Nos dias 11 e 12 de julho foi realizado pelo CBAP, Clube Beneficente de Amigos do Plastimodelismo, a VIII Exposição e Concurso de Plastimodelismo em São Vicente, SP. Além do evento de plastimodelismo, foi realizada exposição de viaturas militares antigas, exposição temática da Segunda Guerra, com um grupo de reencenadores de história militar e até mesmo um grupo de pessoas vestidas como personagens da série Star Wars.

Focando no que  nos interessa,  os modelos navais, podemos destacar as seguintes embarcações/equipamentos:

Navios: USS Greneville – SSN 772 (classe Los Angels), SSN classe Akula sem nome, CT Besstrachiniy - 434 (classe  Sovremenniy  – MO), Cruzador Marshal Voroshilov - 599 (classe Kresta I – MO), NAe Admiral Kuznetsov – 113 (MO) – Cruzador ASW Minsk – 015  (classe Kiev), CT Ekaterineburg -698 (classe Sovremeniy), F  Emden -F 210 (classe Bremen), USS Seawolf – SSN 21 (classe Seawolf), SSK  U82 (classe Tipo VII C), USS Elliot -DD 967   (classe Spruace – MO), Cruzador Admiral Lazarev - 015 (classe Kirov   MO),  CT INS Rajput – D51 ( classe Kashin – MO)  ,LVTP7 e M 57 -FN, Cv HMCS Rosthern -K 169 (classe Flower -MO)

FOTOS: Cinquini/MO

 

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Clicando nas imagens pode-se ver com mais detalhe um cenário tático que criei no simulador naval Dangerous Waters. Neste cenário, um CSG (Carrier Strike Group), representado pelos símbolos azuis, transita em águas internacionais, próximo à região do Pré-Sal.

Os símbolos em vermelho são três submarinos brasileiros da classe “Tupi”, que foram enviados para a área a fim de acompanhar a Força-Tarefa (FT) visitante.

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O CSG  navega a 10 nós de velocidade, aumentando a 20 ou 30 nós quando está operando as aeronaves de asa-fixa.

O submarino mais próximo está 50 milhas de distância dos alvos e sua velocidade de patrulha é de 3 a 5 nós. Ela pode ser aumentada a mais de 20 nós, mas por um período de no máximo 1h, pois a essa velocidade as baterias se esgotam e obrigam o submarino a usar o snorkel.

Nesse cenário os submarinos ficam patrulhando em áreas de espera, até que a FT inimiga passe por perto e ele tenha a chance de engajar o alvo principal.

Ao contrário do submarino nuclear, o submarino convencional não tem a velocidade suficiente para correr atrás da FT inimiga por longos períodos e se posicionar melhor para o ataque.

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SAIBA MAIS:

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Colunista da ‘Folha’ critica escolha do Scorpène

Janio de Freitas

vinheta-clipping-navalOs indícios de manobras do Ministério da Defesa para forçar determinada escolha dos novos caças da FAB estão acompanhados, agora, da revelação de que o ministro Nelson jobim, na França, inicia a compra de quatro submarinos e um casco por preço dez vezes maior do que outra oferta, de submarinos mais qualificados. E cujo pacote, como negócio e tecnologia, é mais adequado à Marinha brasileira.

A revelação de José Meirelles Passos, repórter consagrado por muitos anos de excelente trabalho para o “Globo” nos Estados Unidos, inclui duas exigências da vendedora francesa mas tipicamente brasileiras: a construção de uma base naval para os submarinos superados, não reivindicada pela Marinha, e a entrega da obra à empreiteira Norberto Odebrecht. Já se sabe, portanto, quem induziu o negócio escorchante no Brasil e, conhecidos os processos das empreiteiras, como foi conquistado.

Também fica compreendida uma providência: a licitação pública foi relegada.

Os submarinos da classe francesa Skorpène foram comprados por apenas dois países: Chile e Malásia, que explicam as três únicas unidades dadas como ativas no mundo. Nem a própria França os utiliza. Em contrapartida, a Marinha brasileira, com quadros técnicos formados na Alemanha, já comprovou sua capacitação tecnológica na construção de quatro submarinos com projeto alemão (são os atuais Tamoio, Tapajó, Timbira e Tikuna), mais atualizados do que o Skorpène.

Assim como na FAB há reservas à compra do caça francês Rafale, na Marinha há reservas ao amplo negócio em torno dos também franceses Skorpène. Os negócios foram articulados por Nelson jobim e Mangabeira Unger, que para isso chegaram a viajar juntos.

FONTE: Folha de São Paulo

NOTA DO BLOG: A opinião transcrita acima não necessariamente reproduz a opinião do blog.

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Está escalando o Rio de Janeiro, o NDD estadunidense da classe Harpers Ferry, USS Oak Hill – LSD 51, procedente de Puerto Belgrano, Argentina e Montevideo, Uruguai, suas duas últimas escalas antes do Rio de Janeiro, como parte do exercício Southern Exchange 2009, uma comissão de três meses de duração.

Sob o Comando do CDR Daniel Blackburn, encontra-se embarcado também o CAPT. Brad Williamnson, Comandante do DEsron 2 e seu estado maior

O exercício contou com participação a bordo de oficiais das Marinhas da Argentina, Brasil, Chile, Peru e Uruguai, em operações navais e anfíbias combinadas, com participação também da 2nd MEF (2a Marine Expedicionary Force), subordinado ao U.S. Marine Corps South (USMARFORSOTH), realizando operações anfíbias multinacionais com as forças navais os países citados, e esta retornando a sua base em Lttle Creek, VA, com previsão chegada no final do mês de agosto.

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Dados Principais

USS Oak Hill – LSD 51

Classe:

Harpers Ferry

Indicativo de Chamada:

N R D E

Enomendado:

27 de março de 1991

Batimento de quilha:

21 de setembro de 1992

Lançado:

11 de junho de 1994

Comissionado:

8 de junho de 1996

Base:

NAB Little Creek, VA

Lema:

” Nation’s Protector ”

Deslocamento:

11.314 t. (navio leve)

16,386 t. (totalmente carregado)

Comprimento:

190,00 m

Boca:

26,00 m

Calado:

6,40 m

Propulsão:

4 motores diesel Colt Industries de 16cy , impulsionando dois eixos/hélices, 33,000 shp (25 MW)

Velocidade:

20 nós

Embarcações transportadas:

2 LCACs

Tropas:

Destacamento de fuzileiros : 402 + 102 (em caso de necessidade)

Tripulação:

22 Oficiais, 397 Subalternos

Armamento:

2 canhões Mk 38 de 25 mm

2 canhões Phalanx de 20 mm CIWS

2 lançadors de Mísseis AAW RAM

6 metralhadoras M2HB de 0.50 m

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Foto: David H. Wilcocox/magogman -Shipspoting.com

 

Lince 04 decolando

No período de 02 a 04 de julho, o 1° Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1), participou da avaliação operacional da Fragata Defensora (F-41), ocasião em que foi verificado o funcionamento do sistema de lançamento de Chaff, bem como sua eficiência em impedir ou dificultar o “lock” do radar inimigo, após período de modernização deste sistema.

Essa missão constituiu oportunidade de adestrar as equipes do navio sobre remoção de feridos da aeronave e montagem do cabide de lançamento do míssil Sea Skua, de modo que o Esquadrão pôde, mais uma vez, dar sua parcela de contribuição para o aprestamento das equipes de bordo, além de contribuir no processo de avaliação das Fragatas Classe Niterói Modernizadas.

Remocao de tripulante

Montagem do MAS Sea Skua

Fonte e fotos: ComForAerNav

Nota do Blog: Notem que o Lince 04 ostenta no nariz o adesivo alusivo aos 50.000 pousos a bordo, alcançado pelo HA-1.

 

Seis por meia dúzia

O Poder Naval Online e o BlogNAVAL vêm há bastante tempo tratando do tema do submarino nuclear brasileiro em dezenas de artigos e posts mostrando em profundidade a questão.

No nosso entendimento, já dizíamos no início de 2008 que o “Scorpène” não atenderia à necessidade da Marinha do Brasil, pois o mesmo não possui um diâmetro (boca) de casco que comporte o reator nuclear brasileiro.

A alternativa seria outro casco mais largo, como o do “Turquoise” (um Rubis/Amethyste com propulsão convencional) ou a Marinha entrando de sócia no novo SSN classe “Barracuda”.

A troca do U214 pelo “Scorpéne” é “uma troca de seis por meia dúzia”, se o objetivo é o desenvolvimento do projeto de um casco para acomodar nosso primeiro reator nuclear.

Pelo que lemos e estudamos sobre submarinos nesses anos, a Marinha do Brasil só estaria fazendo um bom negócio se já partisse direto para um casco de submarino que comportasse nosso primeiro reator nuclear. Isso sim seria “queimar etapas”.

Construir quatro submarinos convencionais “Scorpène”, para só depois partir para o projeto de um submarino nuclear será desperdício de tempo e dinheiro, pois o Brasil já têm experiência na construção de submarinos convencionais. O que precisamos é de um casco de submarino com largura suficiente para receber o reator que está sendo construído em São Paulo.

Como já foi constatado, a França vai pagar R$ 21,5 bilhões por 6 SSN “Barracuda” e o Brasil terá de pagar R$17,6 bilhões por 4 SSK “Scorpène” e o casco de um SSN. Ou seja, no final, o dinheiro do Brasil é que vai financiar a maior parte dos novos submarinos nucleares da França.

NOTA DO BLOG: É bom ler atentamente o que está definido no acordo de transferência de tecnologia de submarinos assinado com a França:

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