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Clique na imagem acima e veja o vídeo da USN. O vídeo foi feito durante o exercício Southern Partnership Station 2009. Para ver fotos do exercício, clique aqui.

 

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A agência russa RIA Novosti informou que um novo acordo entre a Rússia e Índia sobre a reforma do NAe Admiral Gorshkov pode sair ainda no mês de agosto.

A Rússia solicita uma quantia extra de 1.2 bilhão de dólares a mais do que foi inicialmente acorodado para terminar a modernização do futuro INS Vikramaditya.

Esta nova rodada de entendimentos ocorrerá na Índia. Segundo o periódico russo Nezavisimaya Gazeta a Índia não possui muitas alternativaS a não ser concordar com o pagamento do montante exigido pela Rússia. Segundo o jornal a Marinha da Índia precisa desesperadamente substituir o INS Viraat, que já está com 50 anos.

Na verdade a situação não é bem assim. A Índia já iniciou a construção do seu primeiro NAe totalmente nacional, que receberá o noma INS Vikrant. Ele deverá estar operacional em 2015 e o futuro Vikramaditya dificilmente será entregue antes de 2013.

 

E a recordista é…

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… a Marinha Peruana, em distância contra alvos de superfície. Em 8 de dezembro de 2008, a fragata BAP Aguirre, da classe “Lupo”, disparou um míssil Otomat, destruindo um alvo de superfície a 150km. O Ministro da Defesa peruano, Antero Flores-Araoz, estave presente no exercício e ficou satisfeito com a performance do míssil de sua Marinha.

O disparo do Otomat fez parte do exercício “Angamos” e foi um desafio para a Marinha do Peru, pois pela primeira vez realizou-se um lançamento contra um alvo a esta distância, que representou um recorde entre as marinhas da América do Sul.

Mais de 1.000 unidades do MBDA Otomat foram vendidos para várias marinhas ao redor do mundo. O míssil já está na versão MK2 Block IV.

SAIBA MAIS:

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Lançado ao mar em 22 de agosto de 2007, o “destróier porta-helicópteros” (DDH) Hyuga da Força Marítima de Auto-Defesa do Japão (JMSDF), foi incorporado no dia 18 de março de 2009. O Hyuga é o primeiro destróier japonês que possui mulheres em sua tripulação.

O DDH-181 é na verdade um navio-aeródromo, mas foi designado como destróier para minimizar problemas políticos com os países vizinhos.

O Hyuga, além de suas aeronaves, é equipado com um amplo sistema de comando, controle e comunicações, que permitirão ao navio funcionar como navio-capitânea em forças-tarefa. Além disso, o navio temmodernos radares phased array (PARS), sistema de combate integrado, sistema vertical de lançamento Mk.41 de 16 células (VLS) de mísseis Evolved Sea Sparrow e dois sistemas CIWS Phalanx para auto-defesa.

O deslocamento carregado do navio gira em torno de 18.000t, possui dois elevadores para aeronaves e pelo porte, deve ser capaz de operar até 18 helicópteros e futuramente, aviões STOVL F-35.

O navio é propulsado por quatro turbinas LM2500 na configuração COGAG, com dois eixos. O próximo da classe tinha lançamento previsto para 2010 e comissionamento em 2012.

Especificações:

  • Deslocamento: 13.950t standard; 18.000t carregado
  • Comprimento: 197 m
  • Boca: 33 m
  • Calado: 7 m
  • Propulsão: COGAG, dois eixos, 100.000 hp
  • Velocidade: 30 nós
  • Tripulação: 340

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spearfish

O Ministério da Defesa do Reino Unido fechou um contrato de 10 anos com a BAE Systems (BAES) para a manutenção dos seus torpedos.
O contrato, que vai beneficiar toda uma cadeia de indústrias do Reino Unido, cobre todos os aspectos de apoio logístico e manutenção dos torpedos pesados Spearfish, que equipam os submarinos britânicos, e os torpedos leves Sting Ray, que equipam os navios e helicópteros da Royal Navy e aviões Nimrod da RAF.

O Spearfish (imagem acima) é um torpedo pesado atualmente embarcado nos submarinos nucleares de ataque das classes “Swiftsure” e “Trafalgar” e nos SSBN “Vanguard”. O torpedo também será usado na classe “Astute” a partir de 2010. O Spearfish, que substituiu o Tigerfish Mk.24 (ainda usado pela Marinha do Brasil), é otimizado para atacar outros submarinos, mas também tem capacidade anti-superfície. Ele é propulsado por um motor térmico de alta-performance e se comunica com o submarino por um fio, na primeira fase da trajetória.

O Sting Ray (imagem abaixo) é um torpedo leve anti-submarino, equivalente inglês do Mk.46 americano. Tem guiagem totalmente autônoma depois de lançado e sofreu uma modernização de meia-vida, para adequá-lo às novas ameaças.

A seguir, a lista de empresas, subcontratadas da BAES, que serão beneficiadas com o negócio:

Honeywell Hymatic; AESSEAL; Castlet Ltd; Exchem; Selex S&AS; BAE Systems ATC; Icore International; MBDA; Plalite Ltd; Polaron Components Ltd; QinetiQ; BAE Systems (Operations); Airborne Systems; Atlas Elektronik; BAE Systems; AmSafe; Claverham Ltd; Eaton Aerospace; FPT; Horstman Defence Systems Ltd; Portsmouth Aviation e Wallop Defence.

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Biocombustíveis para a USN

NAVAIR

O NAVAIR (Naval Air Systems Command) está desenvolvendo um programa de biocombustíveis para uso em motores GE F414. Uma aeronave Boeing F/A-18E/F Super Hornet será devidamente modificada e deverá voar na metade do 2010.

Mas antes que um F-18 voe com biocombustível, testes em laboratório ocorrerão em Pax River. Na segunda fase um motor F414 será testado estaticamente na própria fábrica da General Electric em Lynn (Massachusetts). Esta etapa ocorrerá provavelmente em dezembro o janeiro próximo.

Juntamente com este projeto o NAVAIR pesquisará biocombustíveis para navios da USN também.

O tipo de biocombustível a ser empregado é derivado de plantas como camélias, jatrophas e algas. Etanol e biodiesel foram descartados, pois são perigosos para uso embarcado e reduziriam muito a autonomia da aeronave. Além disso o biodiesel possui esteres que absorvem água facilmente (propriedade ruim em um ambiente marítimo).

Nos primeiros testes estáticos e de voo serão utilizados misturas de biocombustíveis e derivados de petróleo na proporção 1/1. Biocombustiveis possuem algumas desvantagens pois não são tão densos como querosene de aviação e possuem propriedades lubrificantes inferiores.

A USN planeja possuir um biocombustível testado e certificado até 2013.

FOTO: USN

 

A agência russa Ria Novosti informou que a Rosoboronexport foi escolhida como finalista para o fornecimento de dois submarinos convencionais para a Marinha da Indonésia.

A Rosoboronexport concorre com o Project 636 (classe Kilo) O outro finalista é o estaleiro coreano Daewoo Shipbuilding and Marine Engineering com o projeto alemão U-209. O contrato está estimado em 700 milhões de dólares.

Ainda segundo a agência russa o projeto alemão 214 e o Scorpène francês foram eliminados da concorrência.

Por outro lado, o grupo Jane’s informou que a concorrência para a aquisição de dois submarinos pela Indonésia foi adiada por dois anos devido à falta de recursos.

 

Vitória da FREMM?

fremm-proa

A revista Le Monde Diplomatique Brasil, em seu número de agosto, traz um artigo escrito por seu editor, intitulado “O PAC das Forças Armadas”.

O tom do artigo dá como certa a vitória da FREMM como futura escolta para a Marinha do Brasil. Diz assim um trecho do texto:

FRAGATAS

Ainda dentro do acordo França-Brasil serão construídas seis fragatas, da classe Fremm, nos estaleiros do Arsenal da Marinha, no Rio de Janeiro, que para tanto sofrerá modernização. O custo previsto desta iniciativa supera os US$ 2 bilhões. (…)

Clique nas imagens 3D da FREMM, para ampliar e nos links abaixo para conhecer mais sobre o navio.

fremm-alheta

fremm-bochecha

IMAGENS: DCNS

SAIBA MAIS:

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DIRETORIA-GERAL DO MATERIAL DA MARINHA
RIO DE JANEIRO, RJ.
Em 6 de agosto de 2009.

ORDEM DO DIA Nº 4/2009

Assunto: Transferência de subordinação do Navio de
Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia”.

Em cumprimento ao disposto no Art. 1º da Portaria nº 260/MB,
de 24 de julho de 2009, do Comandante da Marinha, o Setor do
Material transfere ao Setor do Comando de Operações Navais,
na presente data, a subordinação do Navio de Desembarque de
Carros de Combate (NDCC) “ALMIRANTE SABOIA”.
Além do simbolismo e especial significado, a data de hoje
confirma o empenho da Marinha do Brasil em cumprir o seu
Programa de Reaparelhamento, seja por meio da construção de
novos navios seja por obtenções de oportunidade.
O NDCC ALMIRANTE SABOIA, ex RFA Sir Bedivere, foi construído
originalmente para servir ao Exército Britânico, sendo
transferido, posteriormente, para a “Royal Fleet Auxiliary”.
Desempenhou tarefas em diversas operações navais da Grã-
Bretanha, participando da Guerra das Malvinas, em 1982. Em
1991 foi destacado em apoio às Forças americanas, na Operação
“Gramby”, no Golfo Pérsico. No período de 1994 a 1998, o
navio sofreu uma completa modernização, na qual teve sua vida
útil estendida, e que, entre outras modificações teve a sua
superestrutura totalmente substituída, trocou todos os
motores e equipamentos de porte e foi “jumborizado” em cerca
de doze metros. Nos anos de 2000 a 2006 atuou em Serra Leoa,
em operações britânicas, naquela área. Em 2002 apoiou as
tropas da “Royal Marines” no Golfo Pérsico e em 2003 operou
como Capitânea do Grupo-Tarefa de navios britânicos e
americanos de contramedidas de minagem na Operação “Telic”.
O navio tem como principais características a flexibilidade,
advinda de suas rampas de proa, meio navio e popa, dos seus
guindastes, de sua capacidade de transporte de tropas, carros
de combate e cargas diversas, características anfíbias com a
possibilidade de abicagens e o rápido desembarque do material
transportado. O navio possui um convés de voo, na popa, e
heliponto, a meio navio, permitindo o emprego de aeronaves de
asa rotativa até o porte do SH-3.

Sua aquisição vem possibilitar ao Setor Operativo renovar a
nossa capacidade de operações anfíbias e de transporte de
tropas e carga, fruto das características do navio, que o
tornam um meio de grande versatilidade, capaz de atuar em
diferentes cenários, e apto, também, a suprir a Esquadra com
os requisitos de um Navio Transporte de Apoio.

A cerimônia de incorporação do navio à Marinha do Brasil foi
realizada na cidade de Falmouth, Inglaterra, no dia 21 de
maio de 2009. A partir dessa cerimônia, o pavilhão nacional
passou a tremular no mastro do NDCC “ALMIRANTE SABOIA”. Em 23
de junho, após seis meses de realização de extenso programa
de obras, manutenção e treinamento, o navio suspendeu de
Falmouth, iniciando uma travessia que incluiu os portos de
Lisboa, Tenerife, Fortaleza, Maceió e Arraial do Cabo, até
sua chegada ao Rio de Janeiro, no dia 31 de julho.

O nome do navio é uma justa homenagem a um dos grandes
ministros da nossa Marinha, o Almirante-de-Esquadra HENRIQUE
SABOIA. Responsável por inúmeras realizações das quais
podemos destacar o apoio na continuidade do Programa Nuclear
da Marinha e a revitalização do programa de construção naval
no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, com a incorporação
do NE Brasil e da Corveta Inhaúma, o lançamento ao mar da
Corveta Jaceguai e o início da construção dos submarinos
Tamoio, Timbira e Tapajó. Além disso, encomendou em
estaleiros privados as Corvetas Júlio de Noronha e Frontin, o
Navio-Tanque Almirante Gastão Motta e os Navios-Patrulha
Graúna e Goiana.

Ao transferir a subordinação do Navio de Desembarque de
Carros de Combate “Almirante Saboia” ao Setor do Comando de
Operações Navais, aproveito a oportunidade para registrar os
meus sinceros cumprimentos ao seu Comandante, Capitão-de-Mare-
Guerra OSCAR MOREIRA DA SILVA FILHO, sua valorosa
tripulação, além do Grupo de Apoio Técnico e de Apoio de
Adestramento, pelo excelente trabalho executado. Mesmo longe
da sua pátria e de seus familiares, em um país de idioma e
costumes bem diferentes dos nossos, souberam suplantar todas
as adversidades, conduzindo o recebimento do meio com extrema
competência e profissionalismo, para que, em um curto espaço
de tempo, o navio estivesse capacitado a enfrentar essa longa
travessia, até aportar com segurança na Base Naval do Rio de
Janeiro e poder hoje, apresentar-se para o serviço.

Ao NDCC “Almirante Saboia” expresso os meus votos de bons
ventos e mares tranqüilos!

BRAVO ZULU!

MARCUS VINICIUS OLIVEIRA DOS SANTOS
Almirante-de-Esquadra
Diretor-Geral

 

Conhecendo a História através da Marinha – A Diretoria de Patrimônio Histórico e de Documentção da Marinha (DPHDM) disponibiliza para o público em geral obras de grande importância para a cultura militar naval, tanto para quem deseja se aprofundar no estudo da História do Brasil, como para quem quer apenas um bom passatempo.

Segue abaixo a relação das publicações, que podem ser adquiridas na própria DPHDM, na Praça Barão de Ladário, s/nº – Ilha das Cobras – Centro – RJ, cujo pedido deve ser feito pelo e-mail: humberto@dphdm.mar.mil.br ou ainda pelo tel/fax (0xx21)2104-5492, mediante apresentação do comprovante do depósito bancário, no valor dos livros solicitados, em nome do Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro – Banco Real – Agência 0915-6 – C/C 3003212-4 – CNPJ 72.063.654/0011-47.

Veja as Obras disponíveis na tabela clicando aqui.

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Comandante da Marinha discutirá ações na amazônia com peruanos

A agência de notícias EFE publicou uma nota informando que o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, visitará o Peru entre os próximos dias 13 e 15 deste mês.

Amorim se reunirá em Lima com seu colega peruano, José Antonio García Belaúnde, para preparar uma visita oficial ao Peru do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de novembro, quando avaliará os avanços da aliança estratégica assinada entre ambas as nações em 2003.

Mas antes da visita de Lula, o comandante da Marinha do Brasil, Julio Soares de Moura Neto, seguirá para Lima para coordenar com seus colegas peruanos a vigilância da Amazônia. Estaria a visita do comandante da MB associada às movimentações das Forças Armadas dos EUA na Colômbia?

 

Nas fotos, lançamentos e recuperação de torpedos MK-46 recoverable exercise torpedo (REXTORP).

Existem três versões de exercício do torpedo para lançamento por aeronave:

  • com pequena cabeça de exercício, seção estendida e pequeno tanque de combustível;
  • com longa cabeça de exercício e pequeno tanque de combustível;
  • com longa cabeça de exercício e instrumentação para rastreamento 3D e pequeno tanque de combustível.

O torpedo leve de 324mm tornou-se a arma anti-submarino padrão da OTAN e de outras marinhas (incluindo a do Brasil), tomando o lugar das cargas de profundidade a partir da década de 60. O mais famoso deles é o torpedo americano Mk.46, do qual foram produzidas mais de 20.000 unidades, desde 1965.

Esta arma foi um grande salto em relação ao antigo Mk.44, visando principalmente fazer frente à ameaça dos velozes submarinos russos de propulsão nuclear.

O Mk.46 é um torpedo com propulsão monopropelente Otto Fuel, capaz de desenvolver 45 nós de velocidade e atingir profundidades de mais de 365 metros.
Possui um sonar ativo/passivo na cabeça, pesa 250kg, mede 2,59m de comprimento e cabeça de combate de 40kg de alto explosivo PBXN-103. O alcance gira em torno de 8km e o alcance de aquisição do sonar torpedo é de 1.500m.

É lançado por aeronaves de asa fixa, helicópteros, e por foguetes anti-submarino ASROC. É usado normalmente por navios como arma de autodefesa, por lançadores triplos Mk.32.

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SAIBA MAIS:

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