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Maior navio de guerra do Hemisfério Sul retoma este mês suas operações navais

POR ÉLCIO BRAGA, RIO DE JANEIRO

vinheta-clipping-navalRio – Um gigante de ferro em contagem regressiva para retornar ao mar. Quatro anos após o acidente que matou três militares e deixou sete feridos, o porta-aviões São Paulo, maior embarcação da esquadra brasileira, vai voltar a navegar em operações de inspeção e adestramento pelo litoral de Santos e Vitória. A previsão é que, até o fim do mês, o navio saia do Arsenal da Marinha, no Centro do Rio, para testar todos os sistemas e equipamentos e treinar os pilotos dos esquadrões de helicópteros e de caça Skyhawk. Militares a bordo do porta-aviões ainda não sabem qual será a primeira missão oficial. Mas, se passar no teste naval, o São Paulo estará pronto em 2010 para proteger recursos ainda não explorados da Amazônia Azul, a fronteira brasileira no mar, e resguardar as reservas de petróleo, principalmente as do pré-sal.

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Desde 2005, o São Paulo está parado para a sua primeira grande reforma às vésperas dos seus 50 anos. Neste período, foram gastos R$ 80 milhões para manter e modernizar máquinas e equipamentos. Ganhou novos sistemas de radares capazes de detectar o inimigo a 380 km de distância e três lançadores de mísseis. A catapulta, que impulsiona as aeronaves, foi revisada. Tubulações de combustível, água e até a de vapor na padaria, onde houve o vazamento de gases superaquecidos, foram substituídas. A embarcação também recebeu novos equipamentos de segurança para o CAV, grupamento de resgate e combate a incêndios e alagamentos — os bombeiros do navio. “É item prioritário para garantir a sobrevivência de todos nós”, diz o comandante do São Paulo, o capitão de mar e guerra, Rodolfo Frederico Dibo. Para ele, o navio aeródromo assegura a defesa nacional. “O mundo inteiro vê que o Brasil opera um porta-aviões. Ele impõe respeito aos países vizinhos.”

Apenas nove países possuem porta-aviões, quase uma cidade com autonomia para permanecer até 30 dias em alto mar. Corredores que parecem não ter fim levam a 1.850 cômodos. Os 1.400 militares a bordo contam com UTI, salas de cirurgias e enfermaria com 21 leitos, consultório odontológico, capela, academia de ginástica, sala de jogos, quatro cozinhas, padaria, açougue e refeitórios onde são servidas diariamente 6 mil refeições, com café, almoço, jantar, além do rancho noturno.

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Quinta-feira, o almoço foi feijão, risoto de frango, salada e doce de abóbora com coco. Responsável pelo cardápio, o imediato e capitão de fragata Sérgio Chaves Júnior tem que fazer milagres para garantir cinco refeições/dia ao custo total de R$ 3,50 para cada um dos 1.400 tripulantes. Número que sobe para 2 mil pessoas quando vai ao mar, com o reforço de pilotos e mecânicos de aeronave. O maior navio de guerra abaixo da linha do Equador espera continuar em tempos de paz.

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Piloto nem usa toda a pista de 160 metros

A façanha é digna dos grandes ases: pousar um caça Skyhawk em pista de apenas 160 metros, 10 vezes menor do que a de um aeroporto. Mesmo assim, só se usam 100 metros. “Quando olho de cima, só vejo água. Não há uma referência e tenho de checar os instrumentos”, diz um dos nossos Top Guns, o capitão de fragata José Vicente de Alvarenga Filho, 40 anos, chefe do Departamento de Aviação do São Paulo.

É nesse trecho mínimo que o piloto mostra perícia e arrojo. O jato tem de tocar o chão na medida exata para que o gancho em sua cauda engate no cabo de aço que cruza a pista. A velocidade cai de 220 km/h a zero quase instantaneamente. Se não houver o engate, o piloto ainda pode usar os 60 metros restantes de pista para arremeter.

Em 25 anos de Marinha, Alvarenga ostenta 80 pousos no porta-aviões e 1.500 horas de voo. “Não posso entrar muito veloz na pista porque o avião pode cortar o cabo de aço como uma faca corta um barbante. Se for muito lento, posso pegar o cabo com as rodas no ar e jogar a aeronave contra o navio”, observa.

Para quem fica no convoo — a área de pouso e decolagem —, os riscos são de assustar. Ele é considerado o lugar mais perigoso para se trabalhar no mundo. O treinamento é rigoroso e as normas de segurança, seguidas à risca. “Não é difícil. É perigoso. Temos que treinar muito. Mas depois entra no sangue”, brinca o piloto.

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Detalhes do São Paulo:

PODER DE FOGO
Capaz de transportar de uma só vez 39 aeronaves: 17 helicópteros e 22 caças.

DESLOCAMENTO
É o peso da embarcação: 34 mil toneladas (a plena carga).

VELOCIDADE
Máxima de 30 nós (54 km/h), alta para navios de seu porte. Tem autonomia para navegar sem reabastecer por um mês.

CONDOMÍNIO
Se fosse um condomínio, teria 20 blocos de 15 andares e 1.850 cômodos. Para inspecionar todos os compartimentos do navio são necessários 10 dias.

PASSADO

Comprado da França por US$ 12 milhões (R$ 24 milhões), em 2000, para substituir o Minas Gerais. Construído entre 1957 e 1960, combateu na Guerra do Golfo.

FONTE: O Dia Online / Clique aqui para a ver matéria completa com vídeo.

NOTA DO BLOG: A matéria do jornal O Dia está de parabéns, pois sendo uma publicação popular, torna o assunto bem mais conhecido. Aos puristas, há que se relevar as imprecisões e as simplificações, portanto.

Um dado interessante na matéria é o total gasto na reforma do navio: algo em torno de US$ 40 milhões, o que é pouco se considerarmos a relação custo/benefício.

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77 Comentários to “O gigante dos mares voltou após quatro anos parado”

  1. Corsario 01 disse:

    Uma bola dentro do O Dia!

    Aleluia!!!

  2. Callia disse:

    Muito boa a matéria!

    Assim a população toma conhecimento dos meios da Marinha

    Bravo Zulu!

  3. Jacubão disse:

    Dá-lhe SÃO PAULO, finalmente o OPALÃO vai empurrar água. Uma grande satisfação para Brasil e deixaremos (mais uma vez) os hermanos argentinos vermelhos de inveja, hehehehehehe.

  4. CorsarioDF disse:

    Ótima matéria, e que bom que o “velho” São Paulo retornou aos mares, ainda mais capaz!!!

    Sd.

  5. muscimol disse:

    Quantos avioes poe no ar por unidade de tempo?

  6. Igo disse:

    Excelente notícia.

  7. Corsario 01 disse:

    Jacuba, desta vez queremos matar de raiva são os chilenos que se acham a “US Navy” da America latina. rsrsrsrsrs

    Los Hermanos estão hibernando neste momento! KKKKKKKKK

    Você não tem noção do que OS CHILENOS estão se achando com as compras de usados que fizeram.

    Nos fóruns de lingua espanhola eles sequer aceitam ser a segunda esquadra da AL.

    Mas deixemos eles pra lá!

    O que importa é ver o SP voando baixo!!!!

    32 nós aqui vamos nós?

  8. PC disse:

    Até que enfim (no bom sentido).
    Precisamos desse navio no mar.
    Precisamos também dos A4 operando.
    Sds

  9. Camilo disse:

    Muito boa a reportagem, chega quase a ser didática para o leigo. Coisa rara de ser ver na imprensa não especializada.

  10. PC disse:

    Aliás, com a reforma que foi feita, vamos matar os franceses de inveja pois trocaram dois CVs “velhos” por um CVN novo que já teve problemas.
    Digo que vamos matá-los de inveja pois antes da reforma, eles já haviam ficado impressionados com o alto nível de manutenção praticada (estava em melhor estado do que quando veio para cá).
    Não é qualquer um que consegue esse tipo de coisa.
    Sds

  11. Marcelo Ostra disse:

    menos Padilha, menos, nao eh bom menosprezar ninguem, nem nos mesmos, nem terceiros … (em poder naval)

    E ae meu, ja descobriu quem eh o Anfibio estrangeiro que esta ai no Rio ???

    Abs
    Mod MO

  12. Virtualxi disse:

    Gigante dos mares ….

    Menos. Menos.

  13. Corsario 01 disse:

    MO eu apenas coloquei o que eu vi e ouvi. hehehehehehe

    Nunca menosprezaria os chilenos, até porque eles mandam muito bem nos exercícios. Mas isso não muda o fato de serem meio arrogantes.

    Quanto ao navio americano no Rio, vou ver se ele ainda esta lá. Se estiver eu clico ele.

    Já passei ao Galnate que está tendo uma mega operação anfíbia aqui no Rio com várias marinhas. Ele vai por no Forças terrestres.

  14. Marcelo Tadeu disse:

    Virtualxi,

    Quando eles falam em gigante dos mares é porque , no momento, é o maior navio em operação no hemisfério sul. Será que vc sabia disso?

  15. marujo disse:

    São Paulo no mar merece uma garrafa de champanha. Os chlenos são arrogantes sim. Acreditam que sua marinha está no padrão Otan, em que pese todos os problemas logísticos que devem estar enfrentando para manter operativas todas suas novas escoltas de segunda mão, de procedênciaa diversas.

  16. RADAR disse:

    marcelo ostra, o anfíbio que está la no cais turístico é o
    uss lsd-51 “oak hill”, operamos com eles na unitas gold…

    “ao elo que nos une-ao urso(F42)”

    sds

  17. Dalton disse:

    oi PC…

    os franceses nao trocaram 2 PA velhos por um PA nuclear…
    pois o Clemenceau já havia sido descomissionado e estava sendo canibalizado para manter o Foch/Sao Paulo na ativa.

    Trocaram sim um PA velho por um novo em folha, que apesar dos problemas em breve estará no mar novamente e começara os testes de voo com o novo Rafale F3.

    O Foch nos foi vendido por uma ninharia e chegou “pelado”, portanto é natural que depois de tanto trabalho ele esteja melhor do que quando chegou.

    Isso tudo nao desmerece o trabalho feito nele aqui, ao contrario, concordo com voce que foi algo de que podemos nos orgulhar.

    abraços

  18. CADU disse:

    Galera Bom Dia
    Amanhã vou dar um pulo no AMRJ para ver se consigo ver o “BICHÃO” de perto e fazer umas fotos. Pô “OPALÃO” é sacanagem, poderia ser uma “CARAVAN” ou uma “VERANEIO” ambas da Chevrolet, rsrsrs, pois são condizentes com o tamanho do mesmo, mais nos temos mania de não valorizar o que é nosso, rsrsrs, se conseguir mando as fotos para o Galante postar aqui.
    Mares tranqüilos A-12.
    Saudações a todos.

  19. Marcelo Ostra disse:

    Obrigado Radar !

    Poxa passou um Harpers Ferry debaixo dos nossos narizes e ninguem viu …

    O pessaol cdo RJ dormindo no ponto eim …

    Abs
    Mod MO

  20. Corsario 01 disse:

    Tenho uma tonelada de fotos do Oak Hill comigo. Quando sair a materia da Unitas ele estará lá.
    Muito lindo por sinal.
    Uma pena que não passei na praia ontem, senão teria pego ele. se ele está no porto, fica dificil para eu fazer fotos dele agora.

    Queria que fosse outro. hehehehehe

  21. Jacubão disse:

    Só falta agora instalar dois ASTER 30 (um em cada bordo), mais três GOALKEEPER (um na popa e um em cada bordo) e quatro lançadores CHAFF para o véio OPALÃO ficar o “CÃO CHUPANDO MANGA”.

  22. Clésio Luiz disse:

    A matéria comenta a instalação de mísseis de defesa. Alguém sabe como estão os sistemas defensivos do SP agora?

  23. XAVANTE disse:

    Estou c/ uma dúvida a reportagem disse q foi instalado 3 sistemas de mísseis alguem sabe quais foram?

  24. Wilson Johann disse:

    Agora é só esperar pelo grupamento aéreo, mas parece que os “novos” Skyhawk A-4 vão demorar um pouco na fila da reforma na Embraer. Se a coisa andar no rítmo do F-5M, vamos ter que esperar mais de dois anos para tê-los de volta ao convés do São Paulo.
    Mesmo assim é uma excelente notícia, até para elevar o moral da “turma”.

    Abraços!

  25. 2demaio disse:

    De volta a ativa, maravilhoso São Paulo. A velocidade máxima não era de 32 nós, porque virou 30 ?

    Saudações

  26. Caon disse:

    XAVANTE em 13 Jul, 2009 às 12:38
    Clésio Luiz em 13 Jul, 2009 às 12:30

    Acho que os sistemas que foram instalados foram os lançadores Simbad/Mistral que eram do Minas Gerais
    Abraços

  27. Thiago disse:

    Só lamento esse gigante ter voltado para a água totalmente defasado. Com radares, armamentos, aviões e helicópteros de quase meio século e com tecnologia pífia.
    Espero que pelo menos radares e um sistema AA descente seja incorporado a esse orgulho nacional.

  28. PC disse:

    Dalton,
    “os franceses nao trocaram 2 PA velhos por um PA nuclear”

    Vc tem toda a razão.
    Eu apenas quis usar linguagem figurativa sem ter sido fiel à realidade em meu comentário – (eu) deveria te-lo feita em tom de (justo)orgulho pelo tenente que estava me guiando na visita ao PA em (acho)2004.
    Se não me engano, a expressão que ele usou foi “ficaram impressionados” pois o PA estava com melhor aparência do que quando estava em serviço com eles.
    Em relação a velocidade máxima, havia na Praça das Máquinas um poster da proa do PA com a legenda “29,5″. Claro que isso foi antes da docagem.
    Sds

  29. PC disse:

    Saiu tudo errado e truncado acima – problema de fio entre o teclado e a cadeira. rsrsrsrsrs
    O comentário correto é:

    Dalton,
    “…os franceses nao trocaram 2 PA velhos por um PA nuclear”

    Vc tem toda a razão.
    Eu apenas quis usar linguagem figurativa sem ter sido fiel à realidade em meu comentário – (eu)deveria ter sido mais cuidadoso.

    Já o comentário à respeito do estado de manutenção do SP, escutei-o em tom de (justo)orgulho pelo tenente que estava me guiando na visita ao PA em (acho)2003 ou 2004.
    Se não me engano, a expressão que ele usou foi “ficaram impressionados” pois o PA estava com melhor aparência conosco do que quando estava em serviço com eles.

    Em relação a velocidade máxima, havia na época na Praça das Máquinas um poster da proa do PA com a legenda “29,5″. Claro que isso foi antes da docagem.
    Sds

  30. marujo disse:

    Jacubão: nem precisa ser dois Aster 30 e três Goalkeeper para ficar o cão. Basta dois Aster 15 e três Bofors 57 ou SAK-3 40 Trinity, para dar no couro.

  31. gaspar disse:

    referente a alimentacao, a MB possui algum tipo de fazenda nos moldes da fazenda do EB para a producao de seu proprio alimento ????

    radar que faz cobertura de 360 Km, excelente noticia…

    Wilson Johann,
    creio que se tivermos que esperar dois anos pelos avioes, acho que o “opalao preto” sera utilizado para treinar os pilotos das Marinhas amigas com o intuito que a nossa tripulacao se mantenha em atividade, ter uma doutrina… e qnd os Skyhawk chegarem…

  32. Marcos disse:

    Finalmente!!! Agora o São Paulo vai…..
    Tomara q não haja nenhuma surpresa…

  33. Flavio Gabriel disse:

    parabéns ao pessoal da MB pelo excelente trabalho. Mais uma vez prova-se que pessoal nós temos, só falta dinheiro
    Brasil

  34. Marcos T. disse:

    Alguem sabe se ele poderia operar de alguma forma, uma versão naval do rafale? (não custa sonhar um pouco)

  35. gaspar disse:

    o Opalao poderia operar ate os SH, Rafale, Mig, … eh so trocar a catapulta, soh isso…

  36. JP disse:

    @Marcos T. : o SP pode operar o Rafale versão F1… inclusive esta aerovane foi testada e certificada para operar no navio quando ele pertencia a França.

    http://www.youtube.com/watch?v=Drus7ANMpcY

  37. Jacubão disse:

    Só isso ($$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$), rs.

  38. Walderson disse:

    Galante,

    existiria condições de aumentar a potência das catapultas só com esta reforma? Se não, o que se poderia fazer para lançar aviões mais pesados, como o Rafale e o F-18?
    Obrigado e um abraço.

  39. Marcelo Ostra disse:

    Olhem o nivel de “ixperteza” que alguns possuem

    “Sapiencia Navalis” não eh privilegio do belogue

    Este comentario foi retirado da materia do jornal “O Dia” sobre o NAe (a matéria citada) na seção comentários

    Ve soh ate onde vai as besteiras e detalhe o careta ESTA AFIRMANDO,não supondo …

    ABRE ASPAS

    Apenas uma retificaçäo. O Velho minas Gerais era um cargueiro INGLÊS que foi adaptasdo na segunda guerra mundial para Navio Aeródromo ou Porta-Aviöes. Foi construido em 1938 como cargueiro e em 1942 transformado em PORTA-AVIÖES com O NOME de VENGANCE. Comprado por JUSCELINO KUBITCHECK no ferro velho da RAINHA, Entrou no Brasil fazendo marola. OH GLÓRIA ! Ha ! Ha ! Ha !. Já o Säo Paulo é um ferro velho que´nasceu porta-aviöes, embora vendido pela França para DESOCUPAR LUGAR, que hoje aos 49 anos de idade está rejuvenecido pela doutora ASLAN, digo, pelo Arsenal de Marinha !

    Joaquim Augusto Fabrício De Barros, em 13/07/2009 às 13h06m

    FECHA ASPAS

    Que coisa em …. esta foi uma das mrelhores que já li ….

    E depois Ostra é que solta prolas ….

    Mod MO

  40. Alexandre Marlon disse:

    O problema de depender das armas dos outros significa que se também e automaticamente se depende do humor do fornecedor. A seguir o que está o endereço para acessar o embargo parcial que Inglaterra impôs à Israel:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/07/090713_israelgbarmasgf.shtml

    Melhor do que o retorno do Opalão será que ele siga sem interrupções de funcionamento, daqui para a frente e que o setor de defesa passe a ser levado a sério no país.

  41. Alexandre Marlon disse:

    Engraçado que é muito mais fácil achar críticas, a respeito dos meios das forças armadas do que da política irresponsável e temerária adotada pelo governo brasileiro, desde o final do governo militar.

    E agora esta END(que pelo que tenho lido não só neste blog mas em outros sites que abordem assuntos referentes à área de defesa) parece estar fazendo mais barulho do que tendo efeitos práticos de aperfeiçoamento e manutenção do setor de defesa.

  42. Callia disse:

    Olha , concordo , os chilenos são dificeis , mas o negocio é NAE é NAE , ele esgá no mar .Ponto final

  43. Jhonny Bravo disse:

    Que pena que investiram somente 80 milhões de reais na sua reforma… Poderia ser bem mais…

  44. AJS disse:

    Operar com aviões mais capazes, exigiria novas catapultas e elevadores com maiores dimensões e capacidade de peso.
    Não sei quanto ao convôo.

  45. Vassili Zaitsev disse:

    Callia,

    O nosso A-12 ainda não voltou para o mar. A MB pretende fazer isso até o final dessa mês.

    Tb estou contente com o fato em si, mas ainda é lastimável o fato de ele ser defendido apenas pelos Simbad/Mistral como mísseis anti aéreos. Pelo menos o Aspide poderia ser instalado, mas isso as NIterói podem fazer. Tb faz muita falta algo similar ao CIWS Goalkeeper instalado nele. Isso sem falar que as nossas escoltas são completamente defasadas para a moderna guerra anti submarino, tornando ele um alvo relativamente fácil para SSK classe 212,214, Scòrpene e Amur, que são extremamente silenciosos.

    Ainda falta muito para o nosso “Opalão” ser considerado um PA de respeito mundial. Embora isso não tire o brilho do retorno dele ao mar.

    abraços.

  46. Giovani disse:

    Vcs não sabem como eu fico feliz com essa noticia, ver o OPALÃO de volta ao mar, me enche de orgulho, mesmo em operação limitada.

    Bravo Zulu São Paulo!!!

  47. Giovani disse:

    Dizem que houve um acrescimo de potencia nas catapultas, isso veabilizaria a operação do F-18A/B?
    Quais misseis Anti-Aéreos foram instalados?

  48. 2demaio disse:

    O São Paulo pode operar Rafale se respeitado o limite de peso das catapultas no que se refere a combustivel e armamento, porém o ideal seria prover maior margem de segurança para os nossos pilotos principalmente nos treinos e exercicios, para isso seria ideal aumentar o percurso da catapulta para 75 metros. Claro que uma catapulta com maior capacidade de peso que as 20 tn. traria também maior margem de segurança. Porém um Rafale com alcance de 900/1000 Km e bastante armado, em caso de emergencia poderia operar no São Paulo, com certeza.

  49. Noel disse:

    “Neste período, foram gastos R$ 80 milhões para manter e modernizar máquinas e equipamentos.”

    Superficialmente falando, esse valor é até baixo, muito baixo, tendo em vista do que precisa ser gasto com a aquisição, a modernização ou a reforma de outros meios aeronavais; e se compararmos só com os gastos do Congresso com passagens aéreas, é uma “merreca”.
    Será que é isso mesmo R$ 80 milhões???
    Sds

  50. 2demaio disse:

    Acredito que os lançadores são Simbad e os misseis são Mistral.

  51. BVR disse:

    Bom,…

    Não poderia deixar manifestar minha satisfação com essa excelente notícia.

    “Nae São Paulo, cê faz uma falta garoto !!!!!”

  52. BVR disse:

    Ops!!!!
    Faltou um “de” entre deixar e manifestar.

    Aproveitando a retificação:

    Essa foto da matéria tá muito boa.

    É esse o espírito.

  53. Nunão disse:

    MO, parabéns pelo comentário achado! rsrsrs

  54. PC disse:

    Alguém sabe a capacidade máxima das catapultas do SP?
    Sds

  55. LM disse:

    Prezado PC,

    As catapultas do NAe São Paulo pode lançar aeronaves de até 20 toneladas.

    Sds

  56. LM disse:

    Ostra,

    rsrsrsrs!!!!!!!

  57. R. Ito disse:

    Galante,

    Primeiro quero te dar os parabéns pelo trabalho sempre bem feito e profissional…vc merece,2115!
    Bom,vc se recorda o que falavam lá pra gente?”Quem tem um(PA) não tem nenhum…!”
    De qualquer modo…em terra de cego caolho é rei!!!Não é esse o ditado popular?
    Espero que o teste de mar seja um sucesso e que possamos continuar adestrando nossa ala aérea!!!
    ABS….

  58. Baschera disse:

    PC ,

    São duas catapultas à vapor, uma de vante e outra lateral.
    Construídas pela Cia. inglesa Mitchell-Brown, modelo BS5.
    As duas tem igual capacidade, ou seja, até 20.000 kg de lançamento.
    Ocorre que, a catapulta lateral está regulada para apenas 15.000 Kg e em tese se poderial aumentar em +/- mais 20% de potência e chegar até 24.000 Kg. Só que daí, você estaria trabalhando no limite da segurança, forçando demais, o que não é aconselhavel num meio naval.

    Saber que o S. Paulo volta ao mar é sempre bom. Pena que os A-4M do VF-1 ainda vão demorar para ficarem prontos, mas acredito que vão operando com os A-4 no atual estado, já que as turbinas estão sendo revisadas e prontificadas em Israel.

    Sds.

  59. Cinquini disse:

    BZ a tripulação do São Paulo!!!!!
    E pensar que ainda não conheço pessoalmente essa embarcação :(

  60. Felipe Cps disse:

    Pessoal, não é querer ser do contra nem botar água no angú de ninguém, acho muito bacana a MB ter um NAe e tal e coisa. E é uma glória ver o bicho navegando de novo.

    Mas NAes são armas de projeção de poder, vale dizer, eminentemente de ATAQUE. E além de tudo, uma arma extremamente vulnerável aos modernos mísseis ar-mar e submarinos.

    Tanto é assim que nas Malvinas ambos os lados deixaram seus NAes bem longe da aviação inimiga e do TO, com medo de perdê-los. Os Argentinos deixaram o seu em Buenos Aires, e os ingleses seus dois PAs longe o suficiente dos caças argentinos que decolavam do continente.

    Me corrijam se estiver errado, mas tudo o que escuto de especialistas é que Porta-Aviões são grandes, caros e lentos, alvos fáceis para um inimigo realmente determinado a pô-los a pique. Para os modernos submarinos silenciosos são patos esperando chumbo. São armas que tendem à obsolescência. Até mesmo a US Navy tende a repensar no médio prazo sua estratégia de formar grupos de batalha em torno de PAs.

    Com 4,5 milhões de km2 de Amazônia Azul pra DEFENDER, e sem grandes áreas insulares ou além-mar para projetar poder, pergunto se não deveria a MB parar de investir em PAs para investir tudo em submarinos, convencionais e nucleares, proporcionando uma efetiva defesa da plataforma oceânica continental.

    Será que para defender por via aérea a Amazônia Azul não bastariam bases de caças localizadas no continente (beira-mar), com raio de ação suficiente para proteger nossas plataformas?

    Penso ainda que a END propugna exatamente este caminho: aviação naval de asa fixa na beira-mar; fim dos PAs, ou utilização apenas para fins de manter doutrina; e no alto mar e no atlântico-sul submarinos, tanto convencionais quanto nuclear(es).

    Aliás, equipar um NAe como o São Paulo com A4 Skyhawk é uma judiação, apenas para manter doutrina mesmo… Nem preciso falar que o Skyhawk e nada, em termos de guerra moderna, é quase a mesma coisa né? O Brasil é um dos poucos países que ainda opera A4, e creio que o único que os opera embarcados.

    Fica para os comentários gerais.

    Saudações a todos.

  61. Mauricio R. disse:

    “…de radares capazes de detectar o inimigo a 380 km de distância…”

    A curvatura da Terra não reduz esta distância???

    “…andar no rítmo do F-5M, vamos ter que esperar mais de dois anos para tê-los de volta…”

    No contrato c/ a Embraer, que manja de A-4 o mesmo tanto que de F-5 ou seja nada, é p/ 5 anos e p/ somente 12 células (9 mono e 3 twin stickers).

    “…para isso seria ideal aumentar o percurso da catapulta para 75 metros.”

    Se isto fosse feito, “invadiria” o deck angular e impediria o pouso seguro no convoo, alem do que seria necessário deslocar o defletor de jato da posição atual.
    E 75 metros é a extensão da catapulta americana C-13, no “Charles de Gaulle” por exemplo.

  62. Bronco disse:

    Só uma questão que os colegas estão esquecendo:

    O problema em lançar aeronaves de maior porte num NAe não tem a ver apenas com a capacidade das catapultas, mas também da capacidade e do tamanho dos elevadores.

    Não tenho as dimensões dos elevadores do São Paulo aqui em mãos, mas eu sei que apenas um deles consegue elevar aeronaves do porte do Rafale do hangar para o convôo, e mesmo assim sub-armados.

    É um problema que a MB vai ter que equacionar.

    Ou, quem sabe, acabe saindo uma versão naval do Gripen NG para vermos com as cores da FAB e da MB. Rs

  63. Mauricio R. disse:

    “Para os modernos submarinos silenciosos são patos esperando chumbo.”

    A desvantagem é do submarino, que submersso e oculto não tem meios assim tão eficazes de rastrear um CV, pois p/ afunda-lo este necessita primeiro encontra-lo.
    Mesmo que se servisse de um satélite, o submarino não poderia ficar on-line o tempo tdo, sendo periodicamente necessário se afastar p/ receber updates e á partir daí partir p/ a busca do alvo.

  64. Baschera disse:

    Felipe Caps,

    A END não diz “fim dos PAs, ou utilização apenas para fins de manter doutrina”.

    Na END, Pag.19 do documento, em PDF, diz claramente o seguinte :

    “Entre os navios de alto mar, a Marinha dedicará especial atenção ao projeto e à fabricação de navios de PROPÓSITOS MÚLTIPLOS que possam, também, servir como NAVIOS-AERÓDROMOS convencionais e de dedicação exclusiva.”

    Sds.

  65. ivomar disse:

    Quero parabenizar este Blog pelas informações que são prestada a sociedade brasileira no que refere a nossa gloriosa Marinha de Guerra.

    Gostaria de saber se já há um estudo para a troca deste Nae tendo em vista que 2020 é o limite de vida dele.

  66. Celio Andrade disse:

    Galante,
    Alguma confirmação da visita ao A-12 no Rio?

  67. Cantarelli1 disse:

    Bem quando ele estiver 100 porcento operacional, eu acho que a MB deve pensar num substituto para esse mesmo.

  68. Tiago Jeronimo disse:

    Muito bom ver ele de volta ao mar, mas falando em termos de missão qual o verdadeiro valor estratégico do São Paulo? O que ele poderia oferecer em caso de conflito com digamos o Chile que os colegas citaram? Pra mim no atual estado de seus vetores aréos ele não passa de um alvo gigante. Estou errado? Se estiver por favor corrijam-me.

  69. F-15 disse:

    Por que custou somente US$12 milhoes ? Esse preço não é baixo de mais não? um caça vale mais o.o Ele tava tão ruim assim quando foi comprado?

  70. XAVANTE disse:

    GALANTE, vi um video no you tube sobre um sepecat jaguar naval fazendo pousos e decolagens no PA CLEMENCEU,e achei muito interessante pois não conhecia essas variante do jaguar,fica a sugestão de uma matéria p o blog OK!!!!!!

  71. Daniel Camilo disse:

    FOTÓGRAFOS E CINEGRAFISTAS DE PLANTÃO
    DIA 27 TEM PASSEIO DE OPALÃO
    E PARA A RIMA FICAR BEM BACANA
    ELE SÓ VAI ATÉ COPACABANA

    ADSUMUS!!!

  72. Caros colegas. Feliz estou pela volta do velho gaulês, agora tricolor. Mas temos de ser realistas. O timming está desencontrado. O Nae volta a operar, porém sem aeronaves, já que os AF-1 serão modernizados (12 unidades). Sobrará alguma célula para ser disponibilizada para voar e treinar/qualificar/manter o pessoal de convés e de voo? Mesmo que sem modernização?

    Os eixos dos hélices do Nae foram retificados? As camisas dos eixos foram trocadas? E os hélices, receberam novo revestimento e balanceamento?

    Simbad/Mistral é pouco, quase nada, defesa terminal. Precisamos de algo como lançadores conteiráveis de Aspide 2000, e seus sistemas diretores de tiro, similares ao das fragats MODFRAG.

    Catapulta ser potencializada é possível, mas se mexer nela, tem de mexer em muitas outras coisas, o que poria o navio indisponível por mais um ano e meio, em dique seco. Não compensa, no momento. Se vamos de A-4, está de bom tamanho.

    E a aeronave AEW, cadê? falaram tanto em P-16 Tracker turbinado e equipado com Erieye sueco, e nada? Vamos navegar sem proteção ASW e sem proteção AEW também? Temerário. Um NAe, quando sai do porto, SEMPRE está em guerra. Imagino os colegas submarinistas latino americanos, dormem e acordam pensando em como afundar o gaulês opalão…

    E as comunicações SATCOM, reservas de guerra (paióis), instalações de comando e controle, etc? Está tudo “nos trinks”?

    Um BRAVO ZULU, NAe São Paulo! Ao mar, avante!

    Roberto Caiafa

  73. Mauricio R. disse:

    “…e achei muito interessante pois não conhecia essas variante do jaguar…”

    Sepcat Jaguar M, perdeu p/ o Super Etendart.

  74. Mauricio R. disse:

    “E a aeronave AEW, cadê? falaram tanto em P-16 Tracker turbinado e equipado com Erieye sueco, e nada?”

    Afasta de mim esse cálice, cruz credo, Ave Maria 3 vezes!!!

    Os P-16 foram desativados, faz tempo, que fiquem assim!!!

    Erieye no P-16, é ruim hein…

    Vc já viu como as asas dobram???

    A MB que faça tal qual a RN e os espanhóis, recupere algumas células de Sea King americanas ou inglesas e instale a versão atual do radar Searchwater, que tá de bom tamanho.

    Ou compra a versão AEW do Merlin.

  75. Celio Andrade disse:

    GALANTE,
    Alguma confirmação da visita ao SP?

  76. Celio Andrade disse:

    Galante caso confirme ou tenho resposta favor mandar no meu email: subcelioandrade@bol.com.br

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