manobras que não foram detalhadas. Até agora, os submarinos israelenses tinham que rodear o continente africano para chegar ao Mar Vermelho.

Segundo a imprensa israelense (Yediot Aharonot Daily), esta viagem supõe a demonstração conjunta de Israel e Egito, ante a ameaça de um Irã nuclear. Nenhum oficial das duas armadas quis comentar ou dar detalhes do fato inédito.

Além de seis tubos lançadores de torpedos, os submarinos classe Dolphin possuem dois tubos de 650 mm, se se crê sejam para lançamento de uma versão de lançamento submarino dos mísseis Popeye Turbo, que poderiam levar cargas nucleares.

FONTE: El Tirador Solitário

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