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	<title>Comentários sobre: Colunista da &#8216;Folha&#8217; critica escolha do Scorpène</title>
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	<description>A informação naval comentada e discutida</description>
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		<title>Por: ARCANJO</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9545</link>
		<dc:creator>ARCANJO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 22:54:52 +0000</pubDate>
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		<description>Fico lendo toda essa discussão em torno da tentativa de valorizar o SCORPENE e desvalorizar concorrentes e vejo como isso atrai a atenção de todos para os meros detalhes. Enquanto isso o principal vai se esgueirando e progredindo.

Estamos cortando as unhas do vampiro quano o perigo está nos seus dentes.

O QUE INTERESSA É QUE ESTÁ EM MARCHA BATIDA UMA DAS MAIORES OPERAÇÕES DE LOBBY DA HISTÓRIA O BRASIL. ESCANCARADAMENTE ....

Esse é o ponto, o resto é detalhe.

O Deputado Julio Delgao que denunciou essa operação que se cuide. A mega e poderosa empreiteira, colegas da Câmara, muitos voando para Paris, governo,   blog, imprensa e opiniões chapa branca vai tudo desabar em cima dele.

Mas lá na frente, é possível e tudo seja objeto de revisão e investigação.

Pobre Brasil!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico lendo toda essa discussão em torno da tentativa de valorizar o SCORPENE e desvalorizar concorrentes e vejo como isso atrai a atenção de todos para os meros detalhes. Enquanto isso o principal vai se esgueirando e progredindo.</p>
<p>Estamos cortando as unhas do vampiro quano o perigo está nos seus dentes.</p>
<p>O QUE INTERESSA É QUE ESTÁ EM MARCHA BATIDA UMA DAS MAIORES OPERAÇÕES DE LOBBY DA HISTÓRIA O BRASIL. ESCANCARADAMENTE &#8230;.</p>
<p>Esse é o ponto, o resto é detalhe.</p>
<p>O Deputado Julio Delgao que denunciou essa operação que se cuide. A mega e poderosa empreiteira, colegas da Câmara, muitos voando para Paris, governo,   blog, imprensa e opiniões chapa branca vai tudo desabar em cima dele.</p>
<p>Mas lá na frente, é possível e tudo seja objeto de revisão e investigação.</p>
<p>Pobre Brasil!!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Resposta da MB aos editores dos jornais O Globo e Folha de São Paulo</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9546</link>
		<dc:creator>Resposta da MB aos editores dos jornais O Globo e Folha de São Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 23:57:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] a coluna &#8220;A Empreitada das Armas&#8221;, do jornalista Janio de Freitas (14/7), o Ministério da Defesa [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] a coluna &#8220;A Empreitada das Armas&#8221;, do jornalista Janio de Freitas (14/7), o Ministério da Defesa [...]</p>
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		<title>Por: Navegante</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9566</link>
		<dc:creator>Navegante</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 18:11:21 +0000</pubDate>
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		<description>Menos mal pessoal que foi a Folha...ufa! Achei que fosse algun jornal sério...este aí nem pra limpar a b...de cachorro. Viva o acordo com a França, finalmente vamos sair da estaca zero.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Menos mal pessoal que foi a Folha&#8230;ufa! Achei que fosse algun jornal sério&#8230;este aí nem pra limpar a b&#8230;de cachorro. Viva o acordo com a França, finalmente vamos sair da estaca zero.</p>
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		<title>Por: Navegante</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9547</link>
		<dc:creator>Navegante</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 17:58:18 +0000</pubDate>
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		<description>A Folha, a Veja, Globo e alguns outros PIGs, são tradicionais sucursais americanas no Brasil. Ta certo, eles estão trabalhando a favor do país deles os EUA, não tem nada de mais, cada país defende seus interesses. O que não pode é ficar vendendo carne suína no Brasil. Mirian leitão...ehehe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha, a Veja, Globo e alguns outros PIGs, são tradicionais sucursais americanas no Brasil. Ta certo, eles estão trabalhando a favor do país deles os EUA, não tem nada de mais, cada país defende seus interesses. O que não pode é ficar vendendo carne suína no Brasil. Mirian leitão&#8230;ehehe.</p>
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		<title>Por: Marcelo Tadeu</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9550</link>
		<dc:creator>Marcelo Tadeu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 16:20:12 +0000</pubDate>
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		<description>Otavio, vc leu o post acima do seu? Por favor leia...

Até que em fim alguém do meio pra explicar. A mídia deveria ouvir o VA José Luiz antes de publicarem asneira. Muito obriga VA José Luiz e marinheiro pelo post!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Otavio, vc leu o post acima do seu? Por favor leia&#8230;</p>
<p>Até que em fim alguém do meio pra explicar. A mídia deveria ouvir o VA José Luiz antes de publicarem asneira. Muito obriga VA José Luiz e marinheiro pelo post!!</p>
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		<title>Por: Tonelero</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9549</link>
		<dc:creator>Tonelero</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 16:18:25 +0000</pubDate>
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		<description>Olá galera do fórum, saudações!

Sei lá... há pontos bastante questionáveis nas palavras do Sr. Vice-Almirante acima, mas, é claro, ninguem aqui vai chamar um Vice-Almirante reformado de lobbysta, né não? Isso quase não existe... (hahahaha) Ainda mais aqui que a maioria já &quot;abraçou&quot; o Scorpene e as &quot;bondades&quot; francesas como um filho legítimo que nem precisou do exame de DNA.

Senso critico as vezes ajuda. Mas tá todo mundo acreditando no NJ como se fosse um profeta, o &quot;Moisés&quot; das FFAA brasileiras. Não param pra pensar em prazos, preços, capacidades da industria nacional de receber a famosa &quot;tranferencia de tecnologia&quot; (que não é uma via de mão única como muitos pensam, se não tiver capacidade de absorver, tudo se perde). Processo complicado e caro, mas que todo mundo acha que é facil. Tudo isso aqui discutido como verdade absoluta na idéia de muitos, depende de muito mais fatores, e nada disso ocorre em 5 anos. Não é assim. A simplicidade em ver tudo é tipico das cabeças influenciáveis, que pensam pouco e acreditam em tudo e todos.

A mim pouco importa que seja o frances ou o outro modelo lá dos chucrutes, só rogo a todos os colegas que pensem um pouco e tirem suas proprias conclusões pensando no futuro e não nas &quot;apaixonadas&quot; defesas que ocorrem sobre esse assunto hoje. Não sejamos inocentes brasileiros. Chega de ser passado para traz com promessas mirabolantes. Não precisamos mais dos &quot;espelhinhos&quot; do europeus para sobreviver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá galera do fórum, saudações!</p>
<p>Sei lá&#8230; há pontos bastante questionáveis nas palavras do Sr. Vice-Almirante acima, mas, é claro, ninguem aqui vai chamar um Vice-Almirante reformado de lobbysta, né não? Isso quase não existe&#8230; (hahahaha) Ainda mais aqui que a maioria já &#8220;abraçou&#8221; o Scorpene e as &#8220;bondades&#8221; francesas como um filho legítimo que nem precisou do exame de DNA.</p>
<p>Senso critico as vezes ajuda. Mas tá todo mundo acreditando no NJ como se fosse um profeta, o &#8220;Moisés&#8221; das FFAA brasileiras. Não param pra pensar em prazos, preços, capacidades da industria nacional de receber a famosa &#8220;tranferencia de tecnologia&#8221; (que não é uma via de mão única como muitos pensam, se não tiver capacidade de absorver, tudo se perde). Processo complicado e caro, mas que todo mundo acha que é facil. Tudo isso aqui discutido como verdade absoluta na idéia de muitos, depende de muito mais fatores, e nada disso ocorre em 5 anos. Não é assim. A simplicidade em ver tudo é tipico das cabeças influenciáveis, que pensam pouco e acreditam em tudo e todos.</p>
<p>A mim pouco importa que seja o frances ou o outro modelo lá dos chucrutes, só rogo a todos os colegas que pensem um pouco e tirem suas proprias conclusões pensando no futuro e não nas &#8220;apaixonadas&#8221; defesas que ocorrem sobre esse assunto hoje. Não sejamos inocentes brasileiros. Chega de ser passado para traz com promessas mirabolantes. Não precisamos mais dos &#8220;espelhinhos&#8221; do europeus para sobreviver.</p>
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		<title>Por: Otavio</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9548</link>
		<dc:creator>Otavio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 15:38:36 +0000</pubDate>
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		<description>Muita ignorancia!
Apenas 4 subs para uma costa ampla igual a nossa,uma compra certa seria a dos U-214.Com o preço dos Scorp. poderiamos comprar 12 U-214,montar 2 bases navais de subs,cada uma com 6,ja temos a mao de obra e ainda fariamos uma reforma no AMRJ!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muita ignorancia!<br />
Apenas 4 subs para uma costa ampla igual a nossa,uma compra certa seria a dos U-214.Com o preço dos Scorp. poderiamos comprar 12 U-214,montar 2 bases navais de subs,cada uma com 6,ja temos a mao de obra e ainda fariamos uma reforma no AMRJ!</p>
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	<item>
		<title>Por: marinheiro</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9551</link>
		<dc:creator>marinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 14:39:37 +0000</pubDate>
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		<description>Direito de resposta:
Espero que esta noticia seja ganhe um lugar de destaque aqui neste fórum, assim como estas notas falaciosas ganharam, pois isto mostraria que eu estava enganado e que você, nobre galante, é uma pessoa de caráter e neutra...

         A NECESSIDADE DE SUBMARINOS PARA O BRASIL

 A OPÇÃO“SCORPENE”

Vice-Almirante (Ref)  José Luiz Feio Obino
Ex-Comandante da Força de Submarinos

Nos dias de hoje o melhor projeto comercial, testado, de  submarino convencional, no mer-cado, é o do submarino francês “Scorpene”. Trata- se de um projeto modular, altamente avançado e flexível que pode ser construído no Brasil  e  empregado em águas costeiras  e  áreas oceânicas. A NUCLEP, Indústria de Equipamentos  Nucleares, que detém,
no país,  a  tecnologia  de  construção de estruturas circulares, com alto nível  de  precisão,  está  preparada  para construir  as seções  do casco  resistente  do  mencionado  submarino francês  e  o
AMRJ, Arsenal  de  Marinha  do  Rio  de Janeiro, ou uma Empresa Brasileira, associada à DCNS, capacitados para a montagem e união dasseções do casco do submarino.

O projeto francês é o que mais se aproxima das características do projeto SMB 10, da  Mari-nha, e agrega, em seu desenho e em  seus equipamentos, o que existe de mais avançado  e moderno em tecnologia de projeto e de construção de submarinos nucleares franceses, o que não pode ser dito pelo  seu  concorrente alemão que, apesar, de sua alta tecnologia, nunca  projetou  ou  construiu submarinos nucleares. Ademais, seus submarinos foram projetados para águas costeiras  e mares fechados. Não podemos esquecer, que  o projeto dos submarinos da classe  “Tupi”  é  a jumborização  dos pequenos submarinos alemães IKL 205/206, de 450 tons, do Professor Gabler, que estão sendo
substituídos, no presente, pelos submarinos IKL 212, com cerca de 1500 tons.

A Marinha do Brasil, e porque não dizer o País, busca o domínio da tecnologia de projeto,de construção e de manutenção de submarinos avançados, o que,  de certa forma, só  poderá  ser alcançado com os franceses, americanos, russos, ingleses e chineses. O concorrente alemão, por mais que disponha de alta tecnologia de projeto, construção e manutenção  de  submarinos, quer para uso próprio, quer
para exportação, como foi o sucesso do projeto IKL 209, carece  do principal, que  é  ter capacitação em submarinos de propulsão nuclear. Seus projetos atuais, o IKL  212, exclusivo para a sua Marinha e Marinha Italiana, e o IKL 214, para exportação, são bastante diferentes e seus projetos de concepção foram desenvolvidos em torno
da  propulsão convencional independente do  ar (AIP ),  adequada ao emprego dos submarinos próximo de suas bases, como é o caso deles, dos italianos, turcos, gregos, sul coreanos e outros, diferentemente do nosso, que requer submarinos para emprego ao longo de uma costa de 4000 km e áreas oceânicas adjacentes. Até hoje o primeiro da classe do
projeto IKL  214, para exportação, não foi aceito pela Marinha da Grécia, por problemas de não conformidade com as especificações de contrato. Ademais, tal projeto não atendia as orientações da Marinha que não desejava o sistema AIP, já que o submarino fora concebido em torno de tal propulsão. A sua construção sem o sistema de “Fuel Cell” seria a mutilação do projeto. Quando falamos sobre os projetos “Scorpene” e  IKL 214, não podemos esquecer do projeto comercial  “Amur”,  russo, conhecido em  2004,
quando  da  visita  de  oficiais  brasileiros à Rússia. Apenas o primeiro e o último são operacionais. Para  o  Brasil a melhor opção é  o  projeto  francês, ainda que  a  Marinha tenha uma parceria, de cerca  de 30 anos, com os alemães. Mas será que essa parceria foi boa? Em alguns pontos acredito que sim, mas em outros não. Senão vejamos:

•     permitiu começar  a  construção (montagem de “kit”) de submarinos
no  País, segundo um projeto importado, que  os  alemães  não
acreditavam  possível ser construído sem a sua ajuda;
•     possibilitou a nacionalização da mão de obra na construção de submarinos, que não poderá ser perdida, sob pena de comprometer todo o esforço brasileiro na consecução de seu projeto maior, o projeto e construção de seu submarino de propulsão nuclear.
•     Já nos falta, hoje,  no  AMRJ  as  mesmas condições  de  construção dos  “Tupi/Tikuna”, por força da evasão de recursos humanos especializados,  decorrente  do esgarçamento do  programa  de construção  de  submarinos ( adiamento  do  início  da  construção do “Tikuna”; falta de dinheiro orçamentário  para a  sua construção, que
levou 11 anos; cancelamento da construção do irmão “Tapuia”;  e falta de perspectiva de novas construções); e
•     faltou capacidade de nacionalização  de peças para motores, equipamentos e sistemas, prejudicando seriamente a manutenção dos submarinos. Em  28 anos, nacionalizamos,     apenas, as baterias, ficando a  Marinha  refém  da  importação, da quase totalidade  da logística dos demais sobressalentes, materiais e equipamentos, cujos
preços são cada vez mais proibitivos sem qualquer explicação para os aumentos abusivos. Acreditamos que com  o  projeto francês teremos a oportunidade  de recuperar os anos per-didos no campo da  logística, ainda  mais  se
considerarmos  que  o sucesso  de  vendas do  projeto comercial alemão do submarino IKL 209(submarinos da classe “Tupi”), projeto de mais de 40 anos, hoje se debate com o custo elevado de sua manutenção, que depende de longos  prazos  de  entrega  de  peças de fabricação
descontinuada, da disponibilidade, para pronta entrega, de materiais e equipamentos, e dos preços abusivos  de  fornecimento. Tal situação leva  a  uma baixa disponibilidade operacional desses submarinos no
mundo. Por serem, também, submarinos costeiros, o seu emprego, em áreas oceânicas ou muito afastado de suas bases, sacrifica o material, em especial, os seus  grupos motores-geradores, diante  do longo trânsito para  as  áreas de exercício ou  de patrulha. Isto não ocorre no cenário europeu ou semelhante, para o qual foram projetados,
por serem as  suas  áreas de operações muito próximas de suas bases de apoio.

O Chile, um país com grande  influência  militar germânica, tomou uma  decisão drástica  e corajosa ao sair da linha alemã para a linha francesa de  submarinos oceânicos da classe  “Scorpene”, sem  o módulo de casco de AIP. A  opção  chilena, pelo projeto francês, foi devida  ao  baixíssimo nível  de  ruído irradiado (plataforma muito silenciosa), ao maior  transporte de  armamento, a maior facilidade e
rapidez  de  recarregamento  dos  tubos de torpedo e mísseis, e a maior profundidade de operação do submarino. Os Chilenos estão muito satisfeitos com seus novos submarinos, ao contrário dos Gregos, com o seu Submarino “Papanikolis”, projeto IKL 214. Os Coreanos parecem não
estar muito satisfeito com o projeto

Ainda que  o  problema brasileiro seja ligeiramente diferente  do chileno, porque o Chile não tem a construção de submarinos, em seu território, como  uma  premissa  básica, o  Brasil  tem como objetivo estratégico o domínio completo da tecnologia de  projeto e de construção de submarinos e a manutenção dos mesmos. Não será com a
transferência de tecnologia alemã que chegaremos ao nosso objetivo maior. A  Marinha, e porque não dizer o Governo, se decidiram  por uma  proposta que atende o médio e longo prazos, isto é, a construção de  submarinos convencionais que visualize o futuro, que é o projeto e a construção do submarino de  propulsão nuclear. Hoje as parcerias
para vencer  tal  desafio seriam com os chineses, ou russos, ou franceses. Uma parceria com os indianos, que estão construindo seis submarinos convencionais Scorpene, depois de terem experimentado a construção de quatro submarinos IKL  209, não deveria ser descartada, já que estão prestes a lançar o seu primeiro submarino, com propulsão
nuclear.

A decisão  do  Governo  Federal  para a construção  de  submarinos, significará para  a  Marinha uma decisão para os próximos 30 anos.  Os primeiros 30 anos estão se acabando, sem que tenha havido  ganhos positivos,  “significativos”, para  a  Marinha e para  o  Brasil. As  “Orientações  da  Marinha” para  a  HDW  e  a  ARMARIS,  em princípios de  2005, para  a  apresentação  de  propostas,  para
construção, manutenção de submarinos e fornecimento de  equipamentos / torpedos, mostraram  claramente  que   a montagem de submarinos  da classe “Tupi”, no  AMRJ, não fora suficiente para dominarmos a tecnologia de projeto de submarinos, bem como a construção de módulos de casco, como  os  de proa e  de popa.   As  “orientações” demandavam  propostas das empresas; de construção de submarino, sem AIP,  de transferência  de  tecnologia de projeto e de construção para o CPN, Centro de Projeto de Navios,  e o AMRJ, respectivamente; de homologação do AMRJ como construtor do  submarino, a  ser  adquirido;
e de fornecimento de equipamentos para  o estaleiro construtor do novo submarino, já que um novo projeto  exige  “JIG”, dispositivos, ferramentas  especiais  específicas, não havendo como aproveitar às do projeto da classe  “Tupi/Tikuna”, mesmo  que, para  um  novo projeto
alemão, como o projeto IKL 214. O ferramental de uso geral, no entanto, poderá ser empregado na cons-trução de qualquer projeto a ser escolhido.

O projeto “Scorpene” é, em outras palavras, um modelo convencional reduzido do novo projeto  francês do submarino nuclear  “Barracuda”. O  “Scorpene”  traz em seu bojo, muito do desenho de casco do submarino estratégico“Le Trionfant”; inúmeros equipamentos de controle de plataforma, empregados nos submarinos de propulsão nuclear; e sensores  no  estado atual da arte, integrados ao sistema de combate de última geração,  SUBTICS, compatível  com  o  emprego dos torpedos IF 21, “Black Shark”, franco-italiano,  Mk 48, americano, e SUT, alemão, e com  os  mísseis submarino-superfície “Exocet”,  SSM  39.

Rio de Janeiro,   Julho de 2009</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Direito de resposta:<br />
Espero que esta noticia seja ganhe um lugar de destaque aqui neste fórum, assim como estas notas falaciosas ganharam, pois isto mostraria que eu estava enganado e que você, nobre galante, é uma pessoa de caráter e neutra&#8230;</p>
<p>         A NECESSIDADE DE SUBMARINOS PARA O BRASIL</p>
<p> A OPÇÃO“SCORPENE”</p>
<p>Vice-Almirante (Ref)  José Luiz Feio Obino<br />
Ex-Comandante da Força de Submarinos</p>
<p>Nos dias de hoje o melhor projeto comercial, testado, de  submarino convencional, no mer-cado, é o do submarino francês “Scorpene”. Trata- se de um projeto modular, altamente avançado e flexível que pode ser construído no Brasil  e  empregado em águas costeiras  e  áreas oceânicas. A NUCLEP, Indústria de Equipamentos  Nucleares, que detém,<br />
no país,  a  tecnologia  de  construção de estruturas circulares, com alto nível  de  precisão,  está  preparada  para construir  as seções  do casco  resistente  do  mencionado  submarino francês  e  o<br />
AMRJ, Arsenal  de  Marinha  do  Rio  de Janeiro, ou uma Empresa Brasileira, associada à DCNS, capacitados para a montagem e união dasseções do casco do submarino.</p>
<p>O projeto francês é o que mais se aproxima das características do projeto SMB 10, da  Mari-nha, e agrega, em seu desenho e em  seus equipamentos, o que existe de mais avançado  e moderno em tecnologia de projeto e de construção de submarinos nucleares franceses, o que não pode ser dito pelo  seu  concorrente alemão que, apesar, de sua alta tecnologia, nunca  projetou  ou  construiu submarinos nucleares. Ademais, seus submarinos foram projetados para águas costeiras  e mares fechados. Não podemos esquecer, que  o projeto dos submarinos da classe  “Tupi”  é  a jumborização  dos pequenos submarinos alemães IKL 205/206, de 450 tons, do Professor Gabler, que estão sendo<br />
substituídos, no presente, pelos submarinos IKL 212, com cerca de 1500 tons.</p>
<p>A Marinha do Brasil, e porque não dizer o País, busca o domínio da tecnologia de projeto,de construção e de manutenção de submarinos avançados, o que,  de certa forma, só  poderá  ser alcançado com os franceses, americanos, russos, ingleses e chineses. O concorrente alemão, por mais que disponha de alta tecnologia de projeto, construção e manutenção  de  submarinos, quer para uso próprio, quer<br />
para exportação, como foi o sucesso do projeto IKL 209, carece  do principal, que  é  ter capacitação em submarinos de propulsão nuclear. Seus projetos atuais, o IKL  212, exclusivo para a sua Marinha e Marinha Italiana, e o IKL 214, para exportação, são bastante diferentes e seus projetos de concepção foram desenvolvidos em torno<br />
da  propulsão convencional independente do  ar (AIP ),  adequada ao emprego dos submarinos próximo de suas bases, como é o caso deles, dos italianos, turcos, gregos, sul coreanos e outros, diferentemente do nosso, que requer submarinos para emprego ao longo de uma costa de 4000 km e áreas oceânicas adjacentes. Até hoje o primeiro da classe do<br />
projeto IKL  214, para exportação, não foi aceito pela Marinha da Grécia, por problemas de não conformidade com as especificações de contrato. Ademais, tal projeto não atendia as orientações da Marinha que não desejava o sistema AIP, já que o submarino fora concebido em torno de tal propulsão. A sua construção sem o sistema de “Fuel Cell” seria a mutilação do projeto. Quando falamos sobre os projetos “Scorpene” e  IKL 214, não podemos esquecer do projeto comercial  “Amur”,  russo, conhecido em  2004,<br />
quando  da  visita  de  oficiais  brasileiros à Rússia. Apenas o primeiro e o último são operacionais. Para  o  Brasil a melhor opção é  o  projeto  francês, ainda que  a  Marinha tenha uma parceria, de cerca  de 30 anos, com os alemães. Mas será que essa parceria foi boa? Em alguns pontos acredito que sim, mas em outros não. Senão vejamos:</p>
<p>•     permitiu começar  a  construção (montagem de “kit”) de submarinos<br />
no  País, segundo um projeto importado, que  os  alemães  não<br />
acreditavam  possível ser construído sem a sua ajuda;<br />
•     possibilitou a nacionalização da mão de obra na construção de submarinos, que não poderá ser perdida, sob pena de comprometer todo o esforço brasileiro na consecução de seu projeto maior, o projeto e construção de seu submarino de propulsão nuclear.<br />
•     Já nos falta, hoje,  no  AMRJ  as  mesmas condições  de  construção dos  “Tupi/Tikuna”, por força da evasão de recursos humanos especializados,  decorrente  do esgarçamento do  programa  de construção  de  submarinos ( adiamento  do  início  da  construção do “Tikuna”; falta de dinheiro orçamentário  para a  sua construção, que<br />
levou 11 anos; cancelamento da construção do irmão “Tapuia”;  e falta de perspectiva de novas construções); e<br />
•     faltou capacidade de nacionalização  de peças para motores, equipamentos e sistemas, prejudicando seriamente a manutenção dos submarinos. Em  28 anos, nacionalizamos,     apenas, as baterias, ficando a  Marinha  refém  da  importação, da quase totalidade  da logística dos demais sobressalentes, materiais e equipamentos, cujos<br />
preços são cada vez mais proibitivos sem qualquer explicação para os aumentos abusivos. Acreditamos que com  o  projeto francês teremos a oportunidade  de recuperar os anos per-didos no campo da  logística, ainda  mais  se<br />
considerarmos  que  o sucesso  de  vendas do  projeto comercial alemão do submarino IKL 209(submarinos da classe “Tupi”), projeto de mais de 40 anos, hoje se debate com o custo elevado de sua manutenção, que depende de longos  prazos  de  entrega  de  peças de fabricação<br />
descontinuada, da disponibilidade, para pronta entrega, de materiais e equipamentos, e dos preços abusivos  de  fornecimento. Tal situação leva  a  uma baixa disponibilidade operacional desses submarinos no<br />
mundo. Por serem, também, submarinos costeiros, o seu emprego, em áreas oceânicas ou muito afastado de suas bases, sacrifica o material, em especial, os seus  grupos motores-geradores, diante  do longo trânsito para  as  áreas de exercício ou  de patrulha. Isto não ocorre no cenário europeu ou semelhante, para o qual foram projetados,<br />
por serem as  suas  áreas de operações muito próximas de suas bases de apoio.</p>
<p>O Chile, um país com grande  influência  militar germânica, tomou uma  decisão drástica  e corajosa ao sair da linha alemã para a linha francesa de  submarinos oceânicos da classe  “Scorpene”, sem  o módulo de casco de AIP. A  opção  chilena, pelo projeto francês, foi devida  ao  baixíssimo nível  de  ruído irradiado (plataforma muito silenciosa), ao maior  transporte de  armamento, a maior facilidade e<br />
rapidez  de  recarregamento  dos  tubos de torpedo e mísseis, e a maior profundidade de operação do submarino. Os Chilenos estão muito satisfeitos com seus novos submarinos, ao contrário dos Gregos, com o seu Submarino “Papanikolis”, projeto IKL 214. Os Coreanos parecem não<br />
estar muito satisfeito com o projeto</p>
<p>Ainda que  o  problema brasileiro seja ligeiramente diferente  do chileno, porque o Chile não tem a construção de submarinos, em seu território, como  uma  premissa  básica, o  Brasil  tem como objetivo estratégico o domínio completo da tecnologia de  projeto e de construção de submarinos e a manutenção dos mesmos. Não será com a<br />
transferência de tecnologia alemã que chegaremos ao nosso objetivo maior. A  Marinha, e porque não dizer o Governo, se decidiram  por uma  proposta que atende o médio e longo prazos, isto é, a construção de  submarinos convencionais que visualize o futuro, que é o projeto e a construção do submarino de  propulsão nuclear. Hoje as parcerias<br />
para vencer  tal  desafio seriam com os chineses, ou russos, ou franceses. Uma parceria com os indianos, que estão construindo seis submarinos convencionais Scorpene, depois de terem experimentado a construção de quatro submarinos IKL  209, não deveria ser descartada, já que estão prestes a lançar o seu primeiro submarino, com propulsão<br />
nuclear.</p>
<p>A decisão  do  Governo  Federal  para a construção  de  submarinos, significará para  a  Marinha uma decisão para os próximos 30 anos.  Os primeiros 30 anos estão se acabando, sem que tenha havido  ganhos positivos,  “significativos”, para  a  Marinha e para  o  Brasil. As  “Orientações  da  Marinha” para  a  HDW  e  a  ARMARIS,  em princípios de  2005, para  a  apresentação  de  propostas,  para<br />
construção, manutenção de submarinos e fornecimento de  equipamentos / torpedos, mostraram  claramente  que   a montagem de submarinos  da classe “Tupi”, no  AMRJ, não fora suficiente para dominarmos a tecnologia de projeto de submarinos, bem como a construção de módulos de casco, como  os  de proa e  de popa.   As  “orientações” demandavam  propostas das empresas; de construção de submarino, sem AIP,  de transferência  de  tecnologia de projeto e de construção para o CPN, Centro de Projeto de Navios,  e o AMRJ, respectivamente; de homologação do AMRJ como construtor do  submarino, a  ser  adquirido;<br />
e de fornecimento de equipamentos para  o estaleiro construtor do novo submarino, já que um novo projeto  exige  “JIG”, dispositivos, ferramentas  especiais  específicas, não havendo como aproveitar às do projeto da classe  “Tupi/Tikuna”, mesmo  que, para  um  novo projeto<br />
alemão, como o projeto IKL 214. O ferramental de uso geral, no entanto, poderá ser empregado na cons-trução de qualquer projeto a ser escolhido.</p>
<p>O projeto “Scorpene” é, em outras palavras, um modelo convencional reduzido do novo projeto  francês do submarino nuclear  “Barracuda”. O  “Scorpene”  traz em seu bojo, muito do desenho de casco do submarino estratégico“Le Trionfant”; inúmeros equipamentos de controle de plataforma, empregados nos submarinos de propulsão nuclear; e sensores  no  estado atual da arte, integrados ao sistema de combate de última geração,  SUBTICS, compatível  com  o  emprego dos torpedos IF 21, “Black Shark”, franco-italiano,  Mk 48, americano, e SUT, alemão, e com  os  mísseis submarino-superfície “Exocet”,  SSM  39.</p>
<p>Rio de Janeiro,   Julho de 2009</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Patriota</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9568</link>
		<dc:creator>Patriota</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 13:16:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=14163#comment-9568</guid>
		<description>novamente a midia não especializada começa a publicar besteiras
sem sequer ter conhecimento sobre as informações que divulgam</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>novamente a midia não especializada começa a publicar besteiras<br />
sem sequer ter conhecimento sobre as informações que divulgam</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcelo Tadeu</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9569</link>
		<dc:creator>Marcelo Tadeu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 12:54:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=14163#comment-9569</guid>
		<description>PESSOAL, É TIDO BALELA!!  A QUEM INTERESSA O REEQUIPAMENTO DAS FFAA? QUANDO VOAMOS COM B.707 A IMPRENSA O CHAMA DE SUCATÃO, SE A FAB COMPRA UM ACJ, É AEROLULA!!

DESDE QUANDO O SCORPENE É ULTRAPASSADO? ELE ESTÁ ENTRE OS SUBS CONVENCIONAIS MAIS MODERNOS DO MUNDO. E OUTRA COISA, NÃO SERÃO SCORPENES PUROS QUE A MB VAI COMPRAR E SIM, UM PROJETO BASEADO NELES.

A QUEM INTERESSA O BRASIL TER CAPACIDADE DISSUASÓRIA?

AS REVISTAS VEJA, ISTO É, ÉPOCA, OS JORNAIS O GLOBO, FOLHA DE SP, ETC. SERVEM E SE VENDEM AOS INTERESSES, MUITAS VEZES, EXTERNOS E DE LOBBISTAS. QUEREM LER UMA REVISTA SÉRIA: CARTA CAPITAL

QUALQUER AVIÃO ESCOLHIDO PELA FAB VAI SER MALHADO PELA IMPRENSA MARROM. DEPENDE QUE QUAL LOBBY PAGARÁ MAIS PELAS NOTÍCIAS!!!

O BRASIL NÃO PRECISA DE INIMIGOS EXTERNOS, JÁ TEMOS O CONGRESSO E A MÍDIA CHOVINISTA!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PESSOAL, É TIDO BALELA!!  A QUEM INTERESSA O REEQUIPAMENTO DAS FFAA? QUANDO VOAMOS COM B.707 A IMPRENSA O CHAMA DE SUCATÃO, SE A FAB COMPRA UM ACJ, É AEROLULA!!</p>
<p>DESDE QUANDO O SCORPENE É ULTRAPASSADO? ELE ESTÁ ENTRE OS SUBS CONVENCIONAIS MAIS MODERNOS DO MUNDO. E OUTRA COISA, NÃO SERÃO SCORPENES PUROS QUE A MB VAI COMPRAR E SIM, UM PROJETO BASEADO NELES.</p>
<p>A QUEM INTERESSA O BRASIL TER CAPACIDADE DISSUASÓRIA?</p>
<p>AS REVISTAS VEJA, ISTO É, ÉPOCA, OS JORNAIS O GLOBO, FOLHA DE SP, ETC. SERVEM E SE VENDEM AOS INTERESSES, MUITAS VEZES, EXTERNOS E DE LOBBISTAS. QUEREM LER UMA REVISTA SÉRIA: CARTA CAPITAL</p>
<p>QUALQUER AVIÃO ESCOLHIDO PELA FAB VAI SER MALHADO PELA IMPRENSA MARROM. DEPENDE QUE QUAL LOBBY PAGARÁ MAIS PELAS NOTÍCIAS!!!</p>
<p>O BRASIL NÃO PRECISA DE INIMIGOS EXTERNOS, JÁ TEMOS O CONGRESSO E A MÍDIA CHOVINISTA!!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: GUPPY</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9559</link>
		<dc:creator>GUPPY</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 12:16:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=14163#comment-9559</guid>
		<description>Amigos,

Se a decisão foi pela compra dos Scorpenes, então assinemos logo, porque se demorarmos um pouco(e estas reportagens podem provocar percalços), corremos o risco de em pouco tempo termos um presidente
tucano e aí já vimos como eles dão importância às Forças Armadas. Se não as privatizarem(pasmem!), vão criar PDVs(Planos de Demissão Voluntária)para os militares, congelamento de salários, corte de gastos, contingenciamentos de tudo,etc. No final, nem Scorpenes nem nada. Bem, a minha memória não é fraca.

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos,</p>
<p>Se a decisão foi pela compra dos Scorpenes, então assinemos logo, porque se demorarmos um pouco(e estas reportagens podem provocar percalços), corremos o risco de em pouco tempo termos um presidente<br />
tucano e aí já vimos como eles dão importância às Forças Armadas. Se não as privatizarem(pasmem!), vão criar PDVs(Planos de Demissão Voluntária)para os militares, congelamento de salários, corte de gastos, contingenciamentos de tudo,etc. No final, nem Scorpenes nem nada. Bem, a minha memória não é fraca.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Corsario 01</title>
		<link>http://www.naval.com.br/blog/2009/07/14/colunista-da-folha-critica-escolha-do-scorpene/comment-page-1/#comment-9567</link>
		<dc:creator>Corsario 01</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 11:50:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.naval.com.br/blog/?p=14163#comment-9567</guid>
		<description>War,

O cara estava indo relativamente bem, quando derepente.......&quot;  ainda mais porque para patrulhar mesmo em áreas oceânicas, os novos submarinos oceânicos com AIP são igualmente eficientes e muito mais baratos.&quot;

Ai ele derrapou feio, pisou na batatatinha ou viajou na maionese do 214 com AIP.

Nunca que um 214 poderá impor velocidade maxima por tempo maior que um Nuke afim de perseguir um GT.

Se um 214 com AIP pisar no acelerador, além dele não passar de 21 nós( o que é pouco, pois os Gts normalmente &quot;voam&quot; acima de 29nós), suas baterias iriam zerar rapidamente e nessa hora, o AIP iria ajudar em que? A por o 214 navegando a 5 nós e isso é uma piada quando pensamos neste tipo de missão. Buscar, caçar um GT.

Em suma, o NUKE é vital para se patrulhar uma costa como a nossa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>War,</p>
<p>O cara estava indo relativamente bem, quando derepente&#8230;&#8230;.&#8221;  ainda mais porque para patrulhar mesmo em áreas oceânicas, os novos submarinos oceânicos com AIP são igualmente eficientes e muito mais baratos.&#8221;</p>
<p>Ai ele derrapou feio, pisou na batatatinha ou viajou na maionese do 214 com AIP.</p>
<p>Nunca que um 214 poderá impor velocidade maxima por tempo maior que um Nuke afim de perseguir um GT.</p>
<p>Se um 214 com AIP pisar no acelerador, além dele não passar de 21 nós( o que é pouco, pois os Gts normalmente &#8220;voam&#8221; acima de 29nós), suas baterias iriam zerar rapidamente e nessa hora, o AIP iria ajudar em que? A por o 214 navegando a 5 nós e isso é uma piada quando pensamos neste tipo de missão. Buscar, caçar um GT.</p>
<p>Em suma, o NUKE é vital para se patrulhar uma costa como a nossa.</p>
]]></content:encoded>
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