Nas fotos, o NDD americano USS Oak Hill (LSD 51), operando ao largo do Rio de Janeiro com a Aviação Naval e Fuzileiros Navais do Brasil, como parte do exercício Southern Exchange 2009, uma comissão de três meses de duração com Marinhas da América do Sul.
O mar faz isso mesmo com os navios, em especial aqueles que ficam vários meses fora da sede. Os navios da Royal Navy (Marinha Real Inglesa) que escalam no Brasil para descanso das tripulações, quando estão fazendo patrulha pelo Atlântico Sul/Falklands e Oeste da África, são uma verdadeira zona com graxa, óleo, pallets de peças e suprimentos para todos os lados e cantos, além de ferrugem.
Existem alguns paises que usam alguns navios para representação e coquetéis e conseguem deixar eles sempre limpinhos, pintadinhos e com tanta tinta e kaol que as vezes nem as estações de CBINC (Combate a Incêndio) funcionam.
Os “merrês” (MR) ao invés de estarem melhorando o seu “skill” nas manobras de convés no mar passam o ano “batendo ferrinho” e levando esculacho.
Veja a USN como exemplo, e isso vale em teoria para a maioria das Marinhas Ocidentais. O ciclo operativo de um navio é de 2 anos:
(1) seis meses docado para grandes reparos e eventuais modernizações, instalações ou substituição de sistemas
(2) seis meses em adestramento para validar o navio e o adestramento da tripulação (inclusive novatos) com os novos sistemas do navio
(3) seis meses totalmente operacional, quando realiza as grande comissões (deployments)
(4) seis meses em baixa operacionalidade, quando participa de exercícios menos importantes, começa a realizar a transferência de pessoal para outros navios, estabelecimentos em terra ou cursos e começa a ser preparado para um novo período de reparos.
Depois desse ciclo começa tudo novamente e no caso de uma emergência, guerra, crise os navios são mobilizados na seguinte ordem: 3, 2, 4, 1. (tenho duvidas “de cabeça” no meio desta ordem, se é 2 e 4 ou 4 e 2)
Uma lancha como esta apinhada de soldados, só se for para fotografia de recordações. Depois da Guerra das Malvinas o desembarque nestas condições só se não houver inimigo. Com o advento de mísseis e bombas ultra precisos creio que não haverá tão cedo um desembarque deste tipo numa guerra moderna.
esta lancha nao verdade é um LCU de quase 400 toneladas quando totalmente carregada que pode transportar até 2 tanques M1
e na verdade a US Navy nao tem intençoes de desembarcar da forma antiga, porem estas embarcaçoes sao uteis para reforçar cabeças de praia e até mesmo em ajuda humanitaria, algo que a US navy é muito
proficiente.
É, a galera a bordo do LCU, parece uma turma de Colônia de Férias, não um Grupo de Combate…Para quem opera “Ceará” e “Rio de Janeiro”, o Oak Hill é alto luxo.
[...] Clique na imagem acima e veja o vídeo da USN. O vídeo foi feito durante o exercício Southern Partnership Station 2009. Para ver fotos do exercício, clique aqui. [...]
Você precisa estar logado para postar comentários.
Se você ainda não adquiriu a terceira edição da nossa revista impressa, reserve já seu exemplar!
Clique na apresentação acima para fazer a degustação de algumas páginas da edição número 3 da revista Forças de Defesa, de 96 páginas. Garanta já o seu exemplar, por apenas R$18,00. O preço já inclui o envio registrado pelos Correios e a embalagem protetora.
Para adquirir o seu exemplar, clique num dos botões abaixo. Use o PagSeguro para gerar um boleto pagável em qualquer banco e o PayPal para pagar com cartão de crédito.
Para dúvidas sobre outras formas de pagamento e demais informações, envie um e-mail para revista@fordefesa.com.br.
Ao comprar a revista, o leitor torna-se assinante dos sites das Forças de Defesa, podendo postar comentários após o seu cadastramento.
Clique nos ícones e navegue pelos sites
Publicidade
Publicidade
Nossos leitores agora
Google Translator
Parceiro
Revista Forças de Defesa N° 3. Compre já o seu exemplar!
Revista Forças de Defesa N° 2. Compre o seu exemplar antes que acabe!
Nosso objetivo é difundir e discutir a tecnologia e história das Marinhas de Guerra e Mercante, para incentivar o debate e a reflexão, colaborando na disseminação da mentalidade marítima e no fortalecimento do Poder Naval do Brasil. Os comentários são de responsabilidade de seus autores, e caso tenham conteúdo inapropriado, serão editados ou removidos. Eventualmente, comentários podem ser retidos pelo anti-spam, especialmente os que contenham links ou que sejam de novos leitores. Nesse caso, aguarde sua liberação por um dos moderadores.
Esta última foto, de cima para baixo, está um prato cheio…… para a gripe “suínica militaris”…..
Sds.
Minha nossa esse Navio ta que é pura ferrugem, o perigo e contrair uma infecção nessa banheira……
Que nada. Na ultima foto tá parecendo que o pessoal veio fazer turismo. Olha a quantidade de máquina digital.
Sandro,
O mar faz isso mesmo com os navios, em especial aqueles que ficam vários meses fora da sede. Os navios da Royal Navy (Marinha Real Inglesa) que escalam no Brasil para descanso das tripulações, quando estão fazendo patrulha pelo Atlântico Sul/Falklands e Oeste da África, são uma verdadeira zona com graxa, óleo, pallets de peças e suprimentos para todos os lados e cantos, além de ferrugem.
Existem alguns paises que usam alguns navios para representação e coquetéis e conseguem deixar eles sempre limpinhos, pintadinhos e com tanta tinta e kaol que as vezes nem as estações de CBINC (Combate a Incêndio) funcionam.
Os “merrês” (MR) ao invés de estarem melhorando o seu “skill” nas manobras de convés no mar passam o ano “batendo ferrinho” e levando esculacho.
Veja a USN como exemplo, e isso vale em teoria para a maioria das Marinhas Ocidentais. O ciclo operativo de um navio é de 2 anos:
(1) seis meses docado para grandes reparos e eventuais modernizações, instalações ou substituição de sistemas
(2) seis meses em adestramento para validar o navio e o adestramento da tripulação (inclusive novatos) com os novos sistemas do navio
(3) seis meses totalmente operacional, quando realiza as grande comissões (deployments)
(4) seis meses em baixa operacionalidade, quando participa de exercícios menos importantes, começa a realizar a transferência de pessoal para outros navios, estabelecimentos em terra ou cursos e começa a ser preparado para um novo período de reparos.
Depois desse ciclo começa tudo novamente e no caso de uma emergência, guerra, crise os navios são mobilizados na seguinte ordem: 3, 2, 4, 1. (tenho duvidas “de cabeça” no meio desta ordem, se é 2 e 4 ou 4 e 2)
Saudações e um abraço.
Pode está enferrujado , mas está bem melhor que alguns navios da MB
E ai Zé, “sapiencia navalis” ou outro que acha que ele leva 16 t. de carga …..
e ainda perdes tempo respondendo … deixa ele crer .. deve ser outro fa do titanic …
Tsc tsc
Mod MO
E olha o nível da sua capacidade de defesa anti-míssil.
Dois lançadores RAM e 2 CIWS Phalanx. Maior que a do classe San Antonio (LPD-17).
Uma lancha como esta apinhada de soldados, só se for para fotografia de recordações. Depois da Guerra das Malvinas o desembarque nestas condições só se não houver inimigo. Com o advento de mísseis e bombas ultra precisos creio que não haverá tão cedo um desembarque deste tipo numa guerra moderna.
Oi Getulio…
esta lancha nao verdade é um LCU de quase 400 toneladas quando totalmente carregada que pode transportar até 2 tanques M1
e na verdade a US Navy nao tem intençoes de desembarcar da forma antiga, porem estas embarcaçoes sao uteis para reforçar cabeças de praia e até mesmo em ajuda humanitaria, algo que a US navy é muito
proficiente.
abraços
Grande Dalton
Complementando são da classe LCU 1610, da mesma classe das nossas Gurapari, Tambau e Camburiu
Abs
Mod MO
ok. obrigado pelas informaçoes.
É, a galera a bordo do LCU, parece uma turma de Colônia de Férias, não um Grupo de Combate…Para quem opera “Ceará” e “Rio de Janeiro”, o Oak Hill é alto luxo.
o que é isso?
o que é isso o que ?
??
Posso estar errado mas acho que o desembarque não fazia parte do conceito da operação. O realismo das ações teria ficado para a fase em terra.
[...] Clique na imagem acima e veja o vídeo da USN. O vídeo foi feito durante o exercício Southern Partnership Station 2009. Para ver fotos do exercício, clique aqui. [...]