
A SUSPEITA DE que a França passaria em segredo a tecnologia nuclear para um submarino brasileiro, tal como fez para Israel produzir bombas nucleares, emerge como a possibilidade de explicação racional para as estranhíssimas circunstâncias e o custo gigantesco da transação com submarinos que o Brasil negocia na França.
A transferência de tecnologia nuclear fere acordos internacionais, inclusive compromissos com a ONU, tanto por parte de quem proporcione como de quem receba as informações tecno-científicas.
Nem por isso o então presidente De Gaulle deixou de surpreender-se ao descobrir que seu país instruíra os israelenses. Assim como o também presidente Kennedy, com informações de seus serviços secretos, foi ludibriado quando quis ver a central nuclear de Israel: montaram às pressas para mostrar-lhe, confiantes em seu desconhecimento específico, as aparências de uma central para uso civil -e, desde ali, Kennedy e seu governo passaram a defender Israel das acusações de nuclearização transgressora. Estes fatos estão documentados, embora também mantidos em quase segredo pela historiografia e pelo jornalismo.
O Paquistão e a Índia são dois outros exemplos de nuclearização transgressora, o primeiro por intermédio dos Estados Unidos; a outra, da União Soviética depois Rússia.
O acordo básico assinado pelos presidentes Lula e Sarkozy é explícito na afirmação de que os fornecimentos pelos franceses não envolverão transferência de conhecimentos nucleares. Mas há muito está comprovada a insuficiência de tal garantia.
O alarme inicial com o acordo não decorreu, porém, de suspeita nessa linha. Começou com a data de sua assinatura: 23 de dezembro de 2008. Claro que com o mínimo de repercussão e curiosidade, a data foi vista como propósito de manter despercebido um acordo de fins militares neste país que proclama o pacifismo absoluto. Com a nova suspeita, a data passa a ser vista como mais condicionada pela distração natalina exterior.
O acordo, cuja assinatura final está planejada para 7 de setembro, incluirá quatro submarinos da classe Scorpène, ao preço de 1 bilhão de euros cada um. Ou uns R$ 2,7 bilhões cada um no câmbio atual, mas, por certo, bem mais quando o câmbio for reposto em níveis racionais e não especulativos. São submarinos pequenos e simples, de 1,5 tonelada, desprezados para compra em toda a Europa e não usados nem pela própria França.
Essas características conduzem a um aspecto importante da transação. O Scorpène foi descartado pelo alto comando da Marinha, nos estudos concluídos há dois anos, para ampliação da frota brasileira de submersíveis. A escolha recaiu na conveniência, por técnica militar e de engenharia, de acrescentar submarinos da mesma linhagem dos quatro já existentes, construídos no Brasil, consideradas apenas as modificações por inovação. A escolha previu, como conviria ao Brasil, menos da metade do custo, por unidade, previsto no acordo com a França.
O pacote inclui ainda um casco de submarino nuclear -só o casco, com nuclearização a ser criada pelo Brasil daqui a 10 a 20 anos- e a exigência de construção de uma base naval com novo estaleiro (o Arsenal de Marinha já tem) a serem construídos, obrigatoriamente, pela empreiteira Odebrecht e sem licitação. Um pacote de quase 7 bilhões de euros que, no câmbio atual, vão a cerca de R$ 20 bilhões, mas na recuperação do euro irão até não se sabe onde.
A Comissão de Defesa Nacional prevê para hoje a audiência antes marcada para dia 19. A figura central, ministro Nelson jobim, recusa a ida “por compromissos”. Embora a audiência e sua presença estivessem agendadas há um mês e, no dia 26, ele tenha marcada outra audiência na Câmara, mas a porta fechada e sobre as bases da Colômbia para os Estados Unidos, sem questões sobre submarinos.
Nem o comandante da Marinha, designado para substituir jobim hoje, comparecerá. Dispôs-se a falar sobre o submarino nuclear, mas não sobre os quatro convencionais e o restante do pacote francês. A explicação é que não se trata de assunto militar, mas político. O comandante da Marinha integrou o alto comandou que elegeu, para a Armada, submarinos diferentes dos negociados por Nelson jobim e Lula.
A exigência de base e estaleiros novos, feitos sem licitação por empreiteira de tradições conhecidas, e o preço multiplicado das unidades navais alimentam a suspeita com a possibilidade de divisão, entre os diferentes equipamentos e serviços, de sobrepreço que remunerasse um fornecimento não declarado. E não declarável.
FONTE: Folha de São Paulo, via Notimp
NOTA DO BLOG: As opiniões contidas no texto acima não necessariamente refletem as opiniões do blog. Trata-se apenas de uma transcrição.
NOTA 2: Será que o Jânio de Freitas chegou a entrar num submarino de verdade, uma única vez? Aliás, faria bem a Marinha do Brasil em convidar uma lista de famosos formadores de opinião, para conhecer de perto como é a vida a bordo dos seus submarinos e navios. Afinal, para opinar com propriedade sobre assuntos especializados, o mínimo que se espera é um pouco de experiência na área.

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Mais um lixo de matéria escrito por este pseudo jornalista. Este Janio de Freitas deve ter sonhado com os tais segredos da tal tecnologia nuclear e escreveu esta m… de matéria!!! Cade suas fontes Sr. Janio de Freitas???
hahahah… suspeitas? de quem? na falta do que falar, simples, ele inventa algo… lixo.
Pessoal, vou contar uma coisa… Eu preferia que a imprensa não especializada continuasse longe dos assuntos militares e achasse que ainda voássemos com Mirage III,tivéssemos o PA A-11 e chamasse o B.707 da FAB de sucatão!!! Por que será que a Folha e O Globo não vão atacar o Sarney? Ou o Fantástico não vai ao Maranhão mostrar as fazendas da família e a miséria daquele povo? Como está mostrando os castelos do Bispo Edir Macedo? (Sou católico!!)
Será que interessa a alguém o país possuir Subs Nucleares? Ou subs convencionais? Ou Marinha? Ou FFAA bem equipadas?
Notem que os jornais que mais tocam na mesma tecla (a MB já cansou de dar respostas a esses caras) são jornais de Classe Média, justamente a faixa que paga mais impostos e que omite opinião, ou seja, a que se não for explicada direitinho pra que serve um C-130, vai chiar e dizer que o seu imposto não é pra isso, “não temos inimigos”, dirão muitos.
Já encheu o saco este assunto. Mas o culpado, infelizmente tenho que afirmar, é o próprio Nelson Jobim! Pô, vai logo na ………..do Senado e explica o negócio, ou o Comandante da Marinha.
Como será que vai ser quando for escolhido o F-X? As escoltas da MB?
É fogo!!!!
PrezadoMarcelo Tadeu,
Seu comentário foi editado.
Suas opiniões sempre foram e serão bem-vindas. Concordar ou não com o blog é uma opção sua e de cada um. Nós deixamos este espaço exatamente para isso. Mas, perder a elegância e utilizar palavras de baixo calão não será aceito. Atitudes como estas são severamente punidas pelos moderadores.
“Afinal, para opinar com propriedade sobre assuntos especializados, o mínimo que se espera é um pouco de experiência na área.”
-Concordo em genetro, nº e grau!!!
-Vale até p/ o povo, que posta no aqui blog.
Esta declaração de Janio de Freitas não faz sentido , o reator
de nosso submarino nuclear está sendo desenvolvido com tecnologia nacional e se tudo ocorrer como planejado este estará pronto em 2015, a ajuda francesa será com relação ao casco do submarino nuclear , componentes eletronicos embarcados e etc.
Se ele faz denúncias com tanta propriedade, a AGU deveria acioná-lo na justiça para provar tudo que diz!
Cara… Esse cara devia ter vergonha de escrever isso.
Armas Nucleares de Israel dadas pela França? EUA erolados por Israel?
Submarino militar com 1500 quilos???
Vamo lá Gente… Mande um e-mail para esse cidadão com o link do blog naval. Pessam para ele ler um pouco do blog e depois disso ele deve pensar em escrever alguma coisa sobre defesa.
Fala para ele escrever sobre o próximo capítulo da novelas da 8.
1. NOvamente fica claro que o Dr.Freitas DESCONHECE qualquer atualidade sobre política de defesa no Brasil e no mundo, apesar de seus bons conhecimentos em história.
2. Mas o fato é que parece cada dia mais claro que os “jornalistas” que tratam do assunto acham que submarinos são como o “Sea Wiew” da série de TV…
Meu denovo, a marinha semanalmente lança nota explicando a eventual troca do modelo de submarino, e explicação pelo valor a ser pago, etc, etc.
Será que estes jornalistas não pesquisam para criar falsas idéias que influenciam a população desinformada, eles não pensam que a Alemanha não tem a tecnologia do submarino nuclear e nem os constrói, ou seja, eles não tem capacidade para nos ajudar na contrução do nosso submarino nuclear, a proposta da Alemanha incluia a modernização dos atuais submarinos brasileiros e a construção de apenas um novo modelo, por isso seu valor seja realmente menor, a França se propôs a transferência de tecnologia de construção de submarinos,e uma nova base capaz de construi-lo e abriga-lo, o que o estaleiro alemão não nos propôs.
E desde quando um Scorpene de 72 metros podendo ser nuclearizado é considerado um submarino pequeno? Ou seja, falta informação para esse pessoal da imprenssa, dita especializada não cometer mais abusos infundados sobre a marinha e seu direito de escolha.
Ops, errei!!!
Aonde se lê: “genetro”; leia-se: “genero”.
“…um Scorpene de 72 metros podendo ser nuclearizado…”
A MB disse isto???
Que nada Marcelo Tadeu, eles querem que a gente continue cucarachas dos americanos, rsrsrs.
Estas materias são pagas, por isso os caras metem o pau, não existe imprensa imparcial, estão questionando e tudo mais, mais veja quanto nos gastariamos para desenvolver e produzir estes submarinos entre outras embarcações.Seria o máximo, mais poderia acabar como o Osório da Engesa. Por falar em Engesa, parece a empresa italiana dançou, também com aquela porcaria que eles produziram, seria bem feito. Um blindado com uma baita caronha e tremendamente alto na lateral, até com uma cetra eu acerto aquela coisa, e nem preciso de mira otica.rsrs
Galante,
Não é preciso entrar em um sub para se opinar sobre política de contratação da MB.
E esse papo de papai noel frances, que entregará tec nuclear por baixo do pano é dose de elefante.
Abraço
Lixo em forma de palavras.
Melhor se este blog filtrasse certas informações e nos poupasse de leituras desagradáveis. Porém, se mostra democrático em não esconder o texto citado em certo jornal, que é a opinião de quem não é formador de opinião nem aqui na Terra nem em lugar algum.
Caro Mauricio R.,
Realmente errei!!
Eu quiz dizer que este Scorpene poderia receber AIP, mais enquanto escrevia não percebi o erro, muito obrigado por me alertar.
Que aliás tenho uma pequena perguntinha, será que a MB não estaria desenvolvendo um método de AIP para integrar nesses submarinos, já que eles querem os Scorpéne sem o AIP Francês.
É por isso que é melhor resolver este assunto todo no dia 7 de setembro .
P q este imbecil, e outros, tomem logo na testa . Rede bobo e Estadão de M…,é só eles que vêem coisas que interessam, sem nenhum conhecimento do assunto.
“São submarinos pequenos e simples, de 1,5 tonelada, desprezados para compra em toda a Europa e não usados nem pela própria França.”
Fala sério só um sem-noção como este pode escrever uma M…. dessas.
E pior é a quem interessa isso tudo?
Quanto esse calhorda ta levando?
É por isso que é melhor resolver este assunto todo no dia 7 de setembro .
P q este imbecil, e outros, tomem logo na testa . Rede bobo e Estadão de M…,é só eles que vêem coisas que interessam, sem nenhum conhecimento do assunto.
“São submarinos pequenos e simples, de 1,5 tonelada, desprezados para compra em toda a Europa e não usados nem pela própria França.”
Fala sério só um sem-noção como este pode escrever uma M…. dessas.
E pior é a quem interessa isso tudo?
Quanto esse calhorda ta levando?
“São submarinos pequenos e simples, de 1,5 tonelada, …”
Só por esta frase besta, dá pra concluir que o “jornalista” não entenda ABSOLUTAMENTE NADA de submarino.
É triste ver o nível em que está a nossa grande imprensa. Lamentável…
Este é um assunto que interessa a todos o0s brasileiros, pois nós teremos que pagar essa conta. Que nossas Forças Armadas precisam ser melhor aparelhadas não ninguém tem dúvidas. Mas me preocupa bastante os valores encolvidos nesse acordo com os Franceses. O valor de cada Scorpene é mais que o dobro pago pelos Chilenos, por exemplo e mais que o dobro do valor a ser pago pelos Paquistaneses pelos submarinos com AIP Alemães, negociados recentemente. Mais ainda, todo o programa brasileiro com os Scorpenes, base e estaleiro tem preço mais elevado que todo o programa dos seis novos submarinos nucleares franceses. A MATÉRIA ACIMA TEM SEU MÉRITO DE TENTAR APRESENTAR UMA EXPLICAÇÃO PLAUSÍVEL PARA TAMANHO SOBREPREÇO. Mas não é só o programa dos submarinos que está com sobrepreço, não se esqueçam dos helicópteros. Há poucos anos o exército adquiriu os mesmos super cougar por um preço unitário aproximado de 12 milhões de dólares. Por que pagar mais de 30 milhões de euros pelo mesmo tipo de helicóptero?
Os ingleses adquiriram modernos helicópteros triturbina na faixa de peso de 15 toneladas por um valor inferior.
SOUA FAVOR DE UM AMPLO PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DAS NOSSAS FORÇAS ARMADAS, MAS NÃO A ESSE PREÇO, NÃO COM PROGRAMAS OBSCUROS, NÃO COM POLITICAGEM E SIM COM CRITÉRIOS TÉCNICOS E PREÇOS DE MERCADO.
Alguem pode pelo amor de Deus pode “calar” esse ser leviano (Janio de Freitas).
Por isso digo: “Democracia serve para alguns!”
Caro Henrique, concordo com quase tudo que você falou, mais falta um porém, não temos tecnologia para a contrução me meios BÉLICOS, os Chilenos pagaram barato, pois fizeram compra de prateleira, os Paquistaneses também, já o Brasil compra os Submarinos, mais também compra a tecnologia usada para construir um submarino totalmente nacinal, desde casco a sistemas de combate, além de uma preciosa ajuda no tão sonhado submarino nuclear, e é isto que encarece o projeto, estamos comprando tecnologia meu caro, e isto custa caro.
O sujeito fuma um cigarrinho do demonio logo em seguida toma um lavradão de cachaça barata assistindo o Fautão!! E da nisso!!!!! Deve estar vendo fadinhas verdes até agora!!!!!
Não acredito muito nesse negócio de “teoria da conspiração” más é de “viajar junto” com certas coisas que esse exmo senhor fala.
-Primeiro: À uma clara falta de transparência, criando margem para todo tipo de interpretação e imaginação, por mais absurda que possa parecer .
-Segundo: dos paises do BRIC, somente o Brasil não possui tal tecnologia, e é o mais atrasado de todos militarmente, e um grande cliente em potencial.
-Terceiro: não só a França más como toda Europa se encontra numa verdadeira sinuca de bico, com uma população envelhecendo, mão de obra com custos cada dia mais elevados e dependencia do petroleo Russo, em pouco tempo poderão ver suas economias sendo atropeladas por China e India.
Criar uma aliança estratégica forte com um dos países do BRIC, é no minimo muita astucia ao meu ver, ganhar dinheiro com isso? melhor ainda. obviamente o Brasil é o país mais alinhado com a França, e os outros já demonstram uma certa independencia tecnológica.
Bom se para isso for precisso deixar “escapar” um pouco de tecnologia nuclear por baixo do pano, ainda é vantagem por que junto com isso eles estão criando uma reserva de mercado importante, tem o Pré-sal, a Amazonia, Matéria prima abundante, agua doce… coisas que China e India além de não terem, vão querer abocanhar tudo que puderem daqui para frente.
E para o Brasil?
Ótimo, teriamos o Sub Nuclear em 10 anos e não em 20, melhor acesso à europa para nossos produtos, acesso a tecnologias que nem sonhamos ter… e outros.
Se o Jobim tá arquitetando algo nesse sentido, apesar de eu achar que não, eu levanto e bato palmas, porque isso sim eu chamaria de uma bela cartada, coisa de quem tem culhão mesmo, coisa que anda em falta por aqui ultimamente.
Más acho que é só imaginação mesmo, más a tanta coisa entre o Céu e a Terra que até o Diabo duvida.
Caros amigos,
Vejam a entrevista concedida pelo Sr. Jânio de Freitas ao site “Fazendo Media”. O link vai ao fim deste meu comentário. Ela é bastante elucidadtiva da forma como ele pensa. Esta entrevista foi concedida, se não entendi errado em 21/09/2005, ou seja prestes a completar 4 anos. Ele então tinha 73 anos. Hoje está com 77 ou próximo a completar, não sei.
Por favor me corrijam se eu estiver errado. Mas a mim deu a impressão que ele guarda profunda mágoa do regime militar. Sendo isto verdadeiro, talvez ele seja prédisposto a criticar tudo aquilo que diz respeito a assuntos militares. Pode ser até que ele nem mesmo perca seu tempo lendo o que a MB reiteradamente vem esclarecendo a respeito do episódio dos novos submarinos ou qualquer outro assunto.
Não estou aqui para defender ou criticar o regime militar que governou o Brasil de 64 aos anos 80. Mas me parece que o Sr. Jânio Freitas é daquelas pessoas que não conseguiu “virar a página” e seguir em frente.
Tira suas conclusões, enxerga pelos em casca de ovo, mistura lendas urbanas com fatos e sai emitindo suas opiniões. Sem mesmo procurar apurar os fatos, separar o joio do trigo, como aliás, é fundamental para toda as pessoas, especialmente se for um profissional da mídia.
O preocupante é que ele próprio admite que “Os meios de comunicação manipulam mesmo a opinião pública. Manipulam, não adianta dizer que não. Queira ou não queira, manipulam”.
Se eu estiver correto quanto à interpretação de sua mágoa contra os militares, pode ser até que ele esteja procurando, mesmo que subconcientemente, manipular a opinião pública.
Não adianta nós ficarmos aqui xingando e dizendo impropérios. Nós vivemos numa democracia então cabe a nós tolerar esse tipo de coisa e buscar da melhor forma possível levar aos outros nosos pontos de vista, não para manipular a opinião pública, mas para que ela tenha condição de confrontar as diferenças e escolher aquela posição que melhor se encaixe nas suas convicções.
O link da matéria que citei é o seguinte:
http://www.fazendomedia.com/novas/politica210905a.htm
Concordo com Número, Gênero e Grau com nosso amigo Marcos T.
Nao quero opinar pq nao entendo do assunto…mas sempre, SEMPRE desconfio do governo, especialmente deste.
Agora, estes colunistas de jornal, vcs tem de entender, ganham pra palpitar mesmo, sobre qq assunto. A funcao deles eh criar polemica, apesar de muitas x estarem errados.
Quero pedir aqui as minhas desculpas por usar a palavra “m ” quando me referi ao Senado, pois é um exemplo clássico de pleonásmo!!!
Mas uma vez levei uma BRONCA dos nossos editores, mas o Mauro Dias também e não foi advertido. É o Princípio da Isonomia, tratar o desiguais na medida de sua desiguadade.
Abraços
Prezado Marcelo,
Procuramos tratar todos como iguais aqui, quanto ao uso de palavras de baixo calão. Digo procuramos porque o trabalho de monitorar comentários e pescar o que não é apropriado toma bastante tempo – o mesmo tempo que faz falta para outras coisas mais importantes, como escrever matérias e tudo o mais.
Portanto, contamos com a colaboração de todos para manterem o bom nível. Não é difícil pra vocês, mas nos últimos tempos tem sido difícil pra nós, dada a quantidade de comentários não apropriados.
Complementando: a “m….” que você escreveu também foi editada agora, o que tomou mais alguns segundos do meu tempo.
Quanto ao Mauro Dias, os comentários dele que estou vendo aqui, nesse momento, ou já foram editados por outro editor ou já foram escritos de forma relativamente “polida”. Assim, não estou nesse momento, por falta de informação, em condições de repreendê-lo.
Portanto o recado do meu comentário anterior fica para todos.
Parafraseando o comercial da Folha, matem essa mosca!
Submarino “simples” de 1.5 toneladas?
Os editores do BLOG poderiam passar o email desse Senhor para que especialistas como M.O. ou Nunão mandassem alguns esclarecimentos ao rapaz e nós, meros leitores assíduos, enviássemos nosso repúdio a tanta baboseira escrita de uma vez.
Como se diz, o papel aceita qualquer coisa.
Prezado Paulo,
Decididamente não sou especialista em espinafrar jornalistas! Gosto de tirar o sarro deles de vez em quando, já que tenho vários amigos nessa profissão e, como publicitário, sou visto por eles como um representante do lado negro da força.
Mas em vista de meu trabalho aqui como editor e de outros do gênero que desenvolvo, além da minha formação em comunicação social, considero-me, na prática, também como um representante da espinafrada classe jornalística…
Cabe a todos nós, aqui no Blog, fazermos a justa crítica ao que o colunista da Folha escreveu. Não concordo com muita coisa, porém há que se discutir outras tantas questões que ele levanta. E isso é o mais importante: debater para chegar à informação que realmente interessa.
Saudações!
Marcelo Tadeu vc tem razão , excedi-me no comentário.
De público peço desculpas.
Mas que , da para perder a linha , isso dá
Este jornalista da Folha que escreveu este artigo não passa de uma pessoa maliciosa e tendenciosa. Escreve o que vem na cabeça, um monte de asneras, desde quando um submarino da classe do Scorpene pode se passar por um submarino simples ?, o que é simples ?, imaginemos um submarino complexo então. Só na idéia deste desacreditado mesmo. Este cara deve ter cheirado a cola ou tomado droga antes de escrever o artigo. Reportagem que ofende a inteligência, este cara deveria ser banido do país.
Olha eu mandei um imail à para folha, não sei se vai chegar as mãos do Sr Jânio, mas cloquei para ele , mas polidamente,repudiando sua total falta de capacidade para o assunto em questão
Se alguem conseguir o email deste jornalista posta para que possamos transformar a vida deste inútil em inferno na terra, fazendo o indivíduo saber que pessoas melhor informadas também lêem as porcarias que ele escreve.
wagner
Concordo contigo até aqui:
“Este jornalista da Folha que escreveu este artigo não passa de uma pessoa maliciosa e tendenciosa.”
Quanto ao que diz: “Escreve o que vem na cabeça, um monte…” não concordo, pois ele pensa muito bem no que está escrevendo. Um jornalista quando quer fazer uma boa matéria ele consulta as pessoas certas para conhecer o assunto. Faz parte da profissão. O que ele colocou realmente é muito tendencioso e o objetivo é dar ênfase ao custo (sem verificar os benefícios) e desqualificar o produto final. Todos nós sabemos que o Scorpene brasileiro vai ser um produto dentro das especificação da MB. Igual a FAB faz quando encomenda produtos principalmente da Embraer (ex Super Tucano). Todos nós sabemos para quem trabalha e quais seus objetivos.
Quanto ao BLOG, sugiro tomar uma posição mais favorável à MB.
Ok, Nunão,
Não é da minha natureza escrever palavras de baixo calão, haja vista eu ter pouco tempo de blog, os meus comentários estão aí para todos pesquisarem. Mais uma vez desculpe-me pelo sarcasmo da última, é que eu sou carioca, e sabe como é , não perdemos uma boa tirada!!
Abraços e continua a PROMOÇÃO: Levem um Quarentão para conhecer o AMRJ!!!!
O problema é que por mais que a Marinha responda aos absurdos publicados, para a maioria dos leitores, o estrago está feito. O público em geral não entende nada de assuntos militares, sua importância, necessidade,etc, e o pior, acreditam nestes caras que escrevem em jornais de grande circulação, são até endeusados por eles e fica muito difícil esclarecer as coisas. Penso que uma boa maneira de desfazer as opiniões absurdas publicadas, seria a Marinha entrar na justiça e conseguir que os mesmos jornais publiquem as respostas e explicações dela. Só que isso tem que ser já.
Há tempos disse que esse “jornalista”(Jânio) iria continuar …e continuar…e continuar com esse engodo jornalístico, pra que perder tempo com esse tipo de campanha?…sinceramente fico decepcionado com o Blog quando dá eco a esse tipo de desinformação, achei que aqui se tornaria o “Templo” da discussão naval, oque tenho visto é nada mais doque a retória da retórica, muito são os esclarecimento que a MB vem empreendendo e ainda assim tem gente que não entende ou não quer entender.
Confesso que este Blog e co-irmãos(Aéreo e Terrestre) pra mim era até então prazeiroso de se abrir e ver matérias realmente interessantes, com cunho informativo, de uns tempo a coisa vem se enveredando para uma especia de embate a MB aproveitando-se dessa campanha difamatória propagada pelos meios não especializados, que chega e me dar ansia de estômago, lamentável isso….
Gerson Victorio
Concordo que este jornalista é tendencioso e não conhece nada de submarinos.
Mas uma coisa nós temos que concordar é no mínimo estranho comprar por um preço altíssimo um SUB que nem os própios fabricantes usam a isso é….
Por isso seria bom o comando da marinha e o ministro jobim comparecer as audiências para mostrar clareza do negócio e dar um fim de uma vez na desconfianças. Pq realmente é no minímo estranho…
Caro LUCAS, os submarinos serão construídos no Paquistão, segundo informações desse Blog. Que seja como vc disse, que o valor seja elevado por contra da tecnologia, mesmo assim, com o valor desse projeto daria pra comprar 16 submarinos de prateleira, contra quatro + um casco nuclear. PREFIRO A PRIMEIRA OPÇÃO.
Caros amigos,
Eu sinceramente gostaria de saber se estes reporteres e especialista de plantão são brasileiros ou não, pois, parece que não, os caras só sabem criticar. Senhores se países como o Paquistão, India e outros tantos por ai podem ter a tecnologia nuclear, porque o brasil nâo ?
E se a França transferir a tecnologia para o sub nuclear otimo! eu deixaria os Franceses até com um poço no pre-sal. hehehe!
Não sei porque essa notícia causa essa suspeita não está no acordo a transferência de tecnologia nuclear para o Brasil?
Esse reporter deve está por fora do acordo Brasil e França ou mais tosco que não sabe de nada.
abs
Uma mentira repetida insistentemente acaba virando “verdade”. Os Joseph Goebels da nossa imprensa estão mais ativos do que nunca.
Senhores,
Entendo o veículo, o Blog, como democrático.
Neste sentido, não só deve, mas tem obrigação, por assim dizer, de mostrar ou veícular tudo que seja pertinente e importante ao meio naval, objeto do Blog.
Cabe aos participantes filtrar e comentar aquilo ou aqueles assuntos que os interessem, manifestando-se ou não, de acordo ou de contrário, conforme as suas convicções e conhecimento sobre o assunto em pauta. Evidentemente, respeitando as regras mínimas de boa civilidade e educação, para o bom debate.
Agora, quanto ao texto do Sr. Jânio, um monte de coisas escritas para bobo ler, ou incauto. Mas, achei algumas coisas já escritas e hipoteticamente lançadas no passado, que podem ou não ser verídicas, sobre o hipotético repasse de tecnologias sensíveis e de cunho militar-nuclear à Israel, Paquistão e Índia. No caso de Israel, inclusive, acredita-se que o material físsel poderia ter vindo da Africa do Sul e que este, em sua fase bruta, poderia inclusive ter sua origem no Brasil. Enfim, muito para se supor e pouco para se comprovar.
Sds.
É um assunto morto. A MB já foi ao limite do que deveria para explicar os termos desta transação. A questão que permanece é à quais interesses estes jornalistas ou jornais estão defendendo, porque certamente não são os interesses da nação.
A mesma matéria foi destaque no jornal O Globo e o nível de “perversão” dos fatos ultrapassou aquilo que se poderia considerar criminoso. Mesmo depois de terem recebido nova carta resposta da MB, tendo, inclusive, distorcendo os elementos da resposta. Fato que ficou totalmente evidenciado pela não publicação da íntegra do texto da marinha (algo que todos sabem, ser bastante díficil de se fazer numa página de internet).
Sds.
Eu não estava dizendo isto antes? Agora caiu a ficha…
É claro que existe algo mais do que sai na imprensa porca e ignorante. Ninguém vai ao Jornal Nacional dizer nós vamos fornecer toda a estrutura e conhecimento para que o Brasil desenvolva um submarino de propulsão nuclear…
Só cego pra não observar isso, e não esperem contrato com a chancela da ONU.
O raciocínio do jornalista é coerente com a questão em tela. Será que isso já não passou pela cabeça de qualquer um de nós. Eu pensei nisto, que é possível a existência de um acordo secreto, e porque não?
Os americanos não fizeram um acordo nuclear particular com a Índia a despeito desta não ter assinado o tratado de não proliferação nuclear da ONU.
Ou seja, a ONU está a serviço dos americanos, tanto que esta fica em NY.
Quando os interesses americanos são contrariados, aí eles acionam seus testas de ferro da ONU, vide caso do Irão, Coreia do Norte, e do Brasil, inclusive, quando anunciamentos a usina de enriquecimento. O que mais tem nesta usina sao os fiscais da CIA a serviço ONU.
Os americanos não tem tratado com Israel um país que nunca se sujeitou ao tratado da ONU de não proliferação e sujeitar-se a fiscalização?
O Irã é fiscalizado pela ONU e mesmo assim sofre todas as sanções. Dois pesos e duas medidas.
Os americanos, eles mesmo não assinaram o tratado de não prolíferação e abertura de seus arsenais para fiscalização da ONU.
Diz o ditado, quem pode manda, e quem obedece é porque tem juízo.
Os americanos mandam porque podem. Países vencidos na guerra como Alemanha e Japão, que assinaram rendição incondicional, especialmente a Alemanha não como dizer nada, inclusive na questão de submarinos.
A Alemanha queria ser grande, ter o espaço vital com Hitler, mas ambicionou demais e perdeu e para sempre será um que deverá obedecer as regras do vencedor.
Penso que essa movimentação toda da imprensa, tem por trás os americanos, que não querem o país com subnuclear. Daí acionam seus “aliados”, diga-se Alemanha, para ficar nos incomodando a todo instante de que seu produto seria melhor.
Se não for ela, os americanos utilizarão outros para bater, a ONU, o serviço de fiscalização de não proliferação, etc.
Veja-se o caso do Paquistão, que havia feito concorrência e selecionado e comprado os sumarinos alemães IKL 214. Entretanto, suspendeu a entrega. Porque será heim? Foi a Ïndia? Os americanos?
Digo, a Alemanha suspendeu a entrega.
Estão querendo deixar a MB sem submarinos de qualquer jeito,parece até coisa da turma do FHC.
CRUZ CREDO,MANGALÓ TREIS VEIS.
Ainda bem que o 7 de setembro está próximo e espero que LULA assine este tratado e muito mais com a França e vamos em frente.
ombudsman@uol.com.br
esse o e-mail para o ombudsman da Folha. O trabalho dele é ponderar se as opiniões dos colunistas são coerentes…entre outras coisas…e pode sugerir uma “mudança de tom” nos textos, por exemplo.reclamem…sds
ps: Se quiserem, mandem uma carta para al. Barão de Limeira 425, 8ºandar, São Paulo, SP CEP 01202-900, a/c Carlos Eduardo Lins da Silva/ombudsman ou pelo fax 0/xx/11 3224-3895
Ah pare Janio… O Brasil não precisa da França para construir armas nucleares. Isso ele domina… Só não tem pq…
Tudo bem, tudo certo; mas fechar um acordo polêmico desse, cujas cifras são estratosféricas, às vésperas de uma eleição para presidente da república é, no mínimo, muito estranho. A sociedade deve estar atenta a isso e, nesse enfoque, o artigo do jornalista cumpriu o seu papel.
A questão da defesa nacional pouco foi enfocada pela midia. Esta falta de cobertura da imprensa fez com que os leitores e a população não tivesse ciência da gravidade e precariedade material de nossas forças armadas. Este governo, principalmente o Presidente Lula e o Nelson Jobim, que poderia ser o candidado a Presidente pelo conhecimento de causa do Brasil, deram transparência à imprensa em assunto que era tão nebuloso, como a questão nuclear e por fim a do submarino nuclear. Nunca antes um governo defendeu claramente e legalmente a proposta, inclusive, colocando no orçamento a retomada dos investimentos na área, contratação de pessoal pela Marinha do Brasil, através de concursos público, mais de 500 engenheiros nucleares, etc.
Assim sendo, se por um lado, esssa transparência criou um novo campo para o conhecimento da midia, esta por sua própria vocação irá explorá-la. Esse jornalista é muito conhecido e vai fundo na questão, até para o seu próprio conhecimento e dos leitores.
Creio que é importante a divulgação do Programa Nuclear, da aquisição do submarino nuclear, e de suas implicações no orçamento, na vida do povo brasileiro. Só assim um assunto que era somente de cunho militar, pode virar de interesse da nação, como disse o Lula e o Jobim. Neste particular, acho que conseguiram mobilizar a sociedade, para que este programa nuclear da Marinha do Brasil seja um programa de Estado e não somente das forças armadas.
Por outro lado, a sugestão do blog é fundamental que o jornalista possa ser convidado especial da Marinha do Brasil como ocorreu com o Presidente Lula, que após a sua visita a projeto Aramar firmou de vez sua compreensão e prioridade do governo no programa nuclear levado a cabo pela Marinha do Brasil.
Tendo o citado jornalista acesso a este grandioso empreendimento nacional, com certeza o mesmo será um dos defensores deste plano estratégico.
é o que eu penso.
[...] RESPOSTA À MATÉRIA PUBLICADA NO JORNAL “FOLHA DE SÃO PAULO” DE 18AGO2009, INTITULADA: “SUSPEITA NUCLEAR” [...]
Deplorável a nota 2 do post. Quer dizer que só militar pode avaliar e opiniar sobre assuntos de defesa? Se formos usar esse raciocínio somente diplomatas podem falar sobre as relações internacionais do Brasil…