O Comando da Marinha do Brasil deu início aos estudos de RAN (Requisitos de Alto Nível) para a aquisição de 10 novas escoltas, sendo o primeiro lote de 6 navios EG (para guerra anti-submarino e guerra de superfície) e outro lote de navios para guerra antiaérea (AAW).
A configuração básica dos navios compreenderia um canhão de médio calibre de 127mm, mísseis antiaéreos Aster (modelo 15 ou 30), mísseis antinavio Exocet Block III ou o nacional MAN-I.
A Marinha do Brasil já recebeu propostas de estaleiros americanos, franceses, alemães, espanhóis e sul-coreanos. Das propostas analisadas, serão definidos 2 ou 3 finalistas, que apresentarão propostas detalhadas posteriormente, inclusive para a produção dos navios no AMRJ.
Construídas no Brasil, a versão de emprego geral custaria cerca de R$ 1,8 bilhão a unidade. A versão antiaérea, R$ 2,3 bilhões.
Holanda, Dinamarca, Rússia, China e Índia pediram informações sobre o Programa da Marinha do Brasil, mas até agora não enviaram propostas.
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Prezados
França novamente vencedora
sds
Prezados
Creio que o Brasil fez uma jogada conhecida no poker como All-In (tudo dentro) ou seja apostou todas as suas fichas com a França e ao que tudo indica não é blefe.
sds
Subs (convencional e nuclear), helicoptéros,f-x2, NAe e agora os navios escoltas.
sds
A fase de concurso será mais para abaixar o preço da frança.
Estamos no ano da França no Barsil. Nada mais natural, desde que o que for adquirido seja no estado da arte e a preços “razoáveis”, com a famosa transferencia de tecnologia e ainda fabricados aqui. Dez para o Jobim e os militares envolvidos. Chega de sucata e compras de ocasião. Não importa quem ganhe as eleições de 2010. Não tem mais retorno. Agora é o país. O nosso. E ninguém tira. Bom FDS a todos.
Sr War
Gostei do comentario.Quero que seja logo assinado este acordo.
Acredito que os 3 condidatos mais fortes do “FX naval” serão Espanha , Coreia do Sul e França, sendo a proposta francesa a favorita na disputa.
Opa! Já começou o “FX-naval”…pensei que o MD esperaria anunciar o resultado do FX2 prmeiro, para então começar o “FX” da Marinha.
Lucas, acho que de novo a França sai na frente…é aquilo que sempre comentamos no blog aéreo: o acordo Brasil-França pesa nessas horas.
Se isso decidirá para os navios franceses ou não, são outros quinhentos…mas que a França sai na frente de novo, acho que sai.
É o tal negócio, o Brasil procurou vários países para criar uma parceria estratégica de Defesa…nenhum deles se interessou. Só a França se interessou e assinou o acordo. É evidente que este acordo tem contrapartidas (de ambos os lados)…ingenuidade de quem pensar que não. Por isso, acho que vc está certo na sua tese do All-In.
Começo a achar que não é blefe mesmo.
abração
Assina depressa que ano que vem ninguém vai trabalhar no alto escalão a não ser para a campanha política.Equipamentos e adestramento já para nossas FA´s.Brasil acima de tudo!!!!
War,
também gostei de seu comentário.
Acho que o espírito da coisa é esse mesmo…aos poucos o pessoal mais cético vai entender o que está acontecendo. Uma vez fechado esses acordos durante o atual governo, o máximo de ruim para o reequipamento das FAs que pode acontecer num próximo governo, mesmo que este seja totalmente desleixado para com as FAs, seria não criar outros planos de reequipamento. Mas esperamos que não tenhamos tanta má sorte assim com o novo governo.
De qualquer modo, os acordos já assinados continuarão, os contratos já assinados prosseguirão. São contratos entre Estados e não entre governos. Por isso é importante que tudo, ou o máximo possível, seja assinado durante o atual governo. Temos que aproveitar o momento em que o vento está a nosso favor. E acho que ainda sairam outros coelhos da cartola até o fim de 2010. Mais programas para o reequipamento das FAs. O EB ainda não teve a devida atenção no quesito reaparelhamento. Creio que logo terá também.
forte abraço
Mas quais seriam os tipos de embarcações(nomes)?
Também concordo que a França esteja sendo considerada favorita nas concorrências, mas é muito importante que a concorrência seja sempre acirrada, sempre forçando os preços e o maior repasse de tecnologia.
Os coreanos, por exemplo, fizeram uma proposta inicial bem arrojada, fabricar no Brasil 4 KDX 2, mais baratas que as FREEM, e ainda por cima com uma DOAÇÃO de 10 corvetas classe Pohang, de 1200ton, para a MB.
Os franceses que se virem para melhorar a proposta dos coreanos, vai ser uma grande concorrência, e com o passar do tempo as propostas vão ficando cada vez melhor.
Só não entendi esse preço de R$ 1,8 bi a unidade para a versão de emprego geral, li aqui no blog que as KDX custariam US$ 420 milhões, e fabricadas aqui.
Saudações a todos.
Belíssima notícia! Pra quem esperava por 6 e achava que no fim só viriam umas quatro, 10 está muito bom!
Mas acredito que em 2025 estas unidades sejam complementadas por navios de segunda mão.
É absolutamente inadmissível que confiemos a apenas 10 navios (ainda que bem armados) a defesa do nosso vasto litoral.
Particularmente creio que um número em torno de 18 a 22 escoltas estaria mais de acordo com o tamanho e a projeção internacional do Brasil daqui a 16 anos: maior do que hoje e provavelmente em transição para um patamar de mais destaque, além de ser o prazo de maturação de projetos interessantes (como o submarino nuclear) e do auge da exploração dos recursos naturais da amazônia azul (como o petróleo do pré-sal).
Agora admito que senti falta de um sistema de defesa de ponto na descrição do armamento base (comum a todas as unidades). Ouvir que além dos Aster 15/30 essas belezinhas viriam com uns 2 goalkeeper soaria como música. Espero que este tipo de armamento não seja de uso exclusivo das escoltas anti-aéreas.
S.A.
Bronco,
eu concordo que dez escoltas são pouco para o tamanho da costa brasileira e o tamanho das nossas pretenções. Agora, se esse número de 18 a 22 escoltas for complementado por corvetas tipo a Barroso acho que estariamos muito bem servidos!
Dez escoltas em torno das 6000ton (6 de EG + 4 de AAW), quatro Sub convencionais mais o NUC, São Paulo “M” + A-4M + S-2M (no futuro, A-13 quem sabe com o F-X2), Navio Multipropósito, helicópteros, etc…
Parece que o barco está andando, digo navegando, ao menos no campo das ideias…
Acho que esse projeto deve ser conduzido de forma isenta de preferencias do Ministro, do Presidente, sei lá.
A MB tem que analizar todas as propostas de forma tecnica e tirar o maximo dos concorrentes aquele que oferecer o melhor custo beneficio vence e pronto.
Porque agora temos que comprar tudo dos Franceses?
Não acho essa parceria francesa lá mto boa, já de cara nos empurraram um navio-patrulha de 20 anos atrás, estão criando problemas p/ a inclusão do Siconta e do Defensor em suas propostas.
Será que vamos ter dinheiro para tudo isso, Subs, FX, FX naval, Urutu III ? Sou um pouco cético.
Só estou vendo o governo falar em Bilhões para todo lado e a receita diminuindo.
Mas o governo adiou tanto que agora nós precisamos de reaparelhamento em todas as Forças Armadas.
Caros, 10 escoltas não é só pouco, é incongruente com a END que prevê a criação de duas frotas com dois NAe.
Um grupo tarefa nucleado com NAe tradicional tem de ter pelo menos 8 escoltas em missão operacional. Uma frota para ter 8 escoltas operacionais sempre tem de possuir de 12 a 14 unidades no seu inventário.
Por isso não está fechando…
Ja somos fregueses no futebol, vamos ser na defesa tambem…
Uma compra significativa, quase o dobro da última compra de escoltas novas , as 6 Niteroi.
Nada impede que mais pra frente sejam adquiridas mais unidades, quanto ao dinheiro a ser investido, o será gradativamente, e com empréstimos a longo prazo.
Quanto ao fornecedor, os técnicos da MB certamente saberão escolher dentre as propostas apresentadas, de acordo com as definições da Arma.
Sds.
Esses valores estão absurdamente distantes…ou inicialmente cotou-se muito baixo (o q acho difícil, já q eram propostas dos fabricantes) ou agora alguém está acelerando demais!!! quem está certo afinal??? esse preços são de Aegis pra cima!
Não sei pq a surpresa…
O mundo todo caminha no sentido de diminuir a quantidade de vetores, porem, aumentando a capacidade de combate dos novos vasos..
Pq o Brasil seria diferente ??
Eu tenho mais medo do pós-compra do q do pré-compra!!
Como iremos manter modernas fragatas AAW se nao temos condições para manter corvetas Inhauma e fragatas Niterói??
http://www.youtube.com/watch?v=al3eYkG6_Pg
Vejam esse video muito legal sobre as 10 melhores marinhas do mundo
Comentário 1 – Ver para crer!!!!
Comentário 2 – Em que ano todos esses navios estarão operacionais???
Comentário 3 – Será coisa de pré-campanha eleitoral?????
Não sei se a França tem tanto dinheiro para financiar todas essas compras do Brasil. Eles estiveram com dificuldades para fechar os submarinos e estam levando quase um ano para isso. O Brasil também tem um acordo militar com os italianos e as FREMM são uma parceria com a Itália. Acho também que a MB poderia ter umas dez escoltas do porte das Niterois.
Acho que estamos avançando..
Tb acho que deveríamos aceitar a proposta coreana e comprar as 10 freem….teríamos 2 tipos de tecnologia no pais, incrementariamos o parque naval e poderíamos pensar em desenvolver com esses estudos em cima dos projetos franceses e coreanos versoes modernas das Barrosos e NITEROI..AI NUM PLANEJAMENTO INDEPENDENTE DE GOVERNOS , A MARINHA SEMPRE TERIA MEIOS NAVAIS NOVOS SEGUINDO CRONOGRAMA, COMO FAZEM OS eua.
Não demorando uns 8 anos para ser finalizado o FX-NAval, já seria um grande passo.
Más vamos torcer, estou otimista.
O valor dos investimentos em aquisições está realmente bom….o que me preocupa são os recursos para manter esses meios operacionais….tão importante quanto adquirir é ter recursos pra manter operacional….atualmente a grande maioria dos nossos meios navais não estão encostados por falta de manutenção ou até mesmo falta de combustível?
Não tenho visto notícias com investimentos para as FAs no sentido de manutenção dos meios…toda semana(e é muito bom ver essas notícias)vejo notícias com aquisições, mas o orçamento anual das forças não deve aumentar muito pra manter esses meios funcionando plenamente?
Acho excesso de otimismo na minha modesta opinião.
Deveríamos investir em corvetas para uso geral e no máximo 6 navios de defesa aérea de maior porte (acho razoável 4). Além disso precisamos de submarinos convencionais e de um navio de função múltipla (porta-helicóptero de assalto).
Além, é claro, de nossos meios de patrulha.
Sábias palavras Caipira…
de qualquer forma, uma grande noticia, porém nao esqueçamos que estes navios virao substituir e nao adicionar, sim, porque, por mais modernos e poderosos que sejam os navios acima, nao poderão estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Navio de guerra novo é uma maravilha nos primeiros anos, e voce pode contar com uma taxa de utilizaçao bastante alta. Com os anos, os navios passam mais tempo em manutençao que torna-se mais cara, enfim, voce precisa de 10 navios para ter 5 em média em condiçoes de uso portanto a necessidade de ter um nr muito maior de unidades.
sds
Pelo que eu sei o MAN-1 não seria ideal para essas escoltas já que eles têm um alcance muito reduzido, equivalente ao Exocet Block 1, em torno de 70 km. O ideal seria mesmo os Exocet Block 3 com 180 km de alcance.
Os MAN-1 são mais adequados para armas aeronaves e submarinos.
Caro Alan
Você lembrou bem. Um aegis da US Navy custa em torno de um bi de dólares. Logo, pelo jeito teremos o topo do estado da arte. Ou os números estão errados. Com o tempo o assunto será melhor esclarecido.
Abraços
Os MAN-1 vão ser utilizados para equipar outras meios navais, os mais antigos, e menos preparados. Da mesma forma que o Torpedo Nacional, que deve estar operacional na época.
Se o acordo com a França é realmente tudo aquilo que comentam, mísseis, sistemas, etc… A França ja ganhou, e tem que ganhar este tambêm.
Existem 22 cruzadores e 56 destroyers “Aegis” na US Navy e outros 6 destroyers em construçao, portanto o preço de 1 bilhao de dolares em média por unidade deve estar “diluido” pela grande quantidade.
Talvez, o fato dos nossos navios custarem o mesmo, nao signifique que sejam tao ou mais capazes, pois pelo que já foi anunciado aqui no blog, estes navios serão menores que um destroyer Arleigh Burke e terao um numero menor de celulas verticais para misseis.
abraços
O que impede a MB de fazer uma “Niteroi – MOD” Atualizada tanto no casco como sistemas e etc etc etc ?
Torço para a FREMM, mas convenhamos os Coreanos vão entrar nesta para ganhar e vão forçar mais coisas com certeza…
E com a China, com a aproximação das Marinhas, será que ha algo que a China possa oferecer ?
Engraçado esta info.
O DCNS informou atraves de seus diretores que cada FREEM sairia por 650 milhões.
Um AEGIS custa mais de 1 Bi, logo, se sabemos que a MB não terá nenhum AEGIS, como nossos escoltas poderão custar 1,8bi ?
Só se já está incluso a comissão do senado do congresso dos aspones dos atravessadores dos ??????? sei lá mais quem para se chegar neste numero.
Onumero de escoltas está errado. Os valores estão errados, enfim, foi um bom chute, mas não possui o minimo de credibilidade.
Tive acesso a PEAMB e os numeros são 100% divergentes dos expostos acima na materia.
Vamos torcer para que o anuncio saia logo, para podermos conferir isso bem de perto.
Para o bem da MB e do País, não comprem estes numeros.
Perguntas para os amigos do blog:
a) nada entendo de Guerra. Talvez entenda um pouquinho de diplomacia e sensatez.
MAS PARA QUE NOSSO PAÍS PRECISA DE UMA FROTA MODERNA????
HÁ ALGUMA AMEAÇA AO BRASIL, num futuro de ,por exemplo, alguns anos?
Inimigos ocultos? Projeção do “PODER BRASILEIRO”? Combate aos piratas? Proteção da Amazonia? PARA QUE PRECISAMOS DE UMA FROTA MODERNA?
Não é ironia. É só uma pergunta.
b) o que se entende por “Doutrina Militar”?
Obrigado e um abraço aos amigos, ao Galante e principalmente ao grande Marcelo Ostra.
a) Vc tem razão, devemos inclusive iniciar uma campanha para abolir as fechaduras de nossas casas. Acabar com os muros, cercas e mandar todos os porteiros embora, afinal, não há necessidade de nada disso no mundo em que vivemos.
Nosso país é pacifico e ninguem nunca irá atacar nossas LMC e invadir nosso territorio. Vc esta certo. Vamos guardar nosso dinheiro para os PETRALHAS.
b) A Doutrina Militar é um conjunto harmônico de idéias e entendimentos que define, ordena, distingue e qualifica as atividades de organização, preparo e emprego das forças armadas. Engloba ainda a administração, a organização e o funcionamento das organizações militares.
O item B , bastava ler no Google.
Só acredito na hora que baterem as quilhas!!!!
Ivan,
Vou fazer uma analogia meio burra ok ?
De que adianta sua diplomacia diante de um ladrão ?
O ladrão sabendo que vc não pode mais portar por lei arma de fogo, sabe que sua casa e você esta desprotegido e pode hipoteticamente fazer o que quiser, pois vc não tem como “hipoteticamente” revidar ou resistir… O mesmo acontece com o litoral Brasileiro, 95% dos produtos que vem ao Brasil ou saem dele vão por esta via. Se vc estrangula ela vc acaba com o Brasil… Por isto é bom ter algo que um possível “adversário” pense ser difícil de combater ou deter… Ai entra o que chamo diplomacia das armas… Vide a Guerra da Lagosta entre o Brasil e a França, se não tivéssemos algo para nós impor, eles estariam praticando a pesca predatória em nossas aguas até hoje…
Por isto a Diplomacia pura do Brasil nem sempre é eficiente… e esperar que os EUA interfiram é complicado, vide o caso das Malvinas, onde “por acordo firmado” os EUA deveriam se alinhar com a Argentina contra a Inglaterra, e eles não cumpriram o acordo.
O fato de não termos inimigos declarados, não nós exime do risco de te-lo…
Se eu estiver errado gente, podem me corrigir
[ ]´s
Levei bordoada de tudo quanto é jeito quando disse que o programa era sério….Só lamento que esse governo tenha efetivado estas medidas na segunda metade do mandato…..Não quero nem pensar na possibilidade do sucessor ser “comedido” como foi o FHC….
Nas escoltas eu preferiria as KDX para emprego geral e as FREEM para defesa aérea, mas essa “separação” de fornecedores não deverá sera dotada…além disso o míssil é o Aster…….
Ivan…
nossos navios estão aproximando-se do fim de suas vidas uteis e precisam de substitutos.
No momento nao está se pensando em um grande aumento de nossa marinha , os subs franceses irão substituir os nossos tupis e os novos navios de superficie, sejam eles 6 ou 10 irão tomar o lugar de nossas Niterois e Inhaumas.
Temos que manter um minimo de presença naval em nossas aguas, até porque temos vizinhos “mui amigos” sem falar que construçao naval gera empregos e proporciona um avanço tecnologico.
abraços
Ao Srs.
Sabe de uma coisa! Venha de onde vier!..Eu quero é que venha!….
E chegue logo não demore muito.Já estou velho talvez não de tempo.
Só não me venham fazer sonhar mais.
Ivan,
precisamos de forças armadas preparadas para fazer funcionar a diplomacia e colocar sensatez na cabeça dos outros.
Quanto à ‘doutrina militar’, em termos leigos, é um conjunto de normas gerais que orienta as atividades das forças armadas de um país tendo em vista os cenários possíveis e os recursos disponíveis, na tentativa de prover os meios adequados à sua defesa.
Ricardo, vc diz reviver um projeto do final dos anos 60 ?
Porque esta partanoia com as MK 10 ???
Abs
Mod MO
Ola Ivan
Uma coisa tem que se considerar tambem, o tempo para entender e otimizar a operação de uma Marinha
Cionsiderando isso não há como se prever quando surgirá uma ameaça, ew hoje em dia não precisa de muito pra surgir, basta haver um interesse alheio em alguma coisa
A Celebrity não virou o que ela é hoje por nada, lmbram se dos Americanis da vida, naquela época e Celebrity não era o que ela é hoje, foi investindo em navios modernos, tecnologia e aperfeiçoamento de usas tripulações que fez dela o que ela é hoje
Um grande abraço e sempre que tiver duvidas, pergunte
Mod MO
Outra coisa importante
NÂO SERAO 6 e 4 !!!!!! (Ao menos ainda), pois ainda NÃO ESTA DEFINIDO E SACRAMENTADO quais escoltas serão (e talves ate se haverá … ) em um futuro proximo
gentileza não se precipitar
Abs
Mod MO
4 Gibbs&Cox AA e 6 KDX II E/G, são as melhores navios, teríamos verdadeiramente uma MARINHA com escoltas poderosas, ainda que em pequeno número.
Marcelo Ostra
Pensando como um administrador ok ? Se temos ai um conhecimento melhor do Casco da Niterói e seus sistemas, porque não evoluir o projeto e sem depender de ninguém la fora… Não sei se é economicamente viavel hoje, mas em materia de pagar a quem, seria envolver somente o mercado interno ( mão de obra, instalações e tudo mais ) ao meu ver o custo cai para Real e não em doletas o que pode no futuro ter um custo menor e assim ainda dar um “impulso” ao mercado interno de trabalho… Claro posso estar redondamente enganado…
eu particularmente acho o perfil das Niterois muito elegante comparado a muitas que vemos por ai, para atualiza-la seria tão caro assim ?
Senhores,
Calma !!
As iformações em que se baseou o texto, podem ou não ser o que está descrito no PEA/MB, já que o mesmo ainda não foi oficialmente divulgado. Mas, são pistas importantes e dignas de crédito.
Não vou polemizar e contrariar um ou outro comentário.
Prefiro somar do que dividir, acrescentar, já que participei do bate papo onde as informações foram discutidas.
O MD ordenou um revezamento dos anúncios de reaparelhamento das forças (os PEA) de maneira que sejam sempre anunciados nesta ordem, primeiro a FAB, depois a MB e por fim o EB. Então, antes do anúncio do vencedor do FX-2 e da assinatura dos contratos dos programas do SBr e do SNBr da MB, nada mais será oficializado.
Segundo a fonte desta matéria, colocada no ar no Blog quase que simultaniamente pelo Galante, o valor total do PEA da MB é na casa dos R$ 250 bilhões. Certamente e até mesmo a própria MB sabe disto, a tesoura vai pegar forte nos planos do Almt. Frade e Cia.
Alguns dos programas que serão anunciados vão fatalmente ser cortados pela tesoura do Min. do Planejamento (que extra oficialmente já levou um susto) e então, provavelmente, veremos as nossas velhas e conhecidas “soluções de continuidade”.
Dito isto, só alguns pequenos detalhes…… como por exemplo, se os MAN-1 não estiverem totalmente disponíveis, a MB optará pelos Exocet MM 40 Block III, assim como prefere os canhões OM super rápidos de 76 mm para os NaPaOc….. além disto, é muito pouco provável que as escoltas tenham, todas, 6000 ton de capacidade, já todos viram quanto custa…… e ainda, nos valores acima, não foram computados os custos de transferência tecnologica, capacitação e treinamento de pessoal e ampliação do AMRJ.
Então, o projeto é para 30 anos….. o que vai sair disto, talvez poucos poderão ver…..
Sds.
Aos amigos e especialmente ao Marcelo Ostra
Obrigado pelas respostas!
Aprendi o que é a Doutrina Militar.
Bosco, obrigado por defini-la em termos leigos. Gostei!
Quanto a primeira pergunta, deixei claro que NÃO ERA IRONIA. Era apenas uma pergunta!
Mas recebi respostas irônicas do Ricardo(levemente ironica) e muito irônica do Direto do Fundo do Mar. Se eu quisesse uma resposta do Google poderia ter feito, caro Direto do Fundo do Mar.
Mas queria saber de quem entende do assunto, que são os amigos daqui!(entendem e são apaixonados pelo assunto).
Amigos, eu não estou questionando a existência das Forças Armadas.
Apenas queria saber POR QUE.
Obrigado pelas ótimas respostas:
- Dalton(que se referiu a vida útil dos navios e a necessidade de mante-los no mar, mesmo que em pequena quantidade)
- Marcelo Ostra que me relembrou a Celebrity, excelente empresa de navegação!
Abraços!
Sonhar não custa nada, no pais da maravilha (com nossos politicos), nossa MARINHA vai ser de verdade lá por volta de 2500.
Não costumo usar ironia, costumo ser direto…
[ ]´s
Oi Ricardo,
quanto ao seu comentario…
“os EUA deveriam se alinhar com a Argentina contra a Inglaterra, e eles não cumpriram o acordo.”
ele é muito polemico. Veja que os argentinos é que foram os agressores; se fosse o contrario aí sim os EUA estariam mais obrigados a respeitar o acordo.
Nao esqueçamos que a populaçao das Falklands, os Kelpers sao de nacionalidade britanica e nao gostaram de ser invadidos pelos argentinos…ou seja, nem houve aquele apelo de…por favor hermanos nos livrem de sermos colonia do Imperio onde o sol nunca desaparece…
Foi uma grande jogada da junta militar argentina, para mudar a atençao da populaçao sobre os graves problemas internos e poderia ter funcionado e assim Galtieri teria tido uma longa vida no poder.
abraços
Pois é Baschera, também acho que 10 meios de 6000ton serão muito caros de operar, especialemete se forem unidades especializadas e não multi-emprego. Ninguém sabe ainda o que vai ser mas podemos conjecturar aqui e dar o nosso pitaco. Correndo o risco de não me fazer entender plenamente, vou tenrar ser breve. Acho que um planejamento inteligente deveria focar em umas 6 dessas fragatas de 6000t, armadas para todo tipo de tarefa e umas 8 ou 10 menores, de 2500t no máximo, com ênfase na capacidade anti-sub e capacidade reduzida de AAW e ASuW, mais para auto-defesa. Essas 2.5 seriam mais baratas de operar e teriam comunalidade de equipamentos com as 6.0 no que for possível (sistemas de defesa de ponto por exemplo; só as 6.0 teriam os de defesa de área). Manteríamos aí o número aproximado de meios que temos hoje com um custo razoável de operação.Porque se os caras tiram leite de pedra como que tem hoje não imagino como poderiam operar da mesma maneira 14 meios de 6000t. Ainda mais meios especializados. Não vejo porque adquirir Fragatas de desse tamanho se é pra ter especialização de emprego, aí podiam fazer o mesmo com Fragatas de 4000t. Não estou incluíndo aí os tais NaPaOc de 1800t, porque acredito que esses serão levemente armados (ou não seriam chamados de NaPaOc e sim de Corvetas)
FX da fab agora o FX da MB e a novela comesa outra ves nosso FX-2 aereo nao comento+ vou esperar a escolha da FAB para comentar e quanto ao fx naval vou esperar as propostas da MB aos paises.
Senhores,
Infelizmente os custos são esses mesmos que o Blog informou nesse post. Cerca de R$ 1,8 bilhão a versão de EG e cerca de R$ 2,3 bilhões a versão de EG, mas com ênfase em AAW.
Não está nada fora da realidade mundial. Caso a MB optasse por adquirir esses meios no exterior, os custos de aquisição seriam aqueles anunciados pelos fabricantes. Senão vejamos:
FREMM EG – 600 MILHÕES DE EUROS, cerca de R$ 1,62 bilhões (Cotação do Euro a R$ 2,7);
FREMM AAW – 750 MILHÕES DE EUROS, cerca de R$ 2,03 bilhões (cotação do Euro a R$ 2,7);
KDX II – 600 MILHÕES DE DÓLARES, cerca de R$ 1,1 bilhão (cotação do Dólar a R$ 1,84);
KDX III – 1,1 BILHÃO DE DÓLARES, cerca de R$ 2,02 bilhões (cotação do dólar a R$ 1,84);
Arleigh Burke – 1,1 BILHÃO DE DÓLARES, cerca de R$ 2,02 bilhões (cotação do dólar a R$ 1,84)
Já deu para se ter uma noção dos preços. Lembro mais uma vez, que esses preços são para os meios fabricados pelos seus respectivos estaleiros. Como a MB quer produzi-los aqui, sob licença, vai ter que pagar a mais por isso.
Também já deu para perceber, pelos valores apresentados pelo Blog, que nós vamos de FREMM mesmo.
Com relação ao PEAMB, cabem algumas considerações:
PEAMB significa: “Planos de Equipamento e Articulação da Marinha do Brasil”. Esse plano é uma imposição do Ministério da Defesa, para que as 3 Forças Singulares apresentem a necessidade de meios para os próximos anos e as ações de articulação com a indústria de defesa nacional.
Isso não significa que a MB vai conseguir obter tudo o que está descrito nele.
Cabe salientar que, a MB divide o seu planejamento estratégico em:
“Marinha de Hoje” – Curto prazo;
“Marinha de Amanhã” – Médio Prazo; e
“Marinha do Futuro” – Longo prazo.
Nos corredores dos navios, da Ilha das Cobras e da Ilha do Mocanguê, esse PEAMB é chamado de “Marinha do Nunca”, ou mesmo PEAMB = Pura Enrolação dos Almirantes para os Marinheiros Burros”. Pois, a maioria dos oficiais e praças acham esse plano impossível de ser concretizado em sua totalidade.
Os números apresentados nele são pura ficção. Em 30 anos, serão cerca de 8 governos diferentes, alguém acredita que não sofrerá mudanças, que vão contingenciar orçamentos, como sempre ocorre.
Ademais, colocar a culpa somente na classe política é no mínimo simplificar muito as coisas. Existe sim má administração e falta de planejamento dentro da MB. Quem está dentro, sabe do que estou falando.
Exemplificando o que estou dizendo, quando o NAe São Paulo foi adquirido, existia uma previsão de orçamentos futuros, que contava com os Royaltes do Petróleo e outras fontes. Se esses orçamentos tivessem sido mantidos, o NAe estaria 100% operacional até hoje. Contudo, houve um contingenciamento dos orçamentos, os Royaltes não foram mais repassados para a MB. Nesse caso seria necessário então utilizar um “Plano B”. Pois bem, qual era o “Plano B”? Ele simplesmente não existia!
Dessa forma, resolveu-se usar o navio até o talo, fazendo, apenas, manutenções naquilo que não tivesse mais jeito. Os resultados, todos conhecem.
Acho que o primeiro “Plano” que a MB deveria fazer, seria em seu recursos humanos. Tem que investir primeiro no pessoal que irá operar tudo isso. Temos tripulações reduzidas, 120 homens tendo que fazer o trabalho de 200. Para a maioria, o “embarque” é uma punição. Só ficou mesmo o pessoal que tem amor pelo que faz, porque o resto se esconde no chão.
A MB está selecionando o pessoal do quadro auxiliar (engenheiros e técnicos) para irem à Europa fazer os cursos de formação e aperfeiçoamento. Poucos são os voluntários, e quando paramos para conversar com eles (voluntários) vemos que a intenção é fazer o curso, voltar, “pagar” (período obrigatório de permanência quando o militar retorne de um curso como este), e então dar baixa para ganhar 5 vezes mais fora da MB.
Desculpe o desabafo, mas se querem realmente reestruturar a MB, reequipá-la com meios modernos, sejam os 10 primeiros como dito nesse post, ou os 16 apresentados, é necessário primeiro investir no pessoal, porque a situação está ficando bastante complicada.
Quando isso ocorrer, eu e a maioria dos Oficiais de Marinha acreditaremos em PEAMB, ou END, e outros mais que forem criados.
Desculpem!
Dalton,
Pior que eu lembro de tudo isto…
Foi uma péssima opção para mudar o foco dos problema e a que custo…
Flal,
Parabéns pelo comentário! Bastante lúcido! Assim como vc, também torço para que as coisas mudem.
Saudações
“Só ficou mesmo o pessoal que tem amor pelo que faz, porque o resto se esconde no chão.”
Fial, só ficou a bordo quem é obrigado hj em dia! Infelizmente a política de desvalorização de pessoal embarcado só deixa os desmotivados e churrascos servindo a bordo. Os “bem pontuados” só querem saber de chão!
Flal,
Dou tambem meus parabéns pelo comentário, um dos melhores dos ultimos 10 topicos aqui do BLOG NAVAL, tocou na ferida sem machucar, como muitos aqui preferem.
Sou contra estes PLANOS (peamb) de + 30 anos, são muitos governos passando, muitos ideais se cambiando, muita água escoando, ou seja NÃO vae a lugar algum, e nem chegar ponto nenhum.
O melhor mesmo é que estes projetos tenham como tempo maximo estipulado, uma MB pra daqui a 20 anos (4 ou 5 governos), ninguem venha aqui me enganar, sei que se a Sra. Dilma Roussef ganhar a eleição, nossas FAs estão ferradas, a magoa ali é muito grande, isto ela própria já declarou em entrevistas, que ela reorganizaria as FAs (outra vez), se não me engano temos só 10 anos de Ministerio da Defesa.
Bom, me desculpem entrar (invadir) a parte politica da coisa, mas tambem creio que com o Sr. José Serra tambem não será melhor, ou seja o unico Presidente que realmente deu uma alavancada nas FAs foi o Sr. Luiz Inacio (Lula), de outros que virão, creio que as FAs só terão a lamentar.
Espero que tais tempos definidos pelo PEAMB, sejam um pouco encurtado, são demasiados largos, espero que passem para pelo menos 20 ou 25 anos no maximo, o mundo cambia relativamente cada vez mas rapido, e poderia as nossas FAs entrar no vazio da história, de tão desatualizadas, na realidade com os Preços dos materias e equipamentos militares teremos cada menos FAs de ELITE no Mundo, creio que muitas irão pagar outras FAs, para forneçerem suas DEFESAS, caso não retornemos a uma outra Guerra Fria (USA X China).
Tenho medo das nossas FAs no bucaro negro da história, por não conseguir se reequipar e até conseguir utilizar ditas tecnologias futuristas, por falta de pessoal qualificado, pra mim esta é a verdade.
[...] Novas escoltas para a MB: serão 10 navios, 6 de emprego geral e 4 antiaéreas [...]
Ainda bem, chega de sucata para nossa marinha, chega de sucata para nossas forças armadas, agora só converta de ultima geração.
Senhores,
Devemos pensar que no dia de hoje, com o que temos na marinha, aeronautica e exercito, poderiamos nos defender????
Acho que nao, entao a nossa politica ate aqui foi correta???
Acho que nao!
Guerra e resultado!Resultado se alcanca com o melhor equipamento!
Entao.. vamos ser praticos…temos que gastar dinheiro…
valorizar nossos tecnicos e cientistas… ter equipamento de ponta em qualquer area…vejam os exemplos dos americanos e israelense…
eles nao sao fantasticos!Entao sigam os seus exemplos… vamos gastar… mas vamos gastar bem: quero o melhor caca, o melhor navio, o melhor tanque, o melhor porta avioes… e assim por diante.
Assim teremos poder de combate, que me parece hoje e duvidoso.
Fico pensando, será que não seria melhor assinar logo esses contratos, já pensou no ano de eleição se assina… Vai dar uma confusão e o próximo governo não vai validar porque vai dizer que só o governo atual ganhou “bola”…
Por que não escolhemos um projeto menor de 1.800 t e começamos a construir umas 10, estas fariam um trabalho de apoio menor, mas com poder antiaéreo e de superfície suficientes para apoiar as de 6.000 t.?
As FREMM seriam feitas duas logo por lá mesmo, com acompanhamento de técnicos brasileiros e nesses tempo parte da produção seria totalmente transferida pra cá, então construiríamos mais 10 aqui! Bom é só uma idéia!
as FRENM françesas são melhores que as italianas