Submarino francês terá turbinas com tecnologia norte-americana

thermodyn No início do ano de 2008 a GE Oil & Gas, uma das divisões da companhia norte-americana General Electric, foi selecionada pela DCNS para fornecer turbo-geradores e turbinas para a Marinha da França. Estes componentes serão utilizados na construção de seis submarinos nucleares da classe “Suffren” (antiga Barracuda).

Os componentes serão fornecidos pela Thermodyn, subsidiária francesa do grupo GE. Cada submarino terá um grupo de dois turbo-geradores e uma turbina.

Os turbo-geradores fornecerão energia elétrica para o sistema de propulsão e sistema auxiliar. A turbina será acoplada ao eixo que, por sua vez, transmitirá a potênca para o hélice.

O primeiro conjunto de três turbinas será entregue ao estaleiro DCNS entre outubro de 2010 e fevereiro de 2011.

A Thermodyn é fornecedora regular de turbinas para a Marinha da França, inclusive para os submarinos nucleares mais antigos e para o NAe Charles de Gaulle.

Uma vez que a tecnologia das turbinas empregadas no projeto “Suffren” é de origem norte-americana, estes componentes poderiam ser simplesmente importados e utilizados no submarino nuclear brasileiro?

FOTO: GE

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Se comentários » to “Submarino francês terá turbinas com tecnologia norte-americana”

  1. Angelo Nicolaci disse:

    Que legal os franceses usam turbinas americanas, que bom saber…

  2. Lucius Clay disse:

    Duvido que qualquer embargo (a não ser o francês que seria uma loucura) paralize o projeto da MB.

    Atenciosamente

  3. Baschera disse:

    Boa pergunta !!
    Originalmente, depende do contrato assinado entre americanos e franceses. Mas acredito que, em caso positivo, ou seja de os franceses terem permissão americana para livremente comercializar os agredados americanos no projeto, os americanos poçam de alguma maneira ter poder de veto, dependendo do destinatário final do produto, á luz das regras americanas de comercialização e venda a terceiros de materiais militares ou de duplo emprego.
    Aliás, o novo presidente americano pretende que estas regras sejam mudadas ou adaptadas ao presente, já que como estão, prejudicam bastante a venda de armamentos e tecnologias de duplo uso, civíl e militar.

    Sds.

  4. Baschera disse:

    Errata: “agredados” não, o correto é “agregados”….
    Desculpem-me.

    Sds.

  5. Mauricio R. disse:

    Ué e aquela balela de que a França é auto suficiente em termos fornecimento de equipamentos militares???
    Era somente balela, pois a realidade nua e crua é a de que eles tb dependem dos americanos!!!

  6. tomas disse:

    Mas pelo amor de Deus!
    Vamos parar com este bairrismo, agora à francesa…
    Os EUA tem o maior domínio tecnólico industrial e militar há mais de 50 anos, pombas!
    A tecnologia deles está até no Rafale e não adianta reclamar!
    Acorda minha gente, 90% da frota da FAB possue alguma tecnologia made in USA…

  7. Edu disse:

    Cadê aquele povo “chapa branca” que sabe tudo?
    Ué! Não vão falar nada não?
    E olha que a notícia é velha – início de 2008. Eita povo chapa branca desisformado.

    Sem problemas. O Obama é legal com o Lula e ele vai liberar a turbina para nós.

  8. ARC disse:

    Não tem jeito até antes da II Guerra os EUA já buscavam os melhores cérebros da europa é muito difícil que não haja nenhuma influência americana em materiais militares ocidentais. Não podemos esquecer que com que dinheiro a França foi reconstruída, quem ajudou a reforçar as FA Francesas para contrapor aos Soviéticos

  9. Flavio disse:

    Será que não vale a pena economicamente produzir na França? Ou será que estão com dificuldades técnicas para isso?

  10. Luís Aurélio disse:

    Talvez seja este componente um dos motivos, que no contrato de transferência tecnológica, a França faz questão de dizer que toda parte nuclear, será fornecida pelo Brasil.A MB , em várias, oportunidades, deixou claro que toda parte de propulsão do SNA brasileiro, será feita com tecnologia nacional.

  11. gerson ( fronteira sul) disse:

    rsrsrs…
    a URSS naum existe mais
    a RUSSIA ta falida.
    a frança depende dos EUA.

    e tenho dito. melhor ficar do lado dos americanos.

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