Vitória da FREMM?

fremm-proa

A revista Le Monde Diplomatique Brasil, em seu número de agosto, traz um artigo escrito por seu editor, intitulado “O PAC das Forças Armadas”.

O tom do artigo dá como certa a vitória da FREMM como futura escolta para a Marinha do Brasil. Diz assim um trecho do texto:

FRAGATAS

Ainda dentro do acordo França-Brasil serão construídas seis fragatas, da classe Fremm, nos estaleiros do Arsenal da Marinha, no Rio de Janeiro, que para tanto sofrerá modernização. O custo previsto desta iniciativa supera os US$ 2 bilhões. (…)

Clique nas imagens 3D da FREMM, para ampliar e nos links abaixo para conhecer mais sobre o navio.

fremm-alheta

fremm-bochecha

IMAGENS: DCNS

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65 Comentários to “Vitória da FREMM?”

  1. paulo disse:

    Beleza.
    Pelo menos o programa tem um norte.
    Em que pese ser perigoso “colocar todos os ovos numa só cesta” (Rafales, Helis, Subs e agora escoltas) é melhor terminar o processo com escolhas definidas e compras acertadas que empurrar o resultado (escolha) com a barriga pra depois das eleições.
    Mas se já foram acertadas as 6 de emprego geral quais serão as 4 antiaereas?

  2. Fábio Max disse:

    Na minha modesta opinião de leigo, penso que o Brasil optará por corvetas mais ou menos do tamanho da Barroso, ao invés de fragatas como as FREMM.

    E as escoltas da esquadra serão apenas corvetas, em número de 10 ou 12, completentadas por Navios de Patrulha Oceânica pouco menores.

    É a impressão que tenho, ante os muitos problemas orçamentários, embora torça para estar absolutamene errado!

  3. Ricardo disse:

    Apenas uma pergunta… Porque não as FREMM ?

  4. CosmeBR disse:

    Se a Barroso não fosse pouco armada seria a melhor escolha, mas como é, melhor a FREMM mesmo que bem armada e está na mesma faixa de preço das concorrentes, pelo menos nas de emprego geral.

  5. Juarez Castro disse:

    Ricardo em 10 Ago, 2009 às 20:30

    Apenas uma pergunta… Porque não as FREMM ?

    Porque quem mal consegue manter uma Niteroi, como fará para manter uma Fremm???
    Vai chamar o Aladin….

    Grande abraço

  6. Marcelo Ostra disse:

    Senhores, lembrar que ninguem ganhou nada, e ha uma possibilidade grande de le france cai du cavalê ….

    Quem disse isso foi o Le Monde diplomatique …

    Agardem o desenrolar dos fatos para afirmar essa ou aquela classe … ou ate mesmo … nenhuma …

    Mod MO

  7. Rodrigo Rauta disse:

    Concordo com o MO!
    lembrando que o Requesito de Proposta ainda nem saiu! Ou seja, não tem nada oficial nisso!

    Abraços!!!!!

  8. Bronco1 disse:

    Se o programa se concretizar e realmente as FREMM forem escolhidas, serão ótimos meios.

    Melhor que as FREEM, apenas se conseguíssemos comprar um projeto pronto de fragatas (o conceito das MEKO me agrada bastante) e construíssemos em conjunto com um estaleiro privado nacional.

    Mas como não há projeto disponível para a venda nem estaleiro nacional capaz de fazer um bichão desses (além da experiência de construção com contingenciamento de verdas que faz com que uma Barroso demore quase 15 anos para ser construída) não acredito nesta possibilidade.

    O mais provável é que em dado momento o governo tenha mesmo que abrir os cofres por unidades novas, afinal numa marinha de tamanho médio é quase impossível depender exclusivamente de compras de oportunidade.

  9. Srs. se comprarmos um projeto, com contingenciamntos e etc. p/6 unidades, e pelo que demorou a Barroso, em +/- 90 anos teremos 6 belas peças de MUSEU

  10. Esqueci, NOVAS, recém saídas dos estaleiros

  11. Wolfpack disse:

    Barba, cabelo e bigode… Vamos salvar a industria militar Francesa… Tomará que dê resultado e ninguém se arrependa depois.
    Eu acho melhor isso e mantermos distância respeitosa de Russia e Estados Unidos.

  12. WAR disse:

    Navios magníficos e sem esconder nenhum jogo (menos o pulo do chat… nes´t pas?…).
    Podemos ainda barganhar com os EUA (equanto o Obama está bonzinho) para eles nos venderem baratinho 2 “carriers” para liderar as duas frotas, guarnecidos por 12 Superhornets (ou mesmo Rafales-M).
    Vamos fazer manobras com eles na Amazônia (na cabeça do cachorro), por que não (com um enchame de black hawcs nossos e deles)? Já não fazemos na Amazônia Azul há anos?
    E aproveitar seu guardachuva nuclear caso o Chaves passe da conta e realmente se alie ao novo Império Russo (falido, na verdade)

  13. ARC disse:

    Acho a proposta coreana bastante interessante visto que quem domina o mercado naval comercial é a Hyundai que produz navios mais rápido que qualquer estaleiro no mundo e as fragatas KDX 2 e KDX 3 são excelentes plataformas

  14. CMTE disse:

    Eu sou defensor que a Marinha do Brasil Construa suas proprias fragatas e não compre projetos prontos a MB tem a capacidade de construir navios por exemplo as Corvetas Inhauma e a Corveta Barroso são projetos Nacionais e por que não dá inicio a estudos para construir suas fragatas e seu novo Nae

  15. Igo disse:

    Isso é LOBBY!!!

    A disputa ainda nem começou e nego já tá dando por finalizada, essa disputa irá dar o que falar. Se os americanos oferecerem o Aegis, aí a briga será MUITO feia.

    Mas isso é briga para o final do segundo semestre.

    Abraços

  16. Igo disse:

    Só completando…

    Se os USA oferecerem alguma coisa com Aegis, os Franceses só conseguirão chegar num patamar próximo com as Horizon. Será uma bela briga.

    Sds,

  17. Jonas Rafael disse:

    Acho que especificamente nesse nicho aí (das fragatas) existem belas alternativas que são as espanholas e coreanas. Se tem algum lugar onde devíamos escapar um pouco dos franceses seria aí…

  18. bulldog disse:

    A Holanda não participa? tem coisas muito boas lá… todos os citados são ótimos barquinhos, rs.. o problema e mantê-los operacionais sempre.. espero que a MB ou o MD estejam criando meios para que não haja contingenciamento de verbas no futuro. Escoltas desse porte paradas por falta de $ seria triste demais.

  19. Wilson Johann disse:

    Concordo com o Jonas Fafael,

    Em matéria de navios (escoltas) existem coisas muito melhor que as FREMM, e nem por isso mais caras. Taí o exemplo dos coreanos com sues KDX-II, poderosamente armados e com um preço bem em conta.

    Abraços!!

  20. Thiago disse:

    Notícia totalmente FAKE e que não me assusta vinda de um jornal de origem francesa, isso que é loby!!
    Sem concorrência não dá!

  21. henrique disse:

    Os equipamentos franceses podem ser muito bons, mas caríssimos, sou muito reticente com relação as compras de submarinos e helicópteros franceses. O preço de 35 milhões de euros por um helicóptero do porte do super cougar não é razoável, sendo que a apenas alguns anos foram comprados por um preço unitário próximo a 12 milhões de dólares.O preço a ser pago por quatro submarinos e o casco do nuclear ser maior que o valor de seis submarinos nucleares é menos razoável ainda. O JOBIM tem que explicar esses valores.
    Atualmente existem bons fornecedores alternativos, os coreanos são um bom exemplo.
    Uma concorência internacional feita com seriedade fará com que tenhmos o melhor equipamento pelo melhor preço.

  22. Parthenon disse:

    Concordo totalmente com o amigo ARC, prefiro um misto de 6 KDX-II (EG) e 2 ou 4 KDX-III (AA), O RESTO completava com Corvetas construidas aqui pela EMGEPROM.

  23. Roberto CR disse:

    Wolfpack em 10 Ago, 2009 às 22:39

    Eu acho que é lobby, puro chute. E não acredito que o processo de aquisição se inicie neste governo. Vai ficar para 2011. Mas se não for tenho que concordar que estaremos salvando mesmo parte da indústria francesa.

    Abs

  24. gaspar disse:

    os yankes oferecem o AEGIS, o franceses em contrapartida ofereceram as Horizon…
    comprar, nos podemos comprar qq uma, problema e mante-las…

  25. Mauricio R. disse:

    Resolveram a inclusão do “Siconta” e do “Defensor” na proposta francesa???

  26. Marcos T. disse:

    Com certeza precisamos de novos meios, más é prudente comprar tudo de um só fornecedor? Depois só falta comprar o MBT Lecrec para completar o kit “França-Feliz-Brasil-Liso”

  27. tomas disse:

    Também Concordo com o amigo ARC, realmente um mix de 6 KDX-II (EG) e 2 ou 4 KDX-III (AA) seriam uma escolha muito boa.

  28. Alfredo_Araujo disse:

    Acho interessante a Inglaterra, tradicional fabricante de navios de guerra e tradicional fornecedora de navios a MB, não ter nenhuma carta na manga para essa concorrência!!

    Daqui a pouco eles estão comprando Burkes… ja q a Type-45 custa os olhos da cara da rainha…

  29. marujo disse:

    A notícia não surpreende. Já é pública e notória o interesse da MB por esta Classe de navios. Pudera! Não consigo ver, no momento, nenhum outro projeto tão adequado às nossas necessidades,por um preço mais razoável quanto às FREMMs.

  30. HMS TIRELESS disse:

    Mais porcarias francesas a caminho….e o Brasil vai, feliz, financiando o reequipamento das forças francesas…

  31. JSilva disse:

    Ué!

    O que houve?

    De repente a Coreia caiu nas graças do povo.

    hehehe

  32. Cronista disse:

    Meus caros….

    Para uma boa discussão devemos estabelecer algumas premissas e deixar para tras alguns *pré-conceitos* (separado mesmo, para dar ênfase).

    Primeiro, a disputa estará entre franceses (aliança estratégica e distanciamento dos EUA e Rússia); EUA, pelo seu imenso e incomparável poder de barganha (quem poderia, p.ex. oferecer um NAe, destróieres e fragatas usados, ou seja, uma frota completa, se não Washington…) e Coréia do Sul, porque ninguém faz navios tão rapidamente e tão baratos como eles.

    Segundo, e tenho dito isso já faz um bom tempo, apesar de sempre ignorado, as coisas mudaram, e muito! Os caças chegam na reta final, nossa indústria lança produtos militares novos (MSS, bombas guiadas, KC-390, radar Saber). Nossa posição geopolítica também mudou, e muito…. Então vamos esquecer os anos duros de cegueira política (para não falar em uma quase traição à pátria) e que consumiram década e meia para uma corveta e um submarino (Barroso e Tikuna) e vamos acreditar em dias melhores!

    Dito isto, creio que a briga das novas escoltas estará, até a decisão do FX, atrelada a esse programa. Se der Rafale, eu acho que as FREMM poderão perder força, justamente porque o Brasil já terá dado mostras de sua *independência* com subs, caças e helicópteros franceses. Poderá ser a hora de agradar a outro aliado, os EUA.

    Além disso, e no mesmo sentido, se der Rafale no FX o Tio Sam terá perdido outra oportunidade de alinhar o Brasil. Restará apenas o programa de novas escoltas. Aí acredito que Washington partirá para o tudo ou nada: perderam com o BlackHawk e com o F-18, podem optar por não perder com o programa de escoltas e jogar todo seu poderio financeiro-industrial na parada.

    Além disso compras militares atuais estão impregnadas de política e decisões que levam em conta o panorama geopolítico e o jogo de poder, como sempre estiveram, mas também atreladas a questões econômicas relevantes. Masmo a indústria militar norte-americana, justamente por seu tamanho, precisa de parceiros externos. Para a França, no caso do Rafale, é uma questão de sobrevivência, é vital…Para a Coréia do Sul a venda de escoltas pode significar a consolidação de seu poder naval, ainda que muito calcado em tecnologias norte-americanas.

    Pelo mesmo motivo acima – questão naval – eu acho que o Gripen corre por fora, porque com ele não virá nenhum produto agregado. Já o F-18 está acompanhado de propostas para a Marinha (acho que F-18C usados, alguém confirma?) e, num cenário de muito boa vontade, de uma oferta igual à que foi feita à India: um carrier para leasing.

    Eu, particularmente, prefiro os coreanos porque esta seria uma alternativa ainda mais independente. Não gosto do preço das FREMM, mas reconheço ser um p*** navio. Penso que 6 KDX-II e 6 Barrosos mais bem equipadas (defesa de ponto, Áster 15 ou SM-1/2 como os KDX) seriam o ideal, mas 12 novas escoltas estão fora de questão, a menos que sejam novas + usadas.

    Esta é minha opinião.

  33. Excel disse:

    Trabalhei por um breve momento na área de projetos e engenharia e me surpreendi com o poder que a França tem sobre o Brasil na hora de vender equipamentos. Acho que o poder do lobby deles no Brasil é muito preocupante.

  34. GUPPY disse:

    Caso os americanos venham com uma proposta incluindo um porta-aviões, qual seria o mais provável? Kitty Hawk?

  35. alan disse:

    Galante, esse link tá certo?? não abre essa edição em questão…
    Obrigado e abraços!

  36. marujo disse:

    Cronista, acredito que as bases norte-americanas na Colômbia eliminam, quase por completo, as chances dos
    Estados Unidos no projeto de reequipamento das nossas forças armadas. Acredito que o Brasil não vai comprar equipamentos de potência estrangeira que está se preparando para intervir em assuntos regionais e desestabilizar govenos sul-americanos que não compactuam com seus interesses estratégicos e sua política de defesa. Acho que, mais do que nunca, o Brasil vai consolidar sua parceria francesa e a aliança estratégica para se resguardar de eventuais intervenções.

  37. CELIO ANDRADE disse:

    Concordo com o Marujo…
    Mas torço pelas KDX e as pohang de saldo…

  38. Patriota disse:

    Tambem acho que a proposta francesa é a melhor do “FX naval”
    FREMM + Mistral + uma versão do NA Charles de Gaule com propulsão convencional + corvetas classe Gowind.

  39. Parthenon disse:

    Torço pelo Koreanos pelo simples fato de que são honestos (uma tradição entre os povos koreanos e japoneses), e tambem pelo questão custo x beneficio x prazo de entrega, precisamos de NOVAS ESCOLTAS pra ontem, qualquer prazo superior a 10 anos pra entregas é demasiado.

    Confio muito nos prazos de cosntrução e entrega dos estaleiros HYUNDAY, bem como no incentivo advindo dos mesmo, pro nosso aprendizado.

    Concordo com os AMIGOS, que as FREMMs são excelentes, agora não vamos confundir nossa carencia de meios com uma compra grande pra geral, vide: FREEM+MISTRAL+PA CONVENCIONAL “CDG”+Gowind, estamos mesclando muitos os assuntos relacionados a FAB (FX-2) com as futuras compras da MB.

    Eu aposto muito mas na compra de ocasião da Classe FOUDRE (os 2 navios), do que em Mistral por agora e muito menos CGD CONVENCIONAL, não acredito, que no FUTURO nossa MB irá dispor de PA, após o A-12 não teremos outro, tenho quase certeza.

    O que concordo pra uma MB HOJE, é da compra de 2 NTs de tamanho e qualidade, a compra de ocasião da Classe Foudre, e torço pelos ESCOLTAS KDX-II e KDX-III (AEGIS), não creio mas que os EUA venham a vetar qualquer repasse de ditas tecnologias ao Brasil, deixando os Koreanos bem a vontade pra negociar, agora gostaria de ver uma proposta tambem dos Espanhois com as F-100 (Maravilhosas), bom acompanhemos o FIM do FX-2, pra ver o iniçio do FX-Naval.

  40. Roberto Carvalho disse:

    Essa noticia parece mesmo que foi plantada. Em nenhum momento eu ouvi nossos amigos aqui do blog que são militares darem certeza sobre as FREMM.

    Gostaria que o LM ou outro amigo, que saiba do assunto, esclareça se é verdadeira essa reportagem.

    Obrigado!

  41. LM disse:

    Prezado Roberto,

    O programa de aquisição, tanto dos futuros NaPaOc, quanto dos futuros escoltas, serão divididos em duas fases.

    Na primeira, os concorrentes apresentam suas propostas e uma comissão da MB irá estabelecer um quadro comparativo entre os meios propostos.

    Na segunda fase, serão selecionados 2 ou 3 propostas, onde a MB irá requisitar um detalhamento maior das propostas.

    Somente após essa segunda fase serão escolhidos, tanto os NaPaOc, quanto os escoltas.

    A MB ainda está recebendo as propostas para esses dois programas. Ainda teremos a segunda fase.

    Dessa forma, qualquer noticia como esta apresentada pelo jornal em questão, não passa de especulação.

    Saudações

  42. Nunão disse:

    Salve, LM, há tempos não troco comentários contigo, tudo bem?

    Nessa primeira fase de recebimento, sabe se a proposta para uma parte dos navios ser da versão de Defesa Aérea está sendo contemplada ou há apenas foco na versão de Emprego Geral?

    Saudações!

  43. Flal disse:

    Comandante,

    A pressão nos bastidores está grande mesmo! Todos querem levar essa. Imagine quando chegarmos à segunda fase!

    Jornais europeus já noticiaram até a suposta venda de Arleigh Burke para a MB, não sei de onde tiram essas coisas.

    Roberto,

    Vamos esperar em setembro o anúncio do FX-2 e dos submarinos, quando estes estiverem definidos, a MB dará impulso maior aos NaPaOc e aos escoltas.

    Até lá, como disse o comandante, é só especulação.

    saudações

  44. LM disse:

    Amigo Nunão,

    Faz tempo mesmo, não tenho tido muito tempo disponível, por isso não tenho comentado aqui no blog.

    A idéia é que o mesmo casco possa ser construído na versão de Emprego Geral (EG) e a outra na versão com ênfase para AAW.

    Vale ressaltar que a versão com ênfase em AAW também será armada com mísseis superfície-superfície, torpedos para ASW, o que permitirá o emprego, de forma secundária, ASuW e ASW também.

    A grande diferença entre as versões estará nos radares a serem empregados e nos mísseis para AAW. Na versão para EG, a MB tem preferência pelos Aster 15, enquanto na versão de emprego geral com ênfase para AAW, o míssil preferido é o Aster 30.

    De qualquer forma, o primeiro lote, de 6 unidades, serão todos da versão para EG.

    Abraços

  45. LM disse:

    Flal,

    Eu também li sobre os AB. Essas notícias são apenas para fazer pressão.

    Acredito que voces da ForSub estejam com muita espectativa com relação a assinatura do contrato dos SBR e do SNBR. Vamos aguardar o anúncio.

    Abraços meu amigo!

  46. Nunão disse:

    Valeu, LM.

    Imagino também que, no caso das versões AAW de um mesmo casco, deverá haver adaptações para aumentar o peso abaixo da linha d’água para compensar o aumento acima da linha d’água, principalmente devido aos radares de busca e direção de tiro mais pesados e localizados em posições mais altas que nas EG. Ou então o alívio de peso acima da linha d’água por outros modos, como redução do número de mísseis para ASuW / ASW. Mas faz sentido o emprego de um mesmo casco para ambas as versões, certamente.

    Saudações

  47. Flal disse:

    Comandante,

    Conforme conversamos no AMRJ naquele dia, o planejamento da ForSub está voltado, em primeiro lugar, para o ModSub e, somente após a assinatura do contrato, é que se voltará, também, para os SBR’s.

    Abraços

  48. LM disse:

    Nunão,

    Você tem razão meu amigo, será necessário fazer adaptações para a versão com ênfase em AAW. Acredito em acréscimo no deslocamento, tal qual ocorrerá com as FREMM na versão AAW.

    Abraços

  49. Roberto Carvalho disse:

    LM,

    muito obrigado pela resposta!

    Eu tenho mais uma dúvida, o aumento no deslocamento, necessáriamente é em virtude do aumento das dimensões de um navio, ou isso não é uma regra?

    Eu sei que deslocamento não tem nada a ver com peso, mas não faço idéia se tem com relação as dimensões do navio.

  50. Roberto Carvalho disse:

    LM e Flal,

    A MB cogita a possibilidade de reaparelhar a força somente com equipamentos de origem francesa? Não seria muito arriscado depender de um só fornecedor?

  51. Nunão disse:

    Roberto, antecipando o LM: sobre deslocamento, o peso embarcado é um dos componentes sim para o seu aumento / diminuição. Como exemplo, cito os CTs Fletcher e Sumner da II GM, que compartilhavam grosso modo as dimensões do casco mas tinham deslocamento difernte, dado o peso maior embarcado nos últimos, comparado aos primeiros.

    Por isso também há diferença entre o deslocamento de um mesmo navio quando “vazio” ou com carga máxima, o que faz levantar ou baixar o navio em relação à linha d’água e, consequentemente, o volume de água deslocada pelo casco.

    Um casco de maiores dimensões também pode ter deslocamento menor que um casco de menores dimensões, dependendo do peso embarcado, assim como do próprio formato do casco, que também é uma variável.

    Enfim, no caso que estamos tratando, mantendo-se um mesmo formato de casco para fragatas EG e AAW, mas aumentando-se o peso devido aos radares maiores, maior quantidade de sistemas, mísseis mais pesados (com booster) e mastros mais altos desta última, o deslocamento aumentará.

  52. Flal disse:

    Roberto,

    Não vejo essa exclusividade de equipamentos de origem francesa como muitos dizem.

    A MB escolheu sistemas e combate e sensores estadunidenses para a modernização dos submarinos “Tupi ∕ Tikuna”. Torpedos Mk 48. Helicópteros SeaHawk, também estadunidenses.

    Os futuros aviões para REVO e AEW também não serão de origem francesa.

    Assim sendo, não vejo monopólio de equipamentos de origem francesa na MB.

    Saudações

  53. Alecsander disse:

    Eu sou a favor das escoutas francesas, mais caso dessas fragatas sou contra termos apenas dos franceses, na minha opinião eu acredito que a variedade de unidades e de tecnologia é fundamental para a independencia de suporte tecnico. Se da falta em uma coisa da em tudo, com variação de equipamento da falta de reposição não é tão grande. Espero que o Brasil não fique só nos franceses, mais fassa negocio com a Coreia do Sul, Alemanha e E.U.A.

    Um grande abraço.

  54. Roberto Carvalho disse:

    Nunão, LM e Flal,

    Obrigado pelas respostas. Me sinto honrado de ter 3 dos maiores especialistas do Blog Naval respondendo as minhas perguntas.

    Mais uma vez obrigado!

  55. KURITA disse:

    Na minha opinião vai levar anos até as FREMM ficarem prontas caso venham mesmo , nenhum de nós estara aqui pra ver

  56. Giovani disse:

    Sou mais a KDX II Coreano.

  57. Lucas Calabrio disse:

    Prezados

    O futuro NAe muito provavelmente cheio de vant e com um mínimo de aviões tripulados.
    Abraço

  58. Lucas Calabrio disse:

    com relação a fremm são as melhores , mas o preço ….
    sds

  59. Parthenon disse:

    Eu não gosto de mesclar um assunto com outro, mas depois que não conseguimos comprar (ocasião) umas 3 Classe Spruances (ASW) e seu super radar ASW AN-56, e tambem perdemos (literalmente) a oportunidade (guerra) pra TAIWAN com os 4 Classe KIDD (AAW) e seu RADAR +200km (AN/SPS-48E), estes meios nós faz uma tremenda FALTA, nós dias atuais, a nossa Esquadra é muito fraca, principalmente depois que a Classe Pará (desatualizada) encostou, ainda se tornou mas fraca, mas possuia seu RADAR ASW, não gosto da OPÇÃO EG, acaba que nada se faz com a qualidade que se deve.

    Tudo simplesmente por que possuiam 4 Turbina a Gás General Electric LM-2500 (80000cv/hp), e consumia muito, gastamos muito mas com manutenção de um PA (A-12) que não nós vale para nada.

    Alias pela pratica da MB, não entendo até hoje por que não adquirimos a mono turbina (Classe OHP), sabe que acho, é que tem muita gente e campanha politica pra financiar, por isso tantas compras de projetos novos, mas de emprego geral, que pouco irá valer a algo, por que continuaremos sem fazer nada com qualidade.

    Desculpe se desabafei, e larguei meu rancor com a MB, alias meu tempo de MB já terminou, e eu ainda não consegui me exorcisar.

    Apesar disto, continuarei torçendo pelos Koreanos e suas KDX-II / III.

    Alexandre Assemany

  60. Parthenon disse:

    Obs: Em tempo, a aquisição dos quatro navios (Classe Kidd) custou a Taiwan um total de 732 milhões de dolares, tendo os navios passado por um periodo de modernização e adequação às necessidades de Taiwan.

    Perdemos 4 Destroiers AAW de qualidade, e o que temos hoje de AAW? e seu sistemas de defesa embarcado nas nossas Fragatas, qual seu alcançe? sinceramente, as vezes perçebemos que a nossa MB, erra e feio.

  61. Dalton disse:

    Parthenon…

    compreendo sua indignaçao, afinal vc quer o melhor para nossa marinha,mas lembro que nesta mesma epoca em que os “Kidds” estavam sendo vendidas a Taiwan, nossa corveta Barroso estava com sua construçao suspensa por falta de verbas.

    Nós “nao perdemos” os 4 kidds, nao tinhamos como compra-los e mesmo se houvesse dinheiro disponivel para compra, ainda faltaria para moderniza-los e tripula-los, pois se me lembro bem, tanto os Spruances e sua versao AA , os Kidds possuiam e póssuem tripulaçoes de bem mais de 300 tripulantes.

    abraçao

  62. marujo disse:

    As grandes oportunidades que perdemos são os navios holandeses e ingleses que recentemente foram para o Chile. Podemos acrescentar, na respectiva época em que foram desativadas, as T22 B2. Spruances e Arleigh Burke não foram grandes oportunidades perdidas,pelo seu alto custo de operação e inadequação para a MB. As OHPs, por outro lado,estão subarmadas e seus sistemas precisam de modernização.Teríamos que investir muito em plataformas muito usadas para que pudessem ter algum valor operacional.

  63. Parthenon disse:

    Mas amigo Marujo, posso até concordar com os altos custos e talz, e o que temos com o A-12 é o que, apesar da quantia paga? será que os custos já não foram consideraveis?

    Fica aqui só minha tristeza de termos “perdido” a oportunidade de adquirir a Class Kidd (AAW), vide que a modernização se deu por conta dos EUA, e não de TAIWAN, como foi citada, e são excelentes navios até hoje.

  64. marujo disse:

    Ainda temos chance de adquirir os dois contratorpedeiros AA franceses da Classe C-70 (esqueci o nome). São dois navios ainda novos, que permitiriam pelo menos o estabelecimento de doutrita anti-aérea de áraea na MB. Não consta que eles estejam para ser encostados, mas quem sabe em uma negociação mais abrangente (FREMM, Gowind, Rafale)eles possam ser incluídos?

  65. Nunão disse:

    Marujo, que eu saiba, há duas possibilidades para a classe Cassard, embora faça um tempo que eu não me atualize sobre novas decisões a respeito da mesma: uma é a sua substituição por duas FREMM AAW (o mais provável). Outra era uma modernização extensa para utilizarem mísseis Aster 30 e radares compatíveis (bem menos provável, pelo custo-benefício).

    No caso de serem desativadas e serem transferidas para o Brasil, vejo só um problema: os sistemas de lançamento de seus SM-1, apesar de terem sido modernizados ao longo dos anos, são da década de 60, pois foram retirado de unidades que deram baixa na Marine Nationale para serem instalados na classe Cassard. Apesar da robustez, não sei se dá pra levar ainda mais adiante a parte mecânica dos mesmos.

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