Marinha doará 8 viaturas ao Município de Ladário

A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 6° Distrito Naval, realizará a entrega de 8 viaturas de emprego geral ao município de Ladário, em cerimônia a ser realizada no dia 02 de setembro, às 17 horas, na avenida 14 de março, durante as comemorações do aniversário da cidade. A doação é resultado de uma parceria entre a Marinha do Brasil e a Prefeitura Municipal.

3 caminhonetes de carga, 1 caminhonete de passageiro, 1 caminhão basculante, 1 ônibus, 1 empilhadeira e 1 ambulância serão integradas a frota municipal, incrementando o atendimento prestado pela prefeitura à população local. As viaturas serão empregadas em ações de defesa civil, na limpeza da cidade, em serviços urbanos, no combate a proliferação de doenças e no auxilio ao pronto atendimento médico local.

De acordo com a Secretaria de Obras, Viação e Serviços Urbanos da Prefeitura de Ladário, as viaturas doadas pela Marinha terão fundamental importância para o encaminhamento das ações de benfeitorias no município.

FONTE: PantanalNews

 

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A análise abaixo é fruto do conhecimento obtido em visitas à força de Submarinos do Chile, publicações especializadas e conversas com oficiais submarinistas da MB que embarcaram e operaram em submarinos classe Scorpène.

1) Dificuldades de Manutenção:

  • os submarinos franceses possuem uma manutenção mais cara e complexa que os alemães; oficiais chilenos informaram que todos os sistemas possuem pressões e capacidades nominais maiores que os congêneres alemães, o que dificulta a sua manutenção. Ex. os disjuntores da propulsão nos submarinos alemães de 2 e 3 KVA, são de 10 KVA no Scorpene, potencializando as dificuldades e custos de manutenção.
  • Os oficiais mais antigos compararam as dificuldades de manutenção com os antigos submarinos classe Oberon ingleses, que foram operados tanto pela marinha do Chile e do Brasil.
  • A Marinha do Chile tem grande dificuldade para obter prazos e preços de fornecimento dos itens sobressalentes das indústrias francesas.
  • Os periscópios optrônicos dos dois Scorpenes chilenos ficaram inoperantes e a divisão responsável da SAGEM não conseguia atender satisfatoriamente à marinha daquele país.
  • Todos os sistemas são dotados de muito sensores, aumentando o custo de manutenção do navio.
  • A qualidade do material de construção é em geral muito inferior ao alemão (esta observação é uma unanimidade entre os chilenos).
  • Para se ter acesso a alguns equipamentos na livre circulação é necessária à retirada de partes do convés, dificultando e aumentando o tempo de manutenção.
  • Os scorpene chilenos estão em média com 150 sensores avariados cada um (sistemas de baterias, motores, hidráulicos …).
  • Os MAGE e Radar têm alto índice de falhas.
  • Uma avaria ocorrida nos dois navios na válvula de cúpula (equivalente do flap interno nos submarinos classe 209) ocasionou a indisponibilidade nos navios por mais de 30 dias devido as interferências que necessitaram ser desmontadas para se ter acesso as válvulas.

2) Dificuldades Operacionais:

  • Não existem ejetores de sinais pirotécnicos nos scorpene, obrigando o uso de sistemas externos de ejeção de sinais, que são mais caros e nunca foram operados pela MB, o que certamente aumentará também as dificuldades de manutenção.
  • Os periscópios SAGEM dos Scorpène não possuem estadimetro e o sistema eletrônico instalado não tem precisão e não funcionam na determinação da distancia periscópica.
  • É importante salientar que estes periscópios não são os utilizados pela marinha da França.
  • A câmara de salvamento dos Scorpene é de difícil acesso e não foi aprovada pelas tripulações chilenas.
  • O sistema de compensação de lastro do submarino é lento e não atende às necessidades operacionais de uma rápida imersão ou uma situação de emergência; foram observados tempo superiores há 20 minutos para um submarino retornar à cota periscópica, o que pode colocar em risco o submarino ou o sucesso de um ataque.
  • O Scorpène manobra mal na superfície, pior que o classe 209, porque o leme vertical fica 70 % fora da água.
  • O sonar SUBTICS tem um rendimento inferior ao CSU-90 (informação dos operadores sonar chilenos).
  • Os beliches do Scorpène possuem diversas restrições ao conforto da tripulação, tais como: São fixados no sentido BE/BB, ou seja quando o navio dá ponta o tripulante ou acorda ou cai !!! São 10cm menores em extensão e largura (deve ser porque os franceses são menores que os alemães). São insuficientes para toda a tripulação, caso o submarino embarque a sua dotação completa de torpedos.
  • Os compartimentos habitáveis são muito menores que os do classe 214, os banheiros incomodam um tripulante com mais de 1,70 m e a praça d’armas é extremamente pequena e mal comporta 5 oficiais.
  • A arquitetura pesada do SUBTICS obriga um enorme contingente de operadores sonar nos submarinos (7) o que desguarnece o departamento de máquinas do navio (informação confirmada pelos imediatos dos navios).
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Desde que a Marinha do Brasil decidiu dar continuidade ao Programa de Construção de submarinos, uma grande luta foi travada nos bastidores para ver quem é que conseguiria fechar o novo contrato bilionário.

Os alemães, que nos últimos 25 anos ajudaram o Brasil a construir localmente quatro submarinos IKL-209/1400 no AMRJ (foto acima), eram os favoritos. Além de contar com a base já instalada, que precisaria de modificações mínimas para construir seus submarinos U-214, os alemães possuem experiência na transferência de tecnologias para vários países e escala para garantir um produto mais barato.

Mas os franceses, aproveitando-se da troca de comando da Marinha e de uma aproximação do Governo Francês com o Brasileiro, acenaram com a venda de seus submarinos Scorpène e a transferência de tecnologia para o casco de um submarino nuclear.

Enquanto os estaleiros alemães não contavam com apoio de seu Governo no negócio, os franceses contaram com total apoio do seu para a sua proposta.

A tranferência de tecnologia alemã ao Brasil

Tudo o que a Marinha diz que será novo com os franceses, na verdade é uma repetição do que já ocorreu no passado com os alemães.

Quando o Ministro da Defesa diz que não houve transferência de tecnologia ao Brasil para a construção de submarinos ele contradiz tudo o que a Marinha disse até hoje sobre o assunto.

Sobre  a construção dos submarinos Tupi segue um texto da Marinha:

“Durante o período de construção do submarino Tupi no estaleiro HDW, um grupo de Engenheiros, Técnicos e Operários, perfazendo um total de 70 funcionários, foi enviado àquele estaleiro para a realização de estágios, de acordo com as suas especializações técnicas. A duração média destes estágios foi de aproximadamente 5 meses. Nesta oportunidade foi possível acompanhar as principais etapas da construção e adquirir os conhecimentos técnicos necessários à realização e construção no Brasil. Todas as informações obtidas no decorrer dos períodos de treinamento dos estagiários foram registrados em inúmeros relatórios, para que pudessem posteriormente, já no Brasil, servirem de fonte de consulta e banco de dados para a preparação das equipes de construção”.

Sobre  a transferência da tecnologia do casco resistente:

“A tecnologia de construção do casco resistente, absorvida pela Marinha no estaleiro HDW, foi então implantada na NUCLEP. Isto só pode ser viabilizado através da participação conjunta do pessoal técnico daquela empresa com o pessoal técnico da Marinha que havia sido treinado na Alemanha.”

Sobre  a transferência de tecnologia ao pessoal brasileiro para o projeto do submarino brasileiro (SNAC-I), que seria o precursor do submarino nuclear:

O então Ministério da Marinha contratou a HDW / IKL para fornecer um programa de treinamento para a elaboração de um projeto próprio de submarino no Brasil. Para esta finalidade, cerca de 30 engenheiros foram destacados para participar do treinamento durante os anos 1985 e 1986, seguido de uma fase de concepção de projeto entre os anos 1986 e 1990.

Houve treinamento de projeto de submarino no Rio de Janeiro, na forma de palestras, de 1º de abril a 7 de maio de 1985. Foram abordados os assuntos hidrodinâmica, resistência de materiais, termodinâmica, arquitetura naval de submarinos, física e química relacionada a submarinos.

Também foi feito o treinamento de projeto de submarinos na IKL em Lübeck, Alemanha, na forma de palestras, de 20 de maio a 19 de julho de 1985. Foram abordados os assuntos de projeto de casco de submarinos, propulsão, “lay-out” e eletricidade de submarinos.

Entre 5 de agosto a 6 de dezembro de 1985, foram abordados temas sobre mecânica, elétrica, automação e eletrônica, comunicações e sensores/sistemas de combate de submarinos.

Entre janeiro de 1986 e junho de 1990 (54 meses), o treinamento consistiu da Fase de Projeto de Concepção de um projeto próprio, baseado nos requisitos da Marinha do Brasil para um submarino convencional de grande porte, compreendendo as seguintes partes:
1.Estudo de Viabilidade (janeiro de 1986 a março de 1986)
2.Projeto de Concepção (abril de 1986 a dezembro de 1986)
3.Fase Preliminar do Projeto (janeiro de 1987 a maio de 1987)
4.Fase de Projeto de Contrato (julho de 1988 a junho de 1990).

Em 1º de outubro de 1990, todas as atividades foram interrompidas por parte da Marinha do Brasil.

Então, quando o Ministro da Defesa diz que não houve transferência de tecnologia alemã para projetos de submarinos, ele deve estar no mínimo mal informado.

Submarino Nacional I - SNAC-I

‘Jogando fora a água da banheira junto com o bebê’

A impressão que fica é que para justificar a compra dos submarinos franceses, a Marinha resolveu desqualificar seus atuais submarinos e todo o trabalho que já foi feito até agora.

Esquecem-se de que até 2015, os únicos submarinos que farão parte da Força de Submarinos do Brasil serão os 5 classe “Tupi” que foram construídos aqui com transferência de tecnologia alemã.

Uma falácia que está sendo usada é dizer que os alemães não sabem construir um submarino nuclear, pois nunca construíram um. Não mencionam que a Alemanha já construiu um navio de propulsão nuclear e que qualquer casco de submarino convencional com diâmetro suficiente, pode receber uma planta de propulsão nuclear, com pequenas adaptações como blindagem anti-radiação e outros detalhes. Coisas que o Brasil também deverá fazer sozinho, pois a França só vai ajudar no projeto do casco e não na parte nuclear.

Agora que o contrato com a França está prestes a ser assinado, resta-nos torcer para que os atrasos na construção dos submarinos não sejam grandes como estão ocorrendo na Índia e que o projeto do casco do submarino nuclear brasileiro possa fluir de acordo com o cronograma.

E, finalizando, que os futuros governos não interrompam novamente este novo ciclo de construção naval militar, para que não tenhamos novamente que reinventar a roda no futuro.

SAIBA MAIS:

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Kit da Revell do submarino U-214

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Está à venda nas melhores lojas de plastimodelismo de São Paulo o kit do submarino U-214 da Revell Alemã.

As fotos deste post são do modelo que compramos e montamos. Clique nas imagens para ampliar.

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vinheta-clipping-navalA construção, pela Marinha do Brasil, de quatro submarinos convencionais baseados no Scorpène e de um submarino movido a propulsão nuclear, a partir de acordo estratégico assinado com a França, fortalecerá a proteção das riquezas marítimas brasileiras, principalmente as reservas petrolíferas. A avaliação foi feita a parlamentares pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, em exposições nas comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (28/8) e da Câmara (27/8).Segundo Jobim, essa capacitação colocará o Brasil no seleto clube de cinco países que conseguem projetar, construir e operar submarinos de propulsão nuclear: Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China. Com esse submarino, o Brasil terá equipamento dissuasório fundamental para garantir a defesa pró-ativa das águas jurisdicionais brasileiras.

“Estamos a caminho de termos uma capacidade dissuasória absolutamente necessária considerando que o Brasil tem riquezas no pré-sal e no solo marinho”, disse o ministro. O submarino de propulsão nuclear é mais veloz (movimenta-se a uma velocidade de até 65,52 Km/h, sendo que o convencional desenvolve até 11,232 Km/h), pode imergir por tempo indeterminado e alcança vastas áreas geográficas.

A diferença entre o Brasil e os países que já fabricam submarinos de propulsão nuclear, ressaltou o ministro, é que eles equipam seus submarinos com armas nucleares, o que não acontecerá no Brasil. “O Brasil tem uma proibição constitucional de construir e usar armas nucleares. Os armamentos que utilizaremos no submarino serão convencionais. Nós não vamos utilizar e não vamos produzir armas nucleares”, assegurou o ministro.

Ele explicou que o enriquecimento do urânio que é feito pela Marinha do Brasil no Centro de Aramar, em Iperó (SP), é destinado ao reator que dará a propulsão nuclear do submarino e aos reatores nucleares que serão construídos pelo Brasil para a geração de energia elétrica.

O ministro explicou aos senadores que a Estratégia Nacional de Defesa (END) definiu como objetivos estratégicos de atuação da Marinha do Brasil a negação do uso do mar, o controle de áreas marítimas e a projeção de poder. Esses objetivos têm como foco: a defesa pró-ativa das plataformas petrolíferas; a defesa pró-ativa das instalações navais e portuárias, dos arquipélagos e das ilhas oceânicas nas águas jurisdicionais brasileiras e prontidão para responder a qualquer ameaça às vias marítimas de comércio.

Para assegurar o cumprimento desses objetivos a Marinha precisa reforçar seus meios, como a criação de batalhões e esquadras, compras de aviões, helicópteros e também a construção dos submarinos. “Esses equipamentos decorrem do fortalecimento do poder naval e das diretrizes para a Marinha traçadas na Estratégia”, disse Jobim.

Jobim explicou que o contrato que será assinado com a França em 7 de setembro, em decorrência do acordo já firmado, prevê a construção de quatro submarinos convencionais do tipo Scorpène e a construção de todas as partes não nucleares (casco resistente, sistema de controle de imersão, sensores, moto elétrico de propulsão etc) do submarino de propulsão nuclear. “A negociação com os franceses é exclusivamente da parte não nuclear, tudo com transferência de tecnologia para o Brasil. A parte nuclear é nossa. É o combustível e o reator”, disse Jobim.

A construção da seção de proa (tubos de torpedos) do primeiro submarino convencional será feita, na França, por técnicos da empresa francesa DCNS acompanhados de técnicos brasileiros da Marinha. As demais seções do primeiro submarino e todas as seções dos outros quatro submarinos serão feitas no Brasil, pela Marinha com assessores da DCNS.

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O acordo prevê ainda a construção de um estaleiro e de uma base em Itaguaí, no Rio de Janeiro, pelo Consórcio Baía de Sepetiba, formado pela DCNS e a Construtora Odebrecht. A operação do estaleiro e a construção e manutenção dos submarinos ficarão com uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) a ser constituída pela Odebrecht (50%), pela DCNS (49%) e pelo governo federal (1%). A União terá “golden share” nessa SPE e participará do Conselho de Administração. Mas desde o início, o patrimônio do estaleiro e da Base serão da União.

O projeto dos submarinos custará 6,690 bilhões de euros e a previsão é que eles estejam concluídos em 2021. O primeiro submarino convencional deverá estar pronto em 2015. A operação de crédito que financiará o projeto dos submarinos será feita por um consórcio formado pelas instituições financeiras BNP Paribas S.A, Société Générale, Santander S.A, Calyon S.A, Credit Industriel Et Commerciel Natixis e Santander.

Na quarta-feira (26/08) o presidente Lula enviou ao Senado a mensagem de número 169 solicitando a autorização da contratação de operação de crédito no valor 4,324 bilhões de euros entre o Brasil e as instituições financeiras que formam o consórcio. O restante dos recursos virá do Orçamento Geral da União. (veja o detalhamento da operação financeira na apresentação feita pelo ministro).

Jobim ressaltou que a principal diferença entre o acordo com os franceses e o assinado na década em 1993 com os alemães para a construção dos submarinos Tikuna é que os franceses vão transferir, não apenas a tecnologia de construção, mas também a de projeto, entre outras.

O Brasil firmou o acordo com a França para a construção do submarino a propulsão nuclear por que este foi o único país que aceitou fazer a transferência de tecnologia. O acordo teria que ser feito com um país que produzisse os dois tipos de submarino, o convencional e o nuclear. Isso para que nossos técnicos pudessem absorver a tecnologia -tanto de projeto quanto de construção- durante a execução dos submarinos convencionais. Somente Rússia e França fabricam os dois tipos, mas os russos não aceitaram transferir tecnologia.

A Alemanha, além de não ter tecnologia de submarinos de propulsão nuclear, já em 1983 não se dispôs a transferir ao Brasil a tecnologia de projeto dos convencionais. “O projeto de 1983 foi inteiramente elaborado na Alemanha, sem participação de técnicos brasileiros. Não aprendemos a projetar os submarinos e nem a fazer a manutenção das partes sensíveis. Tudo foi feito pelos alemães. Não houve qualquer transferência de tecnologia”, argumentou Jobim.

FONTE: Ministério da Defesa

Resgatado canhão histórico em Salvador

Um canhão de ferro antigo foi encontrado na área do complexo do Comando do 2° Distrito Naval, em Salvador, no dia 24 de julho, durante escavações para instalação de uma estação elevatória, do projeto de saneamento Bahia Azul. Na ocasião, a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), realizou visita técnico-funcional à localidade, para uma avaliação especializada do objeto.

No período de 19 a 21 de agosto, a equipe de historiadores, arqueólogos e restauradores da DPHDM fez a vistoria da data aproximada do canhão, concluindo que o achado seria do século XVII ou XVIII. Em seguida, foi realizado o georeferenciamento, que consiste na identificação do local onde o objeto foi encontrado, observando o fato do canhão estar sob uma área de aterro.

De acordo com os técnicos, o canhão de ferro possui grande valor histórico, medindo cerca de 2 metros de comprimento, com peso de 2 toneladas. Sua utilização foi naval e terrestre, tendo disparado granadas e balas sólidas. Por fim, o grupo iniciou os procedimentos de preservação e identificação, constatando ser o canhão de origem francesa.

Tão logo o tratamento seja finalizado, o canhão deverá compor o acervo do Comando do 2º Distrito Naval, como objeto de decoração.

FONTE: Marinha do Brasil

 

Rafale F2 a bordo do CDG

COLABOROU: RodrigoBR

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