UH-12 operando a bordo do NDD Rio de Janeiro (G-31)

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vinheta-especialO 1º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (EsqdHU-1), é primeira unidade aérea operativa da MB e foi criado em 1961 e desde a sua ativação, vem participando de quase todas as operações aeronavais.
Dispõe de helicópteros Helibrás Esquilo monomotor (UH-12) e Esquilo biturbina (UH-13) para emprego em missões de ligação e observação; esclarecimento ; lançamento de pára-quedistas e de mergulhadores de combate; transporte de tropa; serviços hidrográficos; guarda de aeronaves no NAe São Paulo (Pedro); busca e salvamento (SAR); apoio humanitário; apoio às atividades na Antártica e muitas outras, razão pela qual lhe foi conferido o título de: “O FAZ TUDO” ou “TUDÃO” .

O lema do Águia: ” IN OMNIA PARATUS” (PRONTO PARA TUDO).

UH-13 Esquilo Biturbina com padrão de cor da OPERANTAR

FOTOS: MB (superior) e Guilherme Wiltgen/Poder Naval


 

Marinha da Coreia do Sul

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Clique no quadro acima para ver a composição da Marinha da Coreia do Sul (ROK Navy). Os navios em cinza ainda não tinham sido incorporados quando o gráfico foi feito (veja links abaixo). Os navios que existem em maior número são as corvetas da classe “Pohang”, que teriam sido oferecidas ao Brasil na proposta da Hyundai para a modernização do AMRJ e fornecimento das escoltas KDX-II.

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O primeiro caça naval MiG-29KUB com as cores da Marinha da Índia foi exposto na feira de aviação russa MAKS 2009.

O avião será entregue no mês que vem, dois anos antes do início dos testes de mar do navio-aeródromo INS Vikramaditya.

A aeronave foi exposta com um interessante leque de armas. Mísseis ar-superfície Kh-38M de médio alcance (com as asas dobradas) e o Kh-59MK2 de logo alcance, para ataque terrestre.

A família Kh-38M foi projetada no final dos anos 80 e início de 90, para substituir a família de mísseis Kh-25 e parte da Kh-29. Os Kh-38M (Kh-38ME de exportação) estão também sendo propostos no pacote de armas do MiG-35 oferecido para o programa de caças da Força Aérea da Índia.

O Kh-38M tem alcance divulgado de 25 milhas (40km), embora possa ser ainda maior.

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Senador lê nota do MinDef sobre submarino nuclear

Em pronunciamento nesta quinta-feira (20), o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) leu nota encaminhada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, em que a Marinha do Brasil nega informações divulgadas no último dia 15 pelo jornal O Globo, em matéria intitulada “Submarinos com preço no céu”.

Na nota, Jobim afirma que é um erro presumir que a Marinha optou entre um projeto alemão e um francês para desenvolver o submarino brasileiro de propulsão nuclear, tendo em vista que a Alemanha não possui este tipo de tecnologia.

O ministro afirma que houve cogitação de um novo acordo com a empresa alemã HDW (Howaldtswerke Deutsche Werft), mas que isso ocorreu em um momento em que a Marinha estava sem perspectiva de avançar no seu projeto prioritário do submarino com propulsão nuclear, priorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2007.

A nota também garante que a França não impôs ao Brasil a construção de um estaleiro e de uma base para os novos submarinos, uma vez que essas instalações já estavam previstas desde a década de 1970, tendo o local sido escolhido em 1993.

O ministro da Defesa informa ainda que os estaleiros e a atual base de submarinos não atendem aos requisitos técnicos e ambientais para a construção e operação de um submarino de propulsão nuclear.

Também não é verdade que deveria haver licitação para tais obras, assegura a nota, uma vez que tais empreendimentos constituem projetos militares e nucleares de caráter sigiloso. O ministro da Defesa observa que a parceira francesa DCNS (Directions de Constructions Navales Services) teve liberdade para escolher qualquer empresa nacional para a obra, tendo optado pela Odebrecht.

Crivella afirmou que o Brasil deve estar preparado e em condições de defender o seu vasto território, sobretudo o litoral. O senador também defendeu a continuidade do projeto que prevê a construção do submarino nuclear, uma vez que a Marinha já domina o ciclo de produção de urânio, usado como combustível nesse tipo de embarcação.

FONTE: Agência Senado

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‘Look mom, no reactor’

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Índia lançou submarino nuclear sem reator

No mês passado a Marinha da Índia lançou o seu primeiro submarino nuclear, o INS Arihant. Isto veio depois de muitos anos de trabalho e pesquisa. Mas agora foi revelado que o Arihant foi lançado sem o seu reator nuclear (!).

Não se sabe exatamente o que foi colocado dentro do submarino. Só se sabe que o mesmo não poderá se locomover por meios próprios. Em algum momento o submarino deverá voltar para o estaleiro e ser desmontado para que o reator seja efetivamente instalado. Existe também a possibilidade de que outros componentes importantes também não tenham sido instalados.

Então por que o submarino foi lançado? Muitos estão questionando o fato e alguns setores da imprensa indiana acreditam que o lançamento do mesmo reduziria as críticas que o projeto vem recebendo. Faz mais de dez anos que os indianos estão construindo o submarino, grande parte deste tempo em segredo, e não atingiram o resultado esperado.

O SSN indiano, inicialmente chamado projeto ATV (Advanced Technology Vessel), seria o primeiro de uma série de cinco embarcações. Os desenhos divulgados até o momento mostram que o Arihant possui certa semelhança com a classe Charlie II da URSS. Também existem comparações com o projeto chinês Shang (Type 093), que entrou em operação dois anos atrás e levou dez anos para ser construído.

Existem especulações que dão conta de que a Índia não obteve sucesso no projeto de desenvolvimento de um reator suficientemente compacto para caber no casco do Arihant. Além disso, pelo deslocamento do submarino (perto de 5.000 toneladas), o reator de 85 MW não teria potência suficiente para levar o Arihanta a 30 nós, como era esperado.

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A Raytheon fechou contrato com o Pentágono no valor de US$ 151.577.441 para o fornecimento de 186 Evolved SeaSparrow Missiles (ESSM), 77 containers e peças de reposição para o NATO Seasparrow Consortium e Emirados Árabes Unidos.

A produção dos mísseis será feita em Tucson, Arizona (45%), Camden, Arkansas, (2%); Andover, Massachusetts (10%), Austrália, (11%), Canadá, (7%), Dinamarca, (1%), Grécia, (1%), Alemanha, (8%), Holanda, (6%); Noruega, (5%); Espanha, (3%); e Turquia, (1%). Espera-se terminar a entrega em agosto de 2012.

O míssil RIM-162 Evolved Sea Sparrow Missile (ESSM) é um desenvolvimento do RIM-7 Sea Sparrow, usado para proteger os navios do ataque de mísseis, aviões e ameaças de superfície.

O ESSM visa impedir os mísseis antinavio que manobram evasivamente na fase final do ataque. Comparado ao Sea Sparrow, o ESSM é maior e tem um motor foguete mais potente, para aumentar o alcance e agilidade.

A aerodinâmica atualizada emprega “strakes” e “skid-to-turn”. Além disso, o ESSM tira partido da mais recente tecnologia de mísseis, com versões diferentes para Aegis/SPY-1, Sewaco / APAR e iluminação do alvo tradicional “all-the-way”.

O ESSM também tem a capacidade de ser “quad-packed” no sistema VLS Mk 41, permitindo que quatro Sea Sparrow sejam armazenados em uma célula apenas.

O Evolved Sea Sparrow Missile está sendo usado por vários países. O primeiro país, depois dos EUA, a atingir o status operacional para o míssil foi a Austrália. Outros países que também integraram o ESSM: Dinamarca, Holanda, Alemanha, Noruega. Outros países que estão em processo de integração do míssil: Canadá, Nova Zelândia, Grécia, Japão, Espanha e Turquia.

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FICHA TÉCNICA:
Peso: 620 lb (280 kg)
Comprimento: 12 ft (3,66 m)
Diâmetro: 10 in (254 mm)
Cabeça: 66 lb (39 kg) de explosivo-fragmentação
Mecanisno de detonação: Espoleta de proximidade
Motor: Mk 143 Mod 0 foque de combustível sólido
Alcance operacional: 27 milhas (+50km)
Velocidade: Mach 4+
Sistema de guiagem: meio-curso, datalink; terminal, com radar semi-ativo.
Plataformas de lançamento: Mk 41 VLS (RIM-162A/B), Mk 48 VLS (RIM-162C) e lançador conteirável Mk 29 (RIM-162D).

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vinheta-clipping-navalO Ministério da Defesa garantiu hoje que “não existe qualquer proposta” do consórcio alemão a quem o Estado comprou dois submarinos em 2004 para fornecer um submarino “grátis” a Portugal de forma a resolver o diferendo das contrapartidas.

“Não existe qualquer proposta no Ministério da Defesa Nacional neste sentido e se houvesse seria recusada. O programa das contrapartidas deve ser rigorosamente cumprido na defesa dos interesses nacionais”, garante o Ministério em comunicado.

O semanário SOL avança hoje que os alemães teriam proposto a Portugal a entrega de um terceiro submarino a custo zero, como forma de pôr fim a um diferendo que há mais de um ano opõe o consórcio Germane Submarine Consortium (GSC) à Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC).

A CPC é o organismo nomeado pelo Governo – e tutelado pelos ministérios da Defesa e da Economia – para fiscalizar e acompanhar a execução dos contratos feitos pelo Ministério da Defesa e, nos quais, os vendedores de equipamentos habitualmente se comprometem a comprar bens e serviços a empresas portuguesas no valor próximo da aquisição.

Em declarações à Agência Lusa, o presidente da CPC, Pedro Catarino, diz estar em contacto com o consórcio alemão para resolver as dificuldades que têm surgido no cumprimento das contrapartidas mas nega ter recebido qualquer proposta para a entrega de um novo submarino.

A CPC nunca recebeu qualquer proposta formal ou informal neste sentido, nem essa possibilidade foi sequer abordada pelo consórcio alemão com a CPC”, garantiu Pedro Catarino.

Segundo Pedro Catarino, “a CPC mantém-se empenhada e está em contacto com o consórcio alemão para resolver as dificuldades encontradas no quadro das contrapartidas que, esperamos, sejam cumpridas integralmente no quadro temporal previsto e nas condições estipuladas pelo contrato”.

O presidente da CPC não quis, contudo, precisar os valores globais das contrapartidas negociadas com o consórcio alemão dos submarinos, mas diz que cerca de metade já foram cumpridas, embora nem todas contabilizadas.

“Há um número de projectos que já foram cumpridos e aceites e depois há um conjunto de projectos que já foram cumpridos mas que ainda não foram contabilizados porque existem algumas diferenças em relação a alguns aspectos do contrato”, explicou Pedro Catarino.

De acordo com o presidente da CPC, “já foram cumpridas na prática quase metade das contrapartidas, simplesmente só uma parte foi reconhecida até que se resolvam as diferenças que existem sobre certos aspectos contratuais”.

Pedro Catarino rejeitou, se vier a existir essa proposta, a aceitação de um submarino a custo zero em troca do cumprimento integral das contrapartidas, remetendo para a posição do Ministério da Defesa.

“O assunto nunca foi abordado, não há nenhuma proposta formal ou informal, nunca foi equacionado, nem vai ser certamente dada a posição do sr. ministro, de que se fosse proposta seria rejeitada”, disse.

Segundo a CPC, o valor potencial da totalidade das contrapartidas negociadas com o Estado português na área da Defesa – e que envolvem oito contratos – rondam os três mil milhões de euros.

FONTE: Ultimahora, Portugal

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Marinha ganhará poder de polícia

A Aeronáutica e a Marinha ganharão poderes de polícia em situações específicas, o Ministério da Defesa criará uma secretaria para organizar melhor a compra de armamentos e o país terá uma nova cartilha para a hipótese de guerra. Essas mudanças serão apresentadas sexta-feira ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ministro Nelson Jobim, como os primeiros desdobramentos concretos da recém- adotada Estratégia Nacional de Defesa. Eles vão analisar os instrumentos legais, como projetos de lei complementar e decretos presidenciais, necessários para implementar tais alterações.

No primeiro caso, será preciso enviar ao Congresso uma proposta para mudar a lei complementar 97/1999, que dispõe sobre as normas a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. A intenção do ministro é fechar o cerco ao narcotráfico nas regiões de fronteira. Sua avaliação é que, depois da Lei do Abate, grande parte do transporte de drogas, antes feito por pequenas aeronaves, migrou para barcos nos rios da Amazônia.

Por isso, Jobim defende que a Marinha também passe a ter o direito – hoje inexistente – de atuar como polícia e combater traficantes em águas fluviais. A Lei do Abate, de 2004, permitiu à FAB dar tiros de advertência e até derrubar (mediante autorização pessoal do ministro da Defesa) aeronaves sem plano de voo e com evidências claras de transporte de drogas. Ela fez diminuir muito o número de voos suspeitos, segundo Jobim. Mas ele acha que é preciso ir além e outorgar poder de polícia à Aeronáutica.

Em junho, a FAB divulgou um vídeo do primeiro avião que foi alvo de tiros desde a entrada em vigor da Lei do Abate. Um monomotor com matrícula da Bolívia, que sobrevoava o território de Rondônia, foi identificado e, diante da recusa de tomar o caminho de volta, recebeu tiros de advertência de uma aeronave Super Tucano. O monomotor pousou em uma rodovia do Estado. O curioso é que os militares da FAB ficaram impedidos de providenciar uma ação de captura do piloto-traficante e tiveram que monitorar a tentativa de fuga enquanto esperavam a chegada de policiais. Pela legislação atual, cabe exclusivamente à polícia, desde o pouso de qualquer aeronave, a ordem de prisão. Jobim quer uma lei mais flexível para permitir que a Aeronáutica faça esse papel, na ausência de policiais.

Em outra iniciativa, conforme previa a Estratégia de Defesa em dezembro, a pasta de Jobim criará a Secretaria de Produtos de Defesa. De acordo com o ministro, o objetivo dela será ” fixar políticas e diretrizes para as compras ” das Forças Armadas, embora os comandos preservem integralmente seus orçamentos para reaparelhamento. A propósito, Jobim entregará a Lula os planos de articulação e reaparelhamento desenhados pelas três Forças.

Esses planos incluem o volume de investimentos necessários para sua modernização, com uma definição de prioridades, e a redistribuição territorial das tropas. O Exército aumentará sua presença na Amazônia e a Marinha deverá instalar uma nova base no Norte e no Nordeste, deixando de ficar concentrada no Rio de Janeiro. Os planos terão um horizonte de trabalho previsto até 2030.

A última mudança a ser examinada sexta-feira é a do decreto de 1980 que estabelece a estrutura militar de guerra, definindo a organização das forças brasileiras em situações de conflito bélico. O documento tornou-se desatualizado e o sinal mais óbvio disso é que, na época, sequer havia Ministério da Defesa. A nova ” estrutura militar de defesa ” , se aprovada pelo presidente, preverá um comando operacional único e a nomeação de um comandante – espécie de ” ministro da guerra ” . ” O fundamental é que a doutrina muda. Vamos sair de um modelo de ações combinadas para um modelo de ações conjuntas ” , afirmou Jobim.

FONTE: Daniel Rittner – Valor Econômico

NOTA DO BLOG: Ao invés de dar poder de polícia à Marinha, o Governo poderia pensar em criar uma Guarda Costeira, para livrar a Força das tarefas subsidiárias e permitir que ela se prepare melhor para a guerra, que é a sua função primordial.

O almirante Maximiano (Ministro da Marinha de 1979 a 1984), era da opinião de que o poder de polícia exercido pela Marinha, no setor marítimo, fluvial e lacustre, é exercido de forma precária, constituindo-se num desvio do cumprimento de suas tarefas constitucionais.

É claro que a criação da Guarda Costeira só faria sentido se o orçamento dela fosse desvinculado do orçamento da Marinha.

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O submarino paquistanês PNS Ghazi (ex-USS Diablo SS-479) era um submarino da classe “Tench” de procedência americana, transferido ao Paquistão em 1963.

O PNS Ghazi foi o primeiro submarino do Paquistão e operou nas guerras de 1965 e 1971 contra a Índia, como navio-capitânia.

O USS Diablo foi lançado ao mar em 1944, entrando em serviço em março de 1945. Em 1963, o submarino foi transferido para o Paquistão, num leasing de 4 anos, dentro do “Programa de Assistência de Segurança”.

Após uma revisão extensiva e conversão para a configuração “Fleet Snorkel”, o PNS Ghazi foi incorporado em 1 de junho 1964, se apresentando ao serviço em Karachi, em setembro daquele ano. O submarino podia transportar até 28 torpedos.

A guerra de 1965

O Ghazi foi usado na guerra indo-paquistanesa de 1965 para atacar navios da Marinha indiana na Operação Dwarka, embora ele não tenha atingido nenhum alvo.

O submarino foi considerado uma ameaça significativa naquele conflito. Ele ganhou 10 prêmios, incluindo duas condecorações de Sitara-e-Jurat e citações do Presidente.

Depois da guerra, o PNS Ghazi foi enviado à Turquia, para uma remodelação US$ 1,5 milhão, em 1967-68. Lá, ele foi convertido para o lançamento de minas.

A Guerra de 1971

Sentindo a situação militar se deteriorando, com o emprego do porta-aviões indiano INS Vikrant ao largo de sua costa, o Paquistão decidiu anular esta ameaça com o envio de seu submarino capitânia.

Em 14 de novembro, zarpou do porto para uma patrulha de reconhecimento, sob o comando de Zafar Muhammad Khan, com 92 homens a bordo. O submarino navegou 3.000 milhas (4.828 quilômetros) em torno da península indiana, desde o Mar da Arábia, para a Baía de Bengala, a fim de afundar o Vikrant na saída do porto.

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Segundo o vice-almirante Mihir K. Roy, que era diretor de Inteligência, durante este período, a presença do PNS Ghazi foi revelada quando sinais de rádio enviados às autoridades navais em Chittagong foram interceptados pelos indianos. Um dos sinais solicitava informações sobre um óleo lubrificante usado somente por submarinos e caça-minas.

pns-ghazi

Quando a mensagem foi interceptada, o navio-aeródromo indiano INS Vikrant foi imediatamente transferido para o porto de Andamans.

Abaixo, outras mensagens do Ghazi recuperadas pelos indianos:

* FROM COMSUBS TO SUBRON-5 INFO PAK NAVY DTG 221720 NOV 71
FOLLOWING AREAS OCCUPIED:
1.PAPA ONE,TO,THREE,FOUR.
2.PAPA FIVE,SIX,SEVEN,EIGHT.
3.BRAVO ONE,TWO,THREE,FOUR,FIVE,SIX.
4.MIKE
* FROM COMSUBS TO GHAZI MANGRO INFO PAK NAVY DTG 222117 NOV 71
ARM ALL TORPEDOES.
* FROM COMSUBS TO SUBRON-5 INFO PAK NAVY DTG 231905 NOV 71
ASSUME PRECAUTIONARY STAGE
* FROM COMSUBS TO GHAZI INFO PAK NAVY DTG 252307/NOV 71
OCCUPY ZONE VICOTR WITH ALL DISPATCH
INTELLIGENCE INDICATES CARRIER IN PORT.

O PNS Ghazi, incapaz de localizar o navio-aeródromo INS Vikrant, recebeu ordens para minar o porto de Vishakapatnam – o quartel-general do Comando Naval Oriental da Índia. Embora patrulhas indianas tenham sido enviadas para procurar o submarino, ele não foi encontrado.

No entanto, o caçador virou caça quando o submarino foi afundado em torno da meia-noite de 3 de dezembro 1971, ao largo da costa Vishakapatnam. O PNS Ghazi afundou com todos os 92 homens a bordo. A destruição do submarino permitiu à Índia realizar mais facilmente um bloqueio naval do Paquistão Oriental (hoje Bangladesh).

A versão indiana

A Índia alega que o submarino foi afundado por cargas de profundidade lançadas por suas escoltas.
Mais tarde, alguns itens do Ghazi, como o livro de bordo e fitas, foram apresentados no Comando Naval Oriental da Índia. Sabe-se que o navio de salvamento de submarinos INS Nishtar foi enviado para buscar restos do submarino. A Índia, mais tarde, construiu um “memorial da vitória” na costa, perto de onde o Ghazi foi afundado.

A versão do Paquistão

De acordo com o Paquistão, o PNS Ghazi afundou quando uma mina foi detonada acidentalmente durante a operação de minagem. Outra teoria é que o choque explosivo de uma das cargas de profundidade lançadas pelos indianos pode ter detonado um torpedo ou mina armazenados a bordo do submarino.
A única informação sobre o assunto a partir de uma “fonte independente” vem de um oficial egípcio, que servia na época num submarino em reparos no porto de Visakhapatnam. Ele confirmou a ocorrência de uma grande explosão nas vizinhanças do porto, por volta da meia-noite. Segundo o oficial, a explosão foi tão violenta que abalou as instalações do porto.

Após o afundamento do PNS Ghazi, EUA e União Soviética ofereceram ajuda para resgatar o submarino, mas o Governo da Índia recusou a ajuda, preferindo deixá-lo desaparecer no lodo.

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vinheta-clipping-navalO representante no Brasil do banco norueguês DNB Nor, Tom Mario Ringseth, disse ontem que, com as encomendas do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro, o Fundo de Marinha Mercante (FMM) pode não ser suficiente para atender a toda a indústria naval brasileira.

Ringseth afirmou, durante palestra na Navalshore 2009, que “o Fundo de Marinha Mercante está ficando mais escasso” e duvida que possa financiar, no futuro, a importação de equipamentos e atender a toda a demanda nacional. Mantido o ritmo de encomendas da Petrobras e o plano de negócios da companhia, que prevê investimentos de US$ 174,4 bilhões até 2013, tanto a estatal quanto estaleiros brasileiros terão de buscar financiamento no mercado internacional.

“A Petrobras está buscando parcerias bilaterais, como com o US Exim Bank, dos Estados Unidos, e a China, com US$ 10 bilhões de cada um. Acredito que a companhia irá ao mercado buscar financiamento, empréstimos. Obviamente estão esperando para ver se as taxas de spread caem um pouco. Também acho que o BNDES (um dos agentes financeiros do FMM) terá uma atuação mais direta com a Petrobras, e isso resultaria em uma redução da quantidade de recursos disponível no Fundo (de Marinha Mercante) para outras companhias presentes no Brasil. E o Brasil vai precisar de financiamentos através de debêntures globais, quando o mercado melhorar um pouco. Acho que a conta não fecha”, avisou.

Ringseth disse que, com a retração na concessão de crédito causada pela crise, existe hoje no mundo um déficit global de US$ 600 bilhões em financiamento para a indústria naval. Ele comparou o período anterior à crise financeira mundial, que tornou mais difícil a obtenção de crédito e a captação de recursos no mercado com operações como debêntures, com o momento atual, com os bancos assumindo uma postura mais cautelosa na concessão de financiamentos. “Não será mais possível obter financiamentos de até 90% dos projetos, como anteriormente. Hoje, o tomador tem que entrar com 40% a 50%. Hoje há de 10 a 15 bancos globalmente no setor naval, realizando operações banco-cliente, com negócios de US$ 25 bilhões a US$ 35 bilhões”, disse.

Para o executivo, além da escassez de recursos, a crise levou vários governos a estabelecerem regras mais restritivas para a concessão de crédito. Segundo Ringseth, existem hoje quatro tipo de bancos: os que não emprestam; os que emprestam apenas para os melhores clientes; os que emprestam para proteger o relacionamento com um cliente específico e bancos como BNDES e Banco do Brasil, que só emprestam para o próprio país. Ele acredita que cada vez mais empresas vão recorrer às agências de crédito à exportação (ECAs) e traçou o perfil das companhias que têm conseguido obter financiamentos hoje em dia. “As companhias que têm administração profissional e uma bota estratégica financeira, não agressiva e com poucos riscos, que têm responsabilidade social e corporativa”.

A escassez de recursos, alertou, pode significar menos investimentos não apenas na construção naval, mas em infraestrutura e na formação de mão de obra, que podem não ser suficientes para atender às encomendas de novas embarcações. “Será que temos capacidade de construir tudo que está se anunciando? Temos estaleiros para isso tudo? Temos oficiais, mão-de-obra qualificada para operar estes navios? O Brasil tem um potencial incrível, recebo relatórios produzidos em Oslo, Londres, Cingapura, e o Brasil está em todos. Mas será que teremos estaleiros, engenheiros navais, inspetores, infraestrutura, soldadores e eletricistas qualificados?”, questionou.

FONTE
: Portos e Navios

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vinheta-clipping-navalCerca de 75 imigrantes africanos morreram no Mediterrâneo após ter acabado a comida e água do barco em que estavam, informou nesta sexta-feira a Organização das Nações Unidas (ONU), atribuindo a informação aos únicos cinco sobreviventes do que classificou como uma “tragédia chocante”.

Os imigrantes, principalmente eritreus, embarcaram há três semanas em um pequeno barco em Trípoli, na Líbia, para atravessar o mar. O combustível acabou após três dias, e muitas embarcações passaram por eles sem oferecer ajuda, disse a jornalistas o Alto Comissariado da ONU para Refugiados.

Funcionários da alfândega italiana encontraram o barco na quinta-feira. Um navio de pesca chegou a oferecer pão e água, mas depois se afastou dos imigrantes, ele disse.

FONTE
: Reuters